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Cobertura completa das Eleições 2010: notícias, fotos e vídeos dos candidatos, pesquisas, guia do eleitor, apuração dos resultados da eleição e muito mais.



iG São Paulo

Programa da candidata petista mostra pesquisas e diz que "cresce a certeza" da vitória sobre candidato tucano

O programa eleitoral da presidenciável petista, Dilma Rousseff abordou a saúde na noite deste sábado. O assunto é recorrente nas propagandas de seu principal rival, o candidato do PSDB José Serra. Já o tucano enfatizou a mulher brasileira.

A petista apareceu em hospitais e falou do Sistema Único de Saúde (SUS), classificando como "um dos melhores sistemas públicos do mundo". Prometeu reduzir as filas no atendimento e ampliar o número de farmácias populares. O programa da petista mostrou também os resultados da última pesquisa Datafolha, que mostra vitória de Dilma em todas as regiões do País. Na voz do locutor, a campanha afirmou que "cresce a certeza" da vitória.

Dirigindo-se à mulher, Serra prometeu políticas de saúde voltadas para a gestante, garantiu que fará programas habitacionais e que irá ampliar o Bolsa-Família. O ex-governador mineiro e candidato ao Senado pelo PSDB, Aécio Neves, apareceu no programa pedindo votos para Serra. As imagens veiculadas na semana passada que mostravam Serra com o presidente Lula não foram utilizadas no programa de hoje.

O presidenciável tucano criticou Dilma indiretamente ao dizer que "na hora H, presidente não pode comandar pelo lado de fora". Em entrevistas, Serra tem reforçado a ideia de que se eleita, Dilma governaria na garupa do presidente Lula.

Agência Estado

Costa foi superado numericamente pelo atual governador Antonio Anastasia (PSDB), que saltou de 27% para 35%

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve viajar a Minas Gerais para ajudar o candidato ao governo do estado e seu ex-ministro das Comunicações, Hélio Costa (PMDB). Na pesquisa Ibope/Estadão/TV Globo divulgada hoje, Costa, que até então tinha uma liderança folgada, recuou de 38% para 33%.

Ele foi superado numericamente pelo atual governador Antonio Anastasia (PSDB), que saltou de 27% para 35%, num cenário de empate técnico.

"Bom não é (o resultado), mas estamos tranquilos que é um cenário totalmente reversível; o presidente Lula vai a Minas Gerais durante a campanha e vamos vencer", garantiu o presidente da Câmara dos Deputados e candidato a vice-presidente da República de Dilma Rousseff (PT), Michel Temer (PMDB), em entrevista à Agência Estado.

Temer participou, em Ribeirão Preto (SP), na tarde de hoje, da inauguração de um comitê eleitoral suprapartidário. O candidato esteve acompanhado do ministro da Agricultura, Wagner Rossi, e de lideranças do PMDB, PT, PDT e PP entre outros partidos.

Temer avaliou que a mesma cautela adotada na campanha em Minas Gerais é tomada na nacional, apesar do crescimento de Dilma e da possibilidade de uma vitória dela no primeiro turno. Dilma aparece com 51% das intenções de voto na pesquisa divulgada hoje, contra 29% de José Serra (PSDB). "Estamos muito cautelosos, apesar de avaliarmos a pesquisa positivamente; mas temos de esperar o dia 3 de outubro, que é o dia das eleições", completou.

O candidato a vice-presidente considerou "natural" as críticas feitas por Serra, que horas antes, também em Ribeirão Preto, atacou Dilma e o governo federal. "É natural, ele faz oposição, mas isso não nos abala", concluiu Temer.

Andréia Sadi, iG Brasília

Petista nega que campanha trabalhe com a ideia de vitória antecipada, mas diz que "estenderia" a mão para Serra

Foto: Agência Estado

A candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, voltou a negar que a campanha esteja de "salto alto" e trabalhe com uma vitória antecipada por conta das pesquisas que registram larga vantagem da ex-ministra sobre o principal adversário, José Serra (PSDB). No entanto, Dilma disse durante coletiva neste sábado (28), em Brasília, que, após a eleição ?estenderá? a mão para Serra se ele quiser ?partilhar do processo de transformação?.

