Guitarrista dos Rolling Stones apanha ao ser flagrado bebendo
O guitarrista dos Rolling Stones, Ronnie Wood, que havia se declarado sóbrio após passar por uma clínica de reabilitação em janeiro deste ano, enfureceu sua atual namorada, a brasileira Ana Araújo, a ponto de ganhar um olho roxo. O problema ocorreu quando a jovem, 32 anos mais nova que o roqueiro, encontrou-o bebendo.
"Ana vem mantendo ele longe da bebida. Assim que ela o flagrou, iniciou uma discussão que acabou com dois de seus quadros destruídos e um olho roxo", relatou uma fonte ao jornal The Sun. "Ele cruzou com a mulher errada", completou.
A vida do Rolling Stone mudou após sua separação de Jo Wood, em 2009, encerrando um casamento de 23 anos. O músico trocou a ex-mulher pela garçonete russa Katia Ivanova, de 21 anos, que depois foi trocada pela relações públicas Hannah Kamelmacher, de 26 anos.
Músico tinha 37 anos e chegou a gravar com com Fernanda Abreu e Marcelo D2
A polícia investiga a morte de Cláudio Márcio de Souza, o rapper Speed, encontrado morto em Niterói na madrugada da última sexta-feira. O músico, que fez sucesso na Europa nos últimos anos com o ex-Planet Hemp Black Alien e gravou faixas com Fernanda Abreu e Marcelo D2, foi vítima de disparos no pescoço, no peito e no pescoço.
De acordo com ocorrência registrada na 26ª Delegacia Civil, o corpo do rapper Speed foi encontrado em uma vala na rua Capitão Evangelista, na favela do Sabão, no bairro de São Lourenço.
Ao lado dele estava o corpo de outro homem, não identificado, branco e com idade estimada em 30 anos pela polícia. Speed morreu com 38 anos, segundo a polícia. Os corpos estavam a 500 metros de distância um do outro.
A favela do sabão é dominada por traficantes. Segundo o jornal local O Fluminense, a polícia avalia que os dois não foram mortos no local. Policiais foram à favela na sexta-feira para apurar o caso.
Exposição "America's Jazz Ambassadors Embrace the World" acontece em Tel Aviv
O Departamento de Estado americano usou Duke Ellington, Louis Amstrong, Miles Davis e outros ícones do jazz como embaixadores culturais com fins políticos durante a Guerra Fria, conforme evidencia uma exposição de fotos em Tel Aviv.
Tratam-se de 45 fotografias que exemplificam os peculiares e até pouco atrás desconhecidos esforços diplomáticos empreendidos em 25 países durante um quarto de século pelos astros da música americana.
Intitulada "America's Jazz Ambassadors Embrace the World" ("Os embaixadores americanos do jazz percorrem o mundo", em tradução livre), a exibição é fiel reflexo da estratégia de Washington de recorrer às figuras do jazz para cativar seus inimigos de meados dos anos 50 até fins dos 70.
Reprodução
Duke Ellington e Paul Gonsalves fumam no Iraque, em 1963
Tal período inclui eventos históricos como a Crise dos Mísseis em Cuba (1962), a invasão soviética da Tchecoslováquia (1968) e a Guerra do Vietnã (1959-1975). Alguns deles custaram a Washington tensões com Moscou e, outros, o descrédito em boa parte do mundo.
Para remediar a situação, a diplomacia americana decidiu enviar os gigantes do jazz aos quatro pontos cardeais que então contavam em termos de sedução ideológica: o Islã, a América Latina, a África Subsaariana e o bloco soviético.
O objetivo era apresentar o jazz como a face amável da cultura americana e como sinônimo de liberdade. A exposição apresenta diversas fotos históricas dos personagens retratados e o contexto diplomático de cada situação.
Entre as imagens, há cenas como a de Louis Amstrong jogando pebolim com Kwame Nkrumah - pai do pan-africanismo e da independência de Gana -, tocando trompete sobre um camelo nas pirâmides de Giza e rodeado de crianças em uma escola do Cairo.
Em outras, Dizzy Gillespie dirige uma motocicleta nas ruas de Zagreb, na antiga Iugoslávia do ditador Tito, e utiliza as notas de seu trompete para estimular a dança de uma cobra em Karachi, no Paquistão.
A exposição também mostra o pianista Dave Brubeck fazendo um show em uma gélida Varsóvia ou aterrissando no aeroporto de uma calorosa Bagdá, por onde Duke Ellington também passou na mesma campanha e onde, além de tocar piano, fumou pela primeira vez um cachimbo d'água.
Ellington também viajou para Adis-Abeba para se reunir com o imperador Halie Selassie e a Dacar para ser condecorado com todas as honras por Leopoldo Sedar Senghor, pai da independência senegalesa e criador do conceito humanístico de "negritude". Já Miles Davis aparece na exposição com sua banda encantando o público de Belgrado.
Mas o grande destaque é uma foto na qual Benny Goodman cumprimenta Nikita Khrushchov quando ainda estava longe o reatamento diplomático entre Moscou e Washington.
