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AE

Feira teve média de 74 mil visitantes por dia, superando os números de 2008

Foto: Agência Estado

Com maior investimento em programação cultural e em divulgação, a 21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, que termina hoje, recuperou um público que havia perdido na edição de 2008. Nos dez dias do evento, passaram pelo Anhembi cerca de 740 mil pessoas, numa média diária (74 mil) só um pouco maior que a de 2006, quando em 11 dias o espaço recebeu 811 mil pessoas. Em 2008, com público total de 728 mil pessoas, a média diária tinha sido de 66 mil.

O dia de maior movimentação foi ontem, quando 110 mil pessoas visitaram o evento, atraídas pelos descontos mais comuns no final da feira e por atrações como Ziraldo, Lygia Fagundes Telles e Mia Couto - no sábado anterior, o público tinha sido de pouco mais de 80 mil. O espaço mais visitado foi o infantil O Livro é uma Viagem, que recebeu 50 mil crianças.

O balanço final de faturamento ainda não foi divulgado, mas editoras e livrarias consultadas pelo Grupo Estado confirmaram que o número de livros vendidos foi superior ao da edição de 2008. Em alguns estandes, as vendas superaram até as da edição de 2009 da Bienal do Rio, evento que costuma fazer mais caixa que o paulistano.

Mas o aumento de público também tornou mais perceptível alguns problemas de infraestrutura, como a incapacidade do sistema de ar condicionado de suprir as necessidades do espaço; a falta de sinalização, o que tornou ainda mais demoradas as enormes filas na entrada; e a organização no estacionamento.

As questões foram destacadas hoje em entrevista coletiva por Juan Pablo de Vera, presidente da Reed Exhibitions Alcantara Machado, empresa que organiza feiras como a de Frankfurt e a de Paris. "Estamos conversando com a CBL sobre características que achamos que o espaço deve ter para a próxima edição. O Anhembi foi criado em 1970. É preciso pensar num novo pavilhão em São Paulo que comporte feiras de caráter internacional no século 21", disse.

Pela primeira vez, a organização da Bienal contratou um instituto de pesquisa, o Datafolha, para fazer um balanço mais preciso do evento. Em números prévios divulgados hoje, o instituto constatou uma presença maior do público feminino e jovem. A pesquisa também diagnosticou uma boa avaliação para esta Bienal do Livro, considerada ótima ou boa para 93% dos visitantes. O maior problema foi a praça de alimentação, que apenas 37% avaliaram como ótima ou boa.

EFE

Elenco inclui Dalma Maradona, filha do ex-jogador argentino Diego Armando Maradona

O roubo de filhos de desaparecidos durante a ditadura militar argentina e a luta humanitária das Avós da Praça de Maio voltam ao cinema com o filme El abismo... todavía estamos (No abismo... ainda estamos, em tradução livre), que é gravado em Buenos Aires até o fim do mês. A obra recria fatos reais para contar o sequestro e morte de um jovem casal numa prisão clandestina onde nasce sua filha, que 30 anos depois enfrentaria os dilemas de recuperar sua verdadeira identidade.

O filme é a estreia do jovem cineasta argentino Pablo Yotich, quem elegeu um elenco de atores de mesma idade dos personagens que interpretam. A escalação inclui Dalma Maradona, filha do ex-jogador argentino Diego Armando Maradona.

O filme tem como pano de fundo a conflituosa relação de três irmãos: o militar Felipe, o padre Alejandro e o jovem militante Ernesto, do Partido Justicialista (peronista), que é sequestrado em 1978 junto com Paloma, sua namorada grávida. O casal é levado a uma prisão clandestina dirigida por Felipe, que havia ordenado a detenção deles e se nega a libertá-los, como lhe pede o irmão sacerdote de Ernesto.

"Quis fazer um filme mais poético, e não só mostrar os episódios trágicos dos militares, mas todas as causas colaterais que trouxe a ditadura na Argentina" (1976-1983), comentou Yotich. O diretor considera "muito importante manter viva a memória dos argentinos" e agradeceu a ajuda das Avós da Praça de Maio, cuja "luta incansável" serviu para que uma centena de filhos de desaparecidos recuperasse sua verdadeira identidade.

As Avós de Praça de Maio, junto a jovens que recuperaram sua identidade e familiares de desaparecidos, estarão nos créditos do filme, que deve estrear no fim do ano. "Espero que isto sirva para que as pessoas que decidiram não tomar uma postura de querer saber o que tinha acontecido na Argentina nessa época saibam que houve gente que sofreu muito, e não do ponto de vista político, mas do humano", comentou Dalma Maradona.

