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iG São Paulo

A porção superior apresenta pinturas de janelas com vista para o rio e um mar com grande veleiro

Foto: © AP

Arqueólogos israelenses encontraram um luxuoso camarote de teatro numa edificação de 400 lugares no palácio de inverno do rei Herodes, no deserto da Judéia.

Os arqueólogos da Universidade Hebraica de Jerusalém disseram que o cômodo oferece mais evidências para o conhecido gosto pela extravagância do rei Herodes.

Herodes era o governante da Terra Santa sob a ocupação romana nos anos de 37 a 4 a. C. Ele é conhecido por sua extensa construção em toda a área.

Ehud Netzer , arqueólogo que liderou o estudo, disse que Herodes tinha por hábito contratar artistas romanos para decorar as paredes do teatro com pinturas elaboradas e sancas de gesso pelo teto, no ano de 15 a. C.

A porção superior apresenta pinturas de janelas com vista para o rio e para o mar com grande veleiro.
 

(Com informações da AP)

AFP

Para Todd Stern o foco das decisões está em conjunto de assuntos básicos

Um alto negociador americano sobre assuntos climáticos advertiu, esta terça-feira (21), contra a expectativa de que se chegue a um acordo vinculante sobre as emissões de gases-estufa, responsabilizadas pelo aquecimento global, durante conferência das Nações Unidas sobre o Clima, em Cancún, México, no fim deste ano.

Leia entrevista ao iG: "Temos muito o que aprender com o Brasil"

O enviado especial dos Estados Unidos sobre mudanças climáticas Todd Stern disse, após reunião de alto nível em Nova York que, ao contrário, os países buscarão progredir em "decisões" não vinculantes durante as negociações no México, as quais, segundo alguns especialistas, produzirão um novo estancamento.

"Ninguém está antecipando ou esperando, de forma alguma, que se chegue a um tratado legal em Cancún, este ano. O foco neste momento está em um conjunto de decisões sobre os assuntos básicos", disse Stern após conversas celebradas esta segunda e terça-feiras com outros 17 países responsáveis por 80% das emissões de carbono.

O Fórum das Principais Economias sobre Energia e Clima foi impulsionado pelo presidente americano, Barack Obama, para facilitar as negociações após a decepção da cúpula de Copenhague, no ano passado.

"As expectativas não são altas demais, mas tampouco são baixas", disse Stern, resumindo o estado de ânimo dos negociadores frente à conferência de Cancún, que será celebrada entre 29 de novembro e 10 de dezembro.

O negociador acrescentou que as conversas em Nova York revelaram "um amplo acordo sobre a importância de se conseguir progressos em Cancún" na mitigação das mudanças climáticas e no financiamento aos países em desenvolvimento para reduzir as emissões de gases de efeito estufa.

Representantes de Brasil, Austrália, Grã-Bretanha, Canadá, China, União Europeia, França, Alemanha, Índia, Indonésia, Itália, Japão, México, Rússia África do Sul, Coreia do Sul e Estados Unidos participaram do encontro celebrado em Nova York.
 

AFP

Embora resultados ainda precisem de confirmação, equipe não descarta a existência de uma nova maneira de as partículas se ligarem

Foto: Getty Images

Cientistas que trabalham no maior acelerador de partículas do mundo afirmaram esta terça-feira (21) a descoberta de um fenômeno nunca antes observado em sua busca por elucidar os maiores segredos do universo.

Depois de quase seis meses de exploração do Grande Colisor de Hádrons (LHC), as experiências começam a revelar "sinais de fenômenos potencialmente novos e interessantes", anunciou o Centro Europeu de Pesquisa Nuclear (CERN), em seu site na internet.

Trata-se, particularmente, do fato de que "certas partículas são intimamente ligadas, de uma maneira que nunca foi observada nas colisões de prótons", continuou.

"O novo fenômeno apareceu em nossas análises em meados de julho", disse o físico Guido Tonelli, durante apresentação a colegas cientistas do CERN dos primeiros resultados produzidos pelas colisões de prótons a uma potência de 7 TeV.

Tonelli alertou que os resultados precisam ser confirmados, mas assegurou que os cientistas da equipe que trabalham no detector não conseguiram descartar a existência do novo vínculo.

"Precisamos de mais dados para analisar completamente o que acontece e dar os primeiros passos para uma nova física, um novo mundo que o LHC, esperamos, vai nos permitir descobrir", afirmou.

