Ele não tem câmera, tampouco entrada USB. Não roda páginas em flash. Executa só uma tarefa por vez. Embora seja um portátil, não vem com GPS. A não ser que você use macacão, não entrará no seu bolso. A descrição cabe como uma luva no Macintosh Portable, primeira tentativa da Apple em criar um "minicomputador" --em 1989. Ou seja, legítima tecnologia pré-queda do Muro de Berlim.
Mas estamos falando do iPad, uma espécie de iPhone de Itu lançado no mais longo anúncio da história da tecnologia (começou no ano passado e só terminou hoje). Não há data fechada para chegada do aparelho no Brasil, embora esteja certo que seu modelo mais completo custará mais de R$ 1.600 por aqui.
John G. Mabanglo/Domínio Público/Efe
Macintosh Portable, um dos maiores fracassos da história da Apple, e o tablet iPad, apresentado hoje
A primeira oferta de ações de 2010 na Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo), que acontece em um momento de queda nos mercados globais, ficou aquém do esperado. Investidores se dispuseram a pagar R$ 9 pela ação da empresa de shopping centers Aliansce, abaixo do piso da faixa estimada que ia de R$ 10 a R$ 13.
A companhia já tinha tentado abrir o capital em 2007, mas o plano na ocasião foi frustrado depois que a CVM (Comissão de Valores Mobiliários) suspendeu o pedido de análise da oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês), alegando que um executivo da companhia teria fornecido à imprensa informações que não estavam no prospecto preliminar.
A oferta primária da Aliansce envolve 50 milhões de ações, com giro financeiro de R$ 450 milhões. A secundária inclui 24,750 milhões de ações, com montante de R$ 222,75 milhões. Assim, no total, a operação movimenta R$ 672,75 milhões.
Leia mais (27/01/2010 - 20h35)
A Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) não fez críticas ao Banco Central após a decisão de manter a taxa básica de juros em 8,75% ao ano, definida hoje, mas alertou à autoridade monetária sobre a necessidade de não elevar a taxa nas próximas reuniões deste ano.
A entidade informou em comunicado que considera importante o controle da inflação, mas defende que "condições favoráveis sejam criadas para os investimentos crescerem e, consequentemente, a produção e o emprego no Brasil". Para isso, acrescentou, "juros altos são, sempre, empecilhos ao desenvolvimento."
"Selic estável é condição básica para o crescimento e a geração de emprego e renda", afirmou o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, no comunicado.
Leia mais (27/01/2010 - 20h22)
Os preços do petróleo caíram nesta quarta-feira em Nova York e Londres, apesar de as reservas da commodity nos Estados Unidos terem recuado na semana passada.
Na Nymex (Bolsa Mercantil de Nova York, na sigla em inglês), o barril de petróleo bruto tipo WTI para entrega em março fechou com queda de 1,39%, para US$ 73,67 --o nível mais baixo desde o dia 22 de dezembro. Já em Londres, o barril de Brent com igual vencimento perdeu 1,43%, fechando a US$ 72,24.
Tradicionalmente, a queda nas reservas de petróleo faz com que o mercado eleve o preço da commodity, já que se trata de um sinal de aquecimento da demanda. Porém, desta vez, os investidores preferiram observar com mais cuidado as reservas de gasolina e destilados, que subiram.
Leia mais (27/01/2010 - 20h05)
As Bolsas de Valores norte-americanas encerraram em alta nesta quarta-feira, após o Federal Reserve dizer que manterá o juro básico do país próximo de zero e com os investidores à espera do discurso do Estado da União, a ser proferido pelo presidente Barack Obama nesta noite.
O índice Nasdaq teve um avanço de última hora na esteira da apreciação de quase 1% dos papéis da Apple, depois do lançamento do iPad.
No fechamento, o índice Dow Jones, referência da Bolsa de Nova York, avançou 0,41%, para 10.236 pontos. O Nasdaq Composite subiu 0,80%, para 2.221 pontos. O Standard & Poor's 500 ganhou 0,49%, para 1.097 pontos.
Leia mais (27/01/2010 - 20h05)
O presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva (o Paulinho da Força), criticou nesta quarta-feira a decisão do Copom (Comitê de Política Monetária) de manter a taxa básica de juros do país em 8,75% ao ano. "A decisão (...) demonstra claramente que os membros do Copom estão com miopia econômica", afirmou, em nota.
