Um grupo de pessoas céticas com relação aos efeitos da homeopatia encenou uma "overdose" massiva de remédios homeopáticos em 13 cidades britânicas para denunciar a falta de provas científicas sobre a eficácia dos tratamentos e tentar provar a ineficiência dos medicamentos. Os manifestantes tomaram frascos inteiros de remédios homeopáticos em frente a lojas de uma rede de farmácias nas cidades de Londres, Liverpool, Manchester, Edimburgo, Glasgow, entre outras.O protesto foi organizado pelo grupo Sociedade Merseyside de Céticos (MSS, na sigla em inglês).
Os manifestantes pediram à rede de drogarias Boots para interromper a venda de remédios homeopáticos em suas lojas, alegando que os mesmos são "um absurdo científico".
"Eu acredito que eles devam estar vendendo pílulas de açúcar para os doentes. A homeopatia não funciona melhor do que um placebo, Os remédios são tão diluídos que não há nada neles", afirmou Michael Marshall, porta-voz da MSS.
'Mau gosto' A Sociedade de Homeopatas da Grã-Bretanha classificou a demonstração como um "trote".
"Esse é um trote publicitário pouco aconselhável, de mau gosto, que não contribui em nada para o avanço do debate científico sobre a forma como a homeopatia funciona", disse a diretora da Sociedade, Paula Ross.
Segundo ela, os manifestantes não devem sofrer reações adversas por terem tomado uma grande quantidade de remédios homeopáticos.
Já o diretor de padrões profissionais da Boots afirmou que a rede segue as regras da indústria farmacêutica para a venda de homeopatia.
"A homeopatia é reconhecida pelo NHS (o sistema nacional de saúde britânico) e muitos profissionais da saúde e nossos clientes optam por usar remédios homeopáticos", disse.
De 2005 a 2009, o NHS, sistema nacional de saúde britânico, gastou cerca de £12 milhões em tratamentos homeopáticos, segundo um levantamento encomendado pela rede de televisão Channel 4.
O Departamento de Estado americano defendeu, neste sábado, uma proposta de vendas de armas para Taiwan, depois de o governo chinês ter anunciado diversas medidas retaliatórias contra os EUA. O negócio, da ordem de US$ 6 bilhões, incluiria helicópteros e mísseis de defesa, e foi comunicado pelo Pentágono ao Congresso americano na sexta-feira."Essas vendas contribuem para a manutenção da segurança e da estabilidade em todo o território de Taiwan", disse uma porta-voz do Departamento de Estado, Laura Tischler.
Mas, nas primeiras horas deste sábado, a China convocou o embaixador americano em Pequim, Jon Huntsman, para expressar sua insatisfação sobre planos dos Estados Unidos de seguir com a transação.
O vice-ministro do Exterior da China, He Yafei, alertou Huntsman que a venda terá "repercussões que nenhum dos dois países quer ver acontecerem".
"O anúncio dos Estados Unidos do plano de vender armas a Taiwan terá um grave impacto negativo em muitas áreas importantes de cooperação e troca entre os dois países", disse He em um comunicado publicado no site do Ministério das Relações Exteriores.
Entre as medidas de retaliação anunciadas por Pequim, está a suspensão do intercâmbio militar com os EUA, a revisão da cooperação entre os dois países em temas considerados importantes, e a imposição de sanções contra empresas americanas que venderem armas a Taiwan.
Ameaças Segundo uma nota divulgada pela Agência de Cooperação de Defesa e Segurança americana, o governo dos Estados Unidos pretende vender 60 helicópteros Black Hawk, 14 mísseis Patriot e equipamentos de controle e comunicação para a frota taiwanesa de aeronaves F-16.
A venda faz parte de um pacote que havia sido prometido pelo governo do ex-presidente George W. Bush.
A notificação da intenção de venda ao Congresso é exigida por lei, mas não significa que o acordo tenha sido fechado.
Os congressistas têm agora 30 dias para analisar e comentar a proposta. Caso não haja objeções, a negociação pode ser concluída.
Segundo o Pentágono, a proposta de venda iria "apoiar os esforços de Taiwan de modernizar as Forças Armadas e aprimorar a capacidade de defesa".
Taiwan e China mantêm governos separados e independentes desde o fim de uma guerra civil, em 1949. Mas o governo chinês enxerga o vizinho como uma província rebelde.
