WCSA Publicidade
 

 



WCSA Publicidade



BBC


Deposição de Zelaya não partiu de militares, diz chefe das Forças Armadas

A iniciativa de depor no mês de junho o presidente de Honduras, Manuel Zelaya, não partiu dos militares do país, afirmou nesta terça-feira o chefe do Estado-Maior das Forças Armadas hondurenhas, general Romeo Vásquez. "Não partiu de nós, militares.Se tivesse sido, eu seria o chefe de Estado, mas não sou. Estou subordinado aos poderes", disse ele em uma coletiva com jornalistas estrangeiros.

Vásquez, no entanto, não quis responder se aceitaria servir a Zelaya caso ele volte ao cargo.

O general defendeu o diálogo como forma de resolver o impasse que vive o país e acrescentou que "a lei deve prevalecer, senão, vira barbárie".

Embaixada brasileira
Quanto à embaixada brasileira na capital hondurenha, Tegucigalpa - que está cercada por forças de segurança desde 21 de setembro, quando Zelaya lá se refugiou -, Vásquez afirmou apenas que seus subordinados têm ordens para continuar protegendo o local.

Zelaya foi deposto da Presidência de Honduras em 28 de junho e levado à Costa Rica. Em seu lugar assumiu o então presidente do Congresso, Roberto Micheletti.

Há pouco mais de uma semana, o presidente deposto retornou a Tegucigalpa e se refugiou na embaixada brasileira.

Pouco antes de ser deposto, Zelaya chegou a destituir o general Vásquez do comando das Forças Armadas hondurenhas por ele se opor ao projeto de convocar uma assembleia constituinte em Honduras.

A decisão, no entanto, foi revertida pela Suprema Corte do país.

ONU
O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, afirmou em um discurso em Nova York nesta terça-feira que está "preocupado" com a crise política em Honduras e declarou que ameaças contra a embaixada do Brasil em Tegucigalpa são "inaceitáveis".

"Ameaças contra a embaixada do Brasil em Honduras são inaceitáveis. A legislação internacional é clara: a imunidade não pode ser violada. Ameaças aos funcionários da embaixada e a suas dependências são intoleráveis", disse Ban.

O secretário-geral da ONU também afirmou que o estado de sítio de 45 dias decretado no último domingo pelo presidente interino do país, Roberto Micheletti, "aumentou as tensões". Ban também ressaltou que o Congresso hondurenho rejeitou a suspensão dos direitos civis.

Ele pediu que a segurança do presidente deposto, Manuel Zelaya, seja garantida e solicitou que todos os atores políticos se comprometam com o diálogo.

"Eu reafirmo que as Nações Unidas estão de prontidão para ajudar em todos os sentidos".

Na próxima quarta-feira, uma comissão formada por deputados brasileiros parte para Tegucigalpa para verificar as condições da embaixada e da comunidade brasileira em Honduras, informou a Agência Câmara.

De acordo com o coordenador da comissão, deputado Raul Jungmann, os parlamentares não devem se reunir com representantes do governo interino hondurenho.

OEA
Em um comunicado divulgado também nesta terça-feira, a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), ligada à OEA (Organização dos Estados Americanos), condenou o estado de sítio decretado em Honduras.

"A CIDH expressa sua profunda preocupação por este decreto, cujas disposições restringem os direitos humanos fundamentais de forma arbitrária, contém normas vagas que outorgam absoluto poder arbitrário à autoridade, em especial às forças do exército e da polícia", diz a mensagem.

Na segunda-feira, o governo interino de Honduras voltou atrás em sua decisão de barrar uma comissão de membros da OEA que tentou entrar no país no último domingo e autorizou que um grupo de funcionários do órgão desembarque no país na próxima sexta-feira.

A decisão foi anunciada pela Secretaria de Relações Exteriores de Honduras mesmo dia em que Micheletti afirmou que está disposto a rever o estado de sítio de 45 dias que foi declarado por seu governo no último domingo.

De acordo com um comunicado da chancelaria hondurenha, uma comissão preparatória da OEA estaria autorizada a visitar o país centro-americano a partir de 2 de outubro.

Segurança
Em um outro comunicado, divulgado na noite da segunda-feira, o governo interino de Honduras afirmou que "continuará oferecendo proteção à representação do Brasil" em Tegucigalpa, "cumpra o governo brasileiro ou não sua obrigação de definir o status do senhor Zelaya em sua embaixada".

No domingo, o governo interino de Honduras deu um prazo de dez dias para que o Brasil defina qual é o status político de Zelaya, caso contrário, ameaçou não reconhecer mais a embaixada como uma instituição diplomática.

O mesmo comunicado, assinado pelo ministro das Relações Exteriores do governo interino, Carlos López Contreras, afirma que a situação jurídica de Zelaya é "insólita".

O documento acusa o governo brasileiro de usar a instituição do asilo político para, "a partir do exterior, introduzir em seus escritórios em Tegucigalpa um político que tem ordem de captura em Honduras".