?Para quem quiser partilhar (..) Eu não sei se ele quer. Você pergunta para ele. Se ele quiser, estenderia perfeitamente. Estou fazendo um conceito: o governo ou é para todos ou não é republicano?, afirmou.

A ex-ministra vem repetindo que não subirá no salto alto por conta das pesquisas e rebateu a declaração de Marina Silva, candidata do PV, de que um segundo turno seria bom para democracia. ?Eu acho estranho porque se fosse assim porque tem primeiro e segundo turno? Democracia sai fortalecida se tiver primeiro turno puro e simplesmente ou se tiver segundo turno. É a típica fala que diz respeito a uma avaliação antecipada das eleições. É como futebol. Alguém conta o gol antes da bola estar na rede?, comparou.

Sobre as notícias sobre violação da Receita, Dilma disse que em qualquer esfera pode haver caso de corrupção e que é preciso fortalecer as instituições. ?Isso incomoda tanto a situação como a oposição. O ex-ministro Marcio Thomaz Bastos sempre dizia que a gente nunca pode apostar na virtude das pessoas porque elas falham. Precisamos apostar na virtude das instituições?, declarou.

Agência Estado

Com o candidato ao governo de São Paulo Geraldo Alckmin, José Serra inaugura comitê em Ribeirão Preto

Foto: Agência Estado

Em queda constante nas pesquisas eleitorais, o candidato à Presidência da República José Serra (PSDB) não quis comentar os dados do último levantamento Ibope/Estado/TV Globo, no qual aparece com 29% das intenções de voto, contra 51% de sua principal adversária, Dilma Rousseff (PT). Em Ribeirão Preto (SP), onde inaugurou um comitê do PSDB, Serra voltou a atacar Dilma e acusou o governo federal de tentar beneficiá-la no episódio recente da quebra de sigilo de membros do PSDB, entre outras pessoas.

"É evidente que isso foi em benefício da campanha eleitoral; o primeiro repórter que teve um dado do vazamento, quando procurou o Eduardo Jorge, disse que tinha recebido do comitê da Dilma", disse Serra. "Isso demonstra, inequivocamente, que se tratou, além de um crime, de um jogo muito sujo de natureza eleitoral", completou o ex-governador paulista.

Ao ser indagado sobre o motivo de ele não comentar pesquisas eleitorais após ter sido ultrapassado por Dilma, Serra chamou o repórter de "desmemoriado" e afirmou que nunca comentou pesquisas. De fato, Serra evita falar sobre números, mas em maio, quando a pesquisa CNT Sensus trouxe o empate entre ele e a candidata do PT, Serra disse, em entrevista à emissora Verdes Mares, do Ceará, que esteve praticamente na frente sempre e que à época havia o empate. "Mas logo vai desempatar, a coisa vai andar", afirmou o tucano à época.

Thaisa Lisboa, iG Pernambuco

Candidatos do PMDB-PE, que apoiam Serra, afirmam que críticas do presidente ridicularizam a oposição

Os candidatos do PMDB de Pernambuco, coligados ao tucano José Serra, rebateram as críticas feitas ontem pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que chamou deputados e senadores da oposição de "picaretas" e "chantagistas". Para o senador e candidato ao governo do Estado, Jarbas Vasconcelos, Lula quer "esmagar" a oposição.

"Ele (Lula) continua como uma figura extravagante, ferindo a lei. O comício foi fora de hora de horário de trabalho, mas em Caruaru ele fez campanha eleitoral. Ele se considera acima de tudo, da Constituição, da Justiça, do Tribunal de Contas, do Congresso (Nacional). É um semi-deus, então acha que pode tudo", disse Jarbas. A afirmação foi dada durante caminhada no Mercado de Casa Amarela, Zona Norte do Recife, realizada neste sábado (28).

