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Tiago durante a competição (Foto: Leandro Nascimento/Divulgação)

 

Com 24 anos, o peão Tiago Diogo de Faria, de Floreal, cidade situada a 521 km de São Paulo, se tornou o campeão de montarias em touro do 18º Barretos International Rodeo. A final da competição, considerada a mais importante da 55ª edição da Festa do Peão de Barretos, ocorreu na noite deste domingo (29) –último dia do evento.

Apesar de competir desde os 16 anos, esta foi a primeira vez que o jovem participa da festa em Barretos. “Eu não esperava ganhar, foi a melhor coisa que Deus colocou na vida”, afirmou, emocionado.

Ao conquistar 356,50 pontos, ele ficou em primeiro lugar e irá levar para casa o prêmio de US$ 100 mil. Em segundo lugar ficou Adriano Guedes Silva, de Pereira Barreto, a 623 km da capital paulista, com 348,50 pontos. Em terceiro ficou o competidor Alex Trindade Nascimento, de Caxias do Sul (RS), com 343 pontos.

A competição internacional teve início na quinta-feira (26), com os 59 peões classificados na arena do Parque do Peão.

A montaria em touros requer coordenação, reflexos rápidos e coragem. A duração é de oito segundos e o peão não deve tocar o animal ou o equipamento com sua mão livre.

O Grêmio errou muito na primeira etapa. O Atlético-PR recuou muito na segunda. Em um jogo de dois tempos bastante distintos, Furacão e Tricolor ficaram em um empate por 1 a 1 na Arena, que não foi bom para nenhuma das duas equipes.

O Atlético-PR, que buscava sua terceira vitória seguida, segue na zona intermediária da tabela de classificação. O time curitibano é o 12º colocado, com 21 pontos, a seis de distância do G-4. O Grêmio segue sem vencer fora de casa e perdeu boa oportunidade de deixar a zona de rebaixamento. Os gaúchos ocupam a 17ª posição, primeira da área da degola, com 16 pontos. O Prudente, 16º, tem a mesma pontuação.

O Furacão volta a jogar em casa na 18ª rodada. O time recebe o Ceará na quarta-feira, às 22h (de Brasília). No mesmo dia, às 19h30m, o Tricolor enfrenta o Guarani, no Estádio Olímpico.

Erro de Rochemback custa caro

Os dois times começaram o jogo marcando muito forte, e foi em uma bobeira de Olberdam que surgiu a primeira boa chance, aos 11. O volante perdeu a bola e Souza deu bom passe para Jonas que, dentro da área, cortou Manoel duas vezes e chutou, mas mandou por cima do gol. A resposta do Furacão veio aos 18, também em um erro da defesa, com Fábio Rochemback pisando na bola. Maikon Leite aproveitou e soltou uma bomba para Victor fazer grande defesa.

A situação se repetiu aos 35, mas dessa vez teve um fim diferente. Fábio Rochemback cometeu uma falha incrível e a bola sobrou para Maikon Leite, que passou como quis por Rafael Marques, driblou Victor e bateu para o gol aberto, fazendo 1 a 0.

O gol animou o Atlético-PR e Victor evitou que o drama gremista aumentasse em duas tentativas de Branquinho. Primeiro, aos 37, ele recebeu bom passe na área, limpou a marcação e bateu cruzado para a defesa do goleiro. No minuto seguinte, o meio-campo arriscou de fora da área, mas o camisa 1 mais uma vez se esticou para evitar o gol.

Um outro Grêmio no segundo tempo

O Grêmio voltou com outra postura para o segundo tempo e logo aos três minutos teve um gol anulado. Depois de cobrança de escanteio, Jonas desviou na primeira trave e Borges, impedido, completou para o gol. O time visitante seguiu no ataque e foi recompensado aos 14. Leandro, que havia acabado de entrar, cruzou da direita, e Vilson subiu mais que a defesa para empatar a partida.

O Tricolor esteve muito perto de virar aos 23 minutos. Borges, um dos destaques da segunda etapa, chutou colocado de fora da área e acertou a trave de Neto. Sete minutos depois, Wagner Diniz precisou se esforçar muito para afastar cruzamento de Jonas que Borges receberia livre na área.

O Atlético-PR só levou perigo para o gol de Victor aos 38 minutos, quando Paulo Baier dominou no peito, girou e bateu de voleio, mas o goleiro fez mais uma boa defesa. O Grêmio também tirou o pé do acelerador no fim e Neto só apareceu em chute de longe de Leandro, aos 43.
 

