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Inseguro com a condução da política econômica no governo de Dilma Rousseff, o mercado financeiro abandonou o estado de calmaria visto durante a campanha eleitoral. Os juros dos contratos negociados no mercado futuro dispararam nos últimos dias, informa a reportagem de Érica Fraga publicada na Folha nesta terça-feira (íntegra somente para assinantes do jornal e do UOL). Os contratos com vencimento em janeiro de 2013 subiram de 12,16% na sexta-feira passada para 12,35% ontem. Já os juros projetados para janeiro de 2017 passaram de 12,06% para 12,37%. Leia mais (23/11/2010 - 09h00)

As especulações sobre a formação da equipe econômica da presidente eleita, Dilma Rousseff, vêm provocando um "mal-estar" entre os investidores, segundo afirma reportagem publicada nesta terça-feira pelo diário econômico britânico "Financial Times". O jornal observa que a permanência do atual ministro da Fazenda, Guido Mantega, é dada como praticamente certa, mas que crescem os rumores de que o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, não deverá ser mantido no cargo por Dilma. Acompanhe a Folha Poder no Twitter
Comente reportagens em nossa página no Facebook Leia mais (23/11/2010 - 08h48)

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso fez restrições ontem à expressão "refundação" do PSDB, lançada pelo senador eleito Aécio Neves ao defender mudanças no partido. Para FHC, o termo é "muito forte". "Todos os partidos, num certo sentido, estão todo o tempo se renovando. Mas refundação acho que é uma expressão muito forte", disse. Acompanhe a Folha Poder no Twitter
Comente reportagens em nossa página no Facebook Leia mais (23/11/2010 - 08h25)

A presidente eleita, Dilma Rousseff, terá uma lista enxuta de opções se decidir, de fato, nomear uma mulher para comandar a política externa brasileira. Apenas um quarto dos diplomatas são mulheres, das quais somente 30 são embaixadoras. A petista confidenciou a interlocutores que gostaria de indicar uma mulher para o Ministério das Relações Exteriores. Ela revelou também o seu desejo --não meta-- de que 30% de sua equipe na Esplanada dos Ministérios seja feminina. Dilma revela ideia de nomear mulher para Itamaraty
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Comente reportagens em nossa página no Facebook Leia mais (23/11/2010 - 08h19)

Em articulação comandada pelo Planalto, governadores desembarcam hoje em Brasília para reforçar o lobby contra a aprovação de projetos multiplicadores de gastos. O grande alvo é a PEC 300, informa a coluna "Painel" da Folha, editada interinamente por Ranier Bragon (íntegra somente para assinantes do jornal e do UOL). Acompanhe a Folha Poder no Twitter
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* Jornais nacionais Folha de S.Paulo
Governo proíbe o overbooking nos voos de fim de ano Leia mais (23/11/2010 - 07h46)

Dilma Rousseff, a presidente eleita, tem sido econômica em suas falas públicas. Tem evitado antecipar seus passos no governo que se avizinha. Num momento em que se dedica a montar sua equipe, tal comportamento faz sentido. Só que gera campo fértil para especulações. Daí que muito tem se falado sobre os desejos da futura presidente, mas até o momento não é possível saber se batem com a realidade. Vejamos o que vem acontecendo no campo da economia. A principal dúvida do momento versa sobre o funcionamento do Banco Central durante o governo dilmista. Hoje, não falta quem diga que Dilma quer porque quer reduzir os juros logo no seu primeiro ano de governo. Que ela não vai aceitar o discurso ortodoxo em vigor no BC, que teme reduções drásticas nos juros e até acena, para o próximo ano, com uma elevação na taxa. Tal visão bate com o pensamento da ex-ministra da Casa Civil, mas não necessariamente com o da presidente eleita. Há quem diga exatamente o inverso. Que Dilma Rousseff, na condição de chefe de governo, não deseja reduzir os juros na "canetada". E que, mesmo a contragosto, entenderá uma elevação dos juros logo no início de sua administração para evitar uma alta da inflação. Leia mais (23/11/2010 - 07h08)

Em tom de despedida, o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, afirmou ontem que está "gratificado" com seu trabalho no governo Lula e elogiou o próprio desempenho no cargo. Ele evitou comentar a pressão contra sua permanência e disse que anunciará "na hora certa" seu destino após a posse da presidente eleita, Dilma Rousseff. Henrique Meirelles não deve continuar no Banco Central
Dilma se irrita com atitude de Meirelles para se manter no BC
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Comente reportagens em nossa página no Facebook Leia mais (22/11/2010 - 22h10)

A Polícia Federal do Maranhão prendeu oito índios da etnia guajajara nesta segunda-feira para cumprir mandados de prisão emitidos pela Justiça há mais de um ano. Os crimes são distintos e envolvem casos como estupro, homicídio e tráfico de drogas, em algumas das aldeias situadas nas cidades de Grajaú (572 km de São Luís) e Barra do Corda (456 km). Acompanhe a Folha Poder no Twitter
Comente reportagens em nossa página no Facebook Leia mais (22/11/2010 - 21h10)

Uma operação conjunta da Polícia Federal e da Força Nacional de Segurança prendeu em flagrante seis pessoas que extraíam madeira de uma reserva indígena em Brasnorte (na região oeste de Mato Grosso, a 562 km de Cuiabá). Denominada Fazenda Brasil 2, a operação foi realizada entre os dias 18 e 19 na terra indígena Irantxe, que abriga as etnias irantxe e manoki, e apreendeu quatro tratores, seis motosserras, um caminhão, uma espingarda e seis motocicletas. Acompanhe a Folha Poder no Twitter
Comente reportagens em nossa página no Facebook Leia mais (22/11/2010 - 21h04)

O colunista do UOL e da Folha, em Brasília, Fernando Rodrigues, analisa a provável saída de Henrique Meirelles do comando do Banco Central no governo da presidente eleita, Dilma Rousseff. "Se ele permanecer, significa que a equipe de Dilma e ela própria acreditam que há um risco de contaminação da crise econômica aqui no Brasil. Se ele for retirado da cadeira, significa que Dilma acha que está tudo muito bem e que chegou a hora da política brasileira ser um pouco mais arrojada, inclusive no Banco Central", analisa.

Vídeo Leia mais (22/11/2010 - 20h42)

A cerimônia de posse de Dilma Rousseff na Presidência começará às 14h15 e se estenderá até a noite do dia 1º de janeiro. Ela e o vice, Michel Temer, seguirão em carro aberto da Catedral de Brasília até o Congresso. Tradicionalmente, o primeiro carro leva o presidente e a primeira-dama. Como Dilma é divorciada, ela pode escolher um familiar ou outra pessoa para acompanhá-la. No segundo carro vai o vice e a mulher. Há a possibilidade de Dilma e Temer irem no mesmo carro. Acompanhe a Folha Poder no Twitter
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