AE Dois homens armados com fuzis roubaram um posto de combustível nesta madrugada, por volta das 3h30, na Avenida Paula Ferreira, na Freguesia do Ó, na zona norte de São Paulo. Eles fugiram com combustível e aparelhos celulares. A dupla invadiu o posto no momento em que o caixa era fechado. Eles prenderam funcionários e clientes que estavam no local em um depósito. Depois, os suspeitos pegaram os aparelhos telefônicos das vítimas, combustível e arrombaram dois caixas eletrônicos e uma loja de conveniência. O representante do estabelecimento não soube informar se algo foi roubado dos caixas e da loja. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública (SSP), após uma hora e meia, um dos clientes conseguiu sair pela janela e abrir a porta do depósito. A polícia solicitou perícia no local. O caso foi registrado no 72º Distrito Policial (DP), na Vila Penteado, e depois encaminhado ao 28º DP, na Freguesia do Ó.
24/11/2010 03:03 PM
Márcio Apolinário, especial para o iG A PolÍcia Civil pretende encerrar nesta quarta-feira o inquérito que investiga as agressões realizadas pelos quatro menores de idade e pelo maior, Jonathan Lauto Domingues, de 19 anos, conta pelo menos cinco pessoas em São Paulo. Segundo o delegado José Matallo Neto, do 5º Distrito Policial, responsável pelo caso, a última testemunha será ouvida nesta tarde. Ele afirma que já existem informações suficientes para finalizar as investigações. "Agora só preciso ouvir essa testemunha para concluirmos o caso. Ela apenas confirmará o que já vimos nos vídeos das câmeras de segurança. Nessas images ficou bem claro o que aconteceu. Vimos a brutalidade da ação desses jovens. Embora não tenhamos registro da outra versão, temos testemunhas? disse Matallo. Ainda na tarde de hoje o advogado de Jonathan, Édio Dalla Torre Junior, esteve presente no 5 Distrito Policial para entregar uma petição ao delegado, alegando que seu cliente não participou das agressões. Ele afirmou não existir provas para acusá-lo pelos ataques. ?O Jonathan não bateu em ninguém, as imagens deixam isso claro. Não existem provas e a Justiça não tem motivo para pedir a prisão preventiva dele. Ele é inocente?, enfatizou. Outra vítima Conforme Matallo, outro jovem pode ter sido vítima dos adolescentes. O rapaz, cujo nome não foi divulgado e que teria sido agredido na saída de uma casa noturna no bairro de Moema, zona sul de São Paulo, prestou depoimento na terça-feira. Segundo o delegado, o rapaz não prestou queixa no dia da agressão e foi direto ao Ministério Público quando soube que os adolescentes tinham feito outras vítimas. A vítima teria reconhecido um dos agressores em um site de relacionamento. ?Essa agressão também foi sem nenhum motivo. Não dá para entender o porquê de tanta barbaridade. Foram agressões gratuitas?, reforçou. Imagens A Polícia Civil também divulgou na terça-feira novas imagens da primeira agressão feita pelo grupo de na Avenida Paulista. Em gravação feita pela câmera de segurança de um prédio, a vítima está esperando um táxi quando o grupo se aproxima e começa a agredi-la sem nenhum tipo de aviso. Após receber chutes e socos, o rapaz cai no chão e continua sendo atacado pelo grupo. A 1ª Vara da Infância e Juventude de São Paulo já decretou a internação provisória dos quatro adolescentes envolvidos nos atos violentos, mas até ás 14h30 desta quarta-feira aind anão haviam se apresentado.
