A China ultrapassou os Estados Unidos em 2009 e se tornou o maior investidor em tecnologia de energias renováveis, segundo um relatório divulgado nos Estados Unidos.
Os pesquisadores do instituto americano Pew calculam que a China investiu US$ 34 bilhões (cerca de R$ 62 bilhões) em energia limpa no ano passado, quase o dobro do investimento realizado nos Estados Unidos.
O Brasil ficou em quinto lugar na lista entre os países do G20, tendo investido aproximadamente R$ 13,2 bilhões, atrás de China, EUA, Grã-Bretanha e Espanha.
O crescimento mais espetacular ocorreu na Coreia do Sul, onde a capacidade instalada cresceu 250% nos últimos cinco anos.
Globalmente, o investimento mais do que dobrou nos últimos cinco anos, afirma o Pew, que concluiu que a recente crise econômica provocou apenas uma pequena queda nesses investimentos.
? Mesmo em meio a uma recessão global, o mercado de energia limpa passou por um crescimento impressionante ?, afirma Phyllis Cuttino, diretora da campanha sobre mudanças climáticas da instituição.
? Os países estão disputando a liderança ?, disse ela.
? Eles sabem que o investimento em energia limpa pode renovar suas bases manufatureiras e criar oportunidades de exportação, empregos e negócios.
Os Estados Unidos ainda mantêm uma pequena liderança na capacidade total instalada, mas se a tendência continuar em 2010, a China deverá ultrapassar o país ainda neste ano.
Diversificando
A meta do governo chinês de ter 30GW de capacidade de energia renovável instalados até 2020 está para ser cumprida em breve com o uso apenas de energia eólica (do vento), e novas metas já estão sendo estabelecidas.
? O governo tomou a decisão estratégica de que diversificar suas fontes de energia deveria ser uma prioridade nacional ?, comentou Steve Sawyer, secretário-geral do Conselho Global de Energia Eólica (GWEC, na sigla em inglês), que não participou da análise do Pew.
? Ela é agora líder na fabricação de células fotovoltaicas (de energia solar), e são fabricadas mais turbinas eólicas na China do que em qualquer outro país.
Mas o uso de combustíveis fósseis na China também está em rápida expansão.
Até agora, as renováveis respondem por uma pequena parcela da energia consumida na China, mas a meta do país é que 15% de sua energia venham de fontes limpas até 2020.
A energia eólica foi o setor dominante na maioria dos países que realizaram altos investimentos em energias renováveis, com exceção da Espanha, Alemanha e Itália, onde a energia solar foi a campeã de investimentos.
Já os investimentos nos Estados Unidos caíram em 40% de 2008 para 2009.
O investimento da Espanha também caiu, por causa da recessão, depois de vários anos de rápido crescimento, motivado pelo desejo de diminuir as emissões dos gases causadores do efeito estufa para atingir as metas estabelecidas no Protocolo de Kyoto.
O Pew baseou sua análise com base nos dados da Bloomberg New Energy Finance, o grupo internacional de consultoria e análise.
Designers famosos transformaram parte do Palácio de Kensington, em Londres ? último local onde morou a princesa Diana antes da morte, em 1997 ?, em um ?palácio encantado?.
A ideia por trás do projeto, que recebeu o nome de The Enchanted Palace, é continuar atraindo o público ao local durante a reforma de algumas das salas do palácio.
A companhia de teatro britânica Wildworks foi chamada para comandar a transformação, contando histórias de membros da família real que já moraram no palácio.
Para isso, eles contaram com a ajuda de designers britânicos famosos, como Vivienne Westwood, que criou um vestido para princesas rebeldes em uma escadaria.
O designer William Tempest transformou o quarto de infância da rainha Victoria, com um vestido feito de mil pássaros de origami.
Em outra sala, dedicada à paixão de duas princesas pela dança, estão a coroa que a Princesa Margaret usou no dia de seu casamento e suas sapatilhas de balé. E ao lado, um vestido da Princesa Diana.
O projeto ficará aberto ao público até 2012, e um novo grupo de designers continuará transformando o palácio nos próximos meses.