"Este ato gera responsabilidade internacional e responsabilidade perante o povo hondurenho por danos materiais e de outra natureza, por ter transformado seu escritório em Tegucigalpa em um centro de propaganda política e de chamados para insurreição por parte do senhor Zelaya".

29/09/2009 04:16 PM

Madri apela para 'forças ocultas' para ser eleita cidade olímpica

A candidatura de Madri para sediar os Jogos Olímpicos de 2016 pode ganhar um reforço espiritual. Ao menos esta é a intenção dos organizadores do evento batizado de "Cerimônia da Chama Sagrada", ritual que vai reunir esotéricos nesta quinta-feira na capital espanhola para pedir que "forças ocultas" ajudem na hora da decisão do Comitê Olímpico Internacional, que será anunciada na sexta-feira.A cerimônia contará com 40 representantes de grupos esotéricos internacionais, entre gurus indianos, druidas celtas, lamas tibetanos, pajés mexicanos e africanos, quiromantes, cartomantes e astrólogos.

Todos vão se reunir para "concentrar energias e convocar o mundo espiritual para que Madri seja eleita a cidade-sede dos Jogos Olímpicos de 2016", afirmou a sacerdotisa xamã espanhola Martha Elena na apresentação do evento à imprensa.

O ritual acontecerá na abertura da 5ª Feira Internacional Esotérica de Madri, que nesta edição terá um espaço dedicado à candidatura olímpica.

Ritual
A cerimônia da chama sagrada, marcada para a véspera da eleição do COI, em Copenhague, Dinamarca, será guiada pelos líderes dos grupos esotéricos em um ritual "xamanista".

Com roupas que representarão as cinco cores do movimento olímpico (azul, amarelo, vermelho, verde e preto) os participantes pretendem fazer orações, rituais de purificação com ervas, pedras e outros amuletos e convocar as forças astrais.

Segundo os organizadores, a conjunção das cores olímpicas ajudará a evocar os elementos da natureza para que se unam em um mesmo objetivo.

O evento será aberto ao público em pleno centro da cidade (na estação de trem de Atocha, a principal de Madri) e os participantes receberão passes de limpeza energética e um amuleto esotérico.

Fora do ritual, o comitê da candidatura de Madri - formado pelo rei Juan Carlos, o primeiro-ministro José Luis Rodríguez Zapatero e o ex- presidente do COI Juan Antonio Samaranch - estará em Copenhague para acompanhar o anúncio da cidade-sede.

Além deles, participaram do evento representando a candidatura espanhola o capitão do time de futebol Real Madrid, Raúl, e o tenista Rafael Nadal.

29/09/2009 04:09 PM

Ameaças contra embaixada são 'inaceitáveis', diz chefe da ONU

O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, afirmou nesta terça-feira que está "preocupado" com a crise política em Honduras e declarou que ameaças contra a embaixada do Brasil em Tegucigalpa, onde o presidente deposto do país, Manuel Zelaya, está abrigado desde 21 de setembro, são "inaceitáveis". As declarações foram feitas em uma coletiva durante a Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York, um dia depois de o governo brasileiro ter enviado uma carta à ONU onde expressa preocupação com possíveis agressões contra a representação diplomática."Ameaças contra a embaixada do Brasil em Honduras são inaceitáveis. A legislação internacional é clara: a imunidade não pode ser violada. Ameaças aos funcionários da embaixada e a suas dependências são intoleráveis", disse Ban.

"O Conselho de Segurança da ONU já condenou estes atos de intimidação. Eu também o faço em termos duros", disse.

ONU "de prontidão"
O secretário-geral da ONU também afirmou que o estado de sítio de 45 dias decretado no último domingo pelo presidente interino do país, Roberto Micheletti, "aumentou as tensões". Ban também ressaltou que o Congresso hondurenho rejeitou a suspensão dos direitos civis.

Ele pediu que a segurança do presidente deposto, Manuel Zelaya, seja garantida e solicitou que todos os atores políticos se comprometam com o diálogo.

"Eu reafirmo que as Nações Unidas estão de prontidão para ajudar em todos os sentidos".

Na próxima quarta-feira, uma comissão formada por deputados brasileiros parte para Tegucigalpa para verificar as condições da embaixada e da comunidade brasileira em Honduras, informou a Agência Câmara.

De acordo com o coordenador da comissão, deputado Raul Jungmann, os parlamentares não devem se reunir com representantes do governo interino hondurenho.

Segurança
Em um comunicado divulgado na noite da segunda-feira, o governo interino de Honduras afirmou que "continuará oferecendo proteção à representação do Brasil" em Tegucigalpa, "cumpra o governo brasileiro ou não sua obrigação de definir o status do senhor Zelaya em sua embaixada".

No último domingo, o governo interino de Honduras deu um prazo de dez dias para que o Brasil defina qual é o status político de Zelaya, caso contrário, ameaçou não reconhecer mais a embaixada como uma instituição diplomática.

O mesmo comunicado, assinado pelo ministro das Relações Exteriores do governo interino, Carlos López Contreras, afirma que a situação jurídica de Zelaya é "insólita".

