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Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa


Dólar fecha a R$ 1,79; Bovespa avança 1,60%

A taxa de câmbio brasileira retrocedeu boa parte da alta acumulada nos últimos dias, intervalo em que analistas viram a ação de agentes de mercado antecipando a habitual disputa entre comprados (que apostam alta das cotações) e vendidos (que ganham com baixa) no final de mês. O trimestre parece terminar um pouco menos incerto que do que começou: o acordo da comunidade europeia para ajudar a Grécia trouxe um pouco de tranquilidade aos mercados, embora não tenha encerrado todas as incertezas sobre a estabilidade financeira da zona do euro. E hoje, nos EUA, alguns indicadores econômicos (renda e consumo) fundamentais vieram em linha com as expectativas, contribuindo para a recuperação das Bolsas de Valores. Nesse contexto, a cotação da moeda americana cedeu desde o início das operações, oscilando entre a máxima de R$ 1,815 e a mínima de R$ 1,799, para encerrar o expediente em R$ 1,799. O valor representa um recuo de 1,47% sobre a taxa final de sexta-feira. O dólar acumula desvalorização de 0,44% neste mês. Leia mais (29/03/2010 - 16h44)

29/03/2010 05:09 PM

Empresas estrangeiras consideram cada vez mais difícil atuar na China

Em um contexto marcado pela condenação à prisão do executivo da Rio Tinto e pelos problemas enfrentados pelo Google, as empresas estrangeiras acreditam que está cada vez mais difícil atuar na China devido às reviravoltas administrativas, à falta de transparência nas leis e ao tratamento desigual recebido frente aos concorrentes locais. Trinta anos depois de a China abrir-se aos investidores estrangeiros, as companhias internacionais queixam-se das leis custosas, de regras que dão vantagens a seus concorrentes locais e de um nacionalismo crescente, a ponto de alguns se questionarem sobre o futuro da terceira maior economia do planeta. "Pela primeira vez, a comunidade empresarial estrangeira vê que as oportunidades no futuro se fazem mais escassas, mesmo que se tenha boa saúde nesse mercado", destacou James McGregor, da APCO Worldwide, especialista em comunicação estratégica. Leia mais (29/03/2010 - 16h26)

29/03/2010 05:09 PM

Grécia arrecada US$ 6,7 bi com venda de títulos, mas juros seguem altos

O governo da Grécia conseguiu levantar nesta segunda-feira 5 bilhões de euros (US$ 6,74 bilhões) com a venda de títulos públicos de sete anos, em um crucial primeiro teste sobre a confiança do país após ter recebido uma garantia de ajuda alinhavada pelos demais países da zona do euro. Apesar do relativo sucesso da colocação dos papéis no mercado, as taxas pagas na operação permanecem mais altos do que o esperado. Os títulos foram negociados com um juro de 5,9% anuais, de acordo com um comunicado da PDMA (Agência Pública de Gestão da Dívida, na sigla em inglês) grega. Segundo a agência de notícias estatal, a agência recebeu ofertas para vender aproximadamente 7 bilhões de euros (US$ 9,4 bilhões) em títulos. Leia mais (29/03/2010 - 16h04)

29/03/2010 05:09 PM

Petróleo das Malvinas pode ser economicamente inviável, diz empresa

O valor das ações da companhia petrolífera que está perfurando um poço nas ilhas Malvinas (Falklands, para os britânicos) caiu quase pela metade nesta segunda-feira depois que a empresa declarou que o petróleo da região pode não ser economicamente viável. O poço é o primeiro a ser perfurado na região em uma década e desencadeou uma crise diplomática entre Reino Unido e Argentina. As Malvinas pertencem ao Reino Unido, mas elas ficam geograficamente próximas do litoral da Argentina, que reivindica a soberania sobre a região desde o século 19. Leia mais (29/03/2010 - 15h48)

29/03/2010 05:09 PM

Plano Nacional de Banda Larga fica fora da estreia do PAC 2

O anúncio da segunda etapa do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), feito nesta segunda-feira, não contemplou o Plano Nacional de Banda Larga. O governo federal havia alardeado que o projeto de universalização de internet em alta velocidade já estaria desenhado para o início do PAC 2, mas ainda há pendências. Segundo o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, os custos do projeto ainda não foram definidos, assim como a reativação da Telebrás, o ponto mais polêmico do assunto. "Isso era pra ter sido feito em março e não conseguimos, por conta de agenda", disse. "Nós estamos com as linhas gerais prontas, mas temos algumas definições, principalmente o orçamento, o impacto do plano e a forma de operacionalização. Você colocar uma coisa que não está bem definida, ia gerar um elemento de polêmica dentro do PAC 2", apontou. Leia mais (29/03/2010 - 15h45)

29/03/2010 05:09 PM

Recursos do PAC 2 não incluem projetos da primeira fase, diz Mantega

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, negou que os recursos previstos para o PAC 2 (Programa de Aceleração do Crescimento) --R$ 1,59 trilhão-- incluam projetos da primeira parte do programa. Segundo ele, a verba da segunda fase será destinada a novos projetos ou partes novas de projetos antigos. "O PAC 1 deverá terminar em 2010. As obras que não terminarem terão continuidade nos próximos anos", afirmou. Como exemplo, ele citou a prorrogação da entrega da Trasnordestina de 2010 para 2012. A obra está sendo feito com recursos da iniciativa privada e tem financiamento público. O ministro admitiu, entretanto, que a primeira etapa do programa pode deixar gastos para a segunda etapa. "É claro que você sempre terá algum resto a pagar. Cada governo deixa um pouquinho para o outro", apontou. Leia mais (29/03/2010 - 15h23)