A Conferência Nacional de Educação (Conae), evento que se realizará de 28 de março a 1º de abril, em Brasília, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, terá 2.500 delegados eleitos em municípios e estados e 500 observadores convidados.
Durante quatro dias, os participantes da Conae vão discutir a criação de um sistema nacional de educação e propor diretrizes e estratégias para a construção do novo Plano Nacional de Educação (PNE), que vai vigorar de 2011 a 2020.
Para facilitar as discussões, a comissão organizadora da conferência dividiu o tema central (Construindo um Sistema Nacional Articulado de Educação: Plano Nacional de Educação ? Suas Diretrizes e Estratégias de Ação) em seis eixos e ofereceu um documento-referência para os debates preparatórios que aconteceram nos municípios e estados em 2009. Ao final das discussões, a comissão recolheu as contribuições, que agora estão no documento-base que vai a debate.
Participaram da preparação do evento cerca de 400 mil pessoas numa série de 2.258 conferências. Os municípios promoveram 1.707 conferências e grupos de municípios fizeram outras 551. Nos estados foram 27
Aumentar a gramatura da capa dos cadernos escolares de 200 folhas, para dar maior durabilidade ao material. Usar espiral em aço galvanizado e revestido em náilon, em vez de espiral de plástico, que é mais frágil. Retirar do edital o caderno de 48 folhas sem pauta, por sua produção ser antieconômica para os fabricantes de cadernos. Essas foram algumas das sugestões feitas ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), durante audiência pública em São Paulo.
O evento foi organizado para discutir o edital de pregão eletrônico de registro de preços para eventual compra de cadernos escolares por estados e municípios. Outras recomendações serão enviadas ao FNDE até a próxima terça-feira, 30, pela Associação Brasileira de Celulose e Papel (Bracelpa) para aprimorar o edital, que deve ser publicado até o fim de abril.
Durante a audiência, os industriais manifestaram sua preocupação por ter de entregar o material a estados e municípios no período de setembro a janeiro, quando já operam com capacidade máxima. Segundo o diretor de administração e tecnologia do FNDE, José Carlos Freitas, esse assunto será analisado do ponto de vista técnico e legal para buscar uma solução.
A audiência desta quinta-feira, em São Paulo, serviu para que os técnicos da autarquia obtivessem um panorama mais amplo do setor produtivo e debatessem com a sociedade e os fabricantes as melhores especificações para os cadernos.
O Ministério Público Federal (MPF) em Campinas (SP) recomendou a suspensão das concorrências públicas para a construção da segunda pista de pouso e decolagem do Aeroporto de Viracopos. Segundo nota, a recomendação foi encaminhada à Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) e sugere que a empresa suspenda a concorrência até que seja obtida a licença prévia ambiental.
Para que a concorrência pública ocorresse sem problemas seria necessária, segundo o MPF, Público, a existência de um projeto básico que indicasse a melhor localização para a construção da pista no aeroporto de Campinas, levando em consideração a questão da viabilidade ambiental.
Na avaliação do MPF, a ausência dessa licença prévia ambiental antes da elaboração do projeto básico pode indicar a existência de uma irregularidade grave e fazer com o que o Tribunal de Contas da União (TCU) determine a suspensão dos repasses de recursos.
? Se a licença ambiental sai depois da licitação, ela pode determinar mudanças em um projeto já em andamento, aumentando os riscos de desvios e prejuízos aos cofres públicos ? disse o procurador Paulo Gomes Ferreira Filho.
A Infraero terá o prazo de dez dias a partir do recebimento da intimação para informar o Ministério Público sobre as medidas que serão adotadas para o cumprimento da recomendação.
O governo não vai retirar totalmente os benefícios concedidos ao setor de móveis, qua acabariam no próximo dia 31. A partir de abril, a nova alíquota de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para os móveis será de 5% para todos os produtos. Antes da desoneração, a alíquota incidente sobre alguns itens, como móveis estofados, era de 10%.
A alíquota de IPI sobre painéis de madeira (inclusive de madeira maciça), aglomerados de madeira e placas laminadas também será de 5%. Antes da desoneração, essa alíquota de IPI sobre estes produtos era de 10%.
