Astro desmente boato surgido após programa de rádio
O cantor britânico Robbie Williams afirmou que não ficou noivo de sua namorada, Ayda Fields, apesar de tê-la "pedido em casamento" ao vivo num programa de rádio. O popstar fez o pedido a Field, de 30 anos, ao vivo na rádio australiana na sexta-feira, mas seu porta-voz em Londres disse que foi uma brincadeira e negou que eles tenham ficado noivos.
Para aumentar a confusão, a mãe de Robbie Williams, Jan, disse à rádio britânica que seu filho de 35 anos pretende casar-se com Field "no futuro não muito distante".
No sábado, Robbie Williams acrescentou um post breve a seu site na Internet, sob o título "Robbie e Ayda: estão ou não estão?"
O post diz: "Oi, todo mundo. Não estamos noivos. Rob x."
Um dos artistas europeus de maior sucesso, Williams ficou famoso como integrante da boyband Take That antes de se lançar numa carreira solo bem-sucedida.
Hoje residente em Los Angeles, o cantor está afastado da atenção do público desde que, em março de 2007, saiu de um centro de reabilitação onde fez tratamento contra a dependência de medicamentos.
Seu novo álbum, "Reality Killed the Video Star," é seu primeiro lançamento em três anos.
Filme traz imagens de ensaios do grupo e apresentações em festivais
Um dos fatos mais celebrados pelos roqueiros britânicos neste ano, o retorno da banda Blur será lançado em formato de documentário em 2010.
Batizado de "No Distance Left To Run", o filme, cuja lançamento está marcado para 19 de janeiro, mostra imagens do grupo desde os ensaios para o seu retorno ao vivo, em Colchester e no Goldsmiths College, passando pelos festivais Glastonbury e T In The Par, até suas apresentações solo no London Hyde Park.
O documentário foi dirigido por Dylan Southern e Will Lovelace, que já dirigiu clipes para bandas como Franz Ferdinand.
Clique aqui e assista ao trailer de "No Distance Left To Run".
Cantor britânico admite já ter pensando nisso em momentos de sua vida
O cantor britânico Morrissey afirmou durante uma entrevista ao programa "Desert Island Disc", da BBC Radio 4, que o suicídio é um "ato honroso" e que já pensou algumas vezes em planejar o seu. De acordo com o artista, uma de suas "luxúrias" seria utilizar pílulas para dormir.
"Sim, eu já pensei nisso. Eu acho que autodestruição é honrável. Sempre pensei que fosse. É uma atitude de muito controle e eu compreendo as pessoas que o fazem", contou Morrissey.
"Acredito que o mundo é um tanto escuro, um tanto insano e penso que ser humano é uma tarefa difícil. Todos morrem gritando. Eles não morrem sorrindo até onde sei", encerrou.
"Ela já chegou?" Na tarde de sexta, a jovem soprano de 20 anos não esconde a ansiedade. "Você vai cantar para ela?", pergunta uma colega.
"Não, mas, meu, é a Teresa Berganza, vim pelo menos para assistir..." Uma pausa e as mãos vão de encontro à cabeça. "Ai, esqueci a câmera, você trouxe? Tira uma foto minha com ela?" Alguém desce correndo a escadaria do teatro. "A Berganza chegou." Os olhares se voltam para a porta por um instante, ou uma eternidade, antes que surja a imagem daquela senhora diminuta. Brinca com um bebê que acompanha a mãe na plateia, olha em volta. "Boa tarde, boa tarde", diz, em um português bem ensaiado. Os alunos se aprumam nas cadeiras enquanto ela sobe ao palco. Senta-se ao lado do piano, sacode os braços, arruma o cabelo. "Podemos começar?"
Há poucos cantores que nas últimas décadas podem reivindicar para si o posto de intérprete definitivo de determinada obra. A meio-soprano espanhola Teresa Berganza faz parte desse grupo seleto - e com um dos grandes papéis do repertório, a cigana Carmen na ópera de Bizet. Cantou em todos os principais teatros, gravou com os grandes maestros de seu tempo. Desde a semana passada, está em São Paulo, dando master classes a jovens cantores brasileiros que, hoje, fazem no Teatro São Pedro um recital em homenagem a ela.
O primeiro a subir ao palco é o barítono Randal Oliveira, interpretando uma ária de As Bodas de Fígaro, de Mozart. Ela corrige as ênfases, interpreta junto, desce para a plateia para checar a projeção da voz. Depois é a vez do tenor Marco Antônio Jordão, com ária da ópera O Elixir do Amor. "E a intenção? Você está falando em morrer de amor, acredite nisso!" Ela cantarola a passagem e de repente soa pelo teatro aquela voz, o timbre inconfundível, a intensidade a que nos acostumamos em suas gravações.
Após a aula, ela explica se dá para ensinar em tão pouco tempo de aulas. "Os jovens estão cada vez menos preparados musicalmente. Preocupam-se apenas com a voz e esquecem o que estão cantando. Sim, a técnica é fundamental, mas tento fazer com que entendam que não é suficiente. Eu prefiro trabalhar com uma voz não tão bonita, mas de personalidade do que com uma voz bonita, mas sem conteúdo."
A carreira de Berganza começou no fim dos anos 50, quando cantou ao lado de Maria Callas. Uma grande influência? "Sim, mas não a primeira. Ouvia, ainda adolescente, no rádio, Victoria de Los Angeles. Tive por ela sempre muita admiração, pela qualidade da voz e pela rigidez na escolha precisa de repertório. Mas nunca a imitei. Cada voz é uma voz. E é responsabilidade do cantor e de seus professores saber escolher o melhor caminho. Há tantos papéis bonitos pelas quais sou apaixonada. Mas minha voz dizia que não. E eu obedecia."
