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Lucas Esteves, iG Bahia

Instituto reafirma projeções de que o governador baiano conseguirá reeleger-se já no primeiro turno das eleições

Os números mais recentes do Ibope na Bahia revelam que o governador Jaques Wagner continua favorito à reeleição no primeiro turno, mas trazem dados diferentes do que o Datafolha exibiu em sua última pesquisa, divulgada nesta quinta (24). Na noite de sexta (25), o órgão publicou novos dados e dá ao petista a liderança com 52% de lembranças do eleitorado. O Datafolha, 24 horas antes, colocou o candidato com 49%.

A novidade na pesquisa está no fato de que, pela primeira vez, Paulo Souto (DEM) e Geddel Vieira Lima (PMDB) aparecem empatados. Ambos, segundo a pesquisa, estão com 15% de intenções de voto em todo o estado. Nos números do Datafolha, Souto aparecia com 21% e Geddel com 12%. Já Luiz Bassuma (PV) ascendeu um ponto desde que o Ibope começou a medir a preferência do eleitorado e agora tem 2%, mesmo resultado mostrado pelo Datafolha.

O quarto colocado no Ibope é Carlos Nascimento (PSTU), que jamais havia conquistado votos o suficiente para pontuar na pesquisa, e agora tem 1%. Marcos Mendes (Psol) e Sandro Santa Bárbara não pontuaram. A pesquisa ouviu 1.512 eleitores em 81 municípios da Bahia enre os dias 21 e 23 de setembro. A pesquisa está registrada sob o número 41452/2010. A margem de erro é de 3%.
 

Lucas Esteves, iG Bahia

Segundo Datafolha, 51% dos eleitores de Borges votam também no candidato do DEM

Dados da pesquisa do Datafolha relativos à corrida ao Senado revelam uma associação feita pelo eleitor baiano que evoca uma situação passada, ainda que não muito distante, que ocorria quando o ex-senador Antônio Carlos Magalhães ainda estava vivo. Segundo o levantamento, 51% dos eleitores de César Borges (PR) para o Senado este ano também votam em Paulo Souto (DEM) para governador. Entretanto, os dois integram chapas adversárias.

O primeiro é um dos dois candidatos ao parlamento do grupo de Geddel Vieira Lima e apoia Dilma Rousseff para a Presidência. O segundo une o que ainda resta do Carlismo no estado e está ligado ao projeto político de José Serra (PSDB) em 2010. Desta maneira, perdem votos na chapa demista os candidatos José Carlos Aleluia e José Ronaldo, deixados para trás pelo histório de ex-governador aliado de ACM do senador que busca a reeleição.

César Borges, no entanto, rechaça a ideia de que o eleitorado ainda não tenha entendido que seus caminhos políticos se separaram do antigo grupo. Ele integra atualmente o apoio nacional ao presidente Lula, algo impensável na época de Antônio Carlos. O parlamentar acredita que os eleitores, ainda que votem, com Souto, depositam em si a confiança porque avaliaram positivamente seu trabalho passado e presente.

?Estou muito seguro que quem vai votar comigo não tem relação com o candidato ao governo, mas sim reconhece meu trabalho como governador e senador?, argumentou. O senador explicou ainda que, embora siga caminhos diferentes, tem boas relações com seus antigos aliados, em especial os prefeitos, parte importante do jogo político nas eleições em um estado territorialmente amplo como a Bahia.

O candidato sugeriu ainda que o eleitor que escolhe o seu nome é o que o faz com maior certeza da decisão que tomou. Para ele, os ultimo oito anos de trabalho permitem aos baianos avaliar sua experiência como senador, o que nenhum dos adversários atuais possui. Por este motivo, ele não rouba votos de ninguém, ao contrário. ?Eles é que tiram meus votos de mim?, analisou. Entre seus principais concorrentes estão quatro atuais deputados federais (Lídice da Mata, Walter Pinheiro, Aleluia e Edson Duarte), um ex-prefeito (José Ronaldo) e o vice-prefeito de Salvador (Edvaldo Brito).

