Valor Online O diretor-presidente da Hypermarcas, Cláudio Bergamo, disse hoje que a compra do laboratório Mantecorp levará a companhia a uma posição de destaque no ramo farmacêutico do Brasil. Ele ressaltou que a Mantecorp deve atingir em 2010 um faturamento líquido da ordem de R$ 560 milhões e um lucro bruto de R$ 375 milhões, com boa parte do negócio voltado para o mercado de produtos com prescrição médica. A Hypermarcas também deve reforçar a atuação com produtos de balcão, com forte apelo de vendas, além do mercado de genéricos e dermocosméticos. Outro objetivo da companhia, segundo Bergamo, é viabilizar o lançamento de 100 a 150 produtos nos próximos dois anos. "A empresa possui inúmeras marcas de destaque no mercado que são bastante complementares ao portfólio de negócios da Hypermarcas. Isso vai possibilitar que a empresa se fortaleça", afirmou durante teleconferência. Bergamo afirmou que, em 2011, buscará uma gestão independente, com o foco de integração de diferentes oportunidades. A ideia é aproveitar a presença alcançada no mercado farmacêutico em especialidades como a de pediatria, otorrino e ortopedia. "Isso é muito importante se pensarmos no Brasil do futuro, uma vez que, a nossa população passará, com o aumento do poder aquisitivo, a ir aos mais aos médicos e ter mais acesso a prescrições médicas", afirmou o executivo. Ele ressaltou ainda que há inúmeras possibilidades de alcançar sinergias, por meio da otimização de funções entre as duas companhias. É possível, por exemplo, fazer fusão de equipes de visitação médica e aproveitar o potencial de distribuição de produtos às redes de farmácias, que estão se tornando, cada vez mais, lojas de conveniência. Ao ser questionado sobre a possibilidade de novas aquisições, Bergamo disse que a companhia passará agora por uma fase de "digestão", e que pretende cumprir as expectativas geradas com as últimas operações de compra. "O importante é a gente ter consciência de que em determinados momentos é preciso saber focar", afirmou. A compra da Mantecorp foi anunciada ontem pelo grupo Hypermarcas. A transação envolverá R$ 2,5 bilhões, com R$ 600 milhões em dinheiro e R$ 1,9 milhão em ações da companhia.
20/12/2010 08:16 PM
AE A Associação Brasileira de Lojistas de Shoppings (Alshop) registrou um crescimento de 20% no número de consumidores no último fim de semana em todo o Brasil. Em pesquisa realizada em 20 dos 725 centros comerciais do País, a entidade apurou ainda um aumento de 15% nas vendas no período de três dias - sexta, sábado e domingo. A expectativa de aumento de vendas para este Natal, em relação a 2009, passou de 12% para aproximadamente 13%. De acordo com a entidade, com a segunda parcela do 13.º no bolso, os brasileiros estão gastando em média entre R$ 80 e R$ 110 com os presentes de Natal, principalmente brinquedos e aparelhos eletrônicos. Além de brinquedos, as crianças têm escolhido produtos tecnológicos, como videogames e iPods, enquanto a preferência dos adultos é por televisores de LCD e plasma e câmeras digitais. A Alshop prevê um crescimento de 17% nas vendas de perfumaria e cosméticos, de 14% em eletroeletrônicos, livrarias, CDs e DVDs e de 13% no setor de brinquedos.