24/11/2010 02:42 PM
Severino Motta, iG Brasília O ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, anunciou nesta quarta-feira, 24, que os presídios federais têm 50 vagas à disposição de presos do Rio que o governo fluminense queira transferir. Na véspera, o secretário de Segurança do Rio, José Mariano Beltrame, havia solicitado a transferência de oito presos para presídios federais. Eles irão para o presídio federal em Porto Velho, Rondônia. Beltrame anunciou que gostaria de enviar outros cinco para fora do Estado. Os presos, cujas identidades não foram reveladas, são suspeitos de envolvimento na série de ataques cometidos pelos tráficos na capital carioca e na região metropolitana. Barreto foi reticente em afirmar que a ordem para os ataques tenha sido dada de dentro dos presídios. Questionado por repórteres, respondeu: ?Não. A inteligência identificou tentativas de uma visita passar bilhete para um dos apenados onde mostrava insatisfação com o esquema das UPPs?. Ele descartou a hipótese de pedir o enquadramento no RDD (Regime Disciplinar Diferenciado) os criminosos que estão nos presídios federais suspeitos de envolvimentos nas ações. ?Isso é sempre uma avaliação do juiz de execução penal, que tem melhores condições de avaliar cada caso individualmente?. E também disse que é prematuro discutir o uso da Lei de Segurança Nacional contra os responsáveis pelos ataques. ?Isso vai ser visto num segundo momento, quando uma investigação criminal mais ampla puder investigar com precisão o que aconteceu? Força Nacional Barreto também colocou efetivos da Força Nacional de Segurança à disposição do governo do Rio. ?Se for necessário o governador Sergio Cabral pedirá e nos vamos imediatamente encaminhar?, afirmou ele. ?Conversei com o governador e ele me disse que por enquanto não havia necessidade, mas não está descartado?, contou. ?Neste momento a avaliação do governo é que era melhor a polícia rodoviária federal nas rodovias? (veja aqui vídeo com o ministro). O secretário de Segurança Pública do Rio, José Mariano Beltrame, se disse contrário ao uso da Força Nacional neste momento. ?Se for preciso, iremos pedir. Mas isso não resolve o problema?.
24/11/2010 02:27 PM
Sabrina Lorenzi, iG Rio Janeiro Depois da ação criminosa que levou pânico durante a madrugada desta quarta-feira (24) a moradores dos bairros do Fonseca e de São Januário, em Niterói, na região metropolitana, a rotina foi retomada na região. O comércio abriu as portas normalmente pela manhã e vítimas dos ataques saíram para trabalhar. Três veículos foram queimados na cidade. O proprietário de um deles, o professor universitário Jurandir de Abreu, viu de perto a ação dos bandidos. O carro dele, um fox, foi incendiado na porta de sua casa enquanto ele e a família dormiam, na rua Soares de Miranda. Ele disse que o fogo chegou bem perto da janela onde dormiam. Com medo do incêndio, a família de Jurandir e os vizinhos deixaram suas casas e aguardaram a chegada dos bombeiros na rua. ?Na correria, a pressão da minha mãe, que é idosa, subiu e ela não dormiu a noite inteira?, conta ele, cujo carro tinha seguro. O irmão de Jurandir, que é deficiente visual, também passou mal. Além do automóvel, o professor universitário perdeu documentos e uma parte do material que usava para dar aulas. ?Não sei onde vamos parar com isso?, desabafou Jurandir, que disse acreditar que a ação dos bandidos pode ter sido uma retaliação às Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) no Estado. ?A UPP é muito boa para a comunidade, mas, e o restante da população, como fica??, questionava ele. Testemunha do ataque a um outro veículo no bairro, o dedetizador Gérson Henrique Vasconcelos conta que os homens que incendiaram o automóvel gritavam e mandavam os moradores fecharem as janelas. ?Para mim o recado está muito claro. Eles estão dizendo que agora vieram para o asfalto?, opinou. Dona de casa pula muro com medo das chamas Em São Januário, onde um carro também foi queimado, a dona de casa Rosimar Melo contou que ela e o marido pularam o muro, pelos fundos da casa onde moram, com medo das chamas. O carro incendiado, conta ela, pertencia a um vizinho. O proprietário do veículo, no entanto, não foi localizado porque, segundo moradores, ele já teria saído para trabalhar.