 

Pierre Lucena, iG Pernambuco

Candidato marca a maior diferença para o segundo colocado entre todos os postulantes a governador do país

O governador Eduardo Campos (PSB), candidato à reeleição, alcançou 73% das intenções de voto em pesquisa Ibope divulgada nesta sexta-feira. O seu principal oposicionista, Jarbas Vasconcelos (PMDB), marcou apenas 16%. Edilson Silva (PSOL) aparece com 1%.Os demais candidatos não pontuaram. Campos impõe a maior diferença para o segundo colocado entre todos os candidatos a Governador do país.

Os votos brancos e nulos tiveram 5% de citações, e os indecisos também somaram 5%. A pesquisa foi registrada sob o número 48785/2010. As entrevistas foram realizadas entre os dias 21 e 23 de setembro e foram entrevistados 1.806 eleitores em Pernambuco. A margem de erro é de 2%.

Na disputa pelo Senado, Humberto Costa (PT) aparece em primeiro lugar, com 59% das intenções de voto. Em segundo lugar aparece Armando Monteiro (PTB), que agora está com 43%. Marco Maciel ficou em terceiro, com 33%, e Raul Jungmann aparece com 10%. Os candidatos , Renê Patriota (PV), Hélio Cabral (PSTU), Jerônimo Ribeiro (Psol), e Simone Fontana (PSTU) ficaram com 1%. Brancos e Nulos somam 13%,e eleitores indecisos somam 21%.

 

 

Eduardo Ferrari, iG Minas Gerais

Anastasia diz que candidato do PMDB demonstra total desconhecimento dos números e investimentos do estado

Foto: Divulgação

No debate entre candidatos ao governo mais acirrado da campanha eleitoral de Minas Gerais, o candidato Hélio Costa (PMDB) acusou o governador Antônio Anastasia (PSDB) de omitir verbas que já estão aprovados pelo Governo Federal para obras no estado.

A questão foi levantada quando o tucano perguntou a Costa ?porque as verbas para o metrô não saíram até hoje se ele próprio havia afirmado em março deste ano que o dinheiro seria liberado?. ?É lamentável que o governador do estado diga que não há dinheiro para obras, sendo que o dinheiro está liberado e será utilizado no próximo governo?, disse Costa.

Anastasia, ao contrário da postura defensiva que havia adotado nos três debates realizados nos últimos dez dias, respondeu que o candidato do PMDB ?demonstra grande desconhecimento? dos números do estado. ?Está enganado o candidato Hélio Costa sobre os números do estado. Nós temos muita tranquilidade para falar porque conhecemos a fundo todos os dados de Minas?, afirmou.

Sem limite de perguntas entre os candidatos, Costa dirigiu suas perguntas à Anastasia. Logo no primeiro questionamento, quis saber como o tucano se ?sentia?, como filho de professor e de funcionário público, de ser considerado como ?principal inimigo? do funcionalismo público de Minas. ?A pior greve dos professores do país foi aqui em Minas que tem o pior salário médio da educação nacional?, afirmou.

O tucano respondeu afirmando novamente que Costa não tem informações corretas sobre a gestão do estado. ?Criamos vários benefícios para os professores de Minas. É claro que ainda há muito por ser feito, mas o que há na verdade é que alguns segmentos fazem oposição. Nós temos muita tranquilidade e os professores são testemunhas. Mais uma vez, o desconhecimento do candidato. Nossos salários não são os melhores, mas já avançaram e vamos continuar avançando sempre com responsabilidade na gestão pública?, disse.

Na sua pergunta, Anastasia também se dirigiu a Costa e questionou porque ele quando no Senado não votou a favor de um salário mínimo maior do que o proposto pelo Governo Federal. ?Na verdade, o voto dele (Hélio Costa) foi junto com a bancada federal. As propostas dele são uma para o Brasil e outra para Minas?, afirmou.

