Taiúva, pequena cidade no interior de São Paulo, tem pouco mais de seis mil habitantes e um “filho” que tem arrebentado em todo o país. Foi lá que Jonas, artilheiro do Campeonato Brasileiro, nasceu e foi criado. Orgulho não só para a família, mas para todos os moradores. Duvida? Então experimente percorrer as ruas da cidade e perguntar a qualquer morador quem é “O cara” de Taiúva. “Não precisa nem falar o nome dele. Ele não é famoso. É superfamoso”, diz o aposentado Milton Leôncio, sentado em uma pracinha. Todos na cidade estufam o peito para falar do filho do Seo Ismael e da Dona Luiza. Afinal, já foram 21 gols no Brasileirão com a camisa do Grêmio e, restando apenas três rodadas, o título de artilheiro está praticamente garantido. Mas Jonas quer mais e já fala em vestir a camisa da Seleção Brasileira. E pensar que, quando criança, o pai não botava fé que o filho seria profissional um dia... “Uma coisa que a gente quase não acreditava. A gente ficava assim na expectativa, mas sim deslumbramento”, conta.
19/11/2010 08:36 PM
Atualizado às 20h37 Vários bairros de Vinhedo ficaram sem fornecimento de energia elétrica na noite desta sexta-feira (19). Segundo o Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC) da Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL), seis ligações foram registradas na última meia hora a procura de explicações sobre a falta de energia, mas o serviço ainda não sabe informar o que aconteceu. Ninguém da assessoria imprensa da concessionária foi encontrado para comentar o caso.
19/11/2010 08:32 PM
A edição do Festival Sanca Hip- As apresentações acontecem na pista de skate do bairro. Confira a programação: Sábado (20) 9h - Início do trabalho dos escritores grafites área externa pista de skate Domingo (21) 9h - Início dos trabalhos dos escritores de grafite;
Hop é atração neste sábado (20) e domingo (21), a partir das 9h, no bairro Santa Felícia, em São Carlos. Entre os convidados ilustres que fecharão o evento estão o rapper Thaíde, pioneiro do hip-hop brasileiro, Pump-Killa e a MC Flora Matos.
10h - aquecimento físico no ginásio
11h - inscrições da batalha de break
12h - inicio da batalha e onde haverá 4 intervenções de grupos dança da cidade
19h - termino batalha premiação que o primeiro lugar receberá em dinheiro e o segundo será premiado com certificado
20h - término
11h - Inscrições para basquete de rua;
12h - Início dos jogos de basquete rua;
14h30 - Término jogos/entrega prêmios;
15h - Início da apresentação grupos rap: 4 grupos de São Carlos e 4 de São Paulo;
15h - A. Cura de Ribeirão Preto;
15h30 - BR. Revolucionário – São Carlos;
16h - PDP São Paulo;
16h30 - Residentes 23 – São Carlos;
17h - H2P São Paulo;
17h30 - Raciocínio FDRC – São Carlos;
18h - Pegada de Gigante – Piracicaba;
18h30 -Pedro Black e convidados – São Carlos;
19h - Discotecagem com DJ Scratch-J;
19h40 - Thaíde e Pump-Killa;
21h -Mc Flora Matos.
