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Brasil visita Turquia em busca de oportunidades para investimentos


Istambul (Turquia) – O governo da Turquia quer ampliar a relação comercial com o Brasil e incentiva novos investimentos brasileiros no país. A afirmação foi feita hoje (28/9), em Istambul, pelo ministro de Comércio Exterior, Kür?ad Tüzmen, durante a abertura oficial da Missão Comercial à Turquia, Uzbequistão e Cazaquistão, chefiada pelo secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Ivan Ramalho.

Primeiro país visitado pela delegação brasileira - formada por representantes do governo e de 28 empresas–, a Turquia é dona da 15º maior economia do mundo e negocia a entrada na União Européia (UE). Segundo Tüzmen, assim como o Brasil, o país reagiu “muito satisfatoriamente” à crise mundial e espera manter o crescimento econômico verificado nos últimos anos.

Segundo números do governo turco, o país exportou US$ 132 bilhões em 2008, número que representa aumento de 179% em relação ao resultado de 2003. No mesmo período comparativo, o Produto Interno Bruto (PIB) do país aumentou 143%, chegando a US$ 742 bilhões no ano passado.

Como incentivo aos investimentos no país, o ministro turco ainda destacou a estabilidade política, o ambiente de negócios favorável a investimentos estrangeiros, a proximidade com os mercados da Europa, Ásia Central, Oriente Médio e América do Norte e as potencialidades de crescimento do próprio mercado interno da Turquia.

Investimento no Brasil
Para Ivan Ramalho, há grande interesse do governo brasileiro em aprofundar as relações bilaterais, motivo pelo qual o Brasil vem intensificando sua presença no país. Ele lembrou a visita do presidente brasileiro à Turquia, em maio deste ano, e o evento Turkiye-World Trade Bridge 2009, realizado em junho último, que teve a participação de uma delegação brasileira chefiada por ele e composta por 50 empresários e representantes da Câmara e do Senado brasileiros.

O secretário-executivo também destacou o interesse brasileiro em diversificar a pauta de produtos exportados para a Turquia e a preocupação em recuperar o fluxo do comércio bilateral. “Nos últimos dez anos, a corrente de comércio entre os dois países expandiu-se consideravelmente, registrando aumentos superiores a 20% nos últimos anos e ultrapassando o patamar de US$ 1 bilhão de dólares em 2008, mas esse fluxo caiu 22% em 2009 por causa da crise financeira internacional”, afirmou.

Ao mesmo tempo em que destacou as potencialidades do mercado turco, o secretário enfatizou as oportunidades de negócios no Brasil para empresas e investidores da Turquia. De acordo com ele, o ambiente de negócios é favorável para a captação de investimentos e transações comerciais, havendo, inclusive, programa e ações do governo brasileiro que incrementam o interesse por investimentos no Brasil.

Além do secretário-executivo do MDIC e do ministro de Comércio Exterior da Turquia, também participaram do encontro o embaixador do Brasil no país, Marcelo Jardim; o gerente do Centro de Negócios da Agência Brasileira de Promoção de Exportação e Investimentos (Apex-Brasil), na Alemanha, Alex Figueiredo; o “chairman” da Confederação de Negócios e Industriais da Turquia (Tuskon), Rizanur Meral, demais representantes dos governos e empresários dos dois países.

Encontros de negócios
Na parte da tarde, a Apex-Brasil e a Tuskon realizaram encontros de negócios entre empresários turcos e representantes das 28 empresas brasileiras que participam da missão comercial. Integram o grupo, representantes dos setores de alimentos, produtos químicos, automóveis, móveis, aviação, máquinas agrícolas, bebidas, esportes, couro e calçado.
A delegação brasileira permanece em Istambul até esta terça-feira (30/9), quando prosseguirá para Tashkent (Uzbequistão) e Astana (Cazaquistão). A missão comercial brasileira termina no dia 2 de outubro.

Mais informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação Social do MDIC
(61) 2109.7190 e 2109.7198
(61) 9967-5660
Juliana Ribeiro
juliana.ribeiro@mdic.gov.br

28/09/2009 12:00 AM

CAS aprova investimentos globais de US$ 98,2 milhões em sua 240ª Reunião Ordinária

O Conselho de Administração da SUFRAMA (CAS) aprovou nesta quarta-feira (23), em sua 240ª Reunião Ordinária, 31 projetos industriais e de serviços que juntos somam US$ 98,2 milhões em investimentos globais e US$ 24,4 milhões em investimentos fixos. Os novos projetos prevêem, ainda, a criação de 556 novos empregos após o terceiro ano de implantação das linhas de produção.