Hélio Costa rebateu que o Brasil saiu de um salário mínimo de R$ 200,00 no governo tucano de Fernando Henrique Cardoso para outro de mais de R$ 500,00, no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. ?O salário do presidente dele (Anastasia) foi um dos piores do mundo. Atualmente, o salário pode não ser o melhor, mas já melhorou muito e tenho orgulho de fazer parte de um governo que trabalhou por isso. Tenho orgulho do meu voto e das minhas escolhas?, declarou.

Costa questionou Anastasia a respeito do IPSEMG

Na vez de Costa, ele perguntou ao tucano porque seu governo deu muito pouca atenção Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais (IPSEMG), que é uma entidade de atendimento médico e de previdência mantida pelo governo de Minas para os funcionários públicos estaduais, fundado ainda na década de 40. ?O que ficou faltando? A gestão do instituto não funcionou ou o seu modelo de gestão é que não funcionou? O IPSEMG que o candidato Anastasia cita é outro diferente da realidade. O candidato vem sempre com números e estatísticas que não condizem com a realidade. Basta perguntar a qualquer funcionário público se ele está satisfeito com a gestão atual e nós sabemos que a resposta será não?, afirmou.

Anastasia respondeu que recebeu o IPSEMG depois de uma crise de mais de 15 anos na entidade e que, apesar disso, conseguiu recuperá-la com ?investimentos na interiorização da saúde e na ampliação do atendimento médico?. ?Nós investimos em várias áreas da saúde dos funcionários públicos, mas a gestão que nós aplicamos em Minas e no IPSEMG é aquela que é citada pelo Banco Mundial e por outros governos estaduais que vêm a Minas para saber o que estamos fazendo. A gestão que não queremos aqui é a gestão do Correios, que provocou o ?apagão? postal e que é citada pelo Governo Federal. Esse é o modelo que não queremos em Minas?, rebateu Anastasia.

O debate foi promovido pelos Diários Associados e pela TV Alterosa na noite desta sexta-feira (24/09), em Belo Horizonte, e contou com a participação de outros dois candidatos, Luiz Carlos (PSOL) e José Fernando (PV). Agora, resta apenas mais um encontro, que será realizado na próxima quinta-feira (30), promovido pela TV Globo, há três dias das eleições.

Rodrigo Rodrigues, iG São Paulo

Assessoria do senador informou que seu estado de saúde é bom, mas ele continuará internado

Internado há 23 dias no Hospital Sírio Libanês, na capital paulista, o senador Romeu Tuma (PTB-SP), candidato à reeleição, recebeu na noite desta sexta-feira a visita do filho Romeu Tuma Júnior. Ao final da visita, Júnior não quis falar com a imprensa, mas estava visivelmente abalado após terem circulado, mais cedo, rumores de que seu pai havia morrido.

A assessoria do senador informou que o estado de saúde de Tuma é bom, e que ele continuará internado até se restabelecer do problema de afonia que o acometeu. A assessoria também negou que ele esteja respirando com auxílio de aparelhos. O senador tem 78 anos e histórico de cardiopatias. Há dez anos, foi submetido a implantação de ponte de safena.


Andréia Sadi, iG Brasília

Na reta final da campanha, presidente comete ato falho durante evento na noite desta sexta-feira no Rio Grande do Sul

Na reta final da maratona de comícios para promover Dilma Rousseff, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva cometeu um ato falho nesta sexta-feira, em Porto Alegre, ao dizer que já estava triste porque sentiria saudades ?de fazer comício como candidato?, mas se corrigiu logo em seguida.

?Hoje é um dia feliz para mim, mas fico triste porque é o último comício como candidato- como presidente, Tarso (ao candidato ao governo gaúcho ). O último...Eu vou ainda a São Paulo, Nordeste fazer, mas será a primeira vez que não vai ter meu nome na cédula?, disse o presidente.

Antes do dia 3 de outubro, Dilma e Lula farão um último comício na próxima segunda-feira, com um palanque em São Paulo. Sem a candidata, o presidente ainda é esperado em Sergipe, para um ato de campanha do governador Sérgio Déda.

