Manaus (AM) - O secretario-executivo do Ministério do Desenvolvimento, Industria e Comercio Exterior (MDIC), Ivan Ramalho, foi o representante do ministro Miguel Jorge na abertura da Feira Internacional da Amazônia (Fiam 2009), nesta quarta-feira (25/11), em Manaus. Em seu discurso, ele destacou a importância da Zona Franca de Manaus por promover "a melhor integração produtiva e social da Região Amazônica".
Participam ainda desta quinta edição da feira o secretário de Tecnologia Industrial do MDIC, Francelino Grando, que ontem ministrou palestra no seminário "Ciência, inovação e tecnologia para o desenvolvimento da Amazônia", e a coordenadora-geral de Serviços da Secretaria de Comércio e Serviços, Jane Alcanfor de Pinho. Substituindo o secretário de Comércio e Serviços, Edson Lupatini Júnior, ela falou sobre o assunto "O setor de serviços como propulsor para o comércio exterior".
Responsabilidade ambiental
A feira é promovida pela Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), órgão ligado ao MDIC. Nesta quinta edição, o tema do evento é "Superando Desafios com Inovação", o que ressalta a tecnologia na superação dos desafios que a Amazônia enfrenta para promover desenvolvimento com responsabilidade ambiental e social.
Nesse contexto de responsabilidade ambiental, a Fiam 2009 apresenta pela primeira vez a proposta de medir as emissões do carbono emitido na atmosfera em decorrência do evento realizado no Studio 5 Centro de Convenções. A iniciativa, em caráter experimental, tem como objetivo neutralizar a emissão de carbono na próxima edição da feira.
Vitrine
O evento conta com um espaço para a exposição de produtos industrializados em empresas instaladas no Pólo Industrial de Manaus e inclui, em sua programação, seminários internacionais sobre o desenvolvimento amazônico, mostra técnico-cientifica, rodada de negócios e de turismo. Segundo a superintende da Suframa, Flávia Grosso, são ações que destacam a Fiam como a maior vitrine da Amazônia Brasileira.
A expectativa da Suframa e de que este ano cerca de 100 mil pessoas visitem a feira, o que, segundo o órgão, pode atrair mais investimentos e oportunidades de negócios para a região.
A feira será realizada até o próximo sábado, dia 28 de novembro. Mais informações sobre o evento e programação podem ser encontradas no endereço eletrônico www.suframa.gov.br/fiam/2009
Mais informações para a Imprensa: Assessoria de Comunicação Social do MDIC (61) 2027-7936 / 2027-7190 Anna Virgínia Silva e Souza anna.souza@mdic.gov.br
Termina na próxima segunda-feira (30/11) a consulta pública da Câmara de Comércio Exterior (Camex) para receber sugestões e comentários à lista de bens que, quando originários dos Estados Unidos, poderão estar sujeitos à aplicação de contramedidas em virtude do contencioso entre Brasil e Estados Unidos sobre subsídios ao algodão. De acordo com as propostas, poderá ser imposto direito adicional de até 100 pontos percentuais sobre a alíquota do Imposto de Importação atualmente aplicada.
A consulta pública começou dia 9 de novembro, quando foi publicada no Diário Oficial a Resolução Camex nº 74, de 6 de novembro de 2009, que contém a lista de bens de consumo, intermediários e agrícolas e produtos da área da saúde sujeitos ao aumento do imposto. Até o momento, o Governo recebeu manifestações de aproximadamente 50 empresas e entidades do setor privado.
Roteiro de Manifestação
Os interessados em participar da consulta pública deverão preencher o formulário do Anexo IV da Resolução Nº 74 (Roteiro de Manifestação). As sugestões deverão ser encaminhadas, obrigatoriamente, em duas vias: uma online e outra impressa.
Os documentos impressos deverão ser enviados à Secretaria Executiva da Câmara de Comércio Exterior, via Protocolo-Geral do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Esplanada dos Ministérios, Bloco J, Térreo, CEP 70053-900, Brasília, DF.
Já a cópia online deverá ser encaminhada para o e-mail contenciosoalgodao@mdic.gov.br. As manifestações enviadas exclusivamente por e-mail serão descartadas e somente os roteiros devidamente preenchidos, de acordo com o modelo disponível no site do MDIC, serão analisados.
Clique aqui para ver o modelo do Roteiro de Manifestação.
