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Notícias, matérias e especiais sobre Educação. Confira as últimas notícias da Educação no Último Segundo - iG.




iG São Paulo

Série de espetáculos aborda a música de forma didática e lúdica. Projeto já foi visto por 50 mil pessoas

A partir desta quarta-feira (29), o CEU Butantã apresenta uma série de oito espetáculos musicais gratuitos com enfoque pedagógico. O projeto ?Ouvir para Crescer? trará ao palco da unidade grupos musicais que irão interagir com o público. Serão distribuídos materiais didáticos para os professores trabalharem a música em sala de aula, aprofundando os temas dos espetáculos.

As apresentações serão realizadas de forma interativa ? comandadas pelo ator José Rubens Chachá e pelo músico João Cuca ?, fazendo com que o público descubra a linguagem musical por elementos básicos como ?pulso? e ?som? até construções harmônicas mais complexas. Diversos grupos musicais participam do programa, entre eles: Barbatuques, Meninos do Morumbi, André Mehmari Trio e Cia Ópera São Paulo.

História da música, características do som, ritmo, gêneros e formações musicais são alguns dos conceitos e dos temas que serão passados à plateia durante todo o ?Ouvir para Crescer?.

Apresentando em cidades do interior de São Paulo, como Matão, Alumínio, Araras, Caçapava, Catanduva, Itapeva e Salto, o programa já foi visto por mais de 50 mil pessoas. O projeto é uma Iniciativa da Sociedade de Cultura Artística e da RVA Cultural em parceria com o Departamento Regional de Educação do Butantã (DRE-Butantã).

Veja a programação do ?Ouvir pra Crescer?:

- Barbatuques ? 29 de setembro (quarta) / Tema - Pulso: o tempo na música
- Grupo Comboio - 06 de outubro (quarta) / Tema - Som: a matéria prima da música
- Meninos do Morumbi ? 20 de outubro (quarta) / Tema - Ritmo: quando o tempo vira arte
- Saxomania - 27 de outubro (quarta) / Tema - Melodia e Harmonia: cada nota em seu lugar
- Octeto de Câmara da USP - 03 de novembro (quarta) / Tema - Gêneros musicais: música erudita
- André Mehmari Trio - 11 de novembro (quinta) / Tema - Gêneros musicais: música popular
- Cia Ópera São Paulo - 17 de novembro (quarta) / Tema - Ópera: a música agregando artes
- Orquestra Sinfônica de Barra Mansa ? 24 de novembro (quarta) / Tema - Grandes Formações: música para ser regida

Serviço:
Projeto Ouvir para Crescer
Apresentação: José Rubens Chachá e João Cuca
Local: CEU Butantã
Endereço: Av. Eng Heitor Antônio Eiras Garcia, 1890
Horário: quartas-feiras - 19h30
Primeira apresentação: quarta-feira, 29 de setembro

 

iG Brasília

Candidatos precisam de certificado na avaliação, que será em novembro, para concorrer a vagas em cursos como arquitetura e artes

A Universidade de Brasília (UnB) abrirá, a partir da próxima terça-feira, inscrições para a Certificação de Habilidades Específicas. O documento é exigido dos candidatos que concorrerão a vagas no vestibular para os cursos de arquitetura e urbanismo, artes cênicas (bacharelado/licenciatura), artes plásticas (bacharelado/licenciatura), desenho industrial, educação artística: música (licenciatura) e música (licenciatura e bacharelado). Os candidatos têm até 2 de novembro para se inscrever.

Os interessados devem se inscrever somente pelo site do Centro de Seleção e de Promoção de Eventos da UnB (Cespe). A taxa é de R$ 20. O tipo de avaliação exigida depende de cada área. Há testes escritos, práticos, provas gráficas, entrevistas e apresentações de portfólio. Quem não for considerado apto nessas provas não pode assumir a vaga no curso pretendido, mesmo que seja aprovado no vestibular. 