O documento acusa o governo brasileiro de usar a instituição do asilo político para, "a partir do exterior, introduzir em seus escritórios em Tegucigalpa um político que tem ordem de captura em Honduras".

"Este ato gera responsabilidade internacional e responsabilidade perante o povo hondurenho por danos materiais e de outra natureza, por ter transformado seu escritório em Tegucigalpa em um centro de propaganda política e de chamados para insurreição por parte do senhor Zelaya".

OEA
Também na segunda-feira, o governo interino de Honduras voltou atrás em sua decisão de barrar uma comissão de membros da Organização dos Estados Americanos que tentou entrar no país no último domingo e autorizou que um grupo de funcionários do órgão desembarque no país na próxima sexta-feira.

A decisão foi anunciada pela Secretaria de Relações Exteriores de Honduras mesmo dia em que o presidente interino do país, Roberto Micheletti, afirmou que está disposto a rever o estado de sítio de 45 dias que foi declarado por seu governo no último domingo.

De acordo com um comunicado da chancelaria hondurenha, uma comissão preparatória da OEA estaria autorizada a visitar o país centro-americano a partir de 2 de outubro.

Depois desta visita preparatória, o governo interino de Honduras faz o convite para que uma missão formada por chanceleres dos países da OEA visite o país para negociar uma solução para a crise no próximo dia 7 de outubro.

O governo interino de Honduras ainda afirma por meio do comunicado que "lamenta as distorções feitas após a não permissão do ingresso dos funcionários da OEA no domingo" e declara que a Secretaria de Relações Exteriores havia solicitado anteriormente que eles não viajassem ao país.

"A chancelaria pediu que eles se abstivessem de viajar a Honduras já que estavam em curso negociações com atores políticos, empresariais e religiosos locais em busca de acordos que superem as diferenças".

A crise no país centro americano dividiu o Conselho Permanente da OEA, que realizou uma sessão especial na noite de segunda-feira para discutir a situação.

Após várias horas de discussões, o conselho não conseguiu chegar a um acordo sobre se deve ou não reconhecer o resultado das eleições marcadas pelo governo interino para novembro.

Pelo telefone
Também na noite de segunda-feira, Zelaya fez um pronunciamento à Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York, por meio de um telefone celular.

A chanceler do governo deposto, Patrícia Rodas, subiu à tribuna da Assembleia e posicionou um celular próximo ao microfone, por meio do qual Zelaya falou desde a embaixada brasileira em Tegucigalpa.

"Aqueles que tinham alguma dúvida de que aqui (Honduras) se instalou uma ditadura, agora, com tudo que se passou em 93 dias de repressão, devem ter tirado essas dúvidas", disse Zelaya, citando o fechamento das duas emissoras.

Zelaya ainda pediu que as Nações Unidas "ajudem a recuperar o Estado de Direito e a liberdade dos hondurenhos".

29/09/2009 01:47 PM

Explosão atinge ônibus e mata pelo menos 30 no Afeganistão

Pelo menos 30 pessoas que viajavam em um ônibus no sul do Afeganistão morreram depois da explosão de uma bomba em uma estrada nesta terça-feira, de acordo com informações do Ministério do Interior do país. O ministério informou que o ônibus viajava da cidade de Herat, no noroeste afegão, para Candahar, no sul, quando foi atingido. Dez crianças e sete mulheres estariam entre os mortos.


Um porta-voz do governo do Afeganistão informou que uma explosão parecida ocorreu na mesma estrada e matou outros três civis na segunda-feira.

O governo da província de Candahar responsabilizou o Taleban por ter colocado a bomba na estrada, mas o grupo ainda não se manifestou sobre o incidente.

O correspondente da BBC em Cabul, Martin Patience, afirmou que o Taleban usa com cada vez mais frequência os ataques com bombas nas estradas em atentados contra as forças estrangeiras que estão no país.

Os civis são cada vez mais atingidos pela violência, de acordo com Patience. A ONU informou que mais de 1,5 mil afegãos foram mortos em 2009, a maioria em ataques de insurgentes.

Retirada

A explosão ocorreu pouco depois de Anders Fogh Rasmussen ter feito seu primeiro discurso nos Estados Unidos como secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) - aliança que mantém soldados em território afegão.

Em seu discurso no Conselho do Atlântico em Washington, o ex-primeiro-ministro dinamarquês pediu que os países europeus fiquem ao lado das forças americanas no Afeganistão. Atualmente cem mil soldados de mais de 40 países estão no país. Mais de 60 mil são americanos.

Os comandantes militares americanos afirmam que serão necessários mais soldados, mas o presidente Barack Obama afirma que não tomará a decisão de enviar mais tropas até que seja feita uma revisão da estratégia para o país centro-asiático.

O principal comandante americano no país, general Stanley McChrystal, entregou uma análise da situação no Afeganistão para Obama no início de setembro. Entretanto, o aumento do número de soldados mortos e feridos fez com que o apoio da população de alguns países ocidentais à missão militar afegã diminuísse.

De acordo com correspondentes, os países europeus não devem oferecer nenhum grande aumento no número de soldados a não ser que o governo americano lidere a operação.