19/11/2010 08:20 PM
Pela primeira vez desde que o major-general brasileiro Luiz Guilherme Paul Cruz assumiu o comando das forças de paz das Nações Unidas no Haiti, em abril, as tropas que fazem o policiamento de Porto Príncipe, capital do país, tiveram de deixar as ruas, em razão da hostilidade contra os militares. Grupos de haitianos que atribuem aos estrangeiros a epidemia de cólera que o país enfrenta e deflagraram uma onda de violência contra os militares. A retirada ocorreu nesta quinta (18), mas os militares começaram a retornar gradativamente nesta sexta (19), informou Cruz em entrevista por telefone ao G1. Segundo ele, a ordem foi para que os militares instalados em Porto Príncipe “evitassem enfrentamentos com a população”. O brasileiro comanda a missão formada por 9 mil militares de 19 países. Haitianos culpam especificamente a missão do Nepal, que integra a Missão de Estabilização das Nações Unidas no Haiti (Minustah), pela introdução do cólera pelo país. Diante das acusações, a Minustah determinou a realização de uma série de exames na cidade de Mirabilis, onde estão instaladas as tropas do Nepal. Segundo o major-general, todos os exames descartaram a presença do vírus causador da cólera nas bases militares do país. “Eu afirmo que a Minustah não é responsável [pela epidemia]. Eu estou baseado em exames médicos”, disse Cruz. Em razão da epidemia, as manifestações contrárias à presença dos militares se intensificaram. Na quinta-feira, feriado da independência do país, a situação ficou ainda mais tensa, com militares sendo atacados com pedras e outros instrumentos por manifestantes que tomaram as ruas da capital. “No dia de ontem, 18 de novembro, em que se comemora a batalha em que os haitianos venceram os franceses na sua independência, houve manifestações de toda ordem e aí, por motivos variados, elas até se tornaram motivos de violência. Isso aconteceu em Porto Príncipe e em Captien Haitien. Em Porto Príncipe, nós recomendamos a nossas tropas que saíssem das ruas para que não se tivesse possibilidade de enfrentamento”, afirmou Cruz. “Eu entendo que, numa época de epidemia, as pessoas ficam com medo. E o que há de mais próximo é apontar o estrangeiro. E o mais fácil é apontar o soldado e dizer ele é o culpado. Ele é um estrangeiro, ele que trouxe a doença. E aí, uma vez feitoisso, a percepção fica presente", declarou. De acordo com o responsável pela Minustah, as tropas brasileiras já estão retomando os trabalhos nas ruas da cidade desde amanhã desta sexta. Alguns serviços de engenharia, como o de reconstrução de ruas, já puderam ser retomados. Segundo Cruz, parte das tropas brasileiras foi deslocada também para auxiliar na cidade de Captien Haitien, localizada no norte do país, onde os protestos têm sido mais intensos. “Hoje [sexta-feira] as coisas estão mais normais [...], as patrulhas já estão nas ruas. As tropas de engenharia trabalharam nas ruas, fizemos trabalho de asfalto durante a noite, continuaram as providências para a entrega do material eleitoral em diferentes pontos do país. Inclusive lá no norte, o comércio está aberto”, afirmou o major-general. Segundo o major-general, até mesmo na região norte do país, onde a ONU suspendeu o envio de ajuda humanitária para a população nesta semana, a situação já está sendo normalizada. De acordo com Cruz, a suspensão da ajuda foi feita a pedido do presidente do Haiti, René Preval, que queria solucionar com a própria população as manifestações que tomavam conta das cidades. Parte das estradas que levam para a região, segundo o militar, já começaram a ser desbloqueadas. “Durante três dias, deixamos de enviar ajuda humanitária porque a estrada ficou interrompida. Hoje, fizemos a abertura da estrada. Nós recebemos o pedido do próprio governo para que evitar o confronto e eles tratassem na esfera política a manifestação. E isso foi feito”, afirmou Cruz.
19/11/2010 07:53 PM
Pela primeira vez desde que o major-general brasileiro Luiz Guilherme Paul Cruz assumiu o comando das forças de paz das Nações Unidas no Haiti, em abril, as tropas que fazem o policiamento de Porto Príncipe, capital do país, tiveram de deixar as ruas, em razão da hostilidade contra os militares. Grupos de haitianos que atribuem aos estrangeiros a epidemia de cólera que o país enfrenta e deflagraram uma onda de violência contra os militares. A retirada ocorreu nesta quinta (18), mas os militares começaram a retornar gradativamente nesta sexta (19), informou Cruz em entrevista por telefone ao G1. Segundo ele, a ordem foi para que os militares instalados em Porto Príncipe “evitassem enfrentamentos com a população”. O brasileiro comanda a missão formada por 9 mil militares de 19 países. Haitianos culpam especificamente a missão do Nepal, que integra a Missão de Estabilização das Nações Unidas no Haiti (Minustah), pela introdução do cólera pelo país. Diante das acusações, a Minustah determinou a