De acordo com Mantega, o Ministério da Fazenda não encomendou um estudo ao Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) para obter uma nova classificação da eficiência energética de produtos como geladeiras, fogões e máquinas de lavar. "Esse estudo já existe há tempo lá, tanto para a linha branca como para automóveis. Isso faz parte do estímulo para o aumento da produtividade e redução de emissões de poluentes", declarou.
"Vocês devem se lembrar que nós formamos no ano passado um grupo de trabalho na indústria automobilística para obter aperfeiçoamento e tecnologias não poluentes. Mas primeiro é preciso que haja essas tecnologias e avanços para se pensar em alguma coisa, e isso não está próximo de acontecer", acrescentou.
Mantega reiterou não ter encomendado nenhum estudo ao Inmetro e negou preocupação com a queda nas vendas dos produtos da linha branca - que, de acordo com os varejistas, foram 20% menores em maio em relação ao mesmo mês de 2009. "Essa redução já era esperada, porque tínhamos dado um grande estímulo e agora elas (as vendas) voltaram ao normal. A renda da população está elevada, o emprego está aumentando, portanto, naturalmente a população vai consumir esses produtos sem o estímulo fiscal."
Foram habilitadas mais três milhões de novas linhas no período, segundo a Anatel; avanço em relação a abril foi de 1,63%
O setor de telefonia móvel do Brasil registrou em maio 2,94 milhões de novas habilitações, com expansão do mercado de 1,63% em relação a abril. Foi o segundo melhor mês de maio da série histórica da Anatel, iniciada em 2000, perdendo apenas para maio de 2005. Vale lembrar o mês é tradicionalmente forte em vendas de celulares por causa do Dia das Mães.
De acordo com Anatel, o saldo de adesões acumulado dos cinco primeiros meses de 2010, de 9,75 milhões de linhas, é recorde para o período. Com isso, o total de celulares habilitados no país alcançou 183,7 milhões de linhas, sendo 82,4% pré-pagas e 17,6% pós-pagas.
A Vivo permanece na liderança do mercado de telefonia móvel no Brasil ao registrar em maio 55,5 milhões de acessos, correspondendo a 30,25% de participação. Em seguida estão a Claro, com 46,6 milhões (25,41%), TIM, com 43,8 milhões (23,84%) e Oi, com 37 milhões (20,15%). CTBC, Sercomtel e Unicel têm 0,3%, 0,04% e 0,01% de participação, respectivamente.
O acesso predominante à rede móvel do Brasil ainda se dá por meio da tecnologia de segunda geração GSM, que responde por 88,3% das linhas habilitadas. Já na tecnologia de terceira geração, que permite o acesso à internet em banda larga, o WCDMA concentra 5,37% dos acessos, enquanto as conexões via terminais de dados - não especificados pela Anatel - respondem 2,87% das linhas habilitadas. Juntas, as duas tecnologias totalizam mais de 15 milhões acessos móveis no País.
Pesquisa realizada pelo Ibope a pedido da Amcham mostra que impostos afetam negativamente os negócios das companhias brasileiras
A carga tributária de cerca de 36% do PIB é o principal entrave para as empresas brasileiras. Pesquisa realizada pelo Ibope a pedido da Câmara Americana de Comércio (Amcham) apontou que para 81% dos empresários, os impostos afetam muito negativamente os negócios de suas companhias. O segundo lugar da lista ficou com clareza jurídica da arrecadação, com 58% do total.
A pesquisa ouviu representantes de 211 empresas entre os dias 28 de abril e 17 de maio, com o objetivo de relacionar os principais obstáculos para a competitividade dos negócios no Brasil.
Os empresários não se mostraram otimistas com relação à redução da carga tributária nos próximos anos. Para 69% dos entrevistados, o próximo governo não deve reduzir os impostos. Outros 8% disseram não saber ou não ter como avaliar a situação.
