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Islamabad, 24 - Inundações no Paquistão devastaram cerca de 20% das áreas agrícolas do país, ou 1,93 milhão de acres (776

Islamabad, 24 - Inundações no Paquistão devastaram cerca de 20% das áreas agrícolas do país, ou 1,93 milhão de acres (776.996 hectares), gerando prejuízos de US$ 2,8 bilhões, informou hoje o Ministério de Alimentação e Agricultura em um comunicado. Fortes chuvas de monção reduziram em mais de 25% a estimativa da produção local de arroz e em 16% a de algodão, segundo o documento. Vastas áreas ficaram submersas, com quatro distritos na província de Sindh destruídos, 200 mil pessoas prejudicadas e pelos 1.500 mortos. A safra de arroz deve cair 1,6 milhão de toneladas, para 4,35 milhões de toneladas, conforme mais de 25% das lavouras foram arruinadas. As enchentes afetaram também 18% da área dedicada ao plantio de algodão, ou 59 mil acres, destruindo cerca de 2,25 milhões de fardos de 170 quilos cada. A produção da fibra recuará para 11,76 milhões de fardos, ante 14 milhões de fardos previstos pelo ministério no início da temporada. O cultivo de cana-de-açúcar também foi alvo das inundações, com 7,65 milhões de toneladas destruídas, o equivalente a 14% da safra doméstica. As informações são da Dow Jones.

AE

A Rede Sul da Bahia Sustentável, conjunto de ONGs que atuam na região de Ilhéus (BA), está questionando a licitação das obras da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), que prevê, entre outros pontos, a construção de um terminal portuário em uma Área de Preservação Permanente (APA)

A Rede Sul da Bahia Sustentável, conjunto de ONGs que atuam na região de Ilhéus (BA), está questionando a licitação das obras da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), que prevê, entre outros pontos, a construção de um terminal portuário em uma Área de Preservação Permanente (APA). Terminou ontem o prazo para que as empresas interessadas em construir a ferrovia entregassem suas propostas à Valec Engenharia, Construções e Ferrovias S.A. De acordo com a Rede Sul, a licitação deveria ocorrer somente após o licenciamento ambiental do empreendimento, que ainda não ocorreu. "Levando-se em consideração o enquadramento da ferrovia como empreendimento que necessita de licenciamento ambiental para sua implantação, o tribunal de Contas da União recomenda que processos de licitação de empreendimentos a serem licenciados ocorram somente após a concessão da licença de instalação. Entretanto, neste caso, a abertura da concorrência realizou-se anteriormente à concessão de licença de instalação da Fiol", diz a Rede Sul em nota. A construção da ferrovia e de um terminal portuário em Ilhéus têm sido alvo de controvérsia, pois a região abriga rica biodiversidade.

EFE

Londres, 24 ago (EFE).- A Bolsa de Valores de Londres fechou hoje em baixa e seu índice principal, o FTSE-100, retrocedeu 78,89 pontos, 1,51%, terminando em 5.

Londres, 24 ago (EFE).- A Bolsa de Valores de Londres fechou hoje em baixa e seu índice principal, o FTSE-100, retrocedeu 78,89 pontos, 1,51%, terminando em 5.155,9 unidades. O índice FTSE-250 acabou o pregão com uma queda de 125,24 pontos, 1,27%, até as 9.700,91 unidades. EFE prc/pb

Valor Online

SÃO PAULO - O dólar comercial continua oscilando próximo da estabilidade depois de registrar forte puxada de alta no começo dos negócios. A moeda chegou a R$ 1,783 na máxima, apreciação de 0,90% e maior preço em um mês, refletindo a forte piora de humor externo.