realização de uma série de exames na cidade de Mirabilis, onde estão instaladas as tropas do Nepal. Segundo o major-general, todos os exames descartaram a presença do vírus causador da cólera nas bases militares do país. “Eu afirmo que a Minustah não é responsável [pela epidemia]. Eu estou baseado em exames médicos”, disse Cruz. Em razão da epidemia, as manifestações contrárias à presença dos militares se intensificaram. Na quinta-feira, feriado da independência do país, a situação ficou ainda mais tensa, com militares sendo atacados com pedras e outros instrumentos por manifestantes que tomaram as ruas da capital. “No dia de ontem, 18 de novembro, em que se comemora a batalha em que os haitianos venceram os franceses na sua independência, houve manifestações de toda ordem e aí, por motivos variados, elas até se tornaram motivos de violência. Isso aconteceu em Porto Príncipe e em Captien Haitien. Em Porto Príncipe, nós recomendamos a nossas tropas que saíssem das ruas para que não se tivesse possibilidade de enfrentamento”, afirmou Cruz. “Eu entendo que, numa época de epidemia, as pessoas ficam com medo. E o que há de mais próximo é apontar o estrangeiro. E o mais fácil é apontar o soldado e dizer ele é o culpado. Ele é um estrangeiro, ele que trouxe a doença. E aí, uma vez feitoisso, a percepção fica presente", declarou. De acordo com o responsável pela Minustah, as tropas brasileiras já estão retomando os trabalhos nas ruas da cidade desde amanhã desta sexta. Alguns serviços de engenharia, como o de reconstrução de ruas, já puderam ser retomados. Segundo Cruz, parte das tropas brasileiras foi deslocada também para auxiliar na cidade de Captien Haitien, localizada no norte do país, onde os protestos têm sido mais intensos. “Hoje [sexta-feira] as coisas estão mais normais [...], as patrulhas já estão nas ruas. As tropas de engenharia trabalharam nas ruas, fizemos trabalho de asfalto durante a noite, continuaram as providências para a entrega do material eleitoral em diferentes pontos do país. Inclusive lá no norte, o comércio está aberto”, afirmou o major-general. Segundo o major-general, até mesmo na região norte do país, onde a ONU suspendeu o envio de ajuda humanitária para a população nesta semana, a situação já está sendo normalizada. De acordo com Cruz, a suspensão da ajuda foi feita a pedido do presidente do Haiti, René Preval, que queria solucionar com a própria população as manifestações que tomavam conta das cidades. Parte das estradas que levam para a região, segundo o militar, já começaram a ser desbloqueadas. “Durante três dias, deixamos de enviar ajuda humanitária porque a estrada ficou interrompida. Hoje, fizemos a abertura da estrada. Nós recebemos o pedido do próprio governo para que evitar o confronto e eles tratassem na esfera política a manifestação. E isso foi feito”, afirmou Cruz.
19/11/2010 07:53 PM
Acompanhado pelos recém-eleitos Paulo Odone e Antônio Vicente Martins - a partir de dezembro, respectivamente, presidente e vice de futebol do Grêmio - Renato Gaúcho ingressou na sala de conferências do Estádio Olímpico às 18h50m desta sexta. Com seu uniforme de trabalho - camisa e calça em preto e azul - o técnico sentou-se, em silêncio, e ouviu Odone confirmar a renovação de contrato. Renato é o técnico do Grêmio para 2011. E mais anos, se assim quiserem as duas partes. Não há prazo determinado no contrato, nem mesmo multas ou indenizações estipuladas. - Este tempo todo nosso objetivo foi fazer esta negociação chegar ao fim com o Renato conosco no ano que vem. É normal que haja dificuldades, mas a recontratação do Renato é uma situação excepcional no Grêmio, porque o Renato hoje é um profissional altamente valorizado no mercado do futebol brasileiro, está entre os treinadores top. Como o profissional que é, fez a parte dele, que é se valorizar. E nós fizemos nossa parte, que é manter os limites do clube. (...) O contrato é por prazo indeterminado. Não tem cláusula. Qualquer um pode demitir um ou o outro. Não há multa nem indenização - explicou Paulo Odone. Odone revelou duas metas a partir da renovação de Renato: chegar a 100 mil sócios, e permanecer com Renato no mínimo até 2012, ano previsto para a inauguração da nova Arena do clube - estádio que substituirá o Estádio Olímpico. - Eu não quero 50 mil gremistas (número atual) aqui. Eu quero 100 mil sócios. Este foi o primeiro passo, e sei que o torcedor vai fazer isso. (...) Seria fantástico inaugurar a Arena em 2012 com Renato, no dia 11 de dezembro, quando ganhamos o Mundial. Seria maravilhoso. Renato falou pouco. Mais ouviu Odone explicar os detalhes do contrato. Ele recorreu ao amor pelo Grêmio para falar sobre a permanência, e a ausência de multa por rescisão: - Por ser gremista não quis a cláusula. É um casamento, pode ter briga, se o clube quiser que eu saia, eu vou sair. Se fizesse cláusula, eu estaria tirando dinheiro de um clube que eu gosto.
