No mesmo dia em que apresentou o Cielo, a Chery anunciou uma série de novidades previstas para os próximos meses no mercado brasileiro.
Entre os lançamentos, o Face – que ainda não foi apresentado oficialmente à imprensa, mas já está sendo vendido nas concessionárias da marca – devem ganhar o sistema bicombustível. O Cielo também pode receber a tecnologia nos próximos meses.
Quanto às outras novidades, a linha de modelos da Chery deve crescer significativamente nos próximos anos. A montadora deve aproveitar o Salão do Automóvel de São Paulo, que acontecerá entre os meses de outubro e novembro, para apresentar os modelos S18 (que possui uma versão elétrica na China), S18T, A13, o sedã G6 (vendido no exterior pela Riich, divisão de luxo da Chery), o utilitário esportivo P11 e a van H13.
Mas o principal destaque da marca chinesa deve ser o QQ, compacto que vai rivalizar com os carros populares, como Fiat Mille e VW Gol Geração 4. A Chery afirma que o QQ terá itens que são vendidos como opcionais ou não são oferecidos pela concorrência, como ar-condicionado, direção hidráulica, vidros e travas elétricas, freios com sistema anti-travamento (ABS) e airbag duplo. O modelo pode contar com a tecnologia flex e deve ser vendido por 19.900 reais, o que faria dele o carro mais barato do Brasil.
Nenhum dos modelos tem data definida para chegarem ao mercado brasileiro. A Chery também estuda a construção de uma fábrica no Brasil, que seria sediada na cidade de Salto, no interior de São Paulo.
Modelo tem desempenho tímido no mercado norte-americano
A BMW admitiu nesta sexta-feira, 28 de maio, que vai rever a oferta de versões do Série 5 Gran Turismo nos Estados Unidos.
O modelo vem amargando resultados muito discretos no mercado norte-americano, onde foi lançado apenas na versão 550i, com tração traseira e motor V8. No entanto, a montadora espera reverter este cenário com a chegada de uma versão com tração integral em junho e um novo propulsor de seis cilindros no segundo semestre de 2010.
“O modelo com motorização V8 provavelmente não foi a escolha mais acertada para o lançamento do Série 5 GT”, declarou Rich Brekus, gerente de vendas da BMW para a América do Norte.
A preocupação entre os consumidores com a economia de combustível e a inesperado crescimento de compradoras do sexo feminino são apontados como possíveis motivos para as baixas vendas do 550i GT.
Modelo ganhou novo visual e direção hidráulica de série
A Fiat apresentou nesta sexta-feira, 28 de maio, uma leve reestilização do Palio Fire Economy, o modelo mais barato da montadora italiana no país.
As mudanças foram sutis e se concentram na dianteira, que ganhou para-choque com novo desenho e um friso cromado na grade frontal. Na traseira, as lanternas fumê foram emprestadas do antigo Palio R. As novas calotas de 13 e 14 polegadas e o revestimento interno dos bancos e painéis de porta completam o pacote de novidades.
Entre os itens de série, o modelo ganhou direção hidráulica de série em ambas as versões (duas ou quatro portas). A lista de opcionais passa a contar o kit Celebration II, que oferece ar-condicionado, travas elétricas e vidros elétricos dianteiros por 3.710 reais.
A linha 2011 do Palio Fire Economy já pode ser comprada por 26.570 reais na versão com duas portas e 28.330 reais no caso da carroceria com quatro portas.
Novo compacto pode ter visual inspirado no Saab 92
A Spyker Cars NV, atual proprietária da Saab, está planejando uma nova plataforma para um modelo baseado no Saab 92, um dos modelos mais famosos da marca.
“As discussões sobre o projeto já estão em andamento. Este projeto está na minha lista de prioridades pelos próximos 100 dias”, afirmou o CEO da Spyker, Victor Müller.
O executivo disse que o novo modelo da Saab deve conservar as formas arredondadas do 92, que foi produzido entre os anos de 1949 e 1956. Muller afirmou que está negociando com parceiros para viabilizar a produção do carro, mas não revelou o nome das empresas que conversam com a Spyker.
A Spyker acertou a compra da Saab junto à General Motors em fevereiro de 2010, após uma maratona de catorze meses feita pelos norte-americanos na busca de um comprador para a marca escandinava.
A Saab, por sua vez, passou os últimos três meses acertando os detalhes para seu desligamento junto à GM e readequando suas fábricas para a produção da nova geração do sedã 9-5, último projeto realizado em parceria com os norte-americanos.
O objetivo da marca é vender entre 50 mil e 55 mil veículos até o fim deste ano, sendo 17 mil unidades do 9-5. Para 2011, Muller almeja atingir a marca de 100 mil veículos comercializados. O lançamento de um novo crossover, que será fabricado no México, pode ajudar a Saab a atingir sua meta.