As provas estão marcadas para 27 e 29 de novembro. O certificado tem validade de dois anos para os cursos de arquitetura e urbanismo, artes cênicas, artes plásticas e desenho industrial e de um ano para educação artística: música e música (licenciatura/bacharelado).


iG São Paulo

Competição de Resolução de Casos será na Faculdade de Economia e Administração e é aberta a estudantes de todo o país

Estão abertas as inscrições para a 14ª Competição de Resolução de Casos realizada pela Faculdade de Economia e Administração (FEA) da USP que dará R$ 15 mil em prêmios às equipes vencedoras. Na  disputa, 60 equipes de universitários terão como desafio resolver um caso empresarial em 72 horas e apresentar a melhor solução. O evento é aberto a estudantes de qualquer graduação de todo o país e a inscrição é grátuita

As equipes serão divididas nas categorias Júnior (1º ao 4º semestre da faculdade) e Sênior (do 5º semestre em diante). A competição começa no dia 14 de outubro e se encerra no dia 27, quando serão apresentadas as últimas resoluções e anunciados os vencedores. Os prêmios são de R$ 8 mil para o primeiro colocado da categoria Sênior, 4 mil para o segundo e 1,5 mil para o terceiro. O primeiro colocado da categoria Júnior ganha um prêmio de 1,5 mil reais.

O evento será realizado na própria FEA, na Cidade Universitária. As soluções apresentadas serão julgadas por uma banca avaliadora composta por professores de diversas faculdades de negócios do Brasil e executivos da empresa patrocinadora McKinsey&Company.

A platéia também concorre a prêmios. Após assistirem à apresentação das resoluções dos finalistas, os expectadores poderão apostar seus pontos virtuais (cada um receberá 1000 pontos) em quem pensam que ganhará. O maior lance único e correto ganhará um curso de Excel.

A disputa pretende possibilitar aos estudantes de graduação a aplicação dos conhecimentos acadêmicos através da resolução de um desafio empresarial, real ou fictício, proposto pelo concurso. Os alunos têm a oportunidade de desenvolver diversas competências consideradas essenciais para o sucesso pessoal, profissional e acadêmico. As equipes também terão estreito contato com profissionais da consultoria estratégica McKinsey&Company. Em 2009, a décima edição do evento foi finalista do XIII Prêmio da Qualidade.

O prazo para se inscrever vai até 6 de outubro e se houver mais de 60 inscrições serão validadas as primeiras que preencherem o total de vagas.

 

AE

Disfunção neurológica que provoca desempenho ruim em cálculos é de difícil diagnóstico

Imagine um jogo de futebol entre Corinthians e Guarani no Estádio Pacaembu, em São Paulo. Quem entra no estádio é capaz de perceber claramente que a torcida do Timão é maioria nas arquibancadas. Mas saber distinguir qual é a maior ou a menor parcela do público pode não ser tão simples para quem tem discalculia, uma disfunção neurológica caracterizada pela dificuldade de resolver cálculos matemáticos e pela falta de noção de quantidades.

Na reta final do ano letivo, esse tipo de transtorno, de difícil diagnóstico, pode estar por trás do desempenho ruim do estudante na matemática ? a má performance escolar, porém, pode ser influenciada por inúmeros fatores.

Para saber a dimensão atual da população brasileira atingida pela discalculia, o psicólogo Pedro Pinheiro Chagas, pesquisador do Laboratório de Neurologia do Desenvolvimento da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), coordena desde 2008 um estudo sobre a prevalência da disfunção no Brasil. "Ainda existem poucas pesquisas sobre o tema no País, ao contrário do que ocorre com a dislexia (distúrbio relacionado à linguagem), área do conhecimento que já evoluiu bastante", afirma.

Para o cientista político Alexandre Barros, de 68 anos, que descobriu ser discalcúlico aos 55, a dislexia é mais conhecida e tratada porque as pessoas vivem de palavras. "De certa maneira, é mais fácil esconder a dificuldade com números do que com a linguagem", diz.

Especialistas concordam que o diagnóstico do distúrbio é muito complexo e que depende da avaliação de uma equipe multidisciplinar. Quézia Bombonatto, presidente da Associação Brasileira de Psicopedagogia, explica que a discalculia é genética e acompanha o indivíduo durante toda a vida.

