Primeiro foi um mal-estar, um cansaço estranho, falta de apetite; depois feio a febre. Mas o fato é que Luciana cai de cama, derrubada por um mal que os leigos não detectam. “Será um virose de verão?”, pergunta Tereza, mas Vitória, a enfermeira tem um dado diferente: “Achei a urina dela escura”. Quando Moretti, enfim, é contatado e ouve o relato dos sintomas, o médico tem um palpite: infecção urinária, um problema muito comum em pacientes no estado de Luciana.
Mas para ter certeza, só mesmo fazendo todos exames. Aí entãopoderão determinar o que de fato o que Luciana tem e a extensão do problema. Por isso ela precisa ser removida de ambulância para o hospital, onde terá mais conforto e poderá ser melhor assistida.
Miguel se oferece para ajudar, mas Moretti não consente: “Não se envolva, Miguel... Você aguarda notícias, que devem chegar logo já que seu irmão é namorado da moça”.
É claro que Miguel não está proibido de aproximar da família de Luciana, mas são eles mesmos quem vão estranhar o afastamento do médico. Tereza é a primeira a reclamar: “Senti sua falta. Você sumiu... A Lu não parava de ligar para você”. Ele promete a ela não sair de perto de Luciana, mas dificilmente poderá cumprir essa promessa, sob pena de colocar sua carreira em risco. E agora, o que vai falar mais forte.
Primeiro foi um mal-estar, um cansaço estranho, falta de apetite; depois feio a febre. Mas o fato é que Luciana cai de cama, derrubada por um mal que os leigos não detectam. “Será um virose de verão?”, pergunta Tereza, mas Vitória, a enfermeira tem um dado diferente: “Achei a urina dela escura”. Quando Moretti, enfim, é contatado e ouve o relato dos sintomas, o médico tem um palpite: infecção urinária, um problema muito comum em pacientes no estado de Luciana.
Mas para ter certeza, só mesmo fazendo todos exames. Aí entãopoderão determinar o que de fato o que Luciana tem e a extensão do problema. Por isso ela precisa ser removida de ambulância para o hospital, onde terá mais conforto e poderá ser melhor assistida.
Miguel se oferece para ajudar, mas Moretti não consente: “Não se envolva, Miguel... Você aguarda notícias, que devem chegar logo já que seu irmão é namorado da moça”.
É claro que Miguel não está proibido de aproximar da família de Luciana, mas são eles mesmos quem vão estranhar o afastamento do médico. Tereza é a primeira a reclamar: “Senti sua falta. Você sumiu... A Lu não parava de ligar para você”. Ele promete a ela não sair de perto de Luciana, mas dificilmente poderá cumprir essa promessa, sob pena de colocar sua carreira em risco. E agora, o que vai falar mais forte.
A economia dos Estados Unidos ficou 2,4% menor em 2009 na comparação com o ano anterior, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (29), para US$ 14,3 trilhões. Em 2008, o Produto Interno Bruto (PIB) havia crescido 0,4%.
Foi a primeira queda anual registrada pelo PIB dos Estados Unidos desde 1991, quando a contração foi de 0,2%. A queda, no entanto, foi a mais acentuada desde 1946, quando a economia se reduziu em 10,9%.
Os dados fazem parte da primeira estimativa do PIB para o quarto trimestre a ainda passarão por duas revisões.
Segundo o Escritório Nacional de Estatísticas, a queda no PIB no ano passado reflete contribuições negativas de investimento, exportações, e consumo pessoal, que foram parcialmente compensadas pelos gastos do governo. As importações, que ajudam a reduzir o cálculo do PIB, também tiveram queda.
Resultado trimestral
No quarto trimestre, a economia dos EUA teve crescimento de 5,7% na comparação com o trimestre anterior, em termos anualizados, marcando o segundo trimestre consecutivo de recuperação da economia norte-americana. De julho a setembro, o PIB crescera 2,2%, pondo fim à recessão do país.
A alta registrada nos últimos três meses de 2009 foi a maior desde o terceiro trimestre de 2003, quando a economia se expandiu em 6,9%.
