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Valor Online

SÃO PAULO - O tablet iPad, da Apple, chega às lojas brasileiras nesta sexta-feira, dia 3, informou hoje a fabricante

. O produto, que foi lançado em abril pela empresa nos Estados Unidos, será vendido desbloqueado diretamente na loja online da Apple e por varejistas como Fnac, Fast Shop e Ponto Frio. O valor inicial do computador de mão é de R$ 1.649 na versão com 16 Gigabytes (GB) de capacidade de armazenamento e conexão sem fio Wi-Fi. Na configuração mais robusta, com 64 GB, conexão Wi-Fi e 3G, o equipamento será vendido por R$ 2.599, informa a Apple. Nos Estados Unidos, o tablet tem preço inicial de US$ 500 e a versão mais incrementada sai por US$ 829, mediante contrato com a operadora AT&T. Por enquanto, as operadoras brasileiras não venderão o iPad diretamente, mas devem fornecer o chip para acesso a redes 3G. De acordo com a Apple, empresas como Claro e Oi preparam planos especiais de dados para usuários do tablet. (Daniela Braun | Valor)

Valor Online

SÃO PAULO - Os contratos futuros de petróleo são negociados com valorização no mercado internacional nesta segunda-feira

. A alta é influenciada pelo novo pacote de ajuda à Irlanda, firmado ontem após negociações envolvendo a União Europeia e o Fundo Monetário Internacional (FMI). O país terá ajuda financeira de 85 bilhões de euros, para socorrer principalmente seu sistema financeiro. Do total, 17,5 bilhões de euros serão financiados pela própria Irlanda, com uma reserva do Tesouro e com recursos do fundo de reserva de pensões. A Europa vai entrar com 45 bilhões de euros e o FMI, com 22,5 bilhões de euros. Na Nymex, há pouco, o contrato de WTI para janeiro de 2011 era negociado a US$ 84,59 o barril, com elevação de US$ 0,82, enquanto o contrato com vencimento em fevereiro avançava US$ 0,79, para US$ 85,14. Em Londres, o Brent de janeiro valia US$ 86,33, com valorização de US$ 0,76, enquanto o barril para fevereiro era negociado em alta de US$ 0,74, a US$ 86,45. O mercado permanece atento, no entanto, aos desdobramentos do conflito entre Coreia do Sul e Coreia do Norte. As tensões na península coreana cresceram, um dia após a Coreia do Sul e os Estados Unidos iniciarem exercícios militares no Mar Amarelo, que banha as duas Coreias e a China. (Ana Luísa Westphalen | Valor, com agências internacionais)

Valor Online

SÃO PAULO - As tensões entre as Coreias, o socorro à Irlanda de 85 bilhões de euros, as dúvidas quanto à situação financeira e econômica de outros países europeus, como Portugal e Espanha, e a notícia que a administração Barack Obama pretende congelar os salários de funcionários federais por dois anos mexem com os negócios em Wall Street

. Muitos participantes nos mercados acionários internacionais questionam o que vai vir depois de o Fundo Monetário Internacional (FMI) e a Europa socorrer financeiramente a Grécia e a Irlanda. Em foco, os agentes monitoram o quadro de Portugal e Espanha. Os governos dos dois países já negaram que precisem de algum tipo de resgate. Há pouco, o Dow Jones cedia 1,05%, para 10.975,03 pontos. O S&P 500 tinha baixa de 0,82%, ficando em 1.179,60 pontos. O Nasdaq registrava 2.508,71 pontos, decréscimo de 1,02%. (Juliana Cardoso | Valor, com agências internacionais)

AE

O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) Luciano Coutinho destacou hoje o investimento em inovação como um dos principais fatores de desenvolvimento produtivo no País

O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) Luciano Coutinho destacou hoje o investimento em inovação como um dos principais fatores de desenvolvimento produtivo no País. O executivo fez o comentário em depoimento gravado e exibido na abertura do seminário "A Nova Geração de Políticas de Desenvolvimento Produtivo", que ocorre hoje no banco. Em seu depoimento, Coutinho lembrou a morte do economista inglês Christopher Freeman este ano, e comentou que o estudioso também chamava atenção para a importância de investimentos em inovação no desenvolvimento produtivo dos países. Ele observou que no cenário pós-crise existem três fatores que devem ser observados com atenção entre as economias mundiais: a inovação como motor mais poderoso das economias atrasadas; o perigo do descolamento entre a especulação financeira com a situação real das economias; e o estímulo do uso de poupança doméstica para investimento focado no mercado doméstico. Para Coutinho, o desafio central das economias em desenvolvimento e, em particular, do Brasil, é de continuar a estimular o fortalecimento do mercado interno. Ele observou que, no caso brasileiro, o aumento da renda, bem como a inclusão social que originou uma melhor distribuição de renda - aliada ao um bom desempenho no mercado de trabalho -, ajudou o País a enfrentar os efeitos negativos da recente crise econômica global.