A China tem centenas de mísseis apontados para Taiwan e já ameaçou usar a força para trazer a ilha de volta a seu controle caso ela tente caminhar para uma independência formal.
As relações entre China e Estados Unidos já estão sensíveis por causa de recentes disputas comerciais e críticas americanas à censura à internet no país asiático.
A Confederação Africana de Futebol (CAF) anunciou, neste sábado, que a seleção do Togo está suspensa das duas próximas edições da Copa Africana de Nações, em Angola, e será multada por se retirar do campeonato deste ano. A governo togolês ordenou o time a abandonar o campeonato depois de um ataque, no dia 8 de janeiro, contra o ônibus dos jogadores em Cabinda, na Angola, a caminho do evento esportivo.O ônibus foi atingido por tiros de metralhadoras durante 30 minutos, deixando três mortos - dois membros da delegação e o motorista.
Uma facção do grupo rebelde Frente de Libertação do Enclave de Cabinda (Flec) assumiu a responsabilidade pelo atentado.
O executivo do comitê da CAF Suketu Patel disse à BBC que a decisão de banir o Togo dos próximos campeonatos foi tomada porque o governo togolês desrespeitou a federação de futebol e ordenou o retorno do time após o ataque, mesmo contra a vontade dos jogadores, que haviam expressado o desejo de participar da Copa.
A Confederação ainda multou a seleção em US$ 50 mil.
A Fifa, o órgão máximo do futebol, não quis comentar a suspensão.
Interfer ência Segundo a CAF, a decisão de retirar o time do campeonato representa interferência do governo no esporte.
"Os jogadores expressaram publicamente o desejo e a disposição de retornar à Copa Africana de Nações para competir. Mas o governo do Togo decidiu chamar o time nacional de volta para casa", diz uma nota divulgada pela Confederação.
"A decisão de autoridades políticas transgride as regras da CAF e da Copa Africana de Nações", diz o texto.
Os "Hawks", como é conhecida a seleção togolesa, abandonou o campeonato no dia 10 de janeiro - data do início do evento esportivo em Angola.
Um correspondente da BBC para assuntos esportivos disse que as regras justificam a retirada de uma seleção em circunstâncias especiais, mas aparentemente as autoridades ignoraram a oportunidade de aplicar essa norma.
O diretor do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, fez um apelo para que os Estados Unidos se juntem a outros países para realizar uma reforma do setor bancário. "A questão de coordenar a reforma financeira é crucial, e temo que não estejamos indo nessa direção", disse Strauss-Kahn neste sábado em Davos, na Suíça, onde ocorre o Fórum Econômico Mundial.Ainda neste sábado, líderes políticos e banqueiros fizeram uma reunião a portas fechadas para discutir controles mais rígidos para o setor, em uma tentativa de evitar uma crise econômica como a de 2008.
Após o encontro, o congressista americano Barney Frank, que está examinando as regulamentações sobre Wall Street, disse que os banqueiros entenderam que novas regras estão prestes a serem adotadas e que qualquer um que tente se opor estará "perdendo tempo".
Concessões As declarações foram dadas depois que o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, propôs grande reformas para conter o tamanho dos bancos.
A reforma financeira e uma "re-adequação" dos banqueiros são temas que estão dominando Davos este ano.
As reformas propostas por Obama - que ainda precisam de aprovação no Congresso - podem significar a divisão de alguns dos grandes bancos.
Elas também incluem uma proibição a bancos de usarem seu próprio dinheiro em investimentos.
Muitos dos banqueiros presentes em Davos se opõem a essas reformas, mas houve alguns sinais de concessões.
"Estou reivindicando um fundo europeu de resgate para os bancos", disse o diretor do Deutsche Bank Josef Ackermann ao jornal britânico Financial Times. Isso permitiria que colapsos como o do banco Lehman Brothers fossem pagos "em larga escala" pelos próprios bancos.
'Mercados nervosos' Ackermann disse ainda que a recuperação econômica ainda está frágil e que os mercados financeiros "estão novamente nervosos".
O conselheiro econômico da Presidência dos Estados Unidos Lawrence Summers, que também está em Davos, classificou o atual nível de desemprego em seu país como "perturbador", e afirmou que houve uma mudança fundamental na economia americana.
As economias asiáticas também continuaram a mostrar sua força, recobrando confiança depois de ter passado 2009 em crescimento, enquanto as maiores economias ocidentais sofreram suas piores contrações desde a Segunda Guerra Mundial.
