Nas próximas horas, o Atlético-MG poderá anunciar a contratação de Diego Souza, do Palmeiras. O jogador está afastado da equipe principal do Verdão desde abril, quando se desentendeu com parte da torcida alviverde.
Imediatamente, a diretoria atleticana demonstrou interesse em contar com o atleta para as próximas competições, o Campeonato Brasileiro e a Copa Sul-Americana. Porém, as especulações de que Diego Souza teria propostas do Catania da Itália e dos Al-Jazira dos Emirados Árabes esfriaram um pouco o ímpeto do Galo.
Em determinado momento, o presidente Alexandre Kalil chegou a dizer que – caso Diego Souza não fosse negociado com o futebol do exterior – jogaria no Atlético-MG. A Traffic, detentora dos direitos econômicos do atleta, mantém boa relação com a equipe mineira e poderia facilitar o fechamento do negócio.
Entretanto, o novo técnico do Verdão, Luís Felipe Scolari, confirmou que pretenderia contar com o atleta a partir de julho, quando chega para comandar a equipe. Diego Souza, a propósito, teria determinado um prazo – até o fim desta semana – para resolver a situação de uma vez por todas.
Para contar com Diego Souza, o Galo estaria disposto a desembolsar 3 milhões de euros por 50% dos direitos do atleta. Porém, a diretoria alvinegra – como de praxe – não confirmou qualquer tipo de negociação.
Nas próximas horas, o Atlético-MG poderá anunciar a contratação de Diego Souza, do Palmeiras. O jogador está afastado da equipe principal do Verdão desde abril, quando se desentendeu com parte da torcida alviverde.
Imediatamente, a diretoria atleticana demonstrou interesse em contar com o atleta para as próximas competições, o Campeonato Brasileiro e a Copa Sul-Americana. Porém, as especulações de que Diego Souza teria propostas do Catania da Itália e dos Al-Jazira dos Emirados Árabes esfriaram um pouco o ímpeto do Galo.
Em determinado momento, o presidente Alexandre Kalil chegou a dizer que – caso Diego Souza não fosse negociado com o futebol do exterior – jogaria no Atlético-MG. A Traffic, detentora dos direitos econômicos do atleta, mantém boa relação com a equipe mineira e poderia facilitar o fechamento do negócio.
Entretanto, o novo técnico do Verdão, Luís Felipe Scolari, confirmou que pretenderia contar com o atleta a partir de julho, quando chega para comandar a equipe. Diego Souza, a propósito, teria determinado um prazo – até o fim desta semana – para resolver a situação de uma vez por todas.
Para contar com Diego Souza, o Galo estaria disposto a desembolsar 3 milhões de euros por 50% dos direitos do atleta. Porém, a diretoria alvinegra – como de praxe – não confirmou qualquer tipo de negociação.
Um homem morreu após levar três tiros em frente a sua casa, no bairro João Paulo II, em São Joaquim da Barra, na noite desta quarta-feira (30). Edvaldo Alves, de 34 anos, chegou a ser encaminhado à Santa Casa da cidade, mas não resistiu aos ferimentos.
A vítima foi chamada na porta de casa e quanto abriu o portão foi baleada. A suspeita da polícia é de que o crime tenha sido cometido por um acerto de contas entre traficantes. Uma denúncia anônima aponta que o criminoso é de Bebedouro. A polícia investiga o caso.
Um aparelho capaz de alertar autoridades sobre a possibilidade de enchentes acaba de ser desenvolvido por um professor do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação da Universidade de São Paulo (USP) em São Carlos.
A novidade já está disponível para qualquer prefeitura e pode se transformar em uma ferramenta de auxílio aos órgãos de Defesa Civil, Gerenciamento de Tráfego, Guarda Municipal e Corpo de Bombeiros.
O equipamento avisa em que velocidade as águas estão subindo. “O primeiro objetivo é diminuir as perdas de vida e o segundo as perdas materiais. Outra coisa é evitar que os carros trafeguem em vias que estão na eminência de enchentes”, disse o pesquisador da USP, Jô Ueyama.