24/11/2010 02:24 PM
AE Uma estudante de 15 anos morreu após ter sido agredida pelos próprios pais na cidade de Cafelândia, interior de São Paulo, segundo informações da polícia. Os pais dela, um motorista de 38 anos e uma dona de casa, de 42, foram presos. Conforme a polícia, a menina recebeu uma surra na casa em que morava, no centro do município, após os pais descobrirem que ela havia beijado um rapaz em uma praça da cidade. A jovem foi levada para a Santa Casa e depois transferida ao Hospital Estadual de Bauru, mas não retistiu e morreu por volta das 5h45 desta quarta-feira. O pai da menina disse à polícia que encontrou um frasco de perfume e outro de xampu vazios ao lado da cama da filha e desconfia que ela tenha ingerido o conteúdo deles. A Polícia Civil investiga o caso.
24/11/2010 02:11 PM
Fábio Grellet, especial para o iG Foto: AE As caixas de madeira deixadas em duas praças de Ipanema, zona sul do Rio, na manhã de quarta-feira (24), não continham bombas nem faziam parte de nenhum atentado, como suspeitou a polícia. Elas faziam parte de uma ação promocional da empresa P&G relacionada à campanha ?Avião do Faustão?, cujo garoto-propaganda é o apresentador Fausto Silva. Segundo a Polícia Civil, a empresa Moda Promoções & Eventos, responsável pela ação de marketing, pediu autorização à Prefeitura do Rio para deixar cinco caixas em locais da zona sul do Rio, hoje de manhã. Essa autorização não foi concedida, afirma a polícia, mas ainda assim as caixas foram distribuídas. Duas delas causaram pânico entre pedestres e motoristas que transitavam pelas praças Nossa Senhora da Paz e General Osório, em Ipanema. Eles temiam que as caixas contivessem bombas. Tem mais informações sobre os ataques no Rio? Envie fotos, vídeos e relatos para o Minha Notícia
O Esquadrão Antibombas foi chamado, arrombou as caixas e descobriu que estavam vazias. Por precaução, o trânsito na rua Visconde de Pirajá foi interditado por cerca de uma hora. Na praça General Osório, mais de cem pessoas se reuniram para acompanhar a abertura da caixa.
Segundo a polícia, outras caixas iguais haviam sido deixadas na praça Cardeal Arcoverde, em Copacabana, e no Parque dos Patins, na Lagoa, todas na zona sul. A Polícia Civil pretende pedir à empresa promotora da ação de marketing o ressarcimento dos gastos com a operação de abertura das embalagens.
Procurada pelo iG, a P&G divulgou nota confirmando que as caixas faziam parte de ação promocional da empresa. ?Lamentamos profundamente pelo desconforto causado à população e aproveitamos para informar que a ação foi imediatamente suspensa no Rio de Janeiro e nas demais cidades?, diz a nota.
24/11/2010 01:16 PM
iG São Paulo Foto: ARQUIVO PESSOAL O Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu, nesta quarta-feira, por dois votos a um, que os acusados pela morte da advogada Mércia Nakashima, Mizael Bispo de Souza e Evandro Bezerra da Silva, devam ser julgados na cidade de Guarulhos, Grande São Paulo, caso sejam mandados a júri popular. A Justiça já havia decidido que eles fossem julgados na cidade onde a vítima morava. No entanto, a defesa entrou com recurso alegando incompetência do juízo, isso porque o clamor público gerado em Guarulhos impediria, segundo os advogados, que o julgamento fosse isento. Eles pediram a transferência do caso para Nazaré Paulista, interior do Estado, onde o corpo da advogada foi encontrado, mas o Tribunal de Justiça confirmou a decisão anterior e manteve em Guarulhos. Segundo o desembargador Breno Guimarães, "o juízo competente para processamento e julgamento do feito é aquele que melhor facilitará a produção de provas, o bom funcionamento da máquina judiciária e a celeridade processual, propiciando, assim, a maior exatidão possível na apuração dos fatos". Segundo o TJ, o juiz Leandro Bittencourt Cano, que espera o posicionamento do TJ, irá agora decidir se os dois irão a júri. Entre os dias 18 e 21 de outubro, Cano presidiu a audiência de instrução do caso, ouviu testemunhas de defesa e acusação, o delegado