A cabeça de Jorge Fossati, técnico do Inter, está a mil. Retomando suas convicções, o uruguaio arriscou ao adotar o esquema 36-1, ou um 3-4-2-1, na sua visão, diante do Banfield, na Argentina. Nas ironias pregadas pela bola, seu time atou bem, tendo bom volume de jogo e boas chances para marcar, mas acabou derrotado por 3 a 1, em um confronto marcado por polêmicas de arbitragem.
Polêmicas envolvendo a arbitragem deixadas de lado, o fato é que mesmo perdendo por 3 a 1 para o Banfield, o Inter realizou uma boa partida. O esquema com três zagueiros e somente um atacante de Jorge Fossati funcionou de maneira satisfatória. O time não ficou defensivo demais, equilibrando as ações e chegando ao ataque.
Gols é tudo o que o Inter precisa. Necessariamente, o time tem de marcar vários deles para salvar o primeiro semestre nos próximos dois jogos, domingo na decisão do Campeonato Gaúcho e quinta-feira na Libertadores. Vitórias simples sobre Grêmio e Banfield não servirão, na prática, para nada. "A pressão sempre existirá. Temos duas finais. São dois jogos em aberto", comentou o meia Andrezinho.
Dois jogos distintos se apresentaram no Estádio Florencio Sola, na Argentina. Existe o antes da expulsão de Kleber e o depois da expulsão de Kleber, na vitória por 3 a 1 do Banfield sobre o Inter, na partida de ida das oitavas de final da Libertadores.
Vozes ofegantes, afinando tamanha a indignação. Assim foi o tom das entrevistas dos dirigentes colorados logo após a derrota por 3 a 1 para o Banfield, na Argentina. A partida de ida das oitavas de final da Libertadores teve como recheio lances polêmicos envolvendo a arbitragem.
A partir de agora serão sete dias para o Inter ainda ter chance para comemorar algo no primeiro semestre de 2010. Serão dias de tudo ou nada para Jorge Fossati. Serão 168 horas de pura tensão. Apesar de ter tido uma atuação digna na Argentina, o Colorado saiu derrotado por 3 a 1 pelo Banfield, na partida de ida das oitavas de final da Libertadores.
O meio campista argentino Andrés D'Alessandro foi formado nas categorias de base do River Plate. Sete anos depois de deixar o clube, ele não nega o desejo de voltar ao River. "Estou sempre à disposição do River", afirmou El Cabezón, apelido do meio campista na Argentina.
A vida do Inter começa outra vez nesta quarta-feira. Apagam-se quase todos os problemas enfrentados até aqui para tentar superar o Banfield, da Argentina, nas oitavas de final da Libertadores. Serão 90 minutos no estádio Florencio Sola, a partir das 21h50 (de Brasília), em que nada que tenha vindo antes deve interferir, nem mesmo pensar futuros problemas. Os colorados querem jogar uma partida de futebol como nunca jogaram em 2010, pensando só nela, para depois focarem no que ainda está por vir.
Tudo parecia normal. O departamento médico do Inter não tinha dado nenhum indício do assunto. A revelação veio do técnico Jorge Fossati. Em sua entrevista coletiva, o treinador revelou que D'Alessandro é dúvida para enfrentar o Banfield, na quarta-feira.
O Inter voltará a ter a cara de Jorge Fossati. Antes de ingressar no ônibus para fazer o último treino para enfrentar o Banfield, na quarta-feira, Fossati postou-se para sua tradicional entrevista coletiva. Suas palavras foram de uma clareza rara desde sua chegada e incomum nos profissionais que trabalham no Brasil. O uruguaio falou de tática e de escalção.
O clima foi ruim no Beira-Rio na segunda-feira. Jogadores cabisbaixos e uma dor ainda latente pela derrota para o Grêmio por 2 a 0, em casa, no primeiro jogo da final do Campeonato Gaúcho. Nesse ambiente, a delegação embarca para Buenos Aires ainda nesta segunda. A missão é motivar novamente os jogadores antes da partida válida pela Copa Libertadores, nesta quarta-feira.
26/04/2010 08:10 PM
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