Os pesquisadores apontam o preço e a economia de energia como as principais vantagens do aparelho. O protótipo custou R$ 250.
Um sensor, que está ligado a um pequeno computador, é colocado no rio. A bateria é alimentada por energia solar.
O detector deve ser colocado em uma árvore ou poste. Ele tem um sistema antifurto e qualquer movimento brusco é denunciado via rádio para uma estação base. “Se tiver uma eminência de enchente, a estação base envia um alerta através de SMS para celulares cadastrados na base de dados”, completou o pesquisador.
O detector foi desenvolvido para funcionar em qualquer rio. O que pode variar é a extensão dos cabos ou algum ajuste pra aumentar a resistência dos sensores, caso as águas sejam muito poluídas.
Em setembro deste ano, dez aparelhos serão colocados entre a ponte Casa Verde e a ponte das Bandeiras, na marginal Tietê, em São Paulo. A cada 300 metros, haverá um detector.
O teste serve para comprovar a eficácia do aparelho em condições tão críticas. “O produto é um software livre e qualquer pessoa pode baixar no site e replicar a tecnologia”, disse Ueyama.
Um aparelho capaz de alertar autoridades sobre a possibilidade de enchentes acaba de ser desenvolvido por um professor do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação da Universidade de São Paulo (USP) em São Carlos.
A novidade já está disponível para qualquer prefeitura e pode se transformar em uma ferramenta de auxílio aos órgãos de Defesa Civil, Gerenciamento de Tráfego, Guarda Municipal e Corpo de Bombeiros.
O equipamento avisa em que velocidade as águas estão subindo. “O primeiro objetivo é diminuir as perdas de vida e o segundo as perdas materiais. Outra coisa é evitar que os carros trafeguem em vias que estão na eminência de enchentes”, disse o pesquisador da USP, Jô Ueyama.
Os pesquisadores apontam o preço e a economia de energia como as principais vantagens do aparelho. O protótipo custou R$ 250.
Um sensor, que está ligado a um pequeno computador, é colocado no rio. A bateria é alimentada por energia solar.
O detector deve ser colocado em uma árvore ou poste. Ele tem um sistema antifurto e qualquer movimento brusco é denunciado via rádio para uma estação base. “Se tiver uma eminência de enchente, a estação base envia um alerta através de SMS para celulares cadastrados na base de dados”, completou o pesquisador.
O detector foi desenvolvido para funcionar em qualquer rio. O que pode variar é a extensão dos cabos ou algum ajuste pra aumentar a resistência dos sensores, caso as águas sejam muito poluídas.
Em setembro deste ano, dez aparelhos serão colocados entre a ponte Casa Verde e a ponte das Bandeiras, na marginal Tietê, em São Paulo. A cada 300 metros, haverá um detector.
O teste serve para comprovar a eficácia do aparelho em condições tão críticas. “O produto é um software livre e qualquer pessoa pode baixar no site e replicar a tecnologia”, disse Ueyama.
Um aparelho capaz de alertar autoridades sobre a possibilidade de enchentes acaba de ser desenvolvido por um professor do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação da Universidade de São Paulo (USP) em São Carlos.
A novidade já está disponível para qualquer prefeitura e pode se transformar em uma ferramenta de auxílio aos órgãos de Defesa Civil, Gerenciamento de Tráfego, Guarda Municipal e Corpo de Bombeiros.
O equipamento avisa em que velocidade as águas estão subindo. “O primeiro objetivo é diminuir as perdas de vida e o segundo as perdas materiais. Outra coisa é evitar que os carros trafeguem em vias que estão na eminência de enchentes”, disse o pesquisador da USP, Jô Ueyama.
Os pesquisadores apontam o preço e a economia de energia como as principais vantagens do aparelho. O protótipo custou R$ 250.
Um sensor, que está ligado a um pequeno computador, é colocado no rio. A bateria é alimentada por energia solar.
O detector deve ser colocado em uma árvore ou poste. Ele tem um sistema antifurto e qualquer movimento brusco é denunciado via rádio para uma estação base. “Se tiver uma eminência de enchente, a estação base envia um alerta através de SMS para celulares cadastrados na base de dados”, completou o pesquisador.
