O presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles, reiterou hoje que a economia brasileira deverá crescer 6,5% em 2010, mas enfatizou que as expectativas de inflação, a despeito da redução da taxa de desemprego, continuam ancoradas. Meirelles reafirmou essas projeções durante a palestra "Crescimento e Manutenção da Responsabilidade Monetária", na abertura do Forum Exame, em São Paulo.
O presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles, reiterou hoje que a economia brasileira deverá crescer 6,5% em 2010, mas enfatizou que as expectativas de inflação, a despeito da redução da taxa de desemprego, continuam ancoradas. Meirelles reafirmou essas projeções durante a palestra "Crescimento e Manutenção da Responsabilidade Monetária", na abertura do Forum Exame, em São Paulo.
Na semana passada, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou que a taxa de desemprego apurada nas seis principais regiões metropolitanas do País ficou em 7,3% em abril, ante 7,6% em março. Esta foi a menor taxa para meses de abril da série histórica da pesquisa mensal de emprego, iniciada em 2002. A expectativa do BC para a taxa de desemprego este ano é de 7,1%, com ajuste sazonal.
O presidente do BC trouxe para a plateia praticamente as mesmas informações que tem levado a todos os eventos dos quais tem participado nos últimos meses. Ele destacou a atuação do BC no combate à crise econômica mundial, ao adotar medidas anticíclicas. Meireles disse ainda considerar importante as discussões sobre em qual patamar deve ficar a taxa de juros, mas ressaltou que, com exceção de 2003, quando teve de escrever uma carta ao Conselho Monetário Nacional (CMN) para justificar o desvio da inflação da meta no ano anterior (2002), nunca mais a autoridade monetária precisou voltar a fazer isso.
Fabricante japonesa de eletrônicos vai se concentrar em negócios voltados ao setor de infra-estrutura, como usinas de energia
A Hitachi, maior fabricante japonesa de eletrônicos, vai se concentrar em investimentos em negócios voltados a infra-estrutura, como usinas de energia, em um momento em que procura dobrar seu lucro nos próximos três anos.
A Hitachi, um conglomerado de 900 empresas, vem tentando estreitar o foco para conseguir uma melhor chance de competir globalmente com rivais mais rentáveis, como a Siemens e a General Electric.
Durante os próximos três anos, a Hitachi vai atribuir cerca de 70 por cento do investimento previsto de 1,4 trilhão de ienes (15,4 bilhões dólares) a aplicações estratégicas como usinas de energia, redes inteligentes, computação em nuvem, baterias e sistemas ferroviários.
A empresa vai mirar fusões e aquisições para reforçar essas operações, disse o presidente Hiroaki Nakanishi, em um sinal de que a empresa está se tornando mais agressiva para a expansão após anos de redução de custos.
"Estamos dizendo claramente que nós estaremos mudando da defensiva para a ofensiva", apontou Nakanishi, de 40 anos, veterano da Hitachi, que assumiu o comando em abril. "O crescimento das vendas não é tudo, mas o crescimento do lucro não virá sem um aumento nas vendas."
A crise econômica mundial forçou a Hitachi a acelerar seus esforços para focar mais em áreas estáveis e promissoras.
Dólar vira e cai; nos EUA, mercados não operam em função de feriado
A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) começa em alta a semana encurtada pelo feriado de Corpus Christi, que será na quinta-feira. O Ibovespa, índice de referência da bolsa brasileira, ganhava 0,90% às 11h13, cotado a 62.506 pontos. Na última semana, o índice acumulou alta de 2,79%.
Por ser o último dia do mês de maio, alguns analistas não descartam a possibilidade de uma alta nas ações, puxada por fundos que buscam melhorar a performance das carteiras.
