Para Strauss-Kahn, inclusão da moeda chinesa entre as que tem Direito Especial de Saque do FMI será difícil
O diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, elogiou a China por seus planos de revalorizar sua moeda, mas apontou que o governo de Pequim deve fazer mais e que não espera uma apreciação rápida do yuan. "É claro que a valorização do yuan vai na direção certa e nós ainda estamos querendo que isso aconteça, mas vai levar tempo para o yuan atingir seu valor normal de mercado", avaliou a autoridade.
"Nós ainda acreditamos que o yuan está subvalorizado", comentou Strauss-Kahn, acrescentando que a apreciação da moeda é do interesse de Pequim, mas alertando que essa não é a solução de todos os desequilíbrios comerciais com os Estados Unidos.
Os comentários de Strauss-Kahn podem não ser bem recebidos na China, que tem se aborrecido com as observações de autoridades estrangeiras sobre sua moeda. A China deu um pequeno passo na direção de afrouxar a fixação do yuan em relação do dólar no dia 19 de junho, a tempo de evitar ser repreendida na reunião do G-20 neste último fim de semana. Embora a moeda só tenha subido cerca de 0,5% desde o anúncio, foi o suficiente para que os chineses evitassem críticas por manter o yuan artificialmente baixo com o objetivo de estimular o crescimento econômico doméstico por meio das exportações.
Nesta segunda-feira o yuan caiu levemente em relação ao dólar, com as esperanças de uma valorização mais forte sendo ofuscadas pela falta de comentários oficiais sobre a política da câmbio da China durante a reunião do G-20. No mercado de balcão, o dólar subiu para 6,805 yuans, de 6,7900 yuans na sexta-feira.
Strauss-Kahn também disse que vai ser difícil incluir o yuan na cesta de moedas que forma o Direito Especial de Saque (SDR, na sigla em inglês) do FMI até que seja permitido que a moeda chinesa flutue. Os SDRs são um ativo de reserva internacional usado como unidade de pagamento nos empréstimos do FMI. A cesta - atualmente composta por dólar, euro, iene e libra - é revista a cada cinco anos, com a próxima revisão marcada para o fim de 2010. "Eu acho que vai ser difícil incluir o yuan antes dele chegar realmente ao valores de mercado", comentou a autoridade.
No ano passado, o presidente do Banco do Povo da China (o banco central do país) argumentou que os SDRs poderiam substituir o dólar como a moeda dos ativos de reservas internacionais e defendeu a inclusão do yuan na cesta.
Strauss-Kahn disse ainda que a reunião do G-20 deveria ser vista como um sucesso, mesmo com os países adotando diferentes estratégias para tentar melhorar suas economias. Os líderes do G-20 apresentaram a intenção comum de conter os déficits nos orçamentos e os crescentes níveis das dívidas, mas decidiram adotar diferentes caminhos para promover o crescimento e tornar seus sistemas financeiros mais seguros. As estratégias divergentes são um sinal de quão desigual e frágil a recuperação econômica permanece, com a Ásia e a maioria dos países da América Latina crescendo rapidamente, a Europa ficando para trás e os EUA em algum lugar entre essas duas situações.
O diretor do FMI disse que a economia da Índia estava "indo muito bem", com o crescimento devendo alcançar níveis próximos aos da China, mas alertou que os crescentes preços dos alimentos no país são uma preocupação. Após cancelar uma visita para o país para ajudar a lidar com a crise da dívida da Europa, Strauss-Kahn disse que pretende visitar a Índia no terceiro trimestre.
Strauss-Kahn também aprovou a reforma no mercado de trabalho da Espanha, que pretende encorajar a contratação ao reduzir o alto custo da demissão, destacando que isso vai ajudar a erguer a economia sem prejudicar as finanças públicas do país. As informações são da Dow Jones.
Companhia francesa Regional, do grupo Air France, comprou 20 jatos da fabricante brasileira
SÃO PAULO - A Embraer informou nesta segunda-feira que concluiu as entregas do pedido de 20 jatos comerciais da família E-Jets feito pela companhia aérea francesa Regional, subsidiária do grupo Air France.
A última aeronave do pedido firme foi entregue nesta segunda, mas a companhia aérea francesa - que é a maior cliente da Embraer na Europa - mantém opções para quatro aeronaves da família desses jatos.
Em nota, Paulo César de Souza e Silva, vice-presidente executivo da Embraer para o mercado de aviação comercial, disse que a Regional já tem 53 jatos da Embraer. "É muito gratificante ter a confiança do Grupo Air France em nossas aeronaves", afirma.
