A Austrália e o Japão confirmaram, neste sábado, os primeiros casos de contaminação pelo vírus influenza A (H1N1) - mais conhecido como gripe suína. Uma australiana de 28 anos acusou a doença após retornar de uma viagem aos Estados Unidos, informou o Ministério da Saúde do país."Nós temos uma pessoa que contraiu a gripe suína no exterior e se recuperou completamente antes de voltar à Austrália", disse a ministra da Saúde, Nicola Roxo."Esta pessoa procurou uma enfermeira ao chegar ao país e contou sobre os sintomas que teve".
Ainda segundo a ministra, é provável que a australiana não tivesse mais a forma contagiosa da gripe suína quando estava a caminho do país, já que o teste acusou uma forma "bem branda" doença.
Ainda assim, como precaução, as autoridades estão contactando os outros passageiros que estavam no mesmo voo, que chegou à Austrália na quinta-feira, procedente de Los Angeles.
Um total de 567 australianos já fizeram testes para investigar a presença do vírus H1N1 e 18 ainda aguardam resultados. Japão O Japão confirmou três casos da doença no sábado, depois que um professor de 46 anos e dois estudantes de 16 acusaram a presença do vírus H1N1 ao retornarem de uma viagem aos Estados Unidos.
Os três foram postos em quarentena, assim como os outros 46 alunos que estavam no mesmo voo, procedente de Detroit.
Sete deles foram levados para o hospital na sexta-feira, com sintomas da gripe. Todos os testes deram negativos, mas agora estão sendo submetidos a novos exames para uma eventual mutação do vírus Influenza A.
O primeiro-ministro japonês, Taro Aso, disse que os três casos confirmados não podem ser considerados como início de uma epidemia por terem sido interceptados no aeroporto."Eu gostaria que todos agissem com calma, mas que ficassem alertados", disse o premiê, acrescentando que estaria pronto a tomar medidas de prevenção contra uma possível epidemia se for confirmado um surto regional do vírus na Ásia.
Neste sábado, o México atualizou os números de casos e mortes no país por gripe suína. De acordo com as autoridades de saúde, 1.626 pessoas estão infectadas e 48 morreram em decorrência da doença, seis a mais do que havia sido divulgado anteriormente.
Na sexta-feira, os Estados Unidos ultrapassaram o México no número de casos confirmados do Influenza A.
De acordo com o governo americano, o número de pessoas contaminadas dobrou nas últimas 24 horas, chegando a 1.639 em 43 Estados.
Um queniano está processando um grupo de ativistas mulheres que promoveu uma semana de greve de sexo em protesto ao impasse político no país. James Kimondo disse aos jornalistas na entrada da Alta Corte de Nairóbi que sua mulher seguiu a greve de sexo, levando-o a sofrer de ansiedade de insônia."Eu tenho sofrido de agonia, estresse, dores nas costas e falta de concentração", disse.
Em depoimento junto a seu advogado, Kimondo disse que sua mulher, Teresia Wanjiku, lhe havia negado seus "direitos conjugais".
De acordo com a TV local KBC, o homem está processando o grupo Organização de Mulheres pelo Desenvolvimento por "amplos danos", com base no argumento de que o grupo "interferiu na felicidade do casamento".
Ainda não foi calculado o número de mulheres participantes da greve, que terminou na quarta-feira.
O movimento contou com o apoio da mulher do primeiro-ministro, Raila Odinga, que disse à BBC que os líderes políticos estão "negligenciando as necessidades das pessoas comuns".
Segundo elas, a greve foi uma tentativa de evitar que se repita a onda de violência que afetou o país depois das eleições de 2007.
As relações entre os parceiros da coalizão de governo do Quênia, liderada pelo presidente Mwai Kibaki e pelo primeiro-ministro Raila Odinga, vêm se tornando cada vez piores.
O líder do partido governista da África do Sul, Jacob Zuma, foi empossado neste sábado como novo presidente do país. À frente do partido Congresso Nacional Africano (CNA), Zuma foi oficialmente eleito por membros do Parlamento na quarta-feira, depois que sua legenda foi a grande vitoriosa das eleições há duas semanas.
AP
Jacob Zuma toma posse como presidente da África do Sul
Na cerimônia de posse, realizada na capital administrativa Pretória, Jacob Zuma descreveu sua chegada à Presidência como "momento de renovação" para o país e prometeu trabalhar pela reconciliação entre raças, pela qual o ex-presidente Nelson Mandela tanto lutou.
