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Bolsa de Hong Kong: Hang Seng abre em baixa de 0,24%

Bolsa de Valores de Hong Kong abriu em baixa e seu principal índice, o Hang Seng, perdeu 50,71 pontos (0,24%)

Hong Kong .- A Bolsa de Valores de Hong Kong abriu em baixa nesta terça-feira, e seu principal índice, o Hang Seng, perdeu 50,71 pontos (0,24%), até 20.861,47.

22/06/2010 03:32 AM

Bolsa de Tóquio: Nikkei abre em baixa de 0,95%

Índice Nikkei abriu em baixa de 97,31 pontos (0,95%), aos 10

Tóquio .- O índice Nikkei da Bolsa de Valores de Tóquio abriu em baixa de 97,31 pontos (0,95%), aos 10.140,70 pontos. Já o indicador Topix caiu 6,40 pontos (0,71%), aos 896,09 pontos.

22/06/2010 03:30 AM

Lula e Serra prometem fábrica de fertilizantes em MG

Uberaba, MG, 21 - Uma semana após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva confirmar a construção de uma fábrica de amônia para fertilizantes da Petrobras em Uberaba (MG) - já prevista no Plano de Aceleração do Crescimento 2 (PAC 2) -, o candidato de oposição à Presidência José Serra (PSDB) tratou a obra como um anúncio já garantido por ele anteriormente

Uberaba, MG, 21 - Uma semana após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva confirmar a construção de uma fábrica de amônia para fertilizantes da Petrobras em Uberaba (MG) - já prevista no Plano de Aceleração do Crescimento 2 (PAC 2) -, o candidato de oposição à Presidência José Serra (PSDB) tratou a obra como um anúncio já garantido por ele anteriormente. "Isso não é compromisso, é um anúncio de quando me reuni com o (governador de Minas Gerais, Antonio) Anastasia e com o (ex-governador) Aécio (Neves) e eles me apresentaram os problemas de Minas", disse Serra em visita à cidade mineira. "Vamos fazer, e o Triângulo Mineiro terá sua fábrica de fertilizantes," afirmou. Ao lado de Aécio, Serra considerou que a Petrobras "foi pouco ágil" para definir a obra na cidade mineira, já que condicionou a fábrica a garantias de investimentos do governo estadual na construção de um gasoduto para fornecer o combustível utilizado na planta industrial. "O anúncio (da Petrobras) é uma coisa que vai fazendo, fazendo, fazendo. Há quantos anos?", indagou Serra para Aécio, que o acompanhava. "Há muitos", completou. "Obstáculos foram colocados na questão do gasoduto, tivemos de assumir o compromisso de investir R$ 200 milhões na obra e agora não há mais justificativa para adiar a obra e não construí-la em um prazo de três anos", emendou o ex-governador mineiro. Serra criticou ainda pontos da política de saneamento básico do governo federal. Sem ser enfático na promessa, o candidato do PSDB sinalizou que pode desonerar empresas do setor de PIS/Cofins para que elas reaplicassem os recursos, estimados em R$ 2 bilhões por ano, em obras. "O atual governo aumentou a tributação, e o PIS/Cofins sobre saneamento duplicou. Se esses R$ 2 bilhões ficassem com as empresas para investimentos a fundo perdido em áreas carentes, teríamos dado um avanço", afirmou. De acordo com o ex-governador paulista, a proposta de desoneração para o setor de saneamento já foi apresentada por ele ao presidente Lula em um encontro com outros governadores, entre eles Aécio, em 2007, em Brasília. "Se ela fosse aceita, já teríamos R$ 8 bilhões a mais", explicou Serra, que citou a Bahia, Estado governado pelo petista Jaques Wagner, como um exemplo onde o "saneamento está em uma situação de absoluta calamidade", segundo ele. "Mais da metade do Brasil não tem o básico de saneamento que é coleta e tratamento de esgoto."

21/06/2010 08:39 PM

Citi vence processo para lançar BDRs não patrocinados na Bovespa

De acordo com a BM & FBovespa, três instituições financeiras participaram da licitação

SÃO PAULO - O Citibank venceu nesta segunda-feira o processo que selecionou a instituição depositária responsável pelo lançamento na Bovespa de dez certificados lastreados em ações de companhias estrangeiras não patrocinados, conhecidos como BDRs Nível I Não Patrocinados. De acordo com a BM & FBovespa, três instituições financeiras participaram da licitação, que foi o primeiro processo de concorrência voltado ao registro desse tipo de BDRs (sigla em inglês para Brazilian Depositary Receipts).

