Uma goleada com sabor de vingança. O vistoso futebol dos Meninos da Vila, tão questionado pelos corintianos no duelo pelo Paulistão, não foi páreo para uma eficiente marcação e uma pontaria afiada do Timão, agora mais líder ainda do Campeonato Brasileiro. Jorge Henrique, Bruno César, Ralf e Paulinho fizeram os gols do triunfo por 4 a 2, neste domingo, no Pacaembu. André e Marcel descontaram, e os santistas voltam ao litoral reclamando de um polêmico gol anotado por Marquinhos e anulado pelo árbitro Salvio Spinola Fagundes Filho.
O resultado faz o Corinthians ficar em uma cômoda situação na classificação. Agora, a equipe dirigida por Mano Menezes aparece na primeira colocação, com 13 pontos, aproveitando o período pré-Copa do Mundo para acumular gordura na briga pelo título. Na próxima rodada, o Timão enfrenta um outro candidato ao título, o Internacional, quinta-feira, às 21h, novamente no Pacaembu.
Já o Santos, que assumiria a liderança com uma vitória, volta para a Baixada com o prejuízo. A derrota, a primeira na competição, derruba o Peixe para a oitava colocação, com oito pontos. Na quarta-feira, visita o Cruzeiro, às 21h50m, no Mineirão, em Belo Horizonte.
Timão marca muito e abre o placar no primeiro minuto. Peixe reclama
Mano Menezes surpreendeu ao escalar o Corinthians com um ataque mais veloz e ao apostar na criatividade no meio de campo. Bruno César, Danilo, Dentinho e Jorge Henrique receberam a missão de atrapalhar a saída de bola santista. O Timão foi um gigante na marcação. Ralf e Elias também avançaram e confundiram todo o trabalho de Arouca e Wesley na ligação da defesa com o sistema ofensivo.
Logo no primeiro minuto, a estratégia corintiana deu resultado. Ralf roubou a bola no meio e entregou para Danilo, que viu Bruno César livre. O meia arriscou da entrada da área, Felipe bateu roupa no canto esquerdo e a bola sobrou para Jorge Henrique mandar para o fundo da rede. Explosão da Fiel no Pacaembu.
Para responder, o Santos concentrou seu jogo pelo lado esquerdo, tentando aproveitar a instabilidade de Jucilei, improvisado na lateral direita. Léo desceu bastante, mas, desta vez, não contou com o auxílio de Paulo Henrique Ganso e Neymar, muito escondidos diante da pegada firme do Corinthians. Marquinhos, aos cinco, criou a primeira situação ao chutar de longe e Felipe espalmar para escanteio.
A vantagem fez o Alvinegro da capital esperar o Santos em seu campo para contra-atacar. Aos 14, Dentinho rolou de calcanhar para Roberto Carlos ir à linha de fundo e cruzar com perfeição para o meio da área. O baixinho Jorge Henrique ganhou pelo alto do grandalhão Durval e cabeceou no travessão. O Santos respondeu aos 27 em um lance polêmico. Marquinhos recebeu de calcanhar de Neymar, chutou e Felipe defendeu. No rebote, Chicão tentou afastar, acertou Jorge Henrique e a bola sobrou para o mesmo Marquinhos mandar para o gol. O árbitro, erradamente, marcou impedimento do meio-campista.
Com o passar do tempo, o Corinthians cansou e não conseguiu manter a mesma força na marcação. Melhor para os Meninos da Vila, que começaram a aparecer. Aos 38, quase o empate. André recebeu toque de cabeça de Arouca na área, mas Felipe se antecipou e fez o corte. Neymar pegou o rebote, driblou o goleiro e bateu por cobertura. Antes que a bola entrasse, Chicão fez o corte e evitou o gol.
Peixe reage, mas Timão garante vitória
Na volta do intervalo, o Corinthians tentou impor a mesma pressão da etapa inicial, mas foi o Santos quem conseguiu marcar. Apesar de toda concentração de corintianos no campo de defesa, Marquinhos recebeu passe na intermediária e achou André entre os zagueiros. Livre, o centroavante avançou e finalizou mascado e a bola, mansamente, entrou no canto direito de Felipe.
A resposta do Corinthians foi imediata e fatal. Em uma das poucas vezes que foi à frente, Jucilei avançou pela direita e cruzou. Edu Dracena afastou mal e a bola sobrou para Bruno César fuzilar Felipe, fazendo o segundo gol dele em dois jogos.
Outra vez atrás no placar, Dorival Júnior apostou na entrada de Madson no lugar de Neymar. Não deu certo. Pior: o Corinthians ampliou pouco tempo depois com um golaço. Ralf recebeu na entrada da área, driblou Madson e bateu rasteiro, no canto direito: 3 a 1.
O Santos bem que tentou reagir ainda, mas a tarde era corintiana. Marquinhos, aos 31, aproveitou cruzamento de Léo e Felipe fez bela defesa. Seis minutos mais tarde, a zaga do Timão parou, Madson avançou livre de frente para o goleiro, mas chutou errado, à direita da meta paulistana.
Aos 39, o Corinthians encontrou tempo para fazer mais um. Após cruzamento de Roberto Carlos pela esquerda, Paulinho subiu de cabeça e encerrou a goleada. Delírio da Fiel no Pacaembu.Aos 42, contudo, Marcel descontou com uma cabeçada ao aproveitar um cruzamento da direita.
Uma goleada com sabor de vingança. O vistoso futebol dos Meninos da Vila, tão questionado pelos corintianos no duelo pelo Paulistão, não foi páreo para uma eficiente marcação e uma pontaria afiada do Timão, agora mais líder ainda do Campeonato Brasileiro. Jorge Henrique, Bruno César, Ralf e Paulinho fizeram os gols do triunfo por 4 a 2, neste domingo, no Pacaembu. André e Marcel descontaram, e os santistas voltam ao litoral reclamando de um polêmico gol anotado por Marquinhos e anulado pelo árbitro Salvio Spinola Fagundes Filho.