Para aqueles que não acreditam em redução da carga tributária nos próximos quatro anos, 33% disseram que o fato vai diminuir a competitividade e aumentar o custo Brasil. Outros 23% disseram que os investimentos serão reduzidos, especialmente nos setores de tecnologia e inovação. Para 14%, a carga tributária alta acarretará em sonegação de impostos e práticas desleais de concorrência.
Cômodas, lustres, fogão, mesas, tapetes e eletrodomésticos estão entre itens usados vendidos por especialistas em antiguidade
Velharia, não: antiguidade. Assim os especialistas no negócio conhecido como "Família Vende Tudo" costumam classificar as peças que negociam. Pode ser a cômoda dona Maria do século 19, o aparelho de jantar francês para 70 pessoas, o lustre de cristal Baccarat, ou o fogão usado, o espremedor de laranja, o porta xampu de plástico.
O advogado Eduardo de Almeida Prado Souza Costa chegou a levar um quiosque para casa. Eduardo é cliente fiel de Maria Helena Farhat, que há 20 anos lida com venda de mobiliário de família e costuma levar dois dias para se desfazer de uma casa inteira. "Praticamente todos esses móveis foram comprados nos família vende tudo da Maria Helena", diz o advogado, em sua casa de 800 m2 na Granja Viana.
Ele mostra a mesa de 12 lugares da sala de jantar, os sofás Chesterfield do living, os tapetes orientais, a TV, a cafeteira e - por que não? - a garrafa de uísque (já pela metade); lembra que ficou até com um cachorro (já morto). Maria Helena conta que primeiro procura saber da família que vende "se tem coisa boa na casa". "Só pego quando vale a pena. Recentemente, uma pessoa tirou as melhores coisas para si e deixou só uma mesa de jantar horrorosa, um bufê imenso, aquilo não dava nada."
Ela diz que prefere pegar a casa cheia a ter de trazer peças de outros clientes para vender junto. No negócio da semana - o leilão de uma casa projetada por Lina Bo Bardi no Morumbi -, apenas duas apagadinhas cadeiras dos 600 lotes que recheiam o imóvel pertenceram à arquiteta. Com lance inicial de R$ 2,6 milhões, o leilão da casa e dos objetos (veja algumas peças ao lado) vai do próximo sábado até segunda-feira na Rua Brigadeiro Armando Trompowsky, 65, e inclui pouca coisa da proprietária, a paisagista Maria Luiza dOrey Lacerda Soares. "Trouxemos a maioria das peças de fora", diz o leiloeiro Reginaldo de Carvalho, que destaca uma papeleira Brasil século 18, a partir de R$ 300 mil.
Quiosque
O quiosque que o advogado Eduardo de Almeida Prado Souza Costa carregou pra casa tem cerca de 60m2 e custou R$ 4 mil. Estava em uma mansão de Alphaville, cujo terreno virou estacionamento. "Foi comprada por um casal de mulçumanos que recebia muito, precisava do espaço para guardar carros", conta Maria Helena, que é mulher de um palestino. Aos que temem a energia que pode vir com a peça antiga, Eduardo diz que é "espírita praticante". "Eu não acredito em energia de objeto, só de pessoa."
Os personagens dos "família vende tudo" são uma espécie de bônus extra. Segundo José Carlos Quental, 25 anos de experiência nesse mercado, a maioria das famílias que colocam tudo à venda é formada pelo que ele classifica de "quatrocentões sem liquidez". Chamado para avaliar os móveis de uma casa, ele conta que o fizeram entrar pelos fundos, para não despertar a atenção da vizinhança. "O pessoal da família não queria que ninguém soubesse que eles estavam falidos. A gente entrou de jaleco, como se fosse de uma empresa de dedetização." Naquele caso, Quental precisou restringir em menos da metade os seis mil nomes de sua mala direta.
