AE As vendas de material de construção no mercado interno devem crescer entre 10% e 12% em 2011, caso a desoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para materiais seja mantida, segundo estimativas da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat). Para 2010, as projeções apontam um crescimento próximo de 15% nas vendas. "Devemos até superar um pouco esse patamar", afirmou o presidente da entidade, Melvyn Fox. Caso a cobrança do IPI retorne, Fox estima uma expansão entre 8% e 10% para as vendas no próximo ano. A desoneração permanece em vigor até 31 de dezembro, mas o setor tem pleiteado a manutenção do benefício definitivamente, além da desoneração total do PIS e Cofins da atividade da construção para obras habitacionais destinadas para famílias com renda de até 10 salários mínimos. Recentemente, a Abramat defendeu a manutenção da isenção pelo menos até 2014. "Vamos enviar cartas para o presidente, os ministros da Fazenda, das Cidades, do Desenvolvimento, do Planejamento, da Casa Civil, do Banco Central, do BNDES, além dos candidatos à Presidência explicando os efeitos dessa isenção sobre o setor e sobre a economia", detalhou Fox ao pedir uma intervenção maior e definitiva do Estado na questão. Pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) sobre os efeitos da desoneração, a pedido da Abramat, aponta que entre 2008 e 2009 o valor adicionado da cadeia da construção (o PIB do setor) cresceu 4,5%. Na mesma base de comparação, a receita tributária aumentou 2,5% enquanto a carga tributária recuou de 20,9% para 20,5% do valor adicionado da cadeia da construção. Impacto da desoneração Conforme o levantamento da FGV, os investimentos na cadeia produtiva da construção civil - que tem participação de 9,2% na formação do PIB brasileiro - somaram R$ 244 bilhões em 2009. Em 2005, os aportes para o setor somavam R$ 168 bilhões, o que indica uma expansão de 10,3% ao ano. "Isso equivale a uma taxa de crescimento anual 5,2% superior à da variação do IGP-DI no período", acrescentou a entidade em comunicado. Os parâmetros da pesquisa foram levantados a partir de estatísticas atualizadas de associações setoriais, do Ministério do Trabalho e Emprego e do IBGE. O estudo mostra que a desoneração definitiva do IPI, PIS e Cofins na cadeia da construção resultaria em um aumento de R$ 3,7 bilhões sobre a renda disponível das famílias e empresas (a preços de 2009). Os cálculos apontam ainda para uma elevação de 1,3% no PIB do País em 36 meses, o equivalente a R$ 38,1 bilhões a mais, e uma expansão da mesma dimensão no nível de emprego. A desoneração teria impacto ainda sobre o consumo das famílias, que registraria acréscimo de 1,6% no mesmo período. Já o consumo de materiais cresceria 2,8%, o correspondente a um avanço de R$ 2,7 bilhões à demanda por materiais de construção. "O resultado líquido após 36 meses seria um crescimento de 1,1% da arrecadação, o que representa um acréscimo de receitas de R$ 331 milhões por mês", conclui o estudo.
22/09/2010 04:12 PM
Reuters SÃO PAULO (Reuters) - Um duto de gasolina da Transpetro foi perfurado na manhã desta quarta-feira por uma máquina de terraplanagem em área no município de Mogi das Cruzes, na região metropolitana de São Paulo, informou a companhia em nota. "A Transpetro está trabalhando intensamente para conter o vazamento o mais rápido possível e minimizar os seus impactos na região. Ainda não é possível medir o volume de gasolina derramada", afirmou a empresa, que não forneceu detalhes sobre quando as operações no duto poderão ser normalizadas. Segundo a Transpetro, o braço de transporte da Petrobras, o vazamento começou às 9h15 (horário de Brasília). E a máquina que perfurou o duto trabalhava "para terceiros" no local "sem a devida autorização". De acordo com o comunicado, o Centro de Defesa Ambiental da Petrobras, as equipes de contingência da Transpetro e o Corpo de Bombeiros de Mogi das Cruzes estão trabalhando no local do acidente, que já foi isolado. Não há vítimas, nem feridos, segundo a Transpetro. (Por Roberto Samora)
22/09/2010 04:00 PM
EFE Bogotá, 22 set (EFE).- A bolsa de valores da Colômbia fechou hoje em baixa de 0,53% e seu índice geral (IGBC) ficou aos 14.170,36 pontos. Nas 2.893 operações, o giro financeiro foi de 157.272,61 milhões de pesos (US$ 87,11 milhões). EFE rrm/tf
22/09/2010 03:57 PM
Valor Online Embora não tenha trazido surpresas, o comunicado do banco central americano revelou preocupação com uma possível deflação no país.
