Valor Online RIO - A Infraero espera finalizar em 2011 a instalação de dois módulos (estrutura provisória) no aeroporto de Guarulhos para elevar a capacidade de operação do aeroporto, antes das obras de construção do Terminal 3, que só ficarão prontas depois da Copa do Mundo de 2014.
O diretor de operações da estatal, João Jordão, afirmou que as duas unidades darão a Guarulhos uma capacidade extra de 6 milhões de passageiros, mas frisou que, para a Copa do Mundo de 2014, será necessário contar com parte da obra do Terminal 3.
"O planejamento foi feito com base nos dados de demanda e o Terminal 3 de Guarulhos vai estar com 60% da obra pronta [por ocasião da Copa], o suficiente para a Copa e a Olimpíada", disse Jordão, que participou de reunião na Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para definição do plano de atuação para evitar colapsos nos aeroportos no fim do ano.
Quando finalizado, o Terminal 3 terá capacidade para 15 milhões de passageiros, mas Jordão disse que, em 2014, somente 60% dele estará finalizado, o que permitirá atender 9 milhões de passageiros.
Em relação aos módulos instalados, Jordão afirmou que eles não serão suficientes para a atender a demanda da Copa, mas apenas para garantir o atendimento dos passageiros até o Terminal 3 estar pronto. Além dos módulos no aeroporto de São Paulo, a Infraero está instalando unidades semelhantes em Vitória, Goiânia, Cuiabá, Confins, Campinas, Imperatriz, Juazeiro, Teresina e Macapá. Em Brasília e Florianópolis já há módulos instalados. Até o fim de 2011, segundo Jordão, todos estarão instalados.
"Os módulos não garantem a demanda para Copa, garantem a demanda atual. Estamos construindo módulos enquanto as obras seguem", frisou Jordão, que negou qualquer possibilidade de problemas de excesso de demanda para os próximos anos ou para a Copa de 2014.
Jordão confirmou que o Tribunal de Contas da União (TCU) havia obrigado a paralisação das obras em Guarulhos, que já puderam ser reiniciadas. "Estamos com o Exército. Fizemos um convênio para que eles possam fazer as obras", disse Jordão, que negou ter havido falta de planejamento.
Questionado sobre a velocidade dos trabalhos, Jordão lembrou que as obras demandam tempo e que é necessário conversar com as empresas aéreas, que não param as operações.
"São obras que levam até oito meses e tem que haver planejamento, porque as empresas já venderam essas passagens e nós temos que sair desse período de alta estação", disse Jordão.
(Rafael Rosas e Juliana Ennes | Valor)
22/11/2010 07:11 PM
Reuters SÃO PAULO (Reuters) - As principais companhias aéreas brasileiras mais Infraero, Polícia Federal, Anac e Decea acertaram um grande plano de contingência nessa segunda-feira para evitar um caos aéreo nos principais aeroportos do país no fim do ano. Com a demanda crescendo acima dos 20 por cento, ameaça de greve de aeronautas e aeroviários e gargalos estruturais, o plano, que entra em vigor entre 17 de dezembro e 3 de janeiro, quer evitar a repetição dos problemas observados em 2007. "Estou tranquila e estamos preparados", disse à Reuters a diretora presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Solange Vieira. "Temos uma vantagem esse ano que é o fato de Natal e Ano Novo caírem num sábado. Se fosse dia de semana seria pior porque poderia haver um enforcamento de dias e aumentar o movimento", acrescentou ela. Todas as empresas, com exceção da Trip, entregaram um plano de contingência à Anac, segundo a presidente da agência. O plano passa a ter caráter legal e em caso de não cumprimento punições poderão ser aplicadas. "Em caso de não cumprimento a Anac pode decidir por congelar autorizações de vôo, vôo charters e até fretamentos", disse ela. As empresas, incluindo TAM, Gol, Azul, Webjet e Avianca, se comprometeram a manter em seus pátios aviões reservas, não praticar overbooking e oferecer o endosso de bilhetes de outras companhias em caso de atraso. Os presidentes e diretores das empresas presentes em reunião nesta segunda-feira com a Anac anunciaram que contrataram funcionários para atender a demanda de fim de ano, que deve crescer acima dos 20 por cento ante o mesmo período de 2009. A taxa de ocupação das principais empresas deve superar 75 por cento, segundo eles. "O endosso nós vamos cumprir, mas tem épocas do ano que são complicadas. Isso não acontece só no setor aéreo", disse o diretor da Gol, Alberto Fajerman. "O endosso será dado, mas o que não se pode garantir é que todos os passageiros que deixaram de voar conseguirão voar naquela empresa do endosso", acrescentou ele. A Infraero, estatal que administra os principais aeroportos do país, vai reforçar as equipes de atendimento nos aeroportos com mais 922 funcionários. O plano da estatal abrange 67 aeroportos e ainda conterá com apoio da polícia federal. O Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), ampliou em 14 por cento o contingente de controladores de vôo para as festas de fim de ano nas 3 principais cidades do país, Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro. Já a Anac vai distribuir 120 fiscais pelos 11 maiores aeroportos do país e montar uma sala de coordenação no aeroporto de Guarulhos, em São Paulo. Nesse aeroporto, a Anac limitou a 45 o número de movimentos por hora para evitar saturação. (Por Rodrigo Viga Gaier)
22/11/2010 07:11 PM
Valor Online RIO - As críticas realizadas pela Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA) às condições dos aeroportos no Brasil foram minimizadas pela presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Solange Vieira.