A agenda da semana traz indicadores importantes com potencial para alterar as projeções macroeconômicas, tanto aqui como no exterior. Os principais são dados da indústria brasileira e de países europeus e números do emprego nos EUA. Amanhã, a produção industrial de abril será anunciada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Nesta segunda, o mercado financeiro elevou levemente a estimativa para o desempenho da economia brasileira em 2010. De acordo com a pesquisa semanal Focus, divulgada pelo Banco Central (BC), a previsão para o Produto Interno Bruto (PIB) neste ano passou de um avanço de 6,46% para um crescimento de 6,47%.
Já o Índice de Confiança da Indústria (ICI), indicador-síntese da Sondagem Conjuntural da Indústria de Transformação, subiu 0,7% em maio ante abril, segundo informou a Fundação Getúlio Vargas (FGV). A taxa é bem diferente da apurada no mês passado, quando o índice caiu 1,0% em relação a março.
Na Ásia, as bolsas fecharam sem uma tendência definida nesta segunda-feira. Tokio e Seul subiram, mas Shanghai e Hong Kong tiveram queda.
Nos Estados Unidos, os mercados de Wall Street estão fechados hoje por ocasião do Memorial Day, feriado nacional em homenagem às vítimas de guerra do país.
Na Europa, foi divulgada nesta segunda-feira pelo Instituto Europeu de Estatísticas, Eurostat, a inflação da zona do euro, que registrou alta de 1,6% em ritmo anual, após o resultado de 1,5% de abril. As bolsas de Frankfurt e Milão abriram em baixa. O mercado londrino não opera em virtude de feriado nacional. A notícia de que a Fitch rebaixou o rating (classificação de risco) da Espanha, divulgada na semana passada, ainda chama a atenção.
Dólar
O dólar comercial virou e opera em queda de 0,78% nesta segunda-feira. Por volta de 11h20, estava cotado a R$ 1,806 para venda. Na sexta-feira, a moeda norte-americana terminou a R$ 1,810, em baixa de 0,88%.
Esse é a primeira aquisição feita pela empresa desde que a Petrobras entrou como sócia
A Petrobras começa a mostrar sua força no setor de açúcar e álcool. Nesta manhã de segunda-feira, a Açúcar Guarani, empresa na qual a estatal acabou de entrar como sócia, anunciou a compra da Usina Mandú, por R$ 345 milhões. A Cosan e a Bunge eram apontadas como potenciais interessadas pela usina, em Guaíra, interior de São Paulo.
"A aquisição é outro passo na estratégia da Guarani para a ampliação de sua atuação na indústria
de cana-de-açúcar do Brasil", afirma a empresa, em comunicado. Com a aquisição, a Guarani aumenta em mais 3,5 milhões de tonelada sua capacidade de moagem.
Com isso, a empresa, que é controlada pelo grupo francês Tereos e a Petrobras, terá capacidade de 20,6 milhões de toneladas, condição que a coloca entre as quatro maiores do País, atrás da Cosan, Bunge e LD Commodities. A compra foi feita pela controlada da Guarani, Cruz Alta Participações S.A.
A Mandú fazia parte da Crystalsev, a trading que pertencia à Santelisa Vale. Com produção de 60% etanol e 40% açúcar, a usina terá condições de cogerar 12 MW de eletricidade nesta safra.
iG havia antecipado em março interesse de grupo brasileiro por ativos de GLP da empresa na Europa
O grupo Ultra pretende fazer oferta pelas operações da Shell Gás na Europa, informou o jornal britânico "Financial Times". Os ativos da Shell de gás liquefeito de petróleo (GLP), o popular botijão de gás, são avaliados em 1 bilhão de euros e concentrados em países como França, Reino Unido, Holanda, Bélgica, Polônia e Escandinávia.
O iG já havia antecipado em março o interesse do grupo brasileiro por avaliar o ativo posto à venda pela Shell. A Ultragaz, que é a distribuidora do grupo, é a principal empresa de GLP no Brasil.
Segundo reportagem do FT, a Shell, que já colocou à venda as mesmas operações em 2006, não deve conseguir o preço pretendido, por causa das dificuldades de grupos interessados em levantar recursos em meio à crise financeira mundial. Além do grupo brasileiro, a reportagem diz que empresas de private equity também estão interessadas no ativo.