Holanda e Canadá já estabeleceram 2010 e 2011 como seus prazos para a retirada do país, e a Itália já anunciou planos para reduzir suas forças no Afeganistão.

Leia mais sobre Afeganistão

 

29/09/2009 01:19 PM

Forças de segurança mataram 157 em protesto na Guiné, diz ONG

Pelo menos 157 pessoas teriam sido mortas na segunda-feira em Conacri, capital da Guiné, na África Ocidental, quando soldados do país dispararam contra manifestantes de oposição, segundo uma ONG do país. A Organização Guineana para Defesa dos Direitos Humanos afirmou nesta terça-feira que, além dos 157 mortos, mais de 1,2 mil pessoas teriam ficado feridas, mas estas informações ainda não foram corroboradas.As autoridades da Guiné só admitiram, até agora, as mortes de 57 pessoas.

O correspondente da BBC em Conacri Alhassan Sillah disse que, em entrevistas a emissoras locais de rádio, Moussa Dadis Camara disse que as forças de segurança foram provocadas e que era difícil controlá-las quando há tensão no país. O líder militar da Guiné afirmou que esses "soldados incontroláveis" eram os responsáveis pela violência.

A manifestação foi convocada na segunda-feira devido a boatos de que o capitão do Exército Moussa Dadis Camara, que assumiu o poder no país liderando a Junta militar desde a morte do presidente Lansana Conté, em dezembro, pretenderia concorrer à Presidência nas próximas eleições, em janeiro.

Estupros
Segundo o líder oposicionista Sydia Toure, os soldados abriram fogo contra uma manifestação que contava com cerca de 50 mil participantes.

Grupos de defesa dos direitos humanos dizem ter informações de que os soldados estupraram mulheres em plena rua e atacaram manifestantes com golpes de baioneta.

"Vi os Boinas Vermelhas (unidade militar de elite do país) pegar algumas mulheres que tentavam fugir, rasgar suas roupas e colocar as mãos em suas partes íntimas", disse uma testemunha à organização Human Rights Watch.

"Outros batiam nas mulheres, incluindo seus órgãos genitais. Deu pena, as mulheres gritavam."
Outra testemunha disse à organização que viu "várias mulheres sem roupas sendo colocadas em caminhões militares e levadas embora. Não sei o que aconteceu com elas". ONU
As mortes na Guiné foram condenadas por várias organizações internacionais, como a União Africana e a ONU, e por governos de outros países.

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, pediu que as autoridades da Guiné ajam com o máximo de moderação.

Há informações de que o bloco regional Ecowas (Comunidade Econômica dos Estados do Oeste Africano, na sigla em inglês) e a União Africana estão estudando a aplicação de sanções contra o regime militar.

A Guiné, um dos principais exportadores de bauxita do mundo, mas cuja população vive em sua maioria com menos de US$ 1 por dia, foi governada com mão de ferro por Lansana Conté por 24 anos.

Logo após a morte de Conté, em dezembro de 2008, uma junta militar liderada pelo então desconhecido capitão Moussa Dadis Camara tomou o poder.

Soldados e tanques foram enviados para as ruas do país, para estabelecer bloqueios. Não houve violência na ocasião.

A junta prometeu realizar eleições livres depois de um período de transição de dois anos, no final de 2010.

De acordo com Caspar Leighton, correspondente da BBC em Acra, capital de Gana, depois da manifestação de segunda-feira, os soldados estão patrulhando as ruas de Conacri e a maioria das pessoas permanece em casa.

O correspondente afirma ainda que os soldados que dispararam contra os manifestantes foram identificados como integrantes da guarda presidencial.

29/09/2009 01:04 PM

Elefante ataca multidão na Índia; assista ao vídeo

Um elefante atacou uma multidão de fiéis durante uma procissão hindu no templo de Tirupati Balaji, no Estado indiano de Andhra Pradesh.

 

O elefante, de três anos de idade, teria se assustado com sinos que tocavam durante a cerimônia e com a enorme quantidade de pessoas.

Várias pessoas ficaram feridas no incidente. O animal foi então controlado pela polícia e por seu treinador.

Leia mais sobre elefantes

29/09/2009 11:42 AM

Herdeira de jornal se joga de ponte em NY e repete suicídio de padrasto

Mergulhadores da polícia encontraram no rio Hudson, em Nova York, o corpo da herdeira de um conhecido jornal americano que teria se jogado da mesma ponte da qual seu padrasto pulou há 15 anos depois de matar a mãe dela. Segundo os jornais americanos, o trágico suicídio de Anne Morell Petrillo estaria ligado ao trauma enfrentado por ela quando perdeu a mãe, morta a marteladas pelo marido, Scott S.Douglas, no quarto de Anne, em 1994.

Os jornais também destacaram as semelhanças entre as condições da morte de Anne e de Scott: ambos dirigiram um carro BMW até a ponte de Tappan Zee, pularam extamente do mesmo local e tinham a mesma idade, 38 anos.

Petrillo deixou um bilhete junto com sua carteira de motorista no BMW estacionado próximo à ponte de onde ela se atirou. Mas a polícia de Nova York não divulgou seu conteúdo.