20/12/2010 08:13 PM
AE O diretor presidente da BM&FBovespa, Edemir Pinto, acredita que o ano de 2011 na bolsa será marcado pela abertura de capital de empresas com atuação em setores associados ao consumo. Durante cerimônia que marcou o início das negociações dos papéis da Droga Raia, o executivo enfatizou que outras empresas com perfil semelhante devem seguir o caminho da rede de varejo farmacêutico. "Acredito que boa parte dos IPOs (abertura de capital das empresas) será atrelada ao setor de consumo", destacou. Questionado se outras redes farmacêuticas podem se juntar à Droga Raia e à Drogasil ao grupo de empresas do setor com capital aberto, Edemir Pinto despistou, para, em seguida, afirmar que aposta em outra área ligada à saúde: a de laboratórios farmacêuticos. "O aumento da renda per capita vai começar a fazer diferença a partir de agora, principalmente no setor de consumo", reforçou, sem dar pistas sobre as possíveis interessadas. Antes de chamar os executivos da Droga Raia para o toque da campainha, ato que simboliza o início do pregão, o executivo aproveitou a cerimônia oficial do último IPO do ano para fazer um balanço de 2010. "Este é o 11º IPO do ano, em operações que já movimentaram R$ 11 bilhões. Se considerarmos também ofertas feitas por empresas que já estão na Bolsa, dá um volume total de R$ 149 bilhões, o maior da história", destacou Edemir Pinto hoje pela manhã. O resultado, impulsionado principalmente pela megacapitalização da Petrobras, representa um salto de 224% em relação ao movimento total de R$ 46 bilhões do ano passado, quando foram realizadas 24 ofertas, das quais seis aberturas de capital. E esse número poderia ser ainda maior, segundo Edemir Pinto. "O resultado de 2010 ficou aquém de nossa expectativa, principalmente em relação ao número de IPOs, mas o volume de registros na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) é algo que nos motiva muito", completa. Além do ingresso de novas empresas na Bolsa, Edemir Pinto se mostra otimista em 2011 com programas como Bovespa Mais, idealizado para tornar o mercado acionário brasileiro mais acessível a um número maior de empresas. "Vamos colocar este segmento como benchmark para 2011", afirmou o executivo. A previsão da BM&FBovespa é de que um novo requerimento de ingresso de companhia no Bovespa Mais possa ser aprovado até o final deste ano. Droga Raia A abertura de capital da Droga Raia, a mais antiga rede de farmácias do País, representa o primeiro IPO de uma empresa de comércio farmacêutico deste ano. Para o diretor-presidente da rede, Antonio Carlos Pipponzi, a abertura de capital representa um "marco" na história da empresa fundada em 1905, em Araraquara (SP), que possuía apenas sete unidades até o início da década de 1980 e encerrou setembro passado com 326 lojas. "Agora queremos crescer mais. A abertura de capital fortalece a Raia para seguir com seu plano de expansão, mantendo os mesmos princípios de seu modelo de governança corporativa", afirmou. A Droga Raia é a quinta maior rede de drogarias do País e, nos nove primeiros meses de 2010, registrou receita bruta de R$ 1,35 bilhão e Ebitda de R$ 57,2 milhões. A operação de abertura de capital movimentou até R$ 654,7 milhões, conforme registrado pela empresa na Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
20/12/2010 08:09 PM
Reuters Por Leah Schnurr NOVA YORK (Reuters) - As ações norte-americanas buscaram mais ganhos nesta segunda-feira, o que levou o índice Standard and Poor's 500 à máxima em dois anos, dando sequência à recente valorização conforme investidores acreditam que o bom momento continuará em 2011. O S&P 500 ganhou 0,25 por cento, para 1.247 pontos. O indicador acumula avanço de 5,7 por cento neste mês e de 11,8 por cento em 2010. O termômetro de tecnologia Nasdaq também subiu 0,25 por cento, para 2.649 pontos, mas o índice Dow Jones, referência da bolsa de Nova York, recuou 0,12 por cento, para 11.478 pontos. Como esperado para o restante de 2010, o volume foi fraco. Investidores preferiram se apegar a papéis de setores que têm estado na dianteira do forte rali de dezembro, como o financeiro, de energia e de matérias-primas. "Temos visto um rali de final de ano que se recusa a perder chão", disse Bucky Hellwig, vice-presidente sênior da BB&T Wealth Management, em Birmingham, Alabama. Segundo ele, a combinação de dados macroeconômicos melhores, estímulos adicionais por parte do Federal Reserve e a prorrogação dos cortes tributários está mantendo as ações em alta. O índice que mede o desempenho do setor financeiro, que tem estado abaixo da média do mercado, subiu 0,4 por cento. Os agentes apostam que esse segmento pode estar entre os de melhor desempenho no próximo ano, após a forte performance em dezembro. As ações do segmento de energia direcionaram o mercado para cima, na cola da valorização de quase 1 por cento nos preços do petróleo em Nova York, numa sessão volátil. Os papéis da Chevron ganharam 0,4 por cento. Os mercados norte-americano ficarão fechados na sexta-feira, na véspera do feriado de Natal.
