No primeiro leilão de campos de gás e petróleo do Iraque desde a invasão de 2003, apenas um dos oito contratos de serviço foi arrematado nesta terça-feira, por um consórcio formado pela britânica BP e a chinesa CNPC. Os outros campos não tiveram compradores, em alguns casos por falta de oferta e em outros por discordâncias com os termos oferecidos pelo governo do Iraque.Ao todo, foram a leilão seis campos de petróleo e dois de gás, na primeira experiência do tipo desde a invasão do Iraque pela coalizão comandada pelos Estados Unidos, em 2003.
A BP e a CNPC venceram a disputa pelo campo de petróleo de Rumaila, com reservas estimadas em torno de 17 bilhões de barris. Esse campo também era disputado pela Exxon Mobil, mas a empresa acabou rejeitando os termos oferecidos pelo Ministério do Petróleo do Iraque.
O Iraque pediu que as outras companhias considerem a possibilidade de reenviar ofertas para os outros sete campos. No total, 32 petroleiras haviam sido aprovadas como potencial compradores no leilão.
Regras O Ministério do Petróleo oferece contratos de 20 anos. Para cada campo, foi estabelecido um nível mínimo de produção, semelhante aos níveis de produção atual.
Pelos termos estabelecidos pelo Iraque, as empresas não receberão pagamento pela produção até atingirem esse nível mínimo. No entanto, as companhias deveriam sugerir quanto querem por cada barril acima desse limite e também fornecer uma previsão de quanto petróleo irão produzir no campo.
A partir desses dados, a oferta vencedora seria escolhida. O leilão também previa um limite máximo no preço que o Ministério do Petróleo estaria disposto a pagar (pela produção que exceder o nível mínimo estabelecido para cada campo).
Como esse valor foi mais baixo que o pretendido pelas petroleiras, não houve acordo para os outros sete campos em oferta.
No caso do campo de Rumaila, a Exxon Mobil não aceitou o preço máximo oferecido pelo Ministério do Petróleo. No entanto, a BP e a CNPC, que inicialmente pediam US$ 4 por barril, acabaram concordando em receber apenas US$ 2 por barril.
O governo iraquiano afirma que seu principal objetivo é aumentar a produção de petróleo dos atuais 2,4 milhões de barris por dia para mais de 4 milhões de barris diários nos próximos cinco anos.
O Iraque tem uma reserva provada de 115 bilhões de barris de petróleo, a terceira maior do mundo. Os campos ofertados no leilão equivalem a cerca de 43 bilhões de barris.
Um relatório do Banco Mundial afirma que facilitar o acesso a serviços móveis de internet e telefonia permite o desenvolvimento em todos os níveis da economia e da sociedade. Segundo o relatório, cada aumento de dez pontos percentuais nas conexões de internet de banda larga de um país corresponde a um crescimento adicional de 1,3 ponto percentual no Produto Interno Bruto (PIB).
"O acesso à banda larga completa o fundamento em termos de informação para uma economia moderna e deve ser prioridade nos planos de desenvolvimento nacionais" afirmou a vice-presidente do Banco Mundial para Desenvolvimento Sustentável, Katherine Sierra.
O estudo mostra como a mobilidade do acesso à informação já é uma realidade em muitos países e como os emergentes, em especial, terão um papel no futuro desse processo.
Celulares
Segundo o Banco Mundial, "praticamente todos os novos consumidores de tecnologias móveis virão dos países em desenvolvimento".
Até o fim do ano passado o mundo já contava com quatro bilhões de telefones celulares - três bilhões nos países em desenvolvimento. Em 2000, a participação desses consumidores no total de consumidores de celulares era de 30%.
Entre 2000 e 2007, a velocidade de acesso per capita à internet na América Latina pulou de 8 bps para 1.250 bps.
O relatório elogia iniciativas de governos como o do Brasil, Gana e Índia, que oferecem serviços online e assim se tornam "mais eficientes, transparentes e dinâmicos".
Além disso, no Chile a convergência de mídias já é uma realidade, com cerca de 60% dos 853 mil assinantes do serviço de TV a cabo da empresa VTR usando também serviços de telefone e Internet - o que elevou a receita da empresa em 44% entre 2005 e 2007.
Segundo o estudo, apenas 15% do mercado potencial global para serviços de tecnologia da informação está sendo explorado. Em 2007, esse mercado representou quase US$ 500 bilhões.
Para a economista que editou o estudo, Christine Zhen-Wei Qiang, os dados mostram que o setor de tecnologia da informação representa uma oportunidade tanto para o setor privado quanto para o governo, e deve ser incentivado.
"Os governos devem incentivar ativamente o desenvolvimento de serviços locais de indústrias de tecnologia da informação, por meio de políticas e incentivos dirigidos a empreendedores e o setor privado, e por meio de investimentos em qualificação e infraestrutura."