Diferente dos certificados de ações estrangeiras já negociados na bolsa - que são emitidos pelas próprias empresas -, o registro e a emissão dos BDRs não patrocinados ficam a cargo de uma instituição depositária no Brasil, sem qualquer participação das companhias sediadas no exterior.

Devido à contribuição ao desenvolvimento do produto, a bolsa autorizou, em abril, o Deutsche Bank a lançar os dez primeiros BDRs não patrocinados sem qualquer processo de concorrência. O Citibank, por meio de seu braço de distribuição de títulos e valores imobiliários, tem 60 dias para apresentar à bolsa os comprovantes dos pedidos de registro dos dez programas dos BDRs na Comissão de Valores Mobiliários (CVM). A partir do registro na CVM, a instituição terá dez dias corridos para apresentar à Bolsa o pedido de registro para negociação dos BDRs.

21/06/2010 08:37 PM

Amazon reduz preço do Kindle para US$ 189

Decisão visa ganhar competitividade em relação ao iPad, da Apple, versão mais avançada de leitor eletrônico

SÃO PAULO - A concorrência no mercado de leitores eletrônicos de livros se mostra cada vez mais acirrada. Nesta segunda-feira, a varejista online Amazon anunciou uma redução de US$ 70 no preço do seu aparelho para e-books Kindle, que agora passa a custar US$ 189.

A decisão da empresa veio horas depois que a vendedora de livros Barnes & Noble reduziu o preço do Nook, em US$ 60, para US$ 199, e afirmou que vai começar a vender a nova versão do aparelho, com acesso a rede sem fio, por US$ 149.

A disputa tem se aprofundado neste mercado, principalmente depois do lançamento com sucesso do iPad, da Apple, uma versão ainda mais avançada de leitor eletrônico, com funções que vão além da leitura. Para concorrer com o famoso tablet da empresa de Steve Jobs, as companhias têm anunciado consecutivas reduções nos preços dos aparelhos.

Na estreia do Kindle, em 2007, ele custava US$ 399 nos EUA. Em outubro do ano passado, o preço já estava em US$ 259. Diante dos cortes anunciados hoje por ambas companhias, a diferença dos leitores digitais frente ao iPad cresce, já que o tablet foi lançado nos EUA no valor de US$ 499. Neste pregão, as ações da Amazon recuaram 2,6%, enquanto as da Barnes & Noble caíram 3,2%.

21/06/2010 08:23 PM

Mantega: decisão da China sobre câmbio é bom começo

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, avaliou hoje que a decisão da China de caminhar para a flexibilização do yuan, permitindo que a moeda se valorize, é um bom começo, mas o seu impacto para o equilíbrio cambial mundial vai depender da velocidade com que isso será feito

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, avaliou hoje que a decisão da China de caminhar para a flexibilização do yuan, permitindo que a moeda se valorize, é um bom começo, mas o seu impacto para o equilíbrio cambial mundial vai depender da velocidade com que isso será feito. O ministro disse que a variação de 3% na moeda chinesa por ano, como projetada hoje pelo mercado financeiro, não trará grandes repercussões para o Brasil.

Segundo ele, o ideal que resolveria o problema seria uma valorização mais rápida, em que a China deixasse o câmbio flutuar. "Eu vi projeções de 3% ao ano e de 15% em três anos. É muito pouco para ter um efeito agora", disse.

Ele ponderou, no entanto, que é um bom começo a China se dispor a abrir essa questão que estava fechada. "É um começo para caminhar para um equilíbrio cambial melhor. Hoje nós temos desequilíbrio e há prejuízos para os países avançados que deixam o câmbio livre, como é o caso do Brasil", disse.

O ministro mostrou-se cético, no entanto, com relação à repercussão da medida para as exportações brasileiras. "É um começo. Mas não tem grande repercussão, porque na hora que acalmar a questão europeia, e parece que está acalmando, poderemos ter de novo o interesse que havia por entrada de capitais no Brasil", disse Mantega, acrescentando que, nesse cenário, haverá uma valorização do real, o que levará a uma atuação do governo.

"É claro que nós vamos procurar impedir. E nós temos instrumentos para impedir. Mas haverá uma pressão. Nesse sentido, o que resolveria é uma valorização mais rápida que deixasse uma flutuação. Mas na verdade o que ela (China) vai fazer é um controle do câmbio", disse.