Segundo o neurologista Luiz Celso Pereira Vilanova, professor da Universidade Federal de São Paulo, é comum que a discalculia esteja associada a outros distúrbios, como a dislexia e o transtorno de déficit de atenção com hiperatividade (TDAH). "É mais raro ter apenas a dificuldade com os cálculos matemáticos. Estudos apontam a incidência de uma em cada 40 mil pessoas", afirma.

As informações são do Jornal da Tarde.

AE

Pesquisa mostra que o primeiro ciclo escolar merece mais atenção por parte dos gestores ou do governo

As quatro primeiras séries do ensino fundamental são as mais decisivas para que os estudantes do ensino superior de um Estado demonstrem melhor aproveitamento. Segundo pesquisa realizada pelo Insper (ex-Ibmec-SP), por apresentar maior potencial de melhorias, é o primeiro ciclo que deve merecer mais atenção por parte dos gestores ou do governo.

A pesquisa tem o objetivo de mostrar em que níveis da educação básica nos quais mais esforços devem ser concentrados para que a eficiência das instituições de ensino seja melhorada. A ideia foi medir o impacto que o ensino básico tem no superior, por região do País. 

A Região Sul foi a que obteve o melhor resultado - portanto, é a que apresenta as instituições de ensino mais eficientes na relação entre o desempenho do ensino básico e a qualidade do ensino superior: 97,2% de aproveitamento. A Região Nordeste é a pior, com 64,9%. A Região Sudeste obteve 87,3%; a Centro-Oeste, 75,3%; e a Norte, 65,6%. A pesquisa considerou como premissa os alunos terem cursado o ensino básico e o superior no mesmo Estado. 

Para chegar a essas conclusões, os pesquisadores fizeram cálculos estatísticos com dados das 27 unidades federativas. Foram utilizados dados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) - que mede o fluxo escolar e apresenta médias de desempenho dos anos iniciais e finais do ensino fundamental e do ensino médio ? e um produto representado pela média do Índice-Geral de Cursos da Instituição (IGC), o indicador de qualidade das instituições de ensino superior do Ministério da Educação. 

"São as turmas de 1ª a 4ª série que merecem mais atenção. Os investimentos no ensino superior têm sido maiores que no ensino básico", afirma Maria Cristina Gramani, uma das autoras do estudo. "Um fato relevante que mostra como o primeiro ciclo precisa de mais investimentos é o próprio salário dos professores, menor que o daqueles que dão aula para classes de 5ª a 8ª" Para Maria Cristina, a Região Sul obteve a melhor posição porque seus Estados têm redes menores e apresentam políticas educacionais mais consistentes.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

iG São Paulo

Avaliação da USP concede bônus na Fuvest a alunos de escolas públicas com bom desempenho

O Programa de Avaliação Seriada da Universidade de São Paulo (Pasusp), que concede pontos extra na Fuvest a alunos da rede pública, tem 9.689 inscritos neste ano. A prova será realizada no dia 24 de outubro, às 13h, e pode conceder até 3% de bônus na nota do vestibular. A avaliação terá 50 testes de múltipla escolha, abrangendo disciplinas do ensino médio (português, matemática, química, física, biologia, história e geografia).

O Pasusp faz parte do Programa de Inclusão Social da Universidade de São Paulo (Inclusp), criado em 2006, para ampliar o ingresso de alunos de escolas públicas na universidade, além de apoiá-los em sua permanência com ações antes, durante e após o vestibular. Pelo Inclusp, o total de bônus para os estudantes pode chegar a até 12% na nota do vestibular.

Estão inscritos na edição 2010 do Pasusp candidatos de 530 cidades do Brasil e de 2.252 escolas diferentes. Apenas 69 candidatos não estudam no Estado de São Paulo.