As tropas americanas se retiraram nesta terça-feira de cidades e outros centros urbanos do Iraque, entregando formalmente as tarefas de segurança às forças iraquianas seis anos depois da invasão do país. A retirada está sendo comemorada pelos iraquianos e primeiro-ministro, Nouri Al-Maliki, declarou esta terça-feira um feriado, o Dia Nacional da Soberania.Na capital, Bagdá, foi organizada uma grande festa para marcar a véspera da retirada, na segunda-feira.
Apesar da retirada das tropas americanas das cidades e centros urbanos, soldados americanos continuarão atuando junto às forças iraquianas, fora dos limites das cidades e prontos para intervir se forem chamados pelas forças iraquianas.
Comandantes das forças americanas afirmam que a segurança e a estabilidade estão melhorando no país, e que as forças iraquianas estão prontas para assumir as tarefas de segurança.
Entretanto, nesta terça-feira, um carro-bomba explodiu por volta das 18h (hora local, fim da manhã no Brasil) na cidade de Kirkuk, no norte do país, e as primeiras informações indicavam que pelo menos 15 pessoas haviam morrido.
E horas antes do início da retirada, à meia-noite, quatro soldados americanos foram mortos em combate.
Os militares americanos informaram que os quatro soldados serviam em Bagdá, mas não deram mais detalhes. Eles morreram devido a "ferimentos relacionados a combate", de acordo com declaração oficial.
Desafio A promessa do governo dos Estados Unidos é de que as operações de combate lideradas por forças americanas no país terminem em setembro de 2010, e que todos os soldados se retirem do Iraque até o final de 2011.
Segundo o analista de assuntos de defesa e segurança da BBC Rob Watson, embora a saída dos centros urbanos seja importante, a verdadeira retirada das forças de combate dos Estados Unidos, no ano que vem, será um desafio ainda maior.
O sucesso dessa operação, segundo Watson, depende dos líderes políticos iraquianos e de sua capacidade de lidar com os grandes problemas e tensões no país.
Cerca de 131 mil militares americanos estão no Iraque e a previsão é de que pelo menos 128 mil deles permaneçam no país até as eleições nacionais iraquianas, previstas para janeiro do ano que vem.
Festa O correspondente da BBC em Bagdá Jim Muir informou que ocorreram concertos de música pop nos parques da capital iraquiana, festas nas ruas e até mesmo os postos de fiscalização foram enfeitados com flores.
Por outro lado, houve um aumento na segurança - todas as licenças da polícia foram canceladas devido ao temor de ataques com bombas.
Segundo Muir, para muitos iraquianos este é um momento de renovação nacional e quase todos estão felizes com a retirada dos soldados americanos.
"No entanto há ansiedade também, especialmente depois dos recentes ataques com bombas. Eles tinham como alvo áreas xiitas, o tipo de provocação que desencadeou uma espiral de violência sectária que quase levou o país à guerra civil há dois ou três anos atrás", afirmou o correspondente.
Iraque ''preparado'' O embaixador americano para o Iraque, Christopher Hill, afirmou que, mesmo não havendo uma grande redução no número de homens dos Estados Unidos no país até o ano que vem, a retirada das cidades é um "marco".
"Sim, nós consideramos que o Iraque está preparado, e o Iraque também se considera preparado", afirmou.
"Nós passamos muito tempo trabalhando bem próximos aos serviços de segurança iraquianos…eu considero que chegou a hora (da retirada das cidades)." Hill também ressaltou que ainda haverá "muitos meios de combate americanos no Iraque nos próximos meses".
"Depois de 30 de junho, mesmo com as forças de combate americanas fora das cidades e vilas, nós ainda estaremos no Iraque." A retirada das cidades acontece dois anos após o grande aumento no número de tropas no país entre fevereiro e junho de 2007, quando o total de soldados americanos no Iraque chegou a 168 mil.
Apesar da diminuição na violência, nos últimos meses houve novos ataques. Nos últimos dez dias, quase 170 pessoas morreram em atentados em Bagdá e Kirkuk.
Uma espécie de joaninha asiática ameaça a mais de mil espécies – entre elas, 45 joaninhas nativas – da Grã-Bretanha, de acordo com cientistas britânicos. A Harlequin succinea, identificada pela primeira vez no país em 2004, se alimenta de várias outras espécies de insetos, inclusive de larvas de outras joaninhas, e frutos."A velocidade da disseminação é dramática e sem precedentes", afirmou a pesquisadora Helen Roy, do Centro para Ecologia e Hidrologia da Grã-Bretanha.
No entanto, um estudo apresentado na Exposição Científica de Verão da Royal Society indica que parasitas de espécies nativas de joaninhas já estão se adaptando à invasora, conhecida como arlequim.
Agora, cientistas querem introduzir uma espécie de ácaro que provoca infertilidade na espécie asiática.
A joaninha-arlequim foi trazida para a Europa para ajudar no controle de pragas de outros insetos.
