O sueco Sven Goran Eriksson foi apontado neste domingo pela Federao de Futebol da Costa do Marfim para dirigir a equipe na Copa do Mundo na frica do Sul. O time pega o Brasil, alm de Portugal e Coreia do Norte na primeira fase.O holands Guus Hiddink, o alemo Shuster e o francs Philippe Troussier eram considerados, ao lado do sueco, fortes candidatos vaga.
O tcnico anterior da Costa do Marfim, o bsnio Vahid Halilhodzic, foi demitido em janeiro aps uma fraca campanha da equipe na Copa Africana de Naes.
Os detaques da Costa do Marfim so o atacante Didier Drogba (Chelsea), o meia Yaya Tour (Barcelona), o atacante Salomon Kalou (Chelsea) e o lateral Emmanuel Ebou (Arsenal).
Eriksson dirigiu a Inglaterra nas duas ltimas copas, levando a equipe s quartas-de-final. Em clubes, o sueco alcanou sucesso na Itlia e Portugal.
A exploso de uma bomba na capital grega, Atenas, matou pelo menos um homem e feriu uma garota de dez anos de idade e sua me. Relatos afirmam que a menina foi hospitalizada em estado crtico e que ela e a me seriam de origem afeg.A exploso ocorreu s 22h50 (horrio local, 16h50 de Braslia) em frente a um prdio do governo. A polcia anti-terrorismo grega cercou a rea.
Correspondentes dizem que exploses de bombas no so raras na Grcia, mas dificilmente algum fica ferido j que os autores dos ataques costumam avisar a polcia com antecedncia e os locais so evacuados.
Autoridades gregas dizem investigar se o homem morreu quando ele mesmo carregava os explosivos ou se era apenas um inocente transeunte.
A Grcia vem sendo atingida por uma srie de bombas desde que o governo anunciou planos de austeridade econmica.
Mas o correspondente da BBC em Atenas Malcolm Brabant diz que esta foi a primeira vez desde ento que algum morreu em um ataque e que a polcia deve ter pressa em descobrir a identidade do morto para investigar possveis cmplices.
Na semana um grupo radical assumiu a autoria por trs bombas colocadas em um partido de ultra-direita, um centro para imigrantes e a casa de um lder da comunidade paqiustanesa.
O grupo afirmou que as bombas, que foram desarmadas antes de ferir algum, afirmou querer chamar ateno para a questo do racismo na Grcia.
Em uma visita no anunciada ao Afeganisto, sua primeira ao pas desde que assumiu a presidncia dos EUA, Barack Obama, elogiou o trabalho feito pelos soldados americanos no pas.
AP
Obama cumprimenta militares na base area de Bagram
Falando multido de militares presentes na base americana de Bagram, ao norte da capital, Cabul, Obama disse que "no h visita que considere mais importante que esta que fao agora. Minha tarefa mais importante hoje agradecer a vocs em nome de todos os americanos."
"Os afegos vem sofrendo h dcadas, dcadas de guerra, mas estamos aqui para ajud-los a consolidar a paz conquistada duras penas... e queremos constuir uma parceria fundamentada no respeito e interesses mtuos", disse ele.
Obama disse aos soldados que eles "contam com o apoio de uma misso clara e a estratgia certa" e que eles teriam os meios para "terminar o trabalho".
A operao militar, segundo Obama, seria complementada por um esforo civil.
Hamid Karzai Pouco antes, Obama encontrou-se com o presidente afego, Hamid Karzai, em Cabul e disse que o convidou para visitar Washington em maio.
AP
Obama acena durante encontro com o presidente do Afeganisto, Hamid Karzai
O lder americano afirmou desejar ver progressos nas iniciatiavas do governo afego para combater a corrupo e o trfico de drogas.
Obama deve ainda falar com militares americanos. Em dezembro, autorizou a ida de outros 30 mil soldados ao pas embora poucos destes tenham de fato chegado ao Afeganisto at agora.
Em uma entrevista de imprensa coletiva, Karzai agradeceu Obama pelo apoio americano e disse esperar que a parceria entre os dois pases continue.
Por motivos de segurana a visita de Obama ao pas foi programada para durar poucas horas, no foi anunciada previamente e Karzai foi avisado apenas uma hora antes, segundo o correspondente da BBC em Cabul Martin Patience.
Significado Embora curta, a visita cheia de simbolismos, segundo Patience.
Esta foi a primeira visita de Obama ao Afeganisto nos 14 meses desde que assumiu a presidencia americana, perodo no qual ele praticamente dobrou a quantidade de soldados dos EUA no pas.
