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Fevereiro acumula superávit de US$ 735 milhões

Entre os dias 1º e 21 de fevereiro, a balança comercial brasileira acumulou superávit (diferença positiva entre as exportações e as importações) de US$ 735 milhões, o que representou saldo médio diário de US$ 56,5 milhões. Na primeira semana do mês houve déficit de US$ 172 milhões. De acordo com números divulgados hoje (22/2) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio exterior (MDIC), na segunda semana de fevereiro houve superávit de US$ 691 milhões e, na terceira semana do mês, de US$ 216 milhões.

As exportações nas três semanas de fevereiro totalizaram US$ 8,768 bilhões, com média diária de US$ 674,5 milhões. Esse valor foi 26,6% maior que o verificado em fevereiro do ano passado, quando a média diária foi de US$ 532,6 milhões. Esse crescimento foi motivado por embarques de produtos das três categorias: semimanufaturados (+40,6%) – principalmente, ferro-ligas, couros e peles, alumínio em bruto, açúcar em bruto e celulose – básicos (+39,6%) – com destaque para minério de cobre, petróleo, carne de frango e bovina, farelo de soja e minério de ferro – e manufaturados (+10,7%) – especialmente, laminados planos, automóveis, óxidos e hidróxidos de alumínio, óleos combustíveis, polímeros plásticos e autopeças.

Já em relação a janeiro de 2010 (média diária de US$ 565,3 milhões), o aumento foi de 19,3%, explicado pelo desempenho das três categorias: básicos (+32,8%), semimanufaturados (+18,7%) e manufaturados (+9,5%).

Nas três semanas, as importações acumulam US$ 8,033bilhões (média diária de US$ 617,9 milhões), cifra que foi 42,1% maior que a registrada em fevereiro do ano passado e 7,7% acima da verificada em janeiro de 2010. O desempenho médio diário das importações em fevereiro de 2009 e janeiro de 2010 foram os seguintes: US$ 434,7 milhões e US$ 573,6 milhões.
Na comparação com fevereiro do ano passado cresceram as importações brasileiras de adubos e fertilizantes (+236,5%), produtos de cobre (+225,5%), siderúrgicos (+125,4%), combustíveis e lubrificantes (+88,8%), automóveis e partes (+70,3%) e equipamentos eletro-eletrônicos (+59,7%).  Já sobre janeiro de 2010, aumentaram as aquisições de cereais e produtos de moagem (+40,4%), combustíveis e lubrificantes (+21,9%), produtos de cobre (+19,9%), equipamentos mecânicos (+13,8%) e equipamentos eletro-eletrônicos (+11,4%).

Até a terceira semana de fevereiro, a corrente de comércio – que é a soma das operações de exportação com as de importação – foi de US$ 16,801 bilhões, o que representou movimentações médias diárias de US$ 1,292 bilhões.

Segunda semana

Na segunda semana de fevereiro (de 8 a 14), as exportações brasileiras somaram 3,661 bilhões (média diária de 732,2 milhões) e as importações US$ 2,970 milhões (média diária de US$ 594 milhões).  No período, o superávit foi de US$ 691 milhões e o fluxo comercial de US$ 6,631 bilhões.

Terceira semana

Nos três dias úteis da terceira semana de fevereiro (de 15 a 21), a balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 216 milhões, com média diária de US$ 72 milhões. Esse foi o resultado de exportações de US$ 2,179 bilhões (média diária de US$ 726,3 milhões)  e importações de US$ 1,963 bilhões (média de US$ 654,3 milhões).

Ano

De janeiro à terceira semana de fevereiro, as empresas brasileiras exportaram US$ 20,073 bilhões, com média diária de US$ 608,3 milhões. Esse valor é 22,7% maior que o verificado no mesmo período de 2009 (média de US$495,6 milhões).

As importações totalizaram US$ 19,504 bilhões, com média diária de US$ 591 milhões. Por esse critério, houve incremento de US$ 25,1% na comparação com o mesmo período de 2009, quando o desempenho médio diário dos desembarques brasileiros foi de US$ 472,6 milhões.

