O principal suspeito da operação que culminou com o massacre de 57 pessoas no sul das Filipinas, devido a uma disputa política entre clãs locais, se rendeu nesta quinta feira. Andal Ampatuan Jr. se rendeu ao enviado presidencial da paz Jesus Dureza na capital da província de Maguindanao, após um confronto de milícias pró governo com dezenas de policiais. Horas antes, vinte homens que teriam ajudado no massacre foram presos.
O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, informou na noite desta quarta-feira que não vai mais participar da cúpula dos países amazônicos em Manaus, que acontecerá na quinta-feira."Pedi a Nicolás (Maduro, ministro das Relações Exteriores) que fosse, e que explicasse ao (presidente do Brasil, Luiz Inácio) Lula (da Silva) que eu não vou poder assistir. Não tenho tempo", declarou Chávez, respondendo a uma pergunta da AFP."Tenho muitas coisas a fazer em Caracas. Amanhã (quinta-feira) chega o presidente palestino (Mahmud Abbas)", justificou o presidente, depois de se reunir na capital venezuelana com o chefe de Estado iraniano, Mahmud Ahmadinejad.O encontro de Manaus foi convocado para servir como instância de preparação para a conferência das Nações Unidas sobre o clima, que começará em Copenhague no dia 7 de dezembro.Para a cúpula de Manaus são esperados, além de Lula, os presidentes Bharrat Jagdeo, da Guiana, e Nicolas Sarkozy, da França, que representa um território amazônico: a Guiana Francesa.Os presidentes do Equador, Rafael Correa, e da Bolívia, Evo Morales, já haviam anunciado que não poderão comparecer à reunião. Alvaro Uribe, da Colômbia, havia confirmado sua presença, mas anunciou nesta quarta-feira que não poderá viajar a Manaus por motivos de saúde.nr/ap
Manila, 26 nov (EFE).- O membro de um poderoso clã e principal suspeito de ter planejado e executado o massacre de pelo menos 57 pessoas no sul das Filipinas se rendeu hoje à Polícia, anunciou o chefe do corpo, general Jesús Verzosa.Andal Ampatuan, filho do governador de mesmo nome, se rendeu ao assessor presidencial Jesús Dureza na capital provincial de Maguindanao horas depois que fossem detidos pelo menos 20 de seus pistoleiros ligados ao massacre. EFE csm/fk
O presidente iraniano, Mahmud Ahmadinejad, disse nesta quarta-feira que as maiores preocupações mundiais são provocadas pela política exterior dos Estados Unidos em países como o Iraque e o Afeganistão, e não pelo programa nuclear desenvolvido por Teerã."A grande preocupação que há hoje no mundo é a violação dos direitos humanos pelos Estados Unidos", afirmou em Caracas o presidente iraniano, em uma entrevista coletiva ao lado do chefe de Estado venezuelano, Hugo Chávez.Minutos antes, Chávez havia comentado as declarações feitas pelo porta-voz do Departamento de Estado americano, Ian Kelly, indicando que Washington esperava que "todos os países que mantenham qualquer tipo de contato bilateral com o Irã" falem com seu governante sobre as "preocupações da comunidade internacional".Sem fazer referência direta ao programa nuclear do Irã, que gera receio no Ocidente, Ahmadinejad mencionou o Iraque e o Afeganistão, afirmando que os Estados Unidos "violentam os povos" destes dois países."A preocupação da humanidade hoje é com o domínio de algumas pessoas instaladas nos centros de poder. Elas usam suas armas, deslocam seus exércitos, ocupam países e mentem para os povos", declarou o presidente iraniano."Estamos preocupados com a má conduta, com os enganos (...) de alguns governantes", acrescentou.jt-bl/ap