Patience diz que Obama permanece insatisfeito com a forma como o Afeganisto est sendo governado e pretende expressar esse sentimento pessoalmente, diz Patience.
A relao entre o governo americano e o afego atravessou turbulncias no ano passado durante as polmicas eleies do ano passado no Afeganisto.
O conselheiro para Segurana Nacional dos EUA, general James Jones, disse que Obama esperava ajudar Karzai entender que "neste segundo mandato, existem certas coisas que ele deve fazer como presidente para combater coisas que no foram lidadas at hoje".
"Coisas como um sistema de nomeaes para cargos governamentais baseado em mrito, combater a corrupo, o narcotrfico que alimenta muito da insurgncia", disse ele.
Cerca de 10 homens mascarados assaltaram neste domingo um cassino na cidade suia de Basel, roubando o equivalente a mais de US$ 300 mil, de acordo com a polcia local. O grupo chegou em dois carros por volta das 4 horas da madrugada e entrou no Grand Casino de armas, incluindo metralhadoras e pistolas, em punho.
AP
Vidros perfurados por balas na entrada do Gran Casino, na Basileia
Os assaltantes, que falavam em francs, ordenaram que os cerca de 600 frequentadores deitassem no cho enquanto eles recolhiam o dinheiro.
O Grand Casino se descreve como a "Las Vegas sua", em referncia cidade americana famosa por concentrar cassinos.
Os assaltantes no teriam conseguido abrir o cofre principal do cassino, apesar de atirarem nele, segundo relatos. Ningum ficou seriamente ferido durante o assalto.
O grupo escapou em direo Frana, pas distante cerca de apenas 200 metros do cassino. A polcia francesa afirmou que procura os criminosos.
O presidente americano, Barack Obama, chegou neste domingo ao Afeganisto para sua primeira visita ao pas desde que assumiu a presidncia dos EUA. Obama encontrou-se com o presidente afego, Hamid Karzai, na capital Cabul e disse que o convidou para visitar Washington em maio.O lder americano afirmou desejar ver progressos nas iniciatiavs do governo afego para combater a corrupo e o trfico de drogas.
Obama deve ainda falar com militares americanos. Em dezembro, autorizou a ida de outros 30 mil soldados ao pas embora poucos destes tenham de fato chegado ao Afeganisto at agora.
Simbolismo Em uma entrevista de imprensa coletiva, Karzai agradeceu Obama pelo apoio americano e disse esperar que a parceria entre os dois pases continue.
Por motivos de segurana a visita de Obama ao pas foi programada para durar poucas horas, no foi anunciada previamente e Karzai foi avisado apenas uma hora antes, segundo o correspondente da BBC em Cabul Martin Patience.
Embora curta, a visita cheia de simbolismos, segundo Patience.
Esta foi a primeira visita de Obama ao Afeganisto nos 14 meses desde que assumiu a presidencia americana, perodo no qual ele praticamente dobrou a quantidade de soldados dos EUA no pas.
Patience diz que Obama permanece insatisfeito com a forma como o Afeganisto est sendo governado e pretende expressar esse sentimento pessoalmente, diz Patience.
A relao entre o governo americano e o afego atravessou turbulncias no ano passado durante as polmicas eleies do ano passado no Afeganisto.
O conselheiro para Segurana Nacional dos EUA, general James Jones, disse que Obama esperava ajudar Karzai entender que "neste segundo mandato, existem certas coisas que ele deve fazer como presidente para combater coisas que no foram lidadas at hoje".
"Coisas como um sistema de nomeaes para cargos governamentais baseado em mrito, combater a corrupo, o narcotrfico que alimenta muito da insurgncia", disse ele.
Depois de mais de dois anos em cativeiro, o soldado colombiano Josu Daniel Calvo foi libertado pelas Foras Armadas Revolucionrias da Colmbia (Farc) neste domingo e entregue a uma misso humanitria que contou com apoio do Brasil. A informao foi confirmada pelo movimento Colombianas e Colombianos pela Paz por meio de mensagem eletrnica no site Twitter: "Torna-se realidade a primeira das libertaes", escreveram os representantes do grupo.
Pouco antes, a Cruz Vermelha Internacional j havia confirmado que a misso humanitria estava no local acordado para o resgate.
Com um ferimento na perna, Calvo deve ser levado ao Hospital Militar de Bogot para receber atendimento. O soldado o primeiro dos dois refns que as Farc prometeram libertar entre este domingo e tera-feira.
Espera
A bordo do helicptero brasileiro que foi cedido operao, a misso de resgate foi composta pela senadora colombiana Piedad Crdoba, principal mediadora entre governo e a guerrilha, um representante da Cruz Vermelha Internacional, o bispo Leonardo Gmez Serna, alm de dois pilotos brasileiros.