Segundo depoimentos de vizinhos e amigos aos jornais, Anne nunca superou completamente a morte da mãe e, no último ano, tinha sido hospitalizada devido a depressão.

Anne tinha um filho de 13 anos, Michael, que vivia com o pai.

A mãe de Petrillo, Anne Scripps Douglas, era descendente de James E. Scripps, que fundou o jornal The Detroit News, em 1873. O irmão dele, E. W. Scripps, fundou a companhia E. W. Scripps Co., proprietária de jornais, canais de televisão e agências de notícia.

Anne Scripps Douglas teve duas filhas de seu primeiro casamento, Anne Morell Petrillo e sua irmã Alexandra e uma terceira, Victoria, do conturbado casamento com Douglas, marcado por episódios de violência doméstica.

Douglas era o pintor da casa de Anne Scripps quando eles se conheceram e, logo, se casaram. Segundo vizinhos, a polícia frequentemente era chamada para a casa da família e Anne Scripps Douglas procurou aconselhamento alegando que seu marido ficava violento quando bebia.

29/09/2009 10:55 AM

Cerco à embaixada se intensifica em Honduras; assista

As forças de segurança de Honduras continuam cercando o prédio da embaixada brasileira no país, não permitindo a aproximação da imprensa.


Essa situação deve permanecer inalterada enquanto durar o impasse político entre os dois países sobre a permanência do presidente deposto Manuel Zelaya, que continua abrigado na embaixada.

A filha de Zelaya, Xiomara Hortenzia Castro, leva mantimentos e outros suprimentos para o pai e para as cerca de setenta pessoas que se encontram no interior da embaixada.

O enviado especial da BBC Brasil a Tegucigalpa, Rodrigo Durão Coelho, mostra um pouco do cotidiano da capital hondurenha.

Leia também:

 

Leia mais sobre Honduras

29/09/2009 09:39 AM

Divergência entre Brasil e EUA expõe racha na OEA

A falta de acordo em torno de uma declaração sobre Honduras parece ter representado um baque para a unidade da Organização dos Estados Americanos (OEA). Após várias horas de debates, o Conselho Permanente da organização não conseguiu aprovar uma resolução manifestando suas opiniões sobre os últimos desenvolvimentos da crise política em Honduras e sobre se deve ou não reconhecer o resultado das eleições marcadas para o fim de novembro.

 

A reunião extraordinária do Conselho foi inicialmente convocada para rejeitar a expulsão de vários membros de um grupo da OEA que prepararia a visita de uma comissão ministerial do corpo. Mas o encontro, que estava previsto para durar algumas horas, acabou exacerbando diferenças entre os países, em especial Brasil e Estados Unidos, em relação a medidas para lidar com a crise política em Honduras.

O embaixador brasileiro na organização, Ruy Casaes, chegou inclusive a dizer que "a OEA está caminhando para um absoluto estado de irrelevância".

Divergências

A OEA esperava emitir um texto alertando Tegucigalpa que o estado de emergência decretado por 45 dias no país retira ainda mais a legitimidade das eleições previstas para novembro.

No entanto, as observações de diversos embaixadores forçaram uma mudança no foco e formulação do documento, o que acabou exigindo várias horas de negociações - ao final, frustradas.

O embaixador dos Estados Unidos na organização, Lewis Amselem, afirmou que a volta a Honduras do presidente deposto do país, Manuel Zelaya, foi "irresponsável e insensata".

"O retorno do presidente Zelaya a Honduras sem nenhum acordo é irresponsável e insensata e não serve nem aos interesses do povo hondurenho nem àqueles que procuram o restabelecimento da ordem democrática em Honduras", disse Amselem.

O embaixador americano afirmou, sem citar nomes, que aqueles que facilitaram a volta de Zelaya a Honduras "têm uma responsabilidade especial em prevenir violência e fornecer bem-estar ao povo hondurenho enquanto ele enfrenta outra crise".

O Brasil está sendo acusado pelo governo interino de Honduras de saber de antemão da volta de Zelaya ao país - embora o governo brasileiro continue negando essa informação, e o chanceler brasileiro, Celso Amorim, tenha dito que "jura" não ter sido informado da operação com antecedência.

Na sua vez de falar, o embaixador brasileiro na OEA, Ruy Casaes, pedindo uma declaração mais dura contra o governo interino, e criticou os que defendiam uma declaração mais amena.

O embaixador brasileiro sustentou que a situação na embaixada brasileira em Tegucigalpa, onde Zelaya está abrigado desde o dia 21 de setembro, é grave e pode piorar.

"Não há dúvidas de que existem condições para que (a crise) ameace a paz internacional", disse Casaes, afirmando que o governo brasileiro teme que a crise política em Honduras ameace a estabilidade da região.

Falta de consenso

No fim ninguém chegou a um consenso a OEA emitiu uma declaração assinada apenas pelo presidente do Conselho Permanente e do secretário-geral, expressando que "se mantêm atentos à evolução da crise política" em Honduras.