Desde 2005, o avanço da espécie está sendo acompanhado por um programa científico, que conta com a participação de interessados.
"O que descobrimos é que o reduto delas é o sudeste, mas também já alcançaram Orkney, a Irlanda do Norte, o extremo oeste do País de Gales e a ponta oeste da Cornualha", afirmou Roy.
Grande predador Os pesquisadores também já sabem que o inseto entrou na ecologia britânica como um grande predador.
"Como não há nada que ataca essas joaninhas em especial, acreditamos que mil espécies podem ser potencialmente impactadas." A cientista Remy Ware, da Universidade de Cambridge, estuda medidas que possam conter o avanço frenético das joaninhas-arlequim.
Ela afirmou que alguns dos inimigos naturais desses insetos, moscas e vespas conhecidas como parasitoides, estão se adaptando para atacar também a espécie invasora.
Esses insetos botam seus ovos dentro de joaninhas, o que leva à morte delas.
"Temos indícios dos últimos dois anos que esses dois grupos podem estar se adaptando para atacar arlequins como um novo hospedeiro", afirmou Ware.
Ácaros Outro possível predador para os insetos é um ácaro sexualmente transmissível que provoca infertilidade em joaninhas fêmeas. Para acontecer o contágio, é preciso haver fecundação entre duas gerações de insetos.
Como as espécies nativas britânicas só produzem uma geração por ano, não há tempo hábil para que o ácaro se dissemine entre elas.
Já a joaninha asiática produz até cinco gerações por ano, o que faz dela uma presa ideal para este ácaro.
"Não estamos sugerindo introduzir um novo inimigo na Grã-Bretanha. Ele já está aqui e, com tempo, esperamos que ele ataque as arlequins", disse Ware.
O grupo liderado pela cientista de Cambridge está avaliando métodos artificiais para apressar a disseminação do ácaro em joaninhas asiáticas. Para depois reintroduzí-las à vida selvagem.
Especialistas em saúde pública na Grã-Bretanha estão condenando as chamadas "festas da gripe suína", eventos que estariam sendo promovidos para promover deliberadamente o contágio da doença. Há relatos de que pessoas estão intencionalmente convivendo com amigos que contraíram a gripe, para tentar adquirir imunidade contra o vírus agora, enquanto ele ainda é pouco agressivo, Entretanto, um especialista em saúde pública britânico, Richard Jarvis, disse que tal comportamento pode minar os esforços de profissionais de saúde na luta contra a gripe.Ele também enfatizou que, embora a gripe seja leve, essas pessoas podem estar colocando sua saúde e a de suas crianças em risco.
Jarvis, presidente do comitê de saúde pública da British Medical Association, vem fazendo testes, diagnósticos e tratamentos de pacientes com gripe suína.
"Ouvi relatos de que pessoas estão organizando festas da gripe suína".
"Não acho que seja uma boa ideia. O vírus não é muito agressivo, mas ainda assim as pessoas são infectadas e há risco de morte".
Serviços de Saúde O médico admitiu que adquirir o vírus agora pode dar imunidade à pessoa, mesmo que o vírus sofra algum tipo de mutação e se torne mais agressivo.
Mas ele acrescentou que se as pessoas intencionalmente procurarem o contágio, os serviços de saúde podem não ser capazes de agir como estão agindo agora.
"Buscar intencionalmente o contágio apenas contribuirá para seu alastramento".
A estratégia inicial das autoridades britânicas tem sido tentar conter o alastramento do vírus. Isso envolve monitorar pacientes com gripe e dar remédios a pessoas próximas para evitar que elas desenvolvam a doença.
"Se chegarmos a um ponto em que a contenção não é mais possível, não vamos ser capazes de monitorar os casos ou administrar os antivirais com tanta rapidez. Será que então vamos considerá-lo um vírus não muito agressivo?" "A resposta até agora tem sido ótima. Estamos contendo (o alastramento do vírus) melhor do que esperávamos e isso nos deu tempo. Estamos chegando perto de uma vacina e queremos que isso continue".
Um pedido feito pelo presidente da França, Nicolas Sarkozy, ao primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, para que este se livrasse de seu ministro das Relações Exteriores, causou grande irritação e constrangimento em Israel.
O pedido teria sido feito por Sarkozy durante um encontro com Netanyahu em Paris na semana passada, mas só foi divulgado pela mídia israelense nesta semana, que diz que o presidente francês teria aconselhado o premiê israelense a "se livrar desse homem (o ministro das Relações Exteriores, Avigdor Lieberman) e colocar (Tzipi) Livni em seu lugar".
Lieberman é conhecido por suas posições de extrema-direita, e Livni, sua antecessora no cargo, é líder do Kadima, o principal partido de oposição em, Israel.
Os comentários, feitos na presença de pelo menos cinco israelenses que acompanhavam a visita de Netanyahu ao palácio do Eliseu, vazaram para o canal 2 da TV israelense e não foram negados pelas autoridades israelenses nem pelas autoridades francesas.