Com 27 km, o acelerador de partículas é uma estrutura circular construída a 100 metros de profundidade na fronteira franco-suíça, ao custo de 5,2 bilhões de dólares.

Com ele, cientistas tentam recriar condições próximas às que produziram o Big Bang, que deu origem ao Universo.

EFE

O terceiro rio mais longo do mundo será a coluna vertebral do maior projeto de transposição da China

O rio mais longo da Ásia e da China, o Yang Tsé, foi poluído em 2009 com 33 bilhões de toneladas de águas residuais, segundo o porta-voz do Comitê de Recursos Hídricos do Rio Yang Tsé, Xu Deyi, citado nesta terça-feira (21)  pela agência oficial de notícias "Xinhua".

O rio, o terceiro mais longo do mundo após o Amazonas e o Nilo, cujo curso, de mais de seis mil quilômetros, passa unicamente pela China, sofre a poluição de águas residuais há décadas. Nos anos 70 foram derramadas cerca de 9,5 bilhões de toneladas, nos 80 aproximadamente 15 bilhões e entre meados e final dos anos 90 o volume chegou a 20 bilhões.

O Yang Tsé será a coluna vertebral do maior projeto de transposição da China, já que suas águas serão desviadas rumo ao árido norte do país, em projeto que vai causar o deslocamento de cerca de 330 mil moradores das províncias centrais de Hubei e Henan até 2014.

Este é o maior despejo que vive a China depois da construção da represa das Três Gargantas, que, em 18 anos, até 2008, fez com que 1,4 milhões de pessoas saíssem de suas casas.

A escassez e contaminação das águas é um dos problemas mais graves enfrentados pela China, um dos países mais poluídos do mundo

EFE

Satélite será usado para realizar experimentos científicos de estudos de recursos da Terra

A China lançará o satélite de detecção a distância "Yaogan XI" desde o Centro de Lançamento de Satélites de Jiuquan, na província de Gansu, noroeste do país, informou nesta terça-feira (21) a agência oficial de notícias "Xinhua".

Em agosto, o país asiático colocou em órbita o satélite de detecção remota "Yaogan X", desde o Centro de Taiyuan, na província de Shanxi (norte).

Estes satélites são usados para realizar experimentos científicos, estudar os recursos da Terra, ver o rendimento de cultivos, reduzir os desastres naturais e prevení-los.

O "Yaogan IX" também foi lançado desde o centro espacial de Taiyuan, em março

AE

A ideia é mostrar que é possível se locomover a pé, de ônibus, metrô, bicicleta ou qualquer outro meio de transporte

Amanhã, 22 de setembro, será o Dia Mundial Sem Carro data simbólica na qual cidadãos de todo o mundo são encorajados a passar um dia sem usar o carro. A ideia é mostrar que é possível se locomover a pé, de ônibus, metrô, bicicleta ou qualquer outro meio de transporte.

Em São Paulo, a data é celebrada desde 2005. Não há programação oficial, mas ONGs e ativistas organizam atividades durante o dia. Manifestantes vão, por exemplo, transformar vagas de estacionamento em área de lazer nos Jardins, na zona sul. Ciclistas também participarão de uma bicicletada na Avenida Paulista. A concentração será a partir das 18 horas na Praça do Ciclista. A programação pode ser conferida nos sites www.nossasaopaulo.org.br/portal/semanadamobilidade e www.diamundialsemcarro.org.

AFP

Grupo vai discutir como sociedades antigas se adaptaram ao seu ambiente para assim poder planejar soluções para os desafios atuais

Foto: AFP

Enquanto especialistas mundiais debatem sobre as formas de conter o aquecimento global, cientistas se reúnem no Egito em busca de respostas do passado faraônico que ajudem a enfrentar os problemas ambientais do presente.

Dono de uma incomparável riqueza arqueológica, o Egito é a nação mais populosa do mundo árabe e o número de habitantes no país deve mais que dobrar em 2050, com uma estimativa de 160 milhões de pessoas.

Há muito tempo, os efeitos das mudanças climáticas têm sido negligenciadas neste grande país norte-africano, que depende amplamente do fértil Delta do Nilo para alimentar sua crescente população, em meio a preocupações sobre a erosão do solo.

Na conferência de três dias, inaugurada no domingo (19), especialistas esperam compreender como os antigos egípcios, que foram capazes de erguer as pirâmides, lidavam com as mudanças do clima.