De acordo com comunicado do Ministério da Fazenda, o decreto com a especificação do IPI por código de produto será publicado até o dia 31 deste mês.
Esqueça lagartos ou iguanas. Cães e gatos, então, não têm a menor chance. A moda agora será ter o seu próprio dragão de estimação -- ao menos se você for uma criança viking.
Esses seres mitológicos, gigantescos e perigosos ganham ares de criaturas fofinhas na animação Como Treinar o seu Dragão, que estreia em cópias convencionais (dubladas e legendadas), e apenas dubladas em 3D e IMAX (estas últimas, apenas em um cinema em São Paulo e outro em Curitiba).
Baseada numa série de livros de Cressida Cowell, a animação dirigida por Dean DeBlois e Chris Sanders (a mesma dupla de Lilo & Stitch) parece o primeiro longa de uma franquia que tem tudo para uma vida longa se agradar ao seu público-alvo: meninos ávidos por aventuras. Embora existam algumas personagens femininas, o universo aqui é dos vikings do sexo masculino, grandalhões, barbudos e com chifres pontiagudos em seus elmos.
Os vikings-mirins são educados para substituir seus pais na batalha contra os grandes dragões que assolam a Ilha de Berk, onde o grupo mora -- um lugar antigo, mas com casas novas que são reconstruídas após sucessivos ataques. É impossível exterminar os animais pois, para isso, seria necessário saber onde fica o seu ninho.
Soluço (na versão original, dublado por Jay Baruchel, de Uma Noite no Museu 2) é o filho do chefe da tribo Stoico, O Imenso (Gerard Butler, de Gamer), mas não leva o menor jeito para ser um grande viking. Pequeno e desajeitado, o garoto não tem o porte físico para enfrentar dragões, como seu pai.
Como toda boa animação voltada para o público infanto-juvenil, Como Treinar o seu Dragão mostra que as aparências enganam e que se Soluço olhar bem para dentro de si mesmo irá descobrir tudo de que é capaz. Se, por um lado, a história do longa não inova e é possível prever o final sem esforço, por outro, o visual e a forma como a narrativa se desenrola dão conta de espantar o tédio.
É bom saber que, embora para leigos dragões sejam todos iguais, existem vários tipos diferentes. Um deles é capaz de lançar água fervendo em seus inimigos, ao invés da tradicional chama. Outros, por sua vez, possuem duas cabeças, e cada uma com uma função diferente. O que o Manual dos Dragões não ensina, e Soluço irá descobrir sozinho, é que essas criaturas assustadoras podem ser dóceis, amigáveis e companheiras.
A jornada de Soluço começa quando ele captura um temido dragão do tipo Fúria da Noite. Como o garoto não tem coragem de matar o animal, laços de amizade nascem entre os dois -- mas isso ainda é um segredo, que o menino guarda muito bem, pois sabe que a descoberta do dragão colocará em risco a vida do animal, a quem dá o nome de Banguela.
Aos poucos, Soluço descobre como domar um dragão sem feri-lo, ou muito menos matá-lo. Torna-se uma celebridade na aula de Treino com Dragões e, posteriormente, um ídolo em sua ilha. Quando seu pai volta de viagem, espanta-se com a novidade, mas só tem a comemorar.
A partir de então, o filme facilmente estabelece seus temas e aprofunda o perfil de seus personagens, como Astrid (America Ferrera, de Quatro Amigas e um Jeans Viajante), uma menina corajosa, melhor aluna do Treino com Dragões, e os gêmeos Cabeçaquente (Kristen Wiig, de A Era do Gelo 3) e Cabeçadura (T.J. Miller, de Cloverfield - Monstro).
O formato 3D é bastante bem aproveitado no filme -- especialmente nas cenas de voo dos dragões, nas quais o público terá a sensação de estar voando na garupa de um deles, ao lado de Soluço. Não é a toa que, especialmente pelo uso da luz, o filme tem um visual bastante caprichado, deixando clara a assinatura do renomado diretor de fotografia Roger Deakins (O Leitor, Um Homem Sério), que assina como consultor.