Antônio Olim, o perito Renato Pattoli, além dos réus, para formar sua convicção. Mizael Bispo, ex-namorado da vítima, foi ouvido no dia 21 de outubro e voltou a negar que tenha matado Mércia. Ele atribuiu a acusação do crime a ?inimigos?. ?Acho que foi uma armadilha que fizeram pra mim. Quando termina um relacionamento o outro é sempre suspeito. Como não tem outra investigação, fizeram isso?, afirmou. Mizael disse também que confia na Justiça e irá provar sua inocência. ?Quando acabar isso vou começar a minha investigação e desmascarar muita gente?. O vigia Evandro Bezerra da Silva que chegou a confessar participação no crime - dizendo que foi buscar Mizael na represa após ele ter matado a ex - afirmou na audiência que foi torturado por policiais de Sergipe. Na ocasião, a mãe de Mércia, Janete Nakashima, disse que estava ?satisfeita? com a audiência. ?Muitas contradições já sabíamos e só vieram a provar o que já sabíamos, que foram eles os assassinos da minha filha?, considerou. "Apesar da dor, de que minha filha não volta mais, eles serão condenados?, opinou, confiante. O crime Mércia foi vista pela última vez no início da noite do dia 23 de maio, no bairro Macedo, em Guarulhos, na casa da avó. Depois que saiu de lá, não fez mais contato com amigos ou a família. Mércia e Mizael foram sócios e namorados. Em entrevista ao iG, antes mesmo de saber da morte da irmã, Cláudia Nakashima, disse que o namoro dos dois foi marcado por idas e vindas e muitas brigas. "Quando estava com ele Mércia era outra pessoa. Ela não podia falar com ninguém, vizinhos do prédio até falam que quando ela estava sozinha no elevador cumprimentava; quando estava com ele, abaixava a cabeça?, disse Cláudia. No dia 11 de junho, um pescador encontrou o corpo de Mércia boiando em uma represa de Nazaré Paulista. No mesmo local, um dia antes, homens do Corpo de Bombeiros de Atibaia já haviam localizado o veículo da vítima, com todos os pertences dela dentro. O laudo divulgado no dia 20 de julho pelo Instituto Médico Legal (IML) diz que Mércia foi ferida por disparo de arma de fogo no braço esquerdo, na mão direita e no maxilar. Além desses ferimentos, ainda foi atingida no rosto por um outro objeto, que a perícia não conseguiu precisar qual foi. A causa da morte apontada no laudo é afogado. Para a polícia, ela teria sido jogada dentro do carro, ainda com viva, mas desacordada, na lagoa de Nazaré Paulista. *Com informações da Agência Estado
24/11/2010 12:17 PM
iG Rio de Janeiro Sérgio Cabral, governador do Rio de Janeiro, pediu que a população do Estado não entre em pânico e mantenha a rotina, apesar dos ataques criminosos registrados em diversas regiões do Estado. "Mantenham a calma, mantenham a rotina. É a melhor resposta. Tudo o que o marginal quer é provocar o pânico", disse ele, em entrevista por telefone à rádio "CBN" na manhã desta quarta-feira (24). "Evidentemente que alguém que está no trânsito e é abordado pelo marginal entra em desespero, claro. Mas não vamos nos acuar. Vamos superar esse momento que o Rio de Janeiro enfrenta", afirmou o governador. Sérgio Cabral voltou a afirmar que as ações criminosas "são manifestações desesperadas de tentativa de enfraquecimento de nossa política de segurança". E afirmou que a Secretaria de Segurança Pública vai manter a política de enfrentamento, com operações em favelas e nas ruas do Estado. Cabral reafirmou que as pacificações nas favelas controladas por traficantes de drogas serão levadas à frente e afirmou: "Não vão nos inibir". Acompanhe a seguir os principais trechos da entrevista: Enfrentamento aos ataques: Planejamento: Sensação de insegurança: Transferência de presos: Ajuda do governo federal: Repercussão dos ataques no exterior: Olimpíadas:
"A maioria dos policiais está nas ruas. Estão se empenhando para defender a todos nós. Estou em contato permanente com o Mariano (José Mariano Beltrame, secretário de Segurança Pública do Rio). Nossa equipe de segurança pública é extraordinária, corajosa e tem enfrentado tudo com rigor."
