Um blecaute deixa sem luz, na noite deste domingo, trechos de seis bairros do Rio de Janeiro. Locais como um trecho do Alto da Boa Vista que vai até o início da Barra da Tijuca, e parte dos bairros Caxambi, Brás de Pina, Penha, Bangu e Realengo, sofrem com a falta de energia elétrica desde às 22h20.
Medo: ou você o domina ou ele domina você Por Léa Michaan* Quanto mais espaço dá-se para o medo, mais ele se apropria e toma conta da pessoa. O caminho para dominá-lo é conhecer como se dá o funcionamento deste sentimento dentro de nós e quais recursos dispomos para enfrentá-lo.Existem quatro tipos de medo: o normal e real; o patológico e irracional; o imaginário; e a ansiedade. A diferença entre os dois primeiros reside no grau, ou seja, é uma questão econômica - não sentir medo de nada leva a pessoa a ser imprudente ao ponto de correr risco de vida. Por outro lado, sentir medo exagerado impede a pessoa de viver normalmente, além de ter de conviver com um sentimento incômodo que pode chegar a ser devastador.Mas de onde vem o medo? Vem do nosso instinto animal que fareja o perigo. Este instinto, uma vez instalado, só passará quando se prove o contrário: que o perigo não existe, já passou ou é infundado.O medo normal e real é o medo positivo, uma vez que todo ser humano precisa sentir medo, pois este é um instinto de sobrevivência e um fator de proteção contra os perigos. Ao sentirmos medo, acionamos nossas reações de defesa do organismo. Sem este sentimento, as pessoas não olhariam para atravessar a rua, não fariam exames preventivos de saúde, não usariam preservativos nas relações sexuais, entre outros comportamentos. Na ausência do medo normal, não haveria a preservação e a evolução da espécie. Daí a grande importância e utilidade do medo.Todo animal nasce com este instinto; portanto, o medo é uma tendência natural com a qual nascemos. Porém, o ser humano, devido à sua racionalidade, também é capaz de ampliar este medo a dimensões irreais. Ou seja, utilizar o medo para situações imaginárias. Isto ocorre porque, para o cérebro, não existe diferença entre o real e o virtual. Podendo-se imaginar uma situação estressante, vivemos organicamente e emocionalmente tal situação. Isto explica a tendência atual em que as pessoas procuram notícias trágicas, novelas dramáticas, envolvimento exacerbado nas brigas entre os times de futebol.Há uma busca constante por adrenalina, as pessoas procuram por isso para compensar as comodidades da vida moderna, diferentemente do homem primitivo, que precisava de grandes doses de adrenalina para caçar; ou, na Idade Média, para sobreviver às guerras e às doenças.O medo proveniente do imaginário não é patológico, pois a pessoa pode até sentir a adrenalina que o medo virtual produz, mas tem consciência de que é fruto da imaginação. O medo exagerado é irracional e começa a se transformar em medo patológico quando traz transtornos, quando o medo começa a tomar conta da vida da pessoa. Este é o medo negativo, pois começa a escravizar o indivíduo. Ou seja, a pessoa fica impedida de levar uma vida normal por conta deste sentimento e, portanto, deixa de realizar aquilo que deseja (sair, namorar, trabalhar, falar em público, viajar, entre outras importantes atividades).Em geral, os medos são criados a partir de alguma experiência ruim que a pessoa viveu ou viu outra pessoa passar. Isto quer dizer que os medos são aprendidos, com exceção do medo de cair e do barulho. Estes, segundo estudos realizados em bebês recém nascidos, surgem com a pessoa. Todos os outros medos são aprendidos.O medo exagerado do desconhecido é reflexo da falta de confiança em si, que nasce de uma deficiente relação consigo mesmo. Dizendo de outro modo: quando há uma relação consistente da pessoa com ela mesma, através de diálogos internos, o que desenvolve a capacidade para pensar, tem-se a impressão da existência de algo bom em nossa mente com o qual podemos contar. Este sentimento nos dá forças para enfrentar e dominar nossos medos, antes que este nos domine.Aquele que não confia nos próprios recursos e capacidades está mais sujeito a sentir medo porque este sentimento nos coloca em contato com a nossa fragilidade. Portanto, se nos sentimos possuidores de recursos escassos, automaticamente nos sentimos muito frágeis e limitados.Por fim, as doenças do medo são as mesmas doenças da ansiedade. São duas faces da mesma moeda. A diferença é que no medo há um objeto para ser temido: real ou imaginário. Já na ansiedade, o objeto a temer inexiste e a pessoa não sabe o porquê desta sensação desagradável. Nela surgem os mesmos sintomas do medo: reações de alerta do organismo, físicos e mentais. Os físicos podem ser: taquicardia, pressão alta, sudorese, tremores, ondas de calor ou calafrios, palidez, formigamento nas mãos e pés, rubor, sensação de paralisação e gagueira. Por não ter o objeto a temer, a ansiedade torna-se muito mais angustiante.*Dra. Léa Michaan é Psicoterapeuta e Psicanalista, graduada em psicologia pela Universidade Mackenzie e Pós-graduada em Psicoterapia Psicanalítica pela Universidade de São Paulo (USP).