AE

A BM&FBovespa informou que continua considerando a Telebrás como sendo uma empresa "em situação especial" e, portanto, não elegível para compor as carteiras teóricas dos índices de ações da Bolsa para o período de janeiro a abril de 2010

A BM&FBovespa informou que continua considerando a Telebrás como sendo uma empresa "em situação especial" e, portanto, não elegível para compor as carteiras teóricas dos índices de ações da Bolsa para o período de janeiro a abril de 2010. Frequente alvo de boatos, os papéis da estatal de telecomunicações passaram a registrar movimentação mais forte no final de 2009, em meio a rumores envolvendo a reativação da empresa. Em maio deste ano, a notícia foi confirmada pelo governo, que pretende usar a Telebrás no Plano Nacional de Banda Larga. Segundo analistas, se não tivesse sido excluída pela bolsa, a ação da estatal já poderia ter feito parte da carteira do Ibovespa que vigorou entre abril e agosto deste ano.

Valor Online

SÃO PAULO - O dólar comercial segue operando em alta nesta segunda-feira, mas continua "bem comportado", conforme notou um operador, tendo em vista o acentuado ajuste no preço do euro e das bolsas de valores

. Por volta das 14 horas, o dólar comercial registrava valorização de 0,17%, a R$ 1,731 na venda. Na máxima, chegou a R$ 1,735. No mercado futuro, o dólar para dezembro, negociado na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F), apontava alta de 0,14%, também a R$ 1,731. Cabe lembrar que os agentes se preparam para a formação da Ptax (média das cotações ponderada pelo volume) que liquidará os contratos futuros. O contrato de dezembro é liquidado e o dólar para janeiro vira a referência. Há pouco, o dólar para janeiro subia 0,11%, a R$ 1,743 na venda. Como bancos e estrangeiros estão vendidos (posição que ganha com a valorização do real) não é esperada grande apreciação no preço da divisa americana. No câmbio externo, o ajuste de preço é mais acentuado. O euro sofre com a desconfiança dos agentes, que continuam demonstrando preocupação com uma contaminação para outros países dos problemas de financiamento que já derrubaram a Grécia e a Irlanda. Reflexo disso é o aumento no preço do seguro contra o calote da dívida de Portugal e Espanha. Há pouco, a moeda comum europeia caía 1,46%, para US$ 1,308, preço não registrado desde meados de setembro. Cabe lembrar que, no começo do mês, a moeda rondava US$ 1,44. O Dollar Index, que mede o desempenho da divisa americana ante uma cesta de moedas, subia 0,83%, a 81,02 pontos. Captando a aversão ao risco, o VIX ganhava 3,78% a 23,06 pontos. O índice mede a volatilidade das opções do mercado americano e é visto com um termômetro do medo dos agentes, Nas bolsas, o Dow Jones seguia operando abaixo dos 11 mil pontos, registrando queda de 1%. Por aqui, o Ibovespa, da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), cedia 1,09%. (Eduardo Campos | Valor)

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SÃO PAULO - Apesar do forte avanço do Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) em novembro e de nova deterioração das expectativas inflacionárias, a maior parte dos contratos de juros futuro opera em queda nesta jornada, com um aumento dos prêmios somente a partir dos vencimento de 2015 em diante