21/06/2010 08:20 PM

Ministra admite defasagem em multa a companhias petrolíferas

Legislação prevê multa de R$ 7 mil a R$ 50 milhões para empresas do setor petrolífero responsáveis por vazamentos de óleo

A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, reconheceu nesta segunda-feira que o valor de multa previsto na Lei de Crimes Ambientais para acidentes causados por empresas petrolíferas "está defasado". Na semana passada, o diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo (ANP), Haroldo Lima, disse à BBC Brasil que as multas por vazamento de petróleo no País ficaram "baixas" diante do acidente ocorrido no Golfo do México.

 

A legislação atual prevê multa de R$ 7 mil a R$ 50 milhões para empresas do setor petrolífero responsáveis pela descarga de material poluente em águas sob jurisdição nacional. Os valores foram estipulados por lei aprovada em abril de 2000, três meses após o vazamento de 1,3 milhão de litros de óleo de um duto da Petrobras na Baía de Guanabara.

 

Izabella ressalvou que uma eventual revisão vai depender do resultado das reuniões entre órgãos do governo como os ministérios do Meio Ambiente e de Minas e Energia, a Marinha e a ANP, iniciadas após o acidente no Golfo do México. O objetivo é discutir um instrumento de gestão em caso de acidente grave no País, principalmente visando à exploração no pré-sal. A ministra disse que as negociações estão avançando, e que o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) deverá ficar responsável pelo modelo nacional de um centro de emergências ambientais, não só para a indústrias do petróleo.

 

"Eu sempre disse que vamos ter que reavaliar, em função da consolidação dos resultados do acidente (no Golfo do México), quais são as novas regras de segurança a que o País vai estar exposto e quais são as novas regras ambientais que esse acidente poderá nos determinar", declarou Izabella. "Vamos avaliar a questão de planos de contingência e também o valor pecuniário. Mas mais do que falar de multa temos que discutir no Brasil mecanismos como fundos nos quais se possa alocar o recurso e ter agilidade de gasto", completou. A regulamentação da lei de crimes ambientais é estabelecida pelo presidente da República por meio de decreto.

 

A ministra participou hoje, no Rio, do lançamento da seleção pública de projetos do Programa Petrobras Ambiental 2010, que prevê investimentos de R$ 78 milhões. Serão aceitos projetos relacionados aos temas Água e Clima. O período de inscrições vai até 19 de agosto. Mais informações no site da empresa.

21/06/2010 08:00 PM

Fitch rebaixa rating do BNP Paribas para "AA-"

Agência justificou a revisão com argumento de que BNP não apresenta mais o perfil de elevado crédito de bancos com nota AA

SÃO PAULO - A agência de classificação de risco Fitch rebaixou nesta segunda-feira a nota do banco francês BNP Paribas de "AA" para "AA-". Para explicar o rebaixamento da nota da instituição, a Fitch citou "questões estruturais" ligadas ao mix dos negócios do BNP.

"Apesar dos bons progressos e perspectivas, que a Fitch acredita serem favoráveis para o grupo, a agência considera que o BNP não apresenta mais o perfil de elevado crédito exibido para bancos com nota AA", afirmou a agência de classificação, em nota.

Segundo a Fitch, a qualidade dos ativos do banco mostraram uma deterioração em 2009 e, apesar de ter melhorado no primeiro trimestre de 2010, o banco permanece exposto a um portfólio de ativos que tem se mostrado "vulnerável" atualmente.

Por outro lado, a Fitch ponderou que o banco tem se recuperado bem da crise e continua mostrando força, diante das pressões atuais do mercado europeu. ""E sua diversificação permanece boa", afirmou a agência. As ações do BNP Paribas em Paris recuaram 1,2% neste pregão.

21/06/2010 07:30 PM

EUA descartam acordos comerciais com Colômbia e Panamá no curto prazo

Lima, 21 jun (EFE).- O subsecretário de Comércio dos Estados Unidos, Francisco Sánchez, afirmou hoje que os tratados de livre-comércio assinados com a Colômbia e com o Panamá não serão ratificados pelo Congresso americano no curto prazo.