Segundo as informações publicadas na imprensa israelense, Sarkozy afirmou a Netanyahu que já recebeu vários ministros do Exterior israelenses, "mas com esse não dá", disse, se referindo ao ministro Lieberman.
"Se você tirar esse homem e colocar Livni no lugar, poderá fazer feitos históricos", afirmou Sarkozy.
Segundo o maior site de noticias de Israel, o Ynet, os comentários de Sarkozy e principalmente o fato de o gabinete de Netanyahu não ter informado Lieberman sobre as posições do presidente francês, despertaram uma "profunda indignação no Ministério das Relações Exteriores".
O Ynet cita uma "fonte importante" no Ministério que teria afirmado que os comentários de Sarkozy foram "grosseiros e infelizes". "Sarkozy é conhecido por sua linguagem sem limites", teria dito a fonte.
De acordo com o porta-voz de Lieberman, Tzahi Moshe, "se essas foram as palavras do presidente da França, então se trata de uma intervenção de um estado democrático nos assuntos de outro estado democrático, é uma coisa grave e intolerável".
'Não dá'
De acordo com o canal 2, Netanyhu teria respondido a Sarkozy que "em conversas particulares ele (Lieberman) soa diferente" e Sarkozy teria dito que "em conversas particulares Jean-Marie Le Pen também é muito simpático", comparando o ministro israelense ao líder da extrema-direita francesa.
De acordo com a imprensa local, Netanyahu teria instruído todos os presentes na reunião a não divulgar as informações.
Entre os presentes estava o embaixador de Israel na França, Daniel Sheck, que também não informou o Ministério sobre os comentários de Sarkozy.
O incidente gera um constrangimento triplo entre Israel e a França, entre o primeiro ministro Netanyahu e o ministro do Exterior Lieberman, e entre o embaixador israelense na França e o ministério das Relações Exteriores em Jerusalem.
De acordo com o ex-diretor geral do ministério das Relações Exteriores, Aharon Abramovitz, "Sarkozy, que é um homem experiente, com certeza sabia que essa informação iria vazar".
Trinta dias após o acidente com o voo 447 da Air France no Oceano Atlântico, as buscas pelas caixas-pretas do avião "vão continuar enquanto isso representar um esforço razoável", disse à BBC Brasil uma porta-voz do BEA, o órgão francês que investiga as causas da catástrofe.
De acordo com a porta-voz, as autoridades francesas ainda não estabeleceram um prazo para encerrar as buscas das caixas registradoras de dados do Airbus A330 - embora os esforços para achar mais corpos e destroços tenham sido encerrados na última sexta-feira por parte da Marinha brasileira.
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Buscas pelas caixas-pretas continuarão, diz porta-voz do BEA
As balizas acopladas às duas caixas-pretas do avião foram concebidas para emitir sinais sonoros por pelo menos 30 dias - por isso o diretor do BEA, Paul-Louis Arslanian, havia dito em uma entrevista coletiva no dia 17 de junho que preferia trabalhar com esse prazo. Mas os sinais sonoros podem prosseguir por mais alguns, ele ressaltou.
Fazem parte das operações o submarino Émeraude, que possui um potente sonar, e também por dois rebocadores fretados pela França equipados com microfones cedidos pela Marinha americana que detectam sons na água, além dos navios Mistral e Pourquoi Pas, que leva a bordo o minissubmarino Nautile.
Raro A porta-voz da BEA disse que não encontrar as caixas-pretas do avião da Air France será algo extremamente raro nas investigações do órgão.
"É raríssimo não encontrar as caixas-pretas do avião. Elas são uma fonte de informação muito importante para as investigações", diz ela, não detalhando, no entanto, como o BEA fará para avançar na identificação das causas do acidente no Brasil se elas não forem encontradas.
Segundo ela, pelo menos nos últimos dez anos "as caixas-pretas sempre foram encontradas em todos os acidentes ocorridos na França ou no exterior que tiveram a participação do BEA".
A baliza acoplada à caixa-preta, do tamanho de uma pilha grande, emite um sinal sonoro a uma frequência precisa de 37,5 KHz por segundo. Os sinais podem ser ouvidos em um raio de dois quilômetros.
Os aviões possuem duas caixas-pretas. Uma delas, o gravador de voz, grava os últimos 30 minutos das conversas dos pilotos e também o som dos motores e comandos em uso.
A segunda caixa-preta pode gravar até mil parâmetros do vôo, como informações sobre a velocidade, a altitude, o funcionamento do piloto automático e dos motores, entre outros.
"Essa caixa-preta permite, por exemplo, saber se o motor estava funcionando ou não e isso permite aprofundar as investigações", diz a porta-voz do BEA.