SÃO PAULO - O dólar comercial continua oscilando próximo da estabilidade depois de registrar forte puxada de alta no começo dos negócios. A moeda chegou a R$ 1,783 na máxima, apreciação de 0,90% e maior preço em um mês, refletindo a forte piora de humor externo. De súbito, as compras perderam força e a moeda devolveu toda a valorização. Por volta das 13h10, o dólar comercial caía 0,22%, a R$ 1,763 na venda, nova mínima do dia. No mercado futuro, as vendas são mais firmes. O dólar com vencimento em setembro, negociado na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM & F), recuava 0,39%, a R$ 1,7665. São destacados fatores locais para explicar tal comportamento da moeda. Foi verificada nas mesas de operação o retorno dos telefonemas de exportadores com o dólar subindo para a linha de R$ 1,78. Sabe-se que existem algumas dezenas de bilhões de dólares em exportação que estão sendo mantidas no mercado externo, pois a taxa não é atrativa à conversão. Outro ponto que limita a alta do dólar é a expectativa com relação à capitalização da Petrobras. Com a possibilidade de a operação sair até setembro, poucos se arriscam a tomar dólar, pois a previsão é de uma enxurrada de moeda americana para o país. Em entrevista, hoje, a ministra-chefe da Casa Civil, Erenice Guerra, disse que o governo trabalha com prazo de 30 de setembro para a assinatura do contrato de cessão onerosa de 5 bilhões de barris de petróleo da União à Petrobras. "A intenção é manter o cronograma e nós estamos empenhados nesse sentido", afirmou a ministra ao chegar ao II Fórum Brasil Conectado. O câmbio externo também passou por reversão. O euro, que fez mínimas na linha de US$ 1,25, mudou de lado e retomou o patamar de US$ 1,26. A virada de mão esteve relacionada à divulgação das vendas de imóveis usados nos Estados Unidos. Segundo a Associação Nacional de Corretores de Imóveis dos EUA a venda de moradias antigas desabou 27,2% em julho, maior queda já registrada e bastante superior ao recuo de 14% previsto. Com mais esse sinal negativo sobre a atividade americana, os agentes reduziram um pouco a compra de dólares. Em Wall Street, os índices seguem no vermelho, mas longe das mínimas do dia. Há pouco, o Dow Jones declinava 0,80%. O mesmo vale para a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), que reduziu as perdas do dia para 0,77%, depois de cair 1,43%. O VIX, índice que mede a volatilidade das opções do mercado americano e é visto como um termômetro do medo do mercado, subia 3,5%, para 25,5 pontos, mas chegou a passar dos 28 pontos na máxima do dia. (Eduardo Campos | Valor)

EFE

Frankfurt (Alemanha), 24 ago (EFE).- O índice DAX 30 da Bolsa de Frankfurt fechou hoje em baixa de 1,26%, aos 5.

Frankfurt (Alemanha), 24 ago (EFE).- O índice DAX 30 da Bolsa de Frankfurt fechou hoje em baixa de 1,26%, aos 5.935,44 pontos. EFE aia/sa

EFE

Madri, 24 ago (EFE).- O índice Ibex-35 da bolsa de valores de Madri fechou hoje em baixa de 1,65%, aos 10.

Madri, 24 ago (EFE).- O índice Ibex-35 da bolsa de valores de Madri fechou hoje em baixa de 1,65%, aos 10.052,30 pontos. EFE jg/sa

AE

Brasília, 24 - O Banco do Brasil (BB) destinará R$ 42 bilhões para as operações de crédito rural na safra 2010/2011

Brasília, 24 - O Banco do Brasil (BB) destinará R$ 42 bilhões para as operações de crédito rural na safra 2010/2011. O volume é 20,7% superior comparado à safra anterior. Desse total, R$ 10 bilhões irão financiar a agricultura familiar e R$ 31,9 bilhões vão atender aos demais produtores, associações e cooperativas. As agências do BB começaram a operar contratações de linhas de crédito rural para a safra atual desde 1º de julho. Até a primeira quinzena de agosto, foram aplicados R$ 2,5 bilhões, o que representa um incremento de 11,6% em relação ao mesmo período da safra 2009/2010.

EFE

Paris, 24 ago (EFE).- O índice CAC-40 da Bolsa de Paris fechou hoje em baixa de 1,75%, aos 3.

Paris, 24 ago (EFE).- O índice CAC-40 da Bolsa de Paris fechou hoje em baixa de 1,75%, aos 3.491,11 pontos. EFE pi/sa

EFE

Roma, 24 ago (EFE).- O índice seletivo FTSE MIB da Bolsa de Milão fechou hoje em baixa de 1,58%, aos 19.