"Acho que a Iata está excessivamente preocupada. O Brasil tem feito investimentos na área de infraestrutura. Nós crescemos este ano cerca de 25%. É claro que um crescimento desses enseja novos investimentos e uma reprogramação do planejamento para os próximos anos", disse Solange.
Na semana passada, a Iata considerou a infraestrutura aérea "inadequada" e um "crescente desastre". A associação acredita que 13 dos 20 principais aeroportos não podem mais acomodar a demanda nos terminais existentes.
A presidente da Anac afirmou que não existe ameaça de caos nos aeroportos brasileiros, pois a agência está limitando os aeroportos à medida que chegam ao limite.
"Temos visto migração de voos internacionais de São Paulo para o Rio de Janeiro, aproveitando a capacidade do Galeão, e estamos aumentando o número de voos fora do horário de pico", disse Solange.
A expectativa da Anac é de que o fluxo de passageiros nos aeroportos brasileiros seja de 14 milhões em dezembro, sendo que 8 milhões serão a partir do dia 15.
(Juliana Ennes e Rafael Rosas | Valor)
22/11/2010 06:59 PM
AE Duas operações envolvendo frigoríficos serão julgadas pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) na próxima quarta-feira, dia 24. Uma é da Marfrig e está sob a relatoria do conselheiro Olavo Chinaglia. A outra é da JBS, que está sendo conduzida pelo conselheiro Ricardo Ruiz. Nos dois casos, a Secretaria de Acompanhamento Econômico (Seae) do Ministério da Fazenda emitiu parecer favorável à aprovação do negócio, o que foi acompanhado da Secretaria de Direito Econômico (SDE) do Ministério da Justiça. Um dos negócios contempla o arrendamento por parte da Marfrig de seis plantas industriais de abate de bovinos da Magna Administração e Participações em atividades de desossa de carcaças, produção e embalagem de abate de bovinos, de cortes especiais e de embutidos e industrialização de subprodutos de origem animal. As unidades estão situadas em Rio Verde (GO), Paranaíba (MS), Rolin de Moura (RO), Ariquemes (RO), Mãe do Rio (PA) e Paranavaí (PR). Os protocolos de intenção da operação foram fechados em setembro passado. A efetivação do negócio está sujeita à homologação do plano de recuperação judicial bem como dos contratos definitivos, que incluem o contrato de cessão de uso da marca "Bom Charque". O outro processo é a constituição de uma joint venture entre o JBS e a Link Snacks para a produção de alimentos à base de carne bovina. Cada uma das partes terá 50% na participação da holding, que seguirá as leis do Estado de Delaware, nos Estados Unidos. Essa holding controlará uma empresa operacional que será criada no Brasil. Caberá à JBS fornecer insumos à nova companhia, além de estrutura e equipamentos. Todo o produto será vendido exclusivamente para a Link Snacks. A avaliação das secretarias é a de que a nova holding não alterará o ambiente concorrencial de fornecimento de carne bovina no País.