A moda da classe C Por Vera Fiori São Paulo, 26 (AE) - Duas pesquisas, uma da CO.R Inovação, empresa de branding, e outra da agência Mc Cann Erickson, derrubam alguns estereótipos acerca da emergente classe C, como a ideia de que esses consumidores gostariam de fazer compras no comércio mais sofisticado ou de que seguem a moda à risca.Nem uma coisa nem outra.Segundo um estudo feito em março pela Mc Cann Erickson - mil questionários com casais entre 20 e 65 anos, de Recife, São Paulo, Rio, Porto Alegre e Goiânia -, 68% dos entrevistados sentem-se desprezados pelos ricos e 55% declaram ser avessos a produtos comercializados em lugares considerados chiques. "É curioso perceber que a classe C deseja consumir mais, porém não demonstra a preocupação em mudar de classe", afirma Aloísio Pinto, vice-presidente de planejamento da agência.Na hora de ir às compras, as amigas são as grandes conselheiras (28,2%), seguidas por profissionais dos salões (21,6%), revistas (20,7%), novelas e filmes (7,8%). Poucos fazem uso do cartão de crédito, com medo de endividamento. O uso moderado do cartão faz parte da realidade de 67% dos entrevistados, e o contingente dos que não possuem conta corrente ultrapassa a casa dos 30%.Já no campo da moda, como observa a publicitária Mari Zampol, diretora da CO.R - que mapeou o comportamento de consumo de famílias paulistanas com renda entre R$ 1.115,00 e R$ 4.807,00, universo que compõe a classe C, segundo parâmetros definidos pela Fundação Getúlio Vargas - as passarelas do São Paulo Fashion Week, bem como os padrões de beleza que enaltecem o corpo das modelos, não fazem a cabeça das jovens (200 entrevistadas, entre 18 e 25 anos). "Elas não cobiçam ser loiras, magras e ter 1,80 metro de altura. Procuram figuras femininas que tenham um pouco delas. A identificação está nas semelhanças, e não nas diferenças. Quero ficar bonita e gostosa é a frase mais ouvida", observa. Mari pediu às entrevistadas que abrissem seus armários e, assim, mais uma surpresa: - Enquanto nas classes A/B o chique é descoordenar cores , na C elas fazem questão de combinar bolsa e sapato. Além da segurança do acerto, passam a ideia de que se dedicaram na hora de se arrumar. O brilho que aparece no jeans se repete na alça da bolsa. A lingerie é um item especial. Muitas vezes, a produção começa pelo sutiã e sempre com um detalhe aparecendo, como a alça ou uma parte do bojo de oncinha. E aí o sapato ou cinto vai ter um detalhe da mesma estampa. Também é comum colocarem um sapato dentro da bolsa, no caso de saírem depois do trabalho, já que as distâncias entre um ponto e outro são longas e não compensa voltar para casa e se trocar.As informações correm mais pelo boca a boca do que por meio de jornais e revistas: "As novelas causam impacto e, praticamente, todas acessam o Orkut." E, ao contrário das classes A e B - com as quais tem, como único ponto de concordância estético, o cabelo liso e chapado -, não há uma preocupação em abastecer o guarda-roupa com grifes, nem de seguir tendências que não valorizam o corpo. "Um exemplo é a calça saruel, rejeitada pela maioria das entrevistadas por esconder as formas. Preferem os jeans justos de cintura bem baixa." Lenços, echarpes, sobreposições, enfim, tudo que cobre muito partes do corpo não é com elas: "No quesito acessórios usam muitos enfeites de cabelo, flores, presilhas e também investem em bolsas, sapatos e muitas sandálias". O nude, nova coqueluche fashion, nem pensar: "As consumidores da classe C não têm nenhum problema em usar cores. Para elas, o colorido ajuda a valorizar a beleza de cada uma como olhos, cabelos, pele. Outro motivo é que o branco, depois de tomar quatro conduções, não