Briga
Quando os herdeiros brigam pelas peças, e sobra pouca coisa na casa, é preciso avaliar o restolho. "Se o cliente começa a agregar valor sentimental à peça, ih, aí não funciona. Pra fazer uma venda de R$ 10 mil, melhor não pegar", diz Quental. Na semana passada, ele diz ter conseguido R$ 180 mil por tudo o que estava dentro de uma casa na Rua Maestro Elias Lobo, no Jardim Paulista, zona sul de São Paulo. Vendeu até a mini-academia de ginástica. Para ser considerada boa, uma venda tem de atingir um mínimo de R$ 60 mil. Quem vende fica com 20%.
Entre uma escrivaninha d. João e um sofá da grife Cerello, a antiquária e socialite (não necessariamente nessa ordem) Dulcita Arantes Leão de Lima Costa vai soltando nomes de clientes como "os Montoro", "os Souza Queiroz", "a Noquinha Amaral", "o Visconde de Indaiatuba". "A coisa é muito informal, o povo vai chegando e vira happy hour." Ela conta que ficou tão famosa no ramo que chegou a fechar negócio em enterro. Para provar que as antiguidades são de verdade, a ponto de desafiar a memória do próprio dono da casa, Dulcita diz que já encontrou dólar esquecido em gaveta.
Com formação em história da arte, ela pede para não revelar o endereço da casa em que trabalha agora. É um negócio para poucos. Apesar de distribuírem até senha aos interessados, os negociantes têm pavor de que se tome o que fazem com um "garage sale". "A gente não põe geladeira na calçada, pelo amor de Deus!", diz Dulcita, depois de contar que vende até o chão da casa.
Obras do Verdão, que sediará a Copa de 2014, estão seguradas pela inglesa RSA, responsável por apólices das Olimpíada de Londres
O Estádio Governador José Fragelli, conhecido como Verdão, que sediará em Cuiabá os jogos da Copa do Mundo de 2014, fechou seguro de R$ 342 milhões para as obras de reforma, que devem demorar 26 meses. A seguradora líder foi a inglesa RSA, a principal responsável pela apólice para a Olimpíada de Londres de 2012.
O projeto do Estádio Verdão prevê uma nova arena com 107 mil metros quadrados de área construída, com capacidade para 42 mil torcedores e estacionamento para 15 mil veículos. O seguro cobre as obras para o empreendimento, orçadas em R$ 342 milhões, e também os danos causados a terceiros durante a construção (apólice chamada de responsabilidade civil).
A construtora mineira Santa Bárbara e a Mendes Junior são as responsáveis pelas obras e foram as contratantes do seguro. A apólice contou com ajuda da corretora Mondial, de Belo Horizonte.
A vigência do seguro é de 26 meses, mesmo prazo previsto para a conclusão do projeto. O diretor comercial da RSA, Ariel Couto, conta que a seguradora montou um time com profissionais brasileiros, ingleses e até chineses para mapear oportunidades no Brasil por causa de eventos esportivos que vão ocorrer nos próximos anos, como a Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada do Rio de 2016.
"Elas trarão inúmeras oportunidades para o mercado de seguros no Brasil", diz o executivo. Segundo ele, a RSA vai participar da concorrência para os seguros dos demais estádios para a Copa de 2014, que incluem obras em capitais como Manaus, Brasília e Salvador. A RSA, que antes se chamava Royal & SunAlliance, tem 300 anos e é um dos maiores grupos seguradores do mundo.
A companhia tem cerca de 22 mil funcionários e, em 2009, registrou prêmios de 6,7 bilhões de libras (US$ 10 bilhões pelo câmbio de hoje). Dentre as obras para a Copa de 2014, a seguradora alemã Allianz ficou com a apólice de fornecimento de estruturas para a reforma do Mineirão. A empresa também fechou o seguro de garantia do estádio Kleber Andrade, em Vitória (ES), fechado no início deste mês. A apólice deste último, tem cobertura de R$ 100 milhões. O estádio capixaba deve ser usado para a Copa das Confederações, em 2013, e é considerado reserva para 2014.