Em Londres, o FTSE 100 perdeu 0,44%, para 5.552 pontos; em Paris, o CAC-40 perdeu 1,30%, para 3.735 pontos; e em Frankfurt, o DAX terminou aos 6.208 pontos, com recuo de 1,08%.
O dia marcou mais uma rodada de venda de títulos soberanos. Depois de Espanha, Irlanda e Grécia, hoje foi a ver de Portugal levantar 750 milhões de euros. Apesar da boa demanda, o custo do empréstimo foi alto, sugerindo que ainda existem preocupações com a situação financeira do país.
Foram vendidos 300 milhões de euros em títulos com vencimento em junho de 2020, com taxa de retorno de 6,242%, acima dos 5,973% pagos em leilão de dívida de maturidade comparável realizado duas semanas atrás. Também foram colocados 450 milhões de euros em títulos de quatro anos, sendo que a taxa de retorno de 4,695% acabou superior aos 3,621% pagos em leilão ocorrido em julho.
Entre os indicadores do dia, as novas encomendas à indústria recuaram 2,4% na zona do euro em julho, invertendo a direção registrada um mês antes, de alta de 2,4%. Na União Europeia, o indicador caiu 2,3% no sétimo mês deste ano, também implicando uma mudança de rumo ante junho, quando houve incremento de 2,5%.
A confiança do consumidor da zona do euro mostrou leve melhora em setembro, com o indicador passando de -11,4 pontos em agosto para -11,2 pontos neste mês. Já o índice de confiança do consumidor da União Europeia apresenta piora, recuando de -11,2 pontos em agosto para -11,8 pontos em setembro.
Nos Estados Unidos, os preços das casas tiveram baixa de 0,5% em julho, em relação ao mês anterior. A queda de 0,3% dos preços em junho foi revisada para um recuo ainda maior, de 1,2%.
Já as solicitações de empréstimos imobiliários no mercado americano recuaram 1,4% na semana encerrada em 14 de setembro, com ajuste sazonal. Na semana anterior houve queda de 8,9%.
(Téo Takar | Valor, com agências internacionais)
22/09/2010 03:24 PM
Valor Online SÃO PAULO - A desoneração permanente de tributos como IPI, PIS e COFINS sobre materiais de construção, principal demanda do setor, elevaria o Produto Interno Bruto (PIB) nacional em 1,3% a partir de 2013. Isso representaria uma parcela adicional de R$ 38,13 bilhões na economia brasileira. A projeção faz parte de um estudo realizado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), a pedido da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat).
Neste cenário, a aquisição de materiais de construção saltaria em 2,78%, ou R$ 2,67 bilhões. "Hoje podemos comprovar que com redução fiscal ainda há aumento de arrecadação, sobretudo, quando se trata do setor de bens de capital", afirma o coordenador da pesquisa, Fernando Garcia. O resultado líquido neste caso seria o crescimento de 1,1% na arrecadação, o que representa um acréscimo de receita de R$ 331 milhões ao mês. Garcia observa que a redução no custo das obras por meio da desoneração se traduz em mais metros quadrados construídos.
A simulação mostra, ainda, que com o fim desses tributos, o nível de emprego também seria beneficiado, com uma expansão de 1,21% (1,2 milhões de vagas), assim como, o consumo das famílias, que apresentaria elevação de 1,57% (R$ 30,8 bilhões).
"Uma política de desoneração da cadeia da construção traz efeitos sobre o ritmo de crescimento econômico do país, ainda mais quando se observa o longo prazo", destaca Garcia. Segundo a simulação feita por sua equipe, considerando a manutenção dos investimentos efetivados em 2009 (da ordem de R$ 2,44 bilhões), o PIB do país poderia crescer a uma taxa de 4% ao ano nos próximos dez anos. Já projetando o acréscimo de R$ 100 bilhões nos investimentos em construção, isso permitiria ao PIB per capta do país crescer ao ritmo de 4,2% ao ano entre 2010 e 2020.
