Agência Estado ? As eleições presidenciais no Haiti estão "caminhando bem", com pouca violência e apenas registros de problemas administrativos pequenos que podem ser facilmente solucionados, informou hoje Edmond Mulet, chefe da missão de paz das Nações Unidas. "As eleições estão ocorrendo pacificamente e é possível ver o grande interesse dos cidadãos pela democracia no País." Mulet afirmou que ocorreram "pequenos incidentes" no sudoeste da cidade de Desdunes. O prefeito da cidade Wesner Archelus, membro do partido de oposição, contou que confrontos entre alguns cidadãos o levaram a se refugiar na delegacia de polícia. Mais de 4,7 milhões de eleitores estão registrados. Deste número, enviados das Nações Unidas e da Organização dos Estados Americanos (OEA) afirmam que centenas de milhares morreram e aqueles que sobreviveram ainda não receberam seus cartões para votar - documento equivalente ao título de eleitor - e outros não têm certeza sobre onde devem votar. As informações são da Dow Jones.
28/11/2010 04:14 PM
BBC Brasil O governo de Israel aprovou neste domingo a construção de um campo de detenção que deverá comportar cerca de 10 mil refugiados africanos, a ser erguido no Sul do país. O primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, defendeu a construção do campo, afirmando que "há uma onda crescente de infiltradores ilegais que ameaça os empregos dos israelenses". De acordo com o premiê, o governo tem a obrigação de impedir a entrada dos africanos "para preservar o caráter do Estado". Segundo dados oficiais, cerca de 1,2 mil africanos entram em Israel todo mês. Já se encontram no país 35 mil pessoas originárias da África, principalmente do Sudão e da Eritreia. Boa parte delas atravessou o deserto egípcio do Sinai, cruzando a fronteira a pé. O gabinete de Netanyahu emitiu um comunicado afirmando que o "centro de moradia servirá para abrigar infiltradores que entram ilegalmente em Israel e não podem ser deportados - nesta etapa - para seus países de origem". "O centro fornecerá moradia, comida, bebida e assistência medica para os infiltradores", diz o comunicado oficial. Críticas a "gueto" ONGs israelenses de direitos humanos criticam a decisão do governo e advertem que o campo se transformará em um "gueto". O médico Ido Luria, da ONG Médicos pelos Direitos Humanos, disse ao site de noticias Ynet que "a construção do campo de detenção para os refugiados é uma decisão ruim". "A prisão é um trauma que pode ser ainda mais difícil para pessoas que já passaram por traumas anteriores. A maioria daqueles que chegam aIsrael foram perseguidos em seus países de origem, e grande parte deles já passou por traumas como torturas e estupro", afirmou. "O Estado de Israel foi criado por refugiados e imigrantes e não pode se comportar de forma moralmente cega com outras pessoas, independentemente da cor da sua pele", declarou o médico. Luria também citou a resolução da ONU para a questão dos refugiados, assinada por Israel, que determina que os países têm a obrigação de preservar a saúde e os direitos dos refugiados, inclusive o direito de ir e vir, de adquirir documentação e de trabalhar. "Maioria judaica" Já o ministro do Interior, Eli Ishai, do partido ultraortodoxo Shas, criticou as ONGs que defendem os refugiados e afirmou que "eles querem parecer bonitinhos, mas dentro de dez anos uma comissão de inquerito irá investigar como perdemos a maioria judaica em Israel". O ministro da Segurança Publica, Itzhak Aharonovitz, se opôs à decisão e disse que o sistema penitenciário não poderá arcar com a responsabilidade pelo campo de detenção. "O sistema penitenciário não tem experiência ou conhecimento para lidar com a detenção de uma população civil e, portanto, não tem os instrumentos para cumprir essa missão", afirmou Aharonovitz. A ONG Centro de Apoio para os Trabalhadores Estrangeiros informou que desde a decisão do governo tem recebido um número crescente de chamadas de africanos que moram em Tel Aviv, preocupados com a possibilidade de serem levados para o campo de detenção. Na semana passada, o governo israelense decidiu construir uma barreira na fronteira com o Egito para impedir a entrada de refugiados e imigrantes ilegais da África.
