Famoso pela autoria da trilha de abertura da novela "A Favorita", grupo se apresenta hoje no Via Funchal
Os brasileiros provavelmente os conhecem sem saber. Famoso pela autoria da trilha de abertura da novela "A Favorita", o grupo Bajofondo se apresenta hoje à noite no Via Funchal, em São Paulo, para mostrar um pouco do repertório portenho que vem ganhando elogios da crítica internacional.
Formado por quatro argentinos e quatro uruguaios, o Bajofondo ganhou fama ao ousar mexer - e remixar - o tango. Agora, o grupo quer se firmar internacionalmente com a representação do som de suas origens. Uma prova disso é a retirada do "Tango Club" do nome no quarto CD, Mar Dulce.
Um dos criadores da banda, Gustavo Santaolalla se explica: "Não gostamos do rótulo ‘tango eletrônico’ porque não consideramos o que fazemos nem tango, nem eletrônica. Achamos que fazemos música do Rio da Prata, e que representa o som atual de lugares como Buenos Aires e Montevidéu - pelo menos para nós. É claro que gêneros como o tango e a murga (banda de músicos ambulantes) estão presentes, assim como o rock, o hip-hop e a eletrônica."
Serviço - Bajofondo Via Funchal, São Paulo Quinta-feira (07), às 21h30 Ingressos: de R$ 60 (lateral) a R$ 220 (camarote) Tel: (11) 2198-7718
Antiga porta-voz acompanhou Jackson em alguns dos momentos mais difíceis da carreira do cantor
A ex-assessora publicitária de Michael Jackson moveu uma ação judicial na quarta-feira contra o chamado "Rei do Pop" por falta de pagamento por seus serviços, pedindo 44 milhões de dólares.
Raymone Bain, que representou Jackson durante seu julgamento por abuso sexual infantil, em 2005, que terminou com sua absolvição, e mais tarde administrou a empresa dele, abriu uma ação cível contra o cantor em Washington por quebra de contrato.
Ela disse em comunicado que decidiu "com profundo pesar" processar Jackson, que descreveu como alguém "que eu admirei e respeitei muito".
Mas ela acrescentou: "Infelizmente, Michael Jackson optou por não honrar as obrigações financeiras de nosso relacionamento contratual, apesar de minhas numerosas tentativas de solucionar esta questão amigavelmente. Estou sinceramente decepcionada com a falha de Jackson em honrar suas obrigações."
Bain, que se formou em direito, acompanhou Jackson em alguns dos momentos mais difíceis da carreira do cantor. Ela se tornou a voz pública dele durante boa parte do longo julgamento no qual foi acusado de molestar crianças na Califórnia, nas subsequentes estadias de Jackson no Barein e na Irlanda e nas dificuldades financeiras que resultaram na venda de seu rancho Neverland Valley, na Califórnia, no ano passado.
Em 2006 ela foi nomeada gerente-geral da Michael Jackson Company, que trata dos assuntos comerciais do cantor.
Ela disse na ação que foi contratada como porta-voz em 2003 e que a partir de 2006 administrou todos os aspectos da vida de Jackson, incluindo organizar moradia para ele, refinanciamento emergencial, suas viagens, sua segurança e a programação de reuniões com produtores musicais, enquanto o cantor se esforçava para retomar sua carreira musical.
Bain vem se somar a uma longa lista de ex-assessores, contadores e amigos que processaram Jackson nos últimos anos em função de quebra de contratos e contas não pagas. A maioria dos processos vem sendo resolvida extrajudicialmente.
Um filho do rei do Barein fechou um acordo extrajudicial com Jackson em novembro, após alegações de que o cantor de "Thriller" infringira um contrato de gravação e lhe devia 7 milhões de dólares.
O atual porta-voz de Jackson, Dr Tohme K. Tohme, não retornou telefonemas pedindo declarações sobre o assunto.
Depois de passar anos vivendo como virtual recluso, Jackson recentemente anunciou que fará 50 shows em Londres a partir de julho. Os ingressos para todas as apresentações já estão esgotados.
Na ação de Bain são citados relatos da mídia segundo os quais o contrato para as apresentações em Londres, que ela afirma que ajudou a negociar, valeria 400 milhões em receita para Jackson.
Bain disse que Jackson concordou em pagar a ela 10 por cento do valor de qualquer contrato que fechasse com a ajuda dela, mas que não o fez. Ela pede 44 milhões de dólares em indenização por danos, mais as custas judiciais.