O resultado faz o Corinthians ficar em uma cômoda situação na classificação. Agora, a equipe dirigida por Mano Menezes aparece na primeira colocação, com 13 pontos, aproveitando o período pré-Copa do Mundo para acumular gordura na briga pelo título. Na próxima rodada, o Timão enfrenta um outro candidato ao título, o Internacional, quinta-feira, às 21h, novamente no Pacaembu.
Já o Santos, que assumiria a liderança com uma vitória, volta para a Baixada com o prejuízo. A derrota, a primeira na competição, derruba o Peixe para a oitava colocação, com oito pontos. Na quarta-feira, visita o Cruzeiro, às 21h50m, no Mineirão, em Belo Horizonte.
Timão marca muito e abre o placar no primeiro minuto. Peixe reclama
Mano Menezes surpreendeu ao escalar o Corinthians com um ataque mais veloz e ao apostar na criatividade no meio de campo. Bruno César, Danilo, Dentinho e Jorge Henrique receberam a missão de atrapalhar a saída de bola santista. O Timão foi um gigante na marcação. Ralf e Elias também avançaram e confundiram todo o trabalho de Arouca e Wesley na ligação da defesa com o sistema ofensivo.
Logo no primeiro minuto, a estratégia corintiana deu resultado. Ralf roubou a bola no meio e entregou para Danilo, que viu Bruno César livre. O meia arriscou da entrada da área, Felipe bateu roupa no canto esquerdo e a bola sobrou para Jorge Henrique mandar para o fundo da rede. Explosão da Fiel no Pacaembu.
Para responder, o Santos concentrou seu jogo pelo lado esquerdo, tentando aproveitar a instabilidade de Jucilei, improvisado na lateral direita. Léo desceu bastante, mas, desta vez, não contou com o auxílio de Paulo Henrique Ganso e Neymar, muito escondidos diante da pegada firme do Corinthians. Marquinhos, aos cinco, criou a primeira situação ao chutar de longe e Felipe espalmar para escanteio.
A vantagem fez o Alvinegro da capital esperar o Santos em seu campo para contra-atacar. Aos 14, Dentinho rolou de calcanhar para Roberto Carlos ir à linha de fundo e cruzar com perfeição para o meio da área. O baixinho Jorge Henrique ganhou pelo alto do grandalhão Durval e cabeceou no travessão. O Santos respondeu aos 27 em um lance polêmico. Marquinhos recebeu de calcanhar de Neymar, chutou e Felipe defendeu. No rebote, Chicão tentou afastar, acertou Jorge Henrique e a bola sobrou para o mesmo Marquinhos mandar para o gol. O árbitro, erradamente, marcou impedimento do meio-campista.
Com o passar do tempo, o Corinthians cansou e não conseguiu manter a mesma força na marcação. Melhor para os Meninos da Vila, que começaram a aparecer. Aos 38, quase o empate. André recebeu toque de cabeça de Arouca na área, mas Felipe se antecipou e fez o corte. Neymar pegou o rebote, driblou o goleiro e bateu por cobertura. Antes que a bola entrasse, Chicão fez o corte e evitou o gol.
Peixe reage, mas Timão garante vitória
Na volta do intervalo, o Corinthians tentou impor a mesma pressão da etapa inicial, mas foi o Santos quem conseguiu marcar. Apesar de toda concentração de corintianos no campo de defesa, Marquinhos recebeu passe na intermediária e achou André entre os zagueiros. Livre, o centroavante avançou e finalizou mascado e a bola, mansamente, entrou no canto direito de Felipe.
A resposta do Corinthians foi imediata e fatal. Em uma das poucas vezes que foi à frente, Jucilei avançou pela direita e cruzou. Edu Dracena afastou mal e a bola sobrou para Bruno César fuzilar Felipe, fazendo o segundo gol dele em dois jogos.
Outra vez atrás no placar, Dorival Júnior apostou na entrada de Madson no lugar de Neymar. Não deu certo. Pior: o Corinthians ampliou pouco tempo depois com um golaço. Ralf recebeu na entrada da área, driblou Madson e bateu rasteiro, no canto direito: 3 a 1.
O Santos bem que tentou reagir ainda, mas a tarde era corintiana. Marquinhos, aos 31, aproveitou cruzamento de Léo e Felipe fez bela defesa. Seis minutos mais tarde, a zaga do Timão parou, Madson avançou livre de frente para o goleiro, mas chutou errado, à direita da meta paulistana.
Aos 39, o Corinthians encontrou tempo para fazer mais um. Após cruzamento de Roberto Carlos pela esquerda, Paulinho subiu de cabeça e encerrou a goleada. Delírio da Fiel no Pacaembu.Aos 42, contudo, Marcel descontou com uma cabeçada ao aproveitar um cruzamento da direita.
O Ceará venceu o Cruzeiro por 1 a 0 e chegou à vice-liderança do Campeonato Brasileiro. O Vozão – que voltou à elite do futebol brasileiro nesta temporada – surpreendeu mais uma vez e continuou com a ótima campanha no Castelão. O gol foi marcado por Lopes, ainda no primeiro tempo.
Além da vitória sobre o Cruzeiro, os cearenses já haviam conquistado os três pontos diante do Fluminense e do Vitória, também com o resultado favorável de 1 a 0. O Ceará continua com 100% de aproveitamento em casa e segue também com a defesa invicta. O time alvinegro, a propósito, tem a melhor defesa do Brasileiro, com apenas um gol marcado.
Na próxima rodada, o Ceará receberá o Avaí, novamente no Castelão, nesta quarta-feira, às 21h (de Brasília). O Cruzeiro, por sua vez, enfrentará o Santos, no Mineirão, também na quarta-feira, mas às 21h50m.