28/11/2010 03:59 PM
iG São Paulo
28/11/2010 03:43 PM
EFE A candidata à Presidência do Haiti Mirlande Manigat, favorita nas pesquisas de intenções do voto para as eleições que neste domingo ocorrem no país, denunciou um suposta "grande fraude" no pleito. Ela detalhou que em vários locais as urnas já estavam "cheias" antes do início das votações e que os mesários dormiram no interior dos colégios eleitorais, o que não está previsto na lei eleitoral.
28/11/2010 02:31 PM
EFE Um tremor de 5,6 graus na escala Richter atingiu nesta madrugada a região do centro-sul do Chile, sem registro de vítimas ou danos visíveis, segundo informaram as autoridades. O terremoto ocorreu às 5h19 no horário local (6h19 de Brasília) e seu epicentro a 174 ao sul de Santiago, a uma profundidade de 41,9 quilômetros, informou o Instituto Sismológico da Universidade de Chile. Segundo o Escritório Nacional de Emergência (Onemi), o tremor foi percebido a partir da região de Valparaíso até Bío-Bío com diferentes graus de intensidade. Um pouco antes, às 4h31 no horário local (5h31 de Brasília), foi registrado outro tremor de 4,3 graus na escala Richter, em uma região a 220 quilômetros ao sul de Santiago, e a uma profundidade de 65,1 quilômetros.
28/11/2010 02:21 PM
EFE O Irã está disposto a cooperar com o Exército libanês e abastecer no que este julgar necessário, inclusive em material militar, afirmou neste domingo o ministro de Defesa iraniano, Ahmad Vahidi. A comunicação foi feita pelo militar iraniano ao primeiro-ministro libanês, Saad Hariri, quem no sábado à noite iniciou uma histórica visita oficial a Teerã. "Já o dissemos em várias ocasiões e neste domingo o repetimos novamente: estamos ao lado do Exército libanês e preparados para cooperar" em todos os terrenos, assinalou Vahidi, citado pela televisão estatal. Hariri insistiu em que "a estabilidade, a segurança e a unidade do Líbano desempenham um papel-chave na hora de solucionar os (diversos) conflitos que vivem a região" do Oriente Médio.
28/11/2010 01:57 PM
EFE O príncipe William não será o próximo rei da Inglaterra, antes de seu pai o ser, informa neste domingo The Sunday Telegraph, com base em informações ligadas ao primogênito do príncipe Charles e Lady Di para acabar com os rumores de que sucederá a rainha Elizabeth. O príncipe "não tem nenhuma intenção de ser coroado", afirmam ao Telegraph fontes ligadas ao príncipe William, de 28 anos, cuja popularidade subiu como o anúncio do casamento com Kate Middleton em abril de 2011. Recentes pesquisas apontam que a maioria dos britânicos considera William melhor opção para ocupar o trono que seu pai, endossando a tese de que Charles deveria ceder vez ao filho no dia da morte da rainha Elizabeth, que agora tem 84 anos. Para 56% dos britânicos, William seria melhor rei, contra 12% que preferem o príncipe de Gales. "O príncipe William nem cogita a ideia de outra pessoa a não ser o príncipe de Gales (de 62 anos) deva ser o próximo monarca", diz um alto ajudante real não identificado. O ajudante garante que William "sabe das especulações" e conhece, principalmente, "qual é seu lugar na família real", e acrescenta que ele não deseja adiantar a ordem dos fatos. Outras fontes da família real indicam que o príncipe não compartilha a opinião de sua mãe, que em entrevista à BBC, em 1995, manifestou que seu filho estaria melhor preparado para enfrentar as responsabilidades da chefia do Estado do que seu ex-marido. "O príncipe William sente orgulho de sua mãe e de suas conquistas, mas isso está muito longe do que ele pensa. Tem uma relação muito estreita com seu pai e o apoia de maneira em seu trabalho como príncipe de Gales", dizem estas fontes. O The Sunday Telegraph garantiu que o príncipe William escolhe há muito tempo os eventos públicos aos quais comparece para não roubar o protagonismo de seu pai.