rola".Para bater perna, as moradoras da Zona Leste de São Paulo, por exemplo, gostam dos shoppings da região com preços mais acessíveis. Outra opção é o comércio dos centros atacadistas, como Brás e Bom Retiro. "Vão em grupos, quando a compra envolve uma festa ou evento especial."VAREJO AQUECIDOAlgumas lojas de varejo se consolidaram atendendo essa fatia de mercado, caso da tradicional rede Riachuelo, como observa José Antonio Rodrigues, diretor de Crédito e Risco: "Estamos sempre atentos aos movimentos dessa classe social, que cresceu muito em tamanho nos últimos anos, influenciada principalmente pela migração das classes sociais D e E." Segundo Rodrigues, o mais importante desse movimento é o aumento do poder da classe C no consumo interno, impulsionado pelo aumento do crédito, facilidade de pagamento, aumento do salário mínimo e maior participação da mulher na renda familiar.Uma das três maiores redes de varejo de moda do País, a Riachuelo conta com 104 lojas distribuídas por todo o Brasil. A faixa etária do público consumidor concentra-se entre18 e 37 anos, sendo 75% das classes C, D e E, fazendo jus ao slogan "moda ao alcance de todos". No mailing, há 15 milhões de clientes, 61% de mulheres. Segundo José Antonio Rodrigues, outra importante característica da empresa é a concessão de crédito para essa classe social há mais de 20 anos, por meio de seu cartão private Label.BONS PREÇOSO Bom Retiro atrai pessoas vindas de bairros distantes, atrás de preços e novidades. A dona de casa Marta Chaves, mãe de três filhos com idades entre 8 e 20 anos, mora na Água Fria e foi até a rua José Paulino comprar roupas para as filhas adolescentes. Na banca de saldos, tentava achar alguma peça que "fosse a cara" das meninas. "Gosto de vir aqui porque tem muita variedade, bons preços e qualidade", afirma.Andando apressadas rumo ao trabalho e com roupas idênticas (jeans justos, botas pesadas e casacos de náilon), as amigas Luciana de Oliveira, moradora da zona oeste, e Marilia Nunes, de Ferraz de Vasconcelos, compram uma vez ou outra no bairro, apesar de trabalharem na região. "Quando saímos, as lojas já estão fechadas, mas no caminho às vezes dá para ver uma ou outra peça", dizem. Marilia, com cabelo escorrido, enfeitado por uma flor, e blush pink carregado nas maçãs, conta que adora maquiagem e que reserva uma quantia por mês para roupas e cosméticos. Já Luciana, mãe e chefe de família, é mais comedida nos gastos. Para elas, calças boyfriend e saruel, de modelagem ampla, não estão com nada. "Preferimos jeans que valorizam mais o corpo." Fonte de inspiração? "Seguimos uma moda própria mesmo", falam acrescentando que nunca copiaram looks de novelas.Também as lojas de departamentos atraem as consumidoras, que, em sua maioria, parcelam as compras no cartão exclusivo das lojas. Usando jeans, bolsa transada, lenço de seda no pescoço, bijuterias vistosas e maquiagem caprichada, a advogada Karoline Modesto aproveitou a hora do almoço para olhar as novidades de moda na CA do shopping West Plaza, na zona oeste.Consumista assumida e fã número um da controversa calça saruel, conta que se informa por meio da TV e de revistas femininas. "Além da moda e dos preços, a vantagem de comprar nos magazines é que a primeira parcela vence em 60 dias", conta.Olhando a seção de biquínis, a consultora de beleza Neide Rodrigues disse preferir o conforto dos shoppings. "No Bom Retiro há poucas lojas com provadores", justificou, contando que se identifica com o estilo esporte social de Patricia Poeta, apresentadora do Fantástico, programa da Rede Globo. Usando jeans justo e top de alcinhas, apesar do friozinho da manhã, disse ainda que não gosta de "roupas fechadas".