Supremacia técnica do Ceará
Desde o início da partida, Ceará e Cruzeiro fizeram um jogo morno, sem muitas emoções e chances de gol. Logo no princípio, o time alvinegro tentou impor uma pressão, mas o time mineiro rapidamente equilibrou as ações.
O jogo foi disputado de intermediária a intermediária, e os goleiros eram apenas espectadores. Os atacantes das duas equipes não conseguiam entrar nas defesas adversárias. O jogo era lento e, em determinados momentos, sonolento.
A primeira grande chance de gol aconteceu apenas aos 38 minutos, quando Ernandes, de fora da área, arriscou um chute forte e perigoso. A bola ainda quicou antes de chegar ao gol do Cruzeiro, mas Fábio fez uma difícil defesa.
Porém, no lance seguinte, aos 39 minutos, o Ceará fez o primeiro gol. Misael fez uma grande jogada pela esquerda, driblou o lateral-direito Jonathan e cruzou rasteiro. A bola cruzou toda a pequena área e encontrou o estreante Lopes, que apenas teve o trabalho de empurrar para o fundo das redes.
O resultado parcial a favor do Ceará foi justo, já que – nos 45 minutos iniciais – o Cruzeiro não deu sequer um chute a gol.
Expulsão prejudica o Cruzeiro
O técnico Adilson Batista voltou do intervalo com duas alterações na equipe. Fabinho e Roger deixaram o time, para a entrada de Pedro Ken e Elicarlos. E o Cruzeiro cresceu de produção.
A equipe mineira – mostrando um pouco mais de vontade que no primeiro tempo – foi para o ataque em busca do gol de empate. Porém, a primeira finalização aconteceu apenas aos 10 minutos do segundo tempo, em um cabeceio de Leonardo Silva.
E quase que o Cruzeiro chega ao empate. Aos 20 minutos, Thiago Ribeiro recebeu a bola em velocidade e bateu forte, de pé direito. A bola passou pelo goleiro Diego, mas explodiu na trave esquerda do Ceará.
Para forçar ainda mais, Adilson Batista colocou em campo o atacante Wellington Paulista na vaga de Marquinhos Paraná. Era a última esperança da equipe mineira para evitar a derrota no Castelão.
Porém, logo na sequência, o atacante foi expulso pelo árbitro carioca Péricles Bassols Pegado Cortez. Wellington Paulista fez um falta no meio-campo e foi advertido com o cartão amarelo. O jogador discordou da marcação e reclamou acintosamente, jogando a bola no chão. Assim, o árbitro aplicou o cartão vermelho.
Até o fim da partida, o Ceará tocou a bola, apenas esperando o tempo passar. O Cruzeiro, com um jogador a menos, não teve forças para chegar ao ataque.
O Ceará venceu o Cruzeiro por 1 a 0 e chegou à vice-liderança do Campeonato Brasileiro. O Vozão – que voltou à elite do futebol brasileiro nesta temporada – surpreendeu mais uma vez e continuou com a ótima campanha no Castelão. O gol foi marcado por Lopes, ainda no primeiro tempo.
Além da vitória sobre o Cruzeiro, os cearenses já haviam conquistado os três pontos diante do Fluminense e do Vitória, também com o resultado favorável de 1 a 0. O Ceará continua com 100% de aproveitamento em casa e segue também com a defesa invicta. O time alvinegro, a propósito, tem a melhor defesa do Brasileiro, com apenas um gol marcado.
Na próxima rodada, o Ceará receberá o Avaí, novamente no Castelão, nesta quarta-feira, às 21h (de Brasília). O Cruzeiro, por sua vez, enfrentará o Santos, no Mineirão, também na quarta-feira, mas às 21h50m.
Supremacia técnica do Ceará
Desde o início da partida, Ceará e Cruzeiro fizeram um jogo morno, sem muitas emoções e chances de gol. Logo no princípio, o time alvinegro tentou impor uma pressão, mas o time mineiro rapidamente equilibrou as ações.
O jogo foi disputado de intermediária a intermediária, e os goleiros eram apenas espectadores. Os atacantes das duas equipes não conseguiam entrar nas defesas adversárias. O jogo era lento e, em determinados momentos, sonolento.
A primeira grande chance de gol aconteceu apenas aos 38 minutos, quando Ernandes, de fora da área, arriscou um chute forte e perigoso. A bola ainda quicou antes de chegar ao gol do Cruzeiro, mas Fábio fez uma difícil defesa.
Porém, no lance seguinte, aos 39 minutos, o Ceará fez o primeiro gol. Misael fez uma grande jogada pela esquerda, driblou o lateral-direito Jonathan e cruzou rasteiro. A bola cruzou toda a pequena área e encontrou o estreante Lopes, que apenas teve o trabalho de empurrar para o fundo das redes.
O resultado parcial a favor do Ceará foi justo, já que – nos 45 minutos iniciais – o Cruzeiro não deu sequer um chute a gol.
Expulsão prejudica o Cruzeiro
O técnico Adilson Batista voltou do intervalo com duas alterações na equipe. Fabinho e Roger deixaram o time, para a entrada de Pedro Ken e Elicarlos. E o Cruzeiro cresceu de produção.
A equipe mineira – mostrando um pouco mais de vontade que no primeiro tempo – foi para o ataque em busca do gol de empate. Porém, a primeira finalização aconteceu apenas aos 10 minutos do segundo tempo, em um cabeceio de Leonardo Silva.
E quase que o Cruzeiro chega ao empate. Aos 20 minutos, Thiago Ribeiro recebeu a bola em velocidade e bateu forte, de pé direito. A bola passou pelo goleiro Diego, mas explodiu na trave esquerda do Ceará.
Para forçar ainda mais, Adilson Batista colocou em campo o atacante Wellington Paulista na vaga de Marquinhos Paraná. Era a última esperança da equipe mineira para evitar a derrota no Castelão.