A isenção do IPI para materiais de construção permanece em vigor até 31 de dezembro deste ano, mas a indústria pretende alcançar a desoneração permanente do tributo. Essa semana, a Abramat espera enviar uma carta com essa solicitação ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, além de agendar audiências com o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, e com o ministro da Fazenda, Guido Mantega.
"Queremos uma definição o mais rápido possível para que não tenha interrupção. Não queremos perder a continuidade. Não estamos querendo mais seis meses ou um ano", defende o presidente da Abramat, Melvyn Fox. Segundo o executivo, apenas uma medida permanente trará impactos positivos para o setor no médio e longo prazo, já que as empresas têm horizonte maior para planejar seus investimentos.
(Ana Luísa Westphalen | Valor)
22/09/2010 03:24 PM
AE Pela primeira vez na história, as reservas internacionais brasileiras superaram os US$ 270 bilhões. Segundo informações divulgadas hoje pelo Banco Central (BC), apenas ontem as reservas subiram US$ 2,018 bilhões. Com isso, o montante total passou de US$ 269,454 bilhões para US$ 271,472 bilhões no conceito de liquidez internacional. De acordo com o Banco Central, o aumento de ontem nas reservas é reflexo da compra da moeda norte-americana, no mercado à vista, feita na sexta-feira passada, dia 17 de setembro. Nas últimas semanas, o Banco Central vem realizando dois leilões diários de compra de dólares no mercado à vista, o que tem ajudado a manter a cotação da moeda norte-americana acima de R$ 1,70.
22/09/2010 03:22 PM
AE O mercado norte-americano de ações opera em queda. Em meio ao debate sobre se o Federal Reserve (Fed, banco central americano) vai ou não passar a comprar títulos do Tesouro para estimular a economia e prevenir a ocorrência de deflação, os investidores estão buscando ativos considerados mais seguros do que as ações, como o ouro e os títulos do Tesouro. As ações do setor de tecnologia, entre as que mais haviam subido recentemente, estão em queda devido à realização de lucros. Os investidores estão divididos sobre se o Fed vai agir ou não. "Acho que eles estão só tentando aplacar o problema da economia sem fazer nada, só com declarações, O nível de pessimismo está muito alto, tanto no fronte das empresas como no dos investidores", disse Larry Smith, da Third Wave Global Investors. Para Ted Harper, do Frost Dividend Value Equity Fund, o comunicado divulgado pelo Fed ontem foi positivo, ao dizer que há um limite para que o desempenho fraco da economia continue, a partir do qual as autoridades voltariam a intervir. "Basicamente, o Fed colocou um patamar implícito para o mercado, pelo menos no curto prazo, e nós estamos realocando capital para uma posição mais cíclica em relação a onde estávamos antes. A economia continua em modo de recuperação. Ela não está avançando para um ritmo no qual as pessoas se sentiriam mais confortáveis ao fazer apostas mais construtivas no mercado", disse Harper. Entre as ações de tecnologia, as da Adobe Systems caíam 20,07% há pouco, em reação ao informe de resultados da empresa, divulgado ontem depois do fechamento; as da Microsoft recuavam 2,86% e as da Hewlett-Packard perdiam 1,30%; as da Research in Motion subiam 0,81%, depois de o Wall Street Journal dizer que a empresa, que produz o Blackberry, deverá lançar em breve um produto novo para concorrer com o iPad da Apple. O destaque positivo entre as componentes do índice Dow Jones é Alcoa, com alta de 4,03% há pouco, depois de a canadense Potash bloquear uma oferta de aquisição feita pela anglo-canadense BHP Billiton. As ações dos bancos estão em queda (Bank of America -1,47%, JPMorgan Chase -1,65% há pouco). Às 14h38 (de Brasília), o índice Dow Jones caía 25 pontos (0,23%), para 10.735 pontos; o Nasdaq recuava 19 pontos (0,85%), para 2.329 pontos; e o S&P-500 perdiam 5 pontos (0,46%), para 1.134 pontos. As informações são da Dow Jones.
22/09/2010 02:58 PM
Valor Online
O ministro acenou que as atuações do governo no câmbio não são uma promessa e voltou a ressaltar que não há limite para a compra de dólares, já que o Tesouro pode alimentar o Fundo Soberano do Brasil (FSB). Mantega também confirmou que o Banco Central (BC) será o operador do FSB.