Os ex-presidentes Thabo Mbeki e Mandela estavam entre os convidados que assistiram Zuma, de 67 anos, se tornar o quarto presidente sul-africano desde o fim do Apartheid, há 15 anos.
"Eu me comprometo a servir nossa nação com dedicação, disciplina, integridade, trabalho duro e paixão", disse o novo líder sul-africano em seu discurso de posse.
'Tom populista'
Dezenas de milhares de pessoas acompanharam a posse por televisões instaladas perto da entrada do prédio onde funciona a sede da Presidência.
Analistas acreditam que Zuma conduzirá o país com um tom "populista", muito diferente do de seu predecessor, Thabo Mbeki.
Alguns partidários do novo presidente falaram da alegria de estarem presentes em sua posse.
"Estamos muito felizes. Ele é líder do povo", disse Nkompela Xolile à BBC. "Ele conhece os spobres deste país".
O caminho que Zuma teve de percorrer para chegar à Presidência foi árduo, avalia o correspondente da BBC na África do sul, Peter Biles.
Ele foi demitido do cargo de vice-presidente há quatro anos após acusações de envolvimento em um caso de corrupção, as quais ele sempre negou.
Dois anos depois, ele foi acusado de estupro e, desde então, vem lutando para limpar seu nome.
Apesar dos escândalos, Zuma conseguiu captar enorme popularidade e conduzir seu partido à vitória nas eleições de abril, com uma campanha voltada para a defesa dos pobres.
O Papa Bento XVI criticou neste sábado o uso impróprio da religião para fins políticos durante uma visita à segunda maior mesquita da Jordânia. O pontífice realiza uma visita de uma semana ao Oriente Médio, a primeira desde que assumiu o pontificado, há quatro anos.Durante um discurso a líderes islâmicos na mesquita Rei Hussein, o papa sugeriu que a violência vem da "manipulação da religião" e não de um "choque entre as crenças religiosas".
Ele pediu aos muçulmanos e cristãos da Jordânia que trabalhem juntos para melhorar a situação da sociedade do país.
"É verdade que as tensões e contradições entre seguidores de diferentes tradições religiosas não podem ser negadas", afirmou o papa.
"No entanto, não é freqüente o caso em que a manipulação ideológica da religião com fins políticos é o catalisador real de tensões e divisões e, às vezes, da violência na sociedade?", questionou.
'Peregrino da paz' Ao chegar a Amã na sexta-feira, Bento XVI se descreveu como um "peregrino da paz" e enfatizou seu "profundo respeito" pelo islamismo.
O pontífice, de 82 anos, ainda elogiou o respeito que há na Jordânia pela religião.
Antes de chegar à mesquita Rei Hussein, o papa passou pelo Monte Nebo onde, segundo a Bíblia, o profeta Moisés viu a Terra Prometida antes de morrer.
A visita ao Oriente Médio tem como objetivo melhorar as relações do Vaticano com líderes islâmicos e judeus e encorajar a minoria cristã na região.
Após a passagem pela Jordânia o segue para Israel, onde estão previstas visitas a Jerusalém e à cidade palestina de Belém, na Cisjordânia, local onde segundo a tradição cristã nasceu Jesus. O Papa fará um apelo pela paz entre israelenses e palestinos e pela criação de uma "terra palestina".
A visita do Papa ao Oriente Médio também é vista por muitos como uma tentativa de interceder em favor dos árabes cristãos.
O número de cristãos árabes vem diminuindo nos últimos anos em países muçulmanos, o que preocupa o Vaticano - o Oriente Médio é considerado o berço do Cristianismo e abriga algumas das mais antigas comunidades cristãs do mundo.
Primeiro país a registrar o surto da influenza A (H1N1), mais conhecida como gripe suína, o México passou a ser referência para os países que começam a detectar a presença do vírus em seu território, como é o caso do Brasil. Mas, após três semanas de guerra declarada ao novo vírus, o que o país tem a ensinar sobre esta batalha? Segundo explicou em uma coletiva de imprensa o analista da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) Oscar Mujica, para conter uma epidemia é preciso reduzir a taxa de reprodução do vírus.As formas de diminuir essa taxa, de acordo com Mujica, são controlar a eficiência de transmissão do vírus, o tempo que uma pessoa permanece infectada e a quantidade de pessoas com quem ela mantém contato.
