Neste próximo mês de dezembro – do dia 10 ao 13 – a artista campineira Marilza Casotti participa de uma mostra, junto com mais 21 pintores brasileiros, no Museu do Louvre, em Paris. Ela leva para a França sua tela “Procisão”, em acrílica sobre lona preparada. A obra faz parte de uma série intitulada “Lavadeiras do Senhor do Bonfim”. O evento acontece em um espaço chamado de Salon du Louvre.
A exposição é organizada, pelo quinto ano consecutivo, por Diva Pavesi, delegada da Academia de Artes Ciências e Letras da França. Pavesi conheceu o trabalho de Casotti por meio de uma amiga do Centro Cultural Tao Sigulda, com o qual a pintora colabora há dez anos.
A delegada escolheu, ela mesma, a pintura que já aguarda na Cidade Luz para ser mostrada ao público. “Não consigo acreditar que terei minha assinatura no Louvre”, emociona-se a artista.
Para Casotti, a obra escolhida teve preferência por ter muitas noções da cultura brasileira. “As cores fortes, a demonstração de fé e esperança. São todos elementos tipicamente nacionais”, diz. Ela ainda completa comentando que adora pintar a pele escura, muito mais expressiva na tela.
Não só as cores vivas, mas outros traços também demonstram a influência de Tao Sigulda no trabalho da artista. Ele também usava a técnica de acrílico sobre tela, apropriada para criar obras de dimensões grandes e de fácil transporte, e ambos variam o tema entre pinturas figurativas e abstratas. “Crio a partir do que sinto no momento; é difícil de explicar, não há regras”, diz a artista.
História
Tudo isso, no entanto, a pintora teve de aprender muito rápido. Hoje com 56 anos, ela começou como a carreira profissional nas artes tardiamente, com 27 anos. Hoje ela administra o ateliê Mariá.
Nesta próxima quinta (3), Marilza está partindo para Paris para acompanhar suas próximas exposições, pois – apesar do Louvre ser a grande estrela – outras pinturas da série “Lavadeiras do Senhor do Bonfim” serão expostas em outra mostra na cidade. Apesar de ter trabalhos vendidos para Itália, Suíça e Argentina, ela acredita que a França será o destino mais importante em que chegou seu trabalho.
Aqui em Campinas, ela também é responsável pela criação do Ateliê Casa Amarela e, em Santos, pela Casa Aberta de Cultura.
Neste próximo mês de dezembro – do dia 10 ao 13 – a artista campineira Marilza Casotti participa de uma mostra, junto com mais 21 pintores brasileiros, no Museu do Louvre, em Paris. Ela leva para a França sua tela “Procisão”, em acrílica sobre lona preparada. A obra faz parte de uma série intitulada “Lavadeiras do Senhor do Bonfim”. O evento acontece em um espaço chamado de Salon du Louvre.
A exposição é organizada, pelo quinto ano consecutivo, por Diva Pavesi, delegada da Academia de Artes Ciências e Letras da França. Pavesi conheceu o trabalho de Casotti por meio de uma amiga do Centro Cultural Tao Sigulda, com o qual a pintora colabora há dez anos.
A delegada escolheu, ela mesma, a pintura que já aguarda na Cidade Luz para ser mostrada ao público. “Não consigo acreditar que terei minha assinatura no Louvre”, emociona-se a artista.
Para Casotti, a obra escolhida teve preferência por ter muitas noções da cultura brasileira. “As cores fortes, a demonstração de fé e esperança. São todos elementos tipicamente nacionais”, diz. Ela ainda completa comentando que adora pintar a pele escura, muito mais expressiva na tela.
Não só as cores vivas, mas outros traços também demonstram a influência de Tao Sigulda no trabalho da artista. Ele também usava a técnica de acrílico sobre tela, apropriada para criar obras de dimensões grandes e de fácil transporte, e ambos variam o tema entre pinturas figurativas e abstratas. “Crio a partir do que sinto no momento; é difícil de explicar, não há regras”, diz a artista.
História
Tudo isso, no entanto, a pintora teve de aprender muito rápido. Hoje com 56 anos, ela começou como a carreira profissional nas artes tardiamente, com 27 anos. Hoje ela administra o ateliê Mariá.
