Os primeiros projetos de financiamento do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) no Mato Grosso do Sul foram firmados na manhã desta terça-feira (28), em Campo Grande. No total, serão R$ 22 milhões destinados a quatro investimentos no agronegócio abrangendo recuperação de solo, florestamento, armazenagem e agricultura familiar. Participaram do ato o governador André Puccinelli e o presidente do BRDE, Mario Bernd.
O banco inaugurou espaço de divulgação naquele estado em março último, quando eram esperados pedidos de R$ 100 milhões em crédito para o primeiro semestre de 2009. A demanda, no entanto, atingiu R$ 150 milhões. O BRDE foi autorizado a operar no Mato Grosso do Sul em 2008 pelo Conselho Monetário Nacional.
Bernd também debateu com o presidente da Associação dos Criadores do Mato Grosso do Sul (Acrisul), Francisco Maia, a participação do BRDE na ExpoMS. A feira será realizada de 2 a 12 de outubro e reunirá lideranças da pecuária bovina do Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
Os produtores de vinho do Rio Grande do Sul já podem se inscrever como contribuintes em São Paulo e, assim, aumentar o prazo de recolhimento do ICMS naquele Estado, um dos maiores mercados consumidores do produto. A conquista é fruto do termo de compromisso assinado na quinta-feira (23), na capital paulista, pelos governadores Yeda Crusius e José Serra, e contemplou o setor vinícola do Rio Grande do Sul com a substituição tributária.
O secretário da Fazenda, Ricardo Englert, destacou nesta segunda-feira que, há dois anos, foram constituídos os fundos que estão auxiliando no pagamento dos inativos. No dia 31 de julho de 2007, a governadora Yeda Crusius acionou o processo de venda de ações do Banrisul na Bovespa, o que garantiu R$ 1,2 bilhão para a constituição dos fundos previdenciários do Estado. Somados, os dois fundos permanecem hoje com praticamente o mesmo saldo, graças aos rendimentos financeiros. Um permanece com o valor original intacto, tendo apenas os rendimentos financeiros. Já o segundo fundo tem tido parcela mensal sacada para auxiliar no pagamento dos inativos.
As despesas previdenciárias de todos os Poderes, neste mês de julho, devem chegar a R$ 472,7 milhões, ao passo que o total das contribuições dos servidores deve ficar em R$ 48,3 milhões. Isso significa que os R$ 16,9 milhões relativos à 24ª parcela utilizada do Fe-Prev cobrem apenas 4% do déficit previdenciário do mês.
SALDOS DOS FUNDOS EM 27/07/2009: Fundo de Equilíbrio Previdenciário: R$ 1.033.934.648,49 Fundo de Garantia Previdenciária: R$ 157.671.908,00 Total: R$ 1.191.606.556,49
A projeção de arrecadação bruta de ICMS para o mês de julho feita nesta segunda-feira (27) é de R$ 1,181 bilhão. O valor deverá ficar abaixo do projetado com base na curva orçamentária, que é de R$ 1,281 bilhão - uma perda de R$ 100 milhões em relação ao esperado. Na comparação com julho do ano passado, a variação foi de -1,3% pelo IGP-DI.
De acordo com o secretário da Fazenda, Ricardo Englert, além da perda com a arrecadação de ICMS, o governo do Estado teve redução de quase 15% dos repasses da União no primeiro semestre em relação ao previsto no Orçamento. \|Esse cenário nos levou a buscar a ampliação da contenção de gastos em reuniões com os titulares dos diversos órgãos do Executivo. As primeiras reuniões já demonstraram que com a cooperação de todos será possível manter o equilíbrio das contas do Estado\|, disse Englert.
Em julho, a situação financeira aponta para um déficit de R$ 118,5 milhões. A maior despesa prevista é a folha de pessoal: R$ 829,6 milhões, seguida do pagamento da dívida pública para o qual foram destinados R$ 194,4 milhões.
Fundos previdenciários completam dois anos Ao falar sobre o déficit previdenciário do mês de julho, o secretário Englert destacou que há dois anos foram constituídos os fundos que estão auxiliando no pagamento dos inativos. No dia 31 de julho de 2007, a governadora Yeda Crusius acionou o processo de venda de ações do Banrisul na Bovespa, o que garantiu R$ 1,2 bilhão para a constituição dos fundos previdenciários do Estado. Somados, os dois fundos permanecem hoje com praticamente o mesmo saldo, graças aos rendimentos financeiros - um permanece o valor original intacto, tendo apenas os rendimentos financeiros, e o segundo tem tido parcela mensal sacada para auxiliar no pagamento dos inativos.
As despesas previdenciárias de todos os Poderes, em julho, devem chegar a R$ 472,7 milhões, e o total das contribuições dos servidores deve ficar em R$ 48,3 milhões. Isso significa que os R$ 16,9 milhões relativos à 24ª parcela utilizada do Fe-Prev cobrem apenas 4% do déficit previdenciário do mês.
Para preservar o equilíbrio das contas do Estado, devido à perda de receitas, o governo do Estado iniciou na semana passada uma série de reuniões para ampliar a contenção de gastos de custeio. As primeiras rodadas, realizadas na sexta-feira, foram com as secretarias da Infraestrutura e Logística e da Saúde. Nesta segunda-feira, os encontros prosseguiram com reunião na Secretaria da Segurança Pública.
A decisão ampliar a contenção de gastos foi tomada com base nos dados apresentadas pela governadora Yeda Crusius a todos os secretários na reunião da Junta de Coordenação Orçamentária e Financeira do Estado (Juncof), na semana passada.
De janeiro a junho, o Estado reduziu as despesas em R$ 259 milhões em relação ao previsto para os seis primeiros meses do ano. Porém, a arrecadação ficou R$ 534 milhões abaixo do previsto em decorrência da crise mundial. Por isso, o governo vai reduzir ainda mais os gastos no segundo semestre a partir de uma ampla discussão com os secretários. Nas reuniões será analisada a execução dos investimentos. Aqueles que estão mais atrasados poderão ser reprogramados para 2010.
A governadora Yeda Crusius se reuniu nesta terça-feira(21), com integrantes da Junta de Coordenção Orçamentária e Finaceira do Estado (Juncof).Até agora já foram investidos R$ 315 milhões nos Programas Estruturantes. Mesmo com a perda na arrecadação, o Estado mantém resultado orçamentário positivo em R$189 milhões acumulado de janeiro a junho. Leia Mais
Em agosto, o governo do Estado irá pagar a cerca de 93% do funcionalismo a terceira parcela da Lei Yeda, que resgata os reajustes determinados pelas chamadas Leis Britto. Os reajustes variam entre 4,9% e 8,2%. Leia Mais
Nesta quarta-feira, 29, recebem o magistério, quadro geral, servidores de escolas e inativos ferroviários. Na quinta, categorias de nível médio da segurança e saúde. E na sexta-feira, recebem os demais servidores. Leia Mais
27/07/2009 05:08 PM
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