Porém, logo na sequência, o atacante foi expulso pelo árbitro carioca Péricles Bassols Pegado Cortez. Wellington Paulista fez um falta no meio-campo e foi advertido com o cartão amarelo. O jogador discordou da marcação e reclamou acintosamente, jogando a bola no chão. Assim, o árbitro aplicou o cartão vermelho.
Até o fim da partida, o Ceará tocou a bola, apenas esperando o tempo passar. O Cruzeiro, com um jogador a menos, não teve forças para chegar ao ataque.
No primeiro encontro entre Botafogo e Vasco em 2010, em 24 de janeiro, o time de São Januário aplicou uma goleada histórica (6 a 0), que causou a demissão de Estevam Soares e volta de Joel Santana a General Severiano. Em 21 de fevereiro, as equipes se reencontraram, e o Alvinegro conquistou o título da Taça Guanabara (2 a 0). Faltava um empate. E ele aconteceu neste domingo. Em um clássico equilibrado no Engenhão, os clubes ficaram no 1 a 1, em jogo pela quinta rodada do Campeonato Brasileiro.
O Botafogo volta a campo na quarta-feira, quando enfrenta o Atlético-PR, às 19h30m (de Brasília), na Arena da Baixada. No dia seguinte, o Vasco recebe o Guarani em São Januário (21h).
As duas equipes entraram em campo com alterações em relação às formações que iniciaram os jogos no meio de semana. No Botafogo, além dos retornos esperados de Herrera e Caio ao ataque, Joel Santana decidiu escalar Túlio Souza no lugar de Sandro Silva. No lado do Vasco, Celso Roth também mexeu no meio-campo, escalando Jumar na vaga de Souza,e Jeférson no lugar de Léo Gago.
Com meios-de-campo teoricamente mais ofensivos, com os meias Túlio Souza e Jéferson nos lugares de volantes, as chances não demoraram a surgir. Com seis minutos, Lucio Flavio cobrou uma infração pelo lado esquerdo com rapidez e deixou Herrera frente a frente com Fernando Prass. O argentino dominou e tocou na saída do goleiro, mas a bola passou rente à trave direita. No minuto seguinte, o Vasco deu a resposta. Ernani, que substituiu Ramon, contundido, cruzou da esquerda para Nilton. O volante apareceu na área e cabeceou com muito perigo.
O jogo seguia aberto. E em sua despedida do Brasileiro antes da participação na Copa do Mundo, Carlos Eugênio Simon se envolveu uma polêmica. Aos dez minutos, Lucio Flavio invadiu a área e, aparentemente, foi tocado na perna esquerda por Cesinha. Apesar dos protestos dos alvinegros, o árbitro brasileiro no Mundial da África do Sul nada marcou após olhar para o assistente, aparentando estar em dúvida.
O planejamento de Celso Roth para o jogo precisou ser modificado aos 20 minutos. Jumar sentiu uma fisgada na coxa, e teve que deixar o jogo. Souza entrou em seu lugar.
A mudança precoce não afetou o Vasco. Ao contrário, o time melhorou. Jéferson fez bela jogada aos 25 minutos e chutou cruzado. O seu xará botafoguense espalmou com dificuldade. No minuto seguinte, o time de São Januário chegou ao gol. Ernani arrancou pela esquerda, tabelou com Philippe Coutinho, invadiu a área, passou por Fábio Ferreira e trocou de perna para tocar de canhota na saída de Jefferson.
A desvantagem botafoguense não durou dez minutos. Aos 35, Nilton, caído, interceptou a bola com o braço direito diante de Antônio Carlos, que tentava concluir a gol. Simou apontou a marca do pênalti. De volta ao time após a briga diante do Goiás com o colega Caio, Herrera cobrou forte, de bico, no canto esquerdo, igualando o marcador. Na comemoração, recebeu um abraço do companheiro de ataque.
No segundo tempo, logo com cinco minutos, foi a vez dos vascaínos reclamarem da arbitragem. Jéferson tabelou com Élton, recebeu diante de goleiro alvinegro e colocou a bola na rede. Mas o auxiliar anulou, alegando que Élton teria puxado a camisa de Fábio Ferreira. O Vasco voltou a assustar o time da casa aos dez. Nilton mandou uma bomba de fora da área, e Jefferson fez bela defesa.
Diante da maior presença ofensiva do Vasco, Joel Santana decidiu mexer no Botafogo, com a entrada de Edno no lugar do cansado Túlio Souza aos 15. No retorno ao Alvinegro, Caio teve problemas com a defesa adversária. Em um espaço de cinco minutos, machucou o ombro direito ser atingido involuntariamente por Rafael Carioca após uma disputa área. Em seguida, foi atingido pelo volante com uma cotovelada. Simon não apontou falta. Com a dificuldade de superar a marcação, Caio passou a jogar pela esquerda, trocando de lado com Herrera. E na primeira jogada pelo setor, o camisa 9 lançou errado para o argentino, comprovando as dificuldades ofensivas do Botafogo. O 'talismã' acabou substituído, ouvindo vaias ao deixar o gramado.
Sem conseguir superar a marcação, o Alvinegro decidiu arriscar de longe. Aos 26, Edno chutou bem de fora da área, e Fernando Prass espalmou. Dois minutos depois, Edno criou nova chance, avançando pela esquerda e cruzando para Herrera. Na risca da pequena área, o atacante completou mal, perdendo boa oportunidade. Aos 33, os papéis se inverteram. Herrera tocou para o meia-atacante, que chutou rente ao travessão.
Mais recuado, o Vasco só voltou a ameaçar com Élder Granja aos 34. O lateral roubou a bola no meio-campo e arrancou até ao bico da pequena área adversária. Mas chutou fraco diante de Jefferson, que defendeu.
Na reta final da partida, as duas equipes ainda tentaram o desempate, mas os defensores levaram vantagem sobre os atacantes. Confirmando o resultado que faltava no confronto entre Botafogo e Vasco no ano.