19/11/2010 07:49 PM
O corpo de um homem foi encontrado nas dependências da Ufla (Universidade Federal de Lavras) na tarde desta sexta-feira (19). O corpo de Celso Pinto Júnior, de 47 anos, estava próximo a uma quadra conhecida como "brejão". A polícia suspeita de morte natural, já que ele não apresentava sinais de violência. Segundo o delegado, como Celso morava na zona rural, aquele seria o caminho percorrido por ele para chegar à cidade. O corpo foi encaminhado ao IML para a necropsia.
19/11/2010 06:54 PM
Atualizada às 19h28 A Justiça de Campinas determinou que a Polícia Civil reabra as investigações sobre a morte do prefeito Antonio da Costa Santos, o Toninho, ocorrida em 10 de setembro de 2001. O processo para a reabertura foi encaminhado nesta sexta-feira (19) pelo juiz da 1ª Vara do Juri, José Henrique Torres, para a Delegacia Seccional de Campinas. O pedido para que a Polícia Federal assuma as investigações é analisado pela Procuradoria Geral da República, em Brasília. O caso estava parado desde 2008, quando a Justiça concluiu que não havia indícios suficientes de que Wanderson Nilton de Paula Lima, conhecido como Andinho, seria o responsável pela morte de Toninho. O Ministério Público, que apresentou a denúncia, recorreu da decisão. Três desembargadores do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), José Amado de Faria Sousa, Alberto Mariz de Oliveira e Luiz Pantaleão, mantiveram a decisão por acreditar que os elementos para sustentar a denúncia eram insuficientes. O processo voltou para o Fórum de Campinas em julho e só foi encaminhado para Delegacia Seccional nesta sexta. Atuação da Polícia Federal no caso Depois de cinco anos de trabalho e coleta de 53 mil assinaturas obtidas pelo movimento Quem Matou Toninho?, em fevereiro de 2008, o então Ministro da Justiça, Tarso Genro, determinou que a Polícia Federal abrisse inquérito policial para investigar a morte do prefeito. Até agora, não foi dado o parecer pela Procuradoria Geral da República sobre o pedido. No dia 10 de setembro do ano passado, a esposa de Toninho, Roseana Garcia, entrou com um pedido de audiência com o Procurador Geral da República, Roberto Monteiro Gurgel Santos, para acompanhamento do andamento do processo (Confira a íntegra do documento aqui). “Queremos a participação de um grupo da PF sem ligação e/ou relação com a cidade de Campinas. Estamos com a esperança de que a Procuradoria Geral vai dar um parecer favorável à abertura do inquérito, mas a demora tem sido muito acima do esperado”, explica o coordenador do movimento Quem Matou Toninho?, William Ceschi. "Acredito que a única forma de colocar pessoas novas no caso é a entrada dos policiais federais nas investigações", completa a filha de Toninho, Marina Garcia Costa Santos. Prefeito voltava para casa quando foi morto - veja vídeos O prefeito foi assassinado na noite do dia 10 de setembro de 2001, por volta das 22h, na Avenida Mackenzie, na Vila Brandina. Toninho foi alvo de um tiro que atingiu primeiramente o braço, depois o pulmão e em seguida a artéria aorta. Após o crime, o carro do prefeito se desgovernou, bateu em uma cerca, em um poste e parou em um terreno baldio. Antes de ser morto, Toninho foi à academia de ginástica do irmão, no centro da cidade, e em seguida foi ao Shopping Iguatemi para buscar ternos e camisas que teria comprado e estavam em uma loja para ajustes. As roupas foram encontradas dentro do veículo, com uma mochila manchada de sangue e a carteira com documentos e dinheiro. O prefeito voltava para casa, no distrito de Sousas.