"Vamos continuar com a política de inteligência comandada pela Polícia Civil, com o apoio da Polícia Federal, das Forças Armadas. Temos um gabinete de crise, que está sob o comando do secretário Mariano. E, evidentemente, manteremos as ações permanentes, que não se esgotam quando terminarem os ataques. Não tem acordo. Disse isso em março de 2007. Não tem paz falsa. Vamos continuar nessa luta para garantir paz verdadeira para a população. É uma política difícil porque muda a lógica de segurança e muda financeiramente o poder paralelo. Mas temos que enfrentar essa situação."
"Peço a população muita serenidade, tranquilidade. Estamos enfrentando uma ação desesperada. Os marginais achavam que nossas primeiras ações eram temporárias. Agora, caiu a ficha. Mantenham a calma, mantenham a rotina. É a melhor resposta. Tudo o que o marginal quer é provocar o pânico. Evidentemente que alguém que está no trânsito e é abordado pelo marginal entra em desespero, claro. Mas não vamos nos acuar. Vamos superar esse momento que o Rio de Janeiro enfrenta. São manifestações desesperadas de tentativa de enfraquecimento de nossa política de segurança."
"Hoje estão seguindo mais oito presos para fora do Rio de Janeiro. Não se tinha esse hábito no Rio de Janeiro. Quando enviei a primeira leva de marginais para Catanduvas, me dei conta de que era um feito histórico. De lá para cá, temos vários criminosos, milicianos, em presídios federais. Isso é uma política de rotina de quebrar esse elo da marginalidade."
"Falei com o presidente Lula ontem duas vezes, pedimos reforço da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Temos um trabalho permanente com as forças federais, Não fazemos pirotecnia, fazemos ações concretas. As Forças Armadas tem feito um trabalho de inteligência junto conosco. Esse trabalho vai adiante. Não temos pudor de solicitar apoio, mas temos uma política. Minha confiança é 100% no secretário José Mariano Beltrame. E eu trabalho com hierarquia e dando autonomia ao meu secretário. Nós não podemos perder o nosso foco. Temos um secretário de Segurança que é extremamento sereno e firme. Temos noção da dimensão e da profundidade do que estamos enfrentamdo. Não podemos fraquejar, perder a rota ou a direção. Estamos contando com o apoio das instituições. Não tem solução mágica, é muita transpiração e muito trabalho. Temos um plano de metas."
"Nunca escondemos à toda população e aos formadores de opinião da comunidade internacional de que nós enfrentamos uma situação de mudanças e isso traz reações. E o mundo inteiro compreende isso. Hoje nós temos um Rio de Janeiro com enorme valorização imobiliária. Há uma atividade econômica efervescente na cidade. Ninguém tem ilusão de que esses ataques não causam danos, claro que causam. Mas acho que a comunidade internacional está vendo é que hoje há uma política de segurança pública efetiva."
"Ganhamos para dar a população do Rio de Janeiro um legado. Não foi para fazer uma festa de 21 dias. E esse legado nós vamos dar."