No primeiro encontro entre Botafogo e Vasco em 2010, em 24 de janeiro, o time de São Januário aplicou uma goleada histórica (6 a 0), que causou a demissão de Estevam Soares e volta de Joel Santana a General Severiano. Em 21 de fevereiro, as equipes se reencontraram, e o Alvinegro conquistou o título da Taça Guanabara (2 a 0). Faltava um empate. E ele aconteceu neste domingo. Em um clássico equilibrado no Engenhão, os clubes ficaram no 1 a 1, em jogo pela quinta rodada do Campeonato Brasileiro.
O Botafogo volta a campo na quarta-feira, quando enfrenta o Atlético-PR, às 19h30m (de Brasília), na Arena da Baixada. No dia seguinte, o Vasco recebe o Guarani em São Januário (21h).
As duas equipes entraram em campo com alterações em relação às formações que iniciaram os jogos no meio de semana. No Botafogo, além dos retornos esperados de Herrera e Caio ao ataque, Joel Santana decidiu escalar Túlio Souza no lugar de Sandro Silva. No lado do Vasco, Celso Roth também mexeu no meio-campo, escalando Jumar na vaga de Souza,e Jeférson no lugar de Léo Gago.
Com meios-de-campo teoricamente mais ofensivos, com os meias Túlio Souza e Jéferson nos lugares de volantes, as chances não demoraram a surgir. Com seis minutos, Lucio Flavio cobrou uma infração pelo lado esquerdo com rapidez e deixou Herrera frente a frente com Fernando Prass. O argentino dominou e tocou na saída do goleiro, mas a bola passou rente à trave direita. No minuto seguinte, o Vasco deu a resposta. Ernani, que substituiu Ramon, contundido, cruzou da esquerda para Nilton. O volante apareceu na área e cabeceou com muito perigo.
O jogo seguia aberto. E em sua despedida do Brasileiro antes da participação na Copa do Mundo, Carlos Eugênio Simon se envolveu uma polêmica. Aos dez minutos, Lucio Flavio invadiu a área e, aparentemente, foi tocado na perna esquerda por Cesinha. Apesar dos protestos dos alvinegros, o árbitro brasileiro no Mundial da África do Sul nada marcou após olhar para o assistente, aparentando estar em dúvida.
O planejamento de Celso Roth para o jogo precisou ser modificado aos 20 minutos. Jumar sentiu uma fisgada na coxa, e teve que deixar o jogo. Souza entrou em seu lugar.
A mudança precoce não afetou o Vasco. Ao contrário, o time melhorou. Jéferson fez bela jogada aos 25 minutos e chutou cruzado. O seu xará botafoguense espalmou com dificuldade. No minuto seguinte, o time de São Januário chegou ao gol. Ernani arrancou pela esquerda, tabelou com Philippe Coutinho, invadiu a área, passou por Fábio Ferreira e trocou de perna para tocar de canhota na saída de Jefferson.
A desvantagem botafoguense não durou dez minutos. Aos 35, Nilton, caído, interceptou a bola com o braço direito diante de Antônio Carlos, que tentava concluir a gol. Simou apontou a marca do pênalti. De volta ao time após a briga diante do Goiás com o colega Caio, Herrera cobrou forte, de bico, no canto esquerdo, igualando o marcador. Na comemoração, recebeu um abraço do companheiro de ataque.
No segundo tempo, logo com cinco minutos, foi a vez dos vascaínos reclamarem da arbitragem. Jéferson tabelou com Élton, recebeu diante de goleiro alvinegro e colocou a bola na rede. Mas o auxiliar anulou, alegando que Élton teria puxado a camisa de Fábio Ferreira. O Vasco voltou a assustar o time da casa aos dez. Nilton mandou uma bomba de fora da área, e Jefferson fez bela defesa.
Diante da maior presença ofensiva do Vasco, Joel Santana decidiu mexer no Botafogo, com a entrada de Edno no lugar do cansado Túlio Souza aos 15. No retorno ao Alvinegro, Caio teve problemas com a defesa adversária. Em um espaço de cinco minutos, machucou o ombro direito ser atingido involuntariamente por Rafael Carioca após uma disputa área. Em seguida, foi atingido pelo volante com uma cotovelada. Simon não apontou falta. Com a dificuldade de superar a marcação, Caio passou a jogar pela esquerda, trocando de lado com Herrera. E na primeira jogada pelo setor, o camisa 9 lançou errado para o argentino, comprovando as dificuldades ofensivas do Botafogo. O 'talismã' acabou substituído, ouvindo vaias ao deixar o gramado.
Sem conseguir superar a marcação, o Alvinegro decidiu arriscar de longe. Aos 26, Edno chutou bem de fora da área, e Fernando Prass espalmou. Dois minutos depois, Edno criou nova chance, avançando pela esquerda e cruzando para Herrera. Na risca da pequena área, o atacante completou mal, perdendo boa oportunidade. Aos 33, os papéis se inverteram. Herrera tocou para o meia-atacante, que chutou rente ao travessão.
Mais recuado, o Vasco só voltou a ameaçar com Élder Granja aos 34. O lateral roubou a bola no meio-campo e arrancou até ao bico da pequena área adversária. Mas chutou fraco diante de Jefferson, que defendeu.
Na reta final da partida, as duas equipes ainda tentaram o desempate, mas os defensores levaram vantagem sobre os atacantes. Confirmando o resultado que faltava no confronto entre Botafogo e Vasco no ano.
No primeiro encontro entre Botafogo e Vasco em 2010, em 24 de janeiro, o time de São Januário aplicou uma goleada histórica (6 a 0), que causou a demissão de Estevam Soares e volta de Joel Santana a General Severiano. Em 21 de fevereiro, as equipes se reencontraram, e o Alvinegro conquistou o título da Taça Guanabara (2 a 0). Faltava um empate. E ele aconteceu neste domingo. Em um clássico equilibrado no Engenhão, os clubes ficaram no 1 a 1, em jogo pela quinta rodada do Campeonato Brasileiro.