Desde o início das buscas pelas caixas-pretas do Airbus, a Marinha francesa informou já ter detectado várias vezes sinais sonoros, mas após uma análise mais aprofundada, essas pistas foram descartadas por não registrarem os parâmetros técnicos dos sinais emitidos.
Sinais sonoros O BEA também não descarta a possibilidade das balizas não estarem mais afixadas às caixas-pretas devido ao impacto da queda da aeronave.
As caixas-pretas foram concebidas para resistir à imersão por cerca de 30 dias a seis mil metros de profundidade.
As buscas são consideradas difíceis em razão da grande profundidade na área de buscas, de até 4,6 mil metros, e devido ao relevo montanhoso do fundo do mar na região.
As buscas por corpos e destroços do avião da Air France foram encerradas na última sexta-feira em razão do fato de que nenhum novo cadáver havia sido encontrado nos nove dias anteriores.
Após 26 dias de operações sob a responsabilidade do Brasil, foram encontrados 51 corpos e mais de 600 destroços do Airbus A330.
Uma criança de 5 anos foi encontrada com vida nesta terça-feira, perto do local onde um Airbus A310 da companhia aérea Yemenia caiu, no Oceano Índico. O avião levava pelo menos 142 passageiros a bordo, além de 11 tripulantes, e havia decolado de Sanaa, no Iêmen, com destino a Moroni, em Comores.Segundo a Marinha francesa, a aeronave caiu cerca de 30 minutos antes de aterrissar, 15 km ao norte do arquipélago africano.
Autoridades de aviação do Iêmen anunciaram ter retirado do mar pelo menos cinco corpos de possíveis ocupantes do Airbus A310. O avião caiu por volta da 1h51 desta terça-feira (hora local, 19h51 da segunda-feira em Brasília).
O voo IY626 era o trecho final de uma rota que se iniciou em Paris, com escala em Marselha, na França, e conexão no Iêmen até Comores. Havia 66 franceses a bordo, além de comorenses e nacionais de países do Oriente Médio.
França A Marinha francesa vai enviar dois navios e um avião de transporte militar, que irá transportar até Comores mergulhadores franceses, lanchas infláveis rápidas e uma equipe de médicos e enfermeiros, segundo Christophe Prazuck, porta-voz do Estado Maior das Forças Armadas da França.
O presidente francês, Nicolas Sarkozy, pediu às Forças Armadas do país para fazer o máximo possível para prestar assistência aos passageiros e à tripulação do avião.
Em entrevista à emissora de rádio Europe 1, o ministro dos Transportes da França, Dominique Bussereau, disse que "está se falando" no mau tempo como possível causa do acidente. "Mas neste momento, tudo ainda está muito vago", afirmou.
Autoridades comorenses teriam afirmado ainda que já foram avistados destroços da aeronave.
A companhia aérea Yemenia colocou uma mensagem em seu site na internet, lamentando "o desaparecimento do voo IY626".
A empresa tem 51% de suas ações de propriedade do governo do Iêmen e 49% pertencentes ao governo da Arábia Saudita.
Em 1996, um avião de uma companhia aérea etíope foi sequestrado e caiu na mesma região, matando a maioria das 175 pessoas a bordo.
Comores, um país formado por três das quatro ilhas do arquipélago de Comores, fica a cerca de 300 km a noroeste de Madagascar, no canal de Moçambique, na África.
O país foi protetorado e território ultramarino da França, tendo conquistado a independência em 1975. A grande maioria da população - 98% - é islâmica.
O acidente com o Airbus A310 ocorre no momento em que o acidente com o A330 da Air France, que havia decolado do Rio de Janeiro em 31 de maio com 228 pessoas a bordo, completa um mês.
Apenas 51 corpos foram encontrados e as buscas por corpos foram encerradas na última sexta-feira.
Uma menina de seis anos morreu afogada na piscina de um clube na cidade americana de Winston-Salem, Carolina do Norte, no momento em que oito salva-vidas estavam trabalhando.
A menina, Ja'Nae Nicole McCullum, fazia parte de um grupo de 21 crianças do Clube de Meninos e Meninas do Exército da Salvação, que contava com dois responsáveis adultos que estavam na piscina.
A polícia informou que entre 30 e 35 pessoas estavam na piscina do clube Kimberly Park na ocasião.
De acordo com a página na internet do JornalNow, de Winston-Salem, a família de Ja'Nae afirmou que ela não sabia nadar. Os parentes estão questionando a supervisão das crianças no clube.
A bisavó da menina, Betty Fowler, afirmou que assinou a permissão para que Ja'nae McCullum fosse com o grupo a outro clube, na cidade de Greensboro, e não ao clube da cidade, que tem uma piscina mais funda.
Alerta
Ja'Nae McCullum estava no clube Kimberly Park na tarde de sexta-feira com seu grupo do Exército da Salvação quando um homem a viu debaixo d'água, na parte mais profunda da piscina. O homem alertou um salva-vidas que estava em uma das cadeiras próximas, segundo jornais locais.