Nada era por acaso. Se para as viagens à África Negra se escolhiam músicos afro-americanos, para as visitas à antiga União Soviética se preferia brancos como Goodman, que interpretava jazz mas também música clássica europeia, muito apreciada em Moscou.
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Benny Goodman toca para o público na União Soviética, em 1962
A política do Departamento de Estado de fazer amigos através da música concluiu antes do início da década de 80 e devido à oposição republicana a gastar o dinheiro do contribuinte em empresas culturais e em um gênero como o jazz.
Para o organizador da exposição, Doron Polak, "foi um grande êxito. A diplomacia do jazz conseguiu que a cultura americana se espalhasse pelo mundo como algo de todos. Para melhorar a imagem dos Estados Unidos não havia música melhor para se escolher".
"Podia ter-se optado pelo country, mas é uma música local demais, muito pouco universalista", disse Polak em declarações à Agência Efe. Segundo ele, "foi uma iniciativa para utilizar a arte com fins políticos e de propaganda".
Ele lembrou, no entanto, que "a utilização da arte para esses fins sempre existiu e continuará existindo".
Se estivesse vivo, Renato Russo completaria 50 anos neste sábado. Para marcar o aniversário do líder da Legião Urbana, morto em 1996 vítima de complicações decorrentes da Aids, uma série de lançamentos foi programada. O principal deles é o álbum Duetos, que traz o cantor interpretando quinze faixas ao lado de nomes como Marisa Monte, Cássia Eller e Caetano Veloso. Seis desses duetos são póstumos. Eles foram gravados em novembro de 2009, juntando a voz de Renato com as de outros intérpretes.
Entre eles, está a primeira música de trabalho do disco, "Like a Lover", com participação de Fernanda Takai. Os demais duetos póstumos são "Change Partners", com Caetano Veloso; "Come Fa Um'Onda", com Celia Porto; "Strani Amore", com Laura Pausini; "La Solitudine", com Leila Pinheiro; e "Vento no Litoral", com Cássia Eller. Esta última música é duplamente póstuma, já que Cássia também já havia morrido quando sua voz foi juntada à de Renato Russo. "Quis o destino que o tom de sua gravação de 'Vento no Litoral' (inédita, diga-se) fosse plenamente compatível com o de Renato. O dueto era obrigatório e ficou muito emocionante", afirma Marcelo Fróes, produtor executivo do álbum.
Nas outras faixas, Renato canta com Marisa Monte ("Celeste", uma gravação demo de 1993), Adriana Calcanhotto ("Esquadros", vinda de uma sessão feita para o programa de TV "Por Acaso") e Paulo Ricardo ("A Cruz e a Espada", um dueto feito em 1995), entre outros. "À exceção de 'Vento no Litoral', gravada nas sessões do disco V da Legião Urbana, todas as vozes de Renato nestes duetos inéditos são das sessões dos dois discos solo de Renato - gravados entre 1994 e 1995", explica Fróes. O disco chega às lojas na próxima semana.
Além do álbum Duetos, outra novidade é o livro Como Se Não Houvesse Amanhã. Organizado por Henrique Rodrigues, o volume reúne contos inspirados em músicas da Legião Urbana. O paranaense Miguel Sanches Neto baseou-se em "Meninos e Meninas" e Tatiana Salem Levy inspirou-se em "Tempo Perdido", por exemplo. No total, são vinte autores. "Inicialmente, eu pensava em uns doze ou quatorze contos, mas a ideia foi tão abraçada que ficaram vinte", explica Rodrigues. Segundo ele, o critério de escolha para o livro foi "ser assumidamente fã da banda e ter um bom texto, independente de ser um autor conhecido ou não".
As maneiras de buscar inspiração nas músicas da Legião foram bem diferentes. Rosana Caiado Ferreira, por exemplo, imaginou uma continuação - triste, por sinal - para a história de amor de "Eduardo e Mônica", enquanto Carlos Fialho narrou os acontecimentos de "Faroeste Caboclo" sob uma nova perspectiva. Mas, na maior parte dos casos, a ligação com as canções é tênue. Todos os discos da Legião cederam músicas para o livro. Os campeões foram Dois (1986) e As Quatro Estações (1989), com cinco canções cada um.
Neste sábado, ainda haverá uma homenagem a Renato Russo no programa Altas Horas, da Globo. Dado Villa Lobos e Marcelo Bonfá, seu ex-companheiros de banda na Legião Urbana, vão interpretar canções do grupo junto com alguns convidados especiais. A exibição acontece na madrugada deste sábado para domingo.
Cantor subiu ao palco três horas depois do horário marcado
O vocalista do Guns N' Roses, Axl Rose, foi atingido por uma garrafa ontem em Lima depois de a banda iniciar seu show na capital peruana com três horas de atraso.
As imagens, que foram transmitidas hoje pela televisão peruana e também estão disponíveis no YouTube, mostram que Axl recebe uma garrafada logo depois de entrar no palco, perto da meia-noite de hoje - a apresentação estava marcada para as 21h de ontem (horários locais).
Comedido, o vocalista ordenou que a banda parasse a música e disse ao público: "Senhoras e senhoras, se querem atirar m..., então vamos embora. Queremos nos divertir junto com vocês". Em seguida, o Guns retomou a música "Chinese Democracy" sem maiores incidentes.