"No México, estas três medidas foram tomadas, por meio de atendimento médico (...), proteção pessoal (...) e medidas de distanciamento social." Durante doze dias, o México viveu em estado de alerta. Restaurantes, espaços de entretenimento, escolas e comércio foram impedidos de funcionar normalmente. Algumas indústrias passaram a trabalhar com turnos escalonados e diversas empresas pediram que seus funcionários trabalhassem de casa.
Por recomendação do presidente da República, Felipe Calderón, muitos permaneceram em suas casas e, aquelas pessoas que saíram às ruas, usaram máscaras de proteção e evitaram saudações com contato físico.
Segundo um estudo divulgado na sexta-feira pela Opas, se o México não tivesse adotado medidas de controle contra o vírus, poderiam ter sido registradas 8,6 mil mortes e cerca de 30 mil casos de hospitalização por causa da doença.
"Até o momento, observamos 45 mortes e 6.754 hospitalizações", disse o analista da Opas.
Hemisfério sul Embora concorde que as medidas tomadas no México sejam acertadas, o diretor do Instituto de Biotecnologia da Universidade Autônoma do México, Carlos Arias, diz que ainda é cedo para adotá-las no Brasil, e adverte para o fato de que este é um vírus novo e pouco conhecido.
"O vírus da influenza, como foi identificado em 1998, já é difícil de entender. Agora há uma nova combinação de genes e não é possível prever seu comportamento. Tudo pode acontecer", diz.
Segundo o pesquisador, até 30% do novo vírus tem características diferentes da gripe sazonal. "Este valor é altíssimo e significa que o vírus pode ser bem diferente." Arias acredita também que os outros casos de mortes no México que deram negativo para o novo vírus deveriam ser estudados com mais atenção.
"Pela minha experiência, estou convencido de que muitos casos em que há sintomas leves não são contabilizados simplesmente porque não se faz a análise", diz.
"Se seguirmos buscando apenas o vírus da influenza A (H1N1), podemos estar deixando de fora algum aspecto relevante. É possível que, pelo menos no caso do México, haja mais de um vírus atuando ao mesmo tempo", diz Arias.
O pesquisador afirma que ainda vai demorar para que se possa afirmar com certeza o que está acontecendo. Mas o que conforta um pouco, segundo ele, é saber que, embora o vírus se transmita com facilidade, é menos agressivo do que se supunha.
"Não parece ser a epidemia que se estava esperando, mas será importante observar como o vírus se portará no inverno do hemisfério sul", afirma.
Informação Diante da confirmação de casos de gripe suína no Brasil, algumas pessoas foram às farmácias em busca de máscaras de proteção e do medicamento Tamiflu, com o qual estão sendo tratados os pacientes em todo o mundo.
"É uma reação compreensível mas, o importante, neste momento, é que se tenha informação", diz Arias. "O Brasil já tem o aprendizado do México e de outros 23 países que registraram casos antes." Se o vírus não se portar de forma diferente no inverno, provavelmente, diz o pesquisador, esta será apenas uma gripe a mais.
"Os vírus mudam constantemente. Este é um experimento da natureza que, infelizmente, teve êxito."
O governo da Venezuela estatizou, nesta sexta-feira, 60 empresas que prestam serviços à indústria petroleira, depois da promulgação de uma lei que dá ao Estado o direito de controlar total ou parcialmente bens e serviços relacionados à atividade. A estatização das companhias foi oficializada em um ato comandado pelo presidente venezuelano, Hugo Chávez, no Lago de Maracaibo, Estado de Zulia, um dos principais polos de produção petrolífera do país.
"O povo e os trabalhadores vão demonstrar como agora seremos mais eficientes na administração de nossa indústria (petroleira) e dos serviços relacionados a ela", disse Chávez. Na lista de bens expropriados pelo governo venezuelano estão 300 embarcações e 39 terminais utilizados na produção petrolífera.
Além disso, cerca de 8 mil trabalhadores dessas empresas se tornaram agora funcionários do Estado.
Segundo Chávez, o governo venezuelano economizará cerca de US$ 700 milhões por ano ao administrar diretamente estes serviços relacionados à produção de petróleo.
