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iG Rio de Janeiro

Transferência foi pedida por governador do Estado do Rio e aprovada pela Justiça

Serão transferidos nesta terça-feira (24) para o presídio federal de Porto Velho, em Rondônia, dez traficantes presos após trocarem tiros com policiais militares e fazer 35 pessoas reféns, no último sábado, em São Conrado, zona sul do Rio.

O pedido foi feito pelo governador do Rio, Sérgio Cabral à Justiça e recebeu aval favorável do  Ministério Público Estadual.

Os presos serão encaminhados da peninteciária de Bangu IV diretamente para a capital de Rondônia.  O horário para a transferência não foi divulgado.  A Seap (Secretaria de Administração Penitenciária) somente divulgou o nome dos presos que serão transferidos. São eles:  Vínicius Gomes da Silva, Alan Francisco da Silva, Victor Gomes Elói,  Washington de Jeuss Andrade Paes,  Rogério Avelino da Silva,  Davi Gomes de Oliveira, Ítalo de Jesus Campos,  Jackson Nascimento Gomes da Silva,  Técio Mathias da Silva e Jonathan Costa Soares.

Um menor de 16 anos que também estava com o grupo permanecerá detido no Rio de Janeiro.

Agência Brasil

Unidades judiciais completam um mês de funcionamento com 476 acordos de conciliação firmados e 1.277 pedidos de informação

Em 30 dias, os juizados especiais dos aeroportos, criados para solucionar problemas entre passageiros e companhias aéreas, fizeram cerca de 2.740 atendimentos. Nesta segunda-feira, as unidades judiciais completam um mês de funcionamento com 476 acordos de conciliação firmados e 1.277 pedidos de informação.

De acordo com o levantamento do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), os juizados nos aeroportos de Cumbica e Congonhas, ambos no estado de São Paulo, somaram 920 reclamações e 188 acordos firmados entre as partes. Já no aeroporto Juscelino Kubitschek, em Brasília, foram 774 atendimentos, com 187 acordos e 172 pedidos de informação.

Os juizados mais procurados foram os aeroportos Santos Dumont e Tom Jobim, no Rio de Janeiro. Até domingo (22), foram feitos 1.046 atendimentos, com 101 acordos fechados, 416 petições iniciais distribuídas e 529 pedidos de informação.

A implantação das unidades judiciárias é decorrente do aumento de reclamações em relação ao serviço de transporte aéreo. Nos juizados especiais, os passageiros procuram soluções para problemas, como atrasos e cancelamentos de voos, overbooking, extravio, violação e furto de bagagens ou falta de informações.

AE

Homens detidos serão transferidos para um presídio de segurança máxima em Porto Velho ainda nesta semana

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) informou na noite desta segunda-feira que os presos suspeitos de invadir o Hotel Intercontinental, no sábado, na zona sul da cidade, serão transferidos para um presídio de segurança máxima em Porto Velho, em Rondônia. O pedido foi feito pelo governador Sérgio Cabral (PMDB) e a transferência será feita ainda nesta semana. 

Atualmente, os presos estão no Complexo Penitenciário de Bangu, na zona oeste da capital fluminense. De acordo com a Polícia Militar, o grupo de traficantes se refugiou no local depois de trocar tiros com a polícia. No hotel, eles chegaram a fazer 35 reféns, dos quais 30 eram funcionários do hotel e cinco eram hóspedes.

A segurança na região foi reforçada neste domingo com maior número de policiais. O aumento no policiamento inclui as favelas da Rocinha e do Vidigal, que ficam nas proximidades do hotel. Segundo a PM, há reforços também no entorno do hotel e arredores.

Traficantes em fuga invadiram, na manhã de sábado, o hotel InterContinental, em São Conrado, na zona sul do Rio de Janeiro. A ação dos criminosos e a troca de tiros com polícia provocaram pânico na região, resultando em uma morte e quatro policiais feridos. Dez pessoas foram presas, entre elas um traficante conhecido como "Perninha", que seria o segundo na hierarquia do tráfico na Favela da Rocinha.