No ato no Rio Grande do Sul, Lula voltou a pedir o voto contra o preconceito na mulher e disse que Dilma vai ser eleita para dar uma ?bordoada no metalúrgico?. ?E eu não me importo porque eu vim da barriga de uma mulher (..) Esse negócio de dizer que mulher não pode governar porque é sexo frágil. Todo mundo sabe que quem governa nossas casas são as mulheres?, afirmou.

Diferentemente dos recentes discursos, o presidente adotou um tom mais comedido ao falar em Porto Alegre sobre a imprensa, que classificou de ?muito importante para democracia?. ?Quando a matéria sai falando mal da gente, ninguém gosta. Quando fala bem, o ego cresce. Então, o que precisamos ter é humildade (..) Cada um fala o que quer?, defendeu.
 

Daniela Almeida, enviada a São Carlos e Araraquara

Padre de Araraquara durante missa: ?Eu tenho alegria muito grande de acolher nosso futuro presidente (referindo-se a Serra)"

Os  tucanos José Serra, candidato à Presidência da República, e Geraldo Alckmin, postulante ao governo paulista terminaram o dia de campanha no interior paulista com uma visita à Igreja Nossa Senhora de Aparecida, em Araraquara, o que foi criticado por católicos da região.

Os tucanos foram recebidos por um pároco, conhecido como padre Nelson. Depois de receberem as bênçãos na sacristia da igreja, os tucanos foram levados ao altar. ?Eu tenho aqui uma alegria muito grande de acolher nosso futuro presidente (referindo-se a Serra). Temos a certeza de que ele é uma pessoa muito preparada.?, disse padre Nelson.

Nem Alckmin e nem Serra discursaram no altar. Segundo pessoas ligadas à paróquia, estavam presentes cerca de 2 mil pessoas.

Sobre as críticas de católicos, que manifestaram indignação pelo ato do padre com os políticos, além de outros que esboçaram uma vaia, Serra procurou se esquivar. "Não sei quem criticou, fui convidado e vim", limitou-se a responder o candidato tucano, na saída. Alckmin não viu problema. "Vou à missa todo domingo, em dia santo, pra mim é normal", disse o candidato ao governo paulista. O convite para a ida à missa foi do deputado federal araraquarense Dimas Ramalho (PPS).

"Viemos para ver a missa, não para ver político", disse Maria Fernandes, chateada. "A casa de Deus é aberta para todos", retrucou a amiga Maria Luísa Villa Leal. "Onde se viu o padre falar que estava diante do presidente do Brasil e do governador de São Paulo, é uma falta de respeito", disse o representante Paulo Sérgio Neves, proferindo alguns palavrões ao lado da sacristia. "É ridículo misturar política com religião", comentou Luciana, que preferiu só citar o prenome. O marido dela, Marcos, também não gostou. Outros devotos saíram rapidamente da igreja quando os políticos subiram ao altar para receber a bênção do padre. "Isso é uma palhaçada", vociferou um dos que abandonaram a paróquia.

* Com Agência Estado

Daniela Almeida, enviada a São Carlos e Araraquara

?Estamos aqui em uma aliança por São Paulo?, diz Serra referindo-se à coligação que une PMDB a PSDB no Estado

Depois de uma caminhada na cidade de São Carlos, administrada pelo petista Oswaldo Barbosa, o candidato à Presidência da República, José Serra (PSDB), fez campanha ao lado do prefeito peemedebista de Araraquara, Marcelo Barbieri. O tucano aproveitou para rebater o apoio de deputados estaduais do PMDB à candidata petista à Presidência, Dilma Rousseff, anunciado nesta sexta-feira na Assembleia Legislativa de São Paulo.

?Estamos aqui em uma aliança por São Paulo?, diz Serra referindo-se à coligação que une PMDB a PSDB em São Paulo.