"É tempo de tentarmos aprender com o passado para tomarmos decisões melhores no futuro", disse Shawkat Yahia, cientista da prestigiosa Universidade Americana do Cairo.

Ele afirmou, em entrevista coletiva, que são necessárias respostas rápidas, ressaltando que as vidas de milhões de pessoas estarão em risco se desaparecerem as preciosas terras cultiváveis do país.

"Entendendo mais sobre como as sociedades se adaptaram ao seu ambiente, estaremos mais bem preparados para nos planejarmos e adaptarmos aos desafios atuais e futuros que confrontam o Delta do Nilo", afirmou.

Yahia está entre os cerca de 200 arqueólogos, historiadores, geólogos e paleontólogos de 25 países que esperam que a geoarqueologia - união entre arqueologia e geologia - encontrarão a chave.

A conferência é a primeira do tipo a ser celebrada no Egito, onde a arqueologia sempre foi tomada com uma abordagem rígida e clássica para entender o passado.

"A Egiptologia tradicional precisa se adaptar a novas abordagens, (tais como) reconstituir o ambiente no qual as pessoas se desenvolveram", disse Yann Tristant, do Instituto Francês de Arqueologia Oriental (IFAO).

O IFAO uniu forças com o Centro Nacional de Pesquisas francês (CNRS) e o Conselho Supremo de Antiguidades do Egito em torno de um 'brainstorming' que ajudasse os especialistas a encontrarem soluções para o futuro.

A meta das discussões é resgatar evidências arqueológicas e geológicas que possam explicar como os antigos sobreviveram às mudanças climáticas e quais lições podem ser tiradas daí.

Pierre Zignani e Matthieu Ghilardi, especialistas do CNRS, acreditam que muito pode ser aprendido dos arquitetos que criaram templos milenares capazes de resistir aos ataques do tempo.

"Fortes chuvas provocadas pelas mudanças climáticas no último milênio e grandes inundações do rio Nilo foram consideradas pelos arquitetos ao construir as estruturas religiosas", destacaram, em artigo conjunto.

Pesquisar o passado "pode trazer informações sobre nosso conhecimento fundamental atual e novas informações críticas para a nossa comunidade".

Em um artigo preparado para a conferência, Mahmoud Abdel Moneim, da Universidade Ain Shams do Egito, questionou se a cabeça da Grande Esfinge poderia vir abaixo por causa das mudanças climáticas "no século atual".

"A taxa de intemperização da Esfinge é estimada em 0,66 milímetro por ano", disse, em alusão à enigmática estátua, metade leão, metade homem, que se ergue no meio do deserto, como guardiã do complexo de pirâmides de Gizé.

National Geographic

Os restos de um vulcão gigante no leste da Rússia são atração turística

Foto: National Geographic

No fim do verão, as cores do por-do-sol colorem a tundra pontilhada de pequenos lagos, na Caldeira de Uzon. Apenas algumas trilhas da reserva de 2,8 milhões de acres (que inclui o vizinho Vale dos Geysers) estão disponíveis para o público em geral.

BBC Brasil

Artefatos que haviam retornado ao país em 2009 foram encontradas em depósito do escritório de Nouri al-Maliki

Foto: © AP

Mais de 600 valiosas peças arqueológicas foram enviadas ao Museu Nacional do Iraque nesta segunda-feira (20) após terem sido descobertas no dia anterior no escritório do premiê do país, Nouri al-Maliki.

Os artefatos haviam sido retirados ilegalmente do Iraque em diferentes períodos e acabaram nos Estados Unidos.

Eles foram retornados ao Iraque no início de 2009 mas desapareceram logo depois.

O ministro de Antiguidades iraquiano, Qahtan al-Jubouri, responsabilizou "procedimentos errados" pelo desaparecimento das relíquias.

As 638 peças foram encontradas no domingo, em um depósito para mantimentos de cozinha do escritório de Maliki, guardadas em caixas de papelão.

Sete mil anos
"É uma coleção importantíssima. Algumas (das peças) são do início da era islâmica, outras do período sumério, outras babilônicas, helênicas. Períodos e cidades diferentes", disse Amira Eidan, diretora do Museu Nacional do Iraque.

Entre os objetos, estão joias, objetos de argila e figuras de bronze.