Assim como ocorreu em resgates anteriores e, como parte do acordo com os rebeldes, a misso humanitria deve esperar pelo menos uma hora antes de levantar voo para que os rebeldes que participaram na entrega regressem a suas bases antes de que as operaes militares do Exrcito sejam reativadas.
Calvo, o refm que menos tempo levava em cativeiro, foi preso em abril de 2009, na zona rural de Vista Hermosa, no departamento de Meta, regio central do pas.
As Farc afirmam que o militar foi abandonado ferido por seus companheiros do Exrcito durante um enfrentamento com os rebeldes. O governo nega essa verso e diz que Calvo foi capturado pela guerrilha nesta ocasio.
Acordo humanitrio
Horas antes do resgate de Calvo, a senadora Crdoba advertiu que esta ser a "ltima entrega" de refns que as Farc faro de maneira unilateral e incondicional, como vinha ocorrendo desde o ano passado, quando seis refns foram colocados em liberdade.
O grupo armado busca negociar um acordo humanitrio com o governo que prev a libertao de pelo menos 500 guerrilheiros presos em troca de 22 oficiais - entre soldados e policiais - que fazem parte do chamado grupo de "prisioneiros de guerra" da guerrilha.
Na semana passada, Crdoba pediu ao alto comissrio para a Paz na Colmbia, Frank Pearl, que desenhasse uma proposta de acordo para ser concretizada antes do fim do mandato do presidente lvaro Uribe, que termina em agosto.
"No necessrio desmilitarizao, apenas uma mediao internacional", afirmou a senadora.
Por enquanto, o governo Uribe resiste a negociar com a guerrilha e insiste nos resgates forados como sada para libertar os demais oficiais presos.
Na tera-feira, uma operao de resgate dever libertar o soldado Pablo Emilio Moncayo, o mais antigo refm das Farc, preso h 12 anos. Se concretizada sua libertao, ter fim um dos mais emblemticos casos que marca o conflito militar interno na Colmbia.
Desde o sequestro do filho, h mais de 12 anos, o professor Gustavo Moncayo, conhecido como "Caminhante pela Paz" passou a realizar caminhadas dentro e fora da Colmbia com uma corrente presa ao corpo para exigir aes que resultassem na libertao do filho e em uma sada negociada para a guerra que dura mais de seis dcadas.
A presidente da Sua, Doris Leuthard, pediu, neste domingo, a criao de um registro nacional com o nome de padres acusados de abuso sexual de crianas. Em uma entrevista ao jornal suo Le Matin, Leuthard defendeu que esses religiosos sejam impedidos de ter qualquer tipo de contato com menores de idade e que sejam indiciados e julgados de acordo com a lei criminal do pas.
"Isso, alis, importante para todos os pedfilos, sejam eles padres, professores ou pessoas que, de uma maneira ou de outra, lidem com crianas", afirmou. "No faz nenhuma diferena que os autores (dos possveis crimes) sejam laicos ou religiosos. Todos esto submetidos ao Cdigo Penal suo."
A Sua um dos pases que recentemente registraram uma srie de escndalos de abuso sexual infantil envolvendo clrigos da Igreja Catlica.
Denncias
H algumas semanas, o abade Martin Werlen, membro de uma comisso da Congregao de Bispos da Sua que investiga denncias de abuso sexual disse, em entrevista, que cerca de 60 pessoas recentemente fizeram acusaes sobre casos que teriam ocorrido nos ltimos 15 anos.
"O abuso sexual de crianas ou de jovens chocante. Ele provoca nas vtimas uma dor imensurvel", disse Leuthard.
" particularmente abjeto que padres, professores e outras pessoas que lidam com crianas abusem de sua posio e da confiana depositada neles para agredir sexualmente esses menores."
A presidente defendeu a criao de espaos para acolher as vtimas e disse que as denncias devem ser tratadas firmemente.
"Aqui a Igreja dever assumir sua parcela de responsabilidade", afirmou.
As declaraes da lder sua vm tona quando a Igreja e o papa Bento 16 esto sendo pressionados diante de acusaes de abuso sexual por padres em vrios pases e de um possvel acobertamento por parte dos lderes catlicos.
Os italianos esto indo s urnas neste domingo para eleies regionais que esto sendo vistas como o maior teste da popularidade do primeiro-ministro Silvio Berlusconi desde que ele voltou ao poder, dois anos atrs. Treze das 20 regies da Itlia esto escolhendo novos lderes, e a votao ser realizada at a segunda-feira.Berlusconi tem estado no centro de vrias polmicas polticas e pessoais, que podem, segundo analistas, afetarem as chances de seu partido, o Povo da Liberdade (PDL).