Para Serra, adversários políticos não conhecem o Estado, governado pelo PSDB há 16 anos. ?Não pode passar é a ideia de que conhece nosso Estado e nossos problemas. É gente que não viveu São Paulo, não vive São Paulo e nunca vai viver?, afirmou.

Geraldo Alckmin, postulante tucano ao governo paulista, que acompanhava Serra na campanha pelo interior paulista, chegou a citar o ex-governador Mário Covas. ?Ele dizia que é possível unir política e mudança?.

Sobre os recentes episódios envolvendo a Casa Civil, que culminaram na saída da ex-ministra-chefe Erenice Guerra , o candidato Serra disse que não se trata de fato ?eleitoral?, mas dado importante para o país. ?Isso é uma caixa de surpresas. Cada dia, aparece uma coisa?, afirmou.


 

Wilson Lima, iG Maranhão

Segundo ex-governador, quem julgará sua candidatura será o povo do Maranhão

Em discurso na cidade de Caxias, distante 360 km de São Luís, o candidato ao governo do Estado do Maranhão, Jackson Lago (PDT), comemorou o impasse do Supremo Tribunal Federal (STF) em relação à aplicabilidade da Lei Complementar 135/2010, a Lei da Ficha Limpa, para as eleições de 2010. Na madrugada de hoje, o STF suspendeu sessão que iria definir a validade da nova norma após empate de 5 a 5.

Segundo Lago, a aplicação da Ficha Limpa seria uma tentativa de tirá-lo da disputa ao governo do Maranhão. ?No desespero, tentaram ontem nos tirar novamente da disputa, num empate de cinco a cinco no Supremo Tribunal Federal. Mas, desta vez quem vai decidir é o povo do Maranhão. O grande juiz são vocês e vamos vencer de novo com a força do voto popular?, disse Lago.

O Ministério Público Eleitoral (MPE) do Maranhão impugnou o registro de candidatura de Lago alegando que ele estava enquadrado na Lei Complementar 135/2010 já que ele teve seu mandato cassado em abril de 2009 por crime de abuso de poder político e econômico nas eleições de 2006. O Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA) liberou a candidatura do pedetista alegando que a Lei da Ficha Limpa não poderia ser aplicada esse ano.

Agora, Lago aguarda recurso interposto pelo MPE no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). No TSE, o recurso aguarda julgamento há aproximadamente um mês e a definição do STF sobre a aplicabilidade, ou não, da Lei da Ficha Limpa poderá ser determinante no deferimento do registro de candidatura do pedetista.

Menezes y Morais, iG Brasília e Gilson Cavalcante, iG Tocantins

Para Oliveira, Gaguim deve afastar Rastoldo. Governador manda investigar contrato de licitação

As denúncias de contratos fraudulentas no Tocantins feitas nesta sexta-feira pelo jornal O Estado de S. Paulo levaram o candidato a vice-governador da coligação ?Tocantins Levado a Sério,? João Oliveira (DEM), a pedir ?pelo bem do Estado o afastamento do procurador-geral do Estado Haroldo Rastoldo.?

Oliveira disse que Rastoldo ?deve se afastar do cargo até que as investigações sejam concluídas. É o mínimo que eles podem fazer. Não quer acusar ninguém, mas a população merece explicação convincente sobre a denúncia do Ministério Público quanto ao envolvimento de um governador com uma quadrilha de fraudadores de licitação pública?.

O candidato lembrou que o Estado de S. Paulo publicou nesta sexta-feira ?relatório do Ministério Público? paulista afirmando que ?o governador do Tocantins, Carlos Gaguim (PMDB), tem envolvimento direto com a quadrilha acusada de fraudar licitações públicas?.

O jornal ? acrescentou Oliveira ? ?citou ainda que, conforme interceptações telefônicas autorizadas pela Justiça, integrantes do esquema acusam o procurador-geral do Estado do Tocantins de receber propina do grupo. É mais um capítulo triste do Tocantins. De uns anos para cá vivemos num mar de lama?.