Foi estendido até o início de 2010 o período de testes do Sistema Integrado de Comércio Exterior de Serviços, Intangíveis e Outras Operações que Produzem Variações no Patrimônio das Entidades (Siscoserv). Inicialmente previsto para terminar dia 30 de novembro, o prazo foi estendido para até sete dias antes do início de funcionamento efetivo do sistema.
Os testes têm o objetivo de proporcionar aos usuários o conhecimento do sistema previamente a sua entrada em produção e, aos gestores (Receita Federal e SCS/MDIC), a aferição das funcionalidades. O sistema será acessado pela internet, por meio de certificado digital e procuração eletrônica.
O Siscoserv é um sistema eletrônico do Governo Federal que registrará operações de venda e aquisição de serviços, intangíveis e outras operações que produzem variações no patrimônio das entidades entre residentes ou domiciliados no País e residentes ou domiciliados no exterior. A gestão do sistema será responsabilidade da Secretaria de Comércio e Serviços do MDIC e da Receita Federal do Brasil.
Para mais informações sobre o Siscoserv, entrar em contato com a Secretaria de Comércio e Serviços pelo e-mail siscoserv@mdic.gov.br.
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O Ministério do Desenvolvimento, Industria e Comércio Exterior (MDIC), publicou hoje (24/11) no Diário Oficial da União (DOU), a data da realização da prova do concurso público do MDIC para provimento de cargos de nível intermediário e nível superior. As provas objetivas e de redação serão realizadas neste domingo, dia 29 de novembro de 2009. Os candidatos devem acessar o site www.funrio.org.br para retirar os comprovantes de inscrição e o cartão de informações com o endereço, horário e orientações para realização das provas.
As provas terão a duração de quatro horas e serão realizadas no turno da manhã para os cargos de analista-técnico administrativo e técnico em comunicação social e no turno da tarde para o cargo de agente administrativo.
O Concurso público do MDIC oferece 191 vagaspara os cargos de analista técnico-administrativo (40) e técnico em comunicação social (5) - nível superior -, e agente administrativo (129) - nível médio, sendo dez vagas reservadas aos candidatos portadores de deficiência. O salário varia de R$ 2.067,30 a R$ 2.643,28, dependendo do cargo.
Rio de Janeiro (RJ) - A meta de exportações do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) para 2010 é de US$ 168 bilhões, valor 10% acima do acumulado dos últimos 12 meses, que está em US$ 154 bilhões. O anúncio foi feito hoje (24/11) pelo secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Welber Barral, durante a abertura do 29º Encontro Nacional de Comércio Exterior (Enaex), no Rio de Janeiro (RJ).
O Brasil começou 2009 com efeitos muito severos da crise financeira mundial, mas teve relativa recuperação ao longo do ano, o que nos faz acreditar na recuperação das exportações brasileiras em 2010”, ressaltou.
Segundo Barral, representante do ministro Miguel Jorge no evento, a meta é compatível com a previsão do Fundo Monetário Internacional (FMI) para as exportações no próximo ano. O órgão calcula que as exportações de todos os países cheguem a US$ 13,059 trilhões em 2010, crescimento de 9,5% em relação a previsão para este ano – US$ 11,919 trilhões.
De janeiro até a terceira semana de novembro de 2009, o Brasil exportou US$ 134,668 bilhões, valor 24,4% menor que o do mesmo período do ano passado, US$ 181,246 bilhões. Para o ano, a previsão do MDIC é que as exportações fiquem entre US$ 155 bilhões e US$ 160 bilhões.
Desafios
Para alcançar a meta das exportações para 2010, o secretário de Comércio Exterior do MDIC destacou a necessidade do Brasil continuar investindo na diversificação da pauta exportadora e dos mercados de destino. “Precisamos recuperar espaço nos mercados dos Estados Unidos e da Europa, mas, segundo o FMI, a recuperação dos mercados será maior nos países em desenvolvimento, sobretudo na Ásia”, destacou.
O Brasil ainda precisa, segundo ele, atualizar o sistema tributário nacional, investir em logística e em procedimentos de desburocratização e facilitação do comércio e ampliar as linhas de financiamento para os exportadores, dentre outros pontos. Barral também destacou a necessidade de um trabalho conjunto do governo e da sociedade civil para aumentar a percepção da importância do setor exportador na economia nacional.
O 29º Enaex prossegue até amanhã, no prédio da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), na capital fluminense.