No ano, o superávit acumulado é de US$ 569 milhões, ou seja, média diária de US$ 17,2 milhões. Esse saldo é 25,2% menor que o registrado no mesmo período de 2009, quando a média diária foi de US$ 23,1 milhões.

Na mesma comparação, a corrente de comércio cresceu 23,9%. No ano passado era de US$ 34,856 bilhões, com média diária de US$ 968,2 milhões, e, de janeiro à terceira semana de fevereiro de 2010, chegou a US$ 39,577 bilhões (média de US$ 1,199 bilhão).

Clique aqui e veja os números.

Mais informações para a imprensa:
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22/02/2010 12:00 AM

Empresa de biotecnologia desenvolve autoteste de gravidez 100% brasileiro

A FK Biotecnologia, pioneira no desenvolvimento de imuno-ensaios no Brasil, comemora o primeiro registro, junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), de um produto desenvolvido pela empresa. Trata-se do NeoTest, autoteste de urina para verificação de gravidez, que oferece 99% de precisão e duração de cinco minutos até a obtenção do resultado.

Essa conquista da FK é resultado da parceria firmada com a Lifemed, fabricante de produtos hospitalares, e do apoio de iniciativas públicas e privadas de incentivo à inovação no Brasil. “Em nossa trajetória, contamos com o apoio fundamental de entidades públicas e privadas, até chegarmos ao NeoTest, primeiro teste de gonadotrofina coriônica humana (hCG) 100% brasileiro, que certamente abrirá caminhos para toda uma linha de produtos inovadores no País”, conta o diretor da FK, Fernando Kreutz, que é médico e doutor em Biotecnologia.

Conquistas como esta da FK são exemplos de resultados que o Governo Federal busca obter com as medidas e ações realizadas no âmbito da Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP) e da Política Nacional de Biotecnologia (PDB), em especial no que tange o aumento dos investimentos fixos no Brasil e dos gastos privados em P&D por parte de empresas nacionais.

Para Reginaldo Arcuri, presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), órgão que compõe a Secretaria Executiva da PDP ao lado do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e do Ministério da Fazenda, um dos grandes objetivos do Governo para a área de biotecnologia é articular a aproximação entre pesquisadores e fabricantes, através de ações que reúnam o poder público e a iniciativa privada.

“Para isso, o setor conta com o Comitê Nacional de Biotecnologia (CNB), uma instância interministerial que coordena a implementação da PDB e que objetiva, entre outras coisas, diminuir a distância entre os laboratórios de pesquisa e a indústria, principalmente nas áreas de saúde humana, agropecuária, biotecnologia industrial e ambiental.”, explica Arcuri, lembrando que a ABDI também é responsável pelas atividades da Secretaria Executiva do Comitê.

Segundo o diretor da FK, a interação entre o poder público, órgãos de pesquisa e empresários, proposta nessas duas políticas, é imprescindível para o sucesso de processos de inovação no Brasil. “Desde 1999, ano de sua fundação, a FK busca estruturar sua atuação por meio de parcerias e programas de benefícios. Exemplos disso são nossas participações em iniciativas da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), como o Programa Inovar, o Programa de Subvenção Econômica e projetos dos Fundos Setoriais de Ciência e Tecnologia, além das Bolsas RHAE, programa que concede bolsas operadas pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) a empresas ou instituições que executam atividades de desenvolvimento científico e/ou tecnológico para empregar especialistas”, elenca Kreutz.

A FK também está entre as pequenas e médias empresas brasileiras com experiências de sucesso em investimentos de risco: foi a primeira empresa de biotecnologia capitalizada pelo RSTec, um fundo de recursos do Sebrae/RS, BID e BNDESPAR, administrado pela Companhia de Participações (CRP). “Esta capitalização foi um marco na história da empresa. Sem este investimento, hoje a FK não existiria. Mas, infelizmente, os investimentos em biotecnologia ainda são poucos no Brasil e, por isso, também buscamos investimentos e parceiros fora do País”, conta ele.
 