Rumo ao Brasil, banda dos irmãos Gallagher fez belo show na capital argentina
De cara, Buenos Aires é como qualquer metrópole latino-americana, mas a cidade se destaca pela forma com que trata o rock. O show do Oasis no Estádio Monumental de Nuñes, no último domingo, teve ótima organização e estrutura – sem aquela zona na hora de entrar –, com pessoas sorridentes e brincalhonas te guiando para onde ir. Além de ótimas lojinhas de camisetas e lembrancinhas, teve também banheiros químicos sujos e sem papel, como já estamos acostumados.
O esquenta para o show principal ficou por conta da banda Los Tipitos, conhecida dos portenhos, que cantavam todas as músicas de cabo a rabo. Após um rápido intervalo (aprende com eles, Brasil) e pontualmente no horário, os irmãos Gallagher subiram ao palco para a alegria das mais das 45 mil pessoas que lá estavam. Noel ficou no canto direito e Liam, no meio do palco, colocava banca e fazia a pose que só ele sabe.
Depois da intro de "Fucking in the Bushes" a galera veio abaixo com “Rock’n’Roll Star”, a primeira da noite – todos pulavam e cantavam muito animados. A partir daí, foi uma sucessão de hits intercalados com músicas do novo álbum. “Lyla”, “The Shock of the Lightning” – a mais conhecida do disco novo – “Cigarettes & Alcohol” e por aí vai.
Com uma ótima qualidade, o telão reproduzia com nitidez o que rolava no palco. O charme da decoração estava em quatro telões menores ao fundo, cada um mostrando um integrante da banda e passando o clima psicodélico do último disco. Ao que parece, Dig Out Your Soul ainda não está na ponta da língua do público. Poucos sabiam cantar as letras, mas todos acompanhavam atentos e ovacionavam.
Liam e Noel estavam especialmente simpáticos. Liam com ótimo humor, conversando muito com o público. Já Noel estava claramente feliz, dando sorrisos o tempo todo. Contou que esteve em Buenos Aires pela primeira vez há vinte anos como roadie da banda Inspiral Carpets, naquele mesmo estádio do River.
O bis ficou por conta de “Don’t Look Back in Anger”, “Champagne Supernova” e a cover dos Beatles “I Am the Walrus”. Apesar de gritos incessantes de “Live Forever”, a música ficou de fora. Mas não passou despercebida: Liam fez gracinha, agradeceu e respondeu: “You too!”.
Agora é torcer para que o bom humor dos irmãos Gallagher apareça nos shows do Brasil também. Se o público for caloroso e curtir como nossos vizinhos fizeram, as estrelas vão brilhar e, como diz a canção, seremos estrelas do rock!
Confira abaixo o setlist da apresentação única na Argentina:
“Rock’n’Roll Star” “Lyla” “The Shock of the Lightning” “Cigarettes & Alcohol” “The Meaning of Soul” “To Be Where There’s Life” “Waiting for the Rapture” “The Masterplan” “Songbird” “Slide Away” “Morning Glory” “Ain’t Got Nothin’” “The Importance of Being Idle” “I’m Outta Time” “Wonderwall” “Supersonic” “Don’t Look Back in Anger” “Falling Down” “Champagne Supernova” “I Am The Walrus”
Músico cria história "maluca demais" para os estúdios de Hollywood
Como roteirista, Nick Cave é sem sombra de dúvidas um ótimo músico. A prova disso é o roteiro escrito por ele para a sequência do vencedor do Oscar de 2001, o filme "Gladiador".
O convite teria sido feito pelo diretor do longa, Ridley Scott, e pelo astro Russell Crowe, que acreditaram que Cave conseguiria criar algo ideal mesmo sabendo que o personagem do ator, o general Maximus, morre no final do primeiro filme. Porém, a história desenvolvida pelo artista foi recusada por ser considerada "maluca demais".
Nela, o personagem de Crowe encontra com deuses no pós-vida e acaba reencarnando num corpo imortal. Por causa disso, ele acaba participando de diversos conflitos como a Segunda Guerra Mundial e a Guerra do Vietnã. No final, Maximus acaba empregado pelo Pentágono, órgão de defesa dos Estados Unidos.
De acordo com Ridley Scott, Cave se divertiu muito ao escrever o roteiro. Mesmo assim, a ideia não vingou.
Cantora precisou de oito meses de descanso para retomar a carreira
Kate Nash anunciou que já começou a trabalhar em seu próximo disco, o sucessor de Made Of Bricks, lançado em 2007.