O salva-vidas imediatamente pulou na piscina, tirou Ja'Nae da água e começou o processo de ressuscitação cardio-pulmonar. A criança foi levada para o hospital por paramédicos.
"Eles não conseguiram fazer o coração dela voltar a bater, o que significa que Ja'Nae esteve no fundo da piscina por um tempo, minutos, pelo menos", disse Donald Jason, que fez a autópsia em Ja'nae McCullum, ao JornalNow.
Betty Fowler afirmou que Ja'nae McCullum e seu irmão de sete anos estavam matriculados em aulas de natação, mas afirmou que a bisneta não sabia nadar.
Agora a família questiona como as crianças estavam sendo supervisionadas no clube. O Exército da Salvação não fez nenhum comentário sobre o caso.
Oito salva-vidas trabalhavam no clube no momento do afogamento. Um salva-vidas fica em cada uma das duas cadeiras e os dois salva-vidas têm a responsabilidade primária de vigiar a piscina em turnos rotativos de 15 a 20 minutos, de acordo com Dick Butler, supervisor das piscinas municipais de Winston-Salem.
Butler acrescentou que vai investigar o incidente e descobrir onde cada um dos salva-vidas estava e o que eles faziam quando Ja'Nae McCullum se afogou.
Uma reportagem publicada nesta terça-feira pelo diário financeiro "The Wall Street Journal" afirma que o pai de Michael Jackson, Joseph, não estaria contemplado no que se acredita ser o mais recente testamento do cantor, escrito em 2002.
De acordo com o jornal, o
testamento divide os ativos do cantor entre "sua mãe, os três filhos e uma ou
duas instituições de caridade".
"Um ou dois testamentos anteriores surgiram desde a morte de Jackson na
quinta-feira passada, de acordo com pessoas familiares com a situação. A
(agência de notícias) Associated Press informou que os pais de Jackson, Joseph e
Katherine Jackson, disseram em um documento enviado à Justiça crer que o cantor
morrera sem um testamento válido", afirmou o jornal. "Acredita-se que Joseph
Jackson não está incluído no testamento mais recente."
Em um e-mail citado na reportagem, o advogado dos pais do astro do pop teria
dito que nem ele nem seus clientes haviam visto o testamento de 2002. "Vamos
examinar qualquer testamento quando o tivermos", afirmou.
Para o "WSJ",
"desfazer o nó da herança de Jackson deve ser um desafio complicado dado o
tamanho e a complexidade tanto dos ativos quanto das dívidas
envolvidas".
"No total, Jackson morreu com cerca de US$ 500 milhões em
dívidas", diz a reportagem, "mas o valor de seus ativos provavelmente supera
esta quantia, possivelmente em US$ 200 milhões ou mais, de acordo com pessoas
envolvidas com o assunto".
Na segunda-feira, a Justiça da cidade concedeu
à mãe de Michael Jackson, Katherine, a tutela temporária das três crianças –
Michael Joseph Jackson Jr., conhecido como Prince Michael, de 12 anos, Paris
Michael Katherine Jackson, de 11 anos, e Prince Michael 2º, de sete anos. Ela
pede agora a guarda permanente das crianças.
Além de solicitar a guarda
dos netos, a mãe do cantor também teria entrado com pedido para assumir o
patrimônio das crianças, de valor ainda desconhecido.
Assista à reportagem do New York Times sobre os bens de
Jackson:
Relembre as fases da carreira de Michael Jackson;
veja o vídeo:
Uma reportagem publicada nesta terça-feira pelo diário financeiro "The Wall Street Journal" afirma que o pai de Michael Jackson, Joseph, não estaria contemplado no que se acredita ser o mais recente testamento do cantor, escrito em 2002. De acordo com o jornal, o testamento divide os ativos do cantor entre "sua mãe, os três filhos e uma ou duas instituições de caridade"."Um ou dois testamentos anteriores surgiram desde a morte de Jackson na quinta-feira passada, de acordo com pessoas familiares com a situação. A (agência de notícias) Associated Press informou que os pais de Jackson, Joseph e Katherine Jackson, disseram em um documento enviado à Justiça crer que o cantor morrera sem um testamento válido", afirmou o jornal.
"Acredita-se que Joseph Jackson não está incluído no testamento mais recente." Em um e-mail citado na reportagem, o advogado dos pais do astro do pop teria dito que nem ele nem seus clientes haviam visto o testamento de 2002. "Vamos examinar qualquer testamento quando o tivermos", afirmou.
Para o "WSJ", "desfazer o nó da herança de Jackson deve ser um desafio complicado dado o tamanho e a complexidade tanto dos ativos quanto das dívidas envolvidas".
"No total, Jackson morreu com cerca de US$ 500 milhões em dívidas", diz a reportagem, "mas o valor de seus ativos provavelmente supera esta quantia, possivelmente em US$ 200 milhões ou mais, de acordo com pessoas envolvidas com o assunto".