AE

Segundo a Polícia Militar, o fogo foi ateado por uma mulher de 75 anos com deficiência mental

Um incêndio ocorrido na manhã desta segunda-feira destruiu parte da mata do Parque Ecológico Renato Azeredo, no bairro Palmares, em Belo Horizonte.

Segundo a Polícia Militar (PM), as chamas foram controladas no começo da tarde. Ainda segundo a corporação, o fogo foi ateado por uma mulher de 75 anos com deficiência mental. Ela foi detida e encaminhada para a Delegacia do Meio Ambiente.

iG Rio de Janeiro

Policiais foram denunciados por três crimes

O Ministério Público do Rio denunciou à Justiça Militar nesta segunda-feira (23) os policiais militares Marcelo José Leal Martins e Marcelo de Souza Bigon, do 23°BPM(Leblon), por corrupção passiva, falsidade ideológica e descumprimento de função.

A denúncia foi oferecida pela titular da 1ª Promotoria de Justiça do Ministério Público o Rio de Janeiro, Isabella Lucas. De acordo com a denúncia, na madrugada de 20 de julho, os PMs aceitaram, de Roberto Martins Bussamra, promessa de recebimento de R$ 10 mil para não conduzir à delegacia o motorista Rafael Bussamra. 

Bussamra acabara de atropelar o músico e filho da atriz Cissa Guimarães, Rafael Mascarenhas, dentro do túnel Acústico, na zona sul do Rio. O filho da atriz morreu em decorrência do atropelamento.

Os policiais foram indiciados por falsidade ideológica por apresentar um registro de ocorrência com informações falsas. Já por descumprimento de função por terem abandonado o patrulhamento para escoltar o carro do atropelador.

Caso sejam condenados pelos três crimes, os policiais podem cumprir de 3 a 8 anos de prisão em regime fechado.
 

iG Rio de Janeiro

Humorista apresenta melhora após 12 dias internado

Internado desde o dia 11 de agosto no Hospital Samaritano, no Rio, após apresentar sangramento no intestino, Chico Anysio foi transferido do Centro de Terapia Intensiva para uma unidade intermediária. De acordo com a assessoria da unidade, a mudança aconteceu neste domingo (22).

Segundo o médico Luiz Cesar Cossenza Rodrigues, o humorista respira sem a ajuda de aparelhos e seu quadro é estável. Ainda não há previsão de alta para o paciente. No domingo, Chico Anysio recebeu a visita da mulher e dos filhos.

Histórico

No dia 14 deste mês, o humorista passou por uma intervenção para a retirada de parte do intestino grosso. Com boa recuperação, ficou apenas um dia no CTI e foi transferido para uma unidade semi-intensiva. No entanto, na segunda-feira (16), foi diagnosticado com pneumonia e seu estado de saúde se agravou.

No dia 18, Chico, que está com 79 anos, precisou ser operado novamente, desta vez para a regularização do trânsito intestinal. Após a cirurgia voltou para o CTI.

Em 2009, Chico Anysio também foi internado, mas por causa de uma pneumonia. Comovido, chegou a fazer um post de despedida em seu blog, dizendo que tinha envelhecido cinco anos em dois dias. Recuperado, deu a volta por cima e retomou seu contato com o público através da internet.

AE

Focos de incêndio na região aumentaram mais de 900% em relação ao mesmo período do ano passado

O Estado de Rondônia recebeu nesta segunda-feira o reforço de 35 bombeiros de Mato Grosso do Sul para tentar conter o fogo na região de Cujubim, a cerca de 150 quilômetros da capital Porto Velho, em uma operação realizada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

Os focos de incêndio na região já aumentaram mais de 900% em relação ao mesmo período do ano passado. Desde o início do mês, a situação de fumaça é grave e compromete a visibilidade nas navegações, nas estradas e no Aeroporto Governador Jorge Teixeira, na capital, que já teve que suspender decolagens e pousos.

