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Esportivo pode ser revelado no Salão de Paris

A Lamborghini quis fazer suspense às vésperas do Salão de Paris, divulgando vários teasers do esportivo que será revelado no evento. Mas alguns sites da internet acabaram com a brincadeira da marca italiana ao revelarem a primeira imagem do protótipo, conhecido pelo nome Sesto Elemento.

Algumas informações sobre o carro foram divulgadas pelo site francês Blog Automobile. A página diz que o veículo tem a maioria de seus componentes feitos de fibra de carbono, o que contribui de forma significativa para o peso de apenas 999 quilos. O superesportivo tem um motor V10 que o faz acelerar de 0 a 100 km/h em 2,5 segundos e atingir a velocidade máxima de 250 km/h.

Novas imagens e detalhes do suposto novo esportivo devem ser revelados nos próximos dias e o público poderá ver o bólido de perto a partir do dia 2 de outubro, data em que o evento abrirá suas portas.

Carro tem problema no sistema de ignição

A Honda do Brasil anunciou nesta terça-feira, 28 de setembro, a convocação dos Accord fabricados em 2003 para verificação e reparação do interruptor de ignição.

Segundo a montadora, em algumas unidades, o motorista poderá remover a chave da ignição sem que a transmissão automática esteja engatada na marcha P (de Parking, ou Estacionamento). Com isso, o veículo poderia se movimentar de forma espontânea caso o freio de estacionamento não esteja acionado, podendo resultar em colisão.

A empresa recomenda aos proprietários que façam o agendamento prévio do serviço. Para maiores informações, a Honda disponibiliza o Serviço de Atendimento ao Cliente, por meio do telefone 0800-017-1213 e a página oficial da montadora (clique aqui para acessar).

Veja abaixo os chassis dos veículos envolvidos no reparo:

Honda Accord (2003)
G500126 a G500245

Defeito seria semelhante ao do BMW Z4

O irreverente Mini Cooper está sendo investigado pelas autoridades que regulamentam a segurança viária nos Estados Unidos. O motivo seria um possível defeito no sistema de direção hidráulica.

Segundo a NHTSA, os veículos fabricados entre os anos de 2004 e 2005 teriam problemas na direção, que perderia a assistência hidráulica de forma repentina, podendo ocasionar acidentes. Até o momento, o órgão recebeu 54 queixas relacionadas ao suposto problema.

O porta-voz da BMW, Tom Kowaleski, afirmou que a empresa está à disposição para fornecer todas as informações necessárias. Em julho deste ano, outra investigação foi aberta nos EUA com um modelo da marca alemã. Alguns proprietários do Z4 se queixaram do mesmo problema, sendo que foram registradas 107 reclamações e um acidente envolvendo veículos fabricados entre 2003 e 2005.

Marca estuda ingressar em outros países emergentes

Após quase fechar as portas no ano passado, a Opel está em processo de reestruturação e começa a desembarcar em outros mercados. A marca anunciou que começará a vender seus carros no Chile, que será o primeiro país da América Latina a receber os modelos alemães.

A montadora começará suas atividades no ano que vem e a empresa será controlada por uma equipe criada especialmente pela Opel para ajudar a GM chilena. O diretor executivo das operações internacionais da marca germânica, Michael Klaus, se mostrou feliz com a nova empreitada da Opel.

“A engenharia automotiva alemã tem uma ótima aceitação na América do Sul e estamos satisfeitos em começar nossas atividades no Chile. Estou confiante que a Opel será muito bem sucedida nesta empreitada”.

A montadora afirmou ainda que deve começar a vender seus carros em outros mercados em ascensão, mas não quis revelar quais serão os próximos países a receber os carros da marca.

Italianos querem 51% das ações norte-americanas

A Fiat estaria cogitando vender parte de suas ações da Ferrari para arrecadar dinheiro para comprar uma parte maior da Chrysler. A informação foi publicada pelo diário Il Corriere della Sera no último domingo, 26 de setembro.

Atualmente, a Fiat detém 20% das ações da Chrysler, mas deseja aumentar esta fatia para 35% após a implantação do plano de reestruturação da marca norte-americana. Uma cláusula no contrato firmado entre as duas empresas prevê que a participação da Fiat pode chegar a 51%, o que poderia acontecer em 2011 ou 2012.