Acredita-se que dezenas de milhares de objetos retratando os sete mil anos de civilização na Mesopotânia foram saqueados após a invasão do Iraque liderada pelos Estados Unidos em 2003.

Apesar dos esforços internacionais para recuperar os objetos, calcula-se que menos da metade voltou ao Iraque.

 

Reuters

Companhia vai disponibilizar seus equipamentos de contenção a todas as empresas de gás e petróleo que operam na região

A empresa BP, que no fim de semana tapou definitivamente o seu poço danificado no golfo do México, anunciou na segunda-feira (20) sua adesão a uma iniciativa setorial de 1 bilhão de dólares destinada a conter futuros vazamentos submarinos.

Como parte desse acordo, a BP irá disponibilizar seus equipamentos de contenção a todas as empresas de gás e petróleo que operam no golfo do México. A tarefa ficará a cargo da Companhia de Contenção de Poços Marinhos (MWCC, na sigla em inglês), sob comando da Exxon Mobil.

A Chevron, a ConocoPhillips, a Exxon e a Royal Dutch Shell anunciaram em julho o desenvolvimento de um novo sistema de contenção rápida de vazamentos no golfo do México, a fim de evitar a repetição de um acidente como o do poço Macondo, da BP.

O poço explodiu em 20 de abril, matando 11 trabalhadores e dando início ao pior vazamento submarino de petróleo da história, num volume superior a 635 milhões de litros.

"Acreditamos que a adição da nossa recém obtida experiência de intervenção em águas profundas e dos equipamentos especializados será importante para o sistema de contenção de poços marinhos", disse em nota o vice-presidente de operações da BP no golfo do México, Richard Morrison.

O equipamento da empresa poderá capturar e conter o óleo de um eventual vazamento enquanto o novo sistema está sendo desenvolvido, disse a empresa britânica.

Depois do acidente, a BP só conseguiu interromper o fluxo do óleo em 15 de julho, para então cimentar definitivamente o poço.

O novo sistema deverá ter capacidade para ser acionado em 24 horas após um eventual acidente. Ele será compatível com vários equipamentos e condições climáticas, e terá potencial para ser ampliado. Com esse sistema, navios na superfície recolherão o óleo que vazar.

Os equipamentos já existentes da BP estão sendo avaliados quanto à sua capacidade de uso imediato. As empresas patrocinadoras vão utilizar técnicos da BP com experiência na operação do golfo do México.

O equipamento da BP será operado pela MWCC.

AFP

Os 280 répteis escaparam da Unidade de Manejo Ambiental após as chuvas do furacão Karl

Pelo menos 280 crocodilos que estavam em uma reserva ambiental do estado de Veracruz, leste do México, fugiram após uma inundação nas instalações provocada pelas chuvas do furacão Karl no fim de semana.

O governador de Veracruz, Fidel Herrera, disse à imprensa que 280 crocodilos que escaparam da Unidade de Manejo Ambiental no vilarejo de La Antigua, vizinha do porto de Veracruz, uma das mais afetadas pelas chuvas.

"São 280, não 400 como chegou a ser mencionado, os crocodilos que escaparam. Analisamos o tema com a Marinha, que participa nos operações de emergência em Veracruz", disse o governador.

A passagem do Karl deixou mais de 500.000 afetados e 12 mortos.

Os répteis estavam em uma unidade onde são reproduzidos em cativeiro para evitar a extinção.

Os moradores da região foram aconselhados a alertar rapidamente as autoridades caso observem algum crocodilo e evitem aproximar-se dos animais.

AFP

Além de enviar imagens, site traz explicações sobre a formação do fenômeno e os melhores pontos para observação

Foto: Getty Images

As auroras boreais serão transmitidas "ao vivo" por um site lançado nesta segunda-feira (20) pela Agência Espacial Canadense (CSA, sigla em inglês).

"Esperamos que a dança de luzes celestiais os incite a descobrir os segredos do céu, da terra e da ciência, com base nas interações entre a Terra e nossa própria estrela, o Sol", disse o presidente da CSA, Steve MacLean.

Além de enviar todas as noites imagens de auroras boreais, o objetivo do site www.asc-csa.gc.ca/auroramax é explicar como se formam as "luzes celestiais", os melhores pontos de observação e como fotografá-las, explicou MacLean.

As auroras boreais se formam nos polos, quando os ventos solares atingem a atmosfera terrestre. No Canadá, este fenômeno se produz entre agosto e maio.


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