A Daimler AG assinou um acordo com a chinesa BYD para a criação de uma joint venture para pesquisa e desenvolvimento de veículos elétricos na China.
O tratado prevê que cada empresa assuma 50% do controle da nova empresa, batizada de Shenzhen BYD Daimler New Technology Co. Ltd. As duas montadoras vão investir 600 milhões de yuans, o que equivale a 160,2 milhões de reais, nos projetos.
A previsão é que a Daimler entre na parceria com sua experiência em segurança veicular e conhecimento na construção de carros elétricos, enquanto que a BYD contribuirá com o fornecimento de baterias e sistemas movidos a eletricidade. A aliança também vai comercializar os veículos com uma nova marca, que será criada futuramente.
O presidente da BYD, Wang Chuanfu, celebrou o acordo e disse que “ao lado da Daimler, vamos progredir bastante ao identificar oportunidades para unirmos nossas forças e criarmos uma nova marca de carros elétricos na China”.
Já o presidente do conselho administrativo da Daimler AG, Dieter Zetsche, afirmou que “a nova aliança tem tudo para aproveitar o potencial da indústria dos carros elétricos” e garantiu que a cooperação entre as empresas tem tudo para fazer com que “nossa presença cresça neste importante mercado”.
A General Motors vai fornecer recursos financeiros na forma de empréstimos e depósitos para ajudar na reestruturação da Opel.
Segundo informações da agência de notícias Bloomberg, a GM contribuirá com a marca alemã com dois empréstimos que somam 1,06 bilhão de euros e outros 245 milhões de euros, totalizando a quantia de 1,9 bilhão de euros. A ajuda teria sido confirmada em um relatório formulado pela Pricewaterhouse Coopers com a aprovação do governo alemão.
Em março, a GM triplicou sua contribuição financeira à Opel, após as autoridades europeias terem pressionado a empresa norte-americana a contribuir com uma quantia superior aos 600 milhões de euros reservados inicialmente para a marca germânica.
No entanto, algumas pessoas ligadas ao governo alemão duvidam que a GM vá prestar ajuda à Opel.
“Estou muito cético quanto ao pedido de ajuda feito à GM. Precisamos analisar esta situação com muita cautela, mas é evidente que a GM possui dinheiro suficiente para reestrutura a Opel por conta própria”, declarou Joachim Pfeiffer, porta-voz parlamentarista da União Democrata Cristã, partido liderado justamente pela chanceler da Alemanha, Angela Merkel.
Apesar de ter garantido a ajuda, a GM ainda tenta obter empréstimos e outros tipos de ajuda junto aos governos de vários países do Velho Continente. Na Alemanha, a decisão sobre a possível concessão ou não do empréstimo será tomada por um comitê formado pelo próprio governo.
A empresa diz que a reestruturação da Opel é fundamental para o lançamento de novos modelos e uma eventual expansão para novos mercados. Caso a marca não consiga ajuda, especula-se que a GM pode promover 8.300 demissões na Opel. Por ora, a única providência confirmada pela montadora é o fechamento de uma fábrica da marca alemã na Antuérpia, na Bélgica, até setembro, caso não tenha recursos para se sustentar.
Revista diz que carro pode ressuscitar o nome Moke
O MINI Beachcomber, carro-conceito apresentado na última edição do Salão de Detroit, poderá se tornar realidade em breve.
É o que afirma o site da revista Auto Express, o sinal verde teria sido dado por Wolfgang Armbrecht, gerente responsável pela marca. O executivo afirmou que a montadora “nunca apresentará um carro-conceito que não vai chegar às ruas”.
O Beachcomber foi concebido para ser uma espécie de versão mais descontraída do Countryman, o crossover que acaba de ser lançado na Europa. O estudo de estilo não possuía portas nem teto, assim como o Mini Moke, a clássica versão bugue do Austin Mini. Seus quatro lugares são revestidos em um material impermeável e as portas e o teto podem ser protegidos por peças de plástico em caso de chuva.
Outro detalhe que remete ao Moke é a grade metálica pintada na cor da carroceria. As incursões off-road do Beachcomber são facilitadas pela boa altura em relação ao solo e os pneus de uso misto, além do sistema de tração nas quatro rodas.
Caso o Beachcomber realmente vire realidade, ainda não se sabe se o carro vai adotar o nome Moke. No entanto, Armbrecht já deu pistas de que o carro realmente pode ser batizado com o mesmo nome de seu antepassado.