De acordo com o jornal, fontes ligadas à Fiat afirmaram que a prioridade dentro da empresa é arrecadar recursos financeiros suficientes para financiar a aquisição da maioria da Chrysler. A venda de parte das ações da Ferrari seria uma das alternativas.

Apesar da possível transação, a Fiat ficaria com 51% da Ferrari. A marca tem um valor estimado de 3,1 bilhões de dólares. Hoje, a marca de Turim detém 85% da Ferrari. Outra solução para arrecadar dinheiro seria explorar uma joint-venture com um parceiro da Ásia, que adquiriu os direitos para vender os carros da Alfa Romeo no continente.

A Fiat foi procurada pela reportagem da Reuters, mas nenhum porta-voz da marca foi localizado para se pronunciar sobre o assunto.

Montadora é a única que não tem um carro no segmento A Toyota afirmou que vai entrar no segmento dos minicarros no Japão com sua própria marca em parceria com a fabricante Daihatsu Motor.

Em acordo anunciado nesta terça-feira (28), AA Daihatsu vai fornecer três modelos, que começam a ser produzidos no próximo ano. As duas fabricantes esperam um total de 60.000 unidades vendidas por ano.

Segundo informações da Reuters, os miniveículos, comercializados apenas no Japão, que possuem motor de até 0,6 litros, já representam quase um terço das vendas de novos carros no país.

Como a Toyota é a única montadora japonesa que não tem um veículo para concorrer no segmento, a parceria será benéfica, de acordo com Yoichiro Ichimaru, vice-presidente da fabricante.

“O peso dos miniveículos no mercado tem aumentado e houve um número crescente dos nossos clientes que estão migrando para o segmento”, afirmou.

Edição celebra os 200 anos da marca francesa

A Peugeot anunciou o lançamento do 307 Millesim, série especial em comemoração aos dois séculos de existência da marca francesa, comemorados em 2010.

A edição terá apenas 1.500 unidades e contará com itens diferenciados. É o caso do sistema de som com reprodução de arquivos em MP3 e Bluetooth e o GPS integrado ao painel com entrada auxiliar para iPod.

Por fora, o 307 Millesim oferece aerofólio traseiro, ponteira do escapamento cromada, rodas de liga leve de 15 polegadas e antena esportiva. O interior traz banco esportivos revestidos em couro e tapetes e soleiras das portas dianteiras com a inscrição “Millesim 200”.

Airbag duplo, ar-condicionado, freios com sistema anti-travamento (ABS), faróis com regulagem de altura do facho, computador de bordo, banco do motorista com regulagem de altura, vidros elétricos nas quatro portas, faóis de neblina e coluna de direção com regulagem em altura e profundidade fazem parte da lista de itens de série.

O veículo é equipado com o conhecido motor 1.6 16V Flex, que desenvolve 113 cv com etanol e 110 cv se abastecido com gasolina. O 307 Millesim tem um preço sugerido de 54.500 reais.

Modelo pode ser lançado no fim de 2014

O CEO da Volkswagen, Martin Winterkorn, admitiu que a Porsche lançará um novo utilitário esportivo compacto em breve. A chegada do SUV faz parte de um plano de expansão do número de modelos da marca alemã.

Em entrevista à revista alemã Der Spiegel, Winterkorn revelou que a Porsche contará com “um novo SUV, um irmão mais novo do Cayenne que poderá se chamar Cajun”.

A VW está em vias de assumir o controle da Porsche Automobil Holding. O plano de integração, anunciado em 2009 após meses de incertezas e reviravoltas nas negociações, prevê que as empresas compartilhem plataformas em novos modelos. Hoje, apenas o Porsche Cayenne divide sua plataforma, no caso com VW Touareg e Audi Q7. No caso do pequeno SUV, o Audi Q5 poderia servir como base para o modelo.

Winterkorn deseja aumentar o número de modelos da Porsche para duplicar suas vendas a médio prazo, atingindo o volume de 150 mil unidades. Segundo a imprensa alemã, o novo SUV pode ser lançado no fim de 2014 ou no início de 2015. Além do utilitário compacto, a marca de Stuttgart também pode fabricar um esportivo de dimensões reduzidas.

Intenção é concentrar esforços na qualidade dos produtos

O CEO da Ford, Alan Mulally, afirmou nesta segunda-feira, 27 de setembro, que a empresa pode reduzir sua linha de produtos para aproximadamente 20 modelos diferentes.