Ontem, durante o comício no Marco Zero, Bairro do Recife Antigo, Lula afirmou que, como vice-presidente, Marco Maciel (DEM), nunca fez nada por Pernambuco. Ele ironizou Jarbas ao dizer que o seu principal concorrente, o governador-candidato, Eduardo Campos (PSB), "vai ter que pagar ponto do Ibope para ele no final da eleição". O presidente ainda se referiu ao candidato ao Senado pelo PPS, Raul Jungmann, como "aquele menorzinho", devido ao baixo desempenho do candidato nas pesquisas eleitorais.

O senador Marco Maciel também falou sobre as declarações de Lula, que ironizou a trajetória política do democrata, dizendo indiretamente que o senador tem como característica a "ineficiência" e "velhice". "O eleitor é quem escolhe. Tanto Jarbas quanto eu fazemos política com 'P' grande, com consistência. Tem um elenco de obras que realizamos e que talvez alguns não a conheçam, daí ficam fazendo acusações", disse Maciel.

Para Raul Jungmann, o comportamento do presidente no ato político não combina com a história de vida do presidente. "O presidente deveria ter vergonha. Ele, que sempre foi discriminado por ser nordestino, pobre, não deveria nunca utilizar o discurso de ridicularizar ou diminuir a oposição", disse.

Amanhã, às 10h, Jarbas Vasconcelos faz caminhada no Córrego Domingos Sávio e depois segue para a confraternização dos artistas no seu comitê, no bairro dos Aflitos. Na segunda-feira (30), palestra no Sindiscon, às 12h. De lá, vai para Brasília onde participa das votações na terça e na quarta. Retorna ao Recife com agenda de campanha na quinta-feira (02).

Lauriberto Braga, iG Ceará

Levantamento encomendado pelo jornal 'O Povo' mostra Eunício e Pimentel tecnicamente empatados em segundo lugar

O senador Tasso Jereissati (PSDB), candidato à reeleição no Ceará, lidera a segunda rodada da pesquisa Datafolha divulgada hoje pelo jornal O Povo. Tasso obteve 52%. Estão tecnicamente empatados na segunda colocação os deputados federais Eunício Oliveira (PMDB), que tem 31%, e José Pimentel (PT), com 27%. A margem de erro do levantamento é de três pontos para cima ou para baixo.

Os outros sete candidatos ao Senado não atingiram dois dígitos. Raquel Dias (PSTU) ficou com 3%; Tarcísio Leitão (PCB); Marilene Torres (PSOL); e Alexandre Pereira (PPS) obtiveram 2% cada; e com 1% das intenções ficaram Reginaldo Oliveira (PSTU), Benedito Oliveira (PCB) e Paulo Teixeira (PV). Brancos e nulos somaram 6% e os indecisos ficaram em 20%.

A pesquisa foi realizada nos dias 24 e 25 de agosto com 937 eleitores de 41 cidades cearenses. O levantamento foi feito registrado na Justiça Eleitoral com o número 47801/2010.

Agência Estado

Tucano dividiu o palanque com o presidenciável José Serra em inauguração de comitê em Ribeirão Preto

Foto: Agência Estado

O candidato do PSDB ao governo de São Paulo, Geraldo Alckmin, disse hoje, em Ribeirão Preto (SP), na inauguração de um comitê suprapartidário que atenderá a sua equipe e à do presidenciável José Serra (PSDB), que "a campanha está indo muito bem". Em pesquisa Ibope/Estado/TV Globo divulgada hoje, Alckmin caiu de 50% para 47% e seu principal adversário, o petista Aloizio Mercadante, subiu de 14% para 23%.

