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Musicão


Hole disponibiliza novo disco na internet

Nobody's Daughter, novo disco do Hole, banda liderada pela viúva de Kurt Cobain, Courtney Love, está disponível para audição no Facebook. A ação é uma parceria entre a banda e a revista Spin. O álbum, lançado 11 anos depois do último trabalho da banda, Celebrity Skin, conta com 11 músicas. Nobody's Daughter chegará às lojas de todo o mundo em 27 de abril.

27/04/2010 10:23 AM

Green Day se apresentará no Brasil

27/04/2010 10:20 AM

Cher anuncia volta aos palcos

27/04/2010 10:18 AM

Metal Force em São Paulo: Megadeth

No último sábado, 24 de abril, com início às 22h00, o Credicard Hall recebeu em grande estilo show da turnê comemorativa de 20º aniversário de lançamento do lendário álbum ?Rust in Peace?, com público de aproximadamente 6000 pessoas. Iniciando a noite, a execução de faixas do atual trabalho da banda, ?Endgame? (2009), traduziu potência em arranjos inovadores, sem perder seu referencial no black e trash metal clássicos. ?Dialectic Chaos? com sua vibrante e bem conduzida bateria, de criatividade, técnica e versatilidade intensas na brilhante performance de Shawn Drover, aliou-se aos vocais guturais de timbre suavemente rouco de Mustane e às guitarras de belos acordes e riffs estratégicos de Chris Broderick, pontuando as conversões com grande precisão. Fantástico! ?This Day We Fight?, também do mais recente álbum, traduz em seu bojo elementos épicos, com bateria cadenciada remetendo à marcha militar na introdução. Guitarras distorcidas de afinação padrão em progressões ascendentes e vigorosos acordes arrematam o poder do refrão. Finalização poderosa determinada pela condução técnica e precisa da bateria, numa composição arrojada. Após a execução de ?Sweating Bullets? e ?Skin of My Teeth?, sucessos do disco Countdown to Extinction (1992), teve início a reprodução, na íntegra, do álbum Rust in Peace (1990), marco definitivo na carreira da banda, com inspiradas performances dos integrantes em apoio aos vocais de Dave Mustane, em momentos de intensa qualidade estética, acompanhados com furor pela platéia. Maravilhoso! O show ainda apresentou mais duas canções do último álbum, ?Head Crusher? e ?Right to go Insane?, com sonoridades pautadas em vertentes classic, como o hard rock, suavizadas em andamento e cadência, com pontos fortes nas conversões remetendo ao black metal com menor peso, mas não menor consistência, em boas construções melódicas e letras de densidade reflexiva. Outras grandes surpresas ainda reservava o espetáculo, com as execuções de grandes sucessos como ?She Wolf? (2002) e Peace Sells, clássico de 1986, surgindo como pontos altos de verticalização à apresentação. Entretanto, o momento mais aguardado, a execução de ?Symphony of Destruction?, canção considerada como um ?hino? da banda apresentou, sem sombra de dúvidas, o ápice da bem cuidada e, literalmente, histórica apresentação do grupo, consagrado como um dos maiores representantes de seu segmento. The best!