Mulher tem o direito de optar por não menstruar, defende especialista Por Cristiana Vieira São Paulo, 26 (AE) - Menstruar é uma questão de preferência pessoal, garante o respeitado ginecologista, professor emérito da University College, de Londres - instituição responsável por elaborar diretrizes em saúde reprodutiva e planejamento familiar - e consultor da Organização Mundial da Saúde (OMS), John Guillebaud. Segundo o médico, especializado em Saúde Reprodutiva, o sangramento mensal não é necessário e sua interrupção tem se tornado o método mais eficaz contra a gravidez, já que é menos sujeito a falhas.Além disso, quando suspendem a menstruação, as mulheres têm menos dores de cabeça - algo que aflige até mesmo as que usam a pílula convencional, já que há uma semana de pausa -, livram-se de outros sintomas pré-menstruais e têm menos riscos de desenvolver endometriose (quando células do endométrio se espalham por outros locais da pelve, fora da cavidade uterina).Hoje, há diferentes métodos para interromper continuamente a menstruação. Algumas mulheres acabam emendando uma cartela de pílula na outra. Outras recorrem ao DIU, implantes subcutâneos ou injeção. A gerente de marketing Marta Amaral, de 46 anos, sofria com o alto fluxo da menstruação, mesmo não sentindo cólicas nem sintomas da tensão pré-menstrual (TPM).Só quando engravidou e teve de realizar uma bateria de exames é que descobriu que a cada ciclo ela perdia muito ferro. "A menstruação me deixava anêmica e meu ginecologista optou pela injeção contraceptiva", conta ela, que faz uso do método há 12 anos. Com o passar dos anos, o risco de anemia foi afastado e, para a felicidade dela, o fluxo diminuiu, mesmo quando fez uma pausa no uso da medicação.NOVA ALTERNATIVA No segundo semestre deste ano, o laboratório Libbs lançou mais um contraceptivo contínuo: o Elani 28. Trata-se de um anticoncepcional oral com 28 comprimidos, sendo que a mulher não faz pausa entre as cartelas. A composição do medicamento diminui a produção hormonal pelos ovários, inibindo a ovulação e a proliferação endometrial. O medicamento chega ao mercado com custo médio ao consumidor de R$ 45,35. Sua utilização e a consequente suspensão da menstruação por meses ou até anos exigem acompanhamento médico.A vantagem, segundo o laboratório, é que esse contraceptivo é o único de uso contínuo com drospirenona. A substância é um progestagênio (que impede a ovulação) de quarta geração, que, além de evitar a gravidez com alta eficácia, proporciona alívio dos sintomas menstruais. O medicamento é de baixa dose hormonal (30 mcg de etinilestradiol), o que, segundo o professor Guillebaud, corresponde a um quinto da dose de estrogênio das primeiras pílulas anticoncepcionais.Mesmo com a promessa de tantos benefícios e melhor qualidade de vida, há muitas mulheres que ficam em dúvida quando o assunto é menstruar ou não. Afinal, passaram a vida escutando que a menstruação é algo que faz parte da natureza e, por isso, não deve ser interrompida.O ginecologista Guillebaud defende que não há razão para sangrar todo mês se a mulher não pretende engravidar a curto prazo. "Estudos já comprovaram que o uso do contraceptivo oral em regime contínuo pode beneficiar mulheres com sintomas menstruais, como cefaleia, cólica, sangramento excessivo causado por disfunção hormonal, doenças do útero como mioma e adenomiose, e anemia, por deficiência de ferro. Portanto, mais menstruação pode significar mais riscos para a saúde.", enfatiza.As reações físicas para quem toma contraceptivos orais de uso contínuo são praticamente as mesmas das observadas nos convencionais (aqueles em que são feitas pausas). Podem ocorrer sangramentos irregulares do tipo spotting (mancha menstrual) ou sangramentos de escape. Em ambos os casos, o sangramento tende a diminuir ou desaparecer com a continuidade do tratamento. "O risco da ocorrência de um evento adverso é muito pequeno e não deve ser fator de preocupação para as mulheres, desde que o tratamento tenha sido indicado e orientado por um médico", garante o especialista Guillebaud.Já as contraindicações do novo medicamento - que também não fogem muito daquelas observadas nas pílulas convencionais - são tabagismo, histórico de doenças tromboembólicas e diagnóstico de neoplasias, como o câncer de mama e do endométrio.Quanto à fertilidade da mulher, não existem evidências de que o uso de pílulas em regime contínuo possa prejudicá-la. O retorno das menstruações é rapidamente restabelecido após a interrupção desse tratamento.