"Queria aproveitar para agradecer a enorme manifestação de carinho e confiança da população de São Paulo", disse o tucano. "É humildade e trabalho, pé na estrada", resumiu Alckmin, que logo depois seguiu para compromisso na Festa do Peão de Boiadeiro, em Barretos, e à noite ainda tem uma agenda em São Paulo. "Nenhuma mudança, mas trabalho, e vamos em frente", encerrou ele, sobre o resultado da pesquisa.

Ao ser questionado sobre quem estaria colando em quem, em Ribeirão Preto, para subir na campanha eleitoral, Alckmin, que esteve ao lado de Serra no comitê, esquivou-se como pôde. Serra chegou a Ribeirão Preto por volta de 12 horas, participou de uma entrevista a uma emissora local e caminhou pelo calçadão central, tempo necessário para que Alckmin chegasse à cidade, em outro voo. Em frente ao comitê, Serra ainda esperou alguns minutos, dentro do carro, a chegada do colega.

Alckmin caiu três pontos porcentuais na pesquisa estadual, mas ainda venceria Mercadante no primeiro turno. Serra caiu mais na disputa federal e se vê mais distante de garantir o segundo turno. "Todos nós queremos estar muito junto do povo", comentou Alckmin.

"É o povo que decide as eleições e a gente está muito feliz com esse carinho, não do calor atmosférico, mas do calor humano, da região de Ribeirão Preto", emendou ele. Mas, após a indagação, se caso eleito governador, e Dilma Rousseff (PT) eleita presidente, ele aproveitaria Serra como secretário - como o colega o aproveitou em 2006 - o tucano procurou demonstrar confiança. "O Serra vai chegar lá; estamos a 35 dias das eleições, em pleno curso, e ele vai recuperar, essa diferença vai diminuir e tem tudo para chegar ao segundo turno", enfatizou Alckmin.

O discurso de Alckmin foi rápido, destacando que "Serra é o homem mais preparado para administrar um país tão complexo". Em entrevista coletiva, Alckmin citou que, eleito, terá compromissos com a agricultura (assistência técnica, seguro rural, crédito para compra de tratores e implementos, fortalecimento de pesquisa, defesa agropecuária e patrulha rural), transporte (irá recapear 3 mil quilômetros de estradas vicinais e fará mais 3 mil quilômetros de novas estradas vicinais), saúde e educação.

Para Ribeirão Preto, assinou um compromisso para instalar uma unidade da Fatec e uma unidade do Poupatempo na região central. E disse que fará o que for possível para transformar o Aeroporto Leite Lopes em internacional.

Agência Estado

Anastasia e Hélio Costa entram com ações um contra o outro pedindo até mesmo cassação de registros de candidatura

A corrida pelo governo mineiro abriu caminho para uma disputa judicial entre as campanhas de Hélio Costa (PMDB) e do governador Antonio Anastasia (PSDB), candidato à reeleição. Ambos pedem à Justiça Eleitoral, inclusive, a cassação do registro da candidatura adversária.

Costa acusa o tucano de uso da máquina administrativa, enquanto Anastasia entrou com ação por suposta formação de caixa 2. Os dois processos, entre outros, tramitam no Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG).

A iniciativa mais recente ocorreu na noite de ontem (27), quando a coligação Todos Juntos por Minas, de Hélio Costa, entrou com ação no TRE-MG acusando Anastasia de firmar, em junho, convênios com as prefeituras de quase todos os 853 municípios mineiros. Ainda segundo a ação de investigação judicial eleitoral (AIJE), o governo libera a verba parcelada durante o período eleitoral, para garantir apoio dos prefeitos a Anastasia.

A representação está com o desembargador Brandão Teixeira, que não se pronunciou. Anastasia disse que está "muito tranquilo" em relação à questão. "Os convênios foram feitos de acordo com o que autoriza a legislação. São meros factóides", declarou. Em nota, a coligação Somos Minas Gerais, do governador, negou os números da AIJE e afirmou que os contratos tiveram os "mesmo moldes" dos convênios do governo federal.