A reunião, presidida pelo secretário executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Ivan Ramalho, contou com a presença da superintendente da SUFRAMA, Flávia Grosso, do secretário de Fazenda do Estado do Amazonas, Isper Abrahim, e demais representantes das classes produtiva, comercial, trabalhadora e órgãos governamentais.

De acordo com o secretário executivo do MDIC, Ivan Ramalho, os projetos aprovados na reunião desta quarta-feira comprovam a ênfase em investimentos dentro do Polo Industrial de Manaus (PIM) para produção de bens de alto valor agregado, concentrados em áreas de elevada tecnologia. “Temos uma previsão de mais de 500 novos empregos a serem gerados pelos projetos aprovados nesta reunião, bem como qualidade e diversidade na pauta de novos investimentos, o que só vem fortalecer ainda mais o Polo Industrial”, disse Ramalho.

O secretário destacou ainda a missão comercial realizada na semana passada ao Japão e à Coréia do Sul, liderada pelo MDIC e com participação de representantes da SUFRAMA, em que verificou o interesse crescente de empresários dos dois países em realizarem investimentos no Brasil e, mais especificamente, na Zona Franca de Manaus. “O Brasil nos dois últimos anos saiu da 22ª posição para a oitava posição entre os países que mais têm recebido consultas de investidores japoneses, muitas delas seguramente em relação ao Polo Industrial de Manaus. Neste momento, existem cerca de 20 novos importantes investimentos em gestação naqueles países que serão feitos no Brasil”, assegurou Ramalho, destacando que alguns poderão ser destinados à ZFM.

Segundo a superintendente da Zona Franca de Manaus, Flávia Grosso, o número reduzido de projetos de investimentos apreciados nesta reunião, em comparação a reuniões anteriores do Conselho, é conseqüência principalmente de problemas técnicos e operacionais, como quedas constantes de energia elétrica e falhas de Internet, que dificultaram a análise em tempo hábil de todos os projetos apresentados. “Não houve queda na demanda por investimentos no Polo Industrial de Manaus”, ressaltou a superintendente.

Entre os projetos aprovados na reunião desta quarta-feira, os mais significativos em volume de investimentos são os das empresas Pelmex da Amazônia, para fabricação de colchões, travesseiros e camas, com investimento total no valor de US$ 13,7 milhões; Bureau Comercial, para fabricação de caixa e cartonagem, no valor de US$ 3,1 milhões; e Greif Embalagem Indústria do Amazonas, para fabricação de laminado de ferro, no valor de US$ 9,9 milhões.

Além desses, há projetos inovadores como o de implantação da empresa SGW Importação e Comércio de Dispositivo de Locomoção Individual, no valor de US$ 1,8 milhão, voltado à produção do Multi i2, um equipamento de transporte em duas rodas que é utilizado, por exemplo, por seguranças de shopping centers. O produto será fabricado de forma pioneira no Brasil dentro do Polo Industrial de Manaus.

As próximas reuniões do Conselho de Administração da SUFRAMA estão marcadas para ocorrer nos dias 5 de novembro e 12 de dezembro deste ano.

Mais informações para a imprensa:
Coordenação Geral de Comunicação Social da Suframa
Diego Queiroz / Rosângela Alanís
diego.oliveira@suframa.gov.br
alanis@suframa.gov.br

25/09/2009 12:00 AM

Missão comercial à Turquia, Uzbequistão e Cazaquistão começa na segunda-feira

Delegação brasileira, chefiada pelo secretário-executivo do MDIC, será formada por profissionais do governo e representantes de 26 empresas interessadas em realizar negócios nos países

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) realizará missão comercial à Turquia (Istambul), Uzbequistão (Tashkent) e Cazaquistão (Astana), de 27 de setembro a 2 de outubro. O grupo será chefiado pelo secretário-executivo do MDIC, Ivan Ramalho, e contará com a participação de profissionais do governo e aproximadamente 26 empresas dos setores de alimentos, produtos químicos, automóveis, móveis, aviação, máquinas agrícolas, bebidas, esportes, couro e calçado. Além da programação de governo, estão previstos seminários e rodadas de negócios entre empresários dos dois países.

A missão comercial brasileira é realizada pelo MDIC em parceria com os Ministérios das Relações Exteriores (MRE), da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

O objetivo é identificar oportunidades de negócios e diversificar as exportações brasileiras para mercados não-tradicionais. Este ano, o MDIC já organizou missões ao Norte da África, à África Subsaariana, a Cuba e à América Latina. Ainda estão previstas viagens para Polônia, Hungria e República Checa; África do Sul, Moçambique e Angola; Egito, Líbano e Emirados Árabes e Vietnã, Cingapura, Indonésia e Malásia.