O detector foi desenvolvido para funcionar em qualquer rio. O que pode variar é a extensão dos cabos ou algum ajuste pra aumentar a resistência dos sensores, caso as águas sejam muito poluídas.
Em setembro deste ano, dez aparelhos serão colocados entre a ponte Casa Verde e a ponte das Bandeiras, na marginal Tietê, em São Paulo. A cada 300 metros, haverá um detector.
O teste serve para comprovar a eficácia do aparelho em condições tão críticas. “O produto é um software livre e qualquer pessoa pode baixar no site e replicar a tecnologia”, disse Ueyama.
Um posto de combustível foi roubado no começo da noite desta quarta-feira (30), na área central de Igarapava. Dois homens armados renderam o frentista que estava no escritório. Eles levaram dois celulares, R$ 700 em dinheiro e uma folha de cheque de um cliente.
Os suspeitos saíram a pé, em direção à Aenida 22 de maio. A polícia não pistas dos criminosos.
Uma das críticas mais ouvidas após a convocação da seleção brasileira para a Copa do Mundo foi a falta de um plano B para o meio-campo. Essa alternativa para o setor, no entanto, parece ter surgido na vitória por 3 a 0 sobre o Chile, na segunda-feira.
As entradas de Ramires pela esquerda e de Daniel Alves pela direita mudaram o desenho tático do meio-campo e deram mais movimentação ao time. Para a partida contra a Holanda, pelas quartas de final da Copa do Mundo, Dunga pode até manter o plano B, que garantiu uma vitória tranquila nas oitavas. Mas terá de mudar as peças, pois não poderá escalar Ramires, que cumprirá suspensão automática depois de levar o segundo cartão amarelo. Além disso, Elano também está descartado, o que deve significar a permanência de Daniel Alves no time.
Formação dos três primeiros jogos sobrecarrega Gilberto Silva
No jogo contra Costa do Marfim, Dunga escalou um meio-campo com posicionamento parecido com o da seleção de 1994. Nele, Gilberto Silva e Felipe Melo ficam com a função de proteger a zaga, quase lado a lado, enquanto Elano (pela direita) e Kaká (pela esquerda) ficaram responsáveis pela criação. A formação foi montada para dar liberdade ao meia do Real Madrid, que usa muito as arrancadas, mas ainda recupera o ritmo de jogo aos poucos.
O esquema encontrou dificuldade para furar a retranca montada por Coreia do Norte e Portugal, sobretudo pela pouca mobilidade. Contra os portugueses, Kaká, suspenso, e Elano, machucado, foram substituídos por Julio Baptista e Daniel Alves, respectivamente, mas o esquema foi mantido. O mapa de calor dos meias (veja acima), exibido no site da Fifa, mostra como há mais áreas em vermelho, o que demonstra que os jogadores concentraram sua movimentação em determinados trechos do campo. Outra consequência foi Gilberto Silva ter ficado sobrecarregado: foi quem percorreu a maior distância contra Coreia do Norte e Costa do Marfim, e o segundo que mais correu contra Portugal. A seleção usou o esquema nos dois primeiros jogos e sofreu gols em ambos.
Contra o Chile, meio-campo mais solto dá resultado
Contra o Chile, as contusões de Felipe Melo, Elano e do reserva Julio Baptista fizeram com que Dunga escalasse um meio-campo com estilo diferente. As entradas de Ramires, pela esquerda, e de Daniel Alves, pela direita, deram mais equilíbrio ao time. E mudaram o desenho tático, passando de um quadrado para um losango: Gilberto Silva ficou mais atrás, e Kaká, mais adiantado.
O esquema deixou a ligação entre defesa e ataque também nos pés de Daniel Alves e Ramires. E deixou Gilberto Silva menos sobrecarregado: ele percorreu uma distância menor do que Ramires e Daniel Alves contra o Chile. Coincidência ou não, teve o seu melhor desempenho nesta Copa do Mundo, de acordo com as notas dadas pelo GLOBOESPORTE.COM (veja tabela abaixo).