As ações de combate coordenadas pelo Ibama e o Corpo de Bombeiros, através do Sistema de Comando Técnico Integrado (SCI), já ultrapassam 150 desde julho e incluem uso de helicópteros, carros e até caminhão pipa. O SCI estima que o fogo em Cujubim seja controlado em até duas semanas.

Representantes do Ministério Público Federal e Estadual em Rondônia instauraram procedimentos de investigação e requerem de órgãos ambientais apuração de causas e providências de queimadas no Estado. 

Problemas respiratórios aumentaram nas unidades de saúde de Porto Velho. O campus da Universidade Federal de Rondônia (Unir) havia suspendido as aulas por três dias por conta da má qualidade do ar. As aulas foram retomadas hoje.

AE

Empresas se comprometem a ampliar pauta de responsabilidade social, incluindo a proteção do direito de crianças e adolescentes

Representantes de vinte e quatro empresas assinaram nesta segunda-feira uma "declaração de compromisso corporativo no enfrentamento da violência sexual contra crianças e adolescentes", na sede da Federação das Indústrias do Estado do Rio (Firjan). Entre elas, Petrobras, Vale, Alcoa, Itaipu e Eletrobras. 

"Nessa relação pequena de empresas que assinam, talvez já esteja presente 20% do PIB brasileiro. Agora vamos procurar o setor financeiro bancário, o setor de transportes e as empresas de comunicação", declarou o ministro da Secretaria de Direitos Humanos, Paulo Vannuchi. Ele acrescentou que, com a medida, uma empresa como a Petrobras se compromete a interromper o contrato com qualquer fornecedor que tenha sido apontado, com fatos concretos, como omisso ou cúmplice em relação a atos de violência sexual contra crianças e adolescentes. 

No documento, as empresas se comprometem a ampliar a pauta de responsabilidade social, incluindo explicitamente a proteção do direito de crianças e adolescentes, e a elaborar e aprovar, em 60 dias, um plano de ações concretas, entre outros pontos. "Trata-se de uma questão de mudança de cultura e de consciência. É não achar que o abuso e a exploração sexual, o assédio e o turismo sexual são atividades que fazem parte da sociedade", disse a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Márcia Lopes. As denúncias de exploração sexual contra crianças e adolescentes podem ser feitas pelo Disque 100, sem a necessidade de identificação.

iG São Paulo

Segundo a polícia, Adriana foi morta após cobrar um cliente que teve uma pena reduzida em 30 anos e devia dinheiro para a advogada

Foto: Arquivo Pessoal

Policiais da Delegacia de Mairiporã prenderam na noite deste domingo dois homens, um de 31 e outro de 40 anos, suspeitos de terem assassinado a advogada Adriana Souza dos Reis, de 33 anos, na Estrada da Roseira, no bairro da Roseira, em Mairiporã, na Grande São Paulo. Duas pessoas, incluindo um antigo cliente que é suspeito de ser o mentor do crime, estão foragidos.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP) de São Paulo, a investigação chegou até os suspeitos após o depoimento do namorado da advogada, que estava com ela no momento do crime e sobreviveu após ser baleado.

O namorado de Adriana informou à polícia que Adriana teria recebido um telefone de um cliente para visitá-lo em Mairiporã, e que em certo momento, na estrada, se depararam com um veículo prateado, ocupado por três homens.

Dois deles desceram do carro e pediram para que os seguissem. Eles os levaram para um local desconhecido, pararam o carro e um deles desceu, sacou uma arma e começou a atirar no casal.

De acordo com a polícia, após três semanas de investigação, policiais da Delegacia de Mairiporã prenderam dois suspeitos pela morte e continua investigando o paradeiro de outros dois suspeitos. Foram apreendidos um revólver, calibre 38, e um fuzil 762.

Os policiais apuraram que um dos quatro suspeitos, um homem de 32 anos, tinha uma pena de 50 anos para cumprir, e teria contratado a advogada para diminuir a pena. Ela conseguiu diminuir o total para 20 anos, e, após o acordo, ficou acertado que ele pagaria R$ 150 mil a ela. Segundo a SSP, do total acertado, o homem pagou apenas R$ 30 mil.

