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Fusão fortalece Máquina de Vendas, diz especialista

Valor Online

União com City Lar coloca empresa em posição favorável no mercado de eletrodomésticos

A união com a City Lar coloca a Máquina de Vendas em uma posição favorável no mercado de eletrodomésticos brasileiro. A análise é do diretor-presidente da Fundação Instituto de Administração (FIA) e presidente do Programa de Administração do Varejo (Provar), Claudio Felisoni. "Agora, a Máquina de Vendas estará mais preparada. Com esses movimentos, ela cria mais oportunidades de crescer para combater as outras grandes do setor", afirmou o especialista.

Felisoni explica que o varejo brasileiro está cada vez mais marcado pela forte competição, ambiente no qual a diferenciação de preços se torna mais difícil. Desse modo, as empresas são obrigadas a ganhar em volume, expandindo-se para novas faixas de mercado, ainda pouco ou inexploradas.

Para Felisoni, diante do fortalecimento de gigantes do setor, como a (ainda incerta) união entre as Casas Bahia e o Grupo Pão de Açúcar, a melhor forma de competir é se adiantar aos movimentos das concorrentes.

"Eles (Máquina de Vendas) quiseram se proteger, criando uma barreira econômica por já estarem estabelecidas em regiões do país onde as demais grandes ainda não tem dominância", afirmou o especialista.

Felisoni acredita que, quando e se for definida a situação das Casas Bahia com o Pão de Açúcar, a empresa resultante também vai tentar se expandir para os mercados ainda pouco explorados. A Máquina de Vendas, por sua vez, se antecipa a essa estratégia e busca estar preparada para o momento em que a competição for ainda maior.

"É uma oportunidade estratégica. O movimento de compra da Máquina de Vendas é a chance de crescer, antes de combater. A empresa acertou", concluiu o presidente do Provar.

Hoje, a Máquina de Vendas fechou a sua primeira fusão. A empresa resultante da união entre Ricardo Eletro e Insinuante se uniu à City Lar, varejista de informática, eletrodomésticos e eletroeletrônicos, que faturou quase R$ 900 milhões em 2009. Fundada em 1979, a empresa tem sede em Cuiabá (MT) e é dona de 204 lojas no Centro-Oeste, Norte e Nordeste do país.

23/06/2010 09:09 PM

Líderes do setor energético pedem política ambiental clara a Obama

EFE

Nova York, 23 jun (EFE).- Líderes do setor energético dos Estados Unidos pediram hoje ao Governo de Barack Obama que defina com clareza as linhas gerais de sua política ambiental.