22/11/2010 06:57 PM
Reuters Apenas 60% do terminal 3 do aeroporto de Guarulhos, um dos mais movimentados do País, vai estar pronto para a Copa de 2014, afirmou nesta segunda-feira o diretor de operações da Infraero, João Jordão. Ele destacou que pelo andamento das obras, o terminal 3 não será concluído a tempo do mundial, mas garantiu que o atraso não cria um risco de apagão durante a Copa de 2014 no aeroporto, o principal destino para voos internacionais do Estado de São Paulo. O novo terminal vai ampliar a capacidade de Guarulhos em 15 milhões de passageiros. A capacidade atual de Guarulhos, antes das obras, é de aproximadamente 22 milhões de pessoas. Segundo Jordão, a demanda para a Copa será atendida com apenas 60% da obra concluída. A estimativa da Infraero é que o movimento nos aeroportos do País aumente entre 2 milhões e 2,5 milhões de passageiros durante o mundial do Brasil. "Temos reuniões a cada 15 dias para montar o planejamento com base em demanda. Guarulhos não vai estar com o terminal 3 totalmente pronto. Terá 60% da sua capacidade", disse Jordão. "Isso seria suficiente para a Copa e Olimpíadas", acrescentou o diretor da Infraero, após reunião da agência Nacional de Aviação Civil (Anac) com representantes de companhias aéreas, sobre plano de contingências para o movimento de passageiros no final deste ano. Jordão explicou que as obras de construção do módulo 1 de Guarulhos, que vai ampliar a capacidade do aeroporto em 1 milhão de pessoas, e, o módulo 2, que vai agregar mais 5 milhões de passageiros, estão acontecendo paralelamente à construção do terminal 3 do aeroporto. "Os dois módulos vão ficar prontos até o fim do ano que vem", disse Jordão. "Os módulos vão dar um fôlego enquanto as obras definitivas não ficam prontas", acrescentou. Críticas às obras Nesta segunda-feira, o Ministro de Esportes, Orlando Silva, e o presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos de 2016, Carlos Arthur Nuzman, criticaram o ritmo das obras nos aeroportos do país. Para mais informações clique . "A questão dos aeroportos talvez seja o tema mais unânime no país. Há uma necessidade de melhora, de modificação dos seus sistemas, mas acredito que, com os planos de ação do próximo governo, os problemas sejam solucionados", disse Nuzman. Na semana passada, o presidente da associação internacional que reúne companhias aéreas (Iata), Giovanni Bisignani, afirmou que dos 20 principais aeroportos do país, 13 não têm terminais capazes de atender a demanda atual de passageiros. "Eu não vejo muito progresso (no ritmo das obras) e o tempo está correndo. Para evitar um embaraço nacional para o país precisamos reunir todos os participantes e finalizar um plano", disse Bisignani na ocasião.
22/11/2010 06:48 PM
iG São Paulo A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou em queda nesta segunda-feira, acompanhando mau humor internacional. O feriado nos Estados Unidos na próxima quinta-feira deve contribuir para reduzir a liquidez nos mercados ao longo da semana, elevando a dose de cautela dos agentes. O índice Bovespa (Ibovespa) recuou 1,78%, cotado em 69.632 pontos. Desde o dia 8 de novembro, quando atingiu a máxima do ano (72.657 pontos), o Ibovespa entrou em tendência de queda e já perdeu 4,1%. O alívio dos mercados internacionais com o resgate financeiro à Irlanda teve fôlego curto, com os investidores avaliando qual país europeu deve ser o próximo da fila a pedir socorro. A ajuda ao Tigre Celta deve ser de até 90 bilhões de euros - portanto, abaixo dos mais de 100 bilhões de euros liberados meses antes à Grécia. No entanto, a exigência do Fundo Monetário Internacional (FMI) e da União Europeia (UE), que o país adote medidas austeras na área fiscal e reforme o sistema bancário, permanece a mesma. Fontes avaliam que Portugal, Espanha e Itália podem se tornar os próximos alvos dos mercados financeiros. Do outro lado da mundo, a China segue firme na árdua tarefa de conter as pressões inflacionárias. O temor de medidas mais agressivas no campo da política monetária vem deteriorando o comportamento da Bolsa de Xangai. O analista da Senso Corretora, Antônio Cezar Amarante, diz que, em novembro, a bolsa chinesa registra queda de mais de 3%, o que eleva as perdas em 2010 para quase 12%, mesmo com um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) na casa dos 10%. Nesse sentido, as commodities buscam uma recomposição de preços, mas o cobre é pressionado pela notícia de que as importações do metal precioso pelo gigante emergente caíram 30% em outubro ante setembro, para o menor nível do ano. No Brasil, é grande a expectativa quanto à definição da equipe econômica que fará parte do governo da presidente eleita Dilma Rousseff. Rumores dão conta de que é grande a chance de o presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles, não permanecer no comando da autoridade monetária, com a política desenvolvimentista ganhando força e diminuindo a autonomia do BC. Em relatório, a equipe de analistas da Lerosa Investimentos ressalta que a diminuição da probabilidade de permanência de Meirelles e o consequente aumento da interferência do Planalto nas decisões do BC podem contaminar o otimismo na Bolsa. Em todo caso, Amarante, da Senso, avalia que a política desenvolvimentista do governo Dilma pode favorecer os papéis ligados ao consumo interno, com o aumento dos gastos públicos financiando fortemente a atividade - o que, de qualquer forma, pode resultar em um problema fiscal no longo prazo. Nos EUA, a semana será mais curta, por causa do Dia de Ação de Graças, na quinta-feira, o que manterá os mercados em Wall Street fechados. Na sexta-feira, o horário de funcionamento será reduzido. Por isso, a agenda econômica norte-americana está concentrada até quarta-feira. Hoje, o único indicador previsto para o dia é o índice de atividade regional do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) de Chicago, ainda pela manhã. Hoje, as bolsas dos Estados Unidos chegaram a aprofundar as perdas, atingindo as mínimas do dia, com a notícia de que o FBI realizou buscas em dois fundos de hedge em Connecticut dentro de uma investigação de informação privilegiada (insider trading) em grande escala que foi antecipada no sábado pelo Wall Street Journal. No fechamento, Dow Jones caiu 0,46% e Nasdaq se recuperou, subindo 0,22%. Dólar O dólar terminou esta segunda-feira em alta, revertendo da abertura negativa, em meio ao recrudescimento das preocupações com a Irlanda. O plano político doméstico também permaneceu no radar, com investidores acompanhando notícias envolvendo a formação da equipe econômica do próximo governo. A moeda norte-americana subiu 0,64%, a R$ 1,730 na venda, na máxima do dia. A sessão contou com o tradicional leilão de compra de dólares pelo Banco Central, com o anúncio da operação ocorrendo a apenas alguns minutos do fechamento do mercado. A taxa de corte foi de R$ 1,7288. Mais cedo, problemas técnicos na BM&FBovespa afetaram os negócios no segmento futuro. No final da tarde, o índice MSCI de ações globais recuava 0,7%, enquanto o índice de commodities Reuters-Jefferies CRB cedia 0,6%. A maior aversão a risco, refletida pela disparada do índice VIX, conduzia o dólar ao terreno positivo ante uma cesta de moedas, ajudado pela queda do euro. Divisas de perfil semelhante ao real, como o dólar australiano e a coroa norueguesa, também perdiam valor. "O mercado vai continuar muito cauteloso enquanto a situação da Irlanda não se definir. O pacote pode até vir, mas a incerteza sobre o tamanho, prazo e outros fatores deixam o investidor nervoso", disse Reginaldo Galhardo, gerente de câmbio da Treviso Corretora. "E o pessoal sente que o problema não é só lá (na Irlanda). Muita gente acha que Portugal também vai precisar do mesmo remédio. O ambiente é de incerteza e o mercado não gosta disso", completou. O profissional lembrou que os players também monitoraram notícias sobre a composição da equipe econômica da presidente eleita Dilma Rousseff. (com agências)
Logo na abertura, a cotação chegou a cair 0,47%, refletindo o otimismo sobre uma iminente resolução aos problemas no setor bancário irlandês. Mas aos poucos o mercado passou a mirar os temores de contágio da crise em Dublin a outras nações periféricas da Europa, o que corroía o apetite por ativos de maior risco.
22/11/2010 06:42 PM
Valor Online Uma nova unidade do hotel Íbis será construída no Rio de Janeiro, em Botafogo, com o financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A instituição aprovou financiamento no valor de R$ 20,3 milhões, dentro do programa ProCopa Turismo. O financiamento do banco de fomento corresponde a 62,2% do investimento total. Os recursos serão destinados a uma sociedade de propósito específico (SPE) formada pela Galwan Construtora e Incorporadora e a Bugarim Empreendimentos Imobiliários. O Hotel Íbis Botafogo vai criar 240 leitos a mais no Rio. Serão pouco mais de 10 mil metros quadrados de área construída. A unidade, que ficará localizada na Rua Paulino Fernandes, deve ser inaugurada em maio de 2012. Essa foi a terceira aprovação realizada pelo BNDES no ProCopa, que funciona desde fevereiro. Ao todo, já foram destinados R$ 178,5 milhões para o setor hoteleiro. A carteira do programa conta ainda com cerca de R$ 146 milhões de projetos em fase de perspectiva, consulta, enquadramento ou análise. De acordo com nota publicada pelo banco, o objetivo do programa é "apoiar a ampliação e modernização do parque hoteleiro nacional até a Copa do Mundo de 2014".