Nesta próxima quinta (3), Marilza está partindo para Paris para acompanhar suas próximas exposições, pois – apesar do Louvre ser a grande estrela – outras pinturas da série “Lavadeiras do Senhor do Bonfim” serão expostas em outra mostra na cidade. Apesar de ter trabalhos vendidos para Itália, Suíça e Argentina, ela acredita que a França será o destino mais importante em que chegou seu trabalho.
Aqui em Campinas, ela também é responsável pela criação do Ateliê Casa Amarela e, em Santos, pela Casa Aberta de Cultura.
Inovação sem tirar a tradição. Esse é “New Super Mario Bros”, lançado para o Nintendo Wii. O game é em estilo plataforma 2-D, o mesmo gênero jogado pelos fãs no Super Nintendo na década de 1990.
A maior novidade de NSMB é o modo multiplayer, onde até quatro pessoas podem jogar simultaneamente. Os personagens desta versão são Mario, seu irmão Luigi e dois toads: um amarelo e um azul.
NSMB é jogado no estilo clássico, com o controle do Wii na horizontal. Alguns movimentos tais como o salto e os ataques são feitos com as teclas, outros, como o giro no meio do ar e agarrar outros jogadores, são executados agitando o controle.
Além de itens clássicos, como a flor de fogo, novos poderes foram adicionados, como um chapéu com hélice que permite ao personagem voar e uma roupa de pinguim, que o faz arremessar bolas de neve e capacidade para deslizar no gelo.
Interação e disputa Os personagens interagem entre si, permitindo arremessar um amigo contra um inimigo para derrotá-lo ou carregá-lo de um lado para o outro. No fim de cada nível, são dadas as classificações de cada jogador, incluindo os inimigos derrotados, as moedas coletadas, e pontos totais.
Ajudinha do computador
Este é considerado o game mais difícil de toda a série. Por isso, no modo História há uma inovação, o modo Super Guide. Após perder oito vidas na mesma fase, o jogador pode escolher assistir o computador jogando o nível até o final, ensinando, inclusive, a maneira mais prática de derrotar os chefes.
Gráficos e som
Mesmo para um jogo em plataforma 2-D, os gráficos exprimem muita qualidade, inclusive na animação dos personagens. O estilo de aplicação de cores chama a atenção e a simplicidade das texturas e dos efeitos conquista os fãs. O que realmente importa no game é correr e pular em ambientes cativantes.
Os diferentes temas musicais contam com variações muito interessantes em NSMB. Podemos conferir trilhas clássicas de outras versões do game, que modificadas com muita qualidade, encantam os ouvidos.
Para quem quer viver um ambiente nostálgico, NSMB é uma boa pedida. E para os mais novos, vale a pena conferir. Ponto positivo para a Nintendo, que percebeu que os grandes clássicos retornam com força total.
A HQ “Umbigo Sem Fundo” tem o texto de uma obra literária e o número de folhas de uma enciclopédia. As 720 páginas, no entanto, passam rápido, apesar do conselho do autor no início da obra, que diz para o leitor fazer uma pausa entre cada capítulo. Mesmo depois de saber da dica de Dash Shawn, é difícil interromper a leitura, pois seus personagens são muito bem construídos e cativantes.
Não é má ideia, de qualquer maneira, esperar pelo menos um dia para avançar nos quadrinhos entre cada parte. A leitura é triste – Shawn não tem pudores de ilustrar o sofrimento, a emoção e a nudez – e merece uma reflexão.
“Umbigo Sem Fundo” conta a história da família Loony (lunática, em inglês). Depois de uma vida juntos, os pais David e Maggie resolvem se separar e recebem os filhos em sua casa na praia pela última vez.
Durante a união, o autor explora as infantilidades, conflitos e problemas de três gerações da família. Entre todos, o mais interessante é o caçula Peter, que – assim como os personagens de Art Spiegelman na HQ “Maus” – é desenhado como um animal, um sapo, o que demonstra como ele se sente deslocado e diferente. Peter, que descobre um romance na história, é como um respiro: o único que anda para frente, enquanto o resto parece caminhar em círculos.
Para construir sua HQ, Dash Shawn bebe muito da sétima arte. A construção de sua narrativa não é linear e mistura acontecimentos que ocorrem ao mesmo tempo, mas em lugares diferentes, como se estivesse editando um filme. Ele também descreve movimentos, cheiros e texturas, ou passa páginas sem usar diálogos, que, aliás, são muito reais e bem escritos.