Em maio de 2008, com apoio técnico e financeiro da ABDI e da FINEP, a FK Biotecnologia participou, ainda, do Life Science Venture Forum, realizado na Califórnia (EUA). “Aquela ocasião marcou a primeira participação de empresas brasileiras em eventos internacionais para atração de capital de risco. Cerca de 60 empresas se apresentaram para mais de 400 potenciais parceiros e investidores”, conta Cássio Rabello, assessor especial da ABDI. “Também são fundamentais na trajetória da FK parcerias com a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), onde está instalada a atual sede da empresa, e a com Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), que abrigará a futura sede da FK”, conta Kreutz.

Lifemed

A parceria entre a FK Biotecnologia e a Lifemed também foi decisiva para o desenvolvimento do NeoTest. “A Lifemed é uma grande empresa do setor de produtos para saúde, com a qual nos associamos. Hoje, ela é acionista da FK, para industrialização e comercialização dos kits”, conta Kreutz. Fundada em 1978, a Lifemed iniciou, entre 2006 e 2008, um amplo processo de expansão que, além da aquisição de ações da FK Biotecnologia, incluiu a entrada do BNDES como sócio da empresa.

Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP)

Elaborada com a participação de diversos ministérios, agências e empresas públicas e privadas, a PDP foi lançada em maio de 2008 pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Com foco no estímulo à inovação, a Política estabeleceu metas de ampliação da taxa de investimento, do gasto privado em pesquisa e desenvolvimento, da participação do Brasil no comércio internacional e da quantidade de micro e pequenas empresas exportadoras. Para isso, foram pensadas medidas de curto, médio e longo prazo que fortalecerão a cadeia produtiva.

Política de Desenvolvimento da Biotecnologia (PDB)

A PDB, criada pelo Governo Federal em fevereiro de 2007, juntamente com o Comitê Nacional de Biotecnologia, foi desenvolvida com foco estratégico nas áreas de saúde humana, agropecuária, biotecnologia industrial e ambiental. Com investimentos públicos e privados estimados em R$ 10 bilhões, a PDB determina ações governamentais de incentivo à competitividade da indústria brasileira de biotecnologia, ao aumento a participação do País no comércio internacional e ao crescimento econômico do setor.

Mais informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação Social ABDI
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12/02/2010 01:00 AM

Exportações de 18 estados brasileiros crescem em janeiro

As exportações de 18 unidades da Federação Brasileira apresentaram crescimento no mês de janeiro em relação ao mesmo mês do ano passado. Os dados podem ser conferidos a partir de hoje (12/2), no site do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. No geral, as vendas brasileiras para mercados internacionais aumentaram 21,3% na mesma comparação.

O principal destaque estadual foi Tocantins, cujas exportações elevaram 388,9%. Em janeiro do ano passado, os embarques tocantinenses foram de US$ 1,617 milhões, já neste ano, subiram para US$ 7,909 milhões. A Bahia também registrou amplo desempenho no mês, com crescimento das exportações de 106,3%. No mês, as empresas baianas embarcaram US$ 809 milhões contra US$ 392,1 milhões no ano passado.

Por região, as exportações do Sudeste cresceram 21%, com embarques de US$ 6,421 bilhões, o que representou 56,8% do total brasileiro. O estado que teve maior crescimento regional foi o Rio de Janeiro (+68%), com exportações de US$ 1,150 bilhão. Em seguida,  Espírito Santo com vendas ao exterior de US$ 666,6 milhões (+48,9%), São Paulo com US$ 3,126 bilhões (+13,7%) e Minas Gerais com US$ 1,477 bilhões (+3,9%).