Por volta das 14h40, o dólar comercial apresentava elevação de 0,11%, a R$ 1,720 na venda. Na mínima, a divisa foi a R$ 1,705.
Já no mercado futuro, o contrato para outubro, negociado na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F), avançava 0,40%, a R$ 1,7225.
No câmbio externo, o dólar segue perdendo espaço, conforme cresce a percepção de que o Federal Reserve (Fed), banco central americano, voltará a lançar medidas de estímulo para a economia.
O euro segue em alta, negociado a US$ 1,33, depois de fazer máxima a US$ 1,34, preço não observado desde abril. Já o Dollar Index, que mede o desempenho divisa americana ante uma cesta de moedas, caía 0,66, para 79,9 pontos, menor leitura desde abril.
(Eduardo Campos | Valor)
22/09/2010 02:57 PM
AE O Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei) caiu 0,6 ponto porcentual em setembro e voltou aos mesmos 63,4 pontos registrados em julho, de acordo com dados divulgados hoje pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Desta forma, na avaliação da entidade, o otimismo do setor manteve-se estável no terceiro trimestre do ano, com desempenho 3,9 pontos acima da média histórica do indicador, que é de 59,5 pontos. Dos 26 segmentos da indústria pesquisados pela CNI, 16 apontaram menor confiança em setembro. De acordo com a entidade, os setores menos otimistas são os que representam as indústrias de madeira, metalurgia básica e couros. Já os empresários que enxergam os melhores cenários para os próximos meses estão nos setores farmacêutico, de limpeza e perfumaria, e de equipamentos de transporte, todos com Icei superior a 67 pontos. "O otimismo elevado sinaliza que os industriais continuarão investindo em suas empresas, comprando matéria-prima e contratando mão de obra. Ninguém está esperando uma paralisação desse crescimento", afirmou em nota o gerente-executivo da Unidade de Pesquisa da CNI, Renato da Fonseca. No mês, o indicador para as pequenas empresas caiu 0,3 ponto, enquanto tanto as médias quanto as grandes apresentaram variação negativa de 0,7 ponto. Dentre as variáveis que compõem o Icei, a perspectiva em relação à economia brasileira nos próximos meses foi que a sofreu maior queda em setembro, passado de 63,3 pontos para 61,9 pontos. A pesquisa foi realizada com 2.038 empresas entre os dias 31 de agosto e 21 de setembro.
22/09/2010 02:38 PM
Valor Online BRASÍLIA - A base monetária (papel moeda emitido mais reservas bancárias) aumentou 1,4% no mês em agosto, para R$ 168,625 bilhões. Em 12 meses, a variação foi positiva em 21,6%. Os números, divulgados hoje pelo Banco Central (BC), referem-se ao conceito de média dos saldos diários.
Pelo critério de saldos no fim do mês, a base monetária verificou expansão mensal de 6,6%, atingindo R$ 173,243 bilhões. No período de 12 meses terminados em agosto, o avanço foi de 26,4%.
A autoridade monetária mostrou ainda que o saldo de papel-moeda emitido subiu 2,5%, situando-se em R$ 127,035 bilhões. As reservas bancárias tiveram expansão de 19,6% e chegaram a R$ 46,208 bilhões.