Nova York, 23 jun (EFE).- Líderes do setor energético dos Estados Unidos pediram hoje ao Governo de Barack Obama que defina com clareza as linhas gerais de sua política ambiental. Em um debate da primeira edição do Fórum de Nova York no qual foram analisados os desafios da economia americana perante a mudança climática, os participantes insistiram na necessidade de "libertar" os Estados Unidos de sua dependência das energias fósseis. James Connaughton, ex-assessor para o meio ambiente da Administração de George W. Bush (2001-2009) e atual vice-presidente da Constellation Energy, uma das principais companhias energéticas do país, disse que é o momento de fazer "mudanças estruturais" na política ambiental do país a longo prazo. Connaughton fixou como horizonte dessas políticas o ano de 2050, prazo com o qual a ONU também trabalha, para a redução das emissões de gases que produzem o efeito estufa, ao mesmo tempo em que afirmou que agora é o momento de "racionalizar políticas" e definir uma estratégia geral, já que as companhias energéticas querem ter uma legislação mais clara a esse respeito. Outro dos participantes do debate, Tracy Wolstencroft, responsável de mercados ambientais da entidade financeira Goldman Sachs, afirmou que a "descarbonização" da economia é um dos objetivos máximos que o país deve ter e para o qual serão necessárias "ferramentas, incluindo políticas, pesquisa e capital". Para Wolstencroft, concentrar-se em novos campos energéticos pode supor a abertura de "um dos mercados mais amplos" vistos ultimamente. "Quando construímos a atual estrutura do setor energético americano, foi relativamente barato fazê-la assim porque poluir era de graça, mas já não é mais", acrescentou. Na sua opinião, o mercado das energias alternativas assim como o dos combustíveis fósseis será "volátil, como qualquer outro mercado emergente", mas "é preciso ter confiança de que irá trazer novos empregos". Mark Tercek, presidente e executivo-chefe da Nature Conservacy, organização dedicada à proteção do meio ambiente, se disse otimista perante a situação energética do país, porque "se avançou muito", e se mostrou convencido de que os Estados Unidos devem assumir o papel de líder mundial na proteção do meio ambiente. No entanto, insistiu que isso não será possível até que as forças políticas do país tomem uma decisão comum sobre a estratégia a ser seguida. Stuart Eizenstat, que liderou a delegação americana durante as negociações do Protocolo de Kioto, apostou em uma nova maneira de fazer política ambiental no âmbito internacional. O Protocolo de Kioto é um tratado pelo qual 37 países industrializados e a União Europeia se comprometeram a reduzir suas emissões de CO2 a uma média de 5% com relação a de 1990 entre 2008 e 2012. Nesse sentido, Eizenstat defendeu um protagonismo maior das nações emergentes como a China e a Índia, países dos quais não é exigido uma redução de gases tóxicos apesar de serem dois dos que mais emitem. Os Estados Unidos se retirou do Protocolo de Kioto em 2001 depois que o então presidente George W. Bush alegou que seu cumprimento danificaria a economia do país. EFE apt/pb

23/06/2010 08:27 PM

ANP nega atraso na contratação de auditoria do pré-sal

AE

O presidente da Agência Nacional do Petróleo (ANP), Haroldo Lima, negou hoje que tenha havido atraso na contratação da empresa que irá fazer a auditoria para certificar os cinco bilhões de barris de petróleo em reservas do pré-sal que serão vendidos à Petrobras

O presidente da Agência Nacional do Petróleo (ANP), Haroldo Lima, negou hoje que tenha havido atraso na contratação da empresa que irá fazer a auditoria para certificar os cinco bilhões de barris de petróleo em reservas do pré-sal que serão vendidos à Petrobras. "Não houve atraso", reagiu Haroldo Lima, ao afirmar que a previsão da empresa contratada era de fazer o serviço em 75 dias e, agora a nova empresa, Graffney Cline Associations (CGA), cujo processo de contratação será assinado sexta-feira, vai concluir seus trabalhos em 60 dias.

"Portanto, antes dos 75 dias inicialmente previstos", disse à Agência Estado, após participar de almoço no Itamaraty com os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e de Angola, José Eduardo dos Santos.

Haroldo Lima explicou que a licitação para escolha da empresa que faria esta auditoria havia sido considerada fracassada porque só uma empresa se apresentou para executar o serviço. Diante disso, prosseguiu, a diretoria da ANP decidiu autorizar a contração direta de uma empresa para fazer o relatório, o que ocorrerá por preço inferior, conforme declarou.

Depois de ter dito que não havia atraso, o presidente da ANP comentou que "não há uma data exata" para que a capitalização da empresa seja feita. Insistiu, no entanto, que "tudo está sendo feito dentro da lei" e que não havia problema algum também em alteração nesta data de capitalização.

Haroldo Lima disse que conversou com o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, e que o próprio Gabrielli reconheceu que a definição das novas datas de entrega do projeto pela empresa contratada "não compromete nada". Ele ressaltou ainda que não poderá pressionar a empresa a executar o seu trabalho nem ela aceitaria isso.

