Vozes ofegantes, afinando tamanha a indignação. Assim foi o tom das entrevistas dos dirigentes colorados logo após a derrota por 3 a 1 para o Banfield, na Argentina. A partida de ida das oitavas de final da Libertadores teve como recheio lances polêmicos envolvendo a arbitragem.
A partir de agora serão sete dias para o Inter ainda ter chance para comemorar algo no primeiro semestre de 2010. Serão dias de tudo ou nada para Jorge Fossati. Serão 168 horas de pura tensão. Apesar de ter tido uma atuação digna na Argentina, o Colorado saiu derrotado por 3 a 1 pelo Banfield, na partida de ida das oitavas de final da Libertadores.
O meio campista argentino Andrés D'Alessandro foi formado nas categorias de base do River Plate. Sete anos depois de deixar o clube, ele não nega o desejo de voltar ao River. "Estou sempre à disposição do River", afirmou El Cabezón, apelido do meio campista na Argentina.
A vida do Inter começa outra vez nesta quarta-feira. Apagam-se quase todos os problemas enfrentados até aqui para tentar superar o Banfield, da Argentina, nas oitavas de final da Libertadores. Serão 90 minutos no estádio Florencio Sola, a partir das 21h50 (de Brasília), em que nada que tenha vindo antes deve interferir, nem mesmo pensar futuros problemas. Os colorados querem jogar uma partida de futebol como nunca jogaram em 2010, pensando só nela, para depois focarem no que ainda está por vir.
Tudo parecia normal. O departamento médico do Inter não tinha dado nenhum indício do assunto. A revelação veio do técnico Jorge Fossati. Em sua entrevista coletiva, o treinador revelou que D'Alessandro é dúvida para enfrentar o Banfield, na quarta-feira.
O Inter voltará a ter a cara de Jorge Fossati. Antes de ingressar no ônibus para fazer o último treino para enfrentar o Banfield, na quarta-feira, Fossati postou-se para sua tradicional entrevista coletiva. Suas palavras foram de uma clareza rara desde sua chegada e incomum nos profissionais que trabalham no Brasil. O uruguaio falou de tática e de escalção.
O clima foi ruim no Beira-Rio na segunda-feira. Jogadores cabisbaixos e uma dor ainda latente pela derrota para o Grêmio por 2 a 0, em casa, no primeiro jogo da final do Campeonato Gaúcho. Nesse ambiente, a delegação embarca para Buenos Aires ainda nesta segunda. A missão é motivar novamente os jogadores antes da partida válida pela Copa Libertadores, nesta quarta-feira.
São poucos dias para entrar em campo de novo. Após perder o Gre-Nal em casa por 2 a 0, o Inter terá que arrumar sua cabeça para não entrar em depressão. Terá de ter a mente sã para voltar a brigar pela vitória. Com pouco tempo para treinar até quarta-feira, quando enfrenta o Banfield, pela Libertadores, os colorados irão tentar a recuperação buscando forças dentro de si para não desanimar com a derrota para o maior rival.
A tradicional doação de Guiñazu em campo não foi suficiente para parar o Grêmio. A implacável marcação do volante do Inter não evitou a derrota por 2 a 0, no Beira-Rio. Tão importante quanto ser derrotado pelo maior rival em casa foi perder o primeiro jogo da final do Campeonato Gaúcho por um placar de difícil reversão.
Perder para o Grêmio, no Beira-Rio, por si só é doloroso. A dor dos colorados aumentou pela forma com que os gremistas foram às redes. Em dois lances de bola parada, um escanteio e uma falta, o Tri...
A dureza de perder um Gre-Nal estava estampada no semblante do técnico Jorge Fossati. A cada pergunta de sua entrevista coletiva, ele alongava o pescoço, tentando diminuir a tensão vivida minutos antes. É o peso de ter sido dominado em casa pelo Grêmio, na primeira partida das finais do Campeonato Gaúcho, e ter perdido por 2 a 0, deixando longe o título de campeão gaúcho. "Ficamos do lado triste do dia. Dói bastante. Não se pode comemorar demais ou se abalar demais", lamentou Fossati.
25/04/2010 07:55 PM
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