O Botafogo volta a campo na quarta-feira, quando enfrenta o Atlético-PR, às 19h30m (de Brasília), na Arena da Baixada. No dia seguinte, o Vasco recebe o Guarani em São Januário (21h).
As duas equipes entraram em campo com alterações em relação às formações que iniciaram os jogos no meio de semana. No Botafogo, além dos retornos esperados de Herrera e Caio ao ataque, Joel Santana decidiu escalar Túlio Souza no lugar de Sandro Silva. No lado do Vasco, Celso Roth também mexeu no meio-campo, escalando Jumar na vaga de Souza,e Jeférson no lugar de Léo Gago.
Com meios-de-campo teoricamente mais ofensivos, com os meias Túlio Souza e Jéferson nos lugares de volantes, as chances não demoraram a surgir. Com seis minutos, Lucio Flavio cobrou uma infração pelo lado esquerdo com rapidez e deixou Herrera frente a frente com Fernando Prass. O argentino dominou e tocou na saída do goleiro, mas a bola passou rente à trave direita. No minuto seguinte, o Vasco deu a resposta. Ernani, que substituiu Ramon, contundido, cruzou da esquerda para Nilton. O volante apareceu na área e cabeceou com muito perigo.
O jogo seguia aberto. E em sua despedida do Brasileiro antes da participação na Copa do Mundo, Carlos Eugênio Simon se envolveu uma polêmica. Aos dez minutos, Lucio Flavio invadiu a área e, aparentemente, foi tocado na perna esquerda por Cesinha. Apesar dos protestos dos alvinegros, o árbitro brasileiro no Mundial da África do Sul nada marcou após olhar para o assistente, aparentando estar em dúvida.
O planejamento de Celso Roth para o jogo precisou ser modificado aos 20 minutos. Jumar sentiu uma fisgada na coxa, e teve que deixar o jogo. Souza entrou em seu lugar.
A mudança precoce não afetou o Vasco. Ao contrário, o time melhorou. Jéferson fez bela jogada aos 25 minutos e chutou cruzado. O seu xará botafoguense espalmou com dificuldade. No minuto seguinte, o time de São Januário chegou ao gol. Ernani arrancou pela esquerda, tabelou com Philippe Coutinho, invadiu a área, passou por Fábio Ferreira e trocou de perna para tocar de canhota na saída de Jefferson.
A desvantagem botafoguense não durou dez minutos. Aos 35, Nilton, caído, interceptou a bola com o braço direito diante de Antônio Carlos, que tentava concluir a gol. Simou apontou a marca do pênalti. De volta ao time após a briga diante do Goiás com o colega Caio, Herrera cobrou forte, de bico, no canto esquerdo, igualando o marcador. Na comemoração, recebeu um abraço do companheiro de ataque.
No segundo tempo, logo com cinco minutos, foi a vez dos vascaínos reclamarem da arbitragem. Jéferson tabelou com Élton, recebeu diante de goleiro alvinegro e colocou a bola na rede. Mas o auxiliar anulou, alegando que Élton teria puxado a camisa de Fábio Ferreira. O Vasco voltou a assustar o time da casa aos dez. Nilton mandou uma bomba de fora da área, e Jefferson fez bela defesa.
Diante da maior presença ofensiva do Vasco, Joel Santana decidiu mexer no Botafogo, com a entrada de Edno no lugar do cansado Túlio Souza aos 15. No retorno ao Alvinegro, Caio teve problemas com a defesa adversária. Em um espaço de cinco minutos, machucou o ombro direito ser atingido involuntariamente por Rafael Carioca após uma disputa área. Em seguida, foi atingido pelo volante com uma cotovelada. Simon não apontou falta. Com a dificuldade de superar a marcação, Caio passou a jogar pela esquerda, trocando de lado com Herrera. E na primeira jogada pelo setor, o camisa 9 lançou errado para o argentino, comprovando as dificuldades ofensivas do Botafogo. O 'talismã' acabou substituído, ouvindo vaias ao deixar o gramado.
Sem conseguir superar a marcação, o Alvinegro decidiu arriscar de longe. Aos 26, Edno chutou bem de fora da área, e Fernando Prass espalmou. Dois minutos depois, Edno criou nova chance, avançando pela esquerda e cruzando para Herrera. Na risca da pequena área, o atacante completou mal, perdendo boa oportunidade. Aos 33, os papéis se inverteram. Herrera tocou para o meia-atacante, que chutou rente ao travessão.
Mais recuado, o Vasco só voltou a ameaçar com Élder Granja aos 34. O lateral roubou a bola no meio-campo e arrancou até ao bico da pequena área adversária. Mas chutou fraco diante de Jefferson, que defendeu.
Na reta final da partida, as duas equipes ainda tentaram o desempate, mas os defensores levaram vantagem sobre os atacantes. Confirmando o resultado que faltava no confronto entre Botafogo e Vasco no ano.
Ele não vinha sendo escalado. Mas neste domingo começou jogando. E como foi importante. Romerito, com dois gols e uma ótima atuação, ajudou o Goiás a vencer o clássico dos desesperados contra o Atlético-GO, no Serra Dourada, válido pela quinta rodada do Campeonato Brasileiro. E a vitória ajudou o time de Émerson Leão a respirar um pouco aliviado na tabela.
Agora com quatro pontos, o time esmeraldino saiu da última colocação e passou a lanterna justamente para o rival. Com apenas um ponto ganho, o Dragão é o novo lanterna da competição. Na próxima rodada, o Goiás enfrenta o São Paulo, em Goiânia. Já o Atlético vai ao interior paulista encarar o Grêmio Prudente.