Lima, 21 jun (EFE).- O subsecretário de Comércio dos Estados Unidos, Francisco Sánchez, afirmou hoje que os tratados de livre-comércio assinados com a Colômbia e com o Panamá não serão ratificados pelo Congresso americano no curto prazo. "Não tenho grandes expectativas em ver algo no curto prazo", resumiu Sánchez durante seu discurso em um fórum empresarial realizado em Lima, referindo-se aos tratados assinados com a Colômbia, em 2006, e o Panamá, em 2007, assim como outro acordo similar com a Coreia do Sul. Todos esses tratados ainda estão pendentes de aprovação no Congresso americano. No entanto, apesar do atraso do Parlamento americano na questão, o subsecretário reafirmou o compromisso "total" dos Estados Unidos com essas nações e disse que o país continuará trabalhando para se tornar "mais do que um bom vizinho". Questionado por empresários colombianos e panamenhos, Sánchez não ousou prever uma data para a aprovação dos acordos no Congresso. O tratado de livre-comércio entre EUA e Colômbia, congelado desde 2008 pelo Congresso americano devido à preocupação da liderança democrata com a situação de direitos humanos no país sul-americano, foi um dos principais assuntos que a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, tratou em uma recente visita oficial à Colômbia. Em declarações posteriores à imprensa, Sánchez considerou os tratados de livre-comércio como ferramentas extras para melhorar o comércio entre os países. Além disso, ele defendeu também avançar em outras áreas, como a transparência, a facilidade de acesso alfandegário e a propriedade intelectual. EFE bds/sa

21/06/2010 07:21 PM

Cemig estuda oportunidades no Peru, Colômbia e Chile

A Cemig pretende mirar na internacionalização de suas operações para aumentar seu potencial de crescimento nos próximos anos

A Cemig pretende mirar na internacionalização de suas operações para aumentar seu potencial de crescimento nos próximos anos. Segundo o presidente da empresa, Luiz Fernando Rolla, o alvo é a América do Sul, especialmente, oportunidades de investimento no Chile, Peru e a Colômbia. A intenção é buscar ativos nas áreas de distribuição e transmissão de energia elétrica.

"Esse é um novo estágio. Acreditamos que no longo prazo haverá uma integração energética da América do Sul. Isso vai demandar investimentos grandes e queremos nos antecipar a isso", afirmou o executivo, que participou de um seminário sobre energia elétrica promovido pela Apimec-Rio.

Segundo Rolla, a Cemig já vem prospectando oportunidades de investimentos na região. Mas, destacou, qualquer operação irá levar em consideração os atuais parâmetros de crescimento sustentável do grupo. No Chile, a Cemig já opera uma linha de transmissão entre as cidades de Charrúa e Temuco. Para Rolla, o Chile, por sua excelente condição econômica, é visto como o país preferencial nos planos de internacionalização da companhia.

"Na próxima vez, além de mostrar o mapa do Brasil (com os locais de operações da Cemig), vou mostrar também o mapa da América do Sul. Esse é um salto para nós", brincou o executivo durante sua apresentação. Apesar do foco na internacionalização, Rolla deixou claro que a companhia que recentemente comprou o controle da Light e da Terna Participações ainda tem apetite para novas aquisições. O executivo acredita que o setor no Brasil ainda vai passar por novas consolidações. "Oportunidades a gente não seleciona, oportunidades aparecem", afirmou.

Rolla lembra que o setor elétrico tem grande potencial de expansão diante das perspectivas de crescimento econômico do Brasil. Confirmadas as perspectivas mais pessimistas, que apontam para um aumento de 4,5% a 5% no consumo, seria necessário ampliar em 5 mil megawatts a oferta de energia no País.

21/06/2010 07:18 PM

Petrobras inclui 155 novos grandes projetos no plano de negócios

Planejamento atual aumenta em quase US$ 50 bilhões o volume de investimentos em relação ao anterior

O plano de negócios da Petrobras para os próximos cinco anos inclui 155 novos grandes projetos, segundo apurou o IG. O presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, afirma que 686 projetos de grande porte integram o planejamento atual, para o período de 2010 a 2014. No plano anterior, com investimentos para o período de 2009 a 2013, a previsão era executar 531 projetos do mesmo porte ? cada um com mais de US$ 25 milhões.

Divulgado nesta manhã ao mercado e apresentado à imprensa na tarde desta segunda-feira, o planejamento da companhia aumenta em quase US$ 50 bilhões o volume de investimentos em comparação aos aportes previstos no ano passado. O Conselho de Administração da Petrobras na sexta-feira aprovou a realização de US$ 224 bilhões em investimentos de 2010 a 2014. O plano de 2009 a 2013 previa US$ 174,6 bilhões.