No trimestre, a recuperação foi impulsionada pelo aumento de 2,9% nos investimentos, de 18,1% nas exportações e de 2,0% no consumo pessoal. O setor de veículos foi responsável por 0,61 ponto percentual da alta do PIB.
As empresas reduziram seus estoques no quarto trimestre em US$ 33,5 bilhões, muito menos que as reduções de US$ 139,2 bilhões e de US$ 160,2 bilhões promovidas no terceiro e no segundo trimestre, respectivamente. O ritmo menor de redução de estoques acrescentou 3,39 pontos porcentuais ao PIB no quarto trimestre.
A GDF Suez, que tem participação majoritária no consórcio Energia Sustentável do Brasil (ESBR), responsável pelo planejamento e construção da mega-usina hidrelétrica de Jirau, no rio Madeira (RO), vem sendo criticada por ONGs nacionais e internacionais pelos danos ambientais e sociais causados pelo descumprimento à legislação durante a obra, informa o blog de Mary Allegretti (http://colunas.globoamazonia.com/maryallegretti). Tanto que, a título de registro, a multinacional francesa não só foi indicada, mas incluída como uma das finalistas ao prêmio Public Eye, edição 2010, entre as seis piores empresas do mundo em termos de responsabilidade social e ambiental.
Só para entender o imbróglio, Jirau é um dos maiores projetos hidrelétricos das Américas. De acordo com o site Eco-finanças (http://ef.amazonia.org.br/index.cfm?fuseaction=noticia&id=342914), a usina está sendo construída a 150 quilômetros de Porto Velho e foi planejada para ter um reservatório de 258 quilômetros quadrados e gerar 3450 megawatts de energia. Faz parte do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), do governo federal. Mas segundo Océlio Munhoz, líder do Movimento dos Atingidos por Barragens na região, “a GDF Suez desconsidera comunidades da mesma forma que desrespeita o rio”.
Além disso, a destruição ambiental causada pelas obras, dizem especialistas, afetará a sobrevivência das populações tradicionais e dos povos indígenas na bacia do rio Madeira, que é compartilhada por Brasil, Bolívia e Peru. Afora isso, alagará as florestas e provocará a extinção de espécies de peixes migratórios.
Mesmo assim o Ibama (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis), sob forte pressão política e contrariando a posição de sua equipe técnica, concedeu uma Licença Prévia (LP) ao empreendimento em julho de 2007.
Em maio seguinte, o consórcio Energia Sustentável do Brasil venceu o leilão de venda de energia de Jirau, liderado pela GDF Suez. Logo após essa confirmação, o consórcio anunciou a mudança do local de construção da usina, sob o pretexto de reduzir custos. O consórcio decidiu alterar a localização da barragem em 9,2 km rio abaixo, sem a realização de estudos ambientais.
Detalhe: o próprio governo da França não pode negar sua responsabilidade no caso de Jirau, já que detém 36% das ações da GDF Suez. De acordo com Jean-Patrick Razon, diretor da organização não governamental Survival International France, “é um absurdo que o governo Francês esteja utilizando dinheiro público para financiar uma companhia vergonhosa, responsável por destruir o rio Madeira e uma região de enorme importância ecológica e sócio-cultural.
Além disso, a sobrevivência de grupos indígenas isolados, que são os povos mais vulneráveis do planeta, é uma grande preocupação, pois serão expulsos de suas terras e expostos a doenças das quais eles não têm imunidade.”
A GDF Suez, que tem participação majoritária no consórcio Energia Sustentável do Brasil (ESBR), responsável pelo planejamento e construção da mega-usina hidrelétrica de Jirau, no rio Madeira (RO), vem sendo criticada por ONGs nacionais e internacionais pelos danos ambientais e sociais causados pelo descumprimento à legislação durante a obra, informa o blog de Mary Allegretti (http://colunas.globoamazonia.com/maryallegretti). Tanto que, a título de registro, a multinacional francesa não só foi indicada, mas incluída como uma das finalistas ao prêmio Public Eye, edição 2010, entre as seis piores empresas do mundo em termos de responsabilidade social e ambiental.