A última aeronave entregue, um Embraer 170, foi configurada para 76 assentos e será utilizada em uma malha que cobre 43 cidades da Europa.
Diretor da empresa pede que criadores recusem ofertas de compra de créditos do frigorífico com deságio
Cuiabá, 28 - O diretor do frigorífico Frialto, Tadeu Paulo Bellincanta, afirmou nesta segunda-feira que os criadores sul-mato-grossenses não devem vender seus créditos com deságio, porque a empresa vai conseguir quitar suas dívidas. Sua afirmação foi feita em reunião com dirigentes da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famasul), a secretária de Estado de Produção e Turismo (Seprotur), Tereza Cristina Costa, e o prefeito de Iguatemi, José Roberto Arcoverde, de acordo com nota divulgada à imprensa pela Famasul.
Na reunião realizada em Campo Grande, da qual também participaram dirigentes de sindicatos rurais de seis municípios da região, Bellincanta garantiu o pagamento a todos os credores, embora admita que não há possibilidade de prever quando isso ocorrerá. O Frialto entrou com pedido de recuperação judicial no final de maio. A empresa, sediada em Sinop (MT), tem seis frigoríficos com capacidade para abate diário de 4 mil cabeças. Em Mato Grosso, estão localizadas quatro unidades: Matupá, Nova Canaã, Tabaporã e Sinop. Os outros frigoríficos ficam em Iguatemi (MS), Ji-Paraná (RO) e Itaberaí (GO).
Segundo a nota, Belincanta disse na reunião que o Frialto irá cumprir todos os compromissos assumidos. "Não terei um hectare de terra se tiver dívida para pagar. Este é um compromisso que assumo publicamente", afirmou o diretor durante o encontro. Ele apelou aos credores para não cederem a propostas de compras de crédito que têm sido oferecidas, as quais qualificou como "imorais".
Durante a reunião, Bellincanta relatou as tentativas da direção da empresa para não cair na necessidade de pedir plano de recuperação judicial e disse que acompanha o drama dos credores que precisam receber, embora não tenha mais gerência sobre o financeiro da empresa.
O Frialto contratou a empresa Galeazzi & Associados para assessorar na elaboração do Plano de Recuperação Judicial, o qual será concluído no próximo dia 18 e, posteriormente, apresentado para aprovação dos credores em assembleia ainda sem data marcada.
Diálogo
Na nota da entidade, o presidente da Famasul, Eduardo Riedel, ressaltou a transparência do Frialto, "que atendeu ao chamado de conversar com os representantes dos credores e lembrou que a entidade acompanhou recentemente duas situações semelhantes, com os frigoríficos Estrela e Independência".
Riedel disse que a Famasul acompanha e assessora os criadores, mas o que tem feito diferença na negociação com os frigoríficos é a organização dos produtores do Estado. "Vamos acompanhar até que todos os credores tenham recebido os valores devidos", disse.
O presidente da Comissão de Pecuária de Corte da Famasul, José Lemos Monteiro, afirmou que o Frialto não pode ceder à pressão de compra ou arrendamento da planta por parte de outros grupos frigoríficos, uma preocupação não só dos pecuaristas como do mercado externo. "A postura da diretoria do Frialto inspira confiança. A negociação dever ser mantida tendo o sistema sindical como interlocutor, o que faz com que todos ganhem", disse.
O prefeito de Iguatemi manifestou preocupação com os 750 funcionários do frigorífico que ficaram desempregados no município, situado em uma região de fronteira, com cerca de 15 mil habitantes. Margatto disse que o Frialto "é uma empresa séria, familiar, que agregou muito para a cidade. Estamos um pouco mais tranquilos, mas preocupados com o impacto social da suspensão das atividades da indústria", disse.
Na reunião, o diretor da Frialto informou que a planta de Sinop (MT) deve voltar a operar no próximo dia 6 e que a indústria de Iguatemi será a terceira a retomar os abates, mas adiantou que não há como precisar quando isso poderá ocorrer. O Frialto já voltou a abater em Matupá (704 km ao norte de Cuiabá).
Projeto de lei regulamente competência da Anatel para arrecadar recursos para o Fust, fundo que captou R$1,4 bilhão em 2009
O primeiro item da pauta da reunião extraordinária da Comissão de Ciência, Tecnologia, Comunicação e Informática do Senado, agendada para terça-feira, às 14h30, é a votação em turno suplementar do projeto de lei que regulamenta a competência da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para arrecadar o Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust).