A diretora indiana Mira Nair não esconde em nenhum momento em seu novo filme, Amelia, o carinho que sente pela personagem que escolheu retratar - a americana Amelia Earhart, uma das pioneiras da aviação mundial e que se tornou uma celebridade em seu país, nos anos 1930, ao quebrar vários recordes no comando de um avião.
Foi comparada, na época, ao pioneiro Charles Lindbergh, celebrado pelo voo solo que fez sobre o Atlântico, em 1927. Façanha que ela repetiu e quis superar com uma volta ao mundo.
A vida de Amelia é repleta de desafios, aventuras, fracassos e realizações, mas Nair preferiu dar maior destaque para sua paixão pela aviação, o combustível que a movia, acima de tudo. Foi uma boa escolha, pois, graças às proezas de Amelia, muitas mulheres puderam também entrar nesse clube restrito até então aos homens e desenvolver uma carreira.
Hilary Swank (Menina de Ouro) encarna com empenho o papel da aviadora pioneira, dosando de forma correta a teimosia da personagem em assumir riscos, sem que demonstre arrogância aos olhos do espectador.
Não há como não aprovar as escolhas de Amelia, mesmo quando arriscadas e beirando a insanidade, já que o que está em julgamento é a capacidade de uma mulher de aceitar desafios e realizá-los como um homem o faria. Ela sabia que, se fracassasse, todo seu passado de sucessos seria esquecido e o futuro de muitas mulheres, comprometido.
O filme começa com a viagem ao redor do mundo que ela está prestes a concluir, em 1937. No comando de um Electra, acompanhada por um navegador alcoólatra, ela parece uma criança feliz sobrevoando as savanas africanas.
O filme não mostra, mas Amelia também passou pelo Brasil, onde fez uma escala em 6 de maio de 1937, em Fortaleza (pagou 800 mil reis, o equivalente a US$ 50, por uma diária no Excelsior Hotel), e circulou pelas ruas da cidade de calças compridas e camisa xadrez.
O acompanhamento dessa viagem é alternado com cenas do passado, que mostram o início da carreira da aviadora, em 1928, quando se candidatou a cruzar o Atlântico num projeto patrocinado pela socialite americana Amy Phipps Guest, interessada que uma mulher repetisse a façanha de Lindbergh um ano antes.
Esse projeto, coordenado pelo editor e publicitário George Putnam (interpretado por Richard Gere), deslanchou sua carreira e marcou o início de um relacionamento com o próprio Putman, com quem se casou, depois de uma insistência muito grande da parte dele. Amelia não queria que o casamento interrompesse sua carreira e deixou essa condição clara desde o início. Para Putman, era doloroso aceitar os longos períodos longe da mulher, temendo que ela não retornasse da última aventura.
O grande mérito de Mira Nair é nunca perder de vista essa relação tão especial entre dois personagens que se amam muito, mas não podem viver juntos. O encantamento dessa relação é sentido quando estão sozinhos e se falam pelo rádio, ultrapassando a fronteira dos países. É o preço que têm de pagar pelo respeito à liberdade do outro.
A economia dos Estados Unidos cresceu em um ritmo um pouco menor que o estimado no quarto trimestre de 2009, mostraram dados do governo nesta sexta-feira.
O Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA cresceu a uma taxa anual de 5,6%, disse o Departamento do Comércio norte-americano no seu relatório final para o quarto trimestre, ao invés da taxa de 5,9% divulgada em fevereiro. Ainda assim, foi o maior ritmo de expansão desde o terceiro trimestre de 2003.
Analistas ouvidos pela Reuters tinham previsto que o PIB, que mede a produção total de bens e serviços nos EUA, cresceria 5,9 por cento no período entre outubro e dezembro.
No terceiro trimestre, o PIB expandiu-se 2,2%.
O Departamento também disse que os lucros corporativos depois de impostos cresceram 6,5%no quarto trimestre, menos que o aumento de 12,7% no trimestre anterior. A leitura ficou abaixo das expectativas do mercado de um ganho de 10%. Para todo o ano de 2009, os lucros depois de impostos caíram 6,9%, o maior declínio desde 2000.