No mês, a Região Sul exportou US$ 1,970 bilhão, valor que foi 4,2% maior que o registrado em janeiro do ano passado. Somente as exportações do Rio Grande do Sul cresceram. No período, os embarques gaúchos somaram US$ 838,580 (+19%). Na contramão, as vendas internacionais do Paraná e de Santa Catarina caíram 5,4% e 3,1%, respectivamente.

Os nove estados do Nordeste exportaram US$ 1,3 bilhão, valor que foi 47,8% superior ao mesmo mês do ano passado, quando as vendas somaram US$ 879,939 milhões. Além da Bahia (+106,3%), que teve o maior crescimento regional, também registraram aumento as exportações de Pernambuco, que exportou US$ 156,074 milhões (+75,5%); Ceará, US$ 100,764 milhões (+20%); Paraíba US$ 15,607 milhões (+8,37%), Piauí US$ 5,912 milhões (+3%) e Sergipe US$ 4,011 milhões(+33,1%). No entanto, houve decréscimo nas vendas internacionais de Maranhão (-47,7%); Rio Grande do Norte (-13,7%) e Alagoas (-3,95%).

Os estados do Norte embarcaram US$ 764,980 milhões. Esse desempenho foi 13,39% superior ao de janeiro de 2009. As exportações de Tocantins cresceram 388,9%, mas o principal exportador regional permaneceu sendo o Pará, com vendas de US$ 656,556 milhões, alta de 13,57%. Os embarques  do Acre cresceram 85,5%; de Rondônia 33,2% e do Amazonas 11,2%. Entretanto, retraíram as exportações de Roraima (-73,1%) e Amapá (-23,9%).

O Centro-Oeste foi a única região do país a apresentar queda nas exportações (-16,14%). Em janeiro, Mato Grosso, Goiás, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal embarcaram, juntos, US$ 699,255 milhões. No mesmo período do ano passado, o resultado chegou a US$ 833,853 milhões.

Para acessar os dados dos estados, clique aqui.

Municípios

No levantamento por municípios, Angra dos Reis (RJ) apareceu em primeiro lugar nas exportações com embarques de US$ 406,287 milhões. Em segundo e terceiro lugares ficaram São Paulo (SP) – US$ 379,436 milhões - e São José dos Campos (SP) – US$ 328,512 milhões.

A cidade fluminense de Macaé, cujas exportações somaram US$ 307,867 milhões, ficou na quarta colocação, seguida por Parauapebas (PA) – US$ 295,011 milhões; São Francisco do Conde (BA) – 268,492 milhões; Vitória (ES) – US$ 266,255 milhões; Santos (SP) – 265,071 milhões; Rio de Janeiro (RJ) – 238,127 milhões; e São Bernardo do Campo (SP) – 209,340 milhões, na décima posição.


Clique aqui e acesse os números de municípios e unidades da federação.

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12/02/2010 01:00 AM

MDIC divulga resultado final de concurso público

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) divulgou hoje (12/2), no Diário Oficial da União, o resultado final de seu concurso público para cargos de nível intermediário e superior do Plano Geral de Cargos do Poder Executivo (PGPE). Também foi divulgado o resultado final da perícia médica para os candidatos que concorrem às vagas reservadas aos portadores de deficiência.

Clique aqui para ver o resultado final do concurso, Edital nº 9, de 11 de fevereiro de 2010.

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12/02/2010 01:00 AM

Inscrições para Missão Empresarial Colômbia-Peru encerram nesta sexta-feira


Os empresários que quiserem participar da Missão Empresarial Colômbia-Peru devem se inscrever até o dia 12 de fevereiro no site www.apexbrasil.com.br/emails/_missoes/2010/col-per/hotpage/form.htm. A missão será realizada pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil),  entre os dias 22 e 25 de março, para ampliar o fluxo comercial e de investimentos e explorar possibilidades de cooperação entre os setores produtivos desses países.

MDIC e Apex-Brasil vão selecionar empresas que tenham alguma experiência internacional e potencial de exportação. Os setores pré-selecionados, prioritariamente, são os de casa e construção civil, eletroeletrônicos, eletrodomésticos, máquinas e equipamentos, químicos, saúde e veículos.

