Depois de quase três horas de reunião, os presidentes do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, e do Paraguai, Fernando Lugo, não conseguiram entrar em acordo em relação a Itaipu.
O Brasil chegou a apresentar uma proposta de financiamento para obras de infraestrutura e de aumentar a taxa paga pela energia excedente de Itaipu. O Paraguai, porém, reivindica a renegociação das tarifas e também de sua parte da dívida da usina com o Brasil.
Os dois presidentes vão se reunir novamente ainda nesta noite em jantar no Palácio da Alvorada, onde continuarão as negociações sobre o assunto. Lula e Lugo marcaram para as 8h de amanhã uma entrevista coletiva sobre o assunto, na Base Aérea de Brasília, de onde partem para o Mato Grosso do Sul.
Leia mais (07/05/2009 - 20h38)
O Federal Reserve de Nova York anunciou nesta quinta-feira a renúncia, com efeito imediato, do presidente de seu conselho de administração, Stephen Friedman, ex-presidente do Goldman Sachs e recentemente criticado por suas ligações com este banco de investimentos americano.
Stephen Friedman "informou a William C.Dudley, presidente do Fed de Nova York, e ao conselho de governadores do Fed a decisão de se demitir, com efeito imediato", diz um comunicado.
Friedman foi recentemente criticado pela imprensa que via no fato de fazer parte do Fed um conflito de interesses, uma vez que também integrou o conselho do Goldman Sachs quando era um dos principais estrategistas do plano de resgate dos bancos projetado pelo governo.
Leia mais (07/05/2009 - 20h01)
Diferentemente do publicado na reportagem Câmara vota nesta quinta medida que parcela dívidas com a Receita (Dinheiro - 06/05/2009 - 20h17), o índice de correção deve ser a TJLP ou o teto de 60% da Selic --que hoje corresponderiam a 6,75% ao ano, e não ao mês. O texto foi corrigido.
Leia mais (07/05/2009 - 19h38)
A seguradora americana AIG (American International Group), nacionalizada em setembro passado para evitar sua falência, anunciou nesta quinta-feira um prejuízo de US$ 4,035 bilhões no primeiro trimestre, em sua sexta perda trimestral consecutiva.
A AIG teve perda de US$ 61,7 bilhões no quarto trimestre do ano passado, o maior prejuízo trimestral na história corporativa. No ano passado como um todo, a AIG anunciou uma perda, também recorde, de US$ 99,289 bilhões.
Desde setembro do ano passado, a empresa já recebeu US$ 180 bilhões para não quebrar. No final de abril deste ano, a empresa anunciou que fechou um acordo com o Departamento do Tesouro dos Estados Unidos para receber cerca de US$ 30 bilhões em ajuda financeira extra.
Leia mais (07/05/2009 - 18h40)
O banco norte-americano Wells Fargo anunciou nesta quinta-feira que fará uma emissão de novas ações ordinárias no valor de US$ 6 bilhões. O objetivo é impulsionar a capitalização do banco.
A medida foi anunciada pouco antes da divulgação do "teste de estresse" no setor bancário dos EUA, que testou a capacidade de resistir à recessão em 19 bancos.
O Fed (Federal Reserve, o banco central dos EUA) apontou a necessidade do Wells Fargo levantar capital ordinário adicional de US$ 13,7 bilhões para passar pela atual situação financeira mundial com tranquilidade. As ações do banco fecharam em baixa de 7,75% (US$ 24,76).
Leia mais (07/05/2009 - 18h26)
O Fed (Federal Reserve, o BC americano) informou nesta quinta-feira que dez dos 19 maiores bancos dos Estados Unidos terão que captar US$ 74,6 bilhões em fundos próprios, segundo o resultado do "teste de estresse" aplicado sobre eles para saber se suportariam a uma eventual piora da recessão no país.
Alvo de especulação ao longo de toda a semana, o resultado do teste ficou dentro da expectativa do mercado. Notícias veiculadas na mídia americana apontavam para a necessidade de recursos entre US$ 65 bilhões e US$ 100 bilhões.