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A Câmara de Comércio Exterior (Camex), publicou no Diário Oficial da União (D.O.U), desta terça-feira (24/11), resolução que reduz o Imposto de Importação incidente sobre as compras externas de ácido tereftálico e seus sais (PTA) (NCM 2917.36.00), caprolactama (NCM 2933.71.00), papel cuchê (NCM 4810.1390) e macacos hidráulicos (NCM 8425.42.00).
Ácido Tereftálico e seus sais
Para o produto, o Imposto de Importação foi reduzido a 0%. A medida, válida para um período de 12 meses, é limitada a uma cota de 150 mil toneladas. O PTA é utilizado como matéria-prima na produção de resinas de tereftalato de polietileno (Resina PET), que, por sua vez, constitui importante insumo para a indústria têxtil e de embalagens.
Em 2008, a Camex havia reduzido o Imposto de Importação sobre o produto, de 12% para 0%, conforme Resolução Camex nº 62, de 22 de outubro de 2008. Tal redução vigorou até 23 de outubro de 2009. O motivo da nova decisão é a continuidade da situação de desabastecimento anteriormente vigente.
Caprolactma
A Camex também decidiu reduzir a alíquota do Imposto de Importação do produto Caprolactama (6–Hexanolactama - Epsilon-Caprolactama),de 12% para 2%, por um período de seis meses, observando uma cota 22,5 mil toneladas. A decisão foi tomada devido à suspensão temporária da produção nacional do produto, que é utilizado como matéria-prima na fabricação de náilon (poliamida 6 ou nylon 6), o qual é empregado na produção de têxteis, vestuários e plásticos.
Papel cuchê
Na mesma resolução, foi determinada a redução temporária da alíquota do Imposto de Importação de papel cuchê, de 14% para 2%. A medida, com vigência de seis meses, limita-se a uma cota de cinco mil toneladas do produto, nas especificações técnicas para a fabricação de rótulos de cervejas. A redução foi motivada pela imprevisibilidade do início da produção deste tipo de papel no país, bem como pela atual situação de ausência de produto similar nacional e/ou regional, pelo qual o produto especificado possa ser substituído.
Macacos hidráulicos
Outra decisão da Camex foi a redução do Imposto de Importação de macacos hidráulicos, de 18% para 2%. A redução é válida para uma cota de quatro unidades do produto, com vigência de seis meses. A medida foi motivada pela ausência de condições, por parte da indústria doméstica, em suprir a demanda interna, com capacidade de 500 toneladas (utilizados principalmente na indústria da construção e reparação naval).
A balança comercial da terceira semana de novembro de 2009 teve superávit de US$ 345 milhões (média diária de US$ US$ 69 milhões), resultado da diferença entre as exportações e as importações do período entre 16 e 22 de novembro (cinco dias úteis). Na semana, as exportações foram de US$ 2,907 bilhões (média de US$ 581,4 milhões) e as importações de US$ 2,562 bilhões (média de US$ 512,4 milhões). A corrente de comércio (soma das exportações e importações) fechou em US$ 5,469 bilhões (média de US$ 1,094 bilhão).
A média das exportações da terceira semana (US$ 581,4 milhões) foi 11% inferior à média de US$ 653,6 milhões registrada nas duas primeiras semanas do mês, em razão da diminuição nas exportações das três categorias de produtos: semimanufaturados (-18,8%), resultado das quedas de açúcar em bruto, celulose, ferro-ligas, óleo de soja em bruto, e semimanufaturados de ferro ou aço; básicos (-10,0%), em razão de minério de ferro, carne de frango e bovina, farelo de soja, soja em grão e fumo em folhas; e manufaturados (-6,5%), por conta, principalmente de açúcar refinado, óleos combustíveis, autopeças, aparelhos transmissores/receptores, automóveis e calçados.
Do lado das importações, apontou-se retração de 21,4%, sobre igual período comparativo, pela diminuição nos gastos com combustíveis e lubrificantes, equipamentos mecânicos, aparelhos eletroeletrônicos, veículos automóveis e partes e químicos orgânicos/inorgânicos.
>Embora a balança comercial da terceira semana de novembro tenha sido calculada em cima de cinco dias úteis, em muitas cidades a semana teve apenas quatro dias úteis, em consequência do feriado do dia 20 de novembro. Isso influenciou para baixo as exportações e importações totais do período.