Atlético abre o placar, mas Romerito empata
O começo do jogo foi enganoso. Parecia que as equipes ficariam apenas na troca de passes, mas logo a partida começou a tomar cara de clássico. A primeira chance foi do Goiás. Aos cinco minutos, Hugo soltou a bomba de fora da área, mas mandou à direita do gol de Márcio. No entanto, em sua primeira oportunidade, o Atlético-GO foi fatal.
Chiquinho, aos 11 minutos, invadiu a área em velocidade e foi derrubado por Ernando. O árbitro marcou o pênalti e ainda puniu o zagueiro esmeraldino com o cartão amarelo. Na cobrança, Elias bateu forte, no canto esquerdo do goleiro Rodrigo Calaça, que pulou para o lado direito. A bola ainda tocou na trave antes de entrar. .
O Goiás não recuou depois de sofrer o gol. Em duas oportunidades, arriscou de longe, levando perigo ao gol de Márcio. Mas o Dragão não deixava por menos. Aos 20, Elias recebeu na entrada da área e chutou forte, para a boa defesa do goleiro. Um minuto depois, a bola cruzou toda a pequena área do Atlético, e Bernardo quase chegou para concluir.
O jogo era lá e cá, mas a torcida do Goiás, impaciente com a temporada que a equipe faz, começou a se dirigir às tribunas do estádio para protestar contra a diretoria. Entretanto, foi exatamente neste momento, aos 25, que o time esmeraldino começou a reação. Romerito, que não vinha sendo escalado como titular, recebeu dentro da pequena área, girou nas costas da marcação e bateu forte, no alto, marcando o primeiro do Goiás.
O Dragão voltou a chegar com Márcio Gabriel. O lateral recebeu bom passe e, livre de marcação, avançou, mas bateu para fora. Chiquinho ainda teve a última chance quando avançou e chutou, mas a bola foi na rede pelo lado de fora. E o primeiro tempo chegou ao fim.
Camisa 9 marca outro, e Bernardo amplia
Émerson Leão preparou duas substituições para o segundo tempo, e Geninho, uma. Os dois Wellingtons, Monteiro e Saci, entraram no Esmeraldino, e Ramalho no Dragão. Logo aos três minutos, o Atlético teve uma falta para cobrar com Elias, mas ele pegou mal na bola e isolou. O Goiás respondeu com Romerito, que bateu forte, mas mandou na rede pelo lado de fora.
E o camisa 9 estava inspirado. Aos 10 minutos, ele dominou na linha de fundo, livrou-se da marcação e bateu cruzado, no canto direito do goleiro Márcio . Mas não era só Romerito quem estava com sede de gols. Bernardo, apenas três minutos depois, recebeu na grande área e encheu o pé para fazer o terceiro do Goiás, o seu primeiro com a camisa esmeraldina .
Preocupado com a possibilidade de ficar com a lanterna, que era do Goiás, Geninho armou duas trocas em sequência. Apenas uma ofensiva. Ayrton e Boka, um lateral e um atacante, entraram para tentar reforçar o time rubro-negro. Mas não foi o que se viu. O Atlético, bagunçado em campo, não conseguia criar. E o Goiás, empolgado, chegava.
O Dragão, no entanto, quase marcou com Ramalho. Ele tabelou na entrada da área, a invadiu e bateu fraco, para a defesa do goleiro. Ele ainda aproveitou o rebote, mas não conseguiu marcar. Elias, pouco depois, recebeu na área e bateu, mas o chute saiu pela linha de fundo. Dono do jogo, Romerito respondeu. No chute de longe, mandou à esquerda do gol de Márcio.
O jogo ia se aproximando do fim, e o Atlético não conseguia reagir. O Goiás, com o jogo resolvido, apenas trocava passes e não buscava mais tanto o campo de ataque. Faltando dois minutos, Welton Felipe ainda foi expulso. Aos 48, o árbitro determinou o fim do jogo. Era o momento da passagem da lanterna para o Dragão.
Zico acertou neste domingo sua volta ao Flamengo. Após uma reunião de três horas de duração com a presidente Patrícia Amorim no Centro de Futebol do CFZ, ele confirmou via seu twitter oficial que vai assumir a direção executiva de futebol, incluindo as divisões de base.
- É verdade. A Patrícia me procurou e estou voltando, mas por enquanto não vou comentar nada. Só na terça-feira. Espero colocar o Flamengo no lugar onde ele merece. Trabalhar pela conclusão do CT e formar um time forte - disse ele ao GLOBOESPORTE.COM.
Uma das exigências de Zico era não ser remunerado pelo clube, o que foi viabilizado com patrocinadores como a Olympikus e o BMG. Ele fica até o término da gestão da Patricia Amorim. O anuncio oficial deve ser na terça-feira.
Vice-presidente de futebol, Hélio Ferraz comemorou o acerto.
- É um motivo de orgulho para qualquer rubro-negro. Mas prefiro me pronunciar somente após a presidente, até por questão de hierarquia – disse.
O governo da Guatemala declarou neste domingo (30) que o número de mortos no país por causa da tempestade Agatha é de pelo menos 63 pessoas. Apesar de os ventos terem diminuído de intensidade ao chegar à terra, chuvas continuaram e causaram deslizamentos.
Relatos de acidentes surgem a todo momento, mas o governo tem dificuldade de enviar ajuda por causa dos estragos que a chuva causou nas estradas. Além da tempestade, os guatemaltecos também sofrem com a violenta erupção do vulcão Pacaya.
As fortes chuvas também atingiram os países vizinhos de Honduras e El Salvador, que declararam estado de emergência neste domingo. Nesses dois locais também foram registradas mortes e estragos materiais.
Em Honduras, a chuva assolou o sul e centro do país desde sábado, causando inundações e deslocando dezenas de famílias. O presidente Porfírio Lobo anunciou a criação de um "gabinete de gerenciamento de crises" que definirá as ações de emergência a serem tomadas. Lá, um homem morreu soterrado por uma parede que caiu.
Em El Salvador, pelo menos seis pessoas morreram e mais de cinco mil tiveram que se deslocar por causa das chuvas.