Em 2009, cadastraram-se 12.821 alunos, sendo que 5.344 realizaram a prova do Pasusp. Este ano, o total de alunos cadastrados no programa chegou a 16.048 alunos, mas 9.689 enviaram o atestado assinado por um dirigente da escola de origem do ? comprovando que o candidato está matriculado no 3º ano do ensino médio e, também, que toda sua vida escolar até este momento se deu em escolas públicas. A exigência do atestado foi novidade na inscrição para esta edição do programa.
 

iG São Paulo

Data vale para vagas no ensino fundamental de escolas públicas da Grande São Paulo, litoral e interior. Capital já encerrou prazo

Termina nesta quinta-feira (30) o prazo para matrícula antecipada em escolas das redes estadual e municipais da Grande São Paulo, litoral e interior. A matrícula para vagas no ensino fundamental é referente ao ano letivo de 2011 e para alunos que ainda não estudam na rede pública de ensino. As unidades da capital tiveram o prazo para a pré-matrícula encerrado no último dia 22 de setembro.

Os estudantes que já fazem parte da rede serão consultados sobre o interesse na vaga. Os pais devem apenas atualizar o endereço de residência quando contatados. Para os que ingressam no primeiro ano do ensino fundamental, o prazo vale para crianças que não estão matriculadas este ano em pré-escolas da rede pública municipal, nascidas em 2005 e que tenham idade mínima de seis anos completos ou a completar até 31 de março de 2011.

Para os que pretendem se matricular nos demais anos/séries do Ensino Fundamental, o prazo vale para estudantes a partir dos sete anos de idade, que se encontram fora da escola pública, inclusive para a modalidade Educação de Jovens e Adultos (EJA).

Para fazer a inscrição, o responsável pelo aluno deve comparecer à escola estadual ou municipal e fornecer as informações necessárias para o cadastro (nome, endereço de residência e contato). O resultado das matrículas referentes às inscrições feitas entre e setembro e outubro será enviado ao responsável pelo cadastrado, informando a escola de destino, a partir de 17 de novembro. Para os que já estudam na rede pública, a divulgação da matrícula será feita pela escola do aluno.
 

iG Brasília

Projeto para criação da nova instituição, que será mantida pelo governo local, deverá ser concluído em 90 dias

O governo do Distrito Federal vai criar uma nova instituição de ensino superior na cidade: a Universidade Regional de Brasília e Entorno (Urbe). Nos próximos 90 dias, uma comissão executiva vai definir o projeto acadêmico da Urbe, que pretende oferecer cursos nas áreas de saúde, biotecnologia e meio ambiente; educação e magistério; letras e línguas estrangeiras modernas; ciências e matemática; música, dança e artes cênicas e plásticas; educação física e esportes; segurança pública, defesa social, direitos humanos e cidadania; engenharias; arquitetura e urbanismo; gestão governamental de políticas públicas e de serviços.

A proposta do governo é que a instituição crie cursos nas áreas tecnológicas e profissionais (cursos técnicos) e de graduação, aproveitando as estruturas de outras instituições da cidade. A Escola Superior de Ciências da Saúde (ESCS), instituição pública do GDF que oferece vagas em medicina e enfermagem, passará a integrar a nova universidade, cuja sede será construída em Samambaia. As aulas devem acontecer em outras cidades-satélites do Distrito Federal.
 

The New York Times

Economista de Harvard chama atenção para instituição em Massachusetts que mesmo com muitos alunos melhorou muito em 10 anos

BROCKTON, Massachusetts ? Uma década atrás, a Escola do Ensino Médio Brockton foi um estudo de caso de fracasso. Professores e administradores frequentemente mencionavam o lema não-oficial da escola em conversas pelos corredores: os estudantes têm direito a falhar, se quiserem. E muitos deles o fizeram ? apenas um quarto dos alunos foram aprovados nos exames do Estado. Um em cada três desistiu.

Em seguida, a professora Susan Szachowicz e alguns colegas decidiram tomar uma atitude. Eles persuadiram os administradores a deixá-los organizar uma campanha por toda a escola que incorporou lições de leitura e escrita em todas as classes e em todas as disciplinas, incluindo educação física.