Jogando em casa, o Atlético-GO queria aproveitar o embalo da vitória por 3 a 0 sobre o Palmeiras, na rodada passada, para dar mais um passo na tentativa de deixar a zona de rebaixamento. Já o Avaí entrou em campo com a pretensão de se aproximar do G-4. No fim, as duas equipes empataram em 2 a 2, neste domingo, no Serra Dourada, e não alteraram suas situações após a 17ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Curiosamente, os quatro gols da partida foram marcados por apenas dois jogadores. Elias e Vandinho fizeram dois para Atlético-GO e Avaí, respectivamente.

Com o resultado, o Dragão foi para 14 pontos, mas continua na penúltima colocação da tabela. O Leão, agora com 23 pontos, ganhou uma posição e agora aparece em oitavo lugar.

Na próxima rodada, o Atlético-GO enfrenta o São Paulo, quinta-feira, às 21h, no Morumbi. No mesmo dia e horário, o Avaí pega o Santos, na Vila Belmiro.

Confira a tabela e a classificação do Brasileirão


Avaí sai na frente, mas Elias vira para o Atlético-GO

As equipes começaram a partida em ritmo lento. Aos poucos, o jogo foi melhorando, e após uma chance de gol para cada lado, o Avaí abriu o placar do Serra Dourada, com Vandinho, aos 21 minutos. Após linda enfiada de bola de Jefferson, o atacante ficou cara a cara com Márcio e tocou, de primeira, na saída do goleiro rubro-negro. Vandinho é o artilheiro do Leão na temporada, com 13 gols.

O gol empolgou o time avaiano. Apenas três minutos depois, Vandinho recebeu dentro da área, passou pela marcação e chutou cruzado de esquerda. O goleiro do Dragão caiu e fez boa defesa.

A alegria do Leão, no entanto, não durou muito tempo. Aos 28 minutos, o Atlético-GO conseguiu empatar a partida, com Elias. O atacante recebeu ótimo passe de Diguinho na ponta direita, cortou para o meio e soltou uma bomba com o pé esquerdo.

A partir daí, o time rubro-negro passou a dominar a partida, e, aos 41 minutos, o goleiro Renan salvou o Avaí em chutes de Marcão, e na sequência, de Pituca.

A pressão atleticana não demorou para se transformar em gol. Aos 42, Elias marcou o seu segundo no jogo, o sétimo no campeonato. Ele recebeu na ponta direita, puxou para o meio, ajeitou, olhou e soltou uma bomba, que morreu no ângulo direito de Renan. Foi mais um belo gol do jogador rubro-negro, que vive grande fase, e está na briga pela artilharia.

Dragão diminui o ritmo, e permite o empate

O segundo tempo começou da mesma forma que terminou o primeiro, com domínio do Atlético-GO. Mesmo com a vantagem no placar, o time não recuou, e seguiu atacando o Avaí. Tanto que, logo aos dois minutos, Vítor Ferraz quase fez o terceiro após belo passe se Marcão.

O Avaí teve algumas chances em jogadas de contra-ataque, mas pecava nas finalizações. Para tentar melhorar o panorama do jogo, o técnico Antônio Lopes promoveu duas substituições de uma só vez, aos 12 minutos. E o dedo do comandante surtiu efeito. O time melhorou, o Atlético-GO diminuiu o ritmo e o jogo ficou mais equilibrado.

Aos 26 minutos, o Dragão foi punido pela apatia mostrada a partir da segunda metade da etapa final com o gol de empate do Avaí. Marcinho Guerreiro mandou de voleio para a área, Vítor Ferraz tentou afastar de cabeça e falhou feio. Vandinho apareceu sozinho na pequena área e estufou a rede do goleiro Márcio.

A igualdade no placar fez os donos da casa acordarem. O Atlético-GO se organizou em campo e quase chegou ao terceiro gol aos 35 minutos. Marcão chutou meio esquisito e Renan defendeu. Aos 39, o goleiro voltou a salvar o Leão, desta vez, em bela jogada de Vítor Ferraz.

 

Um tempo inteirinho do São Paulo, um do Fluminense e empate no Maracanã. Teve de tudo no duelo de tricolores. Jogão com gol de goleiro, belas defesas, pênalti perdido (ou defendido), falhas, tensão, sofrimento. Neste domingo, os são-paulinos conseguiram frear o líder do campeonato, mas ainda não foi dia de voltar a vencer. Os cariocas, depois de um cochilo na primeira etapa, pressionaram muito na volta do intervalo, martelaram, mas não conseguiram os três pontos. Foi jogo de Rogério Ceni. O capitão do Morumbi marcou de falta, fez grandes defesas e evitou a derrota no Rio. No fim, um 2 a 2 justo, bem melhor para o time de Muricy Ramalho, que completa 14 partidas de invencibilidade.