Mês
No acumulado do mês, com 14 dias úteis, o saldo comercial foi positivo em US$ 363 milhões (média de US$ 25,9 milhões). Nessas três semanas, as exportações alcançaram US$ 8,789 bilhões (média de US$ 627,8 milhões) e as importações US$ 8,426 bilhões (média de US$ 601,9 milhões), resultando em uma corrente de comércio de US$ 17,215 bilhões (média de US$ 1,230 bilhão).
Nas exportações, comparando a média diária das três semanas de novembro (US$ 627,8 milhões) com a média de todo o mês de novembro de 2008 (US$ 737,7 milhões), houve decréscimo de 14,9%, em razão da redução das exportações de todas a categorias de produtos: manufaturados (-20,9%), em razão da retração nas vendas de aviões, automóveis de passageiros, calçados, motores e geradores e aparelhos transmissores/receptores); básicos (-10,1%), por conta de soja em grão, minério de ferro, café em grão, fumo em folhas e farelo de soja; e semimanufaturados (-7,0%) por conta de ferro fundido, semimanufaturados de ferro/aço, óleo de soja em bruto e celulose. Em relação a outubro último, a média diária das exportações caiu 6,4% (de US$ 670,6 milhões para US$ 627,8 milhões), em face da diminuição nas vendas de produtos básicos (-10,4%); semimanufaturados (-6,6%); e manufaturados (-3,8%).
Nas importações, a média diária, até a terceira semana de novembro (US$ 601,9 milhões), ficou 8,2% abaixo da média de novembro do ano passado (US$ 655,9 milhões) e 0,9% inferior a outubro deste ano (US$ 607,3 milhões). No comparativo com novembro de 2008, diminuíram os gastos, principalmente, com siderúrgicos (-54,5%), borracha e obras (-24,8%), químicos orgânicos/inorgânicos (-15,0%), instrumentos de ótica e precisão (-14,2%) e adubos e fertilizantes (-8,4%). Em relação a outubro de 2009, anotou-se queda nas aquisições dos seguintes produtos: adubos e fertilizantes (-27,5%), siderúrgicos (-22,1%), farmacêuticos (-13,3%), químicos orgânicos/inorgânicos (-3,5%) e instrumentos de ótica e precisão (-1,7%).
Resultado anual
De janeiro até a terceira semana de novembro (222 dias úteis), o superávit foi de US$ 22,962 bilhões (média de US$ 103,4 milhões). O resultado é maior que o do mesmo período do ano passado: 6,7% (na comparação pela média diária) e 4,8% (na comparação por valores).
A corrente de comércio, nesse período, chegou a US$ 246,374 bilhões (média de US$ 1,110 bilhão), resultante de exportações de US$ 134,668 bilhões (média de US$ 606,6 milhões) e importações de US$ 111,706 bilhões (média de US$ 503,2 milhões).
A Secretaria de Desenvolvimento da Produção (SDP) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) apoia a realização do Fórum Econômico de Jaguariúna que acontecerá na próxima quinta-feira (27/11), no Teatro Municipal Dona Zenaide, em Jaguariúna São Paulo (SP). O evento será promovido pela secretaria Desenvolvimento Econômico da prefeitura de Jaguariúna, e conta com o apoio do MDIC, da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) e do Serviço de Apoio às Pequenas e Médias Empresas (Sebrae). A participação no Fórum é gratuita e deve ser feita por meio do endereço eletrônico: www.jagurariuna.sp.gov.br/forumeconomico/
Participam da abertura do evento o secretário do Desenvolvimento da Produção do MDIC, Armando Meziat, o coordenador-Geral de Investimentos da SDP, Eduardo Celino, a coordenadora de Arranjos Produtivos Locais (APL), Margarete Gandini, além do superintendente do Sebrae, Milton Dallari. Estão previstas ainda na programação palestras do vice-presidente da Ambev, Milton Seligman, presidente da Azul Linhas Aéreas, Pedro Janot, diretor-geral da Motorola, Paulo Freitas, e o presidente da Fiesp, Paulo Skaf. O Fórum será um momento oportuno para refletir sobre o desenvolvimento, retomada de investimentos e sustentabilidade.
O secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Welber Barral, será o representante do ministro Miguel Jorge no 29º Encontro Nacional de Comércio Exterior (Enaex), a ser realizado dias 24 e 25 (terça e quarta-feira) de novembro no Centro de Convenções Firjan, no Rio de Janeiro (RJ). Também participará do evento a secretária-executiva da Câmara de Comércio Exterior (Camex), Lytha Spíndola.