O projeto, que também reafirma a competência da Anatel para aplicar sanções aos inadimplentes com o Fust, foi aprovado na última quarta-feira (23) em primeiro turno. De autoria do senador Renato Casagrande (PSB-ES), o projeto acrescenta à lei do Fust (Lei 9.998/00) um dispositivo que formaliza a competência da agência reguladora para arrecadar o tributo.
Casagrande apresentou o projeto a fim de transformar em lei a regra de cobrança da contribuição, atualmente prevista no Decreto 3.624/00, que regulamenta o Fust. A preocupação do legislador foi imprimir caráter de norma tributária e força de lei à regra, já que um decreto fica suscetível aos humores dos gestores públicos, que podem alterá-lo a qualquer momento.
Se for aprovado em segundo turno, o projeto não precisa passar pelo plenário do Senado: segue direto para análise da Câmara dos Deputados, porque tem caráter terminativo na comissão. Em 2009, a arrecadação do Fust totalizou R$ 1,436 bilhão. O total acumulado a partir de 1997 alcança R$ 8,7 bilhões.
Recursos serão utilizados para financiar a criação de núcleos de inovação em 20 Estados
A Confederação Nacional da Indústria (CNI) e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) vão investir cada um R$ 25 milhões, um total de R$ 50 milhões, em um projeto de inovação na indústria. A afirmação foi feita nesta segunda-feira em conjunto por representantes da CNI, Sebrae, BNDES e Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), após reunião na sede da CNI em São Paulo. Os recursos serão usados para financiar a formação de núcleos de inovação em 20 Estados.
Os núcleos vão ser conduzidos pelas federações de indústrias. O objetivo destes núcleos é formar empresários na gestão da inovação e investir em um total de 18 mil empresas. O projeto faz parte de um programa maior, o Comitê de Mobilização pela Inovação, com o qual o BNDES já vem trabalhando em parceria com o MCT. "O Comitê de Mobilização pela Inovação é o ponto central das ações da CNI dentro do Programa de Competitividade da Indústria Brasileira", afirma o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade.
Em maio, a CNI apresentou aos principais candidatos à Presidência da República uma série de propostas abordando as questões tributárias, ambientais, de infraestrutura e de comércio internacional. Todas as propostas, de acordo com Andrade, convergem para o aumento da competitividade do País. "E na competitividade o tema central é a inovação", diz o executivo, para quem sem investimentos em inovação o Brasil vai perder a condição de país competitivo com possibilidade de crescer a taxas sustentadas.
O mercado norte-americano de ações fechou com os principais índices em leve baixa
O mercado norte-americano de ações fechou com os principais índices em leve baixa. Os investidores mostraram preocupação com o impacto potencial do compromisso dos países do G-20 em reduzir déficits sobre o crescimento da economia global. Segundo o estrategista Rick Bensignor, da Execution Noble, os investidores também mostraram hesitação antes da divulgação dos dados do desemprego nos EUA em junho, na próxima sexta-feira. "Na ausência de notícias importantes até lá, as pessoas provavelmente vão ficar tentando sobreviver", disse Bensignor.
Refletindo as incertezas quanto à perspectiva da economia, entre as ações que mais caíram estavam as de indústrias como Boeing (-2,14%) e Alcoa (-1,87%). As ações dos bancos também recuaram, com os investidores continuando a digerir a legislação de regulamentação que os negociadores do Congresso dos EUA elaboraram na semana passada (Bank of America -1,17%, JPMorgan Chase -2,28%). As ações de tecnologia, entre as que mais haviam caído na semana passada, recuperaram terreno (Intel +1,70%), IBM +1,46%). As de telecomunicações subiram, depois de o presidente Barack Obama assinar uma medida que aumenta o espectro de frequências disponíveis para transmissão de dados via laptops e smartphones (Sprint Nextel +6,2%, AT&T +0,65%, Verizon +0,56%). Ações de empresas ligadas ao consumo subiram, em reação aos dados de renda pessoal e gastos com consumo em maio (Wal-Mart +1,59%, Coca-Cola +1,63%).
"Quando uma reunião do G-20 e uma lei de regulamentação financeira não movem os mercados, é difícil ver o que dará convicção aos investidores, em uma direção ou em outra. O informe sobre o nível de emprego provavelmente será o próximo fator importante a convencer as pessoas se uma recessão dupla é provável ou não", comentou David Carter, da Lenox Advisors.