26/04/2010 06:36 PM

Electric Pop: Moby em São Paulo

O Credicard Hall recebeu na última sexta feira, 23 de abril, o multiinstrumentista, Dj e arranjador Moby, um dos grandes expoentes da música eletrônica atual, em espetáculo que contou ainda com a abertura de uma das revelações do indie rock nacional, o Copacabana Club e participação da dupla de DJs 2Headz no comando das pickups. Às 21h00, o Copacabana Club iniciou sua apresentação com canções de seu próprio repertório, pautado nas vertentes new wave 80?s, no folk, punk e na surf music, com suaves acentos eletrônicos, compondo seu estilo moderninho e alternativo, numa interessante fusão entre elementos atuais e o charme revisitado de sonoridades retrô. Divertidas, as ensolaradas e descontraídas canções, trazem belo trabalho do baixo preciso de Tile Douglas em perfeita sintonia com a bateria suave de Claudinha Bukowski e os vocais de timbre doce de Camila, numa apresentação onde a irreverência e jovialidade ditaram a tônica. Por volta das 22h00, a dupla Marcos e Marcelo Braga do 2Headz, inicia set com influências no krautock alemão, explorando sonoridades como o stynthpop na fusão com elementos da disco, progredindo aos primórdios do break. Em movimento linear, realiza verdadeira viagem sonora, partindo do clássico em conversões bem pautadas até descambar em sonoridades lounge atuais, com elementos do eletro e acid house. Dançante e suave segue em progressões cíclicas, sem perder o contrastante tom de modernidade, em apresentação precisa e bem efetuada. Moby inicia seu show pouco depois das 23h00, com ?A Seated Night?, trazendo introdução densa, remetendo ao canto gregoriano medieval. Canção explora sonoridades pop atuais, com breaks estratégicos no apoio aos refrões e reforço de graves. Presença suave do violino, traduz graça e leveza às conversões. ?Extreme Ways? já inicia na sonoridade arrojada e potente do techno, com influências de synthpop, com fraseado introdutório harmonioso. Atual e dançante. Introdução explora sonoridade minimal na execução de ?Mistake?, na cadência do techno pontuado pelos intensos e poderosos vocalizes soul e baixo de acordes precisos em dub. ?In my Heart? na cadência do pop, traduz em seu bojo elementos extraídos de sonoridades afro que remetem ao samba, mesclando-se ao hip hop em samplers e skratches verticalizados, num bom contraponto aos teclados minimal de Kelli Scarr. Num dos bons momentos da apresentação, ?Why does my Heart Feel So Bad?? traduz grande performance da jamaicana Joy Malcolm, em inspirada interpretação, pautada em sonoridades entre soul, charme e R&B, demonstrando a enorme extensão vocal e técnica da cantora. Fantástico! A irreverente guitarra remete à sonoridade country de banjos, traduzindo um pop rock alegre e dançante na execução de ?We Are All Made of Stars?, traduzida na contagiante cadência do house com elementos que remontam ao new wave e synthpop, com suaves notas esparsas de violino oriental, numa bela e inusitada composição de estilo arrojado. ?Flower? traduz outro momento de intensa verticalização à apresentação, explorando o soul gospel traduzido em roupagem moderna, na fusão com vertentes do pop rock e hardcore atuais. Mais um belo momento dos poderosos vocais de Malcolm. ?Walk on the Wild Side?, traduz modernidade à classic disco com o apelo pop dos samplers, transmitindo aura atual à melodia bem construída, de cadência pautada nas vertentes black do soul e gospel. Contagiante! A apresentação contou ainda com a brilhante execução de sucessos como ?In This World?, ?Lift me Up?, ?Honey?, ?Feeling So Real? e a releitura do clássico ?1000?. Brilhante!

26/04/2010 06:36 PM

Revolution Rock: KoRn no Credicard Hall

No ultimo dia 21 de abril, a casa de espetáculos paulistana recebeu a banda em show com público estimado de 6000 pessoas, com início ás 22h00. Iniciando a apresentação, a canção ?4 U? remete ao dark wave na fusão com a bateria cadenciada do punk e vocais pautados no classic metal, com reforço de agudos, trazendo já ponto alto de verticalização. Na sequência, ?Dead Bodies? traduzida na cadência do hardcore, com grande peso e densidade nos acordes da introdução. Grandes variações de andamento indicam influência no progressive rock, com elementos de death metal na conversão aos refrões. Nota à excelente performance de Ray Cuzier na condução precisa da bateria. ?Here to Stay? revelou-se mais um bom momento do espetáculo, com melodia bem construída na cadência do death metal, suaves influências no progressivo nas súbitas variações de andamento e inusitados elementos extraídos de sonoridades como o punk e heavy. Belo trabalho do baixo vigoroso e bem pontuado de Reginald Arvizu, em contrastante contraponto aos vocais. Fantástico! Com introdução no etereal seguindo em ascendência voltada ao death metal, ?Falling Always From Me? surge com andamento suavizado e elementos esparsos de reggae e surf music em canção inovadora e criativa, pontuados pelo rico fraseado vocal de Jonathan Davis. Intenso! ?Freak on a Leash?, em mais uma incrível e bem cuidada execução, reforça mais uma vez o enorme potencial estético e técnico da banda, versátil e ousada. Traduz elementos de sonoridades voltadas ao dark wave, com grandes pontos verticalizadores nos skratches, conversões ágeis e precisas e refrões sampleados. Grandes vocalizes na finalização da execução de um dos grandes sucessos da carreira, onde originalidade e irreverência são mote. Os samplers robóticos de ?Faget?, na introdução, remontam ao krautock alemão, progredindo ao metal em variantes pop, ascendendo gradualmente às vertentes dark wave, em incríveis e habilidosos arranjos. Vocais displicentes auxiliam na aura de irreverência e descontração traduzidas pela letra. Baixo predominante nas conversões, em mais uma excelente performance de Arvizu. Digna de menção a versatilidade da guitarra de James Shaffer na execução de ?Good God?, em riffs ágeis, auxiliando de forma decisiva a ambientação da melodia, na cadência do hardcore, com elementos punk e vocais guturais. Andamento hip hop na finalização traduz modernidade á arrojada composição. Inusitado! Reservada ao momento do bis ?Blind? traz belíssima introdução pautada na gaita de foles, representando com categoria o folk escocês. Melodia consistente e ousadia na fusão com elementos tão variados como punk, heavy, surf music, reggae e sonoridades street como o hip hop. Finalizando a excelente apresentação, ?Got the Life?, moderna e descontraída, na cadência do punk rock em fusão com elementos do classic metal, conta com grande participação do público, encerrando com categoria a noite, verticalizada e intensa do início ao fim, onde ao carisma aliou-se o talento e técnica da banda, num grande show.