“Acredito que teremos menos de 30 (carros em linha), por volta de 20 ou 25. Reduzir o número de produtos poderá fazer com que nos concentremos em melhorar a qualidade de nossos carros”, declarou Mulally, em entrevista coletiva concedida em Londres.

Quando Mulally assumiu o comando da Ford, eram 97 modelos vendidos pela empresa. Desde então, o leque de produtos diminuiu de forma considerável, seja por conta da extinção de alguns modelos ou pela venda de algumas marcas de luxo antes controladas pelos norte-americanos, como Volvo, Jaguar, Land Rover e Aston Martin.

“Era evidente que precisávamos simplificar a gama de produtos da Ford de forma drástica”, declarou.

Além de reduzir a quantidade de produtos, a Ford também unificou o uso de diversos componentes. O resultado é que 65% das peças do novo Fiesta, que é fabricado em 10 locais diferentes por todo o mundo, são padronizadas no processo de produção, independente do local onde o carro é fabricado.

“Este processo é útil para nossos distribuidores, proprietários de concessionárias, empregados e clientes”, concluiu Mulally.

Acordo prevê compra de motores e uso de plataformas

A Saab e a BMW AG teriam selado um acordo que permite à montadora escandinava usar motores fabricados pela marca alemã, segundo uma fonte ligada às conversas.

De acordo com a agência de notícias Automotive News, o primeiro passo da Saab deve ser aproveitar os motores BMW no sedã 9-3, que será lançado na Europa no início de 2012. As duas empresas devem oficializar o acordo e fazer o anúncio oficial na próxima quarta-feira, em Trollhattan, Suécia, cidade que abriga a sede da Saab.

A parceria entre BMW e Saab não deve parar por aí. As montadoras estariam conversando sobre a possibilidade dos suecos adquirirem motores a diesel da BMW, além de usar a plataforma do MINI Countryman no desenvolvimento de um modelo menor que o Saab 9-2.

A Spyker Cars NV, atual proprietária da Saab, divulgou um comunicado nesta segunda-feira, 27 de setembro, confirmando que “as conversas (entre Saab e BMW) estão em andamento e que novas informações serão divulgadas assim que as partes chegarem a um consenso”.

A BMW também se pronunciou, dizendo que “estamos em constantes negociações com outras montadoras, mas não podemos divulgar maiores detalhes”. No entanto, a marca afirmou que “a Saab organizará uma coletiva de imprensa na próxima quarta-feira, e é apenas isso que podemos dizer no momento”.

Chamado é o terceiro envolvendo o modelo em 2010

A Peugeot do Brasil convocou nesta segunda-feira, 27 de setembro, os proprietários dos veículos 207 Hatchback fabricados entre os anos de 2009 e 2010 para verificação de um possível problema na fechadura do capô.

Segundo a empresa, foi constatado “erro na aplicação do torque de aperto dos parafusos” da peça, podendo causar ruídos e, em casos extremos, a soltura da fechadura do capô, aumentando os riscos de um acidente.

A montadora diz que, entre os chassis convocados, existem veículos que não estão inclusos no recall. A orientação é procurar a central de atendimento ao cliente da Peugeot para descobrir se o veículo precisa passar pelo reparo.

Este é o terceiro recall realizado pela marca francesa no 207 em 2010. O modelo já teve problemas no sistema de alimentação de combustível do sistema de partida a frio e no alinhamento da direção.

Veja abaixo os números dos chassis dos veículos envolvidos no recall (números não sequenciais):

Peugeot 207 HB (2009/2010 e 2010/2010)
AG016976 a BG000002

Modelo aposentaria o antigo Seicento no Velho Continente

Os engenheiros da Fiat estariam trabalhando duro no desenvolvimento de um novo veículo compacto de baixo custo. A informação foi revelada pelo site da revista Autocar, que cita como fontes pessoas ligadas à montadora.

A novidade terá dimensões parecidas com as do Toyota iQ e está sendo concebido para substituir o antigo Seicento, que ainda é vendido em alguns países europeus.

Ainda de acordo com a Autocar, o novo Topolino, que seria um projeto de veículo subcompacto para as grandes cidades, não será levado adiante. A justificativa seria a opinião da cúpula da Fiat, que classificou o carro como “inadequado às necessidades do mercado”. O modelo seria vendido em países emergentes e em mercados mais ricos da Europa, posicionado em uma faixa de preço abaixo do Panda e do 500.


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