Os presidentes da Venezuela, Hugo Chávez, e do Irã, Mahmud Ahmadinejad, assinaram nesta quarta-feira em Caracas uma dúzia de acordos de cooperação, em áreas como eletricidade, moradia, agricultura e turismo.Os acordos, elaborados por dirigentes dos governos venezuelano e iraniano, têm como objetivo estreitar ainda mais as relações políticas e econômicas entre os dois países, que se definem como "revolucionários" e opostos ao "imperialismo" americano.Há acordos para fomentar a cooperação no setor elétrico e na preservação do meio ambiente, para estimular o desenvolvimento de tecnologias agrícolas e o cultivo de espécies marinhas e para orientar a construção de 10.000 novas casas populares, que se somarão a outras 4.000 já em construção em diferentes estados venezuelanos.Há ainda convênios para a construção de infraestrutura viária e melhorias do acesso à água potável, assim como para reativar a combalida indústria automobilística venezuelana."Hoje o caminho está aberto, e eu só repito a vocês que qualquer trabalho que façam para o avanço da Venezuela significa trabalhar para o avanço do Irã", declarou Ahmadinejad, falando para uma plateia de empresários iranianos presentes à reunião presidencial.Chávez e Ahmadinejad também inauguraram a sede do fundo único bilateral Venezuela-Irã, que contará com um capital de 1 bilhão de dólares, aportado pelos dois países, para o fomento de projetos de cooperação.Ahmadinejad chegou à Venezuela na terça-feira, depois de uma viagem pela América do Sul que incluiu visitas ao Brasil e à Bolívia."Gostaria de lhe visitar no ano que vem em Teerã, para continuar dando impulso a esta irmandade histórica", afirmou Chávez, ao que Ahmadinejad respondeu: "Te espero em Teerã".nr/ap
Caracas, 25 nov (EFE).- A decisão de reconhecer como válidas as próximas eleições em Honduras por parte dos Estados Unidos e de alguns Governos "direitistas" da América Latina é uma "coisa asquerosa", disse hoje o presidente venezuelano, Hugo Chávez."O Governo do prêmio Nobel da Paz (o americano Barack Obama) disse que vai reconhecer as eleições de Honduras. Que coisa asquerosa!", disse Chávez depois de despedir ao presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, quem hoje visitou Caracas. "Olha que farsa. Como podem celebrar eleições democráticas com os militares na rua, em um país sitiado?", perguntou o governante venezuelano. "Essas eleições as reconhecerão os Governos de direita, que estão subordinados ao que diga o império, mas os Governos livres não reconheceremos. Não vamos reconhecer", assinalou Chávez. O presidente acrescentou que os países latino-americanos "livres" não vão "descansar até que em Honduras reine a democracia e deixe de estar em mãos de um grupo de ricos subordinados aos interesses dos Estados Unidos" Também considerou que os militares hondurenhos "estão atuando como tropas estrangeiras que invadiram o país". EFE rr/ap
(Corrige título) Caracas, 25 nov (EFE).- A decisão de reconhecer como válidas as próximas eleições em Honduras por parte dos Estados Unidos e de alguns Governos "direitistas" da América Latina é uma "coisa asquerosa", disse hoje o presidente venezuelano, Hugo Chávez."O Governo do prêmio Nobel da Paz (o americano Barack Obama) disse que vai reconhecer as eleições de Honduras. Que coisa asquerosa!", disse Chávez depois de despedir ao presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, quem hoje visitou Caracas. "Olha que farsa. Como podem celebrar eleições democráticas com os militares na rua, em um país sitiado?", perguntou o governante venezuelano. "Essas eleições as reconhecerão os Governos de direita, que estão subordinados ao que diga o império, mas os Governos livres não reconheceremos. Não vamos reconhecer", assinalou Chávez. O presidente acrescentou que os países latino-americanos "livres" não vão "descansar até que em Honduras reine a democracia e deixe de estar em mãos de um grupo de ricos subordinados aos interesses dos Estados Unidos" Também considerou que os militares hondurenhos "estão atuando como tropas estrangeiras que invadiram o país". EFE rr/ap
Um enfermeiro anestesista foi acusado nesta quarta feira em Atlanta (Geórgia) de estuprar mais de 100 pacientes e a Polícia informou que conta com vídeos que mostram os abusos. O homem foi identificado como Paul Patrick Serdula, de 47 anos, que trabalhava em consultórios médicos e dentais da zona metropolitana de Atlanta.