Agatha foi a primeira tempestade tropical da temporada e alcançou ventos máximos de 65 km/h, segundo o Centro de Controle de Furacões dos EUA.
O candidato governista Juan Manuel Santos, o mais votado nas eleições colombianas, com 46,58% dos votos, disputará a presidência em segundo turno em 20 de junho com o candidato Antanas Mockus, do Partido Verde, que obteve 21,47% da preferência dos eleitores.
O resultado foi confirmado matematicamente com 98,13% das urnas apuradas. Um candidato deve obter a metade mais um dos votos para chegar à Presidência. Caso contrário, será disputado um segundo turno entre os dois mais votados.
Os centros eleitorais colombianos fecharam neste domingo às 16h locais (18h de Brasília), encerrando o primeiro turno da eleição presidencial do país, em um processo eleitoral marcado pelo grande comparecimento às urnas. Para esta eleição foram convocados cerca de 29,9 milhões de colombianos, e mais de 14,5 milhões votaram.
Nesta eleição, os colombianos decidem quem será o sucessor de Uribe, que mantém um índice de aprovação de 70% e foi impedido de tentar uma segunda reeleição por decisão da Corte Constitucional.
Confrontos
O pleito foi considerado considerado tranquilo pelo governo, apesar de dois soldados e um suposto guerrilheiro terem morrido em confrontos.
Segundo as autoridades, as eleições são as mais tranquilas dos últimos 30 anos. O número de incidentes violentos caiu 50% em relação a 2006, disse o ministro do Interior, Fabio Valencia.
De acordo com informações oficiais, um soldado morreu em confronto com a guerrilha no departamento de Meta, outro em Bolívar, e um suposto guerrilheiro foi morto entre os departamentos de Tolima e Valle.
Também houve confrontos nas cidades de Florida, Valle e Miranda, no departamento de Cauca.
A EPTV Central entra na era digital e inaugura, nesta segunda-feira (31), as transmissões em alta definição para as cidades de São Carlos e Araraquara. A emissora oficializa o momento durante a exibição do Jornal da EPTV, a partir de 12h15. Na sede da emissora, autoridades, funcionários e a imprensa acompanharão o lançamento, que também terá a cobertura do EPTV.com.
Para marcar o início das transmissões, o telejornal estreia a série "Missão Chile" que foi totalmente produzida em alta definição. Nas reportagens, Marcela Varani e Wilson Aiello acompanharam a rotina da Esquadrilha da Fumaça.
Após um ano de trabalho da equipe técnica, uma nova torre de 90 metros de altura foi instalada ao lado da antiga para o início das transmissões. Até 2016, a transmissão da nova tecnologia será feita sem a desativação do sistema analógico. O período foi determinado pelo decreto que regulamentou a TV digital brasileira, para a adaptação das emissoras e dos telespectadores.
Em São Carlos, o sinal digital será feito no canal 42 UHF e o analógico continuará no canal 6. A retransmissora de Araraquara também sintonizará o sinal digital pelo canal 42 UHF, mantendo o canal 21 com o analógico.
Na mesma data, Amparo, Limeira, Mogi Guaçú, Piracicaba e Indaiatuba serão oficializadas retransmissoras digitais da EPTV Campinas. Assim como Barretos, Cravinhos, Franca, e Sertãozinho da EPTV Ribeirão.
Segundo a engenharia da emissora, esses 13 novos sinais de transmissão, juntamente com outros dois, o de Campinas, inaugurado em 2008 e o de Ribeirão Preto, inaugurado em 2009, totalizarão 47 cidades atendidas com o sinal EPTV HD. Isso representa cerca de 50% de toda a população atualmente atendida pela rede analógica da EPTV e um recorde na antecipação dos planos governamentais de implantação.
Como receber o sinal digital (HD – High Definition)
Para receber o sinal digital os telespectadores terão duas opções: comprar um conversor para ligá-lo no televisor convencional ou comprar um televisor que já tenha o conversor embutido, pronto para a nova tecnologia. Nas duas situações, é preciso uma antena UHF, de preferência externa.
Vantagens
Além da imagem com maior definição e qualidade de áudio, o sinal possibilita mobilidade porque é captado por aparelhos portáteis de TV, que podem ser carregados na bolsa, ou colocados no carro, ou mesmo por celulares.
Após aderir à novidade, problemas vistos na televisão analógica, como fantasmas, interferências e chuviscos serão extintos.
A qualidade de transmissão também amplia a capacidade de conteúdo e abre espaço para a interatividade. Na TV digital será possível ler textos na tela, resumo das reportagens, votar em enquetes e até mesmo ver diferentes ângulos de câmeras em um mesmo canal.
Pioneirismo
A EPTV participa da implantação da TV Digital no Brasil há 14 anos, quando começou a ser estudada a TV digital brasileira. Ela foi uma das oito emissoras convidadas para participar da discussão.
Em 2007, o programa Terra da Gente se tornou o primeiro programa da EPTV a ser totalmente gravado e editado no modelo digital.
Também foi a EPTV a primeira emissora afiliada à Rede Globo a produzir um uma edição do Globo Repórter em alta definição, que teve como tema a Austrália, e também pelo segundo programa, dessa vez sobre a onça pintada.
A emissora também saiu na frente na transmissão em alta definição no interior de São Paulo, quando iniciou o sinal digital em Campinas, em 2008.
A intenção é que até o final de 2012 sejam implantados todos os sinais de transmissão, operados pela EPTV, que compõe o território de atuação nos Estados de São Paulo e Minas Gerais.
Outro avanço este ano, é a produção dos jornais da EPTV Ribeirão, que passa a ser feita em alta definição, já no segundo semestre deste ano, a exemplo do que ocorre em Campinas desde setembro de 2009. A emissora continua sendo a única afiliada da Rede Globo a fazer toda a produção local em HD.
30/05/2010 08:00 PM
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