28/11/2010 11:50 AM
EFE A nova série de vazamentos de documentos oficiais americanos por meio do site Wikileaks prevista para as próximas horas vai colocar à prova a relação entre os Estados Unidos e o Reino Unido. O anúncio consta neste domingo na imprensa britânica, antecipando conteúdos de alguns documentos, principalmente comunicações recentes entre as embaixadas americanas e Washington do período entre janeiro de 2009 e junho de 2010. Fontes do Governo britânico citadas pelo The Sunday Telegraph indicaram que os vazamentos serão publicados a conta-gotas durante toda semana e incluem comentários de diplomatas americanos sobre o ex-primeiro-ministro trabalhista britânico Gordon Brown e sobre as eleições realizadas em maio. Uma dessas fontes explicou que os vazamentos "serão mais embaraçosos do que prejudiciais" para o atual governo de coalizão entre conservadores e liberais-democratas, mas que "o anterior governo trabalhista tem muitas mais razões para ficar nervoso". O Sunday Telegraph assinala que é "praticamente certo" que as conversas abordam o difícil relacionamento de Brown com o presidente americano, Barack Obama, incluindo uma visita a Nova York em setembro de 2009 durante a qual a Casa Branca foi acusada de "desprezar" o ex-líder britânico. The Mail on Sunday garante que serão divulgadas 800 mensagens da embaixada americana em Londres com comentários "negativos e hostis" sobre Brown e o governo trabalhista, supostamente em relação à entrega no ano passado à Líbia de Abdelbaset Ali Mohmed Al Megrahi, condenado pelo atentado de Lockerbie de 1988. A publicação afirma que há "corrosivos" comentários sobre a personalidade de Brown e preocupação com que seguisse no poder. Conforme o jornal britânico, os documentos poderiam mostrar "a pouca consideração" que a Casa Branca tem pela denominada "relação especial" entre Washington e Londres, e que a opinião sobre o atual primeiro-ministro, David Cameron, também não é boa. Após conhecer-se que seriam divulgados novos documentos pelo WikiLeaks, o governo americano entrou em contato com seus aliados, preocupado pelo dano que estas revelações possam causar na relação com países como Reino Unido, Israel e Canadá. No caso de Londres, o embaixador americano, Louis Susman, reuniu-se nos últimos dias com membros do governo britânico. Sunday Telegraph e The Mail on Sunday informam que a primeira divulgação de documentos deverá trazer "comentários vívidos" feitos por diplomatas americanos sobre líderes mundiais como Nelson Mandela, Robert Mugabe (presidente do Zimbábue), Hamid Karzai (presidente do Afeganistão) e Muammar Kadafi (presidente da Líbia).
28/11/2010 11:43 AM
Agência Estado O presidente da Comissão Europeia, Jose Manuel Barroso, disse que um acordo sobre o pacote de ajuda financeira para a Irlanda provavelmente será alcançado neste domingo, para reduzir os temores de contágio da crise irlandesa para outros países da área do euro. "Temos todos os instrumentos necessários para responder à ocorrência de uma nova crise", disse Barroso, em entrevista à rádio francesa Europe 1, hoje. Os mercados têm especulado que Portugal e Espanha seriam os próximos países da região a pedirem suporte formal da União Europeia (UE) e do Fundo Monetário Internacional (FMI). O primeiro-ministro espanhol, Jose Luis Rodriguez Zapatero, descartou um resgate no estilo do irlandês para seu próprio país, ao dizer, neste sábado, que estava pronto para acelerar as reformas econômicas, se assim for necessário. Ao falar na sexta-feira em Paris, Barroso, que é português, disse que eram falsos os rumores de que a UE estava pressionando Portugal a aceitar ajuda financeira. Barroso espera um acordo "unânime" dos ministros financeiros europeus sobre o pacote de resgate para a Irlanda na tarde de hoje. Ao ser questionado se o montante de US$ 85 bilhões seria suficiente, Barroso respondeu: "esta é sua avaliação". As informações são da Dow Jones.