Cobrado pela advogada, ele teria se aliado a um dos presos deste domingo e a outros homens que a mataram. A prisão preventiva dele e de um dos homens que estavam no carro foi decretada. Em entrevista ao iG, a mãe de Adriana, a comerciante Dalva Souza da Silva, de 57 anos, havia dito que a filha não escolhia os clientes. ?Ela fazia o trabalho dela, não importava quem fosse: ladrão, traficante...?, disse.

Anderson Dezan, iG Rio de Janeiro

Dois dias depois do ocorrido, segurança no edifício está reforçada

Foto: André Durão

Dois dias depois da invasão de traficantes fortemente armados ao Hotel Intercontinental, em São Conrado, zona sul do Rio, a segurança do edifício está reforçada. Pontos considerados mais expostos, como a entrada e a piscina, contam agora com mais vigilantes.

?Foi uma fatalidade, uma coisa inesperada. Ninguém se prepara para esse tipo de coisa. Agora temos que seguir em frente?, disse ao iG o gerente do Intercontinental, Michel Cherton, nesta segunda-feira (23).

No último sábado (21), dez traficantes da favela da Rocinha armados com fuzis invadiram o hotel durante uma fuga. Trinta e cinco pessoas foram mantidas na cozinha como reféns, sendo 30 funcionários e cinco hóspedes estrangeiros. Soldados do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) cercaram o edifício, liberaram os reféns e prenderam os criminosos.

De acordo com a gerência, após a invasão de sábado, 73 reservas foram canceladas, incluindo saídas antecipadas de hóspedes. Dos cinco turistas foram feitos reféns, somente um ? de nacionalidade portuguesa ? deixou o local. Os demais ? dois belgas e dois italianos ? continuam hospedados no hotel.

Os funcionários que foram rendidos pelos traficantes estão trabalhando normalmente, após o episódio. No dia, o hotel estava com todos os 418 quartos ocupados, com cerca de 1.500 pessoas no edifício.

iG Rio de Janeiro

No sábado, um dos policiais que participou da ação disse ao iG que operação ocorreu a partir de informante

Foto: Vicente Seda

Dois dias após a troca de tiros entre policiais militares e traficantes da Rocinha, em São Conrado, zona sul do Rio, ainda há dúvidas sobre as circunstâncias do enfrentamento. No embate, uma mulher que teria envolvimento com o tráfico foi morta e quatro policiais ficaram feridos. A ação terminou com dez traficantes presos que fizeram 35 pessoas reféns por duas horas.

A versão oficial da polícia militar não coincide com o depoimento de policiais que participaram do tiroteio com traficantes.

Ainda no sábado, cerca de uma hora após o tiroteio, um soldado do Grupamento de Ações Táticas (GAT) do 23°BPM (Leblon) afirmou ao iG que a ação havia ocorrido a partir da denúncia de um informante. ?Nós recebemos a informação às 5h30 da manhã de que o chefe do tráfico do morro do Urubu estaria comemorando o aniversário no Vidigal, junto com traficantes da Rocinha. A partir disso começamos um patrulhamento nas imediações do Vidigal para tentar prendê-los?, disse o policial, que não quis se identificar.

O traficante a que ele se referia era Jéferson do Nascimento Ferreira, conhecido como Fefo, e que na última sexta-feira (20) completou 30 anos. A comunidade da Rocinha e o morro do Vidigal são vizinhos em São Conrado e possuem o mesmo grupo criminoso que domina o tráfico de entorpecentes no morro do Urubu, na zona norte da cidade.

Apoiado em uma moto que estava perfurada por um tiro de fuzil e que fora usada por um dos homens da Rocinha que havia fugido, o soldado concluiu. ?O tiroteio começou quando uma viatura do batalhão se deparou com o bonde e nos chamou. O GAT chegou em cinco minutos e foi muito tiro, cerca de meia hora?.

O GAT, que é uma equipe de 12 homens do próprio batalhão direcionada para combates urbanos, estava nas imediações de onde ocorreu o tiroteio, segundo o soldado, à procura dos traficantes que estavam no Vidigal.