23/06/2010 08:25 PM

Novo poço confirma potencial de petróleo leve em Tupi

AE

A Petrobras informou no início da noite que a perfuração do sétimo poço na área de Tupi confirmou o potencial de óleo leve nos reservatórios do pré-sal, em águas ultraprofundas da Bacia de Santos

A Petrobras informou no início da noite que a perfuração do sétimo poço na área de Tupi confirmou o potencial de óleo leve nos reservatórios do pré-sal, em águas ultraprofundas da Bacia de Santos. O novo poço, denominado 3-BRSA-821-RJS (3-RJS-674), e informalmente conhecido como Tupi Alto, está localizado na área do Plano de Avaliação de Tupi, em lâmina d'água de 2.111 metros, a cerca de 275 km da costa do Estado do Rio de Janeiro e a 12 km a nordeste do poço descobridor Tupi - 1-RJS-628 (1-BRSA-369).

De acordo com a estatal, o poço 3-RJS-674, perfurado em posição estrutural mais elevada que os demais na área de Tupi, comprovou, por intermédio de amostragens de petróleo em teste a cabo, a descoberta de óleo com densidade ainda mais leve (cerca de 30º API) do que a média dos óleos verificada nos outros poços de Tupi (cerca de 28º API).

"As informações obtidas no poço e nos demais já perfurados na área reforçam as estimativas do potencial de 5 a 8 bilhões de barris de óleo leve e gás natural recuperável nos reservatórios do pré-sal da área de Tupi", diz a nota da estatal. "O consórcio, formado pela Petrobras (65% - operadora), BG Group (25%) e Galp Energia (10%), para a exploração do bloco BM-S-11, onde fica a área de Tupi, dará continuidade às atividades e aos investimentos previstos no Plano de Avaliação aprovado pela ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) onde consta a perfuração de outros poços até a declaração de comercialidade, prevista para dezembro de 2010", acrescenta.

23/06/2010 08:19 PM

Noruega aprova limite de crédito de US$ 1 bi à Petrobras

AE

A Petrobras informou hoje que assinou com a Agência de Crédito à Exportação da Noruega (GIEK - Garanti-instituttet for eksportkreditt) carta de intenções visando a identificação de oportunidades de negócios entre fornecedores noruegueses da indústria do petróleo e a estatal brasileira

A Petrobras informou hoje que assinou com a Agência de Crédito à Exportação da Noruega (GIEK - Garanti-instituttet for eksportkreditt) carta de intenções visando a identificação de oportunidades de negócios entre fornecedores noruegueses da indústria do petróleo e a estatal brasileira. Como parte dessa colaboração, a GIEK aprovou um limite de crédito de até US$ 1 bilhão para financiar a contratação pela Petrobras de bens e serviços de empresas norueguesas. De acordo com o comunicado, o financiamento será dividido em duas partes: uma de US$ 300 milhões, que poderá ser desembolsada imediatamente após a assinatura do financiamento, com base em contratos já existentes, e os demais US$ 700 milhões condicionados à existência de novas contratações.

23/06/2010 08:03 PM

Sabesp prevê investimento de R$ 16,9 bi em 30 anos

AE

O convênio assinado hoje pela Sabesp com o governo estadual e a Prefeitura de São Paulo para prestação dos serviços de saneamento em regiões metropolitanas prevê um investimento de R$ 16,9 bilhões na capital paulista nos próximos 30 anos

O convênio assinado hoje pela Sabesp com o governo estadual e a Prefeitura de São Paulo para prestação dos serviços de saneamento em regiões metropolitanas prevê um investimento de R$ 16,9 bilhões na capital paulista nos próximos 30 anos. De acordo com a companhia, será criado um comitê gestor para deliberar sobre a destinação dos aportes, cujo plano será revisto a cada quatro anos. O documento servirá ainda, segundo a empresa, de base para novos acordos com outras cidades e deve facilitar a obtenção de financiamentos, ao reduzir a insegurança jurídica. Segundo o presidente da Sabesp, Gesner de Oliveira, os aportes previstos no convênio já estão contemplados no atual plano de investimentos, que é revisto a cada cinco anos. A empresa discutia os termos do contrato com os representantes da prefeitura desde 2007, lembra Oliveira. Resolvida a questão, a empresa agora pretende acelerar o plano de investimentos. "Já estamos publicando os editais para a terceira etapa do Projeto Tietê, entre outras coisas", acrescenta o executivo. A Prefeitura de São Paulo é a principal cliente da Sabesp, representando 56% de sua receita. O contrato prevê a universalização do saneamento na cidade de São Paulo, com 100% de distribuição de água e 100% de coleta e de tratamento de esgoto, por meio de programas estruturantes, como o Projeto Tietê.