A equipe das Laranjeiras chega a 37 pontos, mantém a liderança, mas vê a diferença para o vice-líder Corinthians cair de cinco para três pontos. O São Paulo está em 15º, com 19, bem distante da zona de classificação para a Libertadores da América.

Na próxima quarta-feira, o Fluminense recebe o Palmeiras, no Maracanã, às 22h. O São Paulo também joga em casa. Na quinta, às 21h, no Morumbi, enfrenta o Atlético-GO.

São Paulo vira a sorte e o placar

 

 Cobrança de falta quase no ângulo, chutes de longe, de dentro da área, cruzamentos e mais cruzamentos. O São Paulo gastou as opções ofensivas desde os primeiros minutos. Chegou com Fernandinho, com Richarlyson, Junior Cesar, Jean. Nem Rogério Ceni ficou fora na hora de tentar vencer Fernando Henrique. Foi pelo lado esquerdo que a equipe do técnico interino Sérgio Baresi tentou se achar no Maracanã. Ele escalou Richarlyson daquele lado, bem perto de Fernandinho e Junior Cesar. Incrível como a fase dos são-paulinos não ajuda. Todas as tentativas pararam no camisa 1 do Flu ou na zaga adversária.

Incrível como a fase do Fluminense de Muricy Ramalho é iluminada. Incrível como Conca é importante para o líder do campeonato. O argentino bom de bola tem jogado demais. Aos oito, quando o rival era melhor, ele partiu pela esquerda, parou na frente do marcador e esperou. Julio Cesar passou e recebeu. Assim mesmo, no automático. O cruzamento rasteiro encontrou Deco livre na área. De primeira, o camisa 20 abriu o placar: 1 a 0. Primeiro gol dele com a camisa do Fluminense em três partidas.

O abatimento do São Paulo não durou quase nada. Dois minutos depois, em lance bem parecido com o gol carioca, Fernandinho invadiu a área pela esquerda, viu Richarlyson sozinho e rolou. O chute forte foi cortado por Fernando Bob quase sobre a linha. Jean e Junior Cesar voltaram a tentar de longe, sempre perigosos. Fernando Henrique estava atento.

A proposta do Fluminense era clara. Tentar roubar a bola no meio-campo e armar contra-ataques. Numa dessas, Mariano cruzou para a área e encontrou Washington. O Coração Valente, que há um mês defendia o Tricolor Paulista, pegou de primeira e mandou para longe do gol. Pouco para o primeiro colocado na tabela. Sem o atacante Emerson, suspenso, Muricy armou o time no esquema 4-5-1. Belletti, mal no meio-campo, substituiu Sheik, com Deco e Conca com liberdade para encostar em Washington, o que não aconteceu.

Em dois ataques, a sorte do São Paulo virou. Numa das muitas faltas cometidas pelo Fluminense perto da área, Rogério Ceni tentou outra vez, aos 34. Foi por baixo que ele conseguiu superar a barreira e o goleiro: 90º gol da carreira do capitão e 1 a 1 no placar. A última vez que ele havia marcado de falta foi na derrota por 2 a 1 contra o Once Caldas, da Colômbia, em fevereiro, pela Libertadores da América. Um minuto depois, Richarlyson cruzou da esquerda, na segunda trave, Julio Cesar não acompanhou a subida de Fernandão, Fernando Henrique saiu mal, e o atacante cabeceou para virar: 2 a 1. O gol irritou a torcida do Fluminense, que passou a vaiar o goleiro e o volante Belletti.

Fluminense abafa, mas só empata

Vinte e três segundos. Foi o tempo que o atacante Rodriguinho, que voltou para a etapa final no lugar de Belletti, precisou para mostrar que o Fluminense seria outro. Após bela arrancada do volante Diogo, a bola sobrou para ele dentro da área, que disparou de esquerda. Rogério Ceni fez linda defesa em dois tempos. Toda a pressão que o São Paulo fez no primeiro tempo foi copiada pelo Tricolor carioca no segundo. Muito por conta do despertar de Deco. O meia pediu jogou, se movimentou, caiu pelos lados do campo, encarou a marcação dos volantes e zagueiros. Conca também apareceu, só que como atacante. O argentino pequenino quase virou Washington, aos seis. Após ótimo cruzamento de Julio Cesar da esquerda, ele mergulhou para cabecear e errou por muito pouco. Pouco depois, Mariano achou Rodriguinho na área. Outra cabeçada que assustou Rogério Ceni.