19/11/2010 06:50 PM
Atualizada às 19h28 A Justiça de Campinas determinou que a Polícia Civil reabra as investigações sobre a morte do prefeito Antonio da Costa Santos, o Toninho, ocorrida em 10 de setembro de 2001. O processo para a reabertura foi encaminhado nesta sexta-feira (19) pelo juiz da 1ª Vara do Juri, José Henrique Torres, para a Delegacia Seccional de Campinas. O pedido para que a Polícia Federal assuma as investigações é analisado pela Procuradoria Geral da República, em Brasília. O caso estava parado desde 2008, quando a Justiça concluiu que não havia indícios suficientes de que Wanderson Nilton de Paula Lima, conhecido como Andinho, seria o responsável pela morte de Toninho. O Ministério Público, que apresentou a denúncia, recorreu da decisão. Três desembargadores do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), José Amado de Faria Sousa, Alberto Mariz de Oliveira e Luiz Pantaleão, mantiveram a decisão por acreditar que os elementos para sustentar a denúncia eram insuficientes. O processo voltou para o Fórum de Campinas em julho e só foi encaminhado para Delegacia Seccional nesta sexta. Atuação da Polícia Federal no caso Depois de cinco anos de trabalho e coleta de 53 mil assinaturas obtidas pelo movimento Quem Matou Toninho?, em fevereiro de 2008, o então Ministro da Justiça, Tarso Genro, determinou que a Polícia Federal abrisse inquérito policial para investigar a morte do prefeito. Até agora, não foi dado o parecer pela Procuradoria Geral da República sobre o pedido. No dia 10 de setembro do ano passado, a esposa de Toninho, Roseana Garcia, entrou com um pedido de audiência com o Procurador Geral da República, Roberto Monteiro Gurgel Santos, para acompanhamento do andamento do processo (Confira a íntegra do documento aqui). “Queremos a participação de um grupo da PF sem ligação e/ou relação com a cidade de Campinas. Estamos com a esperança de que a Procuradoria Geral vai dar um parecer favorável à abertura do inquérito, mas a demora tem sido muito acima do esperado”, explica o coordenador do movimento Quem Matou Toninho?, William Ceschi. "Acredito que a única forma de colocar pessoas novas no caso é a entrada dos policiais federais nas investigações", completa a filha de Toninho, Marina Garcia Costa Santos. Prefeito voltava para casa quando foi morto - veja vídeos O prefeito foi assassinado na noite do dia 10 de setembro de 2001, por volta das 22h, na Avenida Mackenzie, na Vila Brandina. Toninho foi alvo de um tiro que atingiu primeiramente o braço, depois o pulmão e em seguida a artéria aorta. Após o crime, o carro do prefeito se desgovernou, bateu em uma cerca, em um poste e parou em um terreno baldio. Antes de ser morto, Toninho foi à academia de ginástica do irmão, no centro da cidade, e em seguida foi ao Shopping Iguatemi para buscar ternos e camisas que teria comprado e estavam em uma loja para ajustes. As roupas foram encontradas dentro do veículo, com uma mochila manchada de sangue e a carteira com documentos e dinheiro. O prefeito voltava para casa, no distrito de Sousas.
19/11/2010 06:50 PM
Atualizada às 19h28 A Justiça de Campinas determinou que a Polícia Civil reabra as investigações sobre a morte do prefeito Antonio da Costa Santos, o Toninho, ocorrida em 10 de setembro de 2001. O processo para a reabertura foi encaminhado nesta sexta-feira (19) pelo juiz da 1ª Vara do Juri, José Henrique Torres, para a Delegacia Seccional de Campinas. O pedido para que a Polícia Federal assuma as investigações é analisado pela Procuradoria Geral da República, em Brasília. O caso estava parado desde 2008, quando a Justiça concluiu que não havia indícios suficientes de que Wanderson Nilton de Paula Lima, conhecido como Andinho, seria o responsável pela morte de Toninho. O Ministério Público, que apresentou a denúncia, recorreu da decisão. Três desembargadores do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), José Amado de Faria Sousa, Alberto Mariz de Oliveira e Luiz Pantaleão, mantiveram a decisão por acreditar que os elementos para sustentar a denúncia eram insuficientes. O processo voltou para o Fórum de Campinas em julho e só foi encaminhado para Delegacia Seccional nesta sexta. Atuação da Polícia Federal no caso Depois de cinco anos de trabalho e coleta de 53 mil assinaturas obtidas pelo movimento Quem Matou Toninho?, em fevereiro de 2008, o então Ministro da Justiça, Tarso Genro, determinou que a Polícia Federal abrisse inquérito policial para investigar a morte do prefeito. Até agora, não foi dado o parecer pela Procuradoria Geral da República sobre o pedido. No dia 10 de setembro do ano passado, a esposa de Toninho, Roseana Garcia, entrou com um pedido de audiência com o Procurador Geral da República, Roberto Monteiro Gurgel Santos, para acompanhamento do andamento do processo (Confira a íntegra do documento aqui). “Queremos a participação de um grupo da PF sem ligação e/ou relação com a cidade de Campinas. Estamos com a esperança de que a Procuradoria Geral vai dar um parecer favorável à abertura do inquérito, mas a demora tem sido muito acima do esperado”, explica o coordenador do movimento Quem Matou Toninho?, William Ceschi. "Acredito que a única forma de colocar pessoas novas no caso é a entrada dos policiais federais nas investigações", completa a filha de Toninho, Marina Garcia Costa Santos. Prefeito voltava para casa quando foi morto - veja vídeos O prefeito foi assassinado na noite do dia 10 de setembro de 2001, por volta das 22h, na Avenida Mackenzie, na Vila Brandina. Toninho foi alvo de um tiro que atingiu primeiramente o braço, depois o pulmão e em seguida a artéria aorta. Após o crime, o carro do prefeito se desgovernou, bateu em uma cerca, em um poste e parou em um terreno baldio. Antes de ser morto, Toninho foi à academia de ginástica do irmão, no centro da cidade, e em seguida foi ao Shopping Iguatemi para buscar ternos e camisas que teria comprado e estavam em uma loja para ajustes. As roupas foram encontradas dentro do veículo, com uma mochila manchada de sangue e a carteira com documentos e dinheiro. O prefeito voltava para casa, no distrito de Sousas.