23/06/2010 07:42 PM

Dell prevê crescimento de até 19% no faturamento em 2011

Valor Online

SÃO PAULO - A fabricante de computadores Dell informou hoje que prevê um crescimento entre 14% e 19% de suas vendas no ano fiscal de 2011, como reflexo da renovação de PCs nos segmentos público e comercial.

Conforme as estimativas da companhia - traçadas na véspera de um encontro anual com analistas do mercado financeiro -, o lucro operacional ajustado (fora do padrão americano US Gaap) deverá subir de 18% a 23% no próximo exercício fiscal. "Uma atualização atrasada entre os consumidores dos segmentos público e comercial está a caminho e nós antevemos que isso continuará ", afirma, em nota, o diretor financeiro da Dell, Brian Gladden, acrescentando que sua empresa se beneficiará de um forte ciclo. A empresa promete apresentar no evento com os analistas o progresso das sinergias de seus negócios, principalmente quanto ao desenvolvimento e aquisições nas áreas de vendas e propriedade intelectual dentro do portfólio de soluções empresariais. (Eduardo Laguna | Valor)

23/06/2010 07:28 PM

Comissão propõe nova supervisão financeira na UE

AE

A Comissão Europeia propôs hoje um compromisso para a legislação que vai reformar a estrutura da supervisão sobre instituições financeiras na União Europeia (UE), numa tentativa de acabar com um impasse sobre quanto poder as novas agências regulatórias do bloco devem ter sobre esse setor

A Comissão Europeia propôs hoje um compromisso para a legislação que vai reformar a estrutura da supervisão sobre instituições financeiras na União Europeia (UE), numa tentativa de acabar com um impasse sobre quanto poder as novas agências regulatórias do bloco devem ter sobre esse setor.

O Parlamento Europeu e o Conselho Europeu, que representam os governos nacionais da UE, aprovaram versões diferentes da legislação. O Parlamento quer dar às novas agências amplos poderes sobre os bancos, as instituições financeiras e companhias de seguros dos 27 países do bloco, enquanto o Conselho quer manter a maior parte dessa autoridade com os governos nacionais.

A proposta da Comissão, que é o braço executivo da UE, permitiria que as agências supervisionassem as empresas financeiras diretamente em situações de emergência, como proposto pelo Parlamento. Também permitiria uma supervisão direta em casos em que os reguladores nacionais discordem sobre a fiscalização de uma instituição com operações em vários países da UE.

Para satisfazer o Conselho, o compromisso preservaria uma cláusula de que nenhuma decisão dessas novas agências poderia intervir sobre as questões fiscais de um governo nacional, "de nenhuma forma". O compromisso também permite que o Conselho determine quando existe uma situação de emergência, o que daria poderes de supervisão direta para as novas agências.

Ainda não está claro se os dois lados vão aceitar o compromisso. Líderes da UE recentemente pressionaram os negociadores, porque o impasse está ameaçando prejudicar os planos de ter as novas agências funcionando no começo de 2011. As informações são da Dow Jones.

23/06/2010 07:19 PM

Bolsas de NY fecham em direções divergentes após Fed

AE

O mercado norte-americano de ações fechou com os principais índices em direções divergentes, o Dow Jones em leve alta e o Nasdaq e o S&P-500 em baixa

O mercado norte-americano de ações fechou com os principais índices em direções divergentes, o Dow Jones em leve alta e o Nasdaq e o S&P-500 em baixa. No caso do S&P-500, foi o terceiro dia consecutivo de quedas. O dia foi marcado pela divulgação de um indicador surpreendentemente fraco (as vendas de imóveis residenciais novos nos EUA, que caíram 32,7% em maio) e pelo final da reunião de dois dias do Federal Reserve (Fed, banco central americano).