O São Paulo se encolheu. Achou que era melhor segurar o placar, desistiu de atacar. Baresi tirou Fernandão e colocou Cleber Santana antes dos dez minutos. O empate era questão de tempo. Só o Flu jogava, pressionava com toda a força. Aos 14, Conca cobrou falta para a área, Ceni não saiu do gol, e Leandro Euzébio deixou tudo igual, de cabeça: 2 a 2. O empate fez Baresi mexer outra vez. Ele tirou Fernandinho, que foi muito bem no primeiro tempo, e colocou o meia Marlos como atacante, com o apoio de Cleber Santana e Marcelinho.

Até Rogério Ceni falhou. Aos 21, errou na saída de bola e jogou nos pés de Rodriguinho. O chute saiu cruzado e torto. Mas o capitão são-paulino não se cansa de acumular créditos. Não é do tipo que espera muito tempo para se recuperar. Aos 24, Deco tentou passar por Richarlyson dentro da área, a bola tocou na mão do volante, e o árbitro Leandro Pedro Vuaden marcou pênalti. Na cobrança, Washington, que ainda é o artilheiro do São Paulo na temporada com 13 gols, bateu rasteiro, no canto direito, e Rogério foi buscar. Pouco depois, Deco bateu cruzado, e lá estava Rogério outra vez.

O São Paulo decidiu tentar a vitória nos dez minutos finais. Chegou perto com Cleber Santana em chute cruzado, aos 36. Chegou muito, muito perto mesmo, com Marcelinho, aos 38. Livre na área, o garoto perdeu de forma inacreditável. Resultado justo ou não, foi uma noite de grande jogo no Maracanã.
 

Um tempo inteirinho do São Paulo, um do Fluminense e empate no Maracanã. Teve de tudo no duelo de tricolores. Jogão com gol de goleiro, belas defesas, pênalti perdido (ou defendido), falhas, tensão, sofrimento. Neste domingo, os são-paulinos conseguiram frear o líder do campeonato, mas ainda não foi dia de voltar a vencer. Os cariocas, depois de um cochilo na primeira etapa, pressionaram muito na volta do intervalo, martelaram, mas não conseguiram os três pontos. Foi jogo de Rogério Ceni. O capitão do Morumbi marcou de falta, fez grandes defesas e evitou a derrota no Rio. No fim, um 2 a 2 justo, bem melhor para o time de Muricy Ramalho, que completa 14 partidas de invencibilidade.

A equipe das Laranjeiras chega a 37 pontos, mantém a liderança, mas vê a diferença para o vice-líder Corinthians cair de cinco para três pontos. O São Paulo está em 15º, com 19, bem distante da zona de classificação para a Libertadores da América.

Na próxima quarta-feira, o Fluminense recebe o Palmeiras, no Maracanã, às 22h. O São Paulo também joga em casa. Na quinta, às 21h, no Morumbi, enfrenta o Atlético-GO.

São Paulo vira a sorte e o placar

 

 Cobrança de falta quase no ângulo, chutes de longe, de dentro da área, cruzamentos e mais cruzamentos. O São Paulo gastou as opções ofensivas desde os primeiros minutos. Chegou com Fernandinho, com Richarlyson, Junior Cesar, Jean. Nem Rogério Ceni ficou fora na hora de tentar vencer Fernando Henrique. Foi pelo lado esquerdo que a equipe do técnico interino Sérgio Baresi tentou se achar no Maracanã. Ele escalou Richarlyson daquele lado, bem perto de Fernandinho e Junior Cesar. Incrível como a fase dos são-paulinos não ajuda. Todas as tentativas pararam no camisa 1 do Flu ou na zaga adversária.

Incrível como a fase do Fluminense de Muricy Ramalho é iluminada. Incrível como Conca é importante para o líder do campeonato. O argentino bom de bola tem jogado demais. Aos oito, quando o rival era melhor, ele partiu pela esquerda, parou na frente do marcador e esperou. Julio Cesar passou e recebeu. Assim mesmo, no automático. O cruzamento rasteiro encontrou Deco livre na área. De primeira, o camisa 20 abriu o placar: 1 a 0. Primeiro gol dele com a camisa do Fluminense em três partidas.