SÃO PAULO - Apesar do forte avanço do Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) em novembro e de nova deterioração das expectativas inflacionárias, a maior parte dos contratos de juros futuro opera em queda nesta jornada, com um aumento dos prêmios somente a partir dos vencimento de 2015 em diante. Há pouco, na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F), o Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento em janeiro de 2011 caía cerca de 0,06 ponto percentual, para 10,72%, enquanto o contrato com vencimento em abril do próximo ano recuava 0,09 ponto, a 11,15%, e o de julho cedia 0,07 ponto, a 11,56%. Além disso, o DI do início de 2012 tinha baixa de 0,05 ponto, a 11,99%. O DI de abertura de 2013 apresentava queda de 0,02 ponto, a 12,25%, e o contrato de janeiro de 2014 caía 0,01 ponto, a 12,18%. O contrato do início de 2015 subia 0,05 ponto, a 12,10%, o de janeiro de 2016 ganhava 0,10 ponto, a 12,06%, e o de abertura de 2017 tinha aumento de 0,02 ponto, a 12,08%. Em meio às agitações no cenário político, ao aumento da inflação corrente e da aposta crescente de elevação da taxa Selic no início de 2011, os contratos de juros futuros registraram forte alta na última semana. Diante desse movimento, o gestor da Oren Investimentos Adriano Fontes assinala que, nesta segunda-feira, o mercado passa apenas por um ajuste. "O mercado já precifica um aumento dos juros em janeiro e há uma probabilidade pequena de alta da Selic em dezembro. Hoje, temos apenas uma correção técnica. Os fundamentos para os juros indicam que o Banco Central precisa promover um movimento relevante para trazer a inflação para a meta", comentou. A Oren projeta um aumento da Selic da ordem de 200 pontos básicos ao longo de 2011, com o início do aperto já em janeiro, se o governo também ajudar com um esforço fiscal. "Se o governo não colaborar, o aumento dos juros terá de ser maior", apontou Fontes. Na agenda do dia, de acordo com a Fundação Getulio Vargas (FGV), a inflação medida pelo IGP-M acentuou-se em novembro, influenciada pelos preços no atacado. Depois de marcar alta de 1,01% no mês passado, o IGP-M teve inflação de 1,45% neste mês, no teto das expectativas do mercado. Já o Boletim Focus, do Banco Central (BC), mostrou nova piora das expectativas inflacionárias. Pela 11ª semana consecutiva, os analistas consultados elevaram sua projeção para o IPCA em 2010, de 5,58% para 5,72%. Da mesma forma, a previsão para o indicador em 2011 foi ampliada, de 5,15% para 5,20%, na terceira elevação seguida. Em relação às estimativas para o juro básico brasileiro o mercado manteve a previsão de taxa Selic em 10,75% em 2010, mas subiu a previsão para 2011, de 12% para 12,25%. (Beatriz Cutait | Valor)

Valor Online

SÃO PAULO - O dólar comercial inicia a semana ganhando valor do real

. A formação de preço continua refletindo a incerteza proveniente da Europa, onde o anúncio de um pacote de 85 bilhões de euros para ajudar a Irlanda não conteve a preocupação com a possibilidade de outros países serem contaminados pelos problemas de financiamento. Reflexo disso é o aumento no preço do seguro contra o calote da dívida de Portugal e Espanha. Por volta das 13h10, o dólar comercial subia 0,40%, a R$ 1,735 na venda. No mercado futuro, o dólar para dezembro, negociado na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F), apontava alta de 0,37%, também a R$ 1,735. Cabe lembrar que os agentes se preparam para a formação da Ptax (média das cotações ponderada pelo volume) que liquidará os contratos futuros. Hoje é o último dia para a rolagem de contratos de dezembro de 2010 para janeiro de 2011. Há pouco, o dólar para janeiro avançava 0,28%, saindo a R$ 1,746 na venda. Como bancos e estrangeiros estão vendidos (posição que ganha com a valorização do real), não é esperada grande valorização no preço da divisa americana. Pelos últimos dados disponíveis, referentes ao pregão de sexta-feira, o não residente tem US$ 4,09 bilhões em contratos e os bancos apresentam US$ 3,11 bilhões. Considerando também a posição em cupom cambial (juro em dólar), a posição vendida dos estrangeiros vai a US$ 12,45 bilhões enquanto os bancos estão comprados em US$ 7,37 bilhões. No câmbio externo, o euro cai com força refletindo a crescente incerteza que ronda a região. A moeda comum declinava 1,4%, sendo negociada na linha de US$ 1,307, menor preço desde meados de setembro. O Dollar Index, que mede o desempenho da divisa americana ante uma cesta de moedas, subia 0,91%, a 81,09 pontos. Nas bolsas, as ordens de venda são maioria. O Dow Jones perdia mais de 1% e operava abaixo dos 11 mil pontos. Por aqui, o Ibovespa, da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), recuava 1,03%. (Eduardo Campos | Valor)

EFE

México, 29 nov (EFE).- O Índice de Preços e Cotações (IPC) da Bolsa Mexicana de Valores (BMV) abriu nesta segunda-feira em baixa de 0,74%, aos 36.