A filha de Diego Maradona interpreta uma jovem grávida que convive atrás das grades com Paloma. Esta morre ao dar à luz uma bebê entregue pelos repressores a uma família, que lhe porá o nome de Natalia. O jovem Ernesto também cai em desgraça e morre nas mãos dos torturadores. Será seu irmão, o padre Alejandro, quem em 2010 reconhecerá Natalia como sua sobrinha perdida e a ajudará a decidir se recupera a verdadeira identidade ou mantém aquela recebida de seus tutores, com a qual conviveu durante 30 anos.

"No início achei árduo pensar que realmente uma menina grávida tenha tido de passar por essas situações. Desde meus 23 anos e sem ter vivido essa época me parecia um desafio fazer parte deste filme que mostra coisas que infelizmente aconteceram", declarou Dalma Maradona. Para Juan Palomino, que interpreta o padre Alejandro, este filme traz "um olhar profundo sobre uma época não muito distante" e representa "um reencontro com a memória e a vida".

"É um documento necessário para construir o futuro. Desde o mais profundo dos sentimentos nos atrevemos ao abismo. Esse abismo que separou, torturou, matou, se apropriou de vidas, negando as verdadeiras identidades", critica o ator argentino.

Uma das Avós de Praça de Maio que contribuiu com o roteiro do filme é Bertha Shuberoff, ex-esposa do poeta argentino Juan Gelman, cujo filho Marcelo e a nora María Claudia García foram sequestrados e assassinados por militares em 1976. "Quando sequestraram meu filho me transformei em outra pessoa, deixei tudo para iniciar a busca de meu filho. Era tal meu desespero ao ver que entraram com armas em minha casa e levaram meu filho, nora e outra filha que depois foi libertada", lembra.

Depois de décadas de luta, Shuberoff e Gelman se reencontraram com sua neta Macarena, nascida quando sua mãe estava em cativeiro numa prisão do Uruguai como outras vítimas da Operação Condor - plano repressivo das ditaduras do Cone Sul. Macarena Gelman havia sido abandonada quando tinha dois meses em uma cesta em frente à casa de uma família uruguaia, que a adotou.

Depois de Botín de guerra (David Blaustein, 2000), El abismo... todavía estamos é o segundo filme que aborda histórias de roubo de filhos de desaparecidos e a luta por recuperá-los realizada há 34 anos pelas Avós de Praça de Maio, ONG candidata ao Prêmio Nobel da Paz.

Reuters

Casal italiano foi detido no aeroporto do Cairo por suspeita de envolvimento com o roubo

Foto: Reprodução

Um quadro do pintor pós-impressionista holandês Vincent Van Gogh avaliado em 55 milhões de dólares foi roubado de um museu na capital do Egito no sábado e, após afirmar que a obra havia sido recuperada, o Ministério da Cultura do país disse que a pintura ainda estaria desaparecida, segundo a agência de notícias estatal.

Citando o ministro, a agência MENA informou que as forças de segurança prenderam um jovem italiano com a pintura no aeroporto e uma mulher que estava junto com ele. Mais tarde, no entanto, a agência divulgou um comunicado do ministério afirmando que "as medidas estavam mantidas para recuperar a obra", identificada como "As Flores de Papoula".

De acordo com o ministério, a informação divulgada anteriormente sobre o resgate da obra "não era precisa e não foi confirmada até o momento pelas agências responsáveis". A pintura foi roubada do Museu Mahmoud Khalil, em Cairo, às margens do rio Nilo. Não ficou imediatamente claro como surgiu a confusão sobre o destino da obra.

 

EFE

Mostra em Washington reúne obras do artista que tem Steven Spielberg e George Lucas entre seus admiradores

Foto: Reprodução

Dois dos diretores que mais influenciaram a imaginação norte-americana, George Lucas e Steven Spielberg, compartilham uma coleção que expõem, pela primeira vez, ao público: suas pinturas de Norman Rockwell, o ilustrador do 'ideal americano'. A mostra pode ser visitada até 2 de janeiro de 2011 no Museu de Arte Americana Smithsonian, em Washington, onde 57 pinturas de propriedade dos dois diretores mostram a relação de seus filmes com Rockwell.

Antes de serem amigos e mestres do cinema, Lucas e Spielberg foram crianças que cresceram admirando as gravuras deste artista, conhecido por suas capas na revista "The Saturday Evening Post", de 1916 a 1963. Como desenhista comercial, Rockwell criou muitos ícones dos Estados Unidos em torno de temas como infância, poder da imaginação, heróis e sonhos americanos.