De acordo com Oliveira, ?foram denúncias de compra de presentes para primeira-dama com dinheiro público, cassação vergonhosa de um governador, pontes de papel, estradas fantasmas etc.? As declarações de Oliveira foram divulgadas em nota por sua assessoria na tarde de hoje.

Carlos Gaguim

Também em nota divulgada hoje, a assessoria informou que Gaguim ?determinou à Controladoria-Geral do Estado promover procedimento administrativo para investigar se na contratação da empresa O. O. Lima Empresa Limpadora Ltda. foram observados todos os aspectos de legalidade.?

?Não nos é permitido ignorar que a administração pública deve pautar sua conduta pelos princípios instituídos no art. 37 da Constituição Federal, em destaque o da moralidade e legalidade. Estes princípios impõem ao administrador a obrigação, o dever de ser ético em sua conduta,? disse Gaguim.

Ainda de acordo com O Estado de S. Paulo, citando como fonte o relatório reservado do Ministério Público Estadual paulista, a O. O. Lima Empresa Limpadora Ltda. é alvo de investigação pelo Ministério Público de São Paulo e a Polícia Federal por suposto envolvimento no esquema de fraude em licitações públicas.

A empresa foi vencedora da licitação na Modalidade Pregão Presencial para Registro de Preços nº. 001/2009, do tipo Menor Preço, constante do Processo nº 2009/2700/05696, destinada atender a prestação de serviços de apoio administrativo e operacional da Secretaria Estadual de Educação e Cultura

 

 

Rodrigo Viana, iG Goiânia

Pesquisa Ibope/TV Anhanguera aponta crescimento de republicano, mas tucano continua dez pontos à frente de peemedebista

Pesquisa Ibope/TV Anhanguera divulgada hoje aponta crescimento de Vanderlan Cardoso (PR) e estabilidade de Marconi Perillo (PSDB) e Iris Rezende (PMDB).

No entanto, Marconi ainda aparece com vantagem de 10 pontos em comparação com o segundo lugar. O tucano tem 43% das intenções de voto e Iris tem 33%. Vanderlan segue em terceiro com 12%.

Na primeira rodada da pesquisa, em 13 de agosto, Marconi obteve 45% das intenções de voto. Em 10 de setembro teve 42%, agora aparece com 43%.

Iris tinha 34% na primeira pesquisa, passou a 33% e agora repetiu os 33%. Vanderlan obteve 5%, 10% e 12% respectivamente.

O Ibope ouviu 812 eleitores entre os dias 21 e 23 de setembro.


 

Kelly Martins, iG Cuiabá

Candidato à reeleição, governador teria hoje 46% das intenções de voto, segundo pesquisa Ibope/TV Centro América

A quinta pesquisa Ibope/TV Centro América para o governo de Mato Grosso, divulgada nesta sexta-feira, aponta que o governador Silval Barbosa (PMDB) mantém a liderança com 46% dos votos e seria reeleito no primeiro turno.

O candidato Mauro Mendes (PSB) continua como segundo colocado e aparece com 24% dos votos ao passo que o adversário tucano Wilson Santos detém 16% dos eleitores.

Na lanterna está o candidato Marcos Magno (PSOL) com 1%.

Votos brancos e nulos somam 2% e indecisos são 11%, demonstrando que os eleitores praticamente já decidiram em quem votar no dia 3 de outubro.

O Ibope ouviu 812 eleitores entre os dias 21 e 23 de setembro A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) com o número 37.699/2010.

Na primeira pesquisa Ibope, divulgada no mês de maio, Silval Barbosa tinha 31% dos votos, depois caiu para 29% no segundo levantamento (em junho), 28% em agosto e depois foi a 41% em setembro.

Wilson Santos tinha 27% em maio, foi a 29% em junho e começou a apresentar queda desde então. Em agosto o tucano apareceu com 22%, diminuiu para 17% em setembro, e agora tem 16%.

Já Mauro Mendes tinha 15% em maio, foi a 17% em junho e chegou a 14% em agosto. Porém, o socialista cresceu o eleitorado e obteve 20% dos votos em setembro.
 


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