20/12/2010 07:58 PM
AE A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) não sustentou a alta da abertura dos negócios e, apesar de registrar a máxima de 68.196 pontos ao longo do dia, em alta de 0,32%, perdeu fôlego. O índice Bovespa (Ibovespa) fechou em queda de 1,06%, aos 67.263,60 pontos. O volume negociado nesta segunda-feira foi de R$10,602 bilhões, favorecido pelo exercício de opções, que movimentou R$ 2,99 bilhões. O Ibovespa permaneceu no terreno negativo na maior parte do dia, descolado de Nova York e das principais bolsas europeias. O último vencimento de opções sobre ações neste ano garantiu volatilidade hoje, pressionando Petrobras e Vale ao longo do dia. Encabeçou o primeiro lugar com maior volume financeiro neste exercício a opção de Vale PNA, que a R$ 49,53 por ação movimentou R$ 385,1 milhões. As ações da Vale PNA no mercado à vista fecharam em queda de 0,12%, a R$ 49,80; e Vale ON fechou em declínio de 0,70%, a R$ 56,50. A Petrobras PN fechou com recuo de 1,43%, cotada a R$ 25,57, e Petrobras ON cedeu 1,01%, para R$ 28,33. Também contribuíram para o giro financeiro desta segunda-feira a oferta pública para aquisição (OPA) da Tivit, empresa de terceirização de serviços de TI, que movimentou R$ 721,2 milhões, com a negociação de 37.696.592 papéis, e a oferta pública para aquisição (OPA) da Vale Fertilizantes (nova razão social da Fosfertil) para compra da totalidade das ações da companhia, que movimentou R$ 447.449,50, com a negociação de 20.317 papéis, ao preço previsto de R$ 23,50 por ação, segundo informações da Bovespa. As construtoras e incorporadoras passaram grande parte do dia no território negativo. Com a inflação superando o centro da meta, o temor com aumento da taxa Selic no próximo ano afeta pontualmente o setor, ponderou um estrategista. No fechamento, a MRV ON liderou as maiores baixas do índice, com queda de 4%, para R$ 14,39. Por outro lado, hoje, ações de varejo ainda refletiam a perspectiva favorável para consumo traçada pela estimativa de renda real ainda robusta no próximo ano. Hoje ocorreu a estreia das ações da Droga Raia, representando a 11ª oferta pública inicial de ações (IPO) deste ano. A Bolsa divulgou que a ação da Droga Raia, após o encerramento do pregão de hoje, será incluída no ??ndice de Ações com Governança Corporativa Diferenciada (IGC) e no ??ndice de Ações com Tag Along Diferenciado (Itag). Dados da BM&FBovespa, ao fazer um balanço do ano, apontam que a captação total de 2010 chega a R$ 149 bilhões, a maior da história da Bolsa, com destaque para a oferta da Petrobras. Em 2009, a BM&FBovespa calcula que foram captados R$ 46 bilhões.
20/12/2010 07:55 PM
Valor Online O orçamento da BM&FBovespa para investimentos em 2011 é de R$ 235 milhões a R$ 255 milhões. Boa parte dos recursos será aplicada em tecnologia da informação. Entre os principais projetos da bolsa para o próximo ano estão o novo sistema de negociação, o novo data center, a integração das clearings e a melhoria de infraestrutura. De acordo com informe distribuído hoje pela empresa, o orçamento de despesas ajustadas é de R$ 625 milhões, com uma margem de variação de R$ 10 milhões para cima ou para baixo. Esse orçamento não inclui, entre outros itens, despesas de depreciação, opções de ações para funcionários, e provisão para devedores duvidosos. Os gastos previstos para 2011 consideram, por exemplo, recursos para a nova plataforma de negociação e o data center, além de verbas de divulgação, "com foco em educação financeira voltada para investidores de varejo".
20/12/2010 07:51 PM
Reuters Foto: Agência Estado A Organização Mundial do Comércio (OMC) decidiu favoravelmente ao Brasil no processo em que o país questionou medidas antidumping impostas pelos Estados Unidos ao suco de laranja brasileiro, informou o Itamaraty nesta segunda-feira. No painel aberto pela OMC em setembro de 2009, o governo brasileiro havia pedido a condenação de uma modalidade de cálculo utilizada pelos Estados Unidos para determinar se existiria dumping por parte de produtores brasileiros nas exportações de suco de laranja ao mercado norte-americano. A modalidade de cálculo, conhecida como zeramento (zeroing, em inglês), desconsidera alguns negócios nos quais o preço de exportação foi, efetivamente, superior ao valor no mercado do país que exporta, o que descaracterizaria o dumping. Os Estados Unidos já foram condenados anteriormente por praticar a modalidade para estabelecer taxas antidumping para outros produtos. "O governo recebeu com satisfação as determinações do painel e espera que sejam confirmadas no relatório final", informou a assessoria de imprensa do Ministério das Relações Exteriores. O Brasil é o maior exportador mundial de suco de laranja e tradicionalmente já paga elevadas tarifas de importação para vender ao mercado dos EUA. As tarifas antidumping foram adicionais às taxas de importação existentes. A decisão da OMC é preliminar e o governo norte-americano poderá recorrer.