Os dois estarão na abertura oficial do Enaex, às 9h30 (terça-feira), junto com o presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), Benedicto Fonseca Moreira, e representantes da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), Banco Bradesco e Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).
Às 10h30, MDIC, Camex e AEB coordenarão o painel "As propostas para reorganização institucional do comércio exterior", que terá a participação de convidados do Conselho Empresarial Brasil-Estados Unidos (Cebeu) e da Fiesp. Durante o painel, a Secretaria da Fazenda do Estado de Goiás apresentará o "Documento Eletrônico: sua importância na simplificação administrativa e de gestão".
Tradings
Na parte da tarde, às 14h30, a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) realiza o encontro "O desenvolvimento do setor de tradings". O tema será debatido pelos presidentes da Apex-Brasil, Alessandro Teixeira, e da Sertrading, Alfredo de Goye, e pela secretária-executiva da Camex. O encerramento estará a cargo do secretário de Comércio Exterior do MDIC.
A programação do Enaex prossegue na quarta-feira, com a participação de Lytha Spíndola no painel "Sistema de transporte e sua logística", como convidada especial. No encontro serão discutidos navegação, porto e multimodalismo.
Palestras
Paralelamente à programação oficial do 29º Enaex serão realizadas palestras e treinamentos sobre assuntos diversos ligados ao comércio exterior. Dia 24 de novembro, das 14h às 16, o tema "Critérios de licenciamento de importação" será apresentado pelo representante do Departamento de Comércio Exterior do MDIC, Marcelo Sampaio. No mesmo dia, das 15h às 17h, o diretor da Secretaria de Comércio e Serviços do MDIC, Maurício Do Val, falará sobre o tema "Exportação de Serviços - Siscoserv".
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Estão disponíveis no site do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior os números da balança comercial brasileira por unidades da federação e por municípios no período janeiro-outubro de 2009. Em 208 dias úteis, os estados - incluindo o Distrito Federal - e os municípios exportaram US$ 125,879 bilhões, com uma média diária de US$ 605,188 milhões. O resultado é 25,68% menor que o do mesmo período 2008.
Entre as unidades da federação, São Paulo foi o estado que mais exportou este ano - US$ 34,174 bilhões. Já Minas Gerais ficou em segundo no ranking de exportadores - US$ 15,957 bilhões, seguido por Rio Grande do Sul - US$ 12,448 bilhões; Rio de Janeiro - US$ 10,776 bilhões; e Paraná - US$ 9,644 bilhões. Considerando o mesmo período do ano passado, todos esses estados tiveram redução em suas exportações.
Municípios
No levantamento por municípios, São Paulo (SP) foi o que mais exportou entre janeiro e outubro deste ano - US$ 4,912 bilhões. Em segundo e terceiro lugares, ficaram Angra dos Reis (RJ) - US$ 4,235 bilhões; e São José dos Campos (SP) - US$ 3,901 bilhões.
Na sequência, estão Paranaguá (PR) - US$ 3,293 bilhões; Parauapebas (PA) - US$ 3,287 bilhões; e Santos (SP) - US$ 3,021 bilhões. Entre a sétima e décima colocação ficaram Rio de Janeiro (RJ) - US$ 2,646 bilhões; Itabira (MG) - US$ 2,616 bilhões; São Bernardo do Campo (SP) - US$ 2,352 bilhões; e Macaé (RJ) - US$ 2,252 bilhões.
O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) realizará, na próxima terça-feira (24/11), o Encontro Oportunidades de Negócios para o Setor Têxtil e de Confecções, na Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG), em Belo Horizonte (MG). O encontro tem por finalidade aumentar a interação entre as regiões produtivas, disseminar importantes informações, como modalidades de fomento aos Arranjos Produtivos Locais e Pólos, buscar soluções em conjunto de problemas específicos, desenvolver incentivo ao cooperativismo e associativismo, estabelecer contatos diretos, ampliar o aprendizado com experiências passadas, além de aproveitar de oportunidades de negócios.
O evento possibilitará, além de outros benefícios, a disseminação de informações. O acesso dos empresários a estas informações permitirá o aumento da competitividade da indústria nacional pela agregação de tecnologia ao processo produtivo, pela maior possibilidade de inovação e de capacitação gerencial e mão-de-obra e demais fatores advindos pela interação entre regiões produtivas.