O crescimento do PIB foi reduzido porque as contribuições do investimento privado, dos gastos do consumidor e dos estoques foram revisadas para baixo.
Grande parte da recuperação da economia da pior recessão desde os anos 1930 foi conduzida por estímulos do governo e a redução menos agressiva dos estoques.
Isso gerou preocupações de que o crescimento poderia desacelerar mais tarde neste ano quando esse impulso acabar, dados o fraco gasto do consumidor e o alto nível de desemprego.
Quando as empresas aumentam os estoques ou diminuem a taxa de redução deles, o setor manufatureiro eleva a produção, e isso impulsiona o PIB.
Excluindo-se os estoques, a economia cresceu 1,7% ao invés da taxa 1,9% estimada no mês passado.
Os estoques empresariais caíram US$ 19,7 bilhões no quarto trimestre, ligeiramente acima dos US$ 16,9 bilhoes estimado no mês passado. Eles caíram US$139,2 bilhões no período entre julho e setembro.
A mudança nos estoques adicionou 3,79 pontos percentuais ao PIB no último trimestre. Foi a maior contribuição percentual desde o quarto trimestre de 1987.
Em 2009 como um todo, a economia dos EUA teve contração de 2,4%, o maior declínio desde 1946, disse o Departamento.
Também houve pequenas reduções negativas para o investimento empresarial e os gastos do consumidor, que contribuíram para reduzir as estimativas de PIB.
O investimento empresarial cresceu 5,3%, ao invés de 6,5%. Isso refletiu o gasto reduzido em construção. O setor imobiliário comercial está em dificuldades sob o peso das altas taxas de vacância e do acesso restrito ao crédito.
O investimento na construção de novas moradias foi revisado para baixo, para uma taxa de crescimento de 3,8% no quarto trimestre, da taxa de 5 por cento divulgada em fevereiro. Ele tinha crescido 18,9% no terceiro trimestre.
Porém, as vendas de novas moradias estão mais lentas neste ano, atingindo uma mínima recorde em fevereiro.
O aumento no gasto do consumidor foi ajustado para baixo para uma taxa de 1,6%, de 1,7%. Isso ficou abaixo do aumento de 2,8% no terceiro trimestre, quando o consumo teve um impulso do programa de incentivo de compra de automóveis do governo.
O gasto do consumidor contribuiu com 1,16 ponto percentual ao PIB do quarto trimestre.
Com a inauguração nesta sexta-feira do Gasoduto da Integração Sudeste-Nordeste (Gasene), a malha do país passa a contar com 9.219 quilômetros de extensão.
Para que a duplicação fosse possível, foram investidos desde 2003 (quando a malha tinha 5.451 quilômetros de extensão) R$ 29,6 bilhões. Com a conclusão do último trecho do Gasene - o maior gasoduto em extensão construído no Brasil nos últimos dez anos, a oferta de gás para a Região Nordeste duplicará de imediato, pois o gasoduto já entrará em operação com capacidade de transporte de 10 milhões de metros cúbicos por dia.
Com 28 polegadas de diâmetro, o gasoduto, no entanto, terá capacidade para transportar até 20 milhões de metros cúbicos por dia. Para isso, mais quatro estações de compressão terão que ser construídas ? o que ocorrerá obedecendo às exigências do mercado.
O consumo excessivo de sal pode aumentar os riscos de desenvolver câncer de estômago, segundo pesquisa sul-coreana publicada no American Journal of Clinical Nutrition.
Os pesquisadores, que avaliaram mais de 2,2 milhões de coreanos com idades entre 30 e 80 anos, descobriram que uma dieta rica em sal pode aumentar em 10% as chances de desenvolver a doença.
Os especialistas da Sociedade Americana do Câncer recomendam evitar o consumo excessivo de sal.
? Não está claro que a redução do consumo de sal reduziria significativamente o risco de câncer gástrico na população americana. De qualquer forma, as diretrizes do governo dos EUA recomendam evitar a ingestão excessiva de sal com o objetivo de reduzir a pressão alta ?, explicou a especialista em nutrição epidemiológica Marji McCullough.
26/03/2010 09:58 PM
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