20/12/2010 07:30 PM
AE Lojistas do Estado de São Paulo terão até fevereiro para recolher parte do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) relativo a novembro, que seria pago em dezembro. Com isso, o setor terá uma folga de caixa, já que metade do imposto, ou algo em torno de R$ 200 milhões, poderá ser quitada em janeiro e a outra metade em fevereiro. O parcelamento foi autorizado hoje pelo governador Alberto Goldman e pelo secretário da Fazenda, Mauro Ricardo, que assinaram, na sede da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), decreto que concede o benefício. A medida atende a uma solicitação da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), Associação Comercial de São Paulo (ACSP), Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop), Associação Paulista de Supermercado (Apas) e o Instituto para o Desenvolvimento do Varejo (IDV). Para o economista-chefe da ACSP, Marcel Solimeo, a medida dá uma folga ao caixa das empresas, uma vez que em novembro o setor acaba gastando mais em um mês em que as vendas são menores. "O comércio vende muito em dezembro, mas ele recebe o que vai vender em dezembro no mês de novembro. Ou seja, os lojistas gastam mais no mês em que vendem menos", afirma o economista da ACSP. "Como em novembro se vende pouco e se gasta mais, temos conseguido este benefício para o comércio já há alguns anos", acrescentou. De acordo com nota distribuída pela assessoria de imprensa da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo, "a medida fixa prazo especial para o recolhimento do tributo, que poderá ser efetuado da seguinte forma: 50% no mês de janeiro de 2011 e 50% no mês de fevereiro de 2011, com dispensa de juros e multas, desde que a primeira parcela seja recolhida até 20 de janeiro e a segunda até 22 de fevereiro". O recolhimento parcelado do ICMS é facultativo e beneficiará o comércio varejista, que registra um aumento significativo nas vendas no período natalino. Caso o contribuinte opte pelo pagamento em duas vezes, deverá efetivá-lo por meio de Guia de Arrecadação Estadual (Gare), disponível no site da Secretaria da Fazenda. Pelo menos 35 setores serão beneficiados, entre eles bebidas, padarias, supermercados, lojas de departamentos, roupas, calçados, perfumes, açougues, eletrônicos, móveis, material de construção, papelarias, artigos esportivos, medicamentos, bijuterias e autopeças. Segundo a Fazenda, a medida trará benefícios para cerca de 70 mil empresas, que respondem por 96% da arrecadação no varejo.
20/12/2010 06:59 PM
AE Sem investimentos em expansão há 15 anos, o grupo Paranapanema anunciou hoje que pretende gastar R$ 510 milhões até 2013 para ampliar sua produção no País, e se tornar líder no mercado interno de cobre refinado. Segundo o presidente do grupo, Luiz Ferraz, parte dos recursos virá de caixa próprio e o restante de financiamentos, visto que a companhia reestruturou sua dívida e hoje tem espaço para buscar novos financiamentos. Entre os projetos de expansão, o mais importante é o da fábrica da Bahia de cobre refinado, que prevê uma ampliação da capacidade dos atuais 240 mil toneladas para 280 mil toneladas de cobre refinado por ano. Além disso, o grupo pretende elevar sua produção de tubos de 16 milhões de toneladas para 36 milhões de toneladas. "A Paranapanema quer ser a grande líder no mercado interno. Vamos dificultar a vida do Chile por aqui", afirmou Ferraz, ao se referir aos produtores chilenos, um dos maiores no setor de cobre. Durante apresentação na Apimec Rio, o presidente do grupo Paranapanema destacou que a companhia, depois de sua reestruturação de dívida em 2009, está focada agora em aumentar a rentabilidade de seus ativos. Em seus planos estão também a construção de uma unidade de beneficiamento de ouro e prata, metais que sobram no processo de produção de cobre na empresa, e antes não eram aproveitados. A nova estratégia do grupo contempla ainda os 105 direitos minerários que a Paranapanema tem registrado no Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM). O executivo informou que o grupo fechou um acordo com uma mineradora para avaliar o valor real destes 105 direitos minerários. Entretanto, Ferraz disse que a Paranapanema não pretende se tornar uma mineradora e a intenção é fechar parcerias com companhias do setor para garantir um fornecimento de insumos no longo prazo, a preços mais baratos, o que permitirá à companhia aumentar a competitividade no mercado. Ferraz revelou que um dos direitos minerários já foi vendido por um valor que pode chegar a US$ 8,1 milhões. Dos 105 direitos minerários impostos à Paranapanema, 25 são de minas de cobre. Questionado sobre a possibilidade da Vale fazer uma nova oferta pelas ações da companhia, o executivo preferiu não comentar rumores e se limitou a comemorar o crescimento da Paranapanema nos últimos anos. "Se a Vale demorar (a fazer uma nova oferta) ela vai pagar três vezes mais caro" afirmou Ferraz, ao lembrar que a Paranapanema passou por um período de reestruturação, e que hoje tem uma sólida posição financeira.