24/11/2010 11:28 AM
iG Rio de Janeiro Todos os policiais militares do Estado do Rio estão em "rigorosa prontidão" nesta quarta-feira (24), em meio à onda de ataques de criminosos a veículos pela capital e a Região Metropolitana, desde domingo. Assim, os PMs devem ficam de serviço Nesta terça-feira (23), o comando da corporação já tinha transferido cerca de 1.200 policiais da área administrativo para atuar operacionalmente e cortado folgas de seus integrantes. O objetivo, de acordo com nota, é "resguardar os cidadãos de bem e seu patrimônio". O porta-voz da PM, coronel Henrique Lima Castro, afirmou na terça que as ações dos criminosos são "desesperadas", pela perda do território de favelas com a implantação das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs). De acordo com o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, os ataques promovidos foram ordenados por criminosos presos. Tem mais informações sobre os ataques no Rio? Envie fotos, vídeos e relatos para o Minha Notícia
24/11/2010 11:24 AM
AE Só quatro em cada dez brasileiros usam preservativos e metade não sabe se é ou não portador do vírus HIV. Os dados publicados dia 23 de novembro pela Organização das Nações Unidas (ONU) mostram que, se o Brasil é considerado um exemplo no combate à doença, há problemas na estratégia da prevenção. O governo lembra que entre 15 a 19 anos a taxa é de 76%, mas cai para um a cada três homens entre 25 e 49 anos. Hoje, o País destina menos de 10% de seu orçamento de US$ 623 milhões para a aids para a prevenção. O resto vai para a compra de remédios.
A taxa de uso do preservativo - maneira considerada a mais eficiente na luta contra a doença - é de 43%, inferior à de países africanos, europeus e latino-americanos.
O coordenador da unidade de prevenção do departamento de DST Aids do Brasil, Ivo Brito, afirma que não é possível comparar dados nacionais do uso de preservativo com indicadores de países onde a aids é uma doença generalizada. Admite, no entanto, a queda do uso de camisinhas no País entre jovens. ?Desde que tendência foi identificada, há dois anos, reforçamos políticas de prevenção, ampliando oferta do insumo." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
24/11/2010 11:07 AM
Fábio Grellet, especial para o iG Foto: AE Duas caixas de madeira que poderiam conter bombas causaram pânico entre motoristas e pedestres que passavam por praças de Ipanema, na zona sul do Rio, na manhã desta quarta-feira (24). A primeira foi identificada na Praça Nossa Senhora da Paz e tinha cerca de um metro de largura por um metro de comprimento. Tem mais informações sobre os ataques no Rio? Envie fotos, vídeos e relatos para o Minha Notícia
O esquadrão antibombas foi acionado e arrombou a embalagem, que estava vazia. Em seguida, a mesma equipe foi até a Praça General Osório, onde outra caixa do mesmo tamanho havia sido deixada ainda durante a madrugada ao lado de uma cabine da Polícia Militar. Essa embalagem também foi aberta e estava vazia como a primeira. Mais de cem pessoas se reuniram na Praça General Osório para acompanhar a atuação do esquadrão.
Para a abertura das caixas, que poderiam explodir, a Rua Visconde de Pirajá teve o transito interditado por cerca de uma hora, gerando congestionamento em várias vias de Ipanema. Entre moradores das imediações surgiu o boato de que uma terceira caixa teria sido deixada em outra praça de Copacabana, mas a polícia nega.
24/11/2010 11:01 AM
iG Rio de Janeiro Em meio aos ataques incendiários de criminosos a veículos pela Região Metropolitana do Rio, duas suspeitas falsas de bomba em caixas de madeira provocaram o isolamento das praças General Osório e Nossa Senhora da Paz, em Ipanema, área nobre na zona sul do Rio. Agentes do Esquadrão Antibomba da Polícia Civil ficaram no local por cerca de duas horas e meia, isolaram a área e abriram as caixas. Nenhum material explosivo foi encontrado. Em uma delas, havia apenas uma chave. As caixas de madeira, de cerca de um metro de altura, estavam fechadas a cadeado. Na General Osório, o material estava colocado a cerca de dez metros de uma cabine da Polícia Militar. O local foi interditado, e o tráfego da Rua Visconde de Pirajá, a principal do bairro, foi interrompido por cerca de uma hora entre as ruas Farme de Amoedo e Jangadeiros ? mas já está liberado.
24/11/2010 10:26 AM