Leia a cobertura completa da crise nos EUA Entenda a evolução da crise que atinge a economia dos EUA Entenda como a crise financeira global afeta o BrasilLeia mais (07/05/2009 - 18h20)
O Tesouro Nacional realizou nesta quinta-feira uma captação no mercado internacional no valor de US$ 750 milhões. O dinheiro foi obtido com a venda de títulos da dívida brasileira com vencimento em janeiro de 2019 nos EUA e Europa.
O objetivo era captar US$ 500 milhões, mas a demanda dos investidores pelos títulos do Brasil foi "muitas vezes maior que a oferta", o que levou o Tesouro a aumentar o volume da emissão.
Essa é a segunda operação desse tipo desde a piora na crise internacional verificada a partir de setembro do ano passado. Em janeiro deste ano, o Brasil fez a primeira emissão desses mesmos papéis e captou US$ 1,025 bilhão.
Leia mais (07/05/2009 - 18h00)
A Petrobras concluiu as investigações a respeito do vazamento no resultado do quarto trimestre sem identificar o responsável pelo ocorrido. A comissão interna constituída para o caso terminou os trabalhos recomendando apenas a implementação de medidas para melhorar a segurança das informações.
"A comissão recomendou medidas para melhorar a segurança das informações enquanto transitam internamente entre órgãos da companhia e quando são enviadas a terceiros para serem vertidas para inglês e espanhol, em cumprimento a obrigações com as Bolsas de Valores e com órgãos reguladores nos Estados Unidos, Argentina e Espanha", informou a estatal, em comunicado.
Os investigadores tomaram depoimentos de empregados e de prestadores de serviços externos> Examinaram também os mecanismos de remessa, transferência e recebimentos de informações entre pessoas e instituições que trataram do relatório relativo aos resultados do quarto trimestre e de 2008. Não foi identificado, no entanto, quem vazou as informações.
Leia mais (07/05/2009 - 17h57)
A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) queimou parte das "gorduras acumuladas" ao longo dos últimos pregões, com a euforia dos investidores em antecipação por uma hipotética retomada da economia mundial. Em três dias, o índice de ações Ibovespa subiu 8,9%. O mercado passou o dia à espera dos resultados da avaliação da saúde financeira dos grandes bancos americanos, que devem ser divulgados nas próximas horas. A taxa de câmbio bateu R$ 2,08 pela manhã, mas encerrou a quinta-feira estável em R$ 2,11.
O termômetro da Bolsa, o Ibovespa, retrocedeu 2,80% no fechamento e desceu para 50.058 pontos. O giro financeiro foi de R$ 5,76 bilhões. Nos EUA, a Bolsa de Nova York fechou em queda de 1,20%.
O dólar comercial foi vendido por R$ 2,111, mantendo a cotação final de ontem. A taxa de risco-país marca 307 pontos, número 3,15% abaixo da pontuação anterior. "O Banco Central não vai deixar tão facilmente esse dólar cair do jeito que está", comenta José Carlos Benites, gerente da corretora de câmbio Moeda. "Na ausência de notícias ruins mais relevantes sobre EUA e Europa, o mercado vai tender a ficar mais calmo, e nessa calmaria a taxa pode chegar R$ 2 de forma rápida. Se realmente vai chegar nesse ponto, de novo, é uma questão de como o BC vai atuar", avalia.
Leia mais (07/05/2009 - 17h38)
As Bolsas dos Estados Unidos fecharam em queda nesta quinta-feira, em um dia marcado pela cautela dos investidores com relação ao setor bancário. De olho na divulgação do teste para avaliar a resistência dos bancos americanos à eventual piora na crise, os investidores preferiram fugir dos riscos e o mercado ficou sujeito à variação dos negócios no setor tecnológico.
O índice Dow Jones Industrial Average, principal indicador da Nyse (Bolsa de Valores de Nova York, na sigla em inglês), caiu 1,20%, para 8.409,85 pontos, enquanto o índice ampliado S&P 500 recuou 1,32%, para 907,39 pontos. Na Bolsa tecnológica Nasdaq, o indicador Nasdaq Composite puxou a queda, com desvalorização de 2,44%, para 1.716,24 pontos.
O baixo volume de negócios e o excesso de especulação na Nyse fez com que os investidores voltassem a atenção à Nasdaq. Ações de fabricantes de computadoras, empresas de softwares e companhias de internet recuaram, em média, 4% hoje.
Leia mais (07/05/2009 - 17h28)
07/05/2009 09:31 PM
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