Seus esforços foram recompensados rapidamente. Em 2001, mais alunos passaram nos exames do estado depois de ter falhado um ano antes do que em qualquer outra escola em Massachusetts. As melhoras continuaram. Este ano e no passado, Brockton superou 90% das escolas de ensino médio de Massachusetts. E a sua recuperação está recebendo nova atenção em um relatório, ?How High Schools Become Exemplary? (Como Escolas do Ensino Médio se Tornam Exemplares, em tradução livre), publicado no mês passado pelo economista de Harvard, Ronald F. Ferguson, que estuda as diferenças de conquistas das minorias.

O que torna a história de Brockton surpreendente é que, com 4.100 alunos, a instituição é uma exceção ao que se tornou sabedoria comum em muitos círculos educacionais ? que menor é quase sempre melhor. Brockton é a maior escola pública de Massachusetts e uma das maiores do país.

Szachowicz e outros professores tomaram medidas em parte porque uma catástrofe acadêmica parecia iminente. Massachusetts havia instituído um exame de aprovação para o ensino médio em 1993 e ele se tornaria uma exigência para a graduação uma década depois. A menos que a cultura da escola melhorasse, cerca de 750 alunos não conseguiriam obter seu diploma a cada ano, começando em 2003.

Szachowicz, que em 2004 se tornaria diretora da Brockton, e Paul Laurino, chefe do departamento de inglês na época ? ele se aposentou alguns anos depois ? começaram a se reunir aos sábados, com outros colegas para debater estratégias para melhorar a escola.

O grupo se tornou conhecido como a comissão de reestruturação da escola e a diretoria não ficou no seu caminho. A diretora "apenas deixou isso acontecer", diz o relatório Harvard.

O primeiro passo da comissão foi implementar um retorno ao básico e considerar que a leitura, fala, escrita e raciocínio são as habilidades mais importantes a se ensinar. Eles partiram para recrutar cada educador da instituição ? e não apenas os de inglês, mas matemática, ciências e até mesmo conselheiros de orientação profissional ? para ensinar essas habilidades aos estudantes.

Sindicatos de professores têm resistido a esforços similares em muitas escolas. Mas em Brockton, o sindicato nunca se tornou um adversário sério, em parte porque a maioria dos membros do comitê eram professores sindicalizados e a comissão escrupulosamente honrou o contrato do sindicato.

Ao longo dos anos, Brockton aperfeiçoou seu currículo de alfabetização. O desempenho da escola não é tão estelar em matemática como em inglês, e a comissão contratou uma consultoria externa para ajudar a desenvolver estratégias para melhorar o ensino de matemática.

Ferguson disse que a Escola do Ensino Médio Brockton primeiro "chamou atenção por seus dados" no início do ano passado. Ele estava examinando a pontuação de escolas de Massachusetts em 2008 nos exames estaduais em seu escritório em Cambridge quando percebeu que Brockton tinha resultados melhores do que 90% das outras 350 instituições do Estado em ajudar seus alunos a melhorar a sua pontuação na língua inglesa.

 

Agência Brasil

Em conferência em Moscou, entidade chama a atenção para a importância de se investir na formação de crianças de até 8 anos

A diretora-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), Irina Bokova, afirmou que a educação é a melhor maneira de combater a pobreza. O assunto é tema da Conferência Mundial sobre Cuidados e Educação Infantil, em Moscou, na Rússia, onde estão reunidos representantes de 65 países. A ideia é fazer um balanço das ações em curso e definir o que deve ser feito para avançar até 2015.
Irina afirmou que a meta é fixar a atenção nos cuidados na primeira infância, principalmente para as crianças mais pobres. De acordo com a Unesco, a primeira infância vai do nascimento até os 8 anos de idade. É nessa fase da vida em que há o desenvolvimento do cérebro, segundo especialistas.

Até quinta-feira, os representantes dos 65 países participam de uma série de discussões sobre políticas de desenvolvimento, custos e financiamento, legislação, experiências regionais, qualidade e capacidade de resposta, exclusão e marginalização, além de monitoramento e avaliação.