Grandes redes varejistas mais que dobraram o número de unidades comercializadas na comparação com o mesmo período do ano passado
A menos de 15 dias do início da Copa do Mundo, as vendas de televisores dispararam. Grandes redes varejistas mais que dobraram o número de unidades comercializadas na comparação com o mesmo período do ano passado. Apesar do forte ritmo do consumo, lojistas informam que, por enquanto, não faltam produtos, mesmo os modelos mais procurados, como as TVs de LCD de 32 polegadas.
?Nossas vendas estão surpreendendo absurdamente?, afirma o diretor de eletrônicos do Carrefour, Fábio Régis. Levando em conta o desempenho da última Copa do Mundo, quando os volumes vendidos de TVs cresceram 35% em relação a 2005, a rede se preparou nesta Copa para um aumento de 45% a 50% ante 2009. Mas só neste mês a empresa já vendeu um número de TVs 67% maior na comparação com 2009 e ampliou em 80% o faturamento com o produto.
Para atender a demanda inesperada, a rede ampliou as encomendas junto às indústrias. ?O fabricantes estão bem preparados até a metade do mês que vem. Se o Brasil for classificado e tiver uma segunda rodada de compras, podem ocorrer problemas pontuais.?
Além de ampliar as compras, o executivo conta que hoje os televisores mal chegam a entrar no centro de distribuição da rede varejista. Segundo ele, o produto só troca de caminhão para atender a forte demanda nas lojas.
O grupo Pão de Açúcar, dono das bandeiras de eletrodomésticos Ponto Frio e Extra, também comemora os resultados. As vendas de televisores cresceram 110% no quadrimestre em relação a igual período de 2009, segundo o gerente comercial de áudio e vídeo do grupo, Leonardo Pagonotti. ?Tenho produto suficiente, mas risco de falta existe?, diz.
Nas Lojas Colombo, os volumes comercializados de televisores dobraram de janeiro a maio. ?Em virtude da Copa do Mundo, tivemos vendas excelentes já no Dia das Mães?, conta Gladimir Somacal, diretor de compras.
Fininhas
As vendas nas Lojas Colombo, assim como nas demais redes varejistas, estão sendo impulsionadas pelas TVs fininhas, de plasma, LCD e LED, enquanto os volumes comercializados de televisores de tubo (cinescópio), a tecnologia mais antiga, cresce menos ou até registra retração.
?Se continuar nesse ritmo, até o final deste ano a indústria vai deixar de produzir TV de tubo?, diz o supervisor geral das Lojas Cem, José Domingos Alves. De janeiro a maio, as vendas de televisores cresceram 100% em número de peças na comparação anual e os negócios estão sendo ampliados por causa das TVs fininhas.
O quadro é semelhante em outras redes varejistas. No Magazine Luiza, o número de televisores vendidos cresce a uma taxa de 50% na comparação com 2009. No Walmart, o volume de vendas da última semana foi 40% maior em relação a igual período do ano passado.
Virada
O grande ímpeto de compra das TVs fininhas, mais modernas, de LCD e LED, foi desencadeado pela forte redução de preços da indústria, os prazos mais longos de pagamento oferecidos pelas lojas e a disputa acirrada dos varejistas pelo consumidor. Desde 2006, a última Copa, até hoje os preços desses televisores no varejo caíram mais de 70% e os prazos de pagamento oferecidos pelas lojas triplicaram, chegando a 30 meses.
Fontes do mercado observam que os fabricantes de televisores estão fomentando a produção de aparelhos tecnologicamente mais avançados porque, nestes itens, é possível recuperar as margens de comercialização que foram achatadas nos televisores de modelos convencionais.
No primeiro quadrimestre deste ano, a produção total de televisores atingiu 4,1 milhões de aparelhos, segundo dados da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa). Desse total, as TVs de LCD e plasma somaram 2,3 milhões unidades e representaram mais da metade (56,8%). O restante, 43,2%, são as TVs de tubo.