Propulsor é 15% mais forte do que a opção anterior
A linha 2011 do Range Rover vai trazer como principal novidade um novo motor 4.4 V8 turbodiesel, que substituirá o antigo propulsor 3.6 V8.
A informação foi divulgada pela Land Rover em uma carta enviada apenas aos seus revendedores alemães, mas acabou vazando e chegou às mãos do site World Car Fans. O documento ainda diz que o lançamento será três mil euros mais caro do que o modelo vendido atualmente, que pode ser comprado na Alemanha por 88.900 euros.
O novo propulsor é 15% mais potente do que seu antecessor e produz 312 cv, além de um torque máximo de 71,38 mkgf. A carta ainda revela que o motor faz com que o carro acelere de 0 a 100 km/h em 7,6 segundos e atinja a velocidade final de 208 km/h.
A Ford Motor Co. estaria se preparando para extinguir a Mercury, segundo a agência de notícias Bloomberg.
A decisão teria sido tomada por conta da queda de 74% nas vendas da marca desde o ano 2000, de acordo com duas pessoas ligadas à Ford. Os principais executivos da montadora norte-americana estariam preparando uma proposta para fechar a Mercury, que poderia ser apresentada em julho.
Ainda segundo a Bloomberg, a data da “morte” da Mercury depende do tempo que os executivos levarão para convencer as concessionárias da marca a encerrarem suas atividades ou passarem a revender veículos Ford.
Nos últimos três anos, a Ford se desfez de todas suas marcas de luxo. A transação mais recente envolveu a venda da Volvo para a chinesa Geely Holding Co. Além da marca escandinava, a empresa repassou as ações de Jaguar, Land Rover e Aston Martin nos últimos três anos.
Caso o fim da Mercury realmente se concretize, a marca se juntará a um grupo de empresas que deixaram de existir no século XXI, como Pontiac, Saturn, Oldsmobile e Plymouth. Curiosamente, o atual CEO da Ford, Alan Mulally, havia assegurado o futuro da Mercury, justamente após ter impedido a falência da Ford.
Empresa quer reduzir custos de fabricação do motor
A GM ainda nem começou a vender o elétrico Volt (o que deve acontecer até o ano que vem), mas já pensa nas mudanças que pode realizar na segunda geração do modelo.
Segundo informações do site Inside Line, o vice-presidente de engenharia global de veículos da GM, Karl Stracke, admitiu que o Volt possui algumas deficiências.
Entre elas, o sistema de propulsão adotado no carro é caro demais para fazer com que o modelo se torne competitivo diante do Toyota Prius, seu principal rival. A estimativa é que o custo das baterias gira em torno de 10 mil dólares e os engenheiros da empresa já estariam trabalhando na redução dos custos.
Uma solução seria adotar os motores rotativos, que produzem mais força por centímetro cúbico do que os propulsores que adotam cilindros. Apesar de este tipo de motor consumir mais combustível, Stracke acredita que um único rotor pode ser suficiente para impulsionar o veículo.
As outras opções incluem a adoção de um motor de dois cilindros movido a gasolina ou de um conjunto abastecido a diesel, embora este último possa esbarrar nos altos custos de fabricação.
A Cadillac confirmou a produção de um novo modelo crossover de sete lugares, que deve aproveitar a plataforma utilizada em modelos como o Buick Enclave e o Chevrolet Traverse.
Apesar de a GM (atual proprietária da Cadillac) não ter divulgado maiores informações sobre o futuro modelo, a expectativa é que o carro tenha linhas que lembrem o sedã XTS, conceito que foi apresentado no Salão de Detroit de 2010.
A imprensa norte-americana afirmou que o crossover pode utilizar um motor 3.6 V6 ao invés de um propulsor V8, em nome da economia de combustível.
Depois de impressionar o mundo com o superesportivo Veyron, a Bugatti pode estar preparando outra novidade para o deleite dos fãs de velocidade.
Segundo a revista Auto Express, os engenheiros da Volkswagen – que controla a Bugatti – teriam desenvolvido um protótipo de um supercarro movido a eletricidade. O bólido teria uma potência de 811 cv e contaria com dois motores elétricos, que entregam um torque instantâneo de impressionantes 224,3 mkgf a apenas 1.000 rpm.
No entanto, de acordo com a publicação, o carro pode sequer ser apresentado ao público. Isso porque o protótipo teria sido construído apenas como um “laboratório móvel”, para que os engenheiros pudessem desenvolver novas tecnologias ligadas aos veículos elétricos.
O suposto projeto secreto também esbarraria em outros empecilhos. Entre os problemas, o carro sofreria com a baixa autonomia de suas baterias, que, de acordo com fontes de dentro da Bugatti, “duram apenas alguns minutos”.
27/05/2010 11:06 AM
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