O abatimento do São Paulo não durou quase nada. Dois minutos depois, em lance bem parecido com o gol carioca, Fernandinho invadiu a área pela esquerda, viu Richarlyson sozinho e rolou. O chute forte foi cortado por Fernando Bob quase sobre a linha. Jean e Junior Cesar voltaram a tentar de longe, sempre perigosos. Fernando Henrique estava atento.

A proposta do Fluminense era clara. Tentar roubar a bola no meio-campo e armar contra-ataques. Numa dessas, Mariano cruzou para a área e encontrou Washington. O Coração Valente, que há um mês defendia o Tricolor Paulista, pegou de primeira e mandou para longe do gol. Pouco para o primeiro colocado na tabela. Sem o atacante Emerson, suspenso, Muricy armou o time no esquema 4-5-1. Belletti, mal no meio-campo, substituiu Sheik, com Deco e Conca com liberdade para encostar em Washington, o que não aconteceu.

Em dois ataques, a sorte do São Paulo virou. Numa das muitas faltas cometidas pelo Fluminense perto da área, Rogério Ceni tentou outra vez, aos 34. Foi por baixo que ele conseguiu superar a barreira e o goleiro: 90º gol da carreira do capitão e 1 a 1 no placar. A última vez que ele havia marcado de falta foi na derrota por 2 a 1 contra o Once Caldas, da Colômbia, em fevereiro, pela Libertadores da América. Um minuto depois, Richarlyson cruzou da esquerda, na segunda trave, Julio Cesar não acompanhou a subida de Fernandão, Fernando Henrique saiu mal, e o atacante cabeceou para virar: 2 a 1. O gol irritou a torcida do Fluminense, que passou a vaiar o goleiro e o volante Belletti.

Fluminense abafa, mas só empata

Vinte e três segundos. Foi o tempo que o atacante Rodriguinho, que voltou para a etapa final no lugar de Belletti, precisou para mostrar que o Fluminense seria outro. Após bela arrancada do volante Diogo, a bola sobrou para ele dentro da área, que disparou de esquerda. Rogério Ceni fez linda defesa em dois tempos. Toda a pressão que o São Paulo fez no primeiro tempo foi copiada pelo Tricolor carioca no segundo. Muito por conta do despertar de Deco. O meia pediu jogou, se movimentou, caiu pelos lados do campo, encarou a marcação dos volantes e zagueiros. Conca também apareceu, só que como atacante. O argentino pequenino quase virou Washington, aos seis. Após ótimo cruzamento de Julio Cesar da esquerda, ele mergulhou para cabecear e errou por muito pouco. Pouco depois, Mariano achou Rodriguinho na área. Outra cabeçada que assustou Rogério Ceni.

O São Paulo se encolheu. Achou que era melhor segurar o placar, desistiu de atacar. Baresi tirou Fernandão e colocou Cleber Santana antes dos dez minutos. O empate era questão de tempo. Só o Flu jogava, pressionava com toda a força. Aos 14, Conca cobrou falta para a área, Ceni não saiu do gol, e Leandro Euzébio deixou tudo igual, de cabeça: 2 a 2. O empate fez Baresi mexer outra vez. Ele tirou Fernandinho, que foi muito bem no primeiro tempo, e colocou o meia Marlos como atacante, com o apoio de Cleber Santana e Marcelinho.

Até Rogério Ceni falhou. Aos 21, errou na saída de bola e jogou nos pés de Rodriguinho. O chute saiu cruzado e torto. Mas o capitão são-paulino não se cansa de acumular créditos. Não é do tipo que espera muito tempo para se recuperar. Aos 24, Deco tentou passar por Richarlyson dentro da área, a bola tocou na mão do volante, e o árbitro Leandro Pedro Vuaden marcou pênalti. Na cobrança, Washington, que ainda é o artilheiro do São Paulo na temporada com 13 gols, bateu rasteiro, no canto direito, e Rogério foi buscar. Pouco depois, Deco bateu cruzado, e lá estava Rogério outra vez.

O São Paulo decidiu tentar a vitória nos dez minutos finais. Chegou perto com Cleber Santana em chute cruzado, aos 36. Chegou muito, muito perto mesmo, com Marcelinho, aos 38. Livre na área, o garoto perdeu de forma inacreditável. Resultado justo ou não, foi uma noite de grande jogo no Maracanã.
 