Formação do meio-campo é uma incógnita contra a Holanda
A suspensão de Ramires cria uma nova interrogação na cabeça de Dunga. Com um problema no tornozelo esquerdo, Felipe Melo faz tratamento intensivo para tentar voltar à seleção no jogo contra a Holanda, nesta sexta-feira, às 11h (de Brasilia), em Porto Elizabeth. O retorno do volante provavelmente deixaria o meio-campo com a mesma mesma formação tática dos dois primeiros jogos. Se Felipe Melo for vetado, Dunga teria as opções de escalar Josué ou Kleberson. E ficaria aberta a possibilidade de usar um quadrado ou um losango no meio-campo.
O setor de construção civil está aquecido na região de Campinas, mas o aumento no número de obras acabou causando a falta de equipamentos importantes nas construções. As empresas que fazem a locação das máquinas na cidade já acumulam pedidos em uma lista de espera.
A estrutura metálica, usada para fazer o escoramento da laje, precisou ser substituída por colunas de madeira na construção de uma casa na cidade. Isso é resultado do superaquecimento do setor. Um comerciante da região está com o estoque vazio porque máquinas e equipamentos não param um dia sequer na loja.
A reforma do ginásio de esportes do bairro Itamaraty, em Artur Nogueira, que estava paralisada desde 2000, será retomada. A prefeitura acertou um convênio com a Secretaria de Economia e Planejamento do Estado de São Paulo, que vai repassar R$ 300 mil para reforma e término da obra. A contrapartida municipal prevista para a obra é de cerca de R$ 109 mil. No total, o projeto terá investimento de mais de R$ 400 mil.
O projeto sofreu várias modificações, além de toda reforma e alterações na estrutura já existente, a área será ampliada para comportar uma quadra oficial, com banheiros e vestiários acessíveis, arquibancada e iluminação adequada.
A reforma do ginásio de esportes do bairro Itamaraty, em Artur Nogueira, que estava paralisada desde 2000, será retomada. A prefeitura acertou um convênio com a Secretaria de Economia e Planejamento do Estado de São Paulo, que vai repassar R$ 300 mil para reforma e término da obra. A contrapartida municipal prevista para a obra é de cerca de R$ 109 mil. No total, o projeto terá investimento de mais de R$ 400 mil.
O projeto sofreu várias modificações, além de toda reforma e alterações na estrutura já existente, a área será ampliada para comportar uma quadra oficial, com banheiros e vestiários acessíveis, arquibancada e iluminação adequada.
O réu Marcos Antunes Trigueiro, 32 anos, foi condenado a 34 anos e quatro meses de prisão por homicídio, estupro, furto e exposição de incapaz ao perigo no julgamento da morte de Ana Carolina Menezes Assunção. Os crimes aconteceram em 16 de abril de 2009 e foram julgados nesta quarta-feira (30) no 1º Tribunal do Júri do Fórum Lafayette, em Belo Horizonte. Cabe recurso da decisão. O juiz negou pedido para que Trigueiro aguarde o julgamento do recurso em liberdade.
A vítima Ana Carolina, 27 anos, foi encontrada morta, seminua e estrangulada com um cadarço, no dia 16 de abril do ano passado. Ela estava dentro do carro e com o filho - na época com um ano e quatro meses - no colo. Marcos Trigueiro foi julgado por homicídio, estupro, abandono de incapaz e furto. O crime de homicídio foi agravado por motivo torpe, asfixia, dificultar a defesa da vítima e tentativa de ocultar o crime de estupro.
A promotoria se dirigiu ao júri e apresentou provas que, segundo ele, comprovam que Ana Carolina teve uma morte violenta. De acordo com o promotor, Paulo Roberto Santos Romero, o exame de corpo de delito concluiu que a jovem foi surrada, sofrendo hemorragia na cabeça, na nuca e foi estrangulada por cerca de sete minutos até morrer.
O advogado de defesa, Rodrigo Bizzoto, deixou evidente durante o pronunciamento que a intenção era conseguir a redução de pena, visto que o réu já havia confessado o crime e, segundo o defensor, apresenta distúrbio mental. No pronunciamento, a defesa argumentou que caberia ao réu a condenação por estupro e não por outras formas de abuso sexual, como também pretendia a promotoria.