O público se conectava com sua arte tanto como os cineastas, seus fiéis admiradores, mas a imprensa foi sua ligação com os leitores e sua maior inspiração. "Não podia ler jornal sem encontrar uma ideia para uma capa", confessou em 1917 o jovem Rockwell no início de sua carreira.

A versatilidade do pincel também estava a seu favor, porque tanto podia reverenciar heróis do cotidiano como ridicularizar carinhosamente estrelas de Hollywood, um de seus temas preferidos. Quando pintou Gary Cooper em "The Texan", Rockwell demonstrou audácia, ao colocar o ator com os lábios pintados de vermelho, vestido de cowboy, enquanto era maquiado por um homem de charuto na boca, destacou a curadora Virgínia Mecklenburg.

Mas as cenas da vida familiar e infantil, com pais e filhos fazendo deveres ou o avô desorientado com seu neto, mostravam mais o Rockwell que ficou gravado na memória de uma geração de americanos. "Ele captou a ideia americana da qual queríamos acreditar que éramos", disse Lucas à rádio "NPR". "Não éramos melhores do que somos agora, mas ter esse ideal fez com que tentássemos ser mais do que éramos".

Esses valores tinham um olhar compassivo e inocente que contrastava com passagens de humor e, às vezes, duras realidades. A curadora conecta esse olhar com os filmes dos diretores. "Há conexões com tudo que tem a ver com a moral e a vida americana, mas também se observa episódios graciosos", explicou.

Para pintar esses momentos, o artista elegia com cuidado seus modelos, "como o 'casting' feito por um diretor de cinema", aponta Virgínia. Arrumava os modelos, pedia para que posassem, acrescentava alguns detalhes - como um laço no vestido de uma menina - e daquela imagem construía uma história que acabava com um argumento preciso, complexo e evocador, mas exposto com delicadeza e expressividade.

"Olhava o quadro e se dava conta que, se nele tivessem muitos detalhes, as pessoas perderiam a ideia principal", assinala a curadora. "Queria que a narrativa e o conteúdo emocional da história estivessem absolutamente claros".

Alguns dos quadros cativaram de maneira especial os diretores. "High Divin" (1947), a imagem de uma criança que olha para uma piscina com pânico e curiosidade diante dos seis metros de altura de um trampolim, é o preferido de Spielberg. Para o diretor de "Star Wars", "Boy Reading Adventure Story" (1923) é um dos mais significativos. Nele, uma criança cavalga ao lado de sua donzela enquanto lê um livro.

EFE

Autor do romance "Los Pichiciegos" tinha 69 anos e estava internado por conta de problema pulmonar

O escritor argentino Rodolfo Fogwill morreu neste sábado em Buenos Aires aos 69 anos, informou a imprensa local.

Fogwill estava internado em um hospital "por um problema pulmonar provocado por seu vício em cigarro", informou em sua versão digital o jornal "Perfil", de Buenos Aires, do qual o escritor era colunista.

Entre suas obras, que foram publicadas fora da Argentina na América Latina, Espanha e Estados Unidos, se destaca o romance "Los Pichiciegos". Fogwill, também escreveu poemas, contos, crônicas e ensaios sobre comunicação, literatura e política.

AFP

Anúncio do roubo da pintura intitulada "Papoulas" havia sido feito na manhã deste sábado. Obra ainda não foi recuperada

Foto: Reprodução

Dois italianos foram detidos no aeroporto do Cairo quando tentava sair do Egito com o quadro do pintor holandês Vincent Van Gogh, roubado neste sábado em plena luz do dia de um museu da capital egípcia, informou o ministro da Cultura, Faruk Hosni.

"Dois italianos, um homem e uma mulher, foram detidos em poder do quatro quando tentavam sair do país", afirmou o ministro.

Porém, Hosni depois se desmentiu falando que o "quadro não apareceu ainda", segundo informa a agência egípcia "Mena".

Pela manhã, o ministro havia informado que o quadro de valor inestimável foi roubado do museu de Mahmud Khalil, que possui um importante acervo de arte europeia dos séculos XIX e XX.

A pintura, intitulada "Papoulas", foi "tirada da moldura, depois da abertura do museu, esta manhã", afirmou Hosni.

Os funcionários do museu foram interrogados e medidas preventivas foram tomadas nos portos e aeroportos egípcios para impedir que o quadro deixe o país.

EFE

Obra do pintor holandês, intitulada "Flores de Papoula", desapareceu do museu Mohammed Mahmoud Khalil de Arte Moderna

Foto: Reprodução

A obra "Flores de Papoula", do pintor holandês Vincent Van Gogh (1853-1890), foi roubada hoje de um museu do Cairo, informou o ministro de Cultura egípcio, Farouk Hosni. A pintura foi levada de manhã do museu Mohammed Mahmoud Khalil, na margem oeste do Nilo, disse Hosni em comunicado divulgado pelo Escritório de Informação de sua pasta.