Na segunda-feira, a Justiça da cidade concedeu à mãe de Michael Jackson, Katherine, a tutela temporária das três crianças – Michael Joseph Jackson Jr., conhecido como Prince Michael, de 12 anos, Paris Michael Katherine Jackson, de 11 anos, e Prince Michael 2º, de sete anos. Ela pede agora a guarda permanente das crianças.
Além de solicitar a guarda dos netos, a mãe do cantor também teria entrado com pedido para assumir o patrimônio das crianças, de valor ainda desconhecido.
Os fãs de Michael Jackson que haviam comprado ingressos para os shows que o cantor faria em Londres poderão escolher entre receber seu dinheiro de volta ou ficar com os bilhetes como recordação. A empresa AEG Live, organizadora da turnê This is It, que incluiria 50 apresentações na capital britânica, anunciou que não vai imprimir novos ingressos depois do dia 14 de agosto, e aposta que os bilhetes vão se tornar peça de colecionador.Segundo a empresa, os ingressos foram "inspirados e desenhados" por Jackson, que morreu na última quinta-feira, em Los Angeles, aos 50 anos.
Nos bilhetes, criados em pelo menos três versões e cores diferentes, um efeito especial de holografia faz a imagem de Jackson "dançar" no papel.
Prejuízo Como os shows estavam previstos para ocorrer ao longo de todo o segundo semestre deste ano, muitos dos bilhetes ainda não haviam sido enviados para seus compradores, mas agora a empresa está oferecendo a possibilidade de fazê-lo para quem desejar.
Os quase 800 mil ingressos para os shows londrinos foram vendidos no ritmo de um a cada 11 segundos, ou 657 por minuto e quase 40 mil por hora.
Fãs de todo o mundo entraram em filas virtuais para comprar os bilhetes, que custavam entre 50 e 75 libras (aproximadamente de R$ 160 e R$ 240).
De acordo com o jornal britânico The Times, a AEG Live pode ter prejuízos de até 300 milhões de libras (quase R$ 1 bilhão) por causa do cancelamento dos shows.
Ainda nesta terça-feira, a empresa divulgou fotos de Michael Jackson ensaiando em Los Angeles, dois dias antes de sua morte.
O oculista britânico Guy Marshall, de 53 anos, dirigia o seu carro de volta para casa no último dia 12, quando, ao ver um acidente, decidiu parar para socorrer as vítimas. Foi então que percebeu que uma delas era o seu filho, Thomas, de 18 anos.
O adolescente pilotava uma moto Suzuki GS 500C perto da cidade de Orford, em Suffolk, quando bateu contra um automóvel Mazda MX-5. O pai chegou a conseguir fazer o filho voltar a respirar, mas Thomas não resistiu aos ferimentos e morreu pouco mais tarde.
Marshall contou à BBC que decidiu parar ao ver o acidente porque tem treinamento de primeiros socorros e achou que talvez pudesse ajudar.
"Quando saltei do carro e desci a rua, de alguma forma sabia que era o Thomas no pé da ribanceira. Foi só uma sensação, mas tive uma certeza do fundo do coração", afirmou o oculista.
Marshall afirmou que aplicou técnicas de ressuscitação e conseguiu fazer o filho voltar a respirar. Ele ficou com o jovem em seus braços até a chegada dos paramédicos e de uma UTI aérea.
O pai afirmou que Thomas vai ser lembrado como uma pessoa "sempre disposta a ajudar". "Ele estava sempre de bom humor e era carinhoso."
A polícia de Suffolk ainda está investigando o acidente, que aconteceu às 17h (13h, em Brasília) do último dia 12.
A mãe de Thomas, Wendy Marshall, classificou o fato de o pai ter parado para socorrer o filho de "trágico".
O rapaz morreu pouco depois do acidente em um hospital. Ele tinha acabado de concluir os exames de ensino médio naquele dia e iria sair para comemorar com amigos na cidade de Ipswich, de acordo com a família.
Uma lanchonete temática dos Estados Unidos está usando um menu insalubre rico em gordura e calorias e garçonetes "enfermeiras" como forma de atrair fregueses.
No Heart Attack Grill ("Grill do Ataque Cardíaco", em tradução livre), em Chandler, no Arizona, a decoração lembra um hospital, as garçonetes se vestem como sensuais enfermeiras e os clientes são chamados de "pacientes".
A estrela do cardápio é o Quadruple Bypass Burger ("Hambúrguer da Ponte de Safena Quádrupla", em tradução livre), uma iguaria de cerca de 8 mil calorias.
Garçonete "enfermeira" exibe o lanche de 8 mil calorias / Divulgação
Mas também é possível escolher outras variedades de sanduíche, batatas fritas em banha de porco, refrigerantes, bebidas alcoólicas e até cigarros sem filtro.