O índice Dow Jones fechou em baixa de 5,29 pontos (0,05%), em 10.138,52 pontos. O Nasdaq fechou em queda de 2,83 pontos (0,13%), em 2.220,65 pontos. O S&P-500 fechou em baixa de 2,19 pontos (0,20%), em 1.074,57 pontos. As informações são da Dow Jones.
México, 28 jun (EFE).- O Índice de Preços e Cotações (IPC), da Bolsa Mexicana de Valores (BMV), registrou hoje baixa de 0,12%, aos 32.
México, 28 jun (EFE).- O Índice de Preços e Cotações (IPC), da Bolsa Mexicana de Valores (BMV), registrou hoje baixa de 0,12%, aos 32.568,19 pontos. O giro financeiro foi de 5,528 bilhões de pesos (US$ 435 milhões). EFE jrm/rr
Reduzir a emissão dos gases que provocam o efeito estufa custaria 1% do PIB mundial. Não fazer nada sairia até 20 vezes mais caro
Mitigar os efeitos do aquecimento global e das alterações climáticas é essencial para o desenvolvimento sustentável. Pelas estatísticas das emissões observadas e pelas divergências dos dados entre os órgãos governamentais que as estimam, percebe-se que há uma necessidade primordial de gerenciar convenientemente as emissões de gases de efeito estufa (GEE), seu progresso ao longo prazo, preparando-se assim para futuras políticas climáticas, nacionais ou regionais.
Nicholas Stern, ex-economista-chefe do Banco Mundial, afirmou que reduzir a emissão dos gases que provocam o efeito estufa a níveis seguros custaria 1% do Produto Interno Bruto (PIB) mundial. Não fazer nada poderá custar entre cinco e 20 vezes mais. De forma bruta podemos extrapolar essa conta à industria também, ou seja, quando falamos de mudanças climáticas a inação é exponencialmente mais cara que a mitigação.
Todos os setores da economia vêm continuadamente encarando novas mudanças e incertezas, os consumidores estão cada vez mais exigentes em obter produtos e serviços ambientalmente corretos. Em nenhuma outra época as empresas estiveram tão expostas às críticas da sociedade, que observa a maneira como um empreendimento se relaciona com as comunidades afetadas pelo negócio. Não estabelecer uma relação próxima com a comunidade pode ser um risco.
Deste modo, visando gerar um benefício ambiental verdadeiro, quer seja ele tangível ou não, é necessário buscar cada vez mais minimizar os danos em toda a cadeia de negócios e nessa óptica o inventário de emissões torna-se uma estratégia importante para se alcançar tal objetivo.
O inventário de emissões faz parte de um gerenciamento estratégico integrado, que visa conhecer as emissões de GEE e gerenciá-las, através de ações específicas, visando à redução de emissões e a identificação de oportunidades e riscos associados.
Elaborar um inventário rigoroso pode ser entendido como um pré-requisito no estabelecimento de uma meta de GEE, interna ou publicamente, e assim, consequentemente, medir e relatar o seu progresso. Se ele for bem gerido e estruturado será útil para se enquadrar em vários objetivos de negócios.
Inventariar emissões é um processo complexo e detalhado, que exige metodologia e ferramenta adequadas e específicas, além de tempo considerável para sua implementação. Mas os benefícios de se implementar um inventário rigoroso são inúmeros e passam por inovação tecnológica, redução de custo e competitividade.
Para tanto, torna-se necessário não apenas ter estimativas atualizadas das emissões, mas modelos estratégicos que permitam o uso adequado desses dados transformando-os em subsídio de decisões.
Ernesto Cavasin Neto é especialista em Sustentabilidade empresarial, gerente executivo da PricewaterhouseCoopers e membro do conselho da Associação Brasileira das Empresas do Mercado de Carbono.
México, 28 jun (EFE).- A empresa pública Petróleos Mexicanos (Pemex) anunciou hoje a ativação do plano de resposta à emergência por furacões perante o avanço pelo Golfo do México da tempestade tropical "Alex", informou hoje a empresa.