A realização do “Encontro Oportunidades de Negócios para o Setor Têxtil e de Confecções” faz parte da Agenda de Ações do Fórum de Competitividade da Cadeia Produtiva coordenado pelo Departamento das Indústrias Intensivas em Mão-de-Obra e Recursos Naturais (DEORN) da Secretária de Desenvolvimento da Produção (SDP) do MDIC, no âmbito Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP) Têxtil e de Confecções.
O Governo Federal lançou a Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP) em maio de 2008. O objetivo central da PDP é dar sustentabilidade ao atual ciclo de expansão da economia e alcançar, até o final de 2010, quatro macrometas: a) aumentar para 21% a taxa de investimento fixo em relação ao PIB; b) ampliar a participação das exportações no comércio mundial para 1,25%; c) elevar o gasto privado em P&D para 0,65% e, d) aumentar em 10% o número de MPEs exportadoras.
Para o alcançar essas metas, a PDP foi organizada em três níveis de programas: ações sistêmicas, destaques estratégicos e programas estruturantes. Os programas, por sua vez, foram distribuídos em três novos conjuntos de programas de acordo com suas especificidades e estratégias de médio e longo prazo: mobilizadores em áreas estratégicas, para consolidar e expandir a liderança e para fortalecer a competitividade.
O setor têxtil e de confecções se encontra no programa para fortalecer a competitividade. Por este ser um setor intensivo em mão-de-obra e de forte impacto social, o Governo Federal priorizou-a em suas ações no sentido de fortalecimento e desenvolvimento da Cadeia Produtiva.
Serviço: Encontro Oportunidades de Negócios para o Setor Têxtil e de Confecções Data: 24/11/2009 Hora: 9h às 18h Local: auditório da FIEMG Endereço: Rua Timbiras, 1200, auditório 2º andar, Funcionários, Belo Horizonte (MG)
Programação: 9h30: Abertura do evento Talk Show :"Como inserir sua empresa no mercado internacional" Frederico Bernardo, Diretor Técnico do Programa Texbrasil. 10h: Mesa redonda Rene Wakil – Comitê Gestor do Programa Texbrasil e integrante da Câmara da Moda da Fiemg. Rui Magalhães – Diretor de exportação – Empresa Mabel Magalhães. Fernando Santos – Gerente de Exportação – Empresa Feriado Nacional. 12h: Almoço Talk Show : "O mercado brasileiro para sua empresa” Alberto Carlos Almeida, Autor do best-seller "A cabeça do Brasileiro". 13h30: Mesa redonda Gerson Abranches – Consultor - SENAI/CETIQT - Claudia Baggio Magalhães – Estilista - Empresa Mabel Magalhães -Ronaldo Fraga – Estilista, Criador e Pensador - Empresa ODE 15h30: Coffee Break Talk Show: "O sucesso da Moda Italiana e a produção regional" Moreno Petrulli – Consultor da MITOR – Têxtil e Consulting Company – Itália 17h: Perguntas e respostas 18h: Encerramento
Mais informações para a imprensa: Assessoria de Comunicação Social do MDIC (61) 2027-7936 / 2027-7190 Anna Virgínia Souza anna.souza@mdic.gov.br
Será realizado nesta segunda-feira (23/11), no Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), das 10h às 18h, o Fórum de Competitividade de Nanotecnologia, coordenado pela Secretaria de Tecnologia Industrial do ministério. O objetivo do evento é discutir e elaborar propostas que viabilizem o aumento da competitividade do setor da nanotecnologia brasileiro no mercado mundial.
A idéia é atingir esse objetivo por meio da articulação entre as necessidades do setor privado – formado por representantes do meio empresarial e dos trabalhadores -, do setor governamental e da academia. Esses atores buscarão, nos quatro Grupos de Trabalhos previstos – Marco Regulatório, Mercado, Cooperação Internacional e Formação de Recursos Humanos - chegar a consensos específicos em torno de oportunidades e desafios, definindo metas e ações voltadas para uma nova política industrial de desenvolvimento da produção em nanotecnologia.
As resoluções e determinações levantadas no grupo deverão se materializar em Políticas Públicas que viabilizem a consolidação deste setor, vital no atual cenário econômico e tecnológico do Brasil.
Mais informações para a imprensa: Assessoria de Comunicação Social do MDIC (61) 2027.7190 e 2027.7198 ascom@mdic.gov.br
20/11/2009 01:00 AM
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