O PDL controla apenas duas regies italianas.
Desafios Analistas dizem que um resultado ruim para Berlusconi pode dar Liga Norte mais controle sobre ele. Os dois partidos de centro-direita foram parte da mesma coalizo governista.
Outros especialistas acreditam ainda que o premi pode at ter de enfrentar um desafio sua liderana, caso o PDL no conquiste postos em mais regies italianas.
Apesar de as principais preocupaes do eleitorado serem o desemprego e a situao da economia, a campanha eleitoral foi dominada por acusaes de que Berlusconi teria tentado proibir programas de entrevistas de cunho poltico na televiso, o que ele nega.
As expectativas so de que o comparecimento na votao no seja grande, mas os resultados sero estudados pelos opositores e pelos aliados de Berlusconi da mesma maneira, para ver qual rumo a Itlia vai tomar.
Incidentes No sbado, autoridades italianas disseram ter interceptado uma carta endereada a Berlusconi e que continha uma bala de revlver.
Ainda no ficou claro quem enviou a carta.
Em outro incidente, um artefato incendirio que tinha como destinatrio o ministro do Interior pegou fogo e provocou queimaduras nas mos de um carteiro em Milo.
O lder da Igreja Catlica na Inglaterra e no Pas de Gales, o arcebispo de Westminster, Vincent Nichols, disse BBC que o papa Bento 16 no vai renunciar ao cargo diante da srie de escndalos de abuso sexual infantil envolvendo clrigos em vrios pases.
Em entrevista neste domingo ao programa Andrew Marr Show, Nichols disse que no existe nenhum "motivo forte" para uma renncia. "Pelo contrrio, ele , entre todos ns, quem vem combatendo esses problemas", afirmou o arcebispo.
Segundo Nichols, tambm foi Bento 16 quem introduziu mudanas nas leis da Igreja para proteger crianas.
"Ele mudou a lei para que ofensas sexuais cometidas contra qualquer pessoa menor de 18 anos passassem a ser consideradas crime dentro da lei da Igreja", explicou.
Mais defesas
Nichols reconheceu como sendo "justificvel" a "a irritao e a consternao" sobre o possvel acobertamento dos casos de abuso sexual por padres.
Mas disse que as acusaes do envolvimento do papa so "sem fundamento".
"Nos documentos da Santa S no h nada que impea bispos de reportar os crimes polcia", afirmou. "Alis, desde 2001, a Santa S tem pedido constantemente para que os bispos faam isso." No sbado, um importante membro do Vaticano, o cardeal Walter Kasper, que chefia o conselho ecumnico da Igreja Catlica, tambm defendeu Bento 16.
Reuters
Papa Bento 16 em missa realizada neste domingo
Kasper disse ao jornal italiano Corriere della Sera que foi o papa quem tomou atitudes que levaram ao processamento de vrios casos de suspostos abusos sexuais por padres, quando ainda chefiava a Congregao para a Doutrina da F como cardeal Joseph Ratzinger.
Apesar da defesa dos cardeais, Bento 16 segue sendo criticado em vrios pases por causa dos escndalos e tem sido pressionado por ativistas a renunciar.
A polmica em torno da Igreja Catlica voltou tona na semana passada, depois que o jornal americano The New York Times publicou uma reportagem dizendo que, em 1996, o cardeal Joseph Ratzinger, que veio a se tornar o papa Bento 16 em 2005, no respondeu a cartas vindas de clrigos americanos acusando um padre do Estado do Winsconsin de abusar sexualmente de at 200 menores deficientes auditivos.
O presidente do Chile, Sebastin Piera, anunciou, no sbado, a criao de um fundo de US$ 12 bilhes para a reconstruo dos locais mais afetados pelo terremoto e tsunami que atingiram o pas em fevereiro. Ele tambm disse que, a curto prazo, 30 mil famlias da cidade de Concepcin - a mais destruda - vo receber ajuda direta do governo para reconstruir suas casas.
Alm disso, o presidente disse que pretende aumentar a presena de tropas nas reas atingidas para ajudar a acelerar a reconstruo.
Piera fez as declaraes no sbado, em Concepcin, onde participou de cerimnia e de uma missa na cidade para marcar um ms da tragdia.
"Como presidente, vou liderar esse processo de reconstruo. Serei o pedreiro, o operrio, o carpinteiro, o engenheiro e tambm o arquiteto, representando todos os chilenos", afirmou.