Um tempo inteirinho do São Paulo, um do Fluminense e empate no Maracanã. Teve de tudo no duelo de tricolores. Jogão com gol de goleiro, belas defesas, pênalti perdido (ou defendido), falhas, tensão, sofrimento. Neste domingo, os são-paulinos conseguiram frear o líder do campeonato, mas ainda não foi dia de voltar a vencer. Os cariocas, depois de um cochilo na primeira etapa, pressionaram muito na volta do intervalo, martelaram, mas não conseguiram os três pontos. Foi jogo de Rogério Ceni. O capitão do Morumbi marcou de falta, fez grandes defesas e evitou a derrota no Rio. No fim, um 2 a 2 justo, bem melhor para o time de Muricy Ramalho, que completa 14 partidas de invencibilidade.

A equipe das Laranjeiras chega a 37 pontos, mantém a liderança, mas vê a diferença para o vice-líder Corinthians cair de cinco para três pontos. O São Paulo está em 15º, com 19, bem distante da zona de classificação para a Libertadores da América.

Na próxima quarta-feira, o Fluminense recebe o Palmeiras, no Maracanã, às 22h. O São Paulo também joga em casa. Na quinta, às 21h, no Morumbi, enfrenta o Atlético-GO.

São Paulo vira a sorte e o placar

 

 Cobrança de falta quase no ângulo, chutes de longe, de dentro da área, cruzamentos e mais cruzamentos. O São Paulo gastou as opções ofensivas desde os primeiros minutos. Chegou com Fernandinho, com Richarlyson, Junior Cesar, Jean. Nem Rogério Ceni ficou fora na hora de tentar vencer Fernando Henrique. Foi pelo lado esquerdo que a equipe do técnico interino Sérgio Baresi tentou se achar no Maracanã. Ele escalou Richarlyson daquele lado, bem perto de Fernandinho e Junior Cesar. Incrível como a fase dos são-paulinos não ajuda. Todas as tentativas pararam no camisa 1 do Flu ou na zaga adversária.

Incrível como a fase do Fluminense de Muricy Ramalho é iluminada. Incrível como Conca é importante para o líder do campeonato. O argentino bom de bola tem jogado demais. Aos oito, quando o rival era melhor, ele partiu pela esquerda, parou na frente do marcador e esperou. Julio Cesar passou e recebeu. Assim mesmo, no automático. O cruzamento rasteiro encontrou Deco livre na área. De primeira, o camisa 20 abriu o placar: 1 a 0. Primeiro gol dele com a camisa do Fluminense em três partidas.

O abatimento do São Paulo não durou quase nada. Dois minutos depois, em lance bem parecido com o gol carioca, Fernandinho invadiu a área pela esquerda, viu Richarlyson sozinho e rolou. O chute forte foi cortado por Fernando Bob quase sobre a linha. Jean e Junior Cesar voltaram a tentar de longe, sempre perigosos. Fernando Henrique estava atento.

A proposta do Fluminense era clara. Tentar roubar a bola no meio-campo e armar contra-ataques. Numa dessas, Mariano cruzou para a área e encontrou Washington. O Coração Valente, que há um mês defendia o Tricolor Paulista, pegou de primeira e mandou para longe do gol. Pouco para o primeiro colocado na tabela. Sem o atacante Emerson, suspenso, Muricy armou o time no esquema 4-5-1. Belletti, mal no meio-campo, substituiu Sheik, com Deco e Conca com liberdade para encostar em Washington, o que não aconteceu.

Em dois ataques, a sorte do São Paulo virou. Numa das muitas faltas cometidas pelo Fluminense perto da área, Rogério Ceni tentou outra vez, aos 34. Foi por baixo que ele conseguiu superar a barreira e o goleiro: 90º gol da carreira do capitão e 1 a 1 no placar. A última vez que ele havia marcado de falta foi na derrota por 2 a 1 contra o Once Caldas, da Colômbia, em fevereiro, pela Libertadores da América. Um minuto depois, Richarlyson cruzou da esquerda, na segunda trave, Julio Cesar não acompanhou a subida de Fernandão, Fernando Henrique saiu mal, e o atacante cabeceou para virar: 2 a 1. O gol irritou a torcida do Fluminense, que passou a vaiar o goleiro e o volante Belletti.