Turquia

De janeiro a agosto deste ano, o intercâmbio comercial entre Brasil e Turquia foi de US$ 607,6 milhões, 22% menor do que o registrado no mesmo período de 2008 (US$ 779,2 milhões). Nesse período, o saldo comercial foi superavitário para o Brasil em US$ 135,8 milhões.

Nesses primeiros oito meses do ano, as exportações do Brasil para a Turquia somaram US$ 371,7 milhões, diminuição de 34,6% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando havia sido de US$ 568,7 milhões. No período, as exportações foram compostas por 36% de produtos básicos e 63,9% de bens industrializados. Os principais produtos exportados foram: minérios de ferro; alumínio em bruto; fumo em folhas; motores, geradores e transformadores elétricos e café cru em grão.

Já as importações brasileiras da Turquia, de janeiro a agosto, foram de US$ 337,5 milhões, valor 61,1% superior ao registrado em 2007 (US$ 209,5 milhões). A pauta de importação foi constituída por 89,2% de produtos industrializados e 10,8% de básicos. Entre os produtos mais importados estão: partes e peças para veículos, automóveis e tratores; produtos laminados planos e aço ou ferro; fios de fibras têxteis sintéticas ou artificiais; ônibus ou outros veículos com capacidade para dez pessoas e avelãs frescas ou secas.

Uzbequistão

De janeiro a agosto deste ano, o intercâmbio comercial entre Brasil e Uzbequistão foi de US$ 9 milhões, aumento de 36,8% em relação ao mesmo período do ano passado. Nesse período, o saldo comercial foi superavitário para o Brasil em US$ 8,8 milhões.

Nesses primeiros oito meses do ano, as exportações do Brasil para o Uzbequistão somaram US$ 8,9 milhões, crescimento de 72,5% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando havia sido de US$ 5,2 milhões. No período, as exportações foram compostas por 72,2% de produtos básicos e 27,8% de industrializados. Os principais produtos exportados foram: fumo em folhas; carne de frango congelada, fresca ou congelada, incluindo miúdos; máquinas e equipamentos para terraplenagem e perfuração, café solúvel e enchidos de carne.

Já as importações brasileiras do Uzbequistão, de janeiro a agosto, foram de US$ 100 mil, quantia 93% menor que a registrada no mesmo período de 2008, de US$ 1,4 milhão. A pauta de importação foi constituída praticamente por um único produto: fios de algodão.

Cazaquistão

De janeiro a agosto deste ano, o intercâmbio comercial entre Brasil e Cazaquistão foi de US$ 25 milhões, queda de 39,4% em relação ao mesmo período do ano passado. Nesse período, o saldo comercial foi superavitário para o Brasil em US$ 6,6 milhões.

Nesses primeiros oito meses do ano, as exportações do Brasil para o Cazaquistão somaram US$ 15,8 milhões, retração de 57,5% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando as vendas atingiram US$ 37,2 milhões. No período, as exportações foram compostas por 82,9% de produtos básicos e 16,9% de industrializados. Os principais produtos exportados foram: carne suína, congela, fresca ou refrigerada; carne de frango congela, fresca ou refrigerada, incluindo miúdos; fumo em folhas; tratores; máquinas e equipamentos para terraplenagem e perfuração; e café solúvel.

Já as importações brasileiras do Cazaquistão, de janeiro a agosto, foram de US$ 9,2 milhões, quantia 127,6% maior que a registrada no mesmo período de 2008, US$ 4,1 milhões. Os principais produtos importados foram: polifosfato; ferro-liga; enxofre; e chumbo em forma bruta.

Mais informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação Social do MDIC
(61) 2109.7190 e 2109.7198
ascom@desenvolvimento.gov.br

25/09/2009 12:00 AM

Junta Comercial do Distrito Federal tem nova tabela de preços de serviços

Foi publicada no Diário Oficial da União (D.O.U.) de hoje (25/9) a Portaria nº 178, de 23 de setembro de 2009, assinada pelo ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), que aprova a nova tabela de preços dos serviços prestados pela Junta Comercial do Distrito Federal (JCDF). A medida entra em vigor no prazo de dez dias, a partir da data de sua publicação.

De acordo com o Departamento Nacional de Registro do Comércio (DNRC), órgão vinculado à Secretaria de Comércio e Serviços (SCS), do MDIC, o reajuste se justifica no porte das Juntas Comerciais do DF, as quais recebem elevado contingente de pessoas para a prestação de serviços, sendo necessário, portanto, que as respectivas estruturas administrativas e operacionais estejam adequadas a esse movimento.

A tabela de preços da Junta Comercial do DF não era reajustada há mais de um ano e, como as receitas são provenientes exclusivamente da prestação dos serviços, os valores estabelecidos devem permitir não só o custeio, mas, também, os investimentos necessários.