Segurança deve ser prioridade na hora de comprar o carrinho de bebê Por Equipe AE São Paulo, 26 (AE) - Nem beleza, nem funcionalidade. O que os pais devem priorizar ao escolher o carrinho do bebê é a segurança.De acordo com Ana Beatriz Bontorim, coordenadora da ONG Criança Segura, o cinto é o primeiro item a observar. Ele não pode ser de apenas dois pontos, deixando a criança presa só pela barriga. Deve ter três pontos ou mais, para segurar bem.O freio do carrinho deve estar nas duas rodas traseiras. O assento ideal precisa ter mais de 28 centímetros de largura, para garantir estabilidade quando a criança se balançar. Peças metálicas devem ser evitadas, porque elas esquentam e podem queimar o bebê. Cumprindo esses aspectos, o carrinho é considerado seguro - o que pode deixá-lo mais caro a partir daí é o conforto que oferece. "Mas o ponto chave é ler atentamente o manual", alerta Ana. "Ali constam o peso máximo, as instruções para montar o produto corretamente e as orientações para abri-lo e fechá-lo. Ao evitar o mau uso, o pai previne acidentes."Boxe: VITRINE CARRINHO NEW PICCOLO, DA HÉRCULES Preço: R$ 249Onde: www.americanas.com. brTel.: (11) 4003-1000Capacidade: aguenta até 15kgCinto: 3 pontosFreio: nas 4 todasLargura: 55 cm CARRINHO SKATE, DA PÉG-PEREGOPreço: R$ 2.199 Onde: Wal Mart Tel.: (11) 3003-6000Capacidade: até 15 kg Cinto: 5 pontosLargura: 31,5 cm Freio: rodas traseiras CARRINHO MAUI, DA DICANPreço: R$ 764,99 Onde: Rihappy Tel.: 2133-0650Capacidade: aguenta até 15 kg Cinto: 5 pontosLargura: 53 cm Freio: rodas traseirasCARRINHO LASER, DA GALZERANO Preço: R$ 369,90 Onde: www.comprafacil.com.br Tel.: (11) 2196-7000 Capacidade: até 17 kg Cinto: 5 pontos Largura: 52 cm Freio: rodas traseirasCARRINHO TECHNO, DA INFANTI (com #145;bebê conforto#146; acoplado) Preço: R$ 1.399 Onde: Alô Bebê Tel.:(11) 3648-3000 Cinto: 5 pontos Capacidade: até 18 kg Largura: 33 cm
Catapora pode acometer crianças durante todo o ano Por Adriana Bifulco São Paulo, 26 (AE) - Febre, mal estar, perda de apetite e alguns pontinhos vermelhos na pele, que depois se transformam em vesículas e provocam muita coceira. São os sintomas típicos da varicela, popularmente conhecida como catapora.Esta enfermidade, mais comum em crianças, tem maior incidência no fim do inverno, entre os meses de agosto e outubro, mas tem acometido muitos pequenos neste período, já próximo do verão."Trata-se de uma doença altamente contagiosa, provocada pelo vírus varicela zoster. Ele é transmitido por via respiratória ou por contato direto", explica Maria Zilda de Aquino, pediatra, infectologista e coordenadora do Centro de Imunização do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo."O período de incubação varia de dez a 21 dias e o de contágio vai desde 48 horas antes da primeira lesão aparecer até que todas as lesões estejam na fase crostosa (com casquinhas) o que dura, em média, duas semanas", complementa Marco Aurélio Safadi, pediatra, infectologista, professor de pediatria da Santa Casa de São Paulo e coordenador da infectologia da rede de hospitais São Luiz.As lesões aparecem em todas as partes do corpo e não surgem simultaneamente. A varicela, ou catapora, é considerada uma doença benigna e seu tratamento é sintomático. "Deve-se dar, sempre sob recomendação médica, paracetamol ou dipirona para controlar a febre - em qualquer quadro viral não se usa aspirina - um anti-histamínico para amenizar a coceira, além de manter o banho e as unhas da criança cortadas. O paciente deve ser isolado para não transmitir a varicela", enfatiza Maria Zilda.Em alguns casos, no entanto, podem haver complicações como otites, pneumonites, meningoencefalites, infecções secundárias na pele e até mesmo lesões nos olhos. "Por isso é importante sempre buscar orientação médica para tratar a doença", alerta Safadi.Quando a catapora chega ao fim o paciente recebe alta