28/11/2010 11:06 AM
EFE Os colégios eleitorais do Haiti abriram neste domingo por volta das 6h no horário local (9h de Brasília) para a escolha do novo presidente deste país caribenho. Cerca de 4,7 milhões de eleitores estão aptos a eleger também 11 dos 30 senadores do país e os 99 parlamentares da Câmara dos Deputados. Até as 16h no horário local (19h de Brasília) os colégios permanecerão abertos. Nos primeiros minutos após abertura, a capital Porto Príncipe estava tranquila com milhares de pessoas nas ruas apesar de ser domingo, dirigindo-se aos centros de votação, as missas e ao trabalho. Em Cité Soleil, um dos bairros mais pobres, centenas de pessoas se amontoavam nas portas dos colégios eleitorais à espera da abertura das urnas. Muitos haitianos expressaram interesse em votar neste pleito em busca de uma mudança que contribua para dar um novo rumo econômico e social ao país. Entre os 18 candidatos à Presidência, a candidata Mirlande Manigat, favorita nas pesquisas eleitorais com 36% de intenções de voto, advertiu a possibilidade de fraude. Depois de Manigat, o candidato governista Jude Celestin aparece nas pesquisas com 20,2% das intenções de voto. Se confirmadas essas previsões seria necessário um segundo turno que deverá ocorrer em 16 de janeiro.
O dia começou calmo em um país que ainda sofre as consequências do terremoto em 12 de janeiro e de uma grave epidemia de cólera declarada no final de outubro que já causou 1,6 mil mortos e afetou 72 mil.
28/11/2010 11:03 AM
EFE Os Irmãos Muçulmanos do Egito - grupo com grande influência religiosa na sociedade e na política egípcia - denunciaram neste domingo "irregularidades graves" nas primeiras horas do pleito parlamentar, incluindo restrições de acesso aos centros de votação e o bloqueio de seu site na internet. Um dos porta-vozes deste grupo político, proibido, mas tolerado em parte pelo governo, disse à Agência Efe que as autoridades proibiram os representantes dos candidatos do grupo de entrar em 70% e 80% dos centros eleitorais. Os Irmãos Muçulmanos, o principal grupo da oposição, proibido desde 1954, mas que apresenta seus candidatos a deputado como independentes, só propuseram aspirantes para um terço das cadeiras em disputa. O site dos Irmãos Muçulmanos (www.ikhwanweb.com) "foi bloqueado e seu link no pode ser acesso a partir do Egito", mas sim a partir de outros países. Segundo o porta-voz, a presença dos juízes nos centros eleitorais "é muito frágil diante do poder da Polícia, que aterrorizou aos eleitores em algumas zonas eleitorais".