Com apenas sete anos de experiência internacional, o designer Dzmitry Samal já pode ser considerado um visionário. Multifacetado, o jovem francês tem experiência em projetos automotivos, móveis e esculturas, e design de acessórios de moda, como óculos de sol. Sua contemporaneidade e estilo únicos somados à responsabilidade social na hora de escolher os materiais e as técnicas de produção, fazem dele um dos grandes nomes do design nos dias de hoje.
Samal se formou em design de carros e meios de transporte na [i]Scuola Polithecnica di Design[/i], no início dos anos 2000. Suas primeiras experiências como designer industrial aconteceram em empresas como Stile Bertone, Mixelles, Tungsten e Ideastyle, o que, segundo ele, moldou seu senso de estilo. Sentindo a necessidade de criar um novo conceito de design, o francês abriu em Paris seu estúdio em Paris em 2002, utilizando tecnologia de ponta para produzir suas peças.
O designer classifica seu trabalho como [i]New Retro-Futuris[/i], mesclando elementos retrôs com a estética futurista. Sua grande crença é que o futuro do design está no mix entre experiências passadas com tecnologia avançada contemporânea, capaz de provocar resultados muito mais interessantes, estética e intelectualmente. Mantendo um approach criativo tradicional, e uma maneira de pensar extremamente contemporânea, ele é responsável por trabalhos como o projeto do novo [i]Bygone Laudalet Car[/i], para a Audi; um novo conceito de lata de alumínio para a Coca-Cola; e a linha de móveis [i]Human[/i], inspirada na beleza e na sensualidade humana.
Participando de importantes conferências de design em lugares como Paris e Minsk, Samal passou a ganhar mais visibilidade e prestígio no segmento. Ele ensina suas técnicas em Milão, na escola onde se formou, e sua maneira visionária de enxergar o design o fizeram um dos finalistas e favoritos na [i]5th Mitsubishi Design Competition[/i] de 2009.
A chegada das Cruise collection às lojas e os desfiles de verão das grandes semanas de moda mundiais fazem pipocar tendências e must have que serão usados no hemisfério norte na próxima temporada. Chanel, Balenciaga, Miu Miu, Bottega Veneta, Christian Louboutin e Prada entre outros estilistas e designers, ditam os itens que se tornarão must have para qualquer antenada e moderna que se preze.
Cores fortes. A tendência foi vista em marcas como Bottega Veneta e Miu Miu, que apostam em tons de pink, verde e vermelho em suas disputadas bolsas. As it bags vem com o ar tropical conferido pela mescla de tons, e as bolsas de mão pequenas e clutchs são os modelos preferidos das grandes marcas, acrescentando mais charme a qualquer produção. Um item que chamou muita atenção nas passarelas internacionais foi a chutch transparente Fendi, feita em plástico. Prada e até mesmo Chanel apresentaram suas versões de bolsas produzidas no material, que já se tornaram em must have.
A tendência das cores fortes também inspirou a Louis Vuitton para criar sua nova coleção de jóias. Braceletes coloridos e metalizados são alguns dos destaques da marca, que também inclui uma linha inspirada no tema navy, com peças que utilizam as cores vermelho e azul, e materiais inusitados como corda. A cor azul, inclusive, apareceu também em bolsas Marc Jacobs e em uma sandália Anabela peept toe de Louboutin, misturada a detalhes dourados, com cara de retrô.
O kaiser das moda Karl Lagerfeld desenhou para Chanel uma coleção de acessórios repleta de influências bucólicas. Misturando palha, coco e couro, a tradicional marca francesa conseguiu um resultado rural chic, que é a cara do verão. Para os pés, tamancos e sandálias pesadas, com madeira. Outro hit das coleções são os abotinados, que continuam nos pés das modernas. Manolo Blahniki apresentou um modelo de bootie delicado e em tons pastéis. Especialistas em moda elegeram o relógio como um dos principais acessórios da temporada, como os modelos sofisticados e pesados de Givenchy, para completar o look. Aproveite as dicas e se antecipe!
O ônibus que levava a delegação do Palmeiras de Itu, a 102 quilômetros de São Paulo, de volta para a capital sofreu uma emboscada por volta das 17h30m deste sábado. Pedras foram atiradas em direção ao veículo, que não tinha nenhuma identificação do clube, na saída da Rodovia Castelo Branco, perto do Cebolão, zona oeste da cidade. Ninguém ficou ferido. Não há informações se os torcedores eram palmeirenses.