"O Fed obviamente pensa que tem muito espaço para manter as taxas de juro baixas. A diferença crucial no comunicado é o comentário de que o que está acontecendo na Europa está restringindo o crescimento econômico", comentou John Apruzzese, da Evercore Wealth Management.

Entre as componentes do Dow, os destaques positivos foram Boeing (+1,77%) e JPMorgan Chase (+1,46%). As da General Electric perderam 2,53%. No setor de energia, as ações da Chevron caíram 2,35% e as da ExxonMobil recuaram 1,36%, depois de o secretário de Energia dos EUA, Ken Salazar, dizer que o governo do país poderá decretar uma nova moratória sobre a perfuração de novos poços de petróleo em águas profundas.

O índice Dow Jones fechou em alta de 4,92 pontos (0,05%), em 10.298,44 pontos. O Nasdaq fechou em queda de 7,57 pontos (-0,33%), em 2.254,23 pontos. O S&P-500 fechou em baixa de 3,27 pontos (-0,30%), em 1.092,04 pontos.

O comunicado do Fed "contém uma linguagem extremamente frouxa no que diz respeito á inflação e a economia. Parece que eles estão preocupados com a possibilidade de deflação no futuro. Os investidores estão tomando nota da nova visão de inflação do Fed e estão comprando ao longo de toda a curva de juros", comentou Tom di Galoma, chefe de operações com Treasuries da Guggenheim Partners.

Em seu comunicado, o Fed mostrou mais cautela do que na reunião anterior ao falar sobre a recuperação da economia; os formuladores da política monetária também escreveram que as condições financeiras estão dando menos sustentação ao crescimento econômico, por causa da crise das dívidas europeias. Para Tony Crescenzi, gerente de carteira da Pacific Investment Management (Pimco), o fato de o Fed ter mencionado o aperto nas condições financeiras faz crescer a probabilidade de que as taxas de juro sejam mantidas baixas por mais tempo. "Embora isso não seja uma surpresa completa, é notável que o Fed tenha feito comentários sobre as tendências de curto prazo nos mercados financeiros; é um reconhecimento 'de facto' de que os movimentos se relacionam com influências de longo prazo, tais como o dilema da dívida soberana", acrescentou. As informações são da Dow Jones.

23/06/2010 07:18 PM

Lucro da Nike sobe 53% no trimestre, para US$ 521,9 milhões

Valor Online

SÃO PAULO - A fabricante americana de materiais esportivos Nike reportou hoje um aumento de 53% no lucro apurado em seu quarto trimestre fiscal, encerrado no dia 31 de maio. No período, os ganhos da empresa somaram US$ 521,9 milhões, superando o lucro de US$ 341,4 milhões de igual período de 2009. Com o resultado, a Nike fechou o ano fiscal de 2010 acumulando lucro líquido de US$ 1,906 bilhão, uma alta de 28% em relação ao exercício anterior.

SÃO PAULO - A fabricante americana de materiais esportivos Nike reportou hoje um aumento de 53% no lucro apurado em seu quarto trimestre fiscal, encerrado no dia 31 de maio. No período, os ganhos da empresa somaram US$ 521,9 milhões, superando o lucro de US$ 341,4 milhões de igual período de 2009. Com o resultado, a Nike fechou o ano fiscal de 2010 acumulando lucro líquido de US$ 1,906 bilhão, uma alta de 28% em relação ao exercício anterior. A receita do grupo subiu 8% no último trimestre fiscal, para US$ 5,076 bilhões. Se desconsiderados os efeitos das variações da taxa de câmbio, o crescimento das vendas líquidas é menor, de 4% sobre o mesmo período de 2009. No balanço, a Nike diz que as vendas em mercados emergentes mostraram alta de 47%, enquanto na América do Norte a evolução da receita foi de 4%. (Eduardo Laguna | Valor)

23/06/2010 07:16 PM

EPE eleva previsão de alta do consumo de energia no ano para 7,7%

Valor Online

SÃO PAULO - O consumo de energia elétrica no país subiu 10,5% em maio, na comparação com o mesmo período de 2009. O resultado corresponde à segunda maior taxa de crescimento do ano, atrás apenas do avanço de 10,7% registrado em fevereiro, informou hoje a Empresa de Pesquisa Energética (EPE).