Clique aqui e veja a íntegra da justificativa:


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25/09/2009 12:00 AM

Capes publica edital com informações sobre o Pró-Comex

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) do Ministério da Educação (MEC) publicou, hoje (25/9), em sua página eletrônica, o edital do Programa de Apoio ao Ensino e à Pesquisa em Desenvolvimento e Promoção do Comércio Exterior (Pró-Comex). Fruto de convênio firmado entre o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e a Capes, o Pró-Comex vai financiar projetos de pesquisa de cursos de pós-graduação stricto sensu (mestrado e doutorado), cujo tema central seja o comércio exterior brasileiro.

O Pró-Comex foi idealizado pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do MDIC para ser um mecanismo de estímulo à produção acadêmica de pesquisas científicas, mercadológicas e tecnológicas sobre temas ligados ao comércio exterior. Para o secretário da Secex, Welber Barral, o programa vai incentivar a formação de recursos humanos pós-graduados em comércio exterior. “Essa ação tem o objetivo de contribuir para o desenvolvimento e a consolidação do pensamento estratégico do comércio exterior brasileiro”, definiu o secretário.

Seleção de Projetos

O convênio prevê que os projetos acadêmicos selecionados pelo Pró-Comex poderão receber, cada um, até R$ 75 mil por ano, em até quatro anos, totalizando um valor máximo de R$ 300 mil. Esses valores cobrem bolsas de mestrado e doutorado, além de outros itens financiáveis como material de pesquisa, viagens e despesas para estágio de pesquisa na Secex.

Os temas prioritários para a seleção dos projetos de pesquisa financiados pelo Pró-Comex serão: cenários de oportunidades comerciais; desenvolvimento de bens e serviços com vistas ao mercado internacional; instrumentos de apoio e de promoção do comércio exterior; negociações internacionais; logística do comércio exterior; regulação do comércio internacional; políticas de defesa comercial; associativismo para a exportação; inserção das pequenas empresas no comércio internacional; planejamento e internacionalização de empresas face à legislação, tributos, barreiras, cultura e procedimentos administrativos.

Bolsas

Podem participar da seleção para o Pró-Comex projetos de alunos de instituições de ensino superior (IES) brasileiras, públicas e privadas. Essas instituições, no entanto, obrigatoriamente deverão possuir cursos de pós-graduação stricto sensu, reconhecidos pelo MEC, com áreas de concentração ou linhas de pesquisa em comércio exterior ou relacionadas ao comércio exterior.

Para concorrer à bolsa, os pesquisadores devem enviar uma cópia do projeto para a Capes/Coordenação de Programas Especiais/Programa Pró-Comex, Caixa Postal 365, CEP 70359-970, Brasília-DF.

Clique aqui e acesse o texto do edital.

Para mais detalhes sobre o programa:
Coordenação de Programas Especiais da Capes
Telefone: (61) 2104 8806
Fax :(061) 3322-9359
cpe@capes.gov.br

Mais informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação Social do MDIC
(61) 2027.7190 e 2027.7198
Rachel Porfírio
rachel.porfirio@mdic.gov.br

 

25/09/2009 12:00 AM

MDIC divulga dados da balança comercial em setembro na próxima quinta-feira

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) divulga, na próxima quinta-feira (1º/10), às 11h, no site  www.mdic.gov.br, as informações sobre o desempenho do comércio exterior brasileiro no mês de setembro.

Às 15h30 desse mesmo dia, o secretário de Comércio Exterior do MDIC, Welber Barral, concederá entrevista coletiva para comentar o resultado da balança comercial brasileira em setembro, no auditório do MDIC.

As informações das exportações e importações realizadas nas quarta e quinta semanas de setembro serão publicadas em conjunto com o resultado consolidado do mês, na quinta-feira (1º/10). Portanto, não haverá divulgação desses números na próxima segunda-feira (28/9).

Serviço:
Coletiva da balança comercial de setembro de 2009
Data: 1º de outubro de 2009
Horário: 15h30
Local: auditório do MDIC, Esplanada dos Ministérios, bloco J, térreo.
 
Mais informações para a imprensa:
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25/09/2009 12:00 AM

Audiência pública no Senado debate exportações brasileiras e crise mundial

Miguel Jorge destacou os problemas para o comércio exterior brasileiro e as ações do Governo Federal para manter o resultado positivo das exportações, durante audiência pública na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional

As medidas do governo brasileiro para combater os efeitos da crise, a busca por novos mercados e as ações do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e da Câmara de Comércio Exterior (Camex), nos últimos meses, foram alguns dos temas abordados pelo ministro do MDIC, Miguel Jorge, hoje (24/9), durante audiência pública no Senado Federal. A audiência "Comércio Exterior: Dificuldades Diante da Crise Internacional, Mercosul e Novos Mercados" foi realizada pela Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado.