A programação inclui rodadas de negócios e seminários sobre as melhores práticas de negociação com o Peru e a Colômbia.  A missão passa por Lima no Peru, nos dias 22 e 23, e Bogotá, na Colômbia, nos dias 24 e 25.

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11/02/2010 01:00 AM

MDIC divulga balança comercial no próximo dia 22 de fevereiro

Em virtude do feriado do Carnaval, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) divulgará o resultado da balança comercial brasileira da segunda e da terceira semanas de fevereiro – entre os dias 8 e 21 – somente na segunda-feira, dia 22 do mês.

Neste dia, os números serão publicados no site www.mdic.gov.br às 11h, resultado prévio, e às 15h30, quando serão apresentadas informações mais completas sobre as operações de exportação e importação realizadas nas duas semanas de fevereiro.  

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11/02/2010 01:00 AM

Projeto Carnaval, da Apex-Brasil, é fonte para a atração de investimentos

O Projeto Carnaval, criado pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), capitaliza a grande visibilidade do carnaval brasileiro no mundo para atrair investidores estrangeiros. O Projeto, realizado em parceria com entidades empresariais de diversos setores da economia, intensifica o relacionamento entre empresários brasileiros e compradores internacionais, incrementando o ambiente de negócios durante esse período.

Este ano, mais de 150 empresários e formadores de opinião, de 29 países,  cumprem agenda nos dias que antecedem e sucedem o carnaval, com visitas a fábricas, lojas e pólos produtivos dos mais diversos segmentos - produção publicitária, vinhos, equipamentos de panificação, frutas, indústria têxtil, instrumentos musicais, franquias, tecnologia da informação, torres de transmissão de energia, cosméticos e outros - em cinco estados brasileiros: Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Entre outros setores e empresas, na área de alimentos os investidores vão conhecer o funcionamento do sistema de cadeias de fast food no Brasil. No setor de biotecnologia os executivos verificam tendências da indústria, busca de parcerias, prospecção de negócios e identificação de fornecedores. Poloneses, potenciais compradores, seguem para a Serra Gaúcha para visitar vinícolas.
 
E, na área de tecnologia, a Apex-Brasil e as entidades parceiras convidaram norte-americanos de diferentes perfis. O projeto entre a Agência e a SOFTEX traz sete empresários dos Estados Unidos - cinco da área de Tecnologia da Informação (TI) e dois investidores - com possibilidades de fechar negócios com 58 empresas brasileiras de TI, integrantes do projeto Apex-Brasil/SOFTEX - Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro.
"O carnaval é a maior festa do mundo e está se transformando definitivamente num fator gerador de contratos comerciais", explica Alessandro Teixeira, presidente da Apex-Brasil.

Parte da programação organizada inclui a agenda cultural sobre o Brasil, e, nos dias 14 e 15 de fevereiro, os convidados acompanham o desfile das escolas de samba do Rio de Janeiro, no camarote da Apex-Brasil, na Marquês de Sapucaí.

Mais informações para a imprensa:
Assessoria de Imprensa da Apex-Brasil
Tel: (61) 3426-0724
(61) 3426 0741

 

10/02/2010 01:00 AM

Camex realiza primeira reunião de 2010

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, preside hoje (9/2), a partir das 15h, a primeira reunião do ano da Câmara de Comércio Exterior (Camex). O encontro é fechado à imprensa e será realizado no Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, em Brasília.

A Camex é o órgão interministerial e instância máxima de deliberação do Governo Federal em matéria de comércio exterior. É integrada por representantes da Casa Civil e dos Ministérios do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fazenda, Planejamento, Orçamento e Gestão, Relações Exteriores, Agricultura, Pecuária e Abastecimento e Desenvolvimento Agrário.