A declaração pede ainda "respeito à inviolabilidade da missão diplomática (brasileira) e das imunidades e privilégios dos seus funcionários, em conformidade com o direito internacional".

O secretário-geral da OEA, José Miguel Insulza, criticou o estado de sítio decretado pelo governo interino de Honduras no último domingo e afirmou que este tipo de medida "vai em direção contrária" ao restabelecimento da normalidade no país.

A jornalistas, o secretário Insulza disse que o retorno de Zelaya a Honduras "aumentou a tensão", mas disse que ao mesmo tempo, abriu o caminho para negociar a saída da crise.

"Há um caminho de ruptura, admitamos, não é uma boa situação. Mas espero que esta situação termine a partir do momento em que as partes procurem uma negociação", disse Insulza, que concordou que está alternativa está atualmente em ponto morto.

Leia também:


Leia mais sobre Honduras

29/09/2009 07:41 AM

Inglês se finge de morto para escapar de ataque de elefante

O inglês Jonathan Sykes, ferido por um elefante, se fingiu de morto para escapar do ataque durante férias no Quênia. Sykes, de 24 anos, estava acompanhado de um guia e outros oito turistas, quando o animal atacou.

Quando foi pego pelo elefante, disse ele, "me joguei e me enrolei em posição fetal, esperando que ele me deixasse em paz".

Durante o ataque, o elefante feriu a perna de Sykes, que perdeu mais de dois litros de sangue.

Sykes havia acabado de chegar ao acampamento quando o guia sugeriu a ele e outros turistas que fossem ver o elefante, que estava ali perto.

Eles viram o animal, que em seguida desapareceu nos arbustos. "Começou um barulho atrás dos arbustos e ele veio correndo para fora, basicamente me atacando", disse Sykes.

"Foi muito estranho, várias decisões foram tomadas em minha cabeça muito rápido", diz ele. "Decidi correr para o lado e comecei a correr em zigue-zague porque, como o elefante é maior, não pode se virar tão rápido com um humano".

Os elefantes podem chegar a velocidade de até 40 km por hora e Sykes disse que o animal o alcançou depois de correr cerca de 20 metros.

Sykes precisou levar vários pontos na perna e ainda tem que andar com a ajuda de muletas, mas segundo os médicos, deve se recuperar totalmente.

"Não posso culpar o elefante pelo que ele fez", disse ele. "Só não vou chegar tão perto deles no futuro."

Leia mais sobre: elefantes

29/09/2009 07:27 AM

Empresa lança calendário com 'animais celebridade'; veja fotos

Uma empresa de Londres lançou um calendário de 2010 com bichos de estimação incorporando celebridades. As imagens são feitas com montagens digitais das fotos dos animais.

Após a manipulação digital das fotos, gatos, cães e hamsters viram celebridades diversas, como Elvis Presley, Amy Winehouse e Ozzy Osbourne.


Da esquerda para a direita, de cima para baixo: Ozzy Osbourne, Amy Winehouse, Bob Marley, David Bowie, Gene Simmons (Kiss), Elvis Presley

A empresa Takkoda já trabalhava há anos com estampas dos "animais celebridades" em vários itens, como xícaras, canecas, camisetas, bolsas, imãs de geladeira, porta-copos e cartões.

O calendário de 2010 aproveita algumas imagens que já foram usados em outros produtos.

Leia mais sobre animais

29/09/2009 07:01 AM

Filipinas: Presidente abre palácio para atender desabrigados

A presidente das Filipinas, Gloria Arroyo, abriu as portas do palácio presidencial para atender pessoas que ficaram sem abrigo por causa das enchentes que assolaram o país e deixaram 240 mortos. O governo fez um apelo por mais ajuda internacional par lidar com o desastre, que deixou mais de 450 mil desabrigados.Enquanto as equipes de resgate se concentram em levar ajuda para os sobreviventes, Arroyo afirmou que o palácio será usado como um centro de assistência, oferecendo alimentos, roupas e remédios para os sobreviventes, e servindo de abrigo temporário para desabrigados.

"Desabrigados vão receber abrigo em áreas disponíveis entre os prédios do (palácio) Malacanang e em barracas que serão erguidas entre os prédios", disse a presidente.

Se for necessário, disse ela, os funcionários do palácio vão "liberar seus locais de trabalho para abrir mais espaço para nossos compatriotas desabrigados".

Depois que a notícia se espalhou, centenas de pessoas foram ao palácio, onde receberam sacos plásticos contendo macarrão instantâneo e latas de sardinha.

Estoques baixos
Com mais de 450 mil afetados pelas chuvas, a demanda por artigos de primeira necessidade é alta e o governo estima que 380 mil pessoas ainda estejam morando em centros de emergência.

As autoridades que lideram os esforços de ajuda para os desabrigados na capital, Manila, afirmam que estão completamente sobrecarregadas. O estoque de alimentos, roupas e medicamentos está baixo e o governo pediu ajuda internacional para lidar com o desastre.

O secretário de defesa, Gilberto Teodoro, disse que a situação poderá piorar se acabarem os estoques.