Cinco pontos centrais foram destacados por Miguel Jorge como problemas para as exportações brasileiras. Ele citou a retração do comércio mundial; os problemas de liquidez internacional, com restrição do crédito externo; a crise de confiança; a concorrência desleal em mercados e os protecionismo externos. Para combatê-los, o ministro apresentou as ações que vêem sendo feitas pelo governo e destacou como exemplo: facilitação de comércio e ações para modernização de processos administrativos de comércio exterior; simplificação de procedimentos aduaneiros e tributários; medidas de estímulo ao investimento - Cartão BNDES; Ex-tarifários; desonerações; aperfeiçoamento dos mecanismos de financiamento das exportações de bens e serviços, como o Comitê de Financiamento e Garantia às Exportações (Cofig).

Também foram apresentadas ações de integração do Brasil com a América Latina, que inclui a abertura do escritório do BNDES em Montevidéu (Uruguai), o lançamento do Aliceweb Mercosul, o Encomex Mercosul, realizado em Foz do Iguaçu (PR), de 16 a 17 de setembro último, e a busca de integração das cadeias produtivas brasileiras com os países do bloco - atividade coordenada pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Indústrial (ABDI), além dos acordos comerciais entre Mercosul e México, Mercosul e países da América Central e América do Sul e Mercosul e outros países do mundo.

Cenário

De janeiro a agosto deste ano, as exportações brasileiras somaram US$ 97,9 bilhões, frente aos US$ 130,8 bilhões do mesmo período de 2008 - queda de 24,7%. As importações, no mesmo período comparativo, caíram 31,1% - US$ 77,9 bilhões (2009) e US$ 113,9 bilhões (2008).

Já o saldo comercial no acumulado de janeiro-agosto totalizou US$ 19,9 bilhões, valor 18% superior ao de janeiro-agosto de 2008, que foi de US$ 16,9 bilhões. Já a corrente de comércio acumula US$ 175,9 bilhões, frente aos US$ 244,7 bilhões do mesmo período de 2008. Nesse caso, a queda é de 27,7%.

Leia a íntegra da apresentação do ministro, constituída por: texto e slides.

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24/09/2009 12:00 AM

Comitês Temáticos do Fórum Permanente reúnem-se no MDIC

Nesta sexta-feira (25/9) encerram-se as reuniões dos Comitês Temáticos do Fórum Permanente de Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPEs), organizadas pelo Departamento de Micro, Pequenas e Médias Empresas (DMPE), vinculado à Secretaria de Comércio e Serviços (SCS), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). Os seis Comitês Temáticos do Fórum Permanente são Desoneração e Desburocratização; Comércio Exterior; Compras Governamentais; Rede de Disseminação, Informação e Capacitação; Tecnologia e Inovação; Investimento e Financiamentos.

No primeiro dia de encontro, ontem (23/9), os Comitês Temáticos apresentaram agendas de trabalho, debateram temas relacionados às áreas e apontaram caminhos para solucionar diversos entraves ao desenvolvimento do setor, em suas respectivas cadeias produtivas. Os encontros estão sendo realizados no auditório do MDIC e têm como principal objetivo apresentar agendas de trabalho, debater pautas, elaborar ações e outras iniciativas dos grupos.

 “A idéia é atualizar as informações de cada área, debater iniciativas em curso, propor atividades que contribuam com o desenvolvimento do setor e com a dinamização de todos os processos”, concluiu a diretora do Departamento, Cândida Cervieri.

Para quaisquer esclarecimentos, entrar em contato pelos telefones: (61) 2027-7707/ 7069/ 7434  ou pelo e-mail: forum.microempresas@mdic.gov.br.
 

Mais informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação Social do MDIC
(61) 2109.7190 e 2109.7198
Alice Rosas Maciel
alice.maciel@desenvolvimento.gov.br

 

24/09/2009 12:00 AM

Miguel Jorge participa de audiência pública no Senado

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Miguel Jorge, participa, nesta quinta-feira (24/9), de audiência pública sobre o tema "Comércio Exterior – dificuldades diante da crise financeira, Mercosul e Novos Mercados”, a ser organizada pela Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado Federal.

A audiência será realizada a partir das 10h, no Plenário 7, Ala Senador Alexandre Costa, Senado Federal.