Fluminense abafa, mas só empata

Vinte e três segundos. Foi o tempo que o atacante Rodriguinho, que voltou para a etapa final no lugar de Belletti, precisou para mostrar que o Fluminense seria outro. Após bela arrancada do volante Diogo, a bola sobrou para ele dentro da área, que disparou de esquerda. Rogério Ceni fez linda defesa em dois tempos. Toda a pressão que o São Paulo fez no primeiro tempo foi copiada pelo Tricolor carioca no segundo. Muito por conta do despertar de Deco. O meia pediu jogou, se movimentou, caiu pelos lados do campo, encarou a marcação dos volantes e zagueiros. Conca também apareceu, só que como atacante. O argentino pequenino quase virou Washington, aos seis. Após ótimo cruzamento de Julio Cesar da esquerda, ele mergulhou para cabecear e errou por muito pouco. Pouco depois, Mariano achou Rodriguinho na área. Outra cabeçada que assustou Rogério Ceni.

O São Paulo se encolheu. Achou que era melhor segurar o placar, desistiu de atacar. Baresi tirou Fernandão e colocou Cleber Santana antes dos dez minutos. O empate era questão de tempo. Só o Flu jogava, pressionava com toda a força. Aos 14, Conca cobrou falta para a área, Ceni não saiu do gol, e Leandro Euzébio deixou tudo igual, de cabeça: 2 a 2. O empate fez Baresi mexer outra vez. Ele tirou Fernandinho, que foi muito bem no primeiro tempo, e colocou o meia Marlos como atacante, com o apoio de Cleber Santana e Marcelinho.

Até Rogério Ceni falhou. Aos 21, errou na saída de bola e jogou nos pés de Rodriguinho. O chute saiu cruzado e torto. Mas o capitão são-paulino não se cansa de acumular créditos. Não é do tipo que espera muito tempo para se recuperar. Aos 24, Deco tentou passar por Richarlyson dentro da área, a bola tocou na mão do volante, e o árbitro Leandro Pedro Vuaden marcou pênalti. Na cobrança, Washington, que ainda é o artilheiro do São Paulo na temporada com 13 gols, bateu rasteiro, no canto direito, e Rogério foi buscar. Pouco depois, Deco bateu cruzado, e lá estava Rogério outra vez.

O São Paulo decidiu tentar a vitória nos dez minutos finais. Chegou perto com Cleber Santana em chute cruzado, aos 36. Chegou muito, muito perto mesmo, com Marcelinho, aos 38. Livre na área, o garoto perdeu de forma inacreditável. Resultado justo ou não, foi uma noite de grande jogo no Maracanã.
 

Campinas foi o centro de decisões importantes e visitas neste domingo (29). Pela manhã, o diretor do Flamengo, Zico, se encontrou e contratou Paulo Silas para comandar o time. Silas é campineiro e treinou o Avai-SC e o Grêmio-RS. Ele substitui Rogério Lourenço demitido após o empate do Rubro-Negro com o Atlético-MG em 0 a 0 na quinta-feira (26). Na parte da tarde, o técnico da Seleção Brasileira, Mano Menezes assistiu o jogo entre o Guarani e o Flamengo, no estádio Brinco de Ouro. A partida teve a vitória bugrina por 2 a 1. Antes, Mano recebeu uma camisa do time do vice-presidente, Luiz Alberto Ferrari. Veja Galeria de Imagens

 

 

 

Campinas foi o centro de decisões importantes e visitas neste domingo (29). Pela manhã, o diretor do Flamengo, Zico, se encontrou e contratou Paulo Silas para comandar o time. Silas é campineiro e treinou o Avai-SC e o Grêmio-RS. Ele substitui Rogério Lourenço demitido após o empate do Rubro-Negro com o Atlético-MG em 0 a 0 na quinta-feira (26). Na parte da tarde, o técnico da Seleção Brasileira, Mano Menezes assistiu o jogo entre o Guarani e o Flamengo, no estádio Brinco de Ouro. A partida teve a vitória bugrina por 2 a 1. Antes, Mano recebeu uma camisa do time do vice-presidente, Luiz Alberto Ferrari. Veja Galeria de Imagens

 

 

 

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Casa Branca, uma das maiores cidades do Estado de São Paulo com áreas irrigadas, está sem chuvas há 84 dias e a situação já causa prejuízo aos produtores rurais. Confira o vídeo ao lado.

O produtor rural Luís Roberto Trevisan usa a irrigação na plantação de 100 hectares de feijão. O sistema era usado só uma vez por semana, mas agora é usado três vezes.

Adriana Correia é engenheira agrônoma e explica que se a planta não receber a quantidade de água necessária a produtividade pode cair em até 80%. “Não vai conseguir ter a florada e não vai conseguir formar vagem”, disse.