Zhu Min, vice-presidente do Banco Central da China, também apontou o dedo para os Estados Unidos por causa da dívida do governo americano.
"O motivo pelo qual temos mais reservas é que fazemos mais economias. E o motivo pelo qual fazemos mais economias é que há menos economias do outro lado. As economias estão simplesmente deslocadas", afirmou.
O Irã iniciou, neste sábado, o julgamento de 16 pessoas acusadas de envolvimento nos prostestos anti-governo que resultaram na morte de oito pessoas em dezembro passado. Cinco dos réus são acusados de "travar uma guerra contra Deus", crime passível de pena de morte, segundo o sistema legal iraniano.Os demais respondem por acusações de perturbar a ordem pública e a segurança nacional.
Todos eles foram presos depois dos protestos de 27 de dezembro, quando houve enfrentamento violento entre manifestantes e policiais. Centenas de pessoas foram detidas logo após as manifestações desse dia.
Desde as eleições presidenciais de junho do ano passado, vencidas por Mahmoud Ahmadinejad, o Irã vem sendo palco de protestos. Opositores dizem que houve fraude na votação.
Na última quinta-feira, o Irã executou dois homens presos durante a onda de protestos de junho.
Foram as primeiras execuções relacionadas àquelas manifestações.
O governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), anunciou neste sábado, em Londres, que o ex-primeiro-ministro britânico, Tony Blair, fará consultoria para o comitê organizador dos Jogos Olímpicos de 2016. "Tony Blair é o grande responsável pela vitória e pela preparação de Londres para sediar a Olimpíada de 2012.E se Londres chega a 2010 com todas as obras em dia, é porque se preparou com planejamento e projetos no período de Blair ainda como primeiro-ministro", disse Cabral, após encontro com o ex-premiê em sua casa, na capital britânica, do qual também participaram o ministro dos Esportes, Orlando Silva, e o presidente da Rio 2016, Carlos Nuzman.
"A contratação dele é a grande ponte Londres-Rio. A passagem da tocha, que acontecerá em 2012, se antecipou." Segundo o governador, o trabalho de Blair será pago por empresas particulares e não com recursos públicos, e o ex-premiê irá ao Rio em maio para assinar o contrato.
Blair criticado A visita dos brasileiros e o anúncio ocorrem um dia depois de Tony Blair ter sido sabatinado durante seis horas por membros de um inquérito sobre a participação da Grã-Bretanha na guerra ao Iraque.
Em seu depoimento, na sexta-feira, o ex-premiê disse que não se arrepende de ter ajudado a derrubar o governo de Saddam Hussein e que tomaria novamente a decisão de enviar tropas ao país.
Por causa de suas declarações, Blair foi alvo de protestos e críticas por parte da população, da imprensa britânica e até de antigos membros de seu governo.
Os representantes da Rio 2016 estão desde a última quinta-feira em Londres, onde visitaram instalações do futuro Parque Olímpico e se reuniram com representantes do comitê organizador dos Jogos de 2012.
Os 68 brasileiros que permaneciam isolados na cidade peruana de Águas Calientes, na região de Machu Picchu, por causa de fortes chuvas, foram resgatados na primeiras horas deste sábado, informou a Agência Brasil. O último brasileiro a ser retirado, com a ajuda de helicópteros do governo peruano, foi o vice-cônsul, João Gilberto, que chegou à região na última quarta-feira para ajudar os 278 brasileiros que ficaram ilhados quando visitavam a cidade histórica, atingida por enchentes no último domingo.Segundo a embaixada brasileira em Lima, não há registros de feridos entre os brasileiros, que estão agora em Cuzco, a 110 quilômetros de Machu Picchu.
Um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) levando 14 toneladas de alimentos doados pelo governo brasileiro é esperado em Cuzco no domingo.
A embaixada estaria pensando na hipótese de usar o avião militar para transportar parte do grupo de volta ao Brasil.
Outros turistas Ainda neste sábado, a polícia peruana disse ter removido todos os turistas que restavam na região.
As fortes chuvas destruíram estradas, ruas e a única linha ferroviária que ligava Machu Picchu a Cuzco.
Quase 4 mil turistas e moradores locais ficaram ilhados.
As ruínas incas de Machu Picchu atraem mais de 400 mil visitantes por ano.
O sítio arqueológico ficará fechado por várias semanas, e o governo diz que levará até dois meses para reconstruir a ferrovia.