O elenco estava desde a última quarta-feira em Itu, onde treinou para o jogo de domingo contra o Atlético Mineiro, marcado para as 17h, no Palestra Itália. Após 19 rodadas na liderança, o Verdão, hoje quarto colocado, ainda tem chance de título, mas também corre risco de até mesmo ficar sem vaga na Taça Libertadores da América.
No mesmo horário em que o Flamengo treinava em Atibaia, no interior de São Paulo, na tarde deste sábado, Adriano fez um esforço final para participar da partida de domingo contra o Corinthians, no Brinco de Ouro.
O jogador teve uma consulta com o médico José Luiz Runco, no Rio de Janeiro, e tentou ser liberado para participar do jogo. Entretanto, a queimadura no pé esquerdo continua infeccionada, e Runco achou prudente mantê-lo fora do duelo. O jogador ainda não sabe se vai a Campinas apoiar os companheiros.
Na vice-liderança do Campeonato Brasileiro, o Flamengo joga contra o Corinthians neste domingo, às 17h (de Brasília). O GLOBOESPORTE.COM acompanha em Tempo Real, com vídeos.
A diretoria vai iniciar a busca por um novo treinador a partir deste sábado. O executivo Rodrigo Caetano e o vice-presidente de futebol, José Mandarino, vão ser os responsáveis por escolher um profissional que possa dar sequência ao trabalho iniciado por Dorival Júnior, que anunciou a sua saída do Vasco após uma reunião na última sexta-feira, na casa do presidente Roberto Dinamite, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro. Silas e Vágner Mancini são os preferidos da cúpula cruzmaltina.
Alguns nomes já foram descartados por já estarem empregados em outros clubes do Brasil. Celso Roth, do Atlético-MG, e Cuca, do Fluminense, não estão nos planos da diretoria cruzmaltina no momento. De acordo com Mandarino, o prazo máximo para o clube contratar um novo treinador é de uma semana.
- É o tempo ideal para resolvermos essa situação - disse o dirigente.
Outra situação descartada pelo Vasco é a de trazer um treinador que esteja trabalhando no exterior e disposto a retornar ao Brasil. O perfil do novo comandante, porém, já está traçado.
- Queremos alguém com o perfil do Dorival. Uma pessoas com um excelente caráter e trabalhador - revelou Mandarino.
Neste sábado, o Vasco vai encarar o Ipatinga, no Ipatingão, pelo Campeonato Brasileiro da Série B. O jogo é válido pela última rodada da competição e vai marcar a despedida de Dorival Júnior do comando do time cruzmaltino.
O namoro do Grêmio com o técnico Silas, que deixa o comando do Avaí no fim deste ano, está perto de virar casamento em 2010. Segundo informações do SporTV, uma reunião do treinador com o assessor de futebol do clube gaúcho, Luís Onofre Meira, realizada neste sábado, em Florianópolis, selou um acordo salarial entre ambos. Segundo o treinador disse, em entrevista à Rádio Guaíba, até segunda-feira ele deve ter uma resposta da diretoria do Grêmio.
- Nos encontramos pela primeira vez hoje (sábado), e agora eles vão analisar algumas questões que ficaram pendentes. Eu também vou ver outras, mas tudo ficou bem encaminhado. Nos próximos dias, eles devem tomar uma decisão final. Só se o Meira retornar antes do prazo e disser que está bom para ele, fechamos e antecipamos essa questão - disse Silas na entrevista.
Desde a saída de Paulo Autuori, o Tricolor gaúcho vem sendo comandado pelo interino Marcelo Rospide. Para a próxima temporada, o clube chegou a iniciar negociações com Dorival Júnior, que anunciou a saída do Vasco para o ano que vem, mas acabou não acertando.
O nome de Silas passou então a ser admitido no Grêmio como dentro do perfil idealizado pelo clube. Com um ano e oito meses de trabalho no Avaí, Silas conseguiu levar a equipe à elite do futebol brasileiro, conquistar o título estadual e, em seguida, classificar a equipe para a Copa Sul-Americana, primeira competição internacional da história do Leão catarinense.
O sábado no Ipatingão foi de despedidas para o Vasco. O time fez sua última partida na Série B para cumprir tabela. Campeão, contando as horas para a volta à Série A, entrou com um time misto diante do Ipatinga, que brigava para permanecer na segunda divisão e saiu comemorando com a vitória por 2 a 0, gols de Amilton e Thiago Mathias (de pênalti), no segundo tempo. O fraco jogo marcou os últimos momentos no clube do técnico Dorival Júnior, que anunciou na sexta-feira sua saída do comando cruzmaltino (veja os melhores momentos da partida).