A coligação Somos Minas Gerais, por sua vez, acionou a Justiça Eleitoral acusando Hélio Costa de usar caixa 2, porque nem o candidato nem o PMDB teriam declarado gasto com aluguel de um jato que teria sido usado em campanha. "Aí é diferente. Porque já há, aparentemente, um descumprimento (à legislação). Caberá à Justiça definir", alegou Anastasia, que minimizou a batalha jurídica e atribui à legislação "complexa" a disputa no TRE. "Essas questões judiciais não estão acontecendo só em Minas. Acontece no âmbito nacional e também nos Estados. Ela (lei) gera essa possibilidade de demanda judicial", disse.

Ibope

Antônio Anastasia comemorou o resultado da pesquisa Iboe/Estado/TV Globo, que mostrou empate técnico entre ele, que passou de 27% para 35% das intenções de voto, e Costa, que caiu de 38% para 33% na preferência do eleitorado, em relação ao levantamento divulgado na semana passada. "Ficamos muito felizes e satisfeitos, mas sempre com muita realidade, com o pé no chão. Vamos continuar trabalhando para que essa tendência vá se confirmando", resumiu.

Já Hélio Costa não quis comentar o resultado específico e disse apenas que cenários diferentes apontados em pesquisas confundem o eleitorado. "Eu poderia dizer aos eleitores que acreditem na maioria das pesquisas, que colocam a minha candidatura disparada na frente. Mas não o farei. Sugiro ao eleitor mineiro que mineiramente desconfie de todas as pesquisas", concluiu.

Agência Estado

PT ressalta projeto Próximo Passo e enaltece Dilma como "mãe". PSDB enfatiza continuidade de projetos e correção de problemas

O programa de transferência de renda Bolsa Família foi o destaque neste sábado durante o horário eleitoral gratuito reservado ao Partido dos Trabalhadores, cuja candidata à Presidência, Dilma Rousseff, lidera as pesquisas de intenção de voto. O Bolsa Família atende atualmente cerca de 12 milhões de famílias, favorecendo pessoas em situação de extrema pobreza, algumas das quais já teriam se desligado do programa, segundo o partido.

O PT também ressaltou o projeto Próximo Passo, que oferece cursos para que a população possa aprender alguma profissão; o apoio dado ao campo, por meio de financiamentos e melhorias, como eletrificação rural; e as iniciativas de investimento em infraestrutura, como a rodovia Transnordestina.

A candidata Dilma foi enaltecida como a futura "mãe do povo", em substituição ao "pai do povo", o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A biografia de Dilma foi exibida, ressaltando-se o cargo de primeira ministra da Casa Civil e futura primeira mulher presidente do Brasil.

O candidato à Presidência José Serra, do PSDB, procurou ressaltar em seu programa na TV que pretende dar continuidade aos projetos com resultados positivos, corrigir problemas e "acelerar o que está devagar", numa referência aos projetos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). "Não quero mudar tudo", disse ele. "Não paro nada que esteja andando", acrescentou. O programa cita, por exemplo, o seguro-desemprego, o seguro-defeso (para pescadores) e os remédios genéricos.

Em um momento em que houve comparação à candidata Dilma, Serra foi distinguido como "mais preparado" e mais experiente. O candidato ao senado por Minas Gerais, Aécio Neves, fez um breve pronunciamento, defendendo a candidatura de Serra, que "conhece os problemas do Brasil".

A candidata Marina Silva (PV) destacou a educação em seu programa deste sábado. Segundo ela, o Brasil tem as piores notas do mundo no setor e é preciso mudar, "com educação em tempo integral". "Só se muda a história com educação", reforçou. Ela recordou, ainda, que só aos 16 anos aprendeu a ler, chegando a concluir curso de História na universidade.