O governo peruano diz que está preocupado com danos às ruínas da cidade inca e teme-se que várias de suas estruturas incas e coloniais corram o risco de desaparecer.
Mais de 80 mil pessoas foram afetadas pela chuva no Estado de Cuzco, e 14 mil hectares de terra cultivável foram perdidos, segundo o presidente regional, Hugo Gonzalez.
Essas foram as piores chuvas na região em 15 anos, e cerca de 5 mil casas ficaram totalmente inabitáveis. O governo local calcula prejuízos de US$ 180 milhões.
Pelo menos 12 pessoas morreram em um ataque provocado por um homem-bomba em um posto de controle militar no noroeste do Paquistão, neste sábado, informaram as autoridades do país. Dois dos mortos eram membros das forças de segurança paquistanesas.O ataque, ocorrido na região tribal de Bajaur, perto da fronteira com o Afeganistão, deixou ainda mais de 20 feridos.
A área vinha sendo palco de combates entre as forças paquistanesas e militantes, e segundo o governo, pelo menos 24 suspeitos foram mortos nos confrontos.
Há tempos, Bajaur é considerada como o local onde estão escondidos Osama Bin Laden, Ayman Al-Zawahiri e outros líderes da rede Al-Qaeda.
Ainda neste sábado, autoridades do Waziristão do Norte anunciaram que um avião americano atacou com mísseis uma base de militantes, matando pelo menos cinco pessoas.
O governo da China anunciou, neste sábado, que vai impor sanções a empresas americanas que venderem armas para Taiwan. O negócio, da ordem de US$ 6 bilhões, incluiria helicópteros e mísseis de defesa, e foi comunicado pelo Pentágono ao Congresso americano na sexta-feira.Nas primeiras horas deste sábado, a China convocou o embaixador americano em Pequim, Jon Huntsman, para expressar sua insatisfação sobre planos dos Estados Unidos de seguir com a transação.
O vice-ministro do Exterior da China, He Yafei, alertou Huntsman que a venda terá "repercussões que nenhum dos dois países quer ver acontecerem".
"O anúncio dos Estados Unidos do plano de vender armas a Taiwan terá um grave impacto negativo em muitas áreas importantes de cooperação e troca entre os dois países", disse He em um comunicado publicado no site do Ministério das Relações Exteriores.
Ameaças Segundo uma nota divulgada pela Agência de Cooperação de Defesa e Segurança americana, o governo dos Estados Unidos pretende vender 60 helicópteros Black Hawk, 14 mísseis Patriot e equipamentos de controle e comunicação para a frota taiwanesa de aeronaves F-16.
A venda faz parte de um pacote que havia sido prometido pelo governo do ex-presidente George W. Bush.
A notificação da intenção de venda ao Congresso é exigida por lei, mas não significa que o acordo tenha sido fechado.
Os congressistas têm agora 30 dias para analisar e comentar a proposta. Caso não haja objeções, a negociação pode ser concluída.
Segundo o Pentágono, a proposta de venda iria "apoiar os esforços de Taiwan de modernizar as Forças Armadas e aprimorar a capacidade de defesa".
Taiwan e China mantêm governos separados e independentes desde o fim de uma guerra civil, em 1949. Mas o governo chinês enxerga o vizinho como uma província rebelde.
A China tem centenas de mísseis apontados para Taiwan e já ameaçou usar a força para trazer a ilha de volta a seu controle caso ela tente caminhar para uma independência formal.
As relações entre China e Estados Unidos já estão sensíveis por causa de recentes disputas comerciais e críticas americanas à censura à internet no país asiático.
A mãe duas crianças pequenas cujos corpos foram encontrados no porta-malas de um carro na Grã-Bretanha, foi indiciada por assassinato, neste sábado. Fiona Donnison, de 43 anos, será ouvida por uma Corte de Magistrados sob acusação de ter matado Harry, de 3 anos, e Elise, de 2 anos.Na quarta-feira, Donnison havia sido internada depois de se apresentar em uma delegacia do condado de Sussex para relatar um "incidente". Ela apresentava "ferimentos causados por ela mesma" nos pulsos e braços.
Os corpos das crianças foram encontrados pela polícia no mesmo dia em duas sacolas no porta-malas de um Nissan prateado.
Na sexta-feira, após passar por exames médicos, Donnison teve alta e passou a ficar sob custódia policial.