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(61) 2109.7190 e 2109.7198
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23/09/2009 12:00 AM

Conselho de Ministros da Camex se reúne hoje

O Conselho de Ministros da Câmara de Comércio Exterior (Camex) se reúne hoje (22/9), a partir das 14h, no Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

A Camex é um órgão interministerial e a instância máxima de deliberação do Governo Federal em matéria de comércio exterior. O Conselho de Ministros é presidido pelo ministro do MDIC, Miguel Jorge. Além do MDIC, integram o órgão os ministérios do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG); do Desenvolvimento Agrário (MDA); das Relações Exteriores (MRE); da Fazenda (MF); da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e a Casa Civil.

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22/09/2009 12:00 AM

Superávit da balança é de US$ 556 milhões na terceira semana de setembro

O saldo da balança comercial brasileira (diferença entre exportações e importações) da terceira semana de setembro de 2009 (14 a 20), com cinco dias úteis, fechou em US$ 556 milhões (média diária de US$ 111,2 milhões). A corrente de comércio do período (soma das exportações e importações) ficou em US$ 6,436 bilhões (média diária de US$ 1,287 bilhão).

Nos cinco dias úteis, as exportações acumularam US$ 3,496 bilhões (média diária de US$ 699,2 milhões). Esse desempenho foi 6,4% maior à média diária das exportações acumulada nas duas primeiras semanas do mês (US$ 657 milhões). Nessa comparação, aumentaram as vendas brasileiras de: manufaturados (+9,2%) – por conta de óleos combustíveis, automóveis de passageiros, açúcar refinado, gasolina, celulares, etanol, motores e geradores elétricos e veículos de carga –; básicos (+4,8%) – principalmente minério de ferro, soja em grão, petróleo em bruto, farelo de soja, fumo em folhas e café em grão –; e semimanufaturados (+0,8%) – com destaque para açúcar em bruto, ferro fundido, ferro-ligas, catodos de cobre e óleo de soja em bruto.

As importações, na terceira semana de setembro, totalizaram US$ 2,940 bilhões, com média diária de US$ 588 milhões. Em relação ao desempenho médio diário registrado no mês até a segunda semana (US$ 556,15 milhões), houve crescimento de 5,7%, por conta de equipamentos mecânicos, veículos automóveis e partes, produtos químicos e instrumentos de ótica e precisão.

Mês

No acumulado do mês de setembro, com 13 dias úteis, a balança fechou com superávit de US$ 1,363 bilhões (média diária de US$ 104,8 milhões). Pelo critério da média diária, o superávit caiu 16,4%, em relação a setembro do ano passado (média diária de US$ 125,4 milhões) e de 28,4% sobre agosto de 2009, quando a média diária foi de US$ 146,4 milhões.

As exportações do acumulado do mês somaram US$ 8,752 bilhões, com média diária de US$ 673,2 milhões. Esse desempenho ficou 26% abaixo da média diária registrada em setembro de 2008 (US$ 909,9 milhões), por conta de retração nas exportações de produtos das três categorias: manufaturados (-31,5%) – principalmente aviões, tratores, calçados, etanol, pneus, celulares, autopeças, veículos de carga, bombas e compressores e automóveis –; semimanufaturados (-27,6%) – por conta de óleo de soja em bruto, semimanufaturados de ferro e aço, ferro-ligas, couros e peles, celulose e ferro fundido –; e básicos (-18%) – devido a carnes suína, bovina e de frango, minério de ferro, petróleo em bruto, algodão em bruto e café em grão.
Em relação a agosto deste ano, a média diária das exportações em setembro de 2009, até a terceira semana, apresentou crescimento de 2,1% por conta de alta no desempenho das exportações de manufaturados (+8,8%) e semimanufaturados (+1,9%). Entretanto, na mesma comparação, houve queda nos embarques de básicos (-4,4%).

As importações, nas três primeiras semanas do mês, somaram US$ 7,389 bilhões, com média diária de US$ 568,4 milhões. Esse valor foi 27,5% menor que o registrado em setembro do ano passado (US$ 784,5 milhões) devido a retração nas compras brasileiras de adubos e fertilizantes (-54,3%), combustíveis e lubrificantes (-43,8%), químicos orgânicos e inorgânicos (-24,4%), equipamentos mecânicos (-22,4%) e produtos farmacêuticos (-20,4%).

Na comparação com agosto de 2009 (média diária de US$ 512,7 milhões), as importações cresceram 10,9%, com destaque para equipamentos elétricos e eletrônicos (+26,2%), combustíveis e lubrificantes (+15,4%), produtos plásticos (+14,6%), instrumentos de ótica e precisão (+12,7%) e veículos automóveis (+10,6%).

Ano

De janeiro à terceira semana de setembro (179 dias úteis), a balança comercial ficou superavitária em US$ 21,331 bilhões (média diária de US$ 119,2 milhões), valor 12,3% maior que o registrado no mesmo período do ano passado (média diária de US$ 106,1 milhões).