20/12/2010 06:50 PM
Valor Online . O sócio da Beta Advisors, Rodrigo Menon, explica que o principal motivo da queda da moeda americana é um ajuste técnico, após a alta de 0,76% na sexta-feira.
"Quando o dólar sobe um pouco, os investidores começam a vender mesmo. É uma questão de oportunidade", enfatiza Menon.
No fim da jornada, o dólar comercial registrava queda de 0,40%, cotado a R$ 1,706 na compra e a R$ 1,708 na venda.
Na roda de "pronto" da Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F), o dólar caiu 0,42%, para R$ 1,7072. O volume subiu de US$ 61 milhões, na sexta-feira, para US$ 147,75 milhões hoje.
Já os negócios no interbancário caíram de US$ 2,5 bilhões para US$ 1,7 bilhão, no mesmo período.
Também na BM&F, o dólar para janeiro apontava desvalorização de 0,40%, a R$ 1,712, antes do ajuste final de posições.
O real não seguiu a mesma tendência do euro nesta sessão. A moeda comum europeia teve um dia de queda ante o dólar, chegando a US$ 1,310 na mínima do dia. Vale notar, porém, que as commodities tiveram um pregão de alta, o que deu força à moeda brasileira.
Por fim, o gerente de câmbio da Treviso Corretora de Câmbio, Reginaldo Galhardo, lembra que o mercado está se preparando para o encerramento do ano. "Com a proximidade das festas de fim de ano, a quantidade de negócios no câmbio diminui, de forma que não há muita força para o dólar subir ou cair acentuadamente", afirma.
(Karin Sato | Valor)
20/12/2010 06:37 PM
iG São Paulo A BM&FBovespa lança nesta segunda-feira rádios com música e informações sobre finanças pessoais e sobre a Bolsa de Valores de São Paulo para o público jovem e feminino. Estão disponíveis neste endereço as rádios Mulheres em Ação e Desafio, com programação musical específica para cada público, notícias, entrevistas sobre finanças pessoais, e podcasts. A atualização é diária e o acesso, gratuito. A iniciativa faz parte dos programas de popularização dos mercados da BM&FBovespa e busca uma aproximação maior com esses públicos. A rádio Mulheres em Ação veicula inserções na programação musical com dicas sobre orçamento doméstico, desenvolvimento profissional, investimentos, saúde da mulher e filhos. A rádio Desafio, com programação para jovens, traz informações sobre consumo, poupança e investimento, com enfoque maior em enquetes e interatividade. Os ouvintes podem pedir músicas, fazer perguntas sobre educação financeira e dar sugestões, além de compartilhar as rádios em suas redes sociais. Aqueles que não podem ficar plugados têm a possibilidade de fazer download dos podcasts e levar o conteúdo em dispositivos móveis. A rádio para o público feminino integra o Programa Mulheres em Ação, que oferece cursos, palestras e um portal com dicas e artigos sobre comportamento, orçamento pessoal, investimentos e futuro. A rádio Desafio, por sua vez, está ligada ao Desafio BM&FBovespa - competição entre alunos do ensino médio do estado de São Paulo, em que eles se enfrentam em simulações de investimento, após assistirem a cursos sobre finanças pessoais e mercado acionário. As escolas vencedoras recebem prêmios em dinheiro para a compra de ações de empresas brasileiras.
20/12/2010 05:54 PM
iG São Paulo A Faculdade Cásper Líbero, de São Paulo, recebe de 20 de dezembro a 10 de janeiro currículos de candidatos a professor das disciplinas de Jornalismo Especializado em Economia, Jornalismo Opinativo e Antropologia. Os candidatos deverão apresentar currículo documentado no ato da inscrição, que deve ser feita pessoalmente, de segunda a sexta, das 9h às 20h, na central de atendimento da Faculdade, Avenida Paulista, 900, 5º andar. Caso o candidato seja selecionado, estão previstas uma entrevista e uma prova didática. Mais detalhes pelo telefone (11) 3170-5880.
20/12/2010 05:48 PM