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09/02/2010 01:00 AM

Lista de bens da retaliação comercial aos EUA será divulgada dia 1º de março

A lista final de bens importados dos Estados Unidos que poderão ter aumento do Imposto de Importação, por causa da retaliação comercial que a Organização Mundial do Comércio (OMC) autorizou o Brasil a aplicar em virtude do contencioso do algodão, será divulgada dia 1º de março pela Câmara de Comércio Exterior (Camex). A listagem prévia de produtos selecionados foi aprovada hoje (9/2) pelo Conselho de Ministros da Camex, durante a primeira reunião do ano, em Brasília.

"Mantivemos a preocupação de não incluir na lista bens de capital ou insumos para a indústria, para não prejudicar o setor produtivo nacional", explicou a secretária-executiva da Camex, Lytha Spíndola, durante entrevista coletiva concedida após a reunião. Segundo ela, novos ajustes técnicos serão feitos para adequar a lista inicial de 222 produtos, no valor de US$ 2,7 bilhões de dólares, para aproximadamente US$ 560 milhões.

De acordo com o diretor do Departamento Econômico do Ministério das Relações Exteriores, Carlos Cosendey, em tese, a retaliação em bens não deve ultrapassar esse valor porque será reservado espaço para uma possível retaliação em serviços e propriedade intelectual, a chamada retaliação cruzada. Segundo ele, as definições técnicas e legais de como isso seria feito estão sendo analisadas pela Presidência da República. Na avaliação do governo brasileiro, a retaliação total que o Brasil poderia aplicar contra os Estados Unidos poderia chegar a US$ 830 milhões por ano.

Etanol

Um dos principais temas previstos para a reunião de hoje, a possível inclusão do etanol na Lista de Exceções à Tarifa Externa Comum do Mercosul - com a redução do Imposto de Importação - não foi avaliada e deve ser discutida no encontro da Camex que será realizado em junho. "Como a solicitação do setor privado era para que essa medida passasse a valer em junho, decidimos deixar a decisão para a reunião que será realizada nesse mês", explicou Lytha.

Porém, oito produtos foram incluídos na lista. Três tiveram aumento do Imposto de Importação: cogumelos do gênero Agaricus (NCM 0711.51.00), de 10% para 35%; cogumelos do gênero Agaricus, preparados ou conservados, exceto em vinagre ou ácido acético (NCM 2003.10.00), de 14% para 35%; e borracha de acrilonitrila-butadieno (NBR), NCM 4002.59.00, também chamada de borracha nítrica - utilizada na fabricação de produtos de borracha com alta resistência a óleos, solventes e combustíveis para usos como peças automobilísticas. Nesse caso, a alíquota aumentou de 12% para 25%.

Os outros cinco produtos tiveram redução da alíquota: dicromato de sódio, matéria-prima de produto utilizado nos curtumes (NCM 2841.30.00), de 10% para 2%; dois tipos de vacinas contra a Influenza A (H1N1), NCM 3002.20.11 e 3002.20.21, de 2% para 0%; pigmentos tipo rutilo com dióxido titânio, principal pigmento empregado na fabricação da tinta branca utilizada na construção civil, indústria automotiva e de linha branca (NCM 3206.11.19), que teve redução de alíquota de 12 para 0%, limitada a uma quota anual de 95 mil toneladas; e o inseticida à base de acefato ou de Bacillus thuringiensis var. Kustaki e var. Aizawai (NCM 3808.91.91), com redução de alíquota  de 14% para 0%, já que não há produção nacional desse inseticida com formulação biológica.

Com as alterações, a Lista de Exceções à TEC passa a ter 88 itens de um total de 100 posições possíveis.

Cuba

Na reunião ainda foram aprovados financiamentos analisados pelo Comitê de Financiamento e Garantia das Exportações (Cofig), órgão integrante da Camex, a empresas brasileiras que querem investir na Bolívia e em Cuba. Para o primeiro país, serão vendidos tratores, máquinas e equipamentos agrícolas. Para Cuba, foram aprovados financiamentos para a exportação de equipamentos agrícolas destinados aos setores açucareiro (Projeto de Açúcar) e arrozeiro (Projeto de Arroz).