Roma, 24 ago (EFE).- O índice seletivo FTSE MIB da Bolsa de Milão fechou hoje em baixa de 1,58%, aos 19.694,88 pontos. Já o índice geral FTSE Itália All-Share caiu 1,58%, encerrando aos 20.218,51 pontos. EFE mfe/sa

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A expansão do varejo brasileiro, que resistiu à crise financeira mundial com alta de 5,9% em 2009, está aumentando o interesse de investidores pelo setor e impulsionando o crescimento das empresas

A expansão do varejo brasileiro, que resistiu à crise financeira mundial com alta de 5,9% em 2009, está aumentando o interesse de investidores pelo setor e impulsionando o crescimento das empresas. Mesmo com o Ibovespa acumulando queda de 3,8% este ano, papéis de empresas do setor já tiveram mais de 100% de valorização. Além disso, as empresas de capital fechado estão ganhando cada vez mais fundos e bancos de investimento como sócios antes de abrir capital. "O varejo é a bola da vez na bolsa", decreta o analista da Socopa Corretora, Marcelo Varejão. "No começo do ano, o mercado estava muito ligado nas commodities, só se falava no aumento do minério. Mas logo os olhos se voltaram para as empresas de consumo interno. Além dos fundamentos da economia muito favoráveis a elas, algumas surpreenderam com resultados fantásticos no segundo trimestre." Varejão cita o caso das Lojas Renner. A receita líquida total da Renner cresceu 17% no primeiro semestre deste ano, na comparação com o mesmo período de 2009, chegando a R$ 1,2 bilhão. No segundo trimestre, as vendas aumentaram 13,6%. No ano, as ações já subiram 48,5%. Outro papel que o analista passou a recomendar é o da Hering, que fabrica roupas e está em franca expansão de sua rede de lojas. A empresa surpreendeu com alta de 26,6% nas vendas no primeiro trimestre, em relação ao mesmo período de 2009. Em 2010, as ações já valorizaram 122%. "Os resultados da Hering têm sido bem acima da média do setor, o que tem atraído muito o mercado. Em 2009, as ações dela subiram mais de 280%", diz Varejão. Já as ações da Marisa acumulam alta de 108,55% em 2010, puxadas pelo aumento de 20% na receita líquida de R$ 713 milhões em vendas no semestre. Para Alexandre Pierantoni, sócio da consultoria PriceWaterhouseCoopers, exemplos como estes não faltarão na Bolsa daqui para frente, tendo em vista que o bom desempenho do setor tem estimulado a profissionalização e a consolidação. Ele diz que operações menos vistosas estão transformando o setor para além de grandes associações como Casas Bahia/Pão de Açúcar e Insinuante/Ricardo Eletro (Máquina de Vendas). Escala. "O varejo brasileiro ainda é muito pulverizado e, nesse segmento, escala é tudo", diz Pierantoni. "Este ano, devemos superar o número de fusões e aquisições de 2007", acrescenta, referindo-se às 58 operações que contabilizou no ano que foi considerado o melhor do varejo até a crise de 2008. A crise deu um freio na consolidação, reduzindo os negócios a 38 em 2008 e 24 em 2009, mas voltou com força este ano, turbinada por investidores. "Nos últimos anos, muitos fundos de private equity têm buscado esse tipo de investimento, participando de processos de consolidação ou virando sócios de empresas com uma visão de rentabilidade a médio e longo prazo", diz Pierantoni. "O IPO (abertura de capital) é geralmente o momento de saída desses fundos, de realização financeira do investimento." O BTG Pactual, por exemplo, tem no portfólio participações em três empresas de varejo: as redes de postos Via Brasil e Aster e a franqueadora de drogarias Farmais. O bom desempenho recente do comércio de medicamentos também atraiu Gávea Investimentos e Pragma, que se tornaram sócios da Droga Raia. O Capital Group tem 12% do Magazine Luiza, que ensaia há algum tempo a abertura de capital. Para Pierantoni, o cenário de crescimento da economia nos próximos anos deixou para trás a imagem de instabilidade do varejo, que deve atrair cada vez mais capital estrangeiro. "O mercado de capitais quer tamanho, liquidez e previsibilidade. E o varejo está dando isso", afirma.