Levantamento da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em amostras de frutas, verduras, legumes e grãos à venda para o consumidor revela uso indiscriminado de agrotóxico no País
Levantamento da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em amostras de frutas, verduras, legumes e grãos à venda para o consumidor revela uso indiscriminado de agrotóxico no País. Das 3.130 amostras coletadas, 29% apresentaram problemas, que vão desde uso de defensivos não permitidos para a cultura ou sem registro no País até alto grau de resíduos de agrotóxicos no alimento.
Pelo segundo ano consecutivo, o pimentão teve o maior índice de irregularidades: 80% das amostras foram consideradas insatisfatórias. Em seguida estão uva, pepino e morango (mais informações nesta página).
"Os números preocupam", avaliou o presidente em exercício da Anvisa, Dirceu Barbano. "Agrotóxico é veneno, seu uso tem de ser feito com limite."
Conforme revelou o Estado no último dia 30, o Brasil se tornou o principal destino de agrotóxicos banidos em outros países. Nas lavouras brasileiras são usados pelo menos dez produtos proscritos na União Europeia (UE), Estados Unidos e um deles até no Paraguai.
O diretor executivo da Associação Nacional de Defesa Vegetal, Eduardo Daher, questionou dados da pesquisa. Para ele, o relevante é o porcentual de amostras que apresenta resíduos acima do permitido: 2,8%. "O uso de produtos não autorizados para determinadas culturas, equivalente a 23,8% das amostras, não me comove." Daher argumentou que a metodologia não foi revelada. "O estudo serve apenas para levar pânico desnecessário à população."
A análise foi feita em 26 Estados. Dados de São Paulo não foram revelados, porque o Estado usa metodologia própria para avaliar os resultados. Para o estudo, foi pesquisada a presença de 234 tipos de agrotóxicos em 20 culturas. Batata, banana, feijão e maçã foram as que apresentaram menor índice de problemas.
Uma das maiores preocupações está no alto grau de uso de produtos sob reavaliação da Anvisa por causa do alto risco à saúde. O trabalho revelou o emprego desses agrotóxicos em culturas para as quais não há autorização. No momento do registro, é definido em que culturas o agrotóxico pode ser aplicado.
"O desrespeito dessa recomendação aumenta o risco do consumo de resíduos desses agrotóxicos, porque eles não são levados em conta no cálculo do impacto na ingestão diária", explicou o gerente de toxicologia da Anvisa, Luiz Meirelles. O consumo de agrotóxicos em porcentuais acima do recomendado dificilmente é notado no dia a dia. "As doenças vêm a longo prazo. Só em casos de contato com grande quantidade do produto é que surgem as intoxicações."
Em 2008, a agência iniciou a reavaliação toxicológica de 14 substâncias ativas de agrotóxicos. Entre riscos apontados estão problemas neurológicos, câncer e distúrbios no sistema endócrino. Na lista dos produtos reavaliados, 12 foram banidos em outros países. Enquanto o processo de nova análise não é concluído, o consumo do produto no Brasil aumenta.
Em 15 das 20 culturas foram encontrados ingredientes em processo de reavaliação. Outro problema é o aumento das amostras em que foi detectado o uso de produtos que não estão registrados no País. "Esse é o pior dos mundos. Não sabemos que substâncias estão nos produtos, em que quantidade. É o descontrole total", resume Meirelles.
SÃO PAULO - O mercado de câmbio segue descolado da instabilidade que pauta os negócios nas bolsas de valores. O que é perceptível é que os agentes defendem ferrenhamente a linha de R$ 1,80.
SÃO PAULO - O mercado de câmbio segue descolado da instabilidade que pauta os negócios nas bolsas de valores. O que é perceptível é que os agentes defendem ferrenhamente a linha de R$ 1,80.
Depois de bater R$ 1,802 na máxima, por volta das 13 horas, o dólar comercial registrava baixa de 0,22%, a R$ 1,786 na compra e R$ 1,788 na venda.
