Está aberta a temporada de verão sem fumo na praia de Zuchi, em Kanagawa, no Japão. O governo local proibiu o cigarro nas praias, exceto em áreas específicas. Porém, não há punição prevista para os infratores, informa o jornal "The Japan Times".
São cinco "fumódromos" em 600 metros de areia, com patrulhamento feito por voluntários.
Uma regra semelhante está em vigor em Shirahama, em Wakayama.
Leia mais (25/06/2010 - 22h56)
Vestígios das civilizações pré-colombianas são o mais célebre cartão-postal deste país. Afinal, a presença dos maias no México é ainda mistério e deslumbre. Mas, para além disso, há muitas outras maravilhas e descobertas a fazer nesta terra de montanhas. O livro "México" (Manole) faz um tour por este vasto território em forma de lua crescente arqueada entre a América do Norte e do Sul, desde os Estados Unidos até Guatemala e Belize.
Comparados aos gregos, romanos, egípcios e fenícios, os maias governaram populosas cidades que se espalhavam desde Yucatán, Honduras, Belize, Guatemala e El Salvador. Como cidades-estado independentes, formavam um poderoso império cujo maior centro urbano era Uxmal, em Yucatán. Essa suntuosa cidade deixou como legado histórico, por exemplo, o palácio do governador, a mais bela construção maia em estilo clássico já vista.
Leia mais (25/06/2010 - 21h08)
Assim como na Bolsa de Valores, o giro de negócios no mercado de câmbio doméstico foi afetado pelo jogo do Brasil na Copa da África, que deixou os negócios a passo lento a partir das 11h (hora de Brasília) desta sexta-feira.
O volume de câmbio contratado na BM&F, que foi de US$ 3 bilhões no expediente de quinta, atingiu menos de US$ 2 bilhões na jornada de hoje.
A cotação da moeda americana atingiu a cotação máxima do dia (R$ 1,790) no final da manhã, cedendo para a mínima (R$ 1,777) quase no encerramento das operações, quando bateu R$ 1,780, em queda de 0,50%. No mês, a taxa de câmbio brasileira acumula desvalorização de 2,2%, mas na semana tem alta de 0,45%.
Leia mais (25/06/2010 - 16h30)
"Só para europeus", "só para brancos", banheiros para brancos e para não brancos, sete grandes telas de 12 metros de altura como símbolo dos sete pilares da Constituição e 121 forcas que representam os prisioneiros políticos executados pelo sistema da segregação racial.
Assim é o Museu do Apartheid, situado em Soweto, ao sudoeste de Johanesburgo, levantado em uma área da faixa industrial e mineradora conhecida como Gold Reef.
Muitos lugares da África do Sul contam sua história cultural, política e social, mas este museu é talvez um dos mais tradicionais e um dos cenários mais visitados pelos turistas e torcedores durante esta Copa do Mundo.
Leia mais (25/06/2010 - 16h20)
Executivos estressados de centros urbanos que estão querendo fugir de tudo isso têm a chance de comprar seu próprio vilarejo na Nova Zelândia, uma cidadezinha completa com um pub e uma população de 40 habitantes.
Otira, um pequeno vilarejo na chuvosa costa oeste da Ilha do Sul da Nova Zelândia, está à venda por 1 milhão de dólares neozelandeses (US$ 715 mil).
Os atuais donos Bill e Christine Hennah compraram o vilarejo decadente em 1998 depois de passarem no local e "sentirem pena dele", disse o jornal "Christchurch The Press" na sexta-feira.
Leia mais (25/06/2010 - 12h20)
Os gastos dos turistas brasileiros no exterior estão batendo recorde e a presença deles vem sendo cada vez mais notada em alguns dos principais destinos nos últimos meses, informa reportagem de Álvaro Fagundes para a Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).
Graças a uma combinação de estabilidade econômica, crescimento acentuado e real forte, o fluxo de turistas brasileiros é o que mais cresce para alguns países da América Latina e da Europa.
É o que acontece, por exemplo, nas viagens para os vizinhos Argentina e Uruguai, que registram crescimento de mais de 30% na entrada de brasileiros nos primeiros meses de 2010.
Leia mais (25/06/2010 - 08h52)
Centenas de pessoas assistiram na noite desta quinta-feira a uma cerimônia simbólica diante do Coliseu, em Roma. As luzes foram apagadas durante a manifestação para exigir a libertação do soldado israelense Gilad Shalit, sequestrado há quatro anos pelo movimento radical islâmico Hamas, em Gaza.
Max Rossi/Reuters
Manifestantes pedem pela libertação do soldado israelense Gilad Shalit no Coliseu romano
Noam, o pai do jovem Shalit, de 24 anos, fez um apelo à comunidade europeia e internacional a fazer pressão sobre o Hamas para que liberte o soldado. Shalit é um "cidadão europeu", uma vez que possui passaporte francês, e foi declarado cidadão "de honra" de Roma.
Leia mais (24/06/2010 - 19h26)
A cotação da moeda americana caiu após três dias consecutivos de alta, completando oito dias abaixo de R$ 1,80, durante as operações desta quinta-feira. O mau humor global pressionou as taxas de câmbio durante a maior parte do dia, somente mostrando algum alívio nas últimas horas da sessão.
O dólar comercial foi vendido por R$ 1,789 -- queda de 0,16%-- nas últimas operações desta quinta-feira. Os preços da moeda americana oscilaram entre R$ 1,802 e R$ 1,780. Nas casas de câmbio paulistas, o dólar turismo foi cotado por R$ 1,900, em baixa de 0,52%.
Ainda operando, a Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) retrocede 1,72%, aos 64.038 pontos. O giro financeiro é de R$ 4,22 bilhões. Nos EUA, a Bolsa de Nova York prede 1,39%
Leia mais (24/06/2010 - 16h40)
O destaque do caderno de Turismo da Folha desta quinta-feira são as Coreias do Norte e do Sul, com foco nas capitais Pyongyang e Seul, respectivamente.
Além disso, a reportagem mostra como vivem os cerca de 50 mil coeanos em São Paulo, concentrados na região do Bom Retiro, no centro da cidade.
A rua José Paulino, no Bom Retiro, zona central da capital paulista, é conhecida pelos coreanos atrás dos balcões das lojas de roupas.
Silvia Zamboni/Folhapress
Fabiano Kim, da padaria Bellapan, que vende pães coreanos como o pão de café com requeijão
Porém, bem ali pertinho, na rua Prates, é que a presença da comunidade coreana é mais aparente e a cultura pode ser melhor conhecida.
Leia mais (24/06/2010 - 08h00)
Muitos correm a Pyongyang antes que seu comunismo-kitsch desmorone para desfrutar a viagem ao passado. Mas, em termos de túnel do tempo, Seul é o oposto: uma viagem ao futuro.
Pedro Carrilho/Folhapress
Edifício imponente na praça Kim Il sung, em Pyongyang, capital da Coreia do Norte
A capital da Coreia do Sul, destruída nos anos 50 pela Guerra da Coreia, tinha tudo para ser uma versão asiática de São Paulo.
Leia mais (24/06/2010 - 07h59)
26/06/2010 12:47 AM
Não confunda o Original com cópias. Aqui seu anúncio é tratado com seriedade.
Site 100% Compativel com o Google Chrome - Versão Oficial 1583 v0.2.149.27 ou superior, Firefox 1.5 ou Superior e Safari 3 ou Superior.