México, 29 nov (EFE).- O Índice de Preços e Cotações (IPC) da Bolsa Mexicana de Valores (BMV) abriu nesta segunda-feira em baixa de 0,74%, aos 36.632,90 pontos. O giro financeiro foi de 663,6 milhões de pesos (US$ 53 milhões). EFE mex/sa

AE

Os investidores estrangeiros ingressaram com R$ 40,488 milhões na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) na última quinta-feira, dia 25

Os investidores estrangeiros ingressaram com R$ 40,488 milhões na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) na última quinta-feira, dia 25. Naquele pregão, o índice Bovespa (Ibovespa) fechou em queda de 0,38%, aos 69.361,63. O giro financeiro ficou muito abaixo do registrado nos pregões anteriores, em apenas R$ 2,5 bilhões.

Em novembro, até o dia 25, o saldo de capital externo na Bolsa está positivo em R$ 1,532 bilhão, com compras de R$ 35,295 bilhões e vendas de R$ 33,762 bilhões. No ano, há um superávit acumulado de R$ 6,229 bilhões em recursos estrangeiros.

AE

Com a proposta, prazo será igual ao oferecido para a Irlanda no programa de assistência financeira de 85 bilhões de euros

A Comissão Europeia deve propor a extensão do vencimento do pacote de resgate da Grécia de 110 bilhões de euros (aproximadamente R$ 251 bilhões) para sete anos e meio, dos três anos inicialmente acertado, disse nesta segunda-feira o comissário europeu para Assuntos Econômicos, Olli Rehn. Dessa forma, o prazo será igual ao oferecido para a Irlanda no programa de assistência financeira de 85 bilhões de euros fechado ontem.

 

"Examinaremos a possibilidade de prolongar o vencimento dos empréstimos da Grécia para sete anos e meio. Estamos no momento avaliando essa questão e faremos uma proposta em breve", afirmou Rehn. O ministro das Finanças da Grécia, George Papaconstantinou, disse que o país receberá um "período de carência de quatro a sete anos para pagar os empréstimos obtidos dos credores internacionais". "A decisão foi tomada para que haja tratamento igual ao dado à Irlanda e para enviar uma mensagem aos mercados", disse Papaconstantinou.

 

A extensão reduz a pressão sobre os compromissos externos do país durante 2014 e 2015, quando 140 bilhões de euros em vencimentos estavam previstos. Essa projeção foi considerada "otimista" pelo Fundo Monetário Internacional (FMI). Entretanto, a taxa de juro sobre o empréstimo concedido pela União Europeia e pelo FMI será elevada em consequência da extensão, de uma taxa fixa média de 5,5% para cerca de 5,8% ao ano, disse Papaconstantinou.

 

"A decisão é muito importante, abre o caminho para o retorno ao mercado antes do esperado", acrescentou o ministro. A Grécia pretende voltar a captar no mercado de bônus com a emissão de prazos mais longos em meados de 2011. As informações são da Dow Jones.

iG São Paulo

Oportunidades são para os cargos de arquiteto de soluções e analista de sistemas

A Ativas, empresa de tecnologia da informação, busca 10 profissionais para os cargos de arquiteto de soluções e analista de sistemas.

Os candidatos devem ter experiência em TI ou telecomunicações e conhecimento em gerência de projetos e nas práticas de Information Technology Infrastructure Library (Itil). É desejável também conhecimentos sobre custos e planejamento. Pede-se experiência com soluções técnicas de redes LAN, WAN e MAN, tecnologias SDH e DWDM, switches e storage.

O profissional deverá gerenciar todo o processo de oferta de soluções para o cliente, incluindo levantamento de dados, elaboração de solução, proposta e suporte à área de implantação.

Entre os benefícios oferecidos pela Ativas estão convênio saúde e odontológico, seguro de vida, vale-refeição e telefone celular corporativo.

Os interessados devem enviar currículo para vagasbd@ativas.com.br.

 


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