Só para entender o imbróglio, Jirau é um dos maiores projetos hidrelétricos das Américas. De acordo com o site Eco-finanças (http://ef.amazonia.org.br/index.cfm?fuseaction=noticia&id=342914), a usina está sendo construída a 150 quilômetros de Porto Velho e foi planejada para ter um reservatório de 258 quilômetros quadrados e gerar 3450 megawatts de energia. Faz parte do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), do governo federal. Mas segundo Océlio Munhoz, líder do Movimento dos Atingidos por Barragens na região, “a GDF Suez desconsidera comunidades da mesma forma que desrespeita o rio”.
Além disso, a destruição ambiental causada pelas obras, dizem especialistas, afetará a sobrevivência das populações tradicionais e dos povos indígenas na bacia do rio Madeira, que é compartilhada por Brasil, Bolívia e Peru. Afora isso, alagará as florestas e provocará a extinção de espécies de peixes migratórios.
Mesmo assim o Ibama (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis), sob forte pressão política e contrariando a posição de sua equipe técnica, concedeu uma Licença Prévia (LP) ao empreendimento em julho de 2007.
Em maio seguinte, o consórcio Energia Sustentável do Brasil venceu o leilão de venda de energia de Jirau, liderado pela GDF Suez. Logo após essa confirmação, o consórcio anunciou a mudança do local de construção da usina, sob o pretexto de reduzir custos. O consórcio decidiu alterar a localização da barragem em 9,2 km rio abaixo, sem a realização de estudos ambientais.
Detalhe: o próprio governo da França não pode negar sua responsabilidade no caso de Jirau, já que detém 36% das ações da GDF Suez. De acordo com Jean-Patrick Razon, diretor da organização não governamental Survival International France, “é um absurdo que o governo Francês esteja utilizando dinheiro público para financiar uma companhia vergonhosa, responsável por destruir o rio Madeira e uma região de enorme importância ecológica e sócio-cultural.
Além disso, a sobrevivência de grupos indígenas isolados, que são os povos mais vulneráveis do planeta, é uma grande preocupação, pois serão expulsos de suas terras e expostos a doenças das quais eles não têm imunidade.”
O assessor nacional de segurança do governo dos Estados Unidos, general Jim Jones, telefonou nesta sexta-feira (29) para o assessor especial da Presidência da República para Assuntos Internacionais, Marco Aurélio Garcia, para obter informações sobre a saúde do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Garcia tranquilizou o assessor norte-americano e disse que presidente já estava recuperado da crise hipertensiva que impediu sua viagem para o Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suiça.
Jones disse que transmitiria a informação ao presidente Barack Hussein Obama, que teria pedido detalhes sobre o assunto.
O presidente foi atendido em um hospital de Recife após sofrer uma crise de hipertensão. Lula desembarcou em São Paulo nesta manhã. De acordo com o médico Cléber Ferreira, que acompanhava o presidente na viagem, a pressão de Lula chegou a 18 por 12.
Uribe e Lugo
Na quinta-feira (28), um assessor do presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, e o presidente do Paraguai, Fernando Lugo, tinham tentado conversar com Garcia para obter informações sobre Lula, mas ele não conseguiu atendê-los.
Neste sábado (30), por volta das 8 horas, Lula deve passar por uma bateria de exames do Instituto do Coração, em São Paulo. Ele vai passar o fim de semana em repouso no seu apartamento, que fica em São Bernardo do Campo, no ABC.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou nesta sexta-feira (29) que vai liberar parte do lote de equipamentos doados ao Centro Infantil Boldrini, em Campinas, e que estão guardados na Alfândega desde novembro de 2008. Nesta semana, o órgão foi informado que deveria esperar mais um mês.
Serão liberados os equipamentos que apresentam menos riscos de contaminação. Os demais vão precisar de um laudo afirmando que tudo está bem. Análise feita anteriormente pela Unicamp aponta que o material pode ser usado. O laudo exigido deverá ser apresentado pelo próprio Boldrini.