(Azelma Rodrigues | Valor)
22/09/2010 02:25 PM
AE As Bolsas europeias fecharam em forte queda. Os receios sobre as dívidas soberanas da zona do euro e a desaceleração no ritmo do crescimento econômico fizeram com que os operadores vendessem ações e comprassem ouro. O setor bancário, em particular, teve um desempenho ruim. O índice pan-europeu Stoxx 600 recuou 3,82 pontos (1,44%) e fechou em 261,19 pontos. Ontem, após o fechamento dos mercados na Europa, o Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) disse que o ritmo da recuperação na produção e no mercado de mão de obra desacelerou nos últimos meses. O Fed também afirmou que está "preparado para fornecer um acomodação adicional para dar apoio à recuperação econômica, se necessário". "Eu acho que o mercado esperava que o Fed anunciasse que vai começar outro programa de afrouxamento quantitativo", disse Christian Tegllund Blaabjerg, estrategista-chefe para ações do Saxo Bank. Como o Fed não fez isso, o mercado devolveu os ganhos recentes. "Eu acredito que teremos uma correção de curto prazo agora, e então, nas próximas duas semanas, os mercados talvez subam, por causa da expectativa de lucros fortes das empresas no terceiro trimestre", acrescentou. Os receios sobre a dívida soberana de alguns países da Europa também voltaram ao foco, com o spread dos swaps de default de crédito (CDS) da Irlanda atingindo um novo recorde. Os spreads de Portugal e Espanha também aumentaram. Para Philippe Gijsels, diretor de pesquisa da BNP Paribas Fortis Global Markets, enquanto a temporada de balanços do terceiro trimestre não começa, o mercado de ações deve "ficar mais ou menos preso a um fluxo de notícias negativas", com foco nos dados econômicos. O índice FTSE-100, da Bolsa de Londres, fechou em queda de 24,28 pontos (0,44%), em 5.551,91 pontos, embora tenha se recuperado da mínima de 5.515,86 pontos. A seguradora Aviva perdeu 4,80%, o banco Barclays caiu 1,57% e o Lloyds recuou 1,37%. A Essar Energy teve queda de 2,59%. Com os investidores fugindo das ações e do dólar, o ouro está em alta forte, o que beneficiou as mineradoras (Antofagasta +3,14%, Randgold Resources +2,85%, Kazakhmys +2,93%, Rio Tinto +2,31%, BHP Billiton +2,09% e Xstrata +2,66%). "Com as projeções econômicas cautelosas - na melhor das hipóteses - e a turbulência nos mercados de câmbio, pode-se esperar que os investidores se dirijam para o ouro e ações consideradas defensivas, por enquanto", disse Will Hedden, da IG Index. Na Bolsa de Frankfurt, o índice Xetra DAX fechou em queda de 67,65 pontos (1,08%), em 6.208,33 pontos. A alta do euro frente ao dólar pesou sobre o mercado. As ações da Daimler perderam 1,72%, apesar de a empresa negar que esteja interessada em comprar a unidade de veículos industriais da Fiat. As da Siemens recuaram 2,78%, depois de a empresa anunciar, na noite de ontem que terá um gasto de quase ? 1,4 bilhão com sua unidade de diagnósticos laboratoriais no quarto trimestre. O Commerzbank teve queda de 1,65%. A farmacêutica Merck KGaA caiu 2,17%. As ações da Infineon, do setor de tecnologia, subiram 2,67%, depois de a empresa dizer que suaa receita no quarto trimestre fiscal será maior do que o esperado. O índice CAC-40, da Bolsa de Paris, fechou em queda de 49,35 pontos (1,30%), em 3.735,05 pontos. O setor bancário do país teve um desempenho um pouco melhor do que no restante da Europa. Hoje a Moody's elevou a previsão para os bancos franceses para estável, de negativa. O BNP Paribas teve alta de 1,06% e o Natixis subiu 0,74%. Mesmo assim o Crédit Agricole perdeu 1,61% e o Société Générale recuou 1,69%. A Carrefour caiu 2,12% e a EADS teve queda de 3,37%. Na Bolsa de Madri, o índice Ibex-35 fechou em queda de 207,30 pontos (1,93%), em 10.555,20 pontos. O índice FTSE-MIB, da Bolsa de Milão, recuou 375,43 pontos (1,81%) e fechou em 20.365,30 pontos. Na Bolsa de Lisboa, o índice PSI-20 caiu 46,07 pontos (0,62%) e fechou em 7.392,83 pontos. As informações são da Dow Jones.
22/09/2010 02:23 PM
Valor Online A Opel - subsidiária da General Motors (GM) na Europa - começará a vender carros no Chile a partir do ano que vem, em um movimento que marca sua entrada no mercado latino-americano. A montadora diz que terá no país andino controle direto sobre uma equipe que contará com o apoio da GM Chile. A empresa quer entrar em mercados emergentes e reduzir a concentração das vendas na Europa, onde as vendas da indústria automobilística mostram uma evolução mais tímida. Na esteira do pedido de concordata entregue pela GM em junho de 2009, a montadora americana ficou perto de vender a filial sediada na Alemanha ao grupo canadense Magna. "O lançamento chileno é uma prova concreta de que a marca segue com seu plano para o futuro. A Opel está atualmente se preparando para entrar em mais mercados emergentes", afirma a montadora, que também planeja exportar veículos para Israel.
22/09/2010 02:07 PM