Ainda sem destino, Dorival Júnior deixa o Vasco com derrota (a segunda consecutiva), mas também com o título e campanha impecável: 76 pontos ganhos, com 22 vitórias, dez empates e seis derrotas nas 38 partidas disputadas pela Série B. Além de Dorival, o Vasco deve perder também o atacante Elton, artilheiro da competição com 17 gols ao lado de Rafael Coelho, do Figueirense. Outros jogadores, observados nesta partida, devem compor a barca que será anunciada nos próximos dias com vistas à reformulação do elenco para a temporada de 2010.
Mesmo com o resultado ruim, a torcida vascaína sente alívio e desejo de 'até nunca mais' à Série B. Na próxima semana, o presidente Roberto Dinamite e a diretoria devem escolher o novo treinador, que terá sua lista de prioridades para reforços e dispensas. O clube sonha com um 2010 de conquistas, sem sustos.
Terça-feira, o Vasco deve acertar a permanência do volante Nilton, uma das prioridades. Alguns jogadores testados na partida deste sábado, se dependerem da atuação, estão com os dias contados. Como os zagueiros Dedé e Rafael Morisco, o meia Magno e o volante Mateus. Os atacantes Adriano e Robinho correm risco.
Primeiro tempo ruim
O zero a zero do primeiro tempo foi justíssimo. Numa partida arrastada, sobrou sonolência e faltou emoção e lances bonitos para animar quem se aventurou a ir ao Ipatingão. O time da casa, que entrou interessado na vitória para livrar de vez as chances de ser rebaixado para a Série C, desde o início repetiu os erros que o levaram à campanha ruim na Série B: falta de criatividade, toques laterais em excesso, sem qualquer objetividade, erros nos passes, poucos chutes a gol, defesa vulnerável.
Mesmo com o título já conquistado na Série B, um time misto e o clima de despedida, principalmente do técnico Dorival Júnior, o Vasco ao menos tentou assustar. Logo aos três minutos, o lateral Fágner roubou uma bola no meio-campo, avançou pela direita, tabelou com Adriano e bateu cruzado, para fora. Aos nove, em centro da esquerda, Fumagalli pulou mais alto que a defesa do time mineiro e testou para o chão. A bola ainda quicou antes de o goleiro João Carlos fazer grande defesa, apesar de o lance, bonito, não valer mais - havia sido marcada falta na jogada.
O primeiro lance do Ipatinga que se possa dizer bem tramado - com ressalvas - ocorreu aos 13 minutos, justamente pelos dois jogadores mais esforçados e velozes. Começou pela esquerda, com Marinho Donizete, e foi concluída por Diego Silva, que pela direita, após jogada individual, bateu cruzado para fora.
A partir dos 25 minutos, quando o time do Ipatinga ficou sabendo do gol do Guarani na partida contra o Juventude, a partida ficou ainda mais arrastada. Com a vitória parcial do Bugre, a equipe mineira nem dependia mais de vitória ou empate para permanecer na Série B - não teria mais como ser ultrapassada pelo Juventude. Isso foi o suficiente para a ensaiada velocidade virar total marasmo.
O Vasco seguia com seu time misto procurando mostrar serviço para o próximo treinador do clube, que poderia já estar assistindo à partida. Os laterais Fágner e Pará queriam jogo e se esforçavam em fazer boas jogadas ofensivas pelas laterais. Pelo meio, Fumagalli e Alex Teixeira procuravam municiar, sem sucesso, o atacante Elton, que brigava para se isolar na artilharia do campeonato e se separar de Rafael Coelho, também com 17 gols.
O time só voltou a chutar a gol aos 36 minutos, quando Nilton cobrou uma falta com relativa força, mas nas mãos de João Carlos. A melhor jogada da equipe foi individual de Alex Teixeira, aos 43, quando entrou driblando e foi derrubado por Max, que fez falta dura e levou cartão amarelo.