26/04/2010 06:17 PM

Ingressos para o show de despedida do Scorpions em São Paulo já estão à venda

23/04/2010 10:29 AM

Kylie Minogue lança novo trabalho

23/04/2010 10:27 AM

Após cancelamento da apresentação, a banda Gossip se esforçará para vir ao Brasil ainda em 2010

Após cancelamento da apresentação, a banda Gossip se esforçará para vir ao Brasil ainda em 2010 Após o cancelamento das quatro apresentações que faria no Brasil, em março, a banda Gossip está revendo a possibilidade de vir ao país ainda em 2010. A vocalista da banda, Beth Ditto, disse em entrevista que a banda "está tentando ao máximo" vir ao Brasil ainda neste ano. Questionada sobre o motivo do cancelamento dos shows, Beth afirmou que o fez devido a problemas de saúde. "Eu tive pneumonia durante três meses e foi grave, por isso precisei cancelar nossa turnê nos Estados Unidos também."

23/04/2010 10:25 AM

Simply Red se despede do Brasil

21/04/2010 10:56 AM

Atualidades da Música Eletrônica: Skol Sensation 2010

Em evento que reuniu cerca de 35.000 pessoas, o Palácio das Convenções do Anhembi rendeu-se ao charme da segunda edição do Skol Sensation, um dos festivais mais importantes do segmento de música eletrônica no último sábado 17 de abril. O evento caracterizado por enorme aparato visual trouxe estruturas com temática que remetia ao fundo do oceano, determinado pela estrutura central onde se encontrava localizada a cabine de som, simulando enorme medusa. Em pontos estratégicos, intercalados aos spots de iluminação, surgiam pequenos e delicados globos representando pérolas, entre medusas afixadas no teto. Telões circulares mostravam detalhes das performances do DJs. A todo o momento, Go Go Girls realizavam interessantes coreografias na passarela central disposta na base da estrutura principal, em meio à sprinters e piras, revelando o uso de elementos distintos como fogo e água, atuando com harmonia e leveza, num excelente trabalho da cenotécnica. A iluminação, remetendo também às cores marinhas, revelava intensos e bem elaborados esquemas durante todo o evento, com incidência de tonalidades verdes, azuis e corais, em riquíssimas variações cromáticas. Cascatas de fogos e água também abrilhantaram o evento, em espetáculos à parte. O DJ Chukie imprimiu em seu set list a fusão de elementos do minimal e techno à sonoridade viajante do trance. Criativo, explorou pop nacional com batidas vigorosas de acid funk, com conversões precisas para vertentes do techno e house atuais. Ousado, o DJ utilizou em seu trabalho canções de sucesso nas pistas de dança da atualidade e clássicos, reservando espaço para vertentes black nacionais, como o funk carioca, com skratches sampleados de grande efeito estético, demonstrando grande versatilidade, compondo um set dançante e harmonioso. Genial! Por volta da 1h45 da madrugada de domingo, o aguardado momento Skol Sensation Mix inicia set na alucinante fusão entre funk carioca, techno e trance simultâneos, com esparsos elementos de minimal. Sonoridade remetendo à disco 70?s arremata o interessante momento, revelando grande pesquisa na composição da performance. Intenso e dançante pautou-se primordialmente no trance atual. A próxima atração da noite o DJ ?Felix da Housecat? pontuou seu trabalho nas vertentes do house, com esparsos elementos de eletro, acid, trance e minimal. Techno nos samplers imprimiu vitalidade extra ao bem selecionado set, de sonoridade vibrante. Distorções robóticas e batidas possantes alternaram-se com perfeição aos suaves vocalizes adotados. Passeia por vertentes que remetem ao house 90?s, traduzido com roupagem atual. Às conversões precisas conduzem à vertiginosa cadência do techno em fusão com trance, house e psy. Criativamente utiliza-se de elementos do synthpop 80?s com a inserção de ?Love Bizarre Triangle? do New Order, que traduz suaves pitadas dark wave ao set, abrilhantando a excelente participação do DJ no festival. Inusitada e arrojada revelou-se uma das melhores atuações da noite. O DJ ?Toca Disco? inicia o comando das pick-ups por volta das 3h50 da manhã, com trance moderninho, de sonoridade rascante. Realiza a fusão com esparsas notas de eletro e house e pitadas de minimal arrematando os efeitos sonoros. Ascende às vertentes do techno, com grande reforço de graves. Dançante e atual sem perder o tom, finalizando a noite com sucesso.