O MRE ainda fez relatos sobre o Programa Brasileiro de Concessão de Preferências para Países de Menor Desenvolvimento Econômico, citando a iniciativa Brasileira para o Haiti no Setor Têxtil. Também foram aprovadas as Resoluções nº 2, nº 3 e nº 4, relativas à concessão de Ex-Tarifários, aprovadas ad referendum pelo Conselho de Ministros da Camex e publicadas no DOU dia 5 de fevereiro.

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Assessoria de Comunicação Social do MDIC
(61) 2027.7190 e 2027.7198
Juliana Ribeiro
juliana.ribeiro@mdic.gov.br

09/02/2010 01:00 AM

Corrente de comércio soma US$ 6,028 bilhões na primeira semana de fevereiro

Entre os dias 1º e 7 de fevereiro de 2010, a balança comercial brasileira apresentou déficit de US$ 172 milhões, com média diária de menos US$ 34,4 milhões. Na primeira semana do mês, as exportações somaram US$ 2,928 (média diária de US$ 585,6 milhões) e as importações US$ 3,100 bilhões (média diária de US$ 620 milhões). A corrente de comércio (soma das exportações com as importações) chegou a US$ 6,028 bilhões, o equivalente a transações médias diárias de US$ 1,205 bilhão.

Pelo critério da média diária, as exportações brasileiras cresceram 10% em relação a fevereiro do ano passado, quando o desempenho diário dos embarques nacionais foi de US$ 532,6 milhões. Já em relação a janeiro último (média diária de US$ 565,3), a alta foi de 3,6%.

Na semana, as importações aumentaram 42,6% em relação à média diária registrada em fevereiro de 2009 (US$ 434,7 milhões) e 8,1% na comparação com janeiro de 2010 (US$ 573,6 milhões).

O saldo comercial ficou 135,2% abaixo do registrado em fevereiro de 2009: US$ 1,761 bilhão com média diária de US$ 97,8 milhões. Em relação a janeiro deste ano – que apresentou saldo comercial mensal negativo de US$ 166 milhões – o déficit cresceu 314,5%.

Nesses cinco dias úteis, a média diária da corrente de comércio cresceu 24,6% sobre a registrada em fevereiro de 2009 (US$ 967,3 milhões) e 5,9% na comparação com janeiro deste ano (US$ 1,138 bilhão)

Ano
De janeiro à primeira semana de fevereiro, as exportações somaram US$ 14,233 bilhões, com média diária de US$ 569,3 milhões. Esse valor é 18,2% maior que o verificado no mesmo período de 2009 (média de US$ 481,6 milhões).

As importações totalizaram US$ 14,571 bilhões, com média diária de 582,8 milhões. Por esse critério, houve incremento de US$ 20,5% na comparação com o mesmo período de 2009, quando o desempenho médio diário dos desembarques brasileiros foi de US$ 483,8 milhões.

No ano, o saldo comercial está deficitário em US$ 338 milhões, ou seja, com média diária de menos US$ 13,5 milhões. Esse déficit é 506,1% maior que o registrado no mesmo período de 2009, quando a média diária foi de menos US$ 2,2 milhões.

Na mesma comparação, a corrente de comércio cresceu 19,3%. No ano passado foi de US$ 25,102 bilhões, com média diária de US$ 965,5 milhões, e, de janeiro à primeira semana de 2010, chegou a US$ 28,804 bilhões (média de US$ 1,152 bilhão).

Às 15h, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) divulgará no site www.mdic.gov.br o detalhamento das informações sobre as exportações e importações brasileiras na primeira semana de fevereiro.

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08/02/2010 01:00 AM

Segunda geração do Portal do Empreendedor já funciona em todo o país

Entrou em funcionamento hoje (8/2) a segunda geração do Portal do Empreendedor, que passa a ter todos os estados e o Distrito Federal incluídos, além de simplificar e desburocratizar o processo de cadastramento do empreendedor individual. Em funcionamento desde o dia 1º de julho de 2009, o portal contava com oito estados, mais o Distrito Federal. Com a ampliação do número de estados inseridos ao sistema, os empreendedores de todo o país poderão se registrar e atuar legalmente, retirando, na hora, o CNPJ da empresa.