Eymael (PSDC) defendeu o fim do fator previdenciário. Levy Fidelix (PRTB) fez campanha contra os impostos. Plínio de Arruda Sampaio (PSOL) criticou a Medida Provisória 458, sobre regularização fundiária. Rui Costa Pimenta (PCO) pediu a estatização total da Petrobras.

iG São Paulo

Técnicos de segurança na internet da campanha estão analisando, mas é difícil identificar origem do ataque, diz Soninha

Foto: Reprodução

Os principais sites da campanha do presidenciável tucano, José Serra, estão fora do ar desde o início da tarde deste sábado (28). Até as 15h30 as páginas continuavam bloqueadas ou com imagens que desfavorecem o candidato tucano.

O site oficial, Serra45.com.br, exibe uma mensagem de acesso negado, o site joseserra.com.br é redirecionado para o site joseserra.psdb.org.br, que também está fora do ar. Já a página amigosdoserra.com.br exibe uma foto do candidato usando uma espingarda.

De acordo com a coordenadora de internet da campanha de Serra, Soninha Francine, técnicos de segurança na internet estão analisando as falhas para confirmar que se trata de invasão. "Se for mesmo invasão, não será a primeira vez. Ontem mesmo uma comunidade do Serra no Orkut saiu do ar", afirmou.

Segundo Soninha, é muito difícil identificar a origem dos ataques. "Já tivemos de reforçar as barreiras de segurança algumas vezes", disse.

 

iG São Paulo

Tribunal julga improcedentes ações contra música que cita Lula e negou o desconto de 10 minutos na propaganda tucana

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) julgou improcedentes duas representações ajuizadas pela coligação da candidata petista à Presidência da República, Dilma Rousseff, contra o jingle da propaganda política do rival tucano, José Serra.

O PT alegava nas ações que a música ridicularizava e degradava a imagem de Dilma e pedia um desconto de 10 minutos da propaganda em rádio de seu adversário. O PT sustentava, ainda, que a propaganda foi veiculada no programa em bloco da coligação oponente e que a propaganda buscaria ?tirar proveito? do prestígio do presidente Lula, ?como se aliado fosse?.

Ao analisar o pedido, o ministro Henrique Neves observou que as eleições envolvem disputas entre concorrentes e acrescentou que ?no embate eleitoral não é raro que os candidatos, além de ressaltar suas qualidades, repreendam o comportamento de seus adversários. Essas críticas, como reiteradamente decidido por este Tribunal, ainda que ácidas, não caracterizam irregularidade?, afirmou o ministro Henrique Neves.

Ele também ressaltou que ?a legítima divergência de ideias e propostas que movem a democracia?, não devendo ser cerceadas pela Justiça Eleitoral.

iG São Paulo

O ex-ministro e candidato ao governo contestou hoje o resultado divulgado pelo Ibope, que mostra o crescimento de Anastasia

Foto: Agência Estado

O ex-ministro e candidato ao governo de Minas Gerais pelo PMDB, Hélio Costa, afirmou que o resultado das pesquisas são incoerentes e pediu que os eleitores desconfiem dos levantamentos.  O candidato fez campanha na cidade de Uberaba, cidade do Triângulo Mineiro, na manhã deste sábado (28). Durante a visita, Costa inaugurou o seu comitê no centro da cidade.

?Dada essa confusa variação dos resultados apresentados pelos institutos de pesquisa, fica difícil para o eleitor ter a real dimensão do quadro eleitoral. Eu poderia dizer aos eleitores que acreditem na maioria das pesquisas, que colocam a minha candidatura disparada na frente. Mas não o farei", afirmou. Em seguida, Hélio Costa pediu ao eleitor que não acredite nas pesquisas. "Sugiro ao eleitor mineiro que, mineiramente, desconfie de todas as pesquisas?.

Na última sexta-feira, o Datafolha apontava Hélio Costa, que é apoiado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pela presidenciável petista, Dilma Rousseff, na liderança com 14 pontos de vantagem em relação ao segundo colocado, Antonio Anastasia (PSDB). Já o Ibope divulgado neste sábado dá empate técnico, com vantagem para o tucano.


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