29/03/2010 05:09 PM

Petróleo deve ficar entre US$ 70 e US$ 80 nos próximos 10 anos, diz Opep

Os preços do petróleo podem permanecer entre US$ 70 e US$ 80 na próxima década, de acordo com um relatório da Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) divulgado antes de uma conferência de petróleo nesta semana que reiterou as estimativas de demanda feitas no ano passado. Em um documento escrito antes do Fórum Internacional de Energia nesta semana, a Opep afirmou que a suposição de preço tem como base a percepção de custos marginais de oferta no médio a longo prazo e destacou que isso não reflete nem sugere "qualquer projeção sobre se tal direção de preço é provável ou desejável". "Para a próxima década, os preços nominais devem permanecer na faixa de US$ 70 a US$ 80 o barril, enquanto que no prazo mais longo eles devem permanecer entre US$ 70 e US$ 100", disse o documento. Leia mais (29/03/2010 - 15h19)

29/03/2010 05:09 PM

Percepção de risco define taxa de câmbio, diz diretor do BC

O diretor de Política Monetária do Banco Central, Aldo Luiz Mendes, afirmou nesta segunda-feira que o maior ou menor apetite de investidores a risco é o que define a taxa de câmbio no país. "Ao contrário do que pode indicar o senso comum, o fluxo cambial não forma a taxa de câmbio. A variação do câmbio se deve a percepção de risco da economia global", disse em evento no Rio de Janeiro, classificando o real como uma "commodity global" em razão do sua reação a cenários de risco. "Quando há mais percepção de risco, os investidores ainda migram para o dólar, que é visto como um porto seguro." De acordo com Mendes, a cotação do real tende a reagir de forma mais consistente ao comportamento das commodities e à perspectiva de fluxo, do que a dados correntes sobre a entrada e saída de dólares do país. Leia mais (29/03/2010 - 14h50)

29/03/2010 05:09 PM

Atividade da construção civil cresce em fevereiro, aponta CNI

O nível da atividade na construção civil aumentou em fevereiro na comparação com janeiro, de acordo com pesquisa divulgada nesta terça-feira pela CNI (Confederação Nacional da Indústria). No mês passado, o indicador, que mostra a evolução da atividade no setor, ficou em 53,2 pontos --valores acima de 50 indicam aumento na atividade. Em janeiro, o número havia ficado em 50,5 pontos. Os empresários consideraram ainda que o nível da atividade está acima do usual para o período. O indicador que mede essa questão ficou em 55,6 pontos, também aqui valores acima de 50 indicam crescimento em relação ao habitual. Em janeiro, havia sido de 52,9. Leia mais (29/03/2010 - 14h47)

29/03/2010 05:09 PM

Bovespa se aproxima dos 70 mil pontos; dólar atinge R$ 1,80

A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) opera em terreno positivo desde a abertura dos negócios nesta segunda-feira. A cena externa ajuda na recuperação brasileira. As Bolsas europeias encerraram o expediente em alta, puxada pelas ações de mineradoras. Nos EUA, os mercados locais valorizam, com a reação dos investidores ao avanço do consumo do país. O índice Ibovespa, que reflete os preços das ações mais negociadas, sobe 1,46%, aos 69.687 pontos. O giro financeiro é de R$ 3,17 bilhões. Nos EUA, o índice Dow Jones, da Bolsa de Nova York, valoriza 0,38%. Entre os papéis mais negociados, a ação preferencial da Petrobras tem ganho de 1,39%; a ação da Vale de mesmo tipo ascende 1,19%. Leia mais (29/03/2010 - 14h44)

29/03/2010 05:09 PM

Justiça busca irregularidades em compra de aviões Embraer pela Aerolíneas Argentinas

Oficiais da Justiça argentina foram nesta segunda-feira ao escritório da companhia aérea Aerolíneas Argentinas para buscar documentos que possam comprovar um suposto superfaturamento da compra de 20 aeronaves da Embraer. O procedimento ocorreu no mesmo dia que o jornal local "La Nación", que faz oposição ào governo de Cristina Kirchner, ter publicado reportagem sobre as investigações. "Nos parece curioso que apareça uma nota no diário [La Nación] e três horas depois tenhamos a busca [dos oficiais de justiça]" na empresa, disse o secretário de Transportes, Juan Pablo Schiavi, que negou a suposta irregularidade. Leia mais (29/03/2010 - 14h41)

29/03/2010 05:09 PM

Nova gigante do varejo vai investir R$ 50 mi e abrir 50 lojas em 2010

A holding do varejo Máquina de Vendas, que surge nesta segunda-feira da fusão entre a Ricardo Eletro, de Minas Gerais, e Insinuante, da Bahia, irá investir neste ano R$ 50 milhões e deverá abrir entre 30 e 50 lojas. O foco de expansão da rede será o Rio de Janeiro e, posteriormente, São Paulo.

Luiz Carlos Murauskas/Folha Imagem
Ricardo Nunes, presidente da Ricardo Eletro (à direita), e Luiz Carlos Batista, da Insinuante, anunciam fusão das empresas
Ricardo Nunes, presidente da Ricardo Eletro (à direita), e Luiz Carlos Batista, da Insinuante, anunciam fusão das empresas
Somente no Rio, a previsão é de abrir 30 lojas em 2010, sendo a maioria no interior do Estado --atualmente, são 70 lojas. As demais 20 lojas serão inauguradas em locais onde o grupo já está presente. Leia mais (29/03/2010 - 14h29)
29/03/2010 05:09 PM
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