Neste ano, foi a primeira vez, desde que as novas tecnologias chegaram ao País, que o volume de TVs de plasma e LCD vendido pela indústria superou as quantidades comercializadas de televisores de tubo, aponta a Suframa. Em 2009, a fatia das TVs de plasma e LCD foi de 45,1% do total e os televisores de tubo responderam por 54,9%.
Parceria com a controladora da fabricante de aviões Airbus prevê a criação de uma base industrial no Brasil
A EADS anunciou nesta segunda-feira a formação de uma joint venture com o grupo brasileiro Odebrecht nas áreas de tecnologia de defesa e segurança.
A joint venture será constituída em São Paulo e será formada com a EADS Defence & Security, anunciou a companhia europeia, controladora da fabricante de aviões Airbus, em comunicado.
"A EADS Defence & Security quer avançar de apenas fornecedora de vendas de alta tecnologia para o Brasil para a criação de uma base industrial no país com o desenvolvimento de uma parceria de longo prazo que inclui transferência de tecnologia sempre que for necessário", informou a EADS.
As empresas não informaram no comunicado detalhes sobre a parceria.
O portfólio de produtos da EADS Defence & Security vai de sensores e redes seguras a mísseis e soluções para segurança.
Taxa anual de inflação dos 16 países que utilizam o euro cresceu em maio, embora tenha permanecido abaixo da meta do BCE
A taxa anual de inflação nos 16 países que utilizam o euro como moeda cresceu em maio, embora tenha permanecido abaixo da meta do Banco Central Europeu (BCE). Segundo a agência de estatísticas Eurostat, o índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) da zona do euro subiu 1,6% neste mês, em relação ao mesmo mês do ano passado. O dado ficou em linha com as previsões dos economistas.
Em abril, a taxa anual de inflação havia sido de 1,5%. A taxa de inflação tem subido constantemente nos últimos meses, em boa parte como resultado de um aumento nos preços da energia, ligado ao rápido crescimento das economias emergentes.
No entanto, como a perspectiva para a economia global parece incerta, os preços das commodities (matérias-primas) diminuíram. Assim, a inflação na zona do euro provavelmente não vai continuar no ritmo atual. As informações são da Dow Jones.
Pela primeira vez após 18 semanas, os agentes financeiros consultados pelo BC deixaram inalterada projeção para inflação
Pela primeira vez após 18 semanas consecutivas de alta, os agentes financeiros consultados pelo Banco Central (BC) deixaram inalterada em 5,67% a projeção para o IPCA em 2010. A taxa coincide com aquela apresentada no documento divulgado na semana passada.
Também não modificaram, pela sétima semana seguida, a estimativa para a inflação oficial em 2011, que permaneceu em 4,80%. Voltando a 2010, os analistas reforçaram o prognóstico de IGP-DI em 8,73%, mas ampliaram a expectativa para o IGP-M, de 8,75% para 8,82%. No caso do IPC-Fipe, no entanto, a perspectiva teve leve mudança, de 5,45% para 5,44%.
Em maio, conforme o Boletim Focus, do BC, o IPCA deve terminar com aumento de 0,45%, inalterado. O IGP-DI deve marcar 1,34%, em vez de 1,30%, e o IPC-Fipe deve encerrar com acréscimo de 0,34%, em lugar de 0,35% como o esperado antes.
Mercado projeta que País ocupará o 2º lugar no ranking das maiores taxas de crescimento do mundo no primeiro trimestre
O Brasil deve ocupar o segundo lugar no ranking das maiores taxas de crescimento do mundo no primeiro trimestre, à frente até mesmo da China. O dado oficial só será divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na terça-feira da semana que vem, mas, levando-se em conta as projeções do mercado financeiro, já é possível cravar que o País será um dos líderes em expansão no período.