México, 28 jun (EFE).- A empresa pública Petróleos Mexicanos (Pemex) anunciou hoje a ativação do plano de resposta à emergência por furacões perante o avanço pelo Golfo do México da tempestade tropical "Alex", informou hoje a empresa. O Serviço Meteorológico Nacional (SMN) informou em comunicado emitido às 14h locais (16h, em Brasília) que a tempestade "Alex" se desloca a uma velocidade de 11 km/h rumo norte-noroeste sobre águas do Golfo do México acompanhada de ventos de 95 km/h e sequências de 110 quilômetros. O centro da tempestade se encontrava a 110 quilômetros ao oeste-noroeste de Campeche, no México, e de 860 quilômetros ao sudeste de Brownsville, no estado americano do Texas. O índice de periculosidade de "Alex" se mantém "moderado", já que a tempestade "continuará se intensificando" e "tomará características de furacão entre as próximas 36 e 48 horas", segundo o SMN. Com relação às medidas da Pemex, o grupo de trabalho que está a cargo do plano de emergência "determinou que no litoral de Veracruz e Tamaulipas iniciasse a fase de implementação de medidas preventivas nas plataformas Lankahuasa, Carpa, Bagre e Arenque". O Sistema Nacional de Defesa Civil (Sinaproc) informou hoje que por enquanto não há regiões do México em "alerta vermelho" (perigo máximo). Em nível "verde" (perigo baixo) estão três estados: Chiapas, Veracruz e Tamaulipas, enquanto em Quintana Roo, o primeiro estado golpeado pela tempestade, há um "alerta azul" (perigo mínimo). Por enquanto, a primeira tempestade tropical da temporada não deixou vítimas em sua passagem pelo México. EFE act/ab
Buenos Aires, 28 jun (EFE).- O índice Merval da Bolsa de Comércio de Buenos Aires fechou o pregão de hoje em baixa de 1,11%, aos 2.
Buenos Aires, 28 jun (EFE).- O índice Merval da Bolsa de Comércio de Buenos Aires fechou o pregão de hoje em baixa de 1,11%, aos 2.292,21 pontos. Já o indicador geral da bolsa baixou 0,62%, aos 129.695,50 pontos, enquanto o Merval 25 retrocedeu 1,05%, aos 2.320,38 pontos. O giro financeiro foi de 26,3 milhões de pesos (US$ 6,6 milhões), com 23 altas, 37 quedas e 15 títulos estáveis. As perdas foram lideradas pelos títulos da Pampa Holding (-3,53%), Petrobras (-2,16%) e Banco Macro (-2,04%), enquanto subiram unicamente os papéis da Tenaris (+0,13%). No mercado de câmbio, o preço do dólar se manteve estável, ao fechar a 3,92 pesos para a compra e a 3,95 pesos para a venda. EFE ea/pb
Nova York, 28 jun (EFE).- O índice Dow Jones Industrial, principal de Wall Street, fechou o pregão de hoje em queda de 0,05%, aos 10.
Nova York, 28 jun (EFE).- O índice Dow Jones Industrial, principal de Wall Street, fechou o pregão de hoje em queda de 0,05%, aos 10.138,52 pontos. Já o indicador seletivo S&P 500 caiu 0,2% e o mercado Nasdaq fechou em baixa de 0,13%. EFE vm/sa
Os contratos futuros de petróleo recuaram nesta segunda-feira
Os contratos futuros de petróleo recuaram nesta segunda-feira. O mercado reagiu aos informes de que a tempestade tropical Alex, a primeira nesta temporada de furacões no Atlântico, não será uma ameaça tão séria como se temia para as operações de produção de petróleo no Golfo do México. Na sexta-feira, temores sobre os efeitos da tempestade haviam feito os contratos futuros de petróleo subirem para o nível mais alto em sete semanas.
As companhias de petróleo que operam naquela região começaram a retirar pessoal e a fechar plataformas como medida de precaução, mas não se espera que isso tenha impacto significativo sobre a produção no Golfo, que é de 1,6 milhão de barris por dia.
O mercado também operou na expectativa dos dados do Departamento de Energia dos EUA (DOE) sobre o nível dos estoques norte-americanos de petróleo bruto e derivados na semana passada. Embora os EUA estejam se aproximando do auge da temporada de férias de verão, quando o consumo de gasolina atinge seu pico no ano, os estoques têm permanecido acima das médias dos últimos cinco anos. Analistas consultados pela Dow Jones preveem que os estoques de petróleo bruto tenham caído 1 milhão de barris na semana até 25 de junho.
Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), os contratos futuros de petróleo com vencimento em agosto fecharam a US$ 78,25 por barril, em baixa de US$ 0,61 (0,77%). Na Intercontinental Exchange (ICE), os contratos do petróleo Brent para agosto fecharam a US$ 77,59 por barril, em queda de US$ 0,53 (0,68%). As informações são da Dow Jones.
28/06/2010 05:42 PM
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