?A educação é a melhor garantia para combater a pobreza. Não há espaço melhor para definir o desenvolvimento de uma pessoa do que os primeiros anos de vida de uma criança?, afirmou a diretora-geral da Unesco. ?Esse é provavelmente um dos fatos menos divulgados na arena de decisão política e desenvolvimento.?

Irina alertou que os programas de educação destinados às crianças até 8 anos poderiam reduzir vários problemas futuros. Segundo ela, uma das principais preocupações é com as crianças ciganas, pois mais da metade delas está fora das escolas.

A diretora-geral disse que também há baixos percentuais de crianças matriculadas em várias regiões do mundo. Como exemplo, ela citou que, na África, apenas 15% das crianças estão na primeira etapa do ensino. Nos países árabes, o percentual sobe para 19%. Na Ásia Central, há 28% de crianças com menos de 8 anos em salas de aula, e na Ásia o percentual é de 36%.

AE

Faculdade se antecipou ao processo de análise de currículo aprovado pela universidade há 2 semanas e realiza mudanças há oito anos

A Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) se antecipou ao processo de análise de currículo e modernização do projeto pedagógico pelo qual terão de passar todas as graduações da instituição, segundo resolução aprovada há duas semanas. As mudanças, que começaram há oito anos e serão concluídas em 2020, visam a deixar o curso, antes muito focado nos aspectos técnicos da medicina, cada vez mais humanista.
A partir de 2011, as aulas de atenção primária ? que consistem em ajudar nos atendimentos das Unidades Básicas de Saúde (UBS) do município e no Programa de Saúde da Família (PSF), do governo federal ? serão estendidas aos estudantes do 5º ano. Atualmente, alunos do 1º e do 3º ano já têm essa disciplina. "A mudança tem sido gradativa, é, na verdade, uma evolução", afirmou o professor Marcos Boulos, diretor da faculdade. "Todos os anos estamos caminhando. Hoje, a grade tem 30% de conteúdos humanísticos."

Segundo o diretor, a reformulação foi debatida com toda a comunidade e tem como meta estar completa em 2020. "Conversarmos com todos os setores, da faculdade e de fora, para formar um profissional compatível com o que se espera. Mas claro que não esperaríamos 2020 para implementar todas as alterações de uma vez", diz.

Nos últimos anos, os futuros médicos também passaram a ter aulas de filosofia, antropologia e relação médico e paciente. As aulas com um viés humanístico aumentam o envolvimento dos futuros médicos com seus pacientes, contam os estudantes. Os alunos do 1.º ano também montaram e estão aplicando projetos de melhoria para as comunidades atendidas pelas UBS.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

iG São Paulo

Universidade oferece 5.881 vagas em 83 cursos e habilitações nos campi de Florianópolis, Joinville, Curitibanos e Araranguá

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) abriu o período de inscrições para o vestibular 2011 nesta terça-feira (28). Os interessados devem se cadastrar exclusivamente pelo site até o dia 27 de outubro e pagar a taxa de inscrição de R$ 90 até o dia 28 de outubro. Nesta terça, a UFSC também publicou no site www.vestibular2011.ufsc.br a relação de candidatos contemplados com a isenção da taxa do vestibular.

UFSC oferece 5.881 vagas em 83 cursos e habilitações nos campi de Florianópolis, Joinville, Curitibanos e Araranguá. Em 2011, a universidade abrirá dois novos cursos, Engenharia da Computação e Fisioterapia, ambos no campus de Araranguá. Outra novidade é a redução de 50% no valor da taxa para os candidatos aos cursos de licenciatura e à Pedagogia.

As provas do Vestibular UFSC 2011 estão marcadas para ao dias 19 (Língua Portuguesa e Literatura Brasileira, Língua Estrangeira, Matemática e Biologia), 20 (História, Geografia, Física e Química) e 21 de dezembro (Redação e quatro questões discursivas) e serão aplicadas em cidades de todas as regiões de Santa Catarina.

Mais informações podem ser obtidas nos sites www.vestibular2011.ufsc.br e www.coperve.ufsc.br, ou por telefone (48) 3721-9200.
 


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