- Estamos tristes pela saída do Dorival. Queremos muito vencer essa última partida e dedicá-la a ele, por tudo que passamos aqui juntos no Vasco. E também para a torcida, que está nos apoiando aqui também - afirmou o volante Nilton na volta para o segundo tempo,
Gols do Tigre
Com Jefferson no lugar de Fumagalli no Vasco, Evandro no de Reina e Amilton no de Márcio Diogo, no Ipatinga, o segundo tempo começou com 25 minutos de intervalo - o clube mineiro e o Juventude travavam duelo de atrasos para um levar vantagem de saber o resultado do outro. E depois de o segundo gol do Guarani no Brinco de Ouro ser anunciado, o Ipatinga teve outra alegria. Aos 13 minutos, Amílton aproveitou a bobeada de Rafael Morisco, roubou a bola pela direita e bateu sem defesa para Tiago: 1 a 0.
Dorival Jr. mexeu no Vasco: pôs Robinho no lugar de Adriano, e o atacante, que luta para se manter no clube em 2010, cobrou falta rente ao travessão aos 22 minutos. Três minutos depois, Magno, outro que está sendo observado, cometeu pênalti infantil em Amilton. Thiago Mathias cobrou com categoria, sem defesa para Thiago, e fez 2 a 0 para o Ipatinga aos 27 minutos, garantindo a permanência do Tigre na Série B independentemente do resultado de Guarani x Juventude.
No fim do jogo, Elton ainda tentou marcar o gol que o isolaria na artilharia, mas sem sucesso. De qualquer forma, já havia feito a sua parte na competição.
Confira a última rodada da Série B:
Sexta-feira
Portuguesa-SP 1 x 1 Campinense-PB
Paraná-PR 1 x 1 Fortaleza-CE
ABC-RN 0 x 1 Bragantino-SP
Duque de Caxias-RJ 4 x 1 Ponte Preta-SP
São Caetano-SP 2 x 1 Figueirense-SC
Atlético-GO 0 x 3 Bahia-BA
Sábado
Guarani-SP 2 x 1 Juventude-RS
Ipatinga-MG 2 x 0 Vasco da Gama-RJ
Brasiliense-DF 2 x 1 Vila Nova-GO
Ceará-CE 0 x 0 América-RN
O sábado no Ipatingão foi de despedidas para o Vasco. O time fez sua última partida na Série B para cumprir tabela. Campeão, contando as horas para a volta à Série A, entrou com um time misto diante do Ipatinga, que brigava para permanecer na segunda divisão e saiu comemorando com a vitória por 2 a 0, gols de Amilton e Thiago Mathias (de pênalti), no segundo tempo. O fraco jogo marcou os últimos momentos no clube do técnico Dorival Júnior, que anunciou na sexta-feira sua saída do comando cruzmaltino (veja os melhores momentos da partida).
Ainda sem destino, Dorival Júnior deixa o Vasco com derrota (a segunda consecutiva), mas também com o título e campanha impecável: 76 pontos ganhos, com 22 vitórias, dez empates e seis derrotas nas 38 partidas disputadas pela Série B. Além de Dorival, o Vasco deve perder também o atacante Elton, artilheiro da competição com 17 gols ao lado de Rafael Coelho, do Figueirense. Outros jogadores, observados nesta partida, devem compor a barca que será anunciada nos próximos dias com vistas à reformulação do elenco para a temporada de 2010.
Mesmo com o resultado ruim, a torcida vascaína sente alívio e desejo de 'até nunca mais' à Série B. Na próxima semana, o presidente Roberto Dinamite e a diretoria devem escolher o novo treinador, que terá sua lista de prioridades para reforços e dispensas. O clube sonha com um 2010 de conquistas, sem sustos.
Terça-feira, o Vasco deve acertar a permanência do volante Nilton, uma das prioridades. Alguns jogadores testados na partida deste sábado, se dependerem da atuação, estão com os dias contados. Como os zagueiros Dedé e Rafael Morisco, o meia Magno e o volante Mateus. Os atacantes Adriano e Robinho correm risco.
Primeiro tempo ruim
O zero a zero do primeiro tempo foi justíssimo. Numa partida arrastada, sobrou sonolência e faltou emoção e lances bonitos para animar quem se aventurou a ir ao Ipatingão. O time da casa, que entrou interessado na vitória para livrar de vez as chances de ser rebaixado para a Série C, desde o início repetiu os erros que o levaram à campanha ruim na Série B: falta de criatividade, toques laterais em excesso, sem qualquer objetividade, erros nos passes, poucos chutes a gol, defesa vulnerável.