De acordo com ele, os indicadores sinalizam crescimento econômico, inflação sob controle e queda no índice de desemprego no país. "O Copom insiste em impor um forte obstáculo ao desenvolvimento. É uma atitude nefasta para o setor produtivo e totalmente insensível para com os consumidores do mercado interno", diz.
Para Paulinho, a manutenção dos juros em "patamares estratosféricos" é contrário à retomada do crescimento no país.
Leia mais (27/01/2010 - 19h59)
Profissionais do setor financeiro acreditam que o Banco Central vai utilizar a ata da reunião de hoje, divulgada na próxima semana, para sinalizar ao mercado um possível ajuste na taxa básica, mantida em 8,75% ao ano pela quarta vez. Para eles, o Copom (Comitê de Política Monetária) pode mexer na Selic em março, mês da próxima reunião.
Muitos economistas do mercado esperavam que o BC já indicasse "pistas" de que vai começar a mexer na taxa Selic, mostrando preocupação com o aquecimento da economia. Mais detalhes sobre a decisão de hoje serão conhecidos somente na quinta-feira da semana que vem, dia habitual em que as atas das reuniões do Copom são divulgadas.
Fecomercio diz que manutenção da taxa de juros pelo BC é conservadora Copom mantém taxa de juros em 8,75% ao ano pela quarta vez Com manutenção da Selic, Brasil volta a ser líder em juros reaisLeia mais (27/01/2010 - 19h52)
O setor comercial definiu como conservadora a decisão do Banco Central de manter a taxa básica de juros em 8,75% ao ano pela quarta reunião seguida.
Apesar de elogiar momentaneamente a decisão do BC, a Fecomercio (Federação do Comércio do Estado de São Paulo) ressaltou que os juros devem permanecer inalterados por todo o ano, ao contrário do que prevê o mercado financeiro.
Copom mantém taxa de juros em 8,75% ao ano pela quarta vez Com manutenção da Selic, Brasil volta a ser líder em juros reaisLeia mais (27/01/2010 - 19h33)
DAVOS - Todos os anos, o Fórum de Davos começa com sessões de atualização sobre uma porção de temas. O que mais atrai o público chama-se "Atualização sobre a Economia Mundial".
Este ano, o nome mudou. Passou a ser o que é o "novo crescimento normal" [após a crise].
Mas pouco se falou de fato sobre crescimento econômico. A mesa se transformou em um ataque frontal ao que o pessoal está chamando de "populismo" de Barack Obama (detalhes já antecipados na "Janela" de segunda-feira, em "Viva o populismo, só para variar").
Leia mais (27/01/2010 - 19h25)
O grupo industrial americano United Technologies anunciou nesta quarta-feira que obteve um lucro líquido de US$ 3,829 bilhões no ano de 2009, 18,43% a menos que no ano anterior.
Em 2009, o lucro por ação no período foi de US$ 4,12 frente aos US$ 4,90 de 2008 e as receitas chegaram a US$ 52,920 bilhões, uma queda de 11% na comparação com o ano anterior.
Com relação ao quarto trimestre, o lucro líquido ficou em US$ 1,073 bilhão (US$ 1,15 por ação), abaixo dos US$ 1,145 bilhão (US$ 1,23 por título) do ano anterior.
Leia mais (27/01/2010 - 19h16)
A nova manutenção na taxa básica de juros, a Selic, feita pelo Copom (Comitê de Política Monetária) nesta quarta-feira levou o Brasil a assumir novamente a liderança no ranking de juros reais. De acordo com estudo da consultoria Uptrend, o país volta ao primeiro lugar com taxa de 4%, seguido pela Indonésia, com 3,6%.
O ranking, que mostra os juros nominais de 40 países subtraídos das projeções de inflação nos próximos 12 meses, tem China, com juros de 3,3%, e Austrália, com 2,4%, na terceira e quarta colocações, respectivamente.
"A elevação de projeções de inflação em alguns países, aliada a diversas quedas de juros mundo afora, alterou novamente a dinâmica do ranking e colocou o Brasil mais uma vez no topo", afirma o relatório divulgado pelo presidente da consultoria, Jason Vieira.
Leia mais (27/01/2010 - 19h07)
27/01/2010 10:05 PM
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