"Aqui nesta zona, produzir um barril de petróleo custa quase US$ 8. Quase metade disso, 40%, ia para empresas contratadas", afirmou.
O presidente venezuelano ainda prometeu que o dinheiro economizado com a estatização das prestadoras de serviço será entregue aos chamados conselhos comunais, organismos de participação popular patrocinados por seu governo.
"Socialismo"
Em um discurso onde, por diversas vezes, criticou o capitalismo e exaltou o socialismo, Chávez afirmou que a estatização das empresas terceirizadas fará com que elas se tornem "propriedade do povo".
"Isto se chama socialismo. Isto vai permitir que nós os libertemos da exploração capitalista", afirmou Chávez a um grupo de trabalhadores, enquanto visitava uma das embarcações estatizadas.
Segundo o ministro do Petróleo da Venezuela, Rafael Ramirez, 85% das instalações e atividades primárias da exploração petroleira estão sujeitas à estatização com a nova lei, que foi aprovada na última quinta-feira pela Assembleia Nacional.
O ministro afirmou ainda que algumas empresas tentaram "burlar a lei, levando rebocadores e lanchas". Segundo ele, foi usada força militar para impedir que essas empresas evitassem a estatização de seus bens.
Ramirez também afirmou que as empresas contratadas não estavam cumprindo suas obrigações trabalhistas.
A estatização dos serviços petroleiros faz parte dos planos do governo Chávez de controlar todos os setores que considera estratégicos para o desenvolvimento do país.
Alguns analistas, no entanto, afirmam que esta também pode ser uma estratégia para não saldar as dívidas do governo com algumas dessas empresas.
Um alto assessor da Casa Branca pediu demissão nesta sexta-feira por ter autorizado que o avião do presidente dos Estados Unidos fizesse um voo rasante sobre Nova York, no último dia 27 de abril. O presidente Barack Obama não estava a bordo da aeronave no momento do episódio.Em um comunicado divulgado nesta sexta-feira, o governo americano informou que Obama aceitou o pedido de demissão de Louis Caldera do cargo de diretor do Escritório Militar da Casa Branca.
Obama também pede que sejam tomadas providências para que episódios desse tipo não ocorram novamente.
Pânico Na ocasião do incidente, a aeronave, um Boeing 747, voou em altitude baixa, escoltada por um caça, para fazer uma série de fotos perto de locais famosos da cidade.
O evento causou pânico entre os moradores de Nova York e fez com que alguns escritórios fossem evacuados. O episódio também fez com que muitos se lembrassem dos atentados de 11 de setembro de 2001.
Em uma carta de demissão, também divulgada pela Casa Branca, Louis Caldera afirma que a controvérsia a respeito do voo tornou impossível para ele continuar no cargo de diretor do Escritório Militar.
Ele diz ainda que o incidente se tornou uma "distração" para o trabalho que Obama está fazendo como presidente.
Segundo oficiais do Pentágono, o voo do avião presidencial sobre Nova York para fazer fotos teria sido informado às autoridades da cidade. No entanto, não houve nenhuma notificação pública a respeito do evento.
No dia do incidente, Caldera afirmou que, embora as autoridades locais estivessem alertadas, "a missão claramente criou confusão".
"Eu peço desculpas e assumo a responsabilidade por qualquer preocupação que o voo tenha causado", disse Caldera.
O Boeing é uma das duas aeronaves utilizadas pelo presidente dos Estados Unidos.
O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, confirmou, em uma entrevista coletiva nesta sexta-feira, mais dois casos de influenza A (H1N1) - mais conhecida como gripe suína - no Brasil. Com estes, os casos confirmados da doença no país passam a seis.Ao contrário dos casos divulgados na última quinta-feira, um dos pacientes cujo diagnóstico foi divulgado nesta sexta-feira adquiriu a doença no Brasil, mais precisamente no Rio de Janeiro.
Esta nova vítima teria contraído a doença ao entrar em contato com um paciente brasileiro que adquiriu a gripe durante uma viagem ao México.
Este é o primeiro caso registrado de transmissão de gripe suína em território nacional. Com a confirmação, o Brasil entra no grupo dos países que registram casos autóctones da doença, que inclui México, Estados Unidos, Grã-Bretanha, Espanha, Alemanha e Canadá.
"Quero chamar atenção de que é uma transmissão limitada. Até o momento, este é o único caso de transmissão de pessoa para pessoa no Brasil, sem ter havido transmissão para terceiros", disse Temporão.