De acordo com a cantora, após uma pausa de oito meses ela já está pronta para retomar a carreira, e por isso encontra-se atualmente em Los Angeles conversando com produtores.
"Eu encontrei alguns produtores com quem falei sobre o disco novo. É empolgante, pois eu não estava pronta para falar sobre isso nos últimos meses, pois eu queria sair com meus amigos, ir ao cinema, limpar meu aquário e tirar minha carteira de motorista", revelou a artista.
"Mas agora me sinto pronta para começar a pensar numa maneira de unir essas canções nas quais venho trabalhado nos últimos oito meses. É como se as músicas fossem selos e eu precisasse de alguém para lamber a parte de trás de colá-los no lugar certo do envelope", completou.
Enquanto ainda não acertou nada sobre o próximo disco, Nash aproveitar para dar uma força ao grupo de seu namorado, o The Cribs.
"Estou curtindo muito o momento, pois Ryan (Jarman) e o The Cribs estão em Los Angeles e eu aposto que as pessoas estão empolgadas para conferir seu novo álbum. Ele fará você se sentir muito feliz", encerrou.
Cantora australiana vai à América do Norte e planeja 11º álbum de estúdio
A cantora australiana Kylie Minogue, que vem planejando seu 11º álbum de estúdio, fará uma turnê por Estados Unidos e Canadá a partir de setembro, segundo a imprensa americana.
De acordo com a revista "Billboard", a artista de 40 anos deverá passar por seis cidades: Oakland, Las Vegas, Los Angeles, Chicago, Toronto e Nova York.
"Durante anos, quis fazer uma viagem passando por EUA e Canadá, e sei que meus fãs esperaram por muito tempo. A oportunidade apareceu finalmente e estou entusiasmada", disse.
Nesta sexta, Kylie vai se apresentar em um programa da "NBC" para promover a turnê.
O último show da cantora passou por 21 países e rendeu US$ 70 milhões com a venda de ingressos. Entretanto, a australiana não repetiu o sucesso no mercado americano, onde venceu 171 mil cópias do disco Body Language (2004) e outras 36 mil de X (2007).
"Kylie teve uma carreira tão bem-sucedida fora da América do Norte que foi preciso um tempo até encontrar um espaço em sua agenda para os EUA e Canadá", disse Bill Silva, promotor da viagem.
"Seus fantásticos admiradores na América do Norte serão bem recompensados por sua paciência quando assistirem ao espetáculo", completou.
Banda faz no Rio de Janeiro o primeiro de quatro shows marcados no Brasil
O Oasis faz nesta quinta-feira (07) no Rio de Janeiro o primeiro de quatro shows marcados em território brasileiro. Apesar da banda, segundo relato de fãs, estar fazendo apresentações memoráveis em sua viagem pela América Latina, o clima entre os integrantes não parece ser dos melhores.
Isso porque o guitarrista Noel Gallagher escreveu no MySpace do grupo que esta é uma "época ruim" da turnê. "Estamos num navio sem rumo agora. (...) Acredito que tudo será revelado em breve", declarou, dramático. Pouco depois, foi a vez de Liam, irmão e vocalista, dar sua versão no Twitter, ao comentar um show improvisado do resto da banda: "Foi fantástico! Não sei em que turnê você está, garoto", rebateu.
Brigas entre irmãos à parte, o Oasis parece estar se divertindo em cima do palco. Depois de shows em Caracas, Lima e Buenos Aires, o grupo vem elogiando o público latino-latino
Nada disso, contudo, parece estar abalando a disposição dos fãs, que esgotaram os ingressos de pista para a estreia brasileira, no Citibank Hall carioca. Vale tudo para conferir ao vivo grandes sucessos ("Wonderwall", "Don't Look Back in Anger", "Layla") e músicas do último álbum, Dig Out Your Soul.
No momento, só restam entradas para a pista, camarotes (ambos R$ a 400) e poltronas (R$ 300). Depois do Rio, o Oasis segue para São Paulo, na Arena Skol Anhembi (09), viaja para Curitiba, onde toca na Arena Expotrade (10), e termina o passeio pelo Brasil na terça-feira (12), no Gigantinho, em Porto Alegre. Todos os shows terão abertura da Cachorro Grande.
Serviço - Oasis no Brasil
07/05 - Rio de Janeiro Citibank Hall, 21h30 Ingressos: R$ 180 (esgotados) a R$ 400 Clique aqui para comprar