Hosni anunciou que foi aberta uma investigação administrativa com todos os responsáveis do museu e com os diretores do departamento de Artes Plásticas do Ministério. O ministro também afirmou que entrou em contato com os corpos de segurança para adotar as medidas necessárias em aeroportos, passagens fronteiriças e portos marítimos para impedir a saída do quadro do Egito.

O assessor de Informação do Ministério de Cultura, Ayman el Qady, disse à Agência Efe que investigadores da Polícia já começaram a recolher impressões digitais no lugar do roubo. Instalado em um edifício erguido em 1920, o museu Mohammed Mahmoud Khalil de Arte Moderna contém obras de grandes mestres como Gauguin, Van Gogh, Renoir, Degas, Cézanne, Monet e Rodin.

EFE

Segundo a imprensa local, filme abordará romance entre homem e uma mulher que pertencem a etnias diferentes

Foto: © AP

A atriz americana Angelina Jolie está na Bósnia-Herzegóvina para produzir seu primeiro filme como diretora, centrado na Guerra da Bósnia, segundo a imprensa local de Sarajevo. Angelina chegou ontem à noite a Sarajevo, onde deve ficar até domingo, acompanhada dos filhos gêmeos Knox e Vivienne e vários guarda-costas.

A atriz saiu do aeroporto em uma caminhonete com placas da Eufor (forças de paz da União Europeia) e seguiu para um local não-informado, afirmou o jornal bósnio "Dnevni Avaz". Trata-se da quarta visita de Angelina à Bósnia em quatro meses. Em abril, ela visitou o país como embaixadora da boa vontade do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur) e depois foi com seu marido, Brad Pitt, a um campo de refugiados na cidade de Gorazde.

Segundo a imprensa, a atriz ficou tão impressionada que decidiu fazer um filme na Bósnia-Herzegóvina ambientado na época da guerra (1992-1995). Seria um romance proibido entre um homem e uma mulher que pertencem a etnias diferentes. O jornal "Blic" de Belgrado anunciou ontem que Angelina visitará a capital sérvia no dia 3 de setembro para conversar sobre a produção desse filme com o cineasta Filip Gajic.

Guss de Lucca, iG São Paulo

Livro sobre a Segunda Guerra Mundial traz novos ares para uma velha história

Foto: Divulgação

Fumaça Humana (Companhia das Letras), livro do norte-americano Nicholson Baker, sugere uma experiência nova em relação a um tema mais que batido: a Segunda Guerra Mundial. Ao invés de compilar os acontecimentos em capítulos, Baker intercala situações, comentários e trechos de cartas de personagens que participaram dos movimentos que sucedem a Primeira Guerra e descambam para a segunda.

As informações são breves e dispostas com objetividade, um artifício que promove agilidade na hora da leitura e concede ao livro potencial para cativar o público da geração virtual, normalmente sem paciência para grandes leituras - ainda mais sobre temas históricos.

A escolha dos personagens que protagonizam a obra também é curiosa. Além de citações e ações dos grandes nomes ligados ao conflito, como o primeiro-ministro britânico Winston Churchill, o líder nazista Adolf Hitler e o presidente norte-americano Franklin Delano Roosevelt, Fumaça Humana revela o que fizeram personalidades marcantes do século passado, como o líder indiano Mohandas Gandhi e o fisico alemão Albert Einstein.

Além destes, dezenas de jornalistas, secretárias, generais, nobres, estudantes e outras figuras envolvidas no processo que levou o mundo ao maior conflito do século 20 têm suas participações descritas no breve apanhado de informações peneirado pelo autor.

Se a história em letras garrafais já é mais que conhecida, Fumaça Humana abre espaço para as letras miúdas que também fazem parte da Segunda Guerra Mundial, trazendo novos ares para um velho tema.

Leia abaixo dois trechos de Fumaça Humana:

CHURCHILL escreveu um breve memorando secreto ao ministro da aeronáutica. Falava no bombardeio de Roma. "Se decidirmos fazê-lo mais tarde", disse o primeiro-ministro, "espero não nos limitarmos aos alvos mostrados em (b), e sim fazer que eles recebam uma boa dose ali onde lhes doa mais." Isso em 28 de fevereiro de 1940.