19/11/2010 06:50 PM
O presidente dos EUA, Barack Obama, disse nesta sexta-feira (19) que os líderes dos 28 países da Otan concordaram em desenvolver um escudo de mísseis capaz de defender todo o território europeu e dos EUA. A reunião de cúpula em Lisboa trouxe progressos importantes, segundo o americano. "Estou feliz em anunciar que, pela primeira vez, concordamos em desenvolver um sistema de defesa antimísseis que estará suficientemente capacitado para cobrir todo o território e a população dos países europeus membros da Otan e dos Estados Unidos", afirmou Obama. Como parte do sistema, os Estados Unidos devem estacionar mísseis interceptores e radares na Europa. As autoridades disseram que os 28 países integrantes da Otan investirão € 200 milhões para interligar os sistemas existentes com os dos norte-americanos. "A decisão oferece um papel para todos os nossos aliados. Responde às ameaças de nossos tempos", disse Obama. Neste sábado, os líderes devem se encontrar com o presidente da Rússia, Dimitri Medvedev, para convidar o país a participar do sistema. "Estamos ansiosos para discutir amanhã com a Rússia a construção de nossa cooperação com eles nesta área, assim como reconhecer que compartilhamos muitas das mesmas ameaças", afirmou Obama. "Conceito estratégico" O secretário-geral da Aliança Atlântica, Anders Fogh Rasmussen, disse que a aliança aprovou o conceito estratégico para se adaptar às novas ameaças de segurança na próxima década. Ele prevê que a aliança peça à Rússia e a outros "aliados euroatlânticos" que cooperem com o escudo antimísseis. Os 28 dirigentes da organização deram sinal verde a um documento que busca enfrentar os novos desafios, como o terrorismo global e os ataques cibernéticos. O novo conceito substituirá a estratégia anterior, adotada em 1999, dois anos antes dos atentados do 11 de Setembro. Tratado nuclear com a Rússia Rasmussen também pediu que o Senado dos Estados Unidos ratifique o novo pacto nuclear com a Rússia, e advertiu que qualquer atraso será "prejudicial" para a segurança da Europa. "Lamentaria fortemente um atraso na ratificação do tratado Start", disse. O presidente americano, Barack Obama, reafirmou que o tratado é um "imperativo de segurança nacional" para os EUA. "É uma prioridade de segurança nacional para os Estados Unidos, e a mensagem que recebi desde que cheguei (a Lisboa) dos líderes da Otan não poderia ser mais clara: o novo Start reforçará nossa aliança e a segurança europeia". Afeganistão Os 28 líderes da Otan estão reunidos para um encontro de cúpula de dois dias no qual pretendem adotar principalmente uma estratégia de saída progressiva do Afeganistão, país que tem 140 mil soldados estrangeiros mobilizados atualmente. O presidente afegão, Hamid Karzai, tem encontro com Obama neste sábado.
19/11/2010 06:49 PM
Federao Inglesa indeniza Liverpool por leso de meia - Gerrard se machucou no amistoso contra a Frana
Não é a recompensa ideal, mas o Liverpool irá receber € 548 mil (R$ 1,2 milhão) da Federação Inglesa de Futebol por conta da lesão do meio-campista Steven Gerrard na última quarta-feira, durante a partida entre o English Team e a França, em Wembley. Com lesão muscular, o jogador ficará fora de combate por cerca de um mês. Em comunicado oficial, a FA divulgou que este é um exemplo de política que a organização vem adotando visando cobrir os danos sofridos pelos clubes em amistosos internacionais. O Liverpool, no entanto, teve de pressionar e se irritou com a lesão sofrida pelo seu principal jogador.
19/11/2010 06:40 PM