Que balanço faz da carreira? "O fato é que eu precisaria de 180 anos para cantar tudo o que queria, mas as óperas que cantei foram muito especiais para mim." Ela se despede e, na descida do palco, completa. "Sabe, no fundo acho que tive sempre muita sorte", diz, e vai em direção à porta cantarolando um trecho da Carmen.
O disco I Dreamed a Dream, da cantora Susan Boyle, vendeu 410 mil cópias em apenas uma semana no Reino Unido. É o álbum de estreia mais vendido de todos os tempos no período, batendo o recorde que antes pertencia a Leona Lewis.
É também o quarto CD mais vendido da história em sua primeira semana. Susan Boyle ficou atrás apenas de Be Here Now, do Oasis, X & Y, do Coldplay, e The Circus, do Take That.
A cantora, uma escocesa de 48 anos, foi revelada no programa de calouros Britain's Got Talent, quando cantou a canção "I Dreamed a Dream", do musical Les Miserables.
Discos Tua e Encanteria estão na caixa Amor Festa Devoção
Os dois mais recentes álbuns da cantora Maria Bethânia, Tua e Encanteria, estão reunidos na caixa Amor Festa Devoção, que tem lançamento marcado para dezembro.
Os discos foram lançados simultaneamente no início de outubro. Enquanto o CD Tua traz canções de teor romântico, Encanteria aposta na temática religiosa.
O nome Amor Festa Devoção também batiza a atual turnê da cantora, que promove os dois álbuns. Até o final do ano, Bethânia se apresenta em Porto Alegre, Curitiba, São Paulo e Brasília.
Veja a agenda de shows da artista em dezembro:
3 - Porto Alegre - Teatro do Sesi 5 - Curitiba - Centro Cultural Teatro Guaíra 10,11 e 12 - São Paulo - Teatro Abril 17 e 18 - Brasília - Teatro Nacional
Está marcado para dezembro o lançamento do novo DVD ao vivo de Gilberto Gil. Intitulado BandaDois, o vídeo foi gravado em setembro, durante duas apresentações no Teatro Bradesco, em São Paulo.
No show, Gil ficou a maior parte do tempo sozinho no palco, acompanhado apenas de seu violão. Seus filhos Ben e José fizeram participações especiais em algumas músicas.
Na canção "Amor Até o Fim", o músico dividiu o palco com a cantora Maria Rita. A música, composta por Gil, já havia sido gravada pela mãe de Maria Rita, Elis Regina, em 1974.
O repertório traz clássicos como "Super-Homem, a Canção", "Refazenda" e "Esotérico", além de três músicas inéditas: "Pronto pra Preto", "Das Duas, Uma" e "Quatro Coisas".
Evento acontece no Parque da Independência, a partir das 16h
São Paulo será palco, neste domingo, de um encontro entre um dos maiores guitarristas da história do blues e de uma das grandes cantoras de jazz da atualidade. Ele é Buddy Guy, 73 anos, admirado por músicos do quilate de Jimi Hendrix e Eric Clapton. Ela é Dianne Reeves, 50 anos, ganhadora de quatro Grammys, três deles consecutivos.
O show acontece no Parque da Independência, a partir das 16h, e é gratuito. Faz parte da série Telefônica Open Jazz que, no ano passado, promoveu parcerias entre Herbie Hancock e Macy Gray e entre Brandford Marsalis e Chaka Khan.
O encontro entre Reeves e Guy é inédito. Segundo a própria Dianne Reeves contou ao iG Música, em entrevista por telefone, ela e Buddy Guy jamais trabalharam juntos. E também não ensaiaram nada. "De qualquer maneira, estou muito empolgada, afinal ele é um dos maiores guitarristas do mundo", elogiou.
Tanto ela quanto Buddy Guy vêm ao Brasil pela segunda vez este ano. Dianne fez uma pequena turnê pelo país em junho, quando cantou em Porto Alegre, São Paulo e Rio de Janeiro. Já Guy fez três elogiadas apresentações no Brasil em março.
Dianne Reeves será a primeira a subir ao palco, às 16h. Depois, será a vez de Buddy Guy. A estimativa dos organizadores é que o evento reúna um público de 25 mil pessoas. Para quem for ao show, a dica é levar uma capa de chuva: a previsão para o final da tarde em São Paulo é de tempo nublado com eventuais pancadas.
O cantor David Bowie divulgou um comunicado em seu site oficial em que nega que vá se apresentar no Festival de Glastonbury, um dos mais importantes eventos de música da Europa, no ano que vem.
"Infelizmente, não há nenhuma verdade nessa história", escreveu o músico de 62 anos. O Daily Mail havia publicado uma matéria que dizia que os organizadores do festival estariam negociando com o cantor.
Bowie não faz shows desde 2004, quando sofreu um princípio de infarto durante a turnê do álbum Reality. Desde então, ele limitou-se a participações especiais em eventos como o Fashin Rocks de 2005.
28/11/2009 01:49 PM
Não confunda o Original com cópias. Aqui seu anúncio é tratado com seriedade.
Site 100% Compativel com o Google Chrome - Versão Oficial 1583 v0.2.149.27 ou superior, Firefox 1.5 ou Superior e Safari 3 ou Superior.