SÃO PAULO - O consumo de energia elétrica no país subiu 10,5% em maio, na comparação com o mesmo período de 2009. O resultado corresponde à segunda maior taxa de crescimento do ano, atrás apenas do avanço de 10,7% registrado em fevereiro, informou hoje a Empresa de Pesquisa Energética (EPE). No acumulado dos cinco primeiros meses do ano, a demanda avançou 9,7%, puxada por uma evolução de 13,6% no consumo das indústrias, dentro de um contexto de recuperação do setor após a crise financeira. A região Nordeste foi destaque no balanço de maio, marcando um aumento de 14,6% em relação ao mesmo mês de 2009. Na sequência, aparece o Norte, com alta de 10,7% nessa base de comparação. No Sudeste, região responsável pelo maior consumo de energia elétrica no Brasil, a alta foi de 10,5%. Com desempenho mais tímido, a demanda no Centro-Oeste e no Sul evoluiu 5% e 8%, respectivamente. No relatório, a EPE informa que revisou de 7% para 7,7% a previsão ao crescimento do consumo de energia elétrica neste ano. A nova estimativa segue a expansão de 9% da economia brasileira no primeiro trimestre e os bons números registrados pelo setor elétrico até maio, além da tendência de expansão do Produto Interno Bruto (PIB) em 2010, que poderá superar 7%, segundo as projeções do mercado financeiro. Segundo a projeção, a demanda por energia no setor industrial deverá puxar o crescimento, com uma alta de 10,3% na demanda. Para as classes residencial e comercial, espera-se uma expansão ao redor de 6%. (Eduardo Laguna | Valor)

23/06/2010 06:08 PM

Cade nega julgamento de ação entre Monsanto e Dow AgroSciences

AE

Brasília, 23 - O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) votou hoje pelo não conhecimento da ação do contrato de fornecimento de glifosato firmado entre os grupos Monsanto e Dow AgroSciences

Brasília, 23 - O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) votou hoje pelo não conhecimento da ação do contrato de fornecimento de glifosato firmado entre os grupos Monsanto e Dow AgroSciences. A manifestação pelo não conhecimento significa que o órgão não avalia como necessário seu julgamento sobre a questão. Pelo contrato, a Monsanto se compromete a fornecer o produto a outra empresa. A alegação do conselheiro-relator do caso, Carlos Ragazzo, foi a de que o negócio não se caracteriza como um ato de concentração, segundo informações da assessoria de imprensa do Cade. Além disso, o Cade avaliou que, como sequer se trata de um contrato de exclusividade, o que poderia caracterizar prejuízo para a concorrência, não há motivo para o órgão se posicionar a respeito da questão. Há um mês, a Câmara de Comércio Exterior (Camex) alterou a forma de cobrança do direito antidumping sobre as importações brasileiras de glifosato da China, acabando com a sobretaxa de 2,1%. A Camex decidiu estabelecer um preço de referência mínimo de US$ 3,60 por quilo do produto. No caso de importação a um valor inferior, será aplicada uma sobretaxa, que está limitada a US$ 2,52 por quilo. Esse limite representa a diferença entre o valor do mercado do produto chinês e o preço de exportação para o Brasil. Em entrevista à Agência Estado na ocasião, o diretor de assuntos corporativos da Monsanto, Rodrigo Almeida, avaliou a decisão como "um avanço", mas salientou que o valor estipulado pela Camex ficou aquém do ideal para estimular a produção interna. A Monsanto é a única produtora do herbicida no Brasil.

23/06/2010 05:40 PM
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