|
No dia 16 de março, Serj Tankian, vocalista do System Of A Down, lançará seu novo trabalho solo.
O álbum, que se chamará "Elect The Dead Symphony", chegará às lojas no formato CD e DVD.
Tankian gravou o disco com a Orquestra Filarmônica de Auckland.
O DVD divulga o disco "Elect The Dead", lançado em 2007, e marca a estreia do cantor em carreira solo.
Já a banda de Tankian, o System Of Down está longe dos palcos e dos estúdios desde 2006.
Há fortes rumores de que a banda voltará a se reunir, principalmente após o show beneficente realizado no ano passado, em homenagem ao baixista do Deftones, Chi Cheng, que está hospitalizado, quando três integrantes do SOAD se juntaram.
|
|
Por mais de uma vez, o Libertines ameaçou retornar ao cenário musical.
Mas, desta vez, o vocalista e guitarrista da banda britânica, Carl Barat, parece estar confiante.
Ele afirmou que deve se reunir com o encrenqueiro Pete Doherty em 2011.
Em entrevista, Barat confirmou a intenção: "Ainda não está definido. Posso falar em 2011, mas é difícil planejar qualquer coisa com o Libertines. 2011 é o ano para acontecer.
Se tudo der certo, sim, será muito glorioso nos aventurar novamente".
O próprio Doherty já confirmou o desejo de retornar com o grupo já em 2010, mas acabou preferindo se dedicar a sua nova banda, o Babyshambles.
O Libertines chegou ao fim em 2004, porém, desde então, a banda realizou alguns shows surpresa em Londres.
|
|
A noite da última quarta-feira, 20 de janeiro, apresentou clima todo especial com a apresentação do cover brasileiro da lendária banda inglesa. Com lotação esgotada, a banda All You Need is Love apresentou-se no HSBC, entrando nos palcos às 21h30, em show para gravação de seu primeiro DVD ao vivo.
O clima festivo denotava-se já na recepção, com a distribuição de bottons e um simpático Zeppelin dirigível na saudação ao público, formado por integrantes de variadas faixas etárias, num clima alegre, descontraído e familiar.
A banda demonstrou quatro fases distintas da banda, enfatizando as iniciais, até meados de 1966, que foi mantida por, praticamente, metade do tempo da apresentação.
Neste primeiro momento, os integrantes apresentaram grandes clássicos das duas primeiras fases da carreira dos Beatles, como ?I Want Hold Your Hand?, ?From Me To You?, ?Ticket to Ride?, ?She Loves You?, ?A Hard Days Night?, ?Can Buy Me Love?, ?We Can Work It Out?, ?Help?, ?Yesterday?, ?Rock and Roll Music?, ?Roll Over Beethoven?, ?Twist and Shout? entre outros, em interpretações inspiradas, que sugeriam interessantes releituras, onde cada integrante, especialmente os vocalistas Sandro Peretto e César Kiles (Lennon e Mc Cartney, respectivamente), excederam com sucesso a indicação cover, demonstrando seu talento de forma a explorar propriedades e características de seus próprios timbres vocálicos, ousando nos fraseados e solfejos das conversões aos refrões e finalizações. Impressionante!
Iniciando a terceira fase ?Sgt. Peppers Lonely Hearts Club Band? e ?Lucy In The Sky With Diamonds? trouxeram energia e um grande aparato cênico, colorido, psicodélico e alegre, traduzindo-se em forte verticalização ao espetáculo que ressurgiu com tônica e vibração totalmente diferente em relação à primeira fase do show, aliando precisão técnica e cuidado estético, não apenas quanto à indumentária e demais elementos de cena refletindo-se também na performance individual de cada integrante da banda, prosseguindo com grande categoria e brilhantismo em belas execuções de sucessos como ?The Magical Mystery Tour?, ?Strawberry Fields Forever?, ?Penny Lane?e ?Yellow Submarine?.
Na fase final da apresentação canções como ?Come Together?, ?Let It Be?, ?Listen To The Music?, ?Something In The Air?, ?Don?t Let Me Down? , ?Get Back? e ?Golden Slumbers?, prenunciavam grandes surpresas que viriam a seguir, cuidadosamente guardadas para o momento do bis, com a execução da canção que intitula a banda, realizada com grande graça e leveza, sem perder o tom de contagiante alegria, e a perfeita finalização do espetáculo com a execução de ?Hey Jude?, que brindou os presentes com belíssimo jogo de luzes e canhões de papel laminado, encerrando a fantástica noite em clima festivo, onde a descontração foi a máxima. Perfeito!
Nota para as performances individuais do ?quinto Beatle?, o habilidoso maestro Anselmo Ubiratan, que além de conduzir a regência da maravilhosa orquestra com grande precisão técnica, ainda aliou a função de intérprete do produtor George Martin e brindou os presentes com fantásticas releituras à capela de grandes sucessos dos Beatles nos intervalos para mudança de fases e troca de figurinos da banda.
Assim, encerrou-se a grande noite de tributo a uma das mais influentes bandas de todos os tempos, revelando-se em uma apresentação intensa, viva, em nada nostálgica ou simplesmente calma, demonstrando todo o vigor, carisma, talento e energia dos cinco garotos brasileiros que em nada declinam em criatividade, ousadia e vibração aos quatro garotos de Liverpool. Brilhante!
|