ZHUKOV e TIMOSHENKO, dois generais de Josef Stálin, estavam alarmados com a possibilidade de invasão alemã, e perguntaram ao líder soviético se podiam mobilizar as tropas e deslocá-las, preparando-as para enfrentar um ataque alemão. Stálin disse que não. "A Alemanha está enterrada até o pescoço com a guerra no Ocidente, e tenho certeza de que Hitler não arriscará criar uma segunda frente atacando a União Soviética", explicou. "Hitler não é tão idiota." Foi em 12 de junho de 1941.

Fumaça Humana
Nicholson Baker
Companhia das Letras
R$ 58,00

EFE

Primeira-dama francesa está no novo filme do cineasta, Midnight in Paris

Foto: AFP

O diretor americano Woody Allen, que contou com a primeira-dama francesa Carla Bruni em seu novo filme, Midnight in Paris, disse que a esposa de Nicolas Sarkozy foi "muito profissional" durante as filmagens. "A senhora Bruni interpretou tão bem o papel que propus, o de uma guia do museu Rodin, que cada um de seus fotogramas aparecerá no filme, nada será cortado", afirmou o cineasta, em entrevista publicada neste sábado pelo jornal italiano "Corriere della Sera".

O diretor falou também sobre especulações sobre ciúmes de Sarkozy pelas cenas de sua esposa com o protagonista do filme, Owen Wilson, assim como às dificuldades de Bruni para atuar. Allen disse que as filmagens aconteceram "sem problemas nem escândalos, foi tudo muito simples e agradável", e explicou que Sarkozy compareceu ao set de filmagem pois tinha curiosidade de ver a esposa atuando. O presidente "ficou muito satisfeito", segundo o diretor.

O cineasta definiu este novo projeto, cujo elenco tem ainda Marion Cotillard, Adrien Brody e Rachel McAdams, como uma "comédia romântica na qual o destino de dois turistas americanos se une aos de dois franceses". "Acho que Paris se parece muito (com Nova York). O mesmo trânsito, a mesma vida cultural frenética, museus maravilhosos. Só a comida é diferente. A francesa, a de toda Europa em geral, é muito melhor que a americana", disse, comparando a capital francesa com a cidade de seu coração.

Reuters

Versões em inglês e espanhol do livro serão publicadas nos Estados Unidos em 2 de novembro

Foto: Getty Images

O cantor Ricky Martin revelará em sua autobiografia as lutas que enfrentou em sua carreira musical durante o caminho até a fama e ao aceitar sua sexualidade e paternidade.

As versões em inglês e espanhol do livro, intitulado Me e Yo, respectivamente, serão publicadas em capa dura nos Estados Unidos em 2 de novembro, depois de ser adquirido pela Celebra, uma divisão da Penguin, informou a editora nesta quinta-feira.

Martin, de 38 anos, disse que estava escrevendo suas memórias em março, ao mesmo tempo em que anunciou ser homossexual, pondo fim a anos de especulações.

O cantor tornou-se pai de gêmeos em 2008, através de uma mãe de aluguel, e até o momento não foram fornecidos detalhes sobre a mulher ou o nascimento.

"Escrever este livro me permitiu explorar os diferentes caminhos e experiências que me levaram a ser quem sou hoje", disse o cantor de "Livin' la Vida Loca" em comunicado.

O artista porto-riquenho começou na banda Menudo e em meados da década de 1990 lançou carreira solo.

 

iG São Paulo

Além de São Paulo, grupo também vai tocar no Rio de Janeiro

Foto: Getty Images

O grupo americano Bon Jovi confirmou nesta sexta-feira a data e local de um segundo show no Brasil. A apresentação acontecerá na Praça da Apoteose, no Rio de Janeiro, no dia 08 de outubro. A pré-venda de ingressos para clientes Credicard, Citibank e Diners começa na próxima segunda-feira (23). A venda para o público em geral começa no dia 30.

Além do Rio de Janeiro, o Bon Jovi também se apresentará em São Paulo. O show será no dia 06 de outubro, no Estádio do Morumbi. Essas serão as primeiras performances da banda no país em quinze anos, e fazem parte da turnê do último álbum da banda, The Circle, lançado no ano passado. É o 11º trabalho de estúdio do grupo, que foi formado em 1983 e já tem mais de 120 milhões de discos vendidos.

Os shows começaram em fevereiro e até o fim do ano devem passar, depois da América do Norte, por Europa, Ásia, Oceania e, claro, América do Sul. No total, a ideia é acumular 30 países e 135 apresentações, a mais longa turnê do cantor desde o final da década de 1980. Os preços do show no Rio são os seguintes: R$ 600 (pista premium) e R$ 250 (pista comum). Em São Paulo, os preços variam de R$ 160 (arquibancada laranja) a R$ 600 (pista premium).


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