Exames Os primeiros exames nos corpos das crianças mostraram sinais de asfixia em Harry e Elise Donnison, mas a polícia ainda aguarda mais exames toxicológicos. Os exames também mostraram que as crianças estavam mortas há menos de 24 horas quando foram encontradas.
A polícia revelou que já tinha tido um "contato prévio" com Fiona e seu marido, Paul Donnison, antes da morte das crianças, mas não deram mais detalhes sobre a razão deste contato anterior.
Vizinhos da família Donnison informaram que o casal se separou em dezembro de 2009 e que a casa onde eles moravam tinha sido colocada à venda. A polícia isolou a área onde fica a casa de três andares para investigações.
Donnison, uma ex-funcionária do banco britânico Lloyds, tem outros dois filhos adolescentes.
O Estado americano da Califórnia designou como "recurso histórico" de sua propriedade o local onde os primeiros astronautas aterrissaram e pisaram na Lua, em 1969. Com isso, passam a ser registrados como pertencentes ao Estado mais de cem itens deixados por Neil Armstrong e Edwin "Buzz" Aldrin na Lua, como ferramentas, sacolas de comida, a bandeira americana e as famosas pegadas deixadas pelos astronautas.
Nasa
Pegada na Lua
A decisão foi anunciada pela Comissão de Recursos Históricos da Califórnia, que alega que empresas californianas trabalharam no Projeto Apollo e que seus esforços têm um valor histórico para o Estado.
"Isso tem um significado que é maior do que o fato desses objetos estarem a mais de 356 mil quilômetros de distância", disse ao jornal The New York Times o especialista em preservação Milford Wayne Donaldson. "Todos esses itens são parte do evento."
Outros Estados
O conjunto de itens deixados por Armstrong e Aldrin na Lua chegam a um total de quase 2,3 kg, e incluem ainda restos de lixo.
Eles tiveram que abandoná-los no local para tornar sua nave mais leve para a decolagem da viagem que os trouxe de volta à Terra.
A superfície da Lua não foi incluída no registro pela Califórnia, já que leis internacionais determinam que nenhum país ou Estado pode designá-la como sua propriedade.
A decisão da Califórnia tem o objetivo de proteger o local onde aterrissou a Apollo 11 de futuras missões à Lua realizadas por outros países.
Vários outros Estados americanos que também participaram do projeto Apollo também estariam tentando registrar o local como sendo seu.
O governo da China convocou, neste sábado, o embaixador americano em Pequim, Jon Huntsman, para expressar sua insatisfação sobre planos dos Estados Unidos de vender armas para Taiwan. O negócio, da ordem de US$ 6 bilhões, incluiria helicópteros e mísseis de defesa, e foi comunicado pelo Pentágono ao Congresso americano na sexta-feira.O vice-ministro do Exterior da China, He Yafei, alertou Huntsman que a venda terá "repercussões que nenhum dos dois países quer ver acontecerem".
"O anúncio dos Estados Unidos do plano de vender armas a Taiwan terá um grave impacto negativo em muitas áreas importantes de cooperação e troca entre os dois países", disse He em um comunicado publicado no site do Ministério das Relações Exteriores.
Ameaças Segundo uma nota divulgada pela Agência de Cooperação de Defesa e Segurança americana, o governo dos Estados Unidos pretende vender 60 helicópteros Black Hawk, 14 mísseis Patriot e equipamentos de controle e comunicação para a frota taiwanesa de aeronaves F-16.
A venda faz parte de um pacote que havia sido prometido pelo governo do ex-presidente George W. Bush.
A notificação da intenção de venda ao Congresso é exigida por lei, mas não significa que o acordo tenha sido fechado.
Os congressistas têm agora 30 dias para analisar e comentar a proposta. Caso não haja objeções, a negociação pode ser concluída.
Segundo o Pentágono, a proposta de venda iria "apoiar os esforços de Taiwan de modernizar as Forças Armadas e aprimorar a capacidade de defesa".
Taiwan e China mantêm governos separados e independentes desde o fim de uma guerra civil, em 1949. Mas o governo chinês enxerga o vizinho como uma província rebelde.
A China tem centenas de mísseis apontados para Taiwan e já ameaçou usar a força para trazer a ilha de volta a seu controle caso ela tente caminhar para uma independência formal.
As relações entre China e Estados Unidos já estão sensíveis por causa de recentes disputas comerciais e críticas americanas à censura à internet no país asiático.
30/01/2010 08:00 AM
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