O Itaú Unibanco, por exemplo, estima uma alta do Produto Interno Bruto (PIB) de 3% nos três primeiros meses do ano, na comparação com o quarto trimestre do ano passado. É uma das projeções mais elevadas de todo o mercado. Em um cálculo anualizado - ou seja, assumindo que o ritmo se manteria pelo resto do ano -, seria o equivalente a crescer 12,6% em 2010.
Para ter uma ideia, a China se expandiu a um ritmo anual de 11,2% entre janeiro e março. O líder do ranking deve ser a ??ndia, que avançou a uma taxa anual de 13,4%. Os Estados Unidos, que ainda lutam para se recuperar da forte crise que atingiu o país em 2008, cresceram 3%.
O economista-chefe do Itaú Unibanco, Ilan Goldfajn, observa que há risco de a expansão brasileira no trimestre ser ainda mais forte. O departamento econômico da instituição calcula a alta do PIB mensalmente. Considerando os resultados de janeiro, fevereiro e março nesse levantamento, o crescimento no trimestre seria de 3,6%. As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".
Recuo de abril sobre março é o maior para a relação entre estes mesmos meses desde 2004, indica Serasa
A inadimplência das empresas recuou 15,3% na variação de abril sobre março de 2010, segundo Indicador Serasa Experian divulgado nesta segunda-feira. Foi a maior queda para a relação entre estes mesmos meses desde 2004, quando houve recuo de 15,1%.
De acordo com os técnicos da Serasa, a queda foi influenciada pelo efeito calendário - abril teve 3 dias úteis a menos que março-, e pelo do fato de que as dificuldades dos negócios estão diminuindo em decorrência do mercado interno aquecido, "que gera receitas suficientes para honrar os compromissos atuais e resgatar as pendências passadas".
No 1º quadrimestre de 2010, em comparação com o mesmo período de 2009, a queda na inadimplência das empresas foi de 9%, sendo também a maior queda nesta relação desde 2004/2003, quando o recuo havia sido de 17,8%.
Na comparação de abril de 2010 com abril de 2009, por sua vez, a inadimplência das empresas registrou decréscimo de 6,5%. Foi o menor percentual na comparação anual desde abril de 2004. No quarto mês daquele ano, a queda foi de 22,2% ante abril de 2003. "Cabe lembrar que 2004 foi um período favorável para a economia brasileira, ano em que o PIB cresceu 5,7%, o crédito com recursos livres para as empresas evoluiu 16,6%, com baixa inadimplência, que regrediu 19,4% sobre 2003."
A perspectiva dos economistas é de que a inadimplência das empresas continue em queda por todo o segundo semestre, buscando seu patamar histórico. A oferta de crédito tende à normalização gradual.
Para Bernanke e Trichet, a economia global depende dos mercados emergentes para manter crescimento e estabilidade
Os líderes do Federal Reserve e do Banco Central Europeu (BCE) afirmaram nesta segunda-feira que as economias emergentes são essenciais à estabilidade financeira mundial.
O chairman do Federal Reserve, Ben Bernanke, disse que a economia global depende ainda mais dos mercados emergentes para manter o forte crescimento doméstico e a estabilidade econômica e financeira.
"As melhoras nas políticas monetárias e nas estruturas de políticas monetárias no mercado emergente... têm ramificações além das próprias economias do mercado emergente", disse Bernanke em declarações gravadas em vídeo para uma conferência patrocinada pelo Banco da Coreia.
Bernanke não discutiu as perspectivas para a economia dos Estados Unidos ou as taxas de juros do país.
Seus comentários foram ecoados pelo presidente do BCE, Jean-Claude Trichet, que disse que as economias emergentes foram uma fonte de força na crise financeira global.
"Um aspecto distinto da crise é sua origem nas economias industriais. Os países emergentes também foram afetados severamente, mas, como um grupo, continuaram sendo uma fonte de força para a economia global", disse Trichet em discurso preparado para a conferência.
31/05/2010 08:17 AM
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