A segunda geração do portal também permite mais agilidade na hora do cadastramento. Com o novo sistema, haverá apenas uma tela para cadastro, ao invés das quase 40 anteriores, que pediam 41 tipos diferentes de informações. Outra novidade é que o empreendedor individual não precisará ir às Juntas Comerciais para preencher, assinar ou entregar formulários em papel.

Para o novo empreendedor, as informações necessárias serão números do RG, CPF e CEP, a nacionalidade, a data de nascimento, um ponto de referência do endereço e o código da CNAE (Classificação Nacional de Atividade Econômica). Essas informações serão imediatamente checadas junto aos sistemas do Governo e, estando corretas, permitirão a inscrição imediata. Até agora, aproximadamente 400 atividades foram levantadas como sendo de empreendedores individuais. A lista está disponível no site www.portaldoempreendedor.gov.br.

Para ser considerado um empreendedor individual, o interessado deve ter renda de até R$ 36 mil por ano, não possuir participação em outra empresa como sócio ou titular e ter apenas um empregado contratado que receba o salário mínimo da categoria.

Meta

Até 1º de fevereiro último, o portal registrou quase 138 mil formalizações e mais de 3 milhões de acessos do Brasil e outros 92 países. A meta é de um milhão de empreendedores formalizados até o final de 2010, para um universo estimado em 11 milhões de informais.

Para esclarecimentos de dúvidas técnicas sobre o Portal do Empreendedor, entrar em contato diretamente com a área responsável pelo Portal da Redesim/MEI, que integra o Comitê Gestor da Rede, no endereço eletrônico cgsim@mdic.gov.br ou acessse o Portal do Empreendedor, no espaço "Como obter ajuda".

Mais informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação Social do MDIC
(61) 2027.7190 e 2027.7198
ascom@mdic.gov.br

08/02/2010 01:00 AM

Maiores escritórios de PI do mundo discutem ações para acelerar concessões de patentes

Representantes de 15 dos maiores escritórios nacionais de Propriedade Industrial vão se reunir no Rio de Janeiro, entre os dias 9 e 11 de fevereiro. O objetivo é discutir estratégias conjuntas para combater o maior problema do sistema de patentes em todo o mundo: o acúmulo de processos para análise diante da demanda crescente.

De 2000 a 2008, os pedidos de patentes no sistema internacional PCT cresceram 75%, passando de 93.243 para 163.246, com um grande impulso de países como China e Coréia do Sul. De acordo com os dados da Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), os números preliminares de 2009 apontam uma queda de 30%, para 113.642. Porém, com a superação da crise econômica, a tendência em 2010 é de alta.
 
Diante deste cenário, o INPI comandará a reunião com representantes de países como Estados Unidos, Canadá, China e Japão, além do Escritório Europeu. Todas estas nações e entidades regionais são Autoridades Internacionais no sistema PCT, ou seja, coordenam a entrada dos processos no sistema. No evento, será discutido como estas organizações podem realizar uma cooperação mútua no exame de patentes, o que iria
facilitar e acelerar o processo.
 
Na América do Sul, já está em andamento um projeto de cooperação, promovido pelo Brasil e mais oito países da região. O objetivo é promover a troca de informações entre os examinadores para agilizar o processo e criar uma base de dados na Internet que facilitará a vida dos cidadãos que pretendem pedir patentes e marcas em várias nações da região. As primeiras ações devem ser realizadas em março.

Mais informações para a imprensa:
INPI - Instituto Nacional da Propriedade Industrial
Sercom - Serviço de Comunicação Social
Tel: (21) 2139-3233/ 2139-3232/ 2139-3231

08/02/2010 01:00 AM
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