Quando interrogado pelo juiz, Marcos Antunes negou uso de drogas, remédios controlados e disse que nunca fez tratamento psicológico ou psiquiátrico. Disse ainda que é religioso e frequentava cultos evangélicos antes de ser preso.
A defesa sustentou o princípio da insignificância para a acusação por furto de celular, na tentativa de reduzir a condenação. O advogado do réu disse que "inclusive, deveria servir como atenuante", referindo ao fato de Marcos Antunes ter sido preso após a polícia rastrear o celular da vítima.
Versões contestadas
De frente para o juiz, Marcos Antunes Trigueiro disse que Ana Carolina consentiu o ato sexual. "Falei com ela se ela queria ficar comigo e ela aceitou", disse o réu durante o julgamento. A declaração foi contestada pela promotoria, que considerou como uma "tentativa de morte moral" da vítima.
Ao descrever como abordou a jovem, o réu disse que anunciou um assalto, sem usar arma, e que não percebeu a presença da criança no carro. Disse ainda que o bebê dormia durante o ato sexual. Sobre o estrangulamento da vítima, o reú declarou que foi chutado e arranhado por Ana Carolina e que, depois disso, não se recorda do que aconteceu.
As declarações do réu foram contestadas pela promotoria. De acordo com o promotor Paulo Roberto Santos Romero, o réu havia declarado em fase anterior ao julgamento que viu a criança no carro e que não se lembrava de quantas relações teve com a vítima. Havia declarado também que se recordava de ter retirado o cadarço do tênis, após o ato sexual, e que a criança chorava, segundo o Ministério Público.
Outros crimes
No meio da sessão, ainda na parte do interrogatório, o réu Marcos Antunes Trigueiro disse que se arrepende do que fez com Ana Carolina. Ele está detido na Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem, na Grande BH. No plenário, ele declarou que é pai de cinco filhos, de três relacionamentos diferentes. Na unidade prisional onde está, disse que é visitado pela atual mulher e pelos dois filhos que tem com ela.
Perguntado sobre outros crimes, respondeu que não fez o mesmo com outras mulheres. Marcos Antunes também vai a júri popular acusado de matar e estuprar Maria Helena Lopes Aguilar. O crime aconteceu em setembro de 2009, no bairro Califórnia, região noroeste de Belo Horizonte. A data do julgamento não foi agendada. Ele responde também a outros dois processos pela morte de Edna Cordeiro de Oliveira Freitas e Adna Feitor Porto, um na comarca de Ibirité e outro na de Nova Lima.
O julgamento
O julgamento presidido pelo juiz Carlos Henrique Perpétuo Braga teve início às 9h no 1o Tribunal do Juri do Fórum Lafayette, em Belo Horizonte. Defesa e acusação dispensaram ouvir as testemunhas, dando início ao interrogatório. Depois de ouvir o réu, o juiz abriu os debates. Ministério Público e advogado de defesa tiveram uma hora e meia cada para pronunciamentos. Ao término, réplica e tréplica duraram duas horas. O júri foi composto por sete pessoas.
Relembre o caso
De acordo com a denúncia, no dia 16 de abril, Ana Carolina estava no carro dela, acompanhada pelo filho de um ano e meio, no bairro Industrial, em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte. De súbito, ela foi abordada por Marcos Antunes Trigueiro, que simulou um assalto, entrou no veículo e determinou que ela conduzisse o carro para outro local.
Após manter relações sexuais com a vítima, esta foi estrangulada com um cadarço, causando-lhe a morte por asfixia. Em seguida, ele assumiu a direção do veículo e foi para um campo de futebol no bairro Alto dos Pinheiros, em BH. Lá, ele estacionou, colocou o bebê sobre o cadáver e fugiu, levando o aparelho celular.
30/06/2010 08:30 PM
Não confunda o Original com cópias. Aqui seu anúncio é tratado com seriedade.
Site 100% Compativel com o Google Chrome - Versão Oficial 1583 v0.2.149.27 ou superior, Firefox 1.5 ou Superior e Safari 3 ou Superior.