Ele ainda pediu para os chilenos "enxugarem suas lgrimas" e comearem a trabalhar "na grande tarefa de reconstruir o Chile".
Desabrigados e sem emprego O terremoto de 8,8 graus de magnitude e o tsunami que se seguiu deixaram quase 500 mortos e destruram mais de 1,5 milhes de casas em vrias partes do pas, semanas antes de Piera assumir a Presidncia, substituindo Michelle Bachelet.
O governo de Piera estima um prejuzo de US$ 30 bilhes.
Segundo o Escritrio Nacional de Emergncia chileno (Onemi, na sigla em espanhol), quase 12 mil pessoas ainda continuam desabrigadas.
Elas esto morando em instituies pblicas ou em barracas de acampamento.
Alm dos danos causados pelo terremoto, outro impacto dos tremores tem chamado a ateno dos chilenos nos ltimos dias: o nmero de demisses por motivo de "fora maior". Dados divulgados recentemente indicam que 8,4 mil trabalhadores chilenos foram demitidos com essa alegao aps o terremoto.
Pela lei chilena, a demisso por "fora maior" deixa os funcionrios sem direito a indenizaes pelas empresas.
Segundo a Onemi, os empregadores alegaram que o terremoto e as ondas gigantes afetaram suas companhias e que as empresas no teriam como pagar os direitos dos trabalhadores.
Um americano foi preso no Estado da Pensilvnia aps tentar aparentemente ressucitar um gamb aplicando respirao boca a boca no animal que j estava morto, segundo o jornal Philadelphia Inquirer. "Gambs so famosos por se fingirem de morto, especialmente quando ameaados.Seus olhos ficam fixos, dentes arreganhados e liberam um pssimo odor", disse a reportagem do jornal.
"Mas o gamb que estava beira da estrada Colonel Drake na quinta-feira no fazia nada disso, segundo a polcia. Era o cadver de um bicho que h muito havia morrido beira da estrada." Segundo testemunhas, Donald Wolfe, 55 anos, tentou ressucitar o animal na tarde daquele dia. A polcia recebeu algumas ligaes denunciando o ato e prendeu o homem por "bebedeira pblica".
No espao para a identificao da vtima no boletim de ocorrncia feito para registrar o ocorrido, a polcia escreveu: "sociedade".
Wolfe deve ser obrigado a comparecer perante um juiz para explicar suas aes.
O jornal diz que o homem, que no possui um nmero catalogado na lista telefncia, no estava disponvel para comentar o ocorrido.
A BBC descobriu evidncias de um massacre recente de mais de 300 pessas na Repblica Democrtica do Congo. Os assassinos seriam integrantes do grupo rebelde Lord's Resistence Army (Exrcito de Resistncia do Senhor em portugus ou LRA na sigla em ingls), grupo paramilitar criado h mais de 20 anos com o objetivo de transformar Uganda em uma teocracia.Hoje o grupo opera tambm no Congo, Sudo e Repblica Centro Africana.
Um reporter da BBC que esteve no nordeste congols disse que os rebeldes atacaram vilas remotas da regio durante cinco dias em dezembro.
Ataques Os guerrilheiros do LRA, alguns vestidos como soldados do Congo, atacaram casas, saquearam, estruparam e sequestraram crianas, meninos para serem soldados e meninas para atuarem como escravas sexuais.
Em um dos ataques, os rebeldes obrigaram os moradores locais a carregar pesados sacos com mantimentos em uma marcha por quilmetros.
Os que no conseguiam acompanhar o ritmo de caminhada ou tentavam fugir eram mortos com golpes de machado ou pedaos de pau, segundo testemunhas.
A ONU escutou rumores de que ocorreria um ataque por volta do natal e reforou a segurana em cidades maiores da regio mas no nas vilas remotas onde a violncia acabou acontecendo.
Os governo de Uganda, Congo Sudo lanaram uma campanha em 2008 para 'dizimar' o LRA mas esta no atingiu o objetivo e em dezembro daquele ano, o grupo atacou igrejas e vilas, matando pelo menos 900 pessoas e forando milhares a deixarem suas casas, de acordo com dados da ONU.
A ong Human Rights Watch disse que este um dos piores massacres j realizados pelo LRA.
Anneke van Woundenberg, porta voz da ong, disse que o massacre fornece "provas claras" da capacidade atual do LRA.
"Ao invs de ignorar os fatos, os governos da regio e tropas de paz da ONU deveriam coordenar seus esforos para proteger civis e desenvolver uma estratgia competente para resolver o problema do LRA de uma vez por todas", disse ela.
27/03/2010 09:03 PM
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