Críticas
Inaugurada em 2005 por um homem que se apresenta como Dr. Jon e se diz um médico não reconhecido pela Associação Americana de Medicina, a lanchonete passou a ser alvo de críticas por parte de associações de enfermagem, que reclamaram do que chamaram de "degradação" da imagem das enfermeiras.
O local chegou a ser ameaçado de ser fechado pela promotoria-geral do Arizona, em 2006.
Governo, entidades profissionais e a administração da lanchonete chegaram finalmente a um acordo, pelo qual o site do restaurante foi obrigado a colocar uma mensagem dizendo que "o uso da palavra 'enfermeira' tem apenas a intenção de ser uma paródia".
"Nenhuma das mulheres fotografadas em nosso site têm formação médica, nem tentam oferecer serviços médicos", informa a página do Heart Attack Grill. "Se você tiver uma emergência médica, ligue para o (serviço de emergências americano) 911".
Sanduíche de 8 mil calorias é a estrela do menu / Divulgação
Ainda no site, "Dr. Jon" informa que pretende tornar a lanchonete em um centro de dietas, para competir com programas conhecidos como o dos Vigilantes do Peso.
"Nossos centros vão oferecer aos americanos algo que nenhum outro programa de regimes jamais conseguiu fazer: uma dieta da qual você pode verdadeiramente gostar e manter pelo resto da vida", afirma o dono da lanchonete.
Autoridades francesas haviam encontrado "defeitos" no Airbus A310 da Yemenia que caiu no Oceano Índico na madrugada desta terça-feira. O ministro francês dos Transportes, Dominique Bussereau, disse em uma entrevista à rádio Europe 1 e ao canal de TV iTélé que a aeronave "havia sido examinada em 2007 pela Direção Geral da Aviação Civil da França, que havia constatado alguns defeitos" nela."A aeronave, após essa data, não reapareceu no território francês", afirmou o ministro.
Segundo Bussereau, a Yemenia não integrava a lista negra de companhias aéreas que apresentam problemas de segurança, "mas era objeto de controles reforçados por parte das autoridades francesas e deveria ser interrogada em breve pelo Comitê de Segurança da União Europeia".
A Airbus informou que o avião datava de 1990 e tinha 51,9 mil horas de voo. Ele foi comprado "de segunda mão" pela companhia Yemenia em outubro de 1999.
A aeronave caiu no Oceano Índico na madrugada desta terça-feira (no horário local, às 19h51 de segunda-feira em Brasília) com 142 passageiros e 11 tripulantes.
O ministro francês dos Transportes afirmou que as condições meteorológicas podem ser a causa do acidente, mas ressaltou que "tudo ainda está muito vago".
"Fala-se de uma tentativa de pouso, de uma tentativa de arremeter o avião (decolar novamente) e de um novo pouso que fracassou", afirmou o ministro.
Sinais da queda O avião transportava 66 franceses, segundo fontes aeroportuárias do país, citadas pela imprensa francesa. Vinte e seis teriam embarcado na noite de segunda-feira no aeroporto Charles de Gaulle, em Paris, e os outros 40 teriam embarcado em Marselha, no sul da França.
O voo havia deixado Sanaa, no Iêmen, com destino a Moroni, em Comores. A aeronave caiu no mar a aproximadamente 15 quilômetros ao norte do arquipélago africano, cerca de 30 minutos antes de aterrissar.
De acordo com uma rádio de Comores, citada pela televisão francesa, o avião teria caído nas proximidades da cidade costeira de Mitsamiouli.
Ainda de acordo com a rádio local, "corpos foram vistos boiando no oceano" e uma mancha de combustível foi vista a cerca de 29 km de Moroni, a capital de Comores.
Segundo autoridades do Iêmen, um sobrevivente teria sido localizado.
Parte da fuselagem do avião também teria sido vista pela aviação civil do Iêmen.
Buscas A marinha francesa vai enviar dois navios e um avião de transporte militar, que irá transportar até Comores mergulhadores franceses, lanchas infláveis rápidas e uma equipe de médicos e enfermeiros, segundo Christophe Prazuck, porta-voz do Estado Maior das Forças Armadas da França.
O presidente francês, Nicolas Sarkozy, pediu às Forças Armadas do país para fazer o máximo possível para prestar assistência aos passageiros e à tripulação do avião.
O acidente com o Airbus A310 ocorre quando se completa um mês do acidente com o A330 da Air France, que havia decolado do Rio de Janeiro em 31 de maio com 228 pessoas a bordo.
Apenas 51 corpos foram encontrados. As buscas por cadáveres foram encerradas na última sexta-feira.
O BEA, o mesmo órgão francês que investiga o acidente nas águas brasileiras, informou nesta terça-feira em um comunicado que irá enviar ao local do novo acidente, no Oceano Índico, uma equipe de investigadores acompanhada de especialistas da Airbus.
30/06/2009 06:56 AM
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