O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, disse hoje em Caracas que a verdadeira preocupação da humanidade está nos arsenais nucleares e químicos que possuem os Estados Unidos e seus aliados.
(Atualiza com número de presos e mais dados) Manila, 26 nov (EFE).- Vinte homens foram presos hoje no sul das Filipinas pelo massacre na segunda-feira passada de pelo menos 57 pessoas por causa de uma disputa política entre clãs locais, indicaram fontes policiais.Na operação, as forças de segurança tomaram o controle da sede do governo em Maguindanao, a província na qual teve lugar o massacre, e das Prefeituras das localidades de Amputuan e Shariff Aguak, afirmou o porta-voz do comando militar, tenente-coronel Romeo Brawner. O porta-voz explicou à imprensa que as autoridades confiam que nas próximas horas, após o desarmamento de cerca de duzentos milicianos do clã dos Ampatuan, se produza a entrega de Andal Amputuan, principal suspeito da preparação e execução do massacre. Já o diretor da Polícia, Jesús Verzosa apontou que todos os detidos são seguranças dos Ampatuan. Por enquanto, as pesquisas policiais se centram neste filho do patriarca de clã e ex-governador de Maguindanao, que é o prefeito do município de Datu Unsay, e sobre o qual existem indícios que comandou os pistoleiros que cometeram os assassinatos. Os três mais destacados membros do clã Ampatuan foram expulsos ontem à noite do partido governante Lakas Kampi, liderado pela presidente filipina, Gloria Macapagal Arroyo. As forças de segurança demoraram quatro dias para realizar as primeiras detenções. Cem homens armados seqüestraram na segunda-feira de manhã cerca de 50 civis que iam apresentar a candidatura a governador provincial de Ismail Mangudadatu, que quer disputar o posto contra Andal Ampatuan, um poderoso "datu" ou chefe tribal muçulmano, temido em todo o sul da ilha de Mindanao. Os pistoleiros fugiram em direção às montanhas e pouco depois os militares que saíram em sua perseguição começaram a encontrar os cadáveres, vários decapitados ou mutilados. Algumas dos corpos de mulheres apresentavam sinais de violência sexual e entre os mortos figuram vários advogados de direitos humanos, jornalistas locais e a mulher e duas irmãs de Mangudadatu, cuja família controla a província vizinha de Sultan Kudarat. Nos dias que se seguiram foram encontrados 57 corpos em até três valas comuns pela região. A cerca de seis meses das eleições, que acontecem de maio de 2010, a extrema crueldade do massacre provocou fortes críticas contra a presidente Arroyo por tolerar que o país continue sendo controlado pelos clãs ou dinastias políticas, às que pertencem 160 dos 265 legisladores do atual Congresso. A Human Rights Watch expressou nesta quarta-feira sua preocupação pela relação pessoal da presidente filipina com os Ampatuan, apoio que lhe rendeu uma arrasadora vitória em Maguindanao no pleito de 2004. Mais de 900 pessoas foram assassinadas por motivos políticos nas Filipinas desde que Arroyo acedeu ao poder em 2001, segundo o grupo direitos humanos local Karapatan, que atribui a maioria dos casos à guerra suja que lideram as forças de segurança contra os rebeldes comunista. EFE csm/fk
A nação caribenha de São Vicente e Granadinas rejeitou hoje em plebiscito a mudança de Constituição e manterá seus laços políticos com o Reino Unido, com a rainha Elizabeth II como chefe de estado.
O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, afirmou nesta quarta feira que o líder cubano Fidel Castro lhe preveniu que, se a Revolução Bolivariana cair, os Estados Unidos se apoderarão de toda América Latina.
26/11/2009 12:08 AM
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