As exportações de janeiro até a terceira semana de setembro somaram US$ 106,687 bilhões, com média diária de US$ 596 milhões. Em relação ao mesmo período de 2008, houve queda de 25,1%. As importações alcançaram o valor de US$ 85,356 bilhões (média diária de US$ 476,8 milhões), desempenho que representou uma retração de 30,8% sobre o resultado apresentado de janeiro até a terceira semana de 2008 (média diária de US$ 689,6 milhões).

A corrente de comércio no período chegou a US$ 192,043 bilhões (média diária de US$ 1,073 bilhão), desempenho 27,8% menor que o verificado de janeiro à terceira semana de 2008, quando a média diária do fluxo comercial brasileiro foi de US$ 1,485 bilhão.

Clique aqui e veja os números.

Mais infortmações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação Social do MDIC
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21/09/2009 12:00 AM

Brasil e Argentina estudam integração de cadeias produtivas de bens de capital voltadas a exploração de petróleo e gás

São Paulo – O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, e a ministra da Produção da Argentina, Débora Giorgi, anunciaram hoje (21/9), em São Paulo (SP), que estudarão a possibilidade de ampliação da integração de suas cadeias produtivas de bens de capital voltadas a exploração de petróleo e gás.  O anúncio foi feito durante entrevista coletiva realizada após a reunião ministerial de comércio Brasil-Argentina.

Os ministros também anunciaram que serão realizados estudos para avaliar a viabilidade da integração das cadeias produtivas de suas indústrias navais. Segundo Miguel Jorge, não foram discutidos valores e nem prazos, mas o acordo possibilitará o incremento do comércio bilateral e poderá envolver troca de tecnologia e financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) a empresas brasileiras interessadas em se instalar na Argentina.

Com relação a produção de bens de capital para a exploração de petróleo, o ministro Miguel Jorge destacou a tradição argentina e a possibilidade de o país fornecer equipamentos e experiência ao Brasil. Segundo ele, a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) participará desse processo, analisando as possibilidades de negócios nos segmentos definidos.

A ministra Débora Giorgi também ressaltou a experiência das empresas argentinas na exploração de petróleo e gás, assim como no setor naval, e afirmou que o acordo permitirá o aumento da integração econômica entre os dois países. “Estamos frente a uma oportunidade enorme, para setores com grande grau de especialização”, disse.

Acordos setoriais

Os dois ministros também avaliaram os números do comércio bilateral, os trâmites do governo argentino para a liberação de Licenças de Importação (LIs) e o resultado dos acordos setoriais fechados até agora. Após as rodadas de negociações, houve acordo em sete segmentos: baterias para autos, papel branco, móvel de madeira, freio para autos, embreagens para autos, calçados e leite em pó.

Uma nova reunião ministerial foi agendada para novembro, em Buenos Aires. A periodicidade desses encontros será bimestral.

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Juliana Ribeiro
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21/09/2009 12:00 AM

Prefixos do ministério mudam a partir de segunda-feira

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) informa que a partir da próxima segunda-feira (21/9) os prefixos dos telefones do ministério e do Departamento Nacional de Registro do Comércio (DNRC) mudarão de 2109 para 2027.

Dessa forma, os números gerais para ambos os órgãos passarão a ser 2027-7000 (MDIC) e 2027-8800 (DNRC). O número de contato da Assessoria de Comunicação Social do MDIC muda para 2027-7190 e 2027-7198.

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18/09/2009 12:00 AM

Gecex aplica antidumping definitivo sobre seringas descartáveis da China

As importações brasileiras de seringas descartáveis originárias da China terão aplicação de direito antidumping definitivo, por um período de até cinco anos. A medida vale a partir de hoje (18/9), conforme a resolução ad referendum nº 53, publicada no Diário Oficial da União (DOU). A decisão de aplicar o antidumping foi aprovada dia 15 de setembro pelos membros do Comitê Executivo de Gestão (Gecex) da Câmara de Comércio Exterior (Camex), em reunião realizada no Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).  No mesmo dia, foram definidas a inclusão de 114 itens no regime de Ex-tarifários, medida que também passa a valer a partir de hoje, com a publicação das Resoluções nº 51 e 52 no DOU.