Axl protagonizou um incidente semelhante no show do Guns em São Paulo, no último dia 13.
Assim como em São Paulo e Lima, os fãs do Guns em Santiago do Chile tiveram que aguentar longos atrasos para assistir ao show da banda. O show do Guns N' Roses na capital peruana terminou perto das 3h.
O atraso da banda também provocou tumulto nos arredores do Estádio Monumental de Lima no momento de sua chegada, quando o público lançou copos de cerveja contra o veículo da banda e o sacudiu.
Para completar a confusão, ainda houve uma batalha campal entre policiais e fãs depois da conturbada chegada da banda ao local do show.
Bionic mistura gêneros e estilos; primeiro single se chama "Not Myself Tonight"
A cantora Christina Aguilera lançará em 8 de junho o álbum Bionic, que trará colaborações com artistas como Sia, Tricky Stewart, Polow Da Don, Le Tigre, Hill & Switch e Ladytron. O primeiro single do novo trabalho, "Not Myself Tonight", começará a ser vendido na próxima terça-feira no site da artista, anunciou hoje a gravadora Sony.
A cantora disse que, neste álbum, o quarto de sua carreira, trabalhou com compositores e produtores que "admira" e com os quais compartilhou uma "experiência maravilhosa".
"Eles acrescentaram um som único, apresentaram o mundo deles e o combinamos com minha visão, minhas ideias", declarou Christina, que ficou famosa há cerca de dez anos, com o sucesso "Genie in a Bottle".
Bionic foi gravado no estúdio da casa de Aguilera após o nascimento de seu primeiro filho da cantora e mistura gêneros, estilos e traz até uma balada ("Lift Me Up") escrita e produzida por Linda Perry, do extinto 4 Non Blondes.
Cantora fez primeiro de seus três shows no Brasil em Porto Alegre
Depois de se apresentar em Porto Alegre nesta quinta-feira, a cantora canadense Nelly Furtado, descendente de portugueses, prossegue sua primeira turnê brasileira neste sábado e domingo, no Rio e São Paulo.
Viajando pelo mundo para promover o álbum em espanhol Mi Plan, Nelly fez na capital gaúcha uma mistura de seus quatro discos e ainda cantou com o público "Sozinho", de Caetano Veloso. Além disso, dividiu com Di Ferrero, do NX Zero, os vocais da música "All Good Things (Come to An End)", que os dois gravaram juntos.
Sucessos como "Say It Right", "Promiscuous" e "I'm Like a Bird" devem aparecer nos dois últimos shows no país. O espetáculo tem duas trocas de figurino e conta com o carisma da cantora, que fala português com sotaque lusitano, para conquistar a plateia.
Serviço – Nelly Furtado no Brasil
Sábado, 27 de março Via Funchal, São Paulo, às 22h Ingressos: R$ 180 a R$ 300 Informações: (11) 2144-5444 ou Internet
Domingo, 28 de março HSBC Arena, Rio de Janeiro, às 20h Ingressos: R$ 190 a R$ 290 Informações: 4003-2330 ou Internet
O grupo sueco Abba pode voltar a se apresentar, quase 30 anos depois da sua dissolução, insinuaram seus ex-integrantes masculinos nesta sexta-feira. A banda, uma das mais bem sucedidas da história, continua sendo famosa apesar de ter acabado em 1982. Ela costuma receber tributos de outros artistas que imitam seus trajes de cetim e apresentam as baladas dos suecos.
Recentemente, o Abba conquistou novos fãs graças ao musical "Mamma Mia!", que virou filme. Em 2000, os músicos rejeitaram uma proposta de 1 bilhão de dólares para fazerem uma turnê.
Mas agora Benny Andersson e Bjorn Ulvaeus disseram ao jornal britânico The Times que há a possibilidade de uma única apresentação intimista, que poderia ser transmitida para o mundo todo. "É, por que não?", disse Andersson, hoje fazendeiro criador de cavalos.
"Não sei se as meninas ainda cantam alguma coisa. Sei que a Frida estava no estúdio." Depois, ele acrescentou: "Na verdade, não é má ideia."
Ulvaeus afirmou: "Poderíamos cantar 'The Way Old Folks Do' ('Do jeito que os velhos fazem', referência à faixa do álbum "Super Trouper")."
Observadores dizem que há vários obstáculos para uma reunião da banda, inclusive a vida reclusa da loira Agnetha Faltskog.
Andersson e Ulvaeus já haviam reagido negativamente à ideia de uma reunião do Abba. Há dois anos, Ulvaeus disse que "jamais apareceremos no palco outra vez, não há motivação para nos reagruparmos. Dinheiro não é um fator, e gostaríamos que as pessoas se lembrassem de nós como éramos – jovens, exuberantes, cheios de energia e ambição."
Lyngstad se casou com um príncipe alemão e vive nos Alpes suíços. Jornais dizem que ela estaria relativamente aberta à reunião.
Ulvaeus e Andersson atualmente divulgam seu musical "Kristina", que estreia em 14 de abril em Londres.