Para o feijão, o ideal é um clima balanceado. “Seria uma chuva a cada 15 dias”, completou a engenheira agrônoma.

Casa Branca é considerada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) a segunda cidade com a maior área irrigada de todo o Estado de São Paulo. Os agricultores já estão acostumados a gastar muito com água e energia elétrica, para movimentar os pivôs. Apesar disso, somente neste mês de agosto, os custos de produção já subiram 30% por causa do tempo seco.

No mês passado, a produção de um único hectare de feijão saia para o produtor Luis Trevisan por R$ 2,8 mil. Agora, este valor chega a R$ 3,5 mil. Só a conta de energia de um dos cinco sistemas de irrigação, saltou de R$ 3 mil para R$ 10,5 mil.

Em uma outra fazenda, o gasto com eletricidade dobrou. Os 400 hectares de batata precisam agora ser irrigados duas vezes por semana. Sem poder repassar o aumento dos custos para o consumidor, porque tem muito produto no mercado, o produtor Celso Rocheto vai arcar com o prejuízo.

Após a vitória de virada diante do Flamengo, em casa, por 2 a 1, a diretoria do Guarani anunciou o empréstimo do atacante Fabinho para a Portuguesa, que disputa a Série B. O atleta fica na Lusa até o final do ano. O contrato dele com o Bugre termina em 2012. 

 

 

Após a vitória de virada diante do Flamengo, em casa, por 2 a 1, a diretoria do Guarani anunciou o empréstimo do atacante Fabinho para a Portuguesa, que disputa a Série B. O atleta fica na Lusa até o final do ano. O contrato dele com o Bugre termina em 2012. 

 

 

Confira as exposições imperdíveis em cartaz na Pinacoteca, no CCBB, no MASP e no Mis, que agitam o circuito artístico de São Paulo!

Pinacoteca - A Pinacoteca do Estado apresenta a exposição "Coleção Domingos Giobbi - arte, uma relação afetiva". São 115 obras de arte sacra brasileira, entre elas imagens religiosas produzidas nos primeiros séculos da colonização, além de pinturas e desenhos de Di Cavalcanti, Alfredo Volpi, Lasar Segall, e cerâmicas do artista popular Nuca, de Pernambuco.

Até 22/8
Parque da Luz, nº 2 - São Paulo
Tel: 11 3324-1000
www.pinacoteca.org.br


CCBB
- O Centro Cultural Banco do Brasil apresenta uma mostra com importantes obras da artista alemã Rebecca Horn, conhecida por utilizar materiais diferenciados em suas obras como penas, chifres e espelhos. São esculturas, instalações tridimensionais e filmes produzidos entre 1970 e 1990, apresentando suas passagens pela performance, o cinema, a escultura, a escrita, a música e dialogam com a luz, o movimento e a natureza. O CCBB é o primeiro a receber uma mostra individual da artista no Brasil.

Até 3/10
Rua Álvares Penteado, 112 - Centro, São Paulo
Tel: (11) 3113-3651/52
www.bb.com.br/portalbb


MASP
- A 18ª edição da Coleção Pirelli/MASP traz 70 obras de 20 fotógrafos de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia e Pará. Alberto Bitas, Octávio Cardoso, Ieda Marques e Maria Sampaio são alguns dos nomes que têm seus trabalhos expostos na mostra. Em 2010, a exposição também homenageia dois grandes fotógrafos, o brasileiro Luiz Hossaka, que recebe uma homenagem póstuma por trabalhar no MASP desde os anos 50 e membro da Comissão Organizadora da Coleção, e o americano George Leary Love, que atuou em São Paulo dos anos 60 aos 90, e colaborou com a fotografia de expressão pessoal no Brasil.

Até 3/10
Avenida Paulista, 1578, Cerqueira César - São Paulo
Tel: 11 - 3251-5644
www.masp.art.br


MIS
- Para comemorar seus 40 anos, o Museu da Imagem e do Som realiza a exposição "Acervo Vivo - Arquivo em Diálogo", resgatando a importância das obras de cinema, vídeo e fotografia preservadas pelo museu. Os artistas plásticos Mabe Bethônico e Jorge Bader construíram duas narrativas audiovisuais a partir das obras do MIS, transformando imagens e vídeos em uma história linear que questiona a memória e a arbitrariedade dos acervos e arquivos de museus.

Até 03/10
MIS
Avenida Europa, 158, Jardim Europa - São Paulo
Tel: 11 2117 4777
www.mis-sp.org.br


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