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As cotações do café arábica fecharam ontem em queda na Bolsa de Nova York após terem atingido os maiores níveis em 13 anos, na sexta-feira

As cotações do café arábica fecharam ontem em queda na Bolsa de Nova York após terem atingido os maiores níveis em 13 anos, na sexta-feira. Investidores realizaram lucros e produtores aproveitaram o aumento dos preços para vender o grão no mercado futuro. O contrato dezembro - o mais negociado - cedeu 0,97%, para 183,25 centavos de dólar por libra-peso. Há também uma expectativa de melhora na oferta de café com a chegada da safra brasileira ao mercado e o início da colheita na América Central e na Colômbia. As cotações subiram cerca de 30% desde o início de junho, com a redução na disponibilidade de grãos arábica de boa qualidade. A Colômbia, tradicional produtor desse tipo de produto, teve problemas na safra, mas espera-se que a oferta brasileira, alivie a pressão sobre as cotações. Ainda em Nova York, os preços do algodão subiram com a notícia de que quase 20% da produção do Paquistão foi perdida nas inundações recentes, que devastaram as lavouras de vários produtos. O país perdeu cerca de 2,5 milhões de fardos da fibra. O contrato dezembro subiu 0,65%, para 84,09 centavos de dólar por libra-peso. As cotações do açúcar também subiram influenciadas pelas perdas nas safras de beterraba da Rússia, por causa da seca, e de cana no Paquistão, também por conta das chuvas torrenciais. O contrato outubro subiu 0,60% para 20,07 centavos.

AE

O crescimento do varejo também impulsiona as ações das administradoras de shoppings, que têm buscado no mercado de capitais os recursos para seus planos de investimentos nos últimos anos

O crescimento do varejo também impulsiona as ações das administradoras de shoppings, que têm buscado no mercado de capitais os recursos para seus planos de investimentos nos últimos anos. Última grande operadora do setor a fazer o movimento, a Aliansce abriu capital em janeiro e seus papéis acumulam alta de quase 30% até agora. No primeiro semestre como empresa de capital aberto, a Aliansce teve um lucro líquido de R$ 24,6 milhões, quase o dobro do registrado no mesmo período do ano passado. Segundo Henrique Cordeiro Guerra, principal executivo da companhia, a Aliansce se beneficia do fato de ter o portfólio de shoppings mais jovens do setor, cujos ganhos são mais altos. Dos 13 shoppings próprios, cinco estão no que ele chama de nova geração de ativos, com menos de cinco anos de operação. Eles já respondem por 43% da receita da empresa. "Não paramos de investir durante a crise porque sabíamos que havia oportunidades. Decidimos diversificar os investimentos, focando na rentabilidade, independentemente do segmento", diz Guerra. A empresa já se preparava desde 2007 para abrir capital, mas teve de adiar o IPO em meio a cenários desfavoráveis para a precificação. Guerra admite que esperava mais, mas considerou satisfatórios os R$ 450 milhões que a Aliansce captou com a oferta de 51,26% do capital na Bolsa em janeiro. Investimentos. Boa parte dos recursos vitaminou os R$ 400 milhões do plano de investimentos da empresa até 2012, quando terá três novos shoppings. No IPO, a americana General Growth Properties (GGP) manteve 31,4% do capital e o empresário Renato Rique, veterano do setor, reduziu sua fatia de 26% para 12,6%. O fundo Gávea Investimentos também aproveitou para vender e ficou com apenas 3,35%. Em outubro deste ano, a Aliansce abre um novo shopping em Belo Horizonte. Na semana passada, lançou um projeto em Belém. O outro grande projeto da companhia está em andamento em Maceió. Para Cordeiro, a atração dos investidores por papéis ligados ao varejo vai continuar aumentando. "O investidor está atrás de retorno e rentabilidade. E o que está no mapa é a mudança do perfil de consumo no País", opina.


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