20/04/2010 03:22 PM

Punk em SP: Social Distortion

O Via Funchal recebeu na noite de sábado, 17 de abril a banda punk californiana Social Distortion, com show de abertura da banda argentina ?All the Hats?. Como início por volta das 20h45, o ?All the Hats? iniciou sua apresentação traduzindo-se em som de alta qualidade, com canções próprias e covers de clássicos do punk rock. Suas canções, com influências no hardcore, apresentaram elementos extraídos de sonoridades como o hardcore, com intensidade e grande categoria, onde à bateria cadenciada, aliaram-se guitarras distorcidas de afinação padronizada. As letras atuais retratam com ácido tom crítico os dilemas do cotidiano. Finalizações precisas com notas em suspensão e riffs rascantes das guitarras traduziram às melodias interessantes efeitos de variação em ritmo e cadência, aliando-se ao andamento vigoroso e frenético, traduzindo-se numa bem executada apresentação. O aguardado show do Social Distortion teve início por volta das 22h15, contando com público de aproximadamente 6.000 pessoas. Na introdução, a vinheta de mariacchis mexicanos traduziu descontração automática, prenunciando o que viria a seguir: uma apresentação bem cuidada, onde à técnica aliou-se o carisma na excelente comunicação com o público. ?Under my Thumb? apresentou boas conversões, com riffs de guitarra bem pontuados pela excelente condução da bateria, de agilidade ímpar. Nota para a performance do vocalista Mike Ness na execução desta canção, explorando de forma peculiar sua projeção vocal, respaldada por uma dicção perfeita. Grande execução para grande hit da carreira, numa dos melhores momentos da apresentação. Entretanto, um dos maiores pontos de verticalização surgiu durante a execução de ?Bad Luck?, traduzida em melodia suavizada, com bela participação dos demais integrantes nos backing vocals. O andamento calmo traduziu à melodia de belos arranjos certa introspecção, em mais um bom momento do espetáculo. ?Don?t Drag Me Down? imprimiu andamento frenético em cadência contagiante, conduzidas pela ?infernal? bateria, de grande precisão técnica, em bela performance de Scott Reeder. Guitarras distorcidas em escala ascendente realizam a perfeita mescla entre a sonoridade punk tradicional e vertentes atuais, de caráter pop. Breaks estratégicos reforçam o apelo do refrão numa canção, em tudo, bem construída. Perfeito! ?Story of My Life?, com cadência pautada nas vertentes do pop, se arrastou com agilidade gostosa, traduzindo time perfeito à letra sobre reminiscências. Nota à performance da guitarra de Jonny Wickersham, de acordes criativos e riffs estratégicos, atuando com maestria na ambientação da melodia. Criativa finalização realizou junção aos acordes da canção posterior sem perder o tom. Em mais um momento denso e introspectivo da apresentação, ?All the Answers? remete às origens do punk rock, determinada pela melodia suave em contraponto ao fraseado displicente, com elementos extraídos do hardcore. A clássica ?Nickels and Dimes?, contagiante na melodia simples e descontraída, de boa consistência, traz bateria cadenciada e belas variações em tonalidade e andamento pontuado pelo bom trabalho do baixo de Brent Harding. Fantástico!

20/04/2010 03:11 PM
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