28/11/2010 10:00 AM
EFE A Coreia do Sul e os Estados Unidos iniciaram neste domingo manobras navais de quatro dias em resposta ao ataque norte-coreano de terça-feira contra a ilha de Yeonpyeong, o que elevou a tensão na região enquanto Pyongyang se mantém em posição de combate. Nesta manhã, a chegada do porta-aviões de propulsão nuclear USS George Washington, com 6 mil militares e 75 aviões de combate a bordo, marcou o início das manobras conjuntas nas quais participam cerca de dez navios de guerra, entre estes destróieres, fragatas e aviões antissubmarinos. Os exercícios, que incluem aviões-espiões, começaram a 40 quilômetros do litoral de Taean (Coreia do Sul), a pouco mais de 100 quilômetros ao sul da ilha de Yeonpyeong, atacada em 23 de novembro pela artilharia norte-coreana com o resultado de quatro mortos: dois militares e dois civis sul-coreanos. Como informaram os Estados Unidos, as manobras já estavam planejadas anteriormente, embora só tenham sido anunciadas na quarta-feira. O desdobramento militar aumentou a tensão na região. O Exército americano, no entanto, garantiu que a operação tem "natureza defensiva" e objetivo de dissuadir o regime de Kim Jong-il. Segundo fontes militares sul-coreanas, em coincidência com o início das manobras, a Coreia do Norte realizou neste domingo disparos de artilharia dentro de território norte-coreano, nas proximidades da ilha sul-coreana de Yeonpyeong, que voltaram a obrigar aos residentes a refugiar-se nos bunkers. Uma fonte do governo de Seul consultada pela agência Yonhap indicou que a Coreia do Norte mobilizou mísseis terra-ar, do modelo soviético SA-2, com alcance de entre 13 e 30 quilômetros, e mantém suas posições de artilharia prontas para combate. Conforme a agência, "os mísseis parecem ter como alvos os caças que voam perto da Linha Limítrofe do Norte (NLL)", que faz, às vezes, de fronteira marítima entre as duas Coreias no Mar Amarelo (Mar Ocidental) e que Pyongyang não reconhece. As mesmas fontes indicaram que a Coreia do Norte colocaram mísseis terra-terra com alcance de 95 quilômetros coincidindo com o início das manobras. A Coreia do Norte indicou neste domingo por meio da agência estatal KCNA que responderá "a qualquer provocação que viole suas águas territoriais", enquanto o jornal oficial Rodong Sinmun afirmou que o ataque a Yeonpyeong foi "um legítimo exercício de autodefesa". Por sua vez, China manteve uma intensa atividade diplomática para mediar o conflito e reduzir a tensão entre as duas Coreias, e ao mesmo tempo criticou as manobras militares conjuntas por não contribuir para reduzir a escalada na região. Negociação Neste domingo, o Ministério de Exteriores chinês propôs reatar as conversas de seis lados para o desarmamento nuclear de Pyongyang, das quais participam além das duas Coreias, a China, os EUA, o Japão e a Rússia. A Casa Presidencial sul-coreana, no entanto, deixou claro que não é o momento adequado para voltar a esse diálogo. O presidente sul-coreano, Lee Myung-bak, reuniu-se em Seul neste domingo com o conselheiro de Estado chinês Dai Bingguo, a quem pediu que China atue com "justiça e responsabilidade" para manter a paz na península coreana, e advertiu que Seul responderá com "contundência" a nova provocação norte-coreana. O enviado chinês defendeu "trabalhar para prevenir a deterioração da situação" e transmitiu as condolências do presidente da China Hu Jintao pelas vítimas do ataque a Yeonpyeong, que causou ainda danos materiais estimados em 3,2 milhões de euros. A tensão na região onde ocorreu a troca de tiros de artilharia na última terça-feira é tal que neste domingo alguns sons de detonações e movimentos no litoral norte-coreana em frente à ilha de Yeonpyeong suscitaram os alarmes e acabaram por fazer com que a Coreia do Sul tenha pedido aos jornalistas, cerca de 400, que abandonem a ilha. Além disso, o secretário do Comitê Central do Partido dos Trabalhadores norte-coreano, Choe Thae-bok, muito próximo a Kim Jong-il, viajará para Pequim na próxima semana, presumivelmente para tentar evitar uma escalada de violência entre as duas Coreias. Pequim não vê com bons olhos as manobras entre os Estados Unidos e a Coreia do Sul no Mar Amarelo e advertiu que não aceitará violação de sua região econômica exclusiva nessas águas, onde os navios de guerra americanos e sul-coreanos praticarão uma operação até quarta-feira com uso de fogo real.
28/11/2010 08:57 AM