Segundo o ministro, autoridades de vigilância epidemiológica estão monitorando 108 pessoas que entraram em contato com as duas vítimas no Rio de Janeiro. Estas pessoas estão em uma "quarentena voluntária", mas nenhuma apresenta os sintomas da gripe.
Santa Catarina O outro caso confirmado nesta sexta-feira é o de uma criança de sete anos de idade residente em Santa Catarina.
Segundo a Secretaria de Saúde de Santa Catarina, a criança teria viajado de férias para o Estado da Flórida, nos Estados Unidos, e estava internada em um hospital de Florianópolis desde a última segunda-feira.
A paciente, no entanto, passa bem e já teve alta hospitalar.
Com os novos números, o Brasil passa a ter seis casos confirmados de gripe suína. Dois deles em São Paulo, dois no Rio de Janeiro, um em Minas Gerais e um em Santa Catarina.
O governo dos Estados Unidos afirmou nesta sexta-feira que o número de casos confirmados da influenza A (H1N1) - também conhecida como gripe suína - dobrou no país nas últimas horas, chegando a 1.639 em 43 Estados.Segundo o governo, a expectativa é de que a gripe suína se espalhe por todos os 50 Estados americanos.
Com os dados, os EUA passam a ser o país com o maior número de casos, ultrapassando o México, que já registrou 1.100 doentes.
O governo americano afirma que apenas 10% dos americanos com a gripe a contraíram durante viagens ao México e não um terço, como havia dito no final de semana.
O presidente americano, Barack Obama, afirmou que o vírus da gripe suína não é tão agressivo quanto se temia inicialmente, mas alertou sobre a possibilidade de "uma temporada de gripe ainda pior em algum momento no outono (do hemisfério norte)".
"Quero assegurar a todos que estamos vendo que o vírus pode não ser tão fatal como temíamos inicialmente", disse Obama. "Mas ainda temos de agir com precaução." Resto do mundo Também nesta sexta-feira, o Canadá anunciou a primeira morte no país provocada pela gripe suína. Segundo autoridades médicas da Província de Alberta, no oeste do país, a vítima é uma mulher com cerca de 30 anos.
Essa morte eleva para 45 os casos fatais de gripe no mundo. Foram registradas 42 mortes no México, país em que a doença foi primeiro diagnosticada, e duas nos Estados Unidos, sendo uma delas de um bebê mexicano.
Com 214 casos de infectados, o Canadá é o terceiro país mais atingido.
Já foram confirmados 3.100 casos da gripe em 28 países. A Organização Mundial de Saúde disse que até 2 bilhões de pessoas podem contrair a gripe suína no caso de uma pandemia mundial.
Mas a organização diz que ainda é cedo para saber se existirá uma pandemia.
Em Hong Kong, cerca de 300 hóspedes e funcionários de um hotel foram liberados depois de passar uma semana em quarentena devido ao temor de um surto de gripe suína.
O Brasil possui 30 casos suspeitos e 18 que estão sendo monitorados em sete Estados. Quatro casos da gripe já foram confirmados, todos eles de pessoas que contraíram a doença no México ou nos Estados Unidos.
Um britânico apaixonado por ficção científica transformou seu apartamento em uma cópia fiel da nave estelar "USS Voyager" do filme Jornada nas Estrelas. Tony Alleyne, morador de Hinckley, no condado de Leicestershire, equipou seu apartamento de 152 metros quadrados com luzes que são ativadas pela voz, paineis sensíveis ao toque e ar-condicionado. As obras duraram cinco anos, tendo sido completadas em 2004.
O britânico trabalhava como DJ profissional até 1994, quando perdeu o emprego. Sem formação universitária, ele decidiu investir em sua maior paixão: ficção científica.
BBC
O apartamento conta com luzes que são ativadas pela voz
"Eu combinei meu amor por ficção científica à única disciplina que eu gostava na escola, que era arte e artesanato", afirmou, acrescentando ter construído ele próprio todos os móveis do apartamento futurístico.
A experiência rendeu frutos e inspirou o britânico a criar sua empresa de design de interiores, a 24th Century Interior Design. "Agora eu gostaria de embarcar em um novo projeto de ficção científica. Com base nos emails que recebo de gente do mundo todo tenho certeza de que há pessoas que também adorariam viver a experiência".