Ainda de acordo com o policial, os quatro PMs que começaram a troca de tiros faziam patrulhamento de rotina mas estavam em alerta pois sabiam da informação passada ao grupo de ações táticas.

No entanto a versão do soldado foi contestada por oficiais da corporação batalhão logo depois.

Nesta segunda-feira, o comandante do 23º Batalhão de Polícia Militar, tenente-coronel Rogério Leitão, ratificou a versão oficial da corporação: que o encontro entre policiais e traficantes em São Conrado foi casual e que a PM não tinha nenhuma informação de que criminosos da Rocinha estariam reunidos no morro do Vidigal.

?Foi o momento que definiu a ação. Não havia nada, nenhum informe (sobre a presença de traficantes e do chefe da Rocinha, Nem, no Vidigal). A única informação que tínhamos era que haveria o aniversário de um traficante do morro do Urubu e, assim todas as unidades perto de morros dessa facção reforçaram o policiamento. Eram duas patrulhas fazendo policiamento juntas, que se depararam com os traficantes?, disse o oficial.

"Foi um ato de heroísmo. Porque (se os policiais não tivessem agido) hoje eu teria que justificar o motivo de um grupo de pessoas armadas passarem em frente a uma viatura sem fazer nada", disse o comandante.

Para o tenente-coronel, a versão de que haveria 12 policiais militares para fazer uma emboscada para Nem é ?inverossímil?.

*Reportagem de Raphael Gomide e Bruna Fantti, iG Rio de Janeiro

Anderson Dezan, iG Rio de Janeiro

De acordo com líderes da área de turismo, ocorrido foi um fato isolado

Foto: André Durão

O presidente da Riotur, Antonio Pedro Figueira de Mello, disse nesta segunda-feira (23) que a invasão de traficantes fortemente armados a um hotel do Rio não irá afetar a imagem da cidade. Segundo ele, o ocorrido não coloca em risco o turismo local e, consequentemente, a realização dos grandes eventos esportivos que a capital fluminense irá sediar como a final da Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016.

?Em Londres também aconteceu um problema quando a cidade foi escolhida para sediar as Olimpíadas. Isso faz parte da realidade de uma grande cidade e o importante é combater?, relembrou, citando o ataque no metrô de Londres, em julho de 2005, que deixou quase 40 mortos e cerca de 700 feridos.

No último sábado (21), dez traficantes da favela da Rocinha armados com fuzis ? que estavam fugindo de uma perseguição policial ? invadiram o Hotel Intercontinental, em São Conrado, zona sul da capital fluminense. Trinta e cinco pessoas foram mantidas na cozinha como reféns, sendo 30 funcionários e cinco hóspedes estrangeiros. Soldados do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) cercaram o edifício, liberaram os reféns e prenderam os criminosos.

?Foi um incidente. Os bandidos estavam fugindo e para se esconder, acabaram entrando no hotel?, disse Antonio Pedro, durante um almoço promovido por associações de turismo e pelo Clube do Feijão Amigo no Intercontinental.

Para o presidente da Confederação Nacional do Turismo, Michel Ness, casos de violência acontecem em todos os lugares. ?Eles (traficantes) não vieram assaltar os turistas. O que aconteceu aqui foi passageiro. Eu mesmo já fui assaltado nas ruas de Milão e no metrô de Paris?, contou. ?Isso acontece no mundo inteiro. Digo com conhecimento de causa porque conheço mais de 40 países?.

De acordo com o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Rio (ABIH-RJ), Alfredo Lopes, a invasão feita por traficantes não deverá influenciar no volume de turistas recebido pelo Rio. ?O episódio não pode ser levado em consideração como um fato que irá levar por terra ou denegrir toda a política de segurança que vem sendo adotada?, avaliou. ?Alguns turistas que estavam aqui ficaram assustados e foram embora mais cedo, mas basta eles darem uma volta pela cidade para perceberem que foi um fato totalmente isolado?, opinou.


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