Do total de recursos que a empresa planeja investir nos próximos cinco anos, US$ 31,7 bilhões serão voltados para novos empreendimentos, que ainda não faziam parte do portfólio da empresa no planejamento anterior. A empresa também incorporou ao seu plano um aumento de custos estimado em US$ 19,2 bilhões, além de US$ 10,3 bilhões a mais em aumento de participações societárias. Por outro lado, foram excluídos do plano da empresa US$ 17 bilhões em projetos e outros US$ 6,8 bilhões em empreendimentos que serão adiados ou reelaborados, conforme a nova realidade da empresa.

Os investimentos da Petrobras no exterior, por exemplo, vão diminuir, dada a necessidade da empresa em direcionar esforços na exploração do pré-sal e em refino doméstico. A área internacional da estatal, que previa US$ 15,9 bilhões de 2009 a 2013, agora terá US$ 11,7 bilhões de 2010 a 2014. Em compensação, os recursos em Exploração e Produção de petróleo ? tradicionalmente a que mais investe ? foram elevados de US$ 104,6 bilhões para US$ 118,8 bilhões neste período.

Gabrielli destaca que a companhia tem 21 novos projetos para o pré-sal. São pelo menos 10 testes de longa duração em várias áreas da promissora região na bacia de Santos, além da instalação de plataformas em Guará e na área Nordeste de Tupi. O total de investimentos no pré-sal nos próximos cinco anos é da ordem de US$ 33 bilhões.

Mudança no Comperj

O maior salto nos aportes acontece na área de refino, onde a implantação de novas refinarias e aumento de capacidade produtiva das unidades atuais aumentam de US$ 43,4 bilhões para US$ 73,6 bilhões o total que será investido. ?Estamos aumentando nossa participação em refino juntamente com a demanda doméstica?, afirma Gabrielli. O uso da capacidade instalada de refino da Petrobras passa de 92% no primeiro trimestre deste ano, com aumento expressivo no consumo de combustíveis do País. Além da refinaria de Abreu e Lima, em Pernambuco, a estatal construirá o Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), entre outros projetos. O Comperj, segundo Gabrielli, sofreu alterações em sua estrutura, com a inclusão de uma refinaria.

O plano de negócios da Petrobras também prevê aumento de expressivo na área de Gás e Energia, de US$ 11,8 bilhões para US$ 17,8 bilhões. Além da implantação de projetos de GNL (Gás Natural Liquefeito), que transformam gás do estado gasoso para o líquido para facilitar o transporte do insumo, a estatal prevê recursos para térmicas, entre outros projetos.

 Capitalização e dívida somam US$ 58 bilhões

Para executar o plano de investimentos, a Petrobras precisará captar US$ 58 bilhões. ?Isso não quer dizer que esse será o valor da capitalização?, avisa Gabrielli. O executivo explica que o valor pode ser alcançado tanto por meio de aumento de capital, em emissão de ações, como por aumento da dívida, com emissão de debêntures. O valor considera e as necessidades da empresa e a premissa de que esta não ficará exposta a uma dívida superior a 35% do patrimônio líquida ? mesmo nível de alavancagem estipulado no plano anterior. Gabrielli disse ainda que o valor não inclui necessariamente o valor exato na cessão onerosa, que será um processo separado do aumento do capital. Os acionistas votam amanhã, terça-feira, o limite de aumento de capital, sugerido em R$ 150 bilhões pelo Conselho de Administração da companhia.

 
 

21/06/2010 05:34 PM

Brasil tem recorde de empregos formais em maio

Foram criadas 298 mil vagas: o melhor resultado para o mês e o quarto melhor da história

A economia brasileira criou 298.041 postos de trabalho com carteira assinada em maio, informou o Ministério do Trabalho e Emprego nesta segunda-feira. Foi o melhor resultado para meses de maio e o quarto melhor entre todos os meses na história do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

O número resulta de 1.693.332 admissões e 1.395.291 demissões.

Com o resultado, o governo ultrapassa, nos primeiros cinco meses do ano, a metade da meta de geração de 2,5 milhões de empregos em 2010. De janeiro a maio foram abertas 1,26 milhão de vagas com carteira assinada no país.
 

Com Agência Brasil e Reuters

 

21/06/2010 05:20 PM
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