Vale lembrar que o hospital já enviou documentos para Brasília, mas o Ministério da Saúde diz que não recebeu nada.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou nesta sexta-feira (29) que vai liberar parte do lote de equipamentos doados ao Centro Infantil Boldrini, em Campinas, e que estão guardados na Alfândega desde novembro de 2008. Nesta semana, o órgão foi informado que deveria esperar mais um mês.
Serão liberados os equipamentos que apresentam menos riscos de contaminação. Os demais vão precisar de um laudo afirmando que tudo está bem. Análise feita anteriormente pela Unicamp aponta que o material pode ser usado. O laudo exigido deverá ser apresentado pelo próprio Boldrini.
Vale lembrar que o hospital já enviou documentos para Brasília, mas o Ministério da Saúde diz que não recebeu nada.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou nesta sexta-feira (29) que vai liberar parte do lote de equipamentos doados ao Centro Infantil Boldrini, em Campinas, e que estão guardados na Alfândega desde novembro de 2008. Nesta semana, o órgão foi informado que deveria esperar mais um mês.
Serão liberados os equipamentos que apresentam menos riscos de contaminação. Os demais vão precisar de um laudo afirmando que tudo está bem. Análise feita anteriormente pela Unicamp aponta que o material pode ser usado. O laudo exigido deverá ser apresentado pelo próprio Boldrini.
Vale lembrar que o hospital já enviou documentos para Brasília, mas o Ministério da Saúde diz que não recebeu nada.
Pesquisa realizada pela agência Reuters e pela Ipsos em 23 países aponta os resultados obtidos após entrevistas, para verificar se a maioria das pessoas acha que seus paises estão tomando as medidas corretas para prevenir as mudanças climáticas e se estas estão sendo feitas no tempo correto.
A pesquisa foi feita com mais de 24 mil pessoas, mil entrevistados por país, e 35% dos cidadãos (que representam 75% do PIB mundial) em todo o mundo acham que o governo e os líderes empresarias tomam medidas corretas e em tempo certo para evitar as mudanças no clima.
Dos 23 países pesquisados somente China, Índia e Turquia apresentaram resultados satisfatórios, com respectivamente 86%, 60% e 54%. No Brasil, 57% discorda que os governantes tomam medidas corretas, contra 43% que não acham que os governantes estão no caminho correto para prevenir as mudanças climáticas.
Os países que estão menos inclinados a concordar que os governantes estão no caminho correto para evitar as mudanças são, Argentina (16%) México (17%) e França (19%).
Pesquisa realizada pela agência Reuters e pela Ipsos em 23 países aponta os resultados obtidos após entrevistas, para verificar se a maioria das pessoas acha que seus paises estão tomando as medidas corretas para prevenir as mudanças climáticas e se estas estão sendo feitas no tempo correto.
A pesquisa foi feita com mais de 24 mil pessoas, mil entrevistados por país, e 35% dos cidadãos (que representam 75% do PIB mundial) em todo o mundo acham que o governo e os líderes empresarias tomam medidas corretas e em tempo certo para evitar as mudanças no clima.
Dos 23 países pesquisados somente China, Índia e Turquia apresentaram resultados satisfatórios, com respectivamente 86%, 60% e 54%. No Brasil, 57% discorda que os governantes tomam medidas corretas, contra 43% que não acham que os governantes estão no caminho correto para prevenir as mudanças climáticas.
Os países que estão menos inclinados a concordar que os governantes estão no caminho correto para evitar as mudanças são, Argentina (16%) México (17%) e França (19%).
Uma criança de 4 anos caiu em um córrego, no final da tarde desta quinta-feira (28), em Ibitiúra de MInas, no Sul de Minas Gerais. O menino estava brincando com outras crianças quando caiu de uma ponte.
O menino já havia sido retirado do local mas, segundo testemunhas teria voltado à ponte e pulado na água.
De acordo com a Polícia Militar, a criança é portadora de Síndrome de Down.
29/01/2010 12:23 PM
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