Consultado previamente, o Ministério da Saúde concordou com a aplicação do direito antidumping definitivo, alegando que " a capacidade de produção doméstica é capaz de atender à demanda brasileira pelo produto". A medida abrange as seringas descartáveis de uso geral, de plástico, com capacidades de 1ml, 3ml, 5ml, 10ml ou 20ml, com ou sem agulha, classificadas nos códigos 9018.31.11 e 9018.31.19 da Nomenclatura Comum do Mercosul(NCM). Com a decisão, as importações desses produtos passam a sofrer a incidência de alíquota específica fixa de US$ 7,73/kg (dólares estadunidenses), por quilograma, para a empresa chinesa Shanghai Kindly Enterprise Development Group Co. Ltd., e de US$ 10,67/kg, por quilograma, para as demais empresas da China.

O direito antidumping é uma medida clássica de defesa comercial utilizada para evitar que produtores nacionais sejam prejudicados por importações desleais, sendo amparada pela Organização Mundial do Comércio (OMC) quando há confirmação da prática de dumping, exportação de bens para outros mercados com preços inferiores ao praticado no mercado de origem. No Brasil, a investigação de dumping é realizada pelo Departamento de Defesa Comercial (Decom) da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do MDIC, que prepara a documentação técnica para que os ministros que compõem a Camex decidam pela aplicação da medida.

Ex-tarifários
No total, 114 novos produtos foram incluídos no regime de Ex-tarifários e passam, a partir de hoje, a ter as alíquotas ad valorem do Imposto de Importação alteradas para 2%, até dia 31 de dezembro de 2010. Na Resolução nº 52, a alteração vale para 111 produtos de Bens de Capital, cujas alíquotas eram de 14%, (anteriormente com - 109 Ex-tarifários simples e dois sistemas integrados -, enquanto na Resolução nº 51 foram incluídos três Ex-tarifários simples para Bens de Informática e Telecomunicações, com alíquotas que variavam de 12% a 14%.

Os investimentos globais e os relativos às importações de equipamentos, vinculados aos 114 produtos propostos, representam investimentos globais da ordem de US$ 4,059 bilhões e investimentos em importação no valor total de US$ 973,649 milhões. Quanto ao valor das importações em Ex-tarifários, os três setores mais beneficiados pela medida foram: siderurgia (79,08%), petróleo (3,69%) e médico-hospitalar (3,17%) - percentuais relativos à participação no total a ser importado com o benefício.

Com relação aos valores dos investimentos globais, construção civil (US$ 2,500 milhões), siderúrgico (US$ 1,105 milhão) e petróleo (US$ 121 milhões) foram os três segmentos mais beneficiados. Dentre os principais projetos decorrentes desses benefícios, estão: assentamento de dormentes na obra da ferrovia Norte-Sul; aumento da oferta de chapas galvanizadas; ampliação da infra-estrutura de transporte de gás natural; implantação de uma nova unidade de produção de fármacos; implantação de uma nova fábrica de separação de gases; produção de aços inoxidáveis de baixo carbono; e aumento da capacidade de produção de cédulas e moedas.

Estímulo aos investimentos produtivos
O regime de Ex-tarifário funciona como um mecanismo de estímulo aos investimentos produtivos no País e consiste na redução temporária do Imposto de Importação de Bens de Capital, Informática e Telecomunicação não produzidos no Brasil. As concessões tarifárias são oficializadas por meio de resoluções da Camex, após apresentação de proposta do Comitê de Análise de Ex-tarifários (CAEx), composto por representantes de órgãos técnicos do MDIC.

Dentre outros, o regime de Ex-tarifário tem o objetivo de possibilitar o aumento da inovação tecnológica de empresas de diferentes segmentos da economia, conforme diretrizes da Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP); garantir um nível de proteção à indústria nacional de bens de capital; produzir efeito multiplicador de emprego e renda sobre segmentos diferenciados da economia nacional; permitir o reforço à adequação e melhoria da infra-estrutura nacional e estimular os investimentos para o abastecimento do mercado interno de bens de consumo.

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18/09/2009 12:00 AM

Miguel Jorge e ministra da Produção da Argentina discutem comércio bilateral

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Miguel Jorge, e a ministra da Produção da Argentina, Débora Giorgi, se reúnem na próxima segunda-feira (21/9), em São Paulo (SP), para discutir a relação comercial entre os dois países.

Pelo lado brasileiro, ainda participam do encontro o secretário-executivo do MDIC, Ivan Ramalho, o secretário de Comércio Exterior, Welber Barral, demais representantes do MDIC e do Ministério das Relações Exteriores. Também integrarão a delegação argentina o secretário de Indústria, Comércio e Pequenas e Médias Empresas, Fernando Fraguío, e o subsecretário de Política e Gestão Comercial, Eduardo Bianchi, dentre outras autoridades do governo.

A reunião será a partir das 11h, no Sheraton São Paulo WTC Hotel, Avenida das Nações Unidas, nº 12.551, Brooklin Novo.

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18/09/2009 12:00 AM





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