22/11/2010 06:35 PM
Valor Online O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento de R$ 1,2 bilhão para o município do Rio de Janeiro implantar o sistema Bus Rapid Transit (BRT) Transcarioca, que ligará a Barra da Tijuca, na Zona Oeste, ao Aeroporto Internacional do Galeão, na Zona Norte. Os recursos do BNDES correspondem a 74,5% do investimento total destinado às obras de infraestrutura necessárias à operação do BRT. O sistema contemplará um corredor viário de duas faixas segregadas, uma em cada sentido, e terá aproximadamente 39 quilômetros de extensão, sendo 28 quilômetros na ligação Barra-Penha e 11 quilômetros na ligação Penha-Ilha do Governador. "A princípio, os ônibus utilizados serão movidos a diesel. Melhorias tecnológicas nos veículos aliadas à redução de frota propiciada pela racionalização da oferta de transporte decorrente do projeto, deverão diminuir significativamente as emissões no entorno. A utilização de carros híbridos ou elétricos é uma possibilidade ainda em estudo", destacou o BNDES. Estima-se que, durante as obras de implantação, o BRT Transcarioca gere cerca de 4 mil empregos diretos. Na fase de operação, a estimativa é de 1.460 novos postos de trabalho.
22/11/2010 06:25 PM
AE Foto: AE A empresária Tânia Bulhões Grendene Bartelle foi condenada hoje a quatro anos de reclusão, convertidos em duas penas restritivas, mais pagamento de multa, segundo o Tribunal de Justiça de São Paulo. A decisão foi dada pelo juiz federal Fausto Martin De Sanctis, da 6ª Vara Federal Criminal de São Paulo, pelos crimes de falsidade ideológica, descaminho, formação de quadrilha e crimes contra o sistema financeiro nacional. Segundo o TJ, Tânia está proibida de viajar ao exterior, por mais de dez dias, sem autorização judicial, pelo tempo fixado na sentença de pena privativa de liberdade (quatro anos) e deverá prestar serviço à comunidade junto à entidade Fundação Dorina Nowill para cegos. Além disso, foi aplicada 20 dias-multa, sendo que foram considerados pagos pelo fato de ter ficado acordado no procedimento de delação premiada que a prestação pecuniária determinada naquela oportunidade abrangeria quaisquer outros valores a serem pagos por Tânia em decorrência da sentença.
22/11/2010 06:18 PM
EFE
22/11/2010 06:13 PM
EFE Nova York, 22 nov (EFE).- Cotações desta segunda-feira dos contratos futuros do açúcar (112 mil libras cada) no Mercado do Café, Açúcar e Cacau de Nova York (centavos de dólar por libra): Contrato Máxima Mínima Fechamento Variação. -------- ------ ------ ---------- --------. Março 27,50 25,90 26,50 0,35. Maio 24,69 23,67 24,15 0,44. Julho 22,17 21,25 21,73 0,44. EFE tme/tf ?
22/11/2010 06:13 PM
AE A Destilaria Bernardino de Campos firmou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o Ministério Público do Trabalho (MPT) de Bauru (SP), pelo qual se compromete a adotar medidas de prevenção à exposição excessiva dos cortadores de cana-de-açúcar ao calor. A destilaria, localizada em Bernardino de Campos, deve adotar pausas de 15 minutos para o descanso dos trabalhadores, em quatro períodos do dia: uma às 9h15 e outras três durante à tarde - às 12h15, 13h15 e 14h15, respectivamente. Quando a temperatura atingir 36,5 graus, as atividades devem ser interrompidas imediatamente e a pausa deverá ser de 30 minutos. Caso a temperatura ambiente atinja a marca de 37 graus, o corte da cana deve ser suspenso imediatamente. Se essa temperatura durar mais de meia hora, as atividades deverão ser encerradas no dia. A destilaria deverá monitorar a temperatura nas áreas de corte da cana, por meio de equipamentos específicos, além de manter locais de descanso destinados à recuperação e proteção dos trabalhadores. A empresa se comprometeu a realizar, a cada quatro meses, exames médicos nos trabalhadores que atuam nas frentes de corte da cana, para detectar possíveis distúrbios decorrentes do esforço excessivo. A Destilaria Bernardino de Campos tem até o dia 30 de janeiro de 2011 para efetivar todas as exigências do acordo e, caso descumpra as determinações do TAC, terá de pagar multa diária de R$ 5 mil por item infringido, valor a ser revertido ao Fundo de Amparo do Trabalhador (FAT). É o segundo acordo desse tipo feito entre o MPT e usinas paulistas que garante direitos inéditos aos trabalhadores que atuam nas frentes de corte da cana. No fim de setembro, um TAC foi firmado entre o órgão e a Usina Nova América, do Grupo Cosan.
22/11/2010 05:31 PM