"Estamos tentando nosso melhor para suprir as necessidades básicas, mas o potencial para uma situação mais séria está aí", disse ele em comunicado transmitido pela TV.

"Não podemos ficar esperando que isso aconteça."
O Programa de Alimentação da ONU está enviando alimentos para 180 mil pessoas e equipes de resgate continuam retirando corpos da lama e dos rios.

Segundo Teodoro, a polícia, o Exército e voluntários já resgataram mais de 7.900 pessoas presas pelas enchentes.

Mortes
Equipes de resgate temem que o número de mortos suba ainda mais com a retirada da lama de algumas das áreas mais afetadas da capital.

Desde segunda-feira foram registradas mais 90 mortes em Manila, segundo declaração do Conselho Nacional de Coordenação de Desastres.

As piores enchentes dos últimos 40 anos, que atingiram Manila e outras 25 províncias, foram provocadas pela tempestade tropical Ketsana, que atingiu o arquipélago no sábado de manhã.

No fim-de-semana, o governo declarou estado de calamidade pública nas áreas afetadas, permitindo acesso a fundos de emergência.

Segundo as autoridades, mais de 40 centímetros de chuva caíram em Manila durante 12 horas, no sábado, mais do que a média de 39 centímetros registrada em todo o mês de setembro.

A previsão da meteorologia é de mais chuva forte até o fim da semana.

29/09/2009 07:00 AM

Casal é condenado por homicídio por tratar bebê com homeopatia

O casal Thomas e Manju Sam foi preso em Sydney, na Austrália, por ter deixado sua filha Gloria, de 9 meses e meio, morrer de septicemia e desnutrição, consequências de um severo caso de eczema. O casal foi condenado por homicídio culposo.

A pena combinada dos dois chega a um mínimo de 10 anos de prisão, sendo que o pai deve cumprir pelo menos seis anos e a mãe deve cumprir pelo menos quatro.

Thomas Sam, de 42 anos, e Manju Sam, de 37, se recusaram a buscar ajuda médica durante os quatro meses e meio em que a criança esteve doente, preferindo tratá-la com homeopatia.

Sam é médico homeopata e tratou a filha sozinho, até que ela desenvolveu uma úlcera no olho esquerdo e foi levada a um hospital, dois dias antes de morrer.

O juiz Peter Johnson, da Suprema Corte de Nova Gales do Sul, disse que a bebê sofreu desnecessariamente por causa de uma condição que é tratável.

Quando morreu, Gloria pesava apenas dois quilos a mais do que quando nasceu, e seu cabelo, que era preto, havia se tornado branco. Sua pele estava coberta de feridas e ela sofria de uma infecção.

Segundo a imprensa australiana, especialistas afirmam que, se Gloria tivesse sido levada ao hospital alguns dias antes, ela teria sobrevivido.

Segundo o juiz, o sofrimento do bebê seria óbvio para os pais e Thomas Sam demonstrou "uma atitude arrogante em relação ao que ele via como benefícios superiores da homeopatia em comparação com a medicina tradicional".

A mãe, que cedeu ao marido, "falhou com a criança em seu dever mais importante, com resultados fatais", disse o juiz.

Gloria morreu em maio de 2002 e, desde então, o casal teve outro filho, que também sofreu de eczema, segundo a imprensa australiana.

Leia mais sobre homeopatia

29/09/2009 06:00 AM

Chefs criam bandeiras usando comida; veja fotos

Alguns chefs australianos criaram uma campanha para um festival de culinária usando comida para formar as bandeiras de alguns países. O Sydney International Food Festival acontece no próximo mês na cidade australiana, e terá a presença de dezenas de chefs de diversas partes do mundo.

As bandeiras foram criadas usando comidas típicas de cada país. A bandeira do Brasil é criada com frutas como limão e abacaxi. A da Itália é formada por massa, tomate e manjericão. Já a do Japão tem um sushi.

BBC

Chef cria bandeira do Brasil a partir de elementos culinários

O festival de culinária reúne chefs de diversas partes do mundo, com mercados, cursos, palestras e restaurantes temporários.

Veja mais bandeiras abaixo:


De cima para baixo: Índia, Japão, Suíça, Grécia, China, Vietnã e Itália

Leia mais sobre comida

29/09/2009 05:52 AM

Micheletti se diz disposto a rever estado de sítio em Honduras

O presidente interino de Honduras, Roberto Micheletti, afirmou nesta segunda-feira que está disposto a rever o estado de sítio no país, decretado no domingo por um período de 45 dias. O anúncio foi feito após um pedido feito por uma comissão do Congresso hondurenho, onde algumas bancadas expressaram o descontentamento e "incômodo" com a medida."Aceito o pedido, mas eu, responsavelmente, vou consultar o Supremo Tribunal de Justiça e o Tribunal Eleitoral e se houver possibilidade, com os candidatos presidenciais", afirmou.

"No momento adequado será revogado esse decreto, para que os hondurenhos possam participar das eleições", afirmou o presidente interino.

Micheletti disse também que a decisão de revogar ou modificar o decreto pode ser alcançada ainda nesta semana.