No mercado futuro, o dólar com vencimento em julho, negociado na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM & F), apontava desvalorização de 0,08%, a R$ 1,789, depois de subir a R$ 1,8045.
Segundo operador de mercado que preferiu não se identificar, tem um grande vendedor no mercado. Corre pelas mesas também a notícia de um ingresso volumoso, da ordem de US$ 2 bilhões, para um banco local.
Outra explicação para esse descolamento vem do mercado externo. As bolsas derretem, mas outras moedas como euro e a libra seguem firme ante o dólar. Há pouco, o euro registrava leve alta, retomando a linha de US$ 1,23.
Olhando o mercado futuro, o pregão de ontem mostrou uma mudança no modo de atuação dos principais agentes. Os bancos, que desde o dia 9 de junho vinham comprado dólares, voltaram a vender contratos. Foram US$ 245 milhões, que levaram o estoque da posição vendida (aposta pró-real) a US$ 3,28 bilhões.
Já os estrangeiros, que vinham vendendo dólares, voltaram a comprar moeda. Ontem, foram US$ 353 milhões, levando a posição comprada (aposta pró-dólar) a US$ 1,58 bilhão.
(Eduardo Campos | Valor)
Dados demonstram que a indústria de materiais retomou o nível de crescimento pré-crise, diz presidente Abramat
As vendas internas de materiais de construção apresentaram crescimento de 21,29% em maio em relação ao mesmo período do ano passado, informou hoje a Associação Brasileira de Materiais de Construção (Abramat). Ante abril, houve alta de 5,88%.
Nos primeiros cinco meses de 2010, as vendas acumulam crescimento de 20,45%, superando a expectativa da entidade. Na avaliação do presidente da Abramat, Melvyn Fox, os dados demonstram que a indústria de materiais retomou o nível de crescimento pré-crise.
Maio é o sétimo mês consecutivo de resultados positivos, após 12 meses seguidos de quedas nas vendas. O nível de emprego na indústria de materiais de construção também apresentou crescimento em maio, de 10%. Na comparação com o mês passado, o indicador mostrou queda de 0,27%, praticamente estável. O desempenho das vendas internas dos materiais básicos, com elevação de 23,7%, superou o das empresas de materiais de acabamento, que mostraram incremento de 16,76%.
A expectativa da Abramat é de que a indústria de materiais de construção encerre o ano com crescimento de 15%, desempenho sustentado pela desoneração do Imposto sobre Produto Industrializado (IPI) e elevação da oferta de crédito imobiliário. A entidade ressalta, no entanto, a necessidade de ampliação da mão-de-obra qualificada. "Pelo lado da oferta de produtos, a indústria está atuando de modo a suprir a necessidade, e há fortes intenções de investimentos na capacidade produtiva, já para os próximos meses", diz Fox.
Banco substitui o programa de trainee por uma plataforma online, em que o candidato se apresenta e participa de debates e fóruns
Lilian Guimarães conta que tomou uma decisão que pegou até o presidente do banco de surpresa: acabou com o programa de trainee do Santander, que selecionava entre 30 e 40 jovens profissionais todos os anos, mas tinha resultados insatisfatórios em termos de retenção.
Em substituição, o banco criou uma plataforma para jovens profissionais na internet: ali, o candidato tem a chance de se apresentar, debater temas, participar de fóruns e, no futuro, até participar de uma rede social entre os inscritos. Segundo Lilian, o projeto pode ser uma boa fonte de talentos. A executiva diz que o banco sempre está em busca de "sangue novo", com 200 a 300 vagas de estágio constantemente abertas.
Roma, 24 jun (EFE).- O índice seletivo FTSE MIB, da Bolsa de Valores de Milão, fechou o pregão de hoje em queda de 2,05%, aos 19.
Roma, 24 jun (EFE).- O índice seletivo FTSE MIB, da Bolsa de Valores de Milão, fechou o pregão de hoje em queda de 2,05%, aos 19.942,39 pontos. EFE mcs/dm