Mesmo com o título já conquistado na Série B, um time misto e o clima de despedida, principalmente do técnico Dorival Júnior, o Vasco ao menos tentou assustar. Logo aos três minutos, o lateral Fágner roubou uma bola no meio-campo, avançou pela direita, tabelou com Adriano e bateu cruzado, para fora. Aos nove, em centro da esquerda, Fumagalli pulou mais alto que a defesa do time mineiro e testou para o chão. A bola ainda quicou antes de o goleiro João Carlos fazer grande defesa, apesar de o lance, bonito, não valer mais - havia sido marcada falta na jogada.
O primeiro lance do Ipatinga que se possa dizer bem tramado - com ressalvas - ocorreu aos 13 minutos, justamente pelos dois jogadores mais esforçados e velozes. Começou pela esquerda, com Marinho Donizete, e foi concluída por Diego Silva, que pela direita, após jogada individual, bateu cruzado para fora.
A partir dos 25 minutos, quando o time do Ipatinga ficou sabendo do gol do Guarani na partida contra o Juventude, a partida ficou ainda mais arrastada. Com a vitória parcial do Bugre, a equipe mineira nem dependia mais de vitória ou empate para permanecer na Série B - não teria mais como ser ultrapassada pelo Juventude. Isso foi o suficiente para a ensaiada velocidade virar total marasmo.
O Vasco seguia com seu time misto procurando mostrar serviço para o próximo treinador do clube, que poderia já estar assistindo à partida. Os laterais Fágner e Pará queriam jogo e se esforçavam em fazer boas jogadas ofensivas pelas laterais. Pelo meio, Fumagalli e Alex Teixeira procuravam municiar, sem sucesso, o atacante Elton, que brigava para se isolar na artilharia do campeonato e se separar de Rafael Coelho, também com 17 gols.
O time só voltou a chutar a gol aos 36 minutos, quando Nilton cobrou uma falta com relativa força, mas nas mãos de João Carlos. A melhor jogada da equipe foi individual de Alex Teixeira, aos 43, quando entrou driblando e foi derrubado por Max, que fez falta dura e levou cartão amarelo.
- Estamos tristes pela saída do Dorival. Queremos muito vencer essa última partida e dedicá-la a ele, por tudo que passamos aqui juntos no Vasco. E também para a torcida, que está nos apoiando aqui também - afirmou o volante Nilton na volta para o segundo tempo,
Gols do Tigre
Com Jefferson no lugar de Fumagalli no Vasco, Evandro no de Reina e Amilton no de Márcio Diogo, no Ipatinga, o segundo tempo começou com 25 minutos de intervalo - o clube mineiro e o Juventude travavam duelo de atrasos para um levar vantagem de saber o resultado do outro. E depois de o segundo gol do Guarani no Brinco de Ouro ser anunciado, o Ipatinga teve outra alegria. Aos 13 minutos, Amílton aproveitou a bobeada de Rafael Morisco, roubou a bola pela direita e bateu sem defesa para Tiago: 1 a 0.
Dorival Jr. mexeu no Vasco: pôs Robinho no lugar de Adriano, e o atacante, que luta para se manter no clube em 2010, cobrou falta rente ao travessão aos 22 minutos. Três minutos depois, Magno, outro que está sendo observado, cometeu pênalti infantil em Amilton. Thiago Mathias cobrou com categoria, sem defesa para Thiago, e fez 2 a 0 para o Ipatinga aos 27 minutos, garantindo a permanência do Tigre na Série B independentemente do resultado de Guarani x Juventude.
No fim do jogo, Elton ainda tentou marcar o gol que o isolaria na artilharia, mas sem sucesso. De qualquer forma, já havia feito a sua parte na competição.
Confira a última rodada da Série B:
Sexta-feira
Portuguesa-SP 1 x 1 Campinense-PB
Paraná-PR 1 x 1 Fortaleza-CE
ABC-RN 0 x 1 Bragantino-SP
Duque de Caxias-RJ 4 x 1 Ponte Preta-SP
São Caetano-SP 2 x 1 Figueirense-SC
Atlético-GO 0 x 3 Bahia-BA
Sábado
Guarani-SP 2 x 1 Juventude-RS
Ipatinga-MG 2 x 0 Vasco da Gama-RJ
Brasiliense-DF 2 x 1 Vila Nova-GO
Ceará-CE 0 x 0 América-RN
28/11/2009 08:39 PM
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