Segundo o enviado especial da BBC Mundo a Tegucigalpa Arturo Wallace, a revisão sobre o decreto de estado de sítio parece motivada pela necessidade de preservar a solução eleitoral que está sendo apoiada por diversos setores.

Além disso, Wallace afirma que a medida também parece necessária para evitar uma eventual derrota política do governo interino na mão de seus aliados, já que o Partido Nacional - que muitos indicam como o provável vencedor das eleições de 29 de novembro - parecia disposto a votar pela revogação do estado de sítio quando a medida passar pela votação do Congresso para ratificação.

Ainda nesta segunda-feira, as autoridades interinas anunciaram um novo toque de recolher, que passará a vigorar às 22 hrs, horário local (1h de terça-feira em Brasília) e será encerrado às 5 hrs (8 hrs em Brasíila).

Emissoras
Há poucas garantias de que uma eventual revogação do decreto signifique o retorno rápido do funcionamento das emissoras de rádio Globo e Cholusat Sur (canal 36 de televisão).

Nesta segunda-feira, forças militares hondurenhas entraram nas instalações das e obrigaram as duas empresas a encerrarem suas transmissões. Tanto a Rádio Globo quanto o Canal 36 são identificados como favoráveis ao presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya, que está abrigado há uma semana na embaixada brasileira em Tegucigalpa.

Os equipamentos usados para as transmissões das duas emissoras foram levados pelos policiais.

'Irresponsabilidade'
Nesta segunda-feira, o embaixador dos Estados Unidos na Organização dos Estados Americanos (OEA), Lewis Amselem, afirmou que a volta a Honduras do presidente deposto do país, Manuel Zelaya, foi "irresponsável e insensata".

As declarações foram feitas durante uma reunião de emergência da entidade em Washington, convocada para discutir o fato de o governo interino de Honduras ter proibido a entrada de uma delegação da OEA no país no último domingo.

"O retorno do presidente Zelaya a Honduras sem nenhum acordo é irresponsável e insensata e não serve nem aos interesses do povo hondurenho nem àqueles que procuram o restabelecimento da ordem democrática em Honduras", disse Amselem.

Paz internacional
Apesar das declarações contra a volta do presidente deposto, o embaixador americano também classificou as ameaças do governo interino de Honduras à embaixada brasileira em Tegucigalpa como "deploráveis" e um "insulto à comunidade internacional".

Ainda durante a reunião, o embaixador do Brasil na OEA, Ruy Casaes, afirmou que a situação na embaixada brasileira em Tegucigalpa, onde Zelaya está abrigado desde o dia 21 de setembro, é grave e pode piorar.

Casaes afirmou que o governo brasileiro teme que a crise política em Honduras ameace a estabilidade da região.

"Não há dúvidas de que existem condições para que (a crise) ameace a paz internacional", disse.

Ainda durante a reunião emergencial da OEA, o secretário-geral do órgão, José Miguel Insulza, criticou o estado de sítio decretado pelo governo interino de Honduras no último domingo e afirmou que este tipo de medida "vai em direção contrária" ao restabelecimento da normalidade no país.

Ultimato
A crise política em Honduras, que se iniciou com a deposição do presidente eleito, Manuel Zelaya, em 28 de junho, se intensificou com a volta de Zelaya ao país em 21 de setembro.

Desde este dia, o presidente deposto está abrigado na embaixada do Brasil em Tegucigalpa, que permanece cercada por militares hondurenhos.

No último domingo, o governo interino de Honduras afirmou que a embaixada do Brasil em Tegucigalpa poderá perder seu status diplomático caso o país não cumpra o prazo de dez dias para definir a situação do presidente deposto Manuel Zelaya.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no entanto, rejeitou o ultimato.

Em entrevista coletiva concedida em Isla Margarita, na Venezuela, onde participou da 2ª Cúpula América do Sul-África, Lula disse que não aceita ultimato de governo "golpista" e que o Brasil não negocia com quem "usurpou o poder".

Também no domingo, o governo interino decretou estado de sítio por 45 dias no país.

Em uma transmissão por cadeia nacional, o governo anunciou que concedeu às Forças Armadas e à polícia poderes para deter "toda pessoa que pôr em perigo sua própria vida e a dos demais" e para desalojar todas as instituições públicas em que estiverem sendo realizados protestos.

28/09/2009 11:37 PM





Não confunda o Original com cópias. Aqui seu anúncio é tratado com seriedade.

Site 100% Compativel com o Google Chrome - Versão Oficial 1583 v0.2.149.27 ou superior, Firefox 1.5 ou Superior e Safari 3 ou Superior.



Yahoo bot last visit powered by MyPagerank.Net Msn bot last visit powered by MyPagerank.Net Bookmark and Share TopSites EmpresaHost TopSites WCSA - Publicidade Progressiva para seu Site!!

WCSA Topsites - http://www.autosurf.wcsa.info Parceria.info - Divulgue seu Site Top Italia EuroBlog BlogBlogsAdicionar aos Favoritos BlogBlogs Suchmaschinenoptimierung mit Ranking-Hits