médica pode retomar suas atividades habituais. No entanto, ele ficará com o vírus herpes zoster latente, ou seja o vírus permanece no organismo e volta a se manifestar quando a pessoa estiver com a resistência baixa, estiver com mais idade. é mais comum o herpes zoster se manifestar em pacientes imunodeprimidos (pessoas com câncer ou aids, por exemplo). É o que o povo conhece como cobreiro.A vacina contra a varicela deve ser aplicada quando a criança completa um ano e a segunda dose aos cinco anos. No entanto, a vacina não está disponível no Plano Nacional de Imunização e só é ministrada em casos de surto ou para os imunodeprimidos. Na rede particular, ela custa R$ 155,00. Há crianças que, mesmo tomando a vacina, podem contrair catapora. "Mas são casos muito mais brandos, com febre baixa e poucas vesículas", avisa Maria Zilda.
Tumores de pele são os mais comuns no País Por Andressa Zanandrea São Paulo, 26 (AE) - A exposição moderada ao sol faz bem à saúde. Mas os exageros podem levar não só ao envelhecimento precoce como ao câncer de pele que atinge os locais do corpo que ficam mais expostos aos raios solares.No verão, os riscos aumentam e é bom redobrar os cuidados e não descuidar do protetor solar, até mesmo nos dias nublados.Não só quem tem pele muito branca está sujeito à doença. Quem se bronzeia com facilidade também corre risco, segundo o oncologista clínico Marcelo Oliveira. "A partir de determinado ponto de exposição, atingindo o nível máximo de tolerância, começa a haver uma alteração do DNA da célula. Dependendo da predisposição de cada um, poderá ocorrer um ou mais tipos de câncer de pele ao longo dos anos." As lesões costumam aparecer por volta dos 40 anos.A coordenadora da Campanha Nacional de Prevenção ao Câncer da Pele, Selma Cernea, diz que os três tipos mais comuns são: carcinoma basocelular, carcinoma espinocelular e o melanoma. O basocelular é o mais frequente e não costuma provocar metástase. Ele surge geralmente como uma pequena lesão de pele que não cicatriza, tem crescimento lento, pode sangrar e surgir uma ferida levando à destruição dos tecidos à sua volta. O espinocelular é o segundo tipo mais comum e, apesar de aspecto semelhante ao basocelular, tem crescimento mais rápido e pode se disseminar para os gânglios e provocar metástase. Já o melanoma surge das pintas e tem maior potencial de malignidade, mas é o menos frequente.Segundo o oncologista, 90% dos casos são relacionados aos efeitos cumulativos do sol. Além disso, há outros fatores de predisposição, como alterações imunes e a genética. Os casos de morte são raros, mas a demora para um diagnóstico correto pode levar a deformações físicas. Se não houver tratamento adequado e o câncer já estiver em estado avançado, as lesões, no caso do melanoma maligno, podem se espalhar para outras partes do corpo.O câncer de pele pode ser totalmente curado. O tratamento varia de acordo com cada caso e pode envolver quimioterapia, cirurgia e radioterapia, além do uso de pomadas e terapia fotodinâmica, com exposição à luz. "O mais importante é estar atento e sempre procurar um dermatologista caso algo não esteja de acordo. E mesmo sem nada suspeito, é importante ir ao médico para receber orientações. Prevenir sempre será o melhor remédio", diz Oliveira.ATENÇÃO AOS SINTOMASO câncer de pele tem poucos sintomas e, na maioria das vezes, é indolor. Por isso, é importante ficar atento a mudanças de cor, coceira, sangramento e feridas que não cicatrizam. Deve-se observar também se houve alteração no tamanho, cor ou aspecto das pintas. "Quando crescem e mudam de cor, ficando com várias tonalidades, ou sangram, merecem ser examinadas por um especialista", diz a dermatologista Selma Cernea.Assim, o autoexame é importante. "Basta se observar no espelho e, ao notar manchas ou sinais novos, procurar um médico", diz o oncologista Marcelo Oliveira.
Suco, um poderoso alimento Por Cristiana Vieira São Paulo, 26 (AE) - Alimentos que fazem bem à saúde são sempre bem-vindos. A combinação de certos ingredientes nem sempre dão água na boca, mas, quando se considera seus benefícios, fica mais fácil adaptar o paladar.A nutricionista funcional Renata Alves dá algumas dicas de sucos para desintoxicar o organismo. Podem ser ingeridos mais de uma vez ao dia (com restrição para quem tem diabetes e triglicérides elevados, já que as frutas contêm açúcares). Para não enjoar do sabor, uma dica é fazer adaptações, usando frutas da mesma "família".Entre os poderosos alimentos para a desintoxicação do organismo, está a couve manteiga, que limpa órgãos como fígado e intestino. A hortelã é um excelente digestivo, e o limão, além de ser rico em vitamina C, é um poderoso antioxidante. Já a maçã, além de conter muita fibra, traz quercetina, cujas propriedades têm ação antiinflamatória e protegem os vasos sanguíneos. Os alimentos alcalinizantes reagem com elementos ácidos, o que ajuda no equilíbrio do PH sanguíneo.Todas essas propriedades previnem contra doenças cardiovasculares e degenerativas, como vários tipos de câncer, e o envelhecimento, já que reduzem a ação dos radicais livres - muito ligados a fatores externos, como poluição, fumo, radiações, álcool, substâncias químicas (pesticidas, aditivos, conservantes), estresse e consumo abusivo de gorduras saturadas.Para preparar os poderosos sucos que vão ajudar o organismo, o ideal é bater os ingredientes em liquidificador ou centrífuga, e tomá-los logo em seguida, sem coar. Àqueles que dispõem de pouco tempo, Renata ensina a congelar os sucos em forminhas de gelo. Mas até o congelamento tem de ser feito rapidamente. "Não deixe muito tempo exposto, pois a fruta perde as propriedades oxidantes e as vitaminas em apenas 15 minutos", explica a nutricionista.Confira as receitas e adapte-as conforme suas necessidades e hábitos no dia a dia. Você sentirá o resultado na pele, nos cabelos, na disposição, na vitalidade, garante a nutricionista.Boxe: SUCOS QUE TRATAM Alcalinizante1 cenoura (vitamina A antioxidante)1 talo de salsão pequeno (diurético)1 maçã com casca (quercetina, fibra, propriedade alcalinizante)Antioxidante1 polpa congelada de framboesa 1 polpa congelada de amora1 copo de suco de uva integral5 morangosDigestivo1 xícara de chá branco preparado - uma colher de sobremesa para meio litro de água (digestivo, antioxidante, desintoxicante) 1 laranja (vitamina C antioxidante)1 pitada de gengibre em pó (digestivo)Desintoxicante2 folhas de couve manteiga (desintoxica fígado e intestino)1 pequeno galho de hortelã (digestivo)1 limão (alcalinizante, vitamina C antioxidante)1 laranja (vitamina C antioxidante)Drenante1 copo de água de coco (diurético)1 fatia de abacaxi (digestivo, vitamina C antioxidante)1 pêra pequena (alcalinizante)Laxante1 fatia de melão (levemente diurético)1 kiwi (vitamina C antioxidante, fibras)1 colher de chá de semente de linhaça (fibras) ½ copo de água
Novos vídeos do esquema de corrupção no governo do Distrito Federal revelado pela Operação Caixa de Pandora aprofundam ainda mais a crise política que pode custar o mandato do governador José Roberto Arruda, do DEM. As cenas mostram deputados escondendo dinheiro nos bolsos e até nas meias.As imagens, gravadas com uma câmera escondida pelo ex-secretário de Relações Institucionais de Arruda Durval Barbosa, apresentam os bastidores do mensalão do Democratas e a divisão do dinheiro que, de acordo com a investigação, era proveniente de propina paga por empreiteiras e prestadoras de serviço.Deputados e outros aliados políticos de Arruda aparecem em gabinetes do governo embolsando dinheiro e falando abertamente sobre o esquema. O presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal, Leonardo Prudente (DEM), aparece escondendo dinheiro nas meias e nos bolsos da calça e do paletó. Falta espaço na roupa do deputado para guardar os maços de notas de R$ 50.
Novas imagens de vídeos entregues pelo ex secretário de Relações Institucionais, Durval Barbosa, ao Ministério Público (MP) ampliaram o número de suspeitos no envolvimento do esquema de desvio de dinheito, o qual serviria para pagar parlamentares. Segundo informações divulgadas no Fantástico, a polícia agora investiga a participação de empresários de Brasília, como José Celso Gontijo, dono da construtura JC Gontijo, que aparece em imagens entregando pacotes de dinheitos à Barbosa. Segundo o ...
BRASÍLIA - Vídeos obtidos em primeira mão pela reportagem do iG revelam que pelo menos seis deputados distritais, entre eles o presidente da Câmara Distrital, Leonardo Prudente, recebiam dinheiro vivo do esquema de propina montado no governo do Distrito Federal. A imagem mais impressionante é do próprio Prudente, que guarda maços de dinheiro na meia.O iG teve acesso às imagens em primeira mão,;entrou em contato com os parlamentares, mas não obteve resposta.
Veja abaixo quem eram esses deputados e as respectivas quantias que cada um deles receberia,;de acordo com;depoimento do ex-secretário Durval Barbosa no inquérito da operação Caixa de Pandora, da Polícia Federal.Leonardo Prudente - R$ 50 mil
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O presidente da Câmara Legislativa, Leonardo Prudente, recebia todos os meses R$ 50 mil de acordo com o inquérito. No vídeo ele guardaria o dinheiro nas meias e nos bolsos do paletó. As imagens são de 2006. Além disso, a investigação da Polícia Federal, aponta para outras influências do deputado do Democratas. Ele teria forte influência no DETRAN do DF com parentes em cargos estratégicos para desviar recursos públicos. O inquérito da PF também fala que o presidente da Câmara era dono” de parte do contrato de coleta de lixo.
Eurides Brito (PMDB) - R$ 30 mil
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A líder do governo na Câmara Legislativa, Eurides Brito, recebia todos os meses R$ 30 mil. Ela teve o gabinete vasculhado na última sexta-feira durante a operação Caixa de Pandora. Primeira suplente do PMDB, ela tomou posse como deputada em agosto de 2007 a partir da renúncia do ex-deputado Pedro Passos. Anteriormente, Eurides foi depuatada em duas legislaturas (1999 a 2006).Júnior Brunelli (PSC) - R$ 30 mil
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O deputado Rubens César Brunelli Júnior, do PSC, também recebia R$ 30 mil todos os meses. Atualmente, é corregedor da Câmara. Foi eleito com 23 mil, pela segunda vez para a Câmara Legislativa. Na primeira eleição, só teve 7mil votos. Antes de ser corregedor, foi três vezes presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), presidente da Comissão de Defesa do Consumidor. Foi eleito para integrar a Mesa Diretora da Câmara Legislativa, exercendo a função de Segundo Secretário para 2007/2008. Atualmente é o corregedor da Câmara, eleito para o biênio 2009-2010.Odilon Aires (PMDB) - R$ 30 mil
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Ex-deputado e atual presidente do Instituto de Atendimento à Saúde do Servidor do DF (Inas), Odilon Aires recebia R$ 30 mil por mês segundo o inquérito. Atualmente, ele está no governo do Distrito Federal gerindo um orçamento de R$ 138 milhões, dinheiro necessário para pagar o plano de saúde de mais de 100 mil funcionários do GDF e seus parentes.
João Luiz
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De acordo com o inquérito da operação Caixa de Pandora, da Polícia Federal, o médico João Luiz, que hoje é subsecretário de Recursos Humanos da Secretaria de Saúde do DF, recebeU R$ 20 mil referente à contratação da Unirepro, empresa de software de impressão, reprografia e gráfica. Que os valores eram para o próprio João Luiz”, cita a investigação da PF.Veja também:
Vídeo mostra suposta propina de governador do Distrito Federal
Vídeo